
Goleiro Fábio é homenageado pela CBF por recorde de 1.391 jogos

Há 34 anos, o Bahia ia rumo ao título Brasileiro com o maior público da história da Fonte Nova
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45 anos do recorde de público do Morumbi

Everton Ribeiro supera o 'maestro' Júnior e torna-se o jogador que mais vestiu a camisa do Flamengo na Libertadores
Em 1968, Atlético Paranaense vencia Santos em maior público da Vila Capanema
Foto: Arquivo

O jogo era válido pelo Torneio Roberto Gomes Pedrosa, o antigo brasileirão e colocava a frente o time que era conhecido como campeão de tudo contra o Atlético que sonhava com voos mais altos em relação ao futebol nacional. Com o atrativo da visita do time de Pelé, que já tinha muita torcida no Paraná e o mando de outro time sempre popular dentro de seu estado, a Vila Capanema recebeu 24.303 torcedores naquele dia.
O Peixe ainda conseguiria diminuir com um gol de Edu, mas a vitória e a festa foram da maioria paranaenses, num dia que ficou marcado na memória dos torcedores rubro-negros. O fim do jogo marcou a vitória do Furacão, que acabou pouco adiantando ao fim da competição, já que os atleticanos ficaram apenas no meio de tabela. O Santos sairia campeão.

Em 1942, recorde de público no Pacaembu na estreia do Leônidas

Na época, a equipe são paulina precisou desembolsar um total de 200 contos de réis e fez com que essa fosse a maior contratação do futebol da América do Sul. A transferência foi até maior que os prêmios proporcionados pela loterias, que pagavam no máximo 300.
Com bola rolando, tanto Corinthians quanto São Paulo fizeram um jogo bastante agitado. Leônidas, que era o grande astro do evento, estava sendo marcado por Brandão. Jeronimo não tomou conhecimento do embalo Tricolor, e com apenas 10' jogados, inaugurou o placar para a equipe alvinegra. Ainda antes do intervalo, o debutante daria uma assistência para Lola empatar o duelo
A equipe do Parque São Jorge voltou à todo vapor e voltou a ficar na frente com gol de Servílio com apenas 3' da etapa complementar. Porém, o Tricolor Paulista não se desanimou e chegou a virar o jogo com Luizinho e Teixeirinha.
O Corinthians partiu em busca do empate, e no apagar das das luzes, Servílio marcou o seu segundo tento na partida e garantiu o empate. Após 90' de muitas reviravoltas, o clássico terminou com o placar em 3 a 3.
Um dia depois do embate, o jornal A Gazeta Esportiva criou o nome de clássico "Clássico Majestoso", estampando o apelido na capa. A tal alcunha foi dada por conta da estreia de Leônidas, do público presente e da grande movimentação do placar durante o jogo.
Os quase 13 mil gols dos 110 anos do Santos FC
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Restam pouco mais de 200 gols para o Peixe chegar a marca de 13 mil vezes balançando a rede. Só o futuro poderá dizer quem será o jogador responsável pela marca, seja um dos novos craques dos Meninos da Vila, um velho conhecido ou talvez um completo aleatório que simplesmente vá as redes na ocasião.
Em 1978, Londrina 'aprontava' contra o Vasco com público recorde em São Januário
Há 44 anos, um Corinthians x Ponte Preta obtinha o maior público da história do Morumbi
Edina Alves se torna a mulher que mais apitou jogos da Série A do Brasileiro Masculino
Foto: Rodrigo Corsi / FPF


Em 1942, o recorde de público no Pacaembu para a estreia de Leônidas pelo São Paulo
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Brasiliense quebra recorde de sequência de vitórias do Candangão


Ângelo quebra recorde de Cárdenas e é o mais jovem a marcar gol na Libertadores

Quando Raul Plasmann, pelo Cruzeiro, estabeleceu o recorde mundial de invencibilidade entre goleiros

Em 1997, o maior público do Mineirão e Cruzeiro campeão
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O Mineirão é um dos estádios com mais história no futebol brasileiro. Construído apenas nos anos 1960, era um sonho antigo de uma cidade que começava a ver seus times despontarem para o topo do futebol brasileiro. O gigante de concreto viu desde então muitos episódios do futebol brasileiro e comportou públicos de mais de 100 mil pessoas algumas vezes. Nada porém, se compara ao recorde, obtido num dia 22 de junho, no ano de 1997, no título do Cruzeiro contra o Villa Nova no estadual. Naquele dia, mais de 132 mil pessoas abarrotaram o colosso mineiro.
O jogo em si foi muito apertado e truncado, com o Cruzeiro conseguindo o título graças a um gol de Marcelo Ramos, logo aos nove minutos. O Leão pressionou, tentou o gol de todas as formas, mas viu a taça ir para o lado azul da decisão, para a felicidade da imensa maioria dos 132 mil presentes no Mineirão naquela tarde. É possível ter a dimensão da loucura com os vídeos gravados dentro do Mineirão no dia que foram digitalizados e upados num canal chamado Betim Seguros. Segundo relatos em reportagens sobre o ocorrido, as únicas confusões foram na entrada, já que a torcida tinha um clima mais familiar devido a presença de tantas mulheres e crianças.
Rikelme, Pablo Ruan e Reinaldo - Os mais novos da história da Copinha
Com 15 anos e 10 meses, Reinaldo entrou no decorrer da partida do seu time, o EC São Bernardo, contra o São Paulo, em 10 de janeiro. O Cachorrão ficou no empate em 1 a 1 e, mesmo com cinco pontos e sem perder na primeira fase, acabou eliminado. Além disto, Reinaldo também não ficou com o recorde histórico, já que teve dois atletas ainda mais jovens a jogar a Copinha 2020.
O atleta mais novo a jogar uma partida da Copinha é de Rikelme, do União Suzano. O volante do Usac foi titular na partida contra o União ABC, com 15 anos 2 dois meses, no dia 6 de janeiro. O seu time foi derrotado por 2 a 1, mas ele entrou para a história da Copinha.




















