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1989 - O São Paulo campeão contra o São José na decisão

Com informações da FPF
Foto: GazetaPress

O 0 a 0 contra o São José deu o título ao São Paulo

Em 1º de julho de 1989, o São Paulo conquistava o seu 15º título do Campeonato Paulista. Apesar de ter encarado na decisão o surpreendente São José, o Tricolor não teve facilidade, já que o jogo no Morumbi terminou 0 a 0, depois de ter vencido a primeira partida pelo placar mínimo.

Com novo número de times na disputa pelo título depois de tantos anos, o Campeonato Paulista de 1989 sofria as consequências da bagunça do ano anterior (envolvendo Bandeirante de Birigui e Ponte Preta) e teve de se adaptar, alterando assim, mais uma vez, a fórmula da competição. Além disso, experiências foram feitas na pontuação, dando peso diferente às vitórias, privilegiando ao máximo os gols marcados. Na decisão, novo embate entre capital e interior, com mais um título paulistano.

Com 22 times divididos em dois grupos de 11, as equipes se enfrentariam primeiro fora do grupo e, na sequência, dentro. Doze estariam classificados à próxima fase – 4 do Grupo I e 8 do Grupo II -, onde seriam divididos em quatro grupos com três equipes. As primeiras colocadas se enfrentariam em semifinais.

Procurando maximizar o valor dos gols, os pontos conquistados por vitórias ou empates estariam atrelados ao número de gols marcados. Vitória com marcação de três ou mais gols, independente da diferença de saldo, valeria três pontos; vitória com um ou dois gols valeria dois pontos; empate com gols renderia um ponto para cada; e no empate sem gols, haveria disputa por pênaltis rendendo um ponto ao vencedor e nada ao derrotado. Essa pontuação diferenciada era válida somente para a primeira fase.

Essa última medida deu emoção a diversos jogos, uma vez que 39 partidas foram decididas desta maneira, muitas envolvendo grandes equipes e outras se estendendo, com 8 a 7, 6 a 5 e etc. Mais tarde campeão, o São Paulo disputou cinco vezes um ponto nas penalidades, perdendo três e vencendo duas. Em 11 de maio, por exemplo, o clássico entre Santos e Corinthians no Pacaembu foi decidido nos pênaltis e, apesar do fato histórico de Sócrates marcar um dos gols santistas nas penalidades, o Corinthians saiu vencedor por 5 a 4.

Quinto colocado no Grupo II da primeira fase, o São Paulo enfrentaria o Guarani e a Inter de Limeira na fase seguinte, se classificando com duas vitórias e dois empates. O São José, por sua vez, enfrentaria o União São João e a Portuguesa, com quem empatou em todos os critérios e garantiu a classificação por ter melhor campanha na fase anterior.

Para chegar à decisão, o time da capital enfrentou o Bragantino, enquanto o interiorano precisava superar o Corinthians, atual campeão. Com duas vitórias, o time do Morumbi superou o de Bragança Paulista, enquanto na outra semifinal houve mais emoção. Fazendo valer o favoritismo, o Corinthians venceu por 2 a 0 a primeira partida e encaminhava nova decisão diante do rival São Paulo.


Mas, no jogo da volta em São José dos Campos aconteceu a grande surpresa. Com gol de Tita logo aos três minutos, o São José levou a decisão para a prorrogação e nela, com gols de Toni aos 7 minutos do primeiro e 12 do segundo tempo, garantiu vaga na decisão.

Diante de outro gigante, porém, o São José sucumbiu, mas não sem lutar bastante. Derrotado no primeiro jogo por 1 a 0 com gol marcado contra aos 41 minutos do segundo tempo, o título são-paulino se concretizou com um empate sem gols. Ambos os jogos aconteceram no estádio do Morumbi.

Uma curiosidade: o Tricolor foi campeão sem vencer clássico na competição. o São Paulo empatou com o Palmeiras (1 a 1) e perdeu para o Corinthians (0 a 2) e para o Santos (1 a 2). Aproveitamento de 16,7% (vitória valia dois pontos).Com mais essa conquista, o São Paulo alcançava o Santos no número de títulos ao longo da história: 15. O líder ainda era o Corinthians com 20 taças conquistadas, seguido do Palmeias com 18.

