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sábado, 28 de março de 2020

Em quarentena, técnico do Mirassol mantém observações pensando em volta

Foto: Marcos Freitas/Ag. Mirassol

Ricardo Catalá vem comandando o Mirassol neste Paulistão

Apesar da pausa do Paulistão Sicredi 2020, devido ao surto do Covid-19, o trabalho para Ricardo Catalá, treinador do Mirassol, não para. O técnico que está no clube desde o ano passado, afirma estar se preparando para o estadual e também para a Série D, do Brasileirão.

“Mesmo com a pausa, estou trabalhando. Seguimos observando material de vídeo de nossos adversários, pensando em Paulistão e também já em Série D. Este período tem sido muito útil para estudar e discutir novas práticas de treinamento”, afirma Catalá.

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O comandante também diz que, além de passar orientação física a seus atletas, passou orientações preventivas ao vírus. “Do ponto de vista esportivo, desenvolvemos uma rotina de treinamentos para que os atletas possam manter a forma física e estamos em contato diário com eles para ajustes nesta rotina de treinamentos e outras informações. Do ponto de vista da saúde, que se mantenham isolados, em casa e sigam as orientações da OMS”, explica o treinador.

O Mirassol terminou a última rodada da competição, antes da pausa, na segunda colocação do Grupo C, com 16 pontos, dois a menos que o São Paulo, líder do grupo. Além disso, a equipe não perdeu jogando em casa este ano, com três vitórias e duas derrotas, e já soma 16 jogos, ao todo. Segundo Catalá, a torcida tem grande importância nessa sequência positiva.


“Nosso torcedor sempre fez e seguirá fazendo a diferença. Nosso estádio é um grande ponto a nosso favor, tendo em vista os 16 jogos de invencibilidade aqui dentro. Esperamos seguir fortes aqui e atingir o objetivo da classificação”.

A passagem de Luis Cubilla pelo Barça

Por Lucas Paes


Cubilla foi campeão da Copa do Rei com o Barcelona

Hoje em dia é relativamente comum, pra não dizer rotineiro, ver jogadores sul-americanos vestindo a camisa do Barcelona, um dos maiores clubes do planeta. O maior jogador da história do clube é um sul-americano, obviamente o argentino Messi. Nem sempre o futebol espanhol e europeu foi assim. Numa época ainda muito distante das cifras e da globalização atual, Luis Cubilla foi para o Barça em 1962. O ex-meia completaria 80 anos neste dia 28 de março.

De começo muito bom no Peñarol, Cubilla foi apenas mais um entre os diversos talentos dos ótimos times aurinegros da década de 1960. Campeão da Libertadores por 3 vezes, fez parte de um dos maiores, se não o maior, time da história do Peñarol. Tudo isso despertou o interesse do Barça, que levou Cubilla para o clube no ano de 1962.


Cubilla acabou indo para o clube catalão numa época complicada, onde o domínio na Espanha era do Real Madrid, dono do esquadrão de Puskas, Di Stefano e cia. Naquela época, os Merengues tinham seu reinado europeu ameaçado por forças que surgiam, como Benfica, Milan e naquele momento, principalmente, a Internazionale. O Barça vivia de "migalhas" do rival naquele momento, muito distante dos tempos gloriosos, que na verdade são bem recentes, pelo menos no nivel de dominação que já vimos.

O uruguaio fez parte do time azulgrana que ganhou a Copa do Rei em 1963. Foi o único título que Cubilla conquistou pelo Barcelona. Os Culés até passaram perto no Campeonato Espanhol da temporada 1963/1964, mas terminaram com o vice-campeonato para o rival Real Madrid. Fez pelo clube catalão um total de 49 jogos e 12 gols. Deixou o clube ao fim da temporada 1963/1964, indo jogar no River Plate, onde teria uma passagem brilhante.


Cubilla ainda teve uma passagem pelo Nacional, antes de jogar por Santiago Morning, do Chile e pelo Defensor do Uruguai. Depois, como treinador, fez sucesso principalmente no Olimpia, onde treinou o timaço do Rey de Copas de 1979 que ganhou a Libertadores e ainda voltou para ganhar outra em 1990. O ex-ponta uruguaio nos deixou em 2013, em consequência de complicações de um câncer gástrico. 