O título da Libertadores de 2004 do Once Caldas

Por Lucas Paes
Foto: Divulgação/Conmebol

O Once Caldas ganhou a Libertadores de 2004

O ano de 2004 teve algumas das zebras mais marcantes do futebol mundial. As maiores ocorreram nas duas principais competições continentais de clubes do futebol mundial: enquanto na Europa, um bom time do Porto comandado por José Mourinho surpreendeu a todos na Liga dos Campeões, há exatos 16 anos, no primeiro dia do mês de julho de 2004, o Once Caldas levou o título da Copa Libertadores da América daquele ano, com uma vitória diante do Boca.

Comandado por Luiz Fernando Montoya, o Once Caldas tinha como grandes destaques o goleiro Henao e o bom meia Valentierra, além da ótima defesa e o treinador Montoya, grande mentor daquela equipe. Na primeira fase, os Albos, que haviam quebrado o jejum de títulos nacionais de cinco décadas no Apertura de 2003, caíram num grupo com Maracaibo, da Venezuela, Fênix, do Uruguai e o Vélez, time mais forte da chave. Nas três primeiras partidas, duas vitórias, por 3 a 0 contra o Fênix e 2 a 1 contra o Maracaibo e uma derrota para o Fortín na Argentina por 2 a 0, devidamente devolvida no returno no Palogrande. O triúnfo contra o Maracaibo, em casa, na penúltima rodada, basicamente garantiu o Once Caldas na segunda fase, com a primeira fase sendo fechada com um empate fora de casa contra o Fênix. Com 13 pontos, os Merengues saíram na primeira posição.

Nas oitavas, ninguém prestou muita atenção na classificação até tranquila do Once Caldas diante do Barcelona de Guayaquil, com um empate sem gols no Equador e uma vitória por 2 a 0 na Colômbia. Nas quartas, porém, os colombianos chamaram a atenção: enfrentando o Santos de Diego e Robinho, conseguiram buscar o empate por 1 a 1 na Vila Belmiro, já no finalzinho do duelo e venceram por 1 a 0 em Manizares, eliminando um dos favoritos da competição. Nas semis, veio o São Paulo e outra surpresa: os colombianos seguraram o 0 a 0 no Morumbi e num duelo eletrizante buscaram a vitória por 2 a 1 já nos acréscimos em casa, com gol de Agudelo. A zebra havia chegado a decisão.

O adversário na final era um titã sudaca, uma verdadeira entidade conhecida pelo nome de Boca Júniors de Bianchi. Na Bombonera, Tevez e seus colegas partiram pra cima do Once Caldas, que se segurou como pode e saiu da Argentina com um ótimo 0 a 0. Na volta, no primeiro dia de julho daquele ano, num Palogrande lotado, logo aos 6 minutos, um gol de Viáfara tornou o sonho libertador mais real que nunca para o time de Manizares, mas Burdisso empatou aos 8' do segundo tempo e levou a decisão para os pênaltis.


Nas penalidades, Valentierra, artilheiro do time, começou errando, parando em Abbondanzieri, mas Schiavi também errou, mandando a bola nas nuvens. Soto marcou na segunda cobrança dos donos da casa e Cascini parou em Henao. Ortegon parou no goleiro argentino novamente, mas Burdisso parou no travessão. O gol de Agudelo, que bateu bem demais seu pênalti, deu a chance do título ao Once Caldas. Cangele, nervoso, bateu mal, parou em Henao e a taça foi para a Colômbia apenas pela segunda vez na história.

A façanha do Once Caldas só não foi maior porque também nos pênaltis os blancos perderam o mundial para o Porto. O título libertador do clube de Manizares representou o exorcismo do apavorante Boca Juniors de Bianchi, que teve seu fim naquela noite. Os Xeneizes só voltariam a ganhar "La Copa" com Miguel Russo em 2007. O campeão da Libertadores de 2004 voltou a assustar o continente em 2011, quando era o pior classificado da fase de grupos e eliminou um Cruzeiro que vinha em estado de graça na competição, mas o Santos de Neymar despachou qualquer chance de outra zebra para o espaço em seu caminho para a consagração continental. Aquela foi a última grande aparição do clube em torneios sul-americanos, mas o time de 2004 jamais será esquecido pela torcida.

Bangu vence Cabofriense no finalzinho com gol contra do goleiro

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: divulgação Agência Ferj

As duas equipes se despediram do Cariocão 2020

A quinta e última rodada da fase de grupos da Taça Rio, o segundo turno do Campeonato Carioca, foi aberta na tarde desta quarta-feira, com a vitória do Bangu, por 1 a 0, sobre a Cabofriense, em Moça Bonita, no Rio de Janeiro.

Foi a despedida de ambas as equipes da Taça Rio. O Alvirrubro terminou com 7 pontos, na quarta colocação do Grupo A, enquanto o time da Região dos Lagos não pontuou no segundo turno do Campeonato Carioca, sendo também rebaixado para a 1ª Fase da competição em 2021, já que terminou com apenas 3 pontos no total, na lanterna do Carioca.

O único gol da partida, aliás, saiu no 'apagar das luzes'. Aos 46 minutos da etapa complementar, quase aos 47, Filipinho bateu com curva, a bola acertou a trave e voltou na cabeça do goleiro George, que acabou marcando contra.


Com o resultado, os donos da casa foram aos sete pontos no Grupo A, mas não têm mais chances de classificação. Flamengo, com 12, já está classificado, enquanto Botafogo e Boavista, com sete, e Portuguesa, com quatro, lutam pela outra vaga.

Os visitantes, por outro lado, se despedem do 'Cariocão' com apenas três pontos, foram dez derrotas e apenas uma vitória: em 31 de janeiro, 1 a 0 sobre o Vasco, em pleno estádio São Januário. Dessa forma, o representante de Cabo Frio disputará a Seletiva Carioca de 2021, etapa que também contará com Friburguense Americano e America, além de campeão e vice do Carioca B1 de 2020.

Jeferson Lima comemora retorno aos treinamentos no Confiança

Foto: Arquivo Pessoal

Jefferson Lima em ação pelo Confiança antes da pandemia

Foram pouco mais de três meses afastado dos gramados. De volta aos treinamentos, o meio-campo Jeferson Lima comemorou o reencontro com os companheiros e a retomada da rotina do futebol no Confiança, se preparando para a volta do Sergipano e, em seguida, o Brasileiro da Série B.

“Acho que nunca tinha ficado tanto tempo afastado do futebol. Ainda estamos vivendo uma situação atípica e que merece todos os cuidados em função da importância dessa doença causada pelo novo coronavírus. O sentimento de estar de volta é único. A saudade dessa nossa rotina estava grande”, revelou o jogador, de 23 anos.

Com 13 jogos, dois gols e uma assistência nas competições em que o Confiança disputou na temporada, Jeferson Lima quer continuar ajudando a equipe sergipana na busca pelas metas traçadas pela comissão técnica.


“Temos a reta final do campeonato sergipano, a Copa do Nordeste e a Série B. Ainda não sabemos como ficará o calendário, mas tenho certeza que o ritmo será alucinante. Quero continuar ajudando a equipe a conquistar seus objetivos”, destacou.

A Federação Sergipana de Futebol está trabalhando com o retorno do campeonato estadual no próximo dia 25 de julho, com todas as partidas sendo realizadas na Arena Batistão, em Aracaju. Porém, ainda falta a liberação dos órgãos de saúde estadual.

Romulo comemora vitória Portimonense fora de casa pelo Português

Foto: divulgação Portimonense

Romulo em ação pelo Portimonense em Portugal

Na sua primeira temporada atuando no futebol europeu, Romulo vêm travando uma batalha para manter o Portimonense na elite do futebol português. Além das dificuldades da competição, a crise do novo coronavírus colocou um ponto de interrogação sobre o desfecho do Campeonato Português.