Meia Tiago Real relata situação no Bahrein na pandemia de coronavírus

Foto: Divulgação/Al-Muharraq

Tiago Real em ação pelo Al-Muharraq, do Bahrein

Localizada na região do Golfo Pérsico, ao leste da Arábia Saudita e a noroeste do Catar, Bahrein é um arquipélago de trinta e cinco ilhas. Com uma área equivalente à metade da cidade de São Paulo, tem uma população de apenas 1,5 milhão de habitantes.

É lá que o brasileiro Tiago Real vive. Natural de Curitiba, Paraná, o experiente meia de 31 anos acumula passagens por equipes como Coritiba, Joinville, Palmeiras, Náutico, Goiás, Bahia, Vitória e Ponte Preta. Hoje, vivendo a sua primeira experiência fora do Brasil, defende o Al-Muharraq, do Bahrein.


O jogador encerrou, na última semana, a sua primeira temporada no país. Os números são extremamente positivos. Em 21 jogos disputados, foram 15 vitórias, três empates e outras três derrotas, aproveitamento de 76,19%. Além disso, marcou oito gols e deu sete assistências. A equipe do brasileiro é uma das fortes candidatas ao titulo do campeonato nacional e da copa.

No entanto, assim como o restante do mundo, por lá, as competições foram afetadas por conta do novo coronavírus. “Nós já vínhamos jogando com portões fechados e, como já estávamos mais para o fim da temporada, foi decidido por adiar os campeonatos. Todos os atletas foram liberados. Com isso, os jogos que faltavam ficarão para o mês de julho e, na sequência, em agosto, já começaremos a temporada 2020-2021”, revelou o atleta, que está próximo de completar 400 jogos como profissional.


Sobre o coronavírus, a situação no país é relativamente segura, é o que garante o meia. “Aqui começou há um mês, no final de fevereiro. Por precaução, o Rei decretou o fechamento das escolas e orientou a população sobre os cuidados com o vírus. Na semana passada foi quando ficou mais séria a situação, por conta da morte de um casal. A partir desse momento, o Rei decidiu tomar medidas mais drásticas como o fechamento de vários estabelecimentos comerciais e a suspensão dos campeonatos esportivos. Pelo o que nos passam aqui, o vírus está bem controlado, são pouco mais de 250 casos no país. O trabalho está sendo bem feito e o cuidado é bem grande. Ainda mais aqui que estamos em uma ilha, pode ser muito perigoso se a situação sair do controle”, concluiu.

Tico Mineiro na Portuguesa Santista entre 2000 e 2001

Foto: arquivo pessoal

Tico Mineiro, pela Briosa, contra a Ponte Preta, em 2001

É raro ver no futebol jogadores que sejam precisos na bola aérea, usando o cabeceio, e, ao mesmo tempo, ser rápido. Porém, teve um atacante natural de Belmonte, na Bahia, mas que recebeu a alcunha do gentílico de outro estado, que tinha estas duas características: Tico Mineiro, que fez muitos gols pelos clubes onde passou, entre eles a Portuguesa Santista, entre 2000 e 2001.

Nascido em 26 de janeiro de 1976, Dilmar dos Santos Machado começou atuar profissionalmente no Democrata de Governador Valadares, time que o descobriu na Bahia, em 1994. Na época, ele era conhecido apenas como Tico. Porém, em 1996, ele foi para a Desportiva Ferroviária, do Espírito Santo, que já tinha outro jogador com o mesmo apelido. Como ele veio de um time de Minas Gerais, "recebeu um sobrenome" ao seu apelido, virando Tico Mineiro.

Tanto no Democrata, quanto na Desportiva, Tico Mineiro fazia muitos gols e como era rápido, podia atuar como centroavante ou como atacante de lado. Isso fez com que o vários clubes grandes se interessassem pelo atleta, que teve boas passagens por Atlético Mineiro e, principalmente, Botafogo e Criciúma. Porém, jogar no principal estadual do país é interessante para qualquer atleta e em 2000 desembarcou na Portuguesa Santista, contratado pela Multicargo, empresa com atividades no Porto de Santos e que passou a administrar o futebol clube.


Rápido, raçudo, fazedor de gols e com tranças no cabelo, Tico Mineiro logo caiu nas graças da torcida da Briosa. Na primeira fase do Paulistão Série A1, o time foi dirigido por Marinho Peres, ex-zagueiro que esteve na Copa do Mundo de 1974 e depois técnico de sucesso no futebol português. O atacante, naquela fase inicial, que não tinha os grandes, que disputavam o Torneio Rio-São Paulo, já fez grandes jogos pela equipe, que ficou em quarto no grupo Grupo 1, passando a outra etapa, onde teria Santos, São Paulo, Corinthians e Palmeiras.