Apesar de todos os problemas, o Portimonense voltou com tudo e iniciou uma recuperação impressionante na retomada do futebol no país. Dos cinco jogos disputados desde o recomeço da competição, foram três vitórias e dois empates.

“Obviamente que ninguém gostou de ficar tanto tempo parado, mas sabíamos que era necessário por tudo que estávamos vivendo. O grupo se reapresentou focado em fazer diferente e buscar uma recuperação e estamos fazendo isso”, revelou o meio-campo Romulo, de 24 anos.

O último triunfo foi nesta terça-feira (30), fora de casa, contra o Famalicão. Com um gol no início da partida, a equipe do Portimonense conseguiu segurar o ímpeto do time da casa e levou mais três pontos para casa.


“Fizemos mais um grande jogo. A equipe soube se defender com inteligência e segurar o resultado. O Famalicão é o sexto colocado e está brigando pelas primeiras colocações. Considero essa vitória como fundamental na busca pelo nosso objetivo”, destacou o brasileiro que entrou em campo na segunda etapa.

Com a vitória, o Portimonense está a dois pontos do primeiro adversário fora da zona, que é o Tondela. A equipe do brasileiro Romulo poderá deixar a zona de rebaixamento já na próxima rodada caso vença o Vitória de Guimarães, sábado (04), em Portimão.

Em 1951, Corinthians vencia a primeira partida fora do Brasil na sua história

Com informações do Corinthians
Foto: arquivo Corinthians

Corinthians teve temporada vencedora em 1951, quando foi campeão paulista

O Corinthians conquistava a sua primeira vitória no exterior exatamente 69 anos atrás. No dia 30 de junho de 1951, o Timão havia ido para fora do Brasil pela primeira vez na sua história para disputar um torneio amistoso em Montevidéu. E conquistou seu primeiro triunfo atuando em outro país, e com direito a goleada: 4 a 1.

O alvinegro foi convidado para o Torneio Internacional – Quadrangular de Montevidéu. Também participavam da competição o local Peñarol e o brasileiro Bangu, que se enfrentaram na outra chave, além de um combinado uruguaio, que foi o adversário do Timão. 

O técnico corinthiano Newton Senna decidiu escalar a equipe com o melhor que havia à disposição. O onze inicial tinha: Cabeção; Homero, Rosalem, Idário, Touguinha e Julião; Cláudlio, Luizinho, Baltazar, Carbone e Colombo. Ainda entraram em campo Roberto, Nardo e Nelsinho, nos lugares de Touguinha, Cláudio e Colombo.

O Timão abriu o placar no começo do jogo. Aos 17 minutos, Baltazar balançou a rede, e o faria novamente sete minutos depois. Ainda no primeiro tempo, o terceiro tento alvinegro viria com Luizinho, aos 37. No segundo tempo, sofreria um gol aos 18 minutos, mas responderia aos 25 com Nelsinho, que daria números finais ao confronto.


Agora vem a parte mais curiosa: Timão e Peñarol se classificaram para a final do Quadrangular de Montevidéu. Mas não houve decisão: a equipe uruguaia queria escalar um árbitro do próprio país para apitar a partida. O Coringão bateu o pé e não aceitou. E assim, o jogo não foi realizado. O Timão voltou para o Brasil, e o torneio não teve campeão.

Mauá FC realiza campanha solidária para arrecadar alimentos

Foto: divulgação

Dirigentes do Mauá FC com parte dos alimentos arrecadados

O Mauá Futebol promoveu no último sábado, dia 27, uma ação intitulada como "PIT STOP da Corrida Contra a Fome", para arrecadar alimentos para famílias em situação de vulnerabilidade social da região. Vale lembrar que neste período de pandemia, por conta do coronavírus, a solidariedade é muito importante.

O vice-presidente do clube Betinho Dragões agradeceu o apoio da torcida e que, sem futebol, essa foi a forma do clube retribuir todo o apoio. “Nós do Mauá FC agradecemos a todos que fizeram doações e contribuíram de alguma forma. Com essa pandemia infelizmente o futebol parou, mas nós sempre entendemos que somos mais que um time de futebol e, mesmo com os portões dos gramados fechados continuamos 'jogando' com a nossa cidade que desde o início tem nos apoiado em tudo que fazemos.”

Nesse único dia de arrecadação, três toneladas de alimentos foram recebidas e distribuídas para 400 famílias dos bairros Jardim Paranavaí, Vila Nova Mauá e Jardim Ipê. Como teve sucesso, o time já pretende realizar novas ações para atender mais pessoas, de outros bairros da cidade.

Outras ações - Esta não foi a primeira ação social que o Mauá FC fez durante esta pandemia. No dia 5 de maio, o clube, em conjunto com o colaboração da Rede Nevada de Supermercados, fez uma doação de cestas básicas para a Associação Esperança do Nova Mauá.


A entrega foi feita pelo presidente do clube, Vagner Tegi, e o vice, Betinho Dragões, além de representantes da Rede Nevada. Eles visitaram a entidade e, além de cestas básicas, foram doados outros tipos de suprimentos.

Tudo o que foi doado foi distribuído, pela Associação Esperança do Nova Mauá, para famílias que estão em situação de vulnerabilidade social e risco, devido às condições em que nosso país se encontra nesta época de pandemia e isolamento social.

Em nota, clubes da Série C solicitam início da competição em agosto

Foto: divulgação


Os clubes do Campeonato Brasileiro da Série C de 2020 enviaram uma nota à imprensa, nesta terça-feira, dia 30, exigindo da Confederação Brasileira de Futebol que a competição tenha início no segundo fim de semana de agosto (dias 8 e 9), assim como está previsto pela própria entidade que rege a modalidade para as duas principais divisões do país.

No comunicado, as equipes reforçam que a "principal preocupação é com a saúde dos atletas" e se comprometem a seguir com as responsabilidades de higienização e também com o cumprimento das exigências estabelecidas nos protocolos de saúde elaborados pela própria CBF.

Os dirigentes também solicitaram que a Confederação disponibilize uma nova ajuda financeira, alegando as dificuldades para arcar com o pagamento de salários dos atletas, funcionários e colaboradores dos clubes nos meses de junho e julho.

Confira a nota:
Diante da situação de incerteza vivenciada pelos clubes que disputam o Campeonato Brasileiro da Série C, representantes dos 20 times, em comum acordo, se reuniram e elaboraram um protocolo encaminhado junto à CBF, comunicando que todos são favoráveis ao retorno da competição na mesma data prevista para os clubes das Séries A e B.
Reforçando que nossa principal preocupação é a saúde dos atletas, nos comprometemos a seguir com responsabilidade os protocolos de higienização, bem como cumpriremos as exigências estabelecidas pela CBF para a rotina de treinos e jogos.
Comunicamos também a solicitação de uma nova ajuda financeira, tendo em vista as adversidades enfrentadas pelos gestores para o pagamento dos salários dos atletas, funcionários e colaboradores, nos meses de junho e julho.
O pedido se embasa no entendimento da própria CBF, ciente das dificuldades de honrarmos os contratos e compromissos, já que tivemos grande perda de receita (patrocínios, sócios, etc).
Sabendo que podemos contar com mais esse apoio, aguardamos o retorno da CBF sobre o documento encaminhado.

Assinaram o documento, que deve ser encaminhado ao presidente da entidade máxima do futebol brasileiro Rogério Caboclo, presidentes de Boa Esporte, Botafogo-PB, Brusque, Criciúma, Ferroviário, Imperatriz, Ituano, Jacuipense, Londrina, Manaus, Paysandu, Remo, Santa Cruz, São Bento, São José, Tombense, Treze, Vila Nova, Volta Redonda e Ypiranga-RS.