Na segunda fase, a Briosa, que passou a ser dirigida por Muricy Ramalho, ficou no Grupo 3, ao lado de São Paulo, Guarani e União Barbarense. O grupo foi embolado, com o Tricolor e o Bugre avançando. A Briosa acabou em quarto, com 10 pontos, mas conquistou boas vitórias, como 2 a 1 sobre a Barbarense, fora de casa, e um 3 a 1 sobre o São Paulo, em pleno Ulrico Mursa. Tico, que fazia dupla de ataque com Eliel, ex-Tricolor, fez grandes jogos nesta fase.

Tico Mineiro seguiu na Portuguesa no segundo semestre. O time disputou o módulo branco da Copa João Havelange. Neste momento, o jogador virou a grande referência da equipe, que passou para a segunda fase sendo a segunda colocada no Grupo H. Na etapa seguinte, pelo Grupo 5, foi novamente a vice-líder, mas como só o primeiro avançava, a Briosa foi eliminada.

Em 2001, para o Paulistão, Tico Mineiro ganhou um novo companheiro de ataque: Zinho. E esta foi, provavelmente, a melhor dupla de jogadores de frente que a Briosa teve nos anos 2000. Os jogos em Ulrico Mursa ficavam apinhados de gente para ver os dois 'atazanarem' a vida dos defensores adversários. Faziam o verdadeiro 'pandemônio'!


Até os times grandes sofriam. O Corinthians foi derrotado por 2 a 1. Já a partida contra o São Paulo foi uma das melhores da competição! Um 4 a 4, com direito a três gols de Tico Mineiro. Vale lembrar que jogos empatados naquele Paulista levava à uma disputa curta de penalidades (três para cada lado), valendo um ponto extra. E, apesar dos três gol no tempo regulamentar, o atacante perdeu a cobrança que fez o Tricolor vencer.

Ao fim da competição, a Briosa teve resultados ruins nos últimos três jogos e como o campeonato estava equilibrado, a equipe, que brigava por uma vaga na semifinal, acabou em 11º entre os 16 clubes. Tico Mineiro foi o artilheiro do time na competição e, em seguida, acabou sendo negociado pela Multicargo e ele acabou indo para o Jeonnam Dragons, da Coreia do Sul.

Depois, ele ainda defendeu vários clubes, como Ituano, CRB, CSA, Crac, Sampaio Corrêa, Cianorte, Maranhão, entre outros. Porém, o carinho do torcedor Rubro Verde pelo atacante com tranças no cabelo, rápido e fazedor de gols ficou para sempre, tanto que em 2016, em uma partida da Briosa contra o Tanabi, pela Segunda Divisão Paulista, a Força Rubro Verde o homeageou.

Em tempos de coronavírus, uma overdose de José Carlos Peres na imprensa e redes sociais

Por Lula Terras
Foto: Ivan Storti / Santos FC

O mandatário do Santos FC, José Carlos Peres

Nesses tempos de combate ao Coronavírus, o futebol brasileiro vive um momento de incertezas e de completo marasmo sobre o tema que mais agrada ao torcedor, sobre a bola rodando. Na falta de informações sobre o assunto, a imprensa e os sites esportivos tem destinado seu espaço para as manifestações de dirigentes dos grandes clubes, Federações e CBF, como o cumprimento do calendário já estabelecido anteriormente, e que vem sendo questionado, devido o grave momento em que vivemos. 

Como jornalista e torcedor do Santos aproveito para fazer uma análise sobre o protagonismo do comandante do clube, José Carlos Peres, no noticiário diário, ficando para segundo plano, outras notícias de interesse, como estão se comportando os atletas profissional e da base, contratação e venda de atletas entre outros assuntos. O que temos visto é o presidente ocupar todo o espaço para falar sobre suas idéias e, quando perguntado pelos repórteres, sobre a possível candidatura à reeleição, a resposta não é tão firme como em outros tempos: “Não sou candidato, mas conforme for, posso repensar esta posição”. 


Eu, particularmente nunca acreditei nas declarações anteriores, que não sairia candidato, tantas foram suas aparições nos órgãos de imprensa para falar seus projetos para o clube. Embora, em tese o brasileiro tem memória curta, eu busco, sempre, sair deste lugar comum, e