Vale lembrar que em abril a CBF anunciou o repasse de R$ 200 mil para cada um dos clubes da Série C do Campeonato Brasileiro como forma de minimizar os problemas financeiros causados pela pandemia do coronavírus.

A nota dos clubes da Série C enviada para a imprensa

A passagem de Ramon pelo Bayer Leverkusen

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Ramon passou uma temporada no Bayer Leverkusen

Completando 48 anos neste dia 30, Ramon foi durante sua carreira um meia que ganhou destaque pela qualidade nos passes e pelas cobranças de falta perigosas. Com passagens por diversos clubes brasileiros, o meia é lembrado principalmente pelos seus dias vestindo as camisas de Vasco da Gama e Vitória. Seu bom futebol no rubro-negro, no começo de sua carreira rendeu uma transferência para o Bayer Leverkusen, por onde passou uma temporada em 1995.

Ramon teve um inicio discreto em Cruzeiro e Bahia antes de chegar ao Vitória. Pelo Leão rapidamente se destacou e foi um dos destaques da equipe, conseguindo inclusive ser artilheiro do Campeonato Baiano de 1995, quando marcou incríveis 25 gols na competição. Seu bom futebol chamou a atenção da Europa e o Bayer Leverkusen, que começava a construir seu imenso histórico com jogadores brasileiros o contratou.

Porém, jogando na Bundesliga, não conseguiu mostrar a mesma qualidade que havia o consagrado com a camisa do Vitória. Apesar de ter alguns bons momentos com a camisa dos "Farmacêuticos", ficou a maior parte do tempo no banco e acabou voltando ao futebol brasileiro depois de uma temporada sem muito sucesso no futebol alemão. Jogou 15 jogos e marcou um gol pelo Leverkusen.


Acabou por retornar ao Vasco, que pagou 1,5 milhão de dólares por seu passe. No Cruzmaltino viveria talvez o melhor período de sua carreira, quando fez parte do timaço que os vascaínos tiveram entre 1997 e 2000. Depois, passou por diversos times brasileiros e por equipes do Catar e do Japão antes de se aposentar em 2013. 

Após o fim da carreira, virou treinador e hoje comanda o Vasco da Gama, cargo que acabou assumindo após a saída de Abel Braga de São Januário.

Adebayor e Olimpia chegam a um acordo para rescisão de contrato

Com informações do Globo Esporte.com
Foto: reprodução Adebayor

Adebayor não marcou gol em sua curta passagem pelo Olimpia

Ao que tudo indica, a passagem de Adebayor pelo Olimpia está muito perto de um fim. Contratado em fevereiro com muita festa dos paraguaios, o atacante fez apenas quatro jogos pelo clube. Ele foi para a África ficar perto dos familiares e não consegue arrumar voos para retornar a Assunção. Com isso, o jogador e o clube chegaram a um acordo verbal para uma rescisão amigável, de acordo com a rádio paraguaia "Cardinal".

No momento, as duas partes buscam as melhores estratégias para uma rescisão amigável. Para o jogador sair da África, o Olimpia deveria desembolsar cerca de 120 a 150 mil dólares, o que não está disposto a fazer devido à crise financeira causada pela pandemia.

O início da passagem do atleta pela equipe parecia promissor, já que o Olimpia dobrou o número de sócios com a contratação e esperava usar a imagem do atacante se fortalecer no campo e economicamente. No entanto, Adebayor não marcou nenhum gol com a camisa do clube.


Ele estreou no clássico contra o Cerro Porteño, que terminou empatado em 1 a 1. Nas quatro partidas em que esteve em campo, Adebayor ficou marcado pela expulsão contra o Defensa y Justicia, da Argentina, em jogo válido pela Libertadores. Na ocasião, ele acertou uma voadora no pescoço do adversário em uma disputa de bola.

O Campeonato Paraguaio está marcado para recomeçar no dia 17 de julho, e o Olimpia treina com o elenco em Assunção, capital do país. O clube ocupa a segunda colocação do torneio Apertura, quatro pontos atrás do líder Libertad.
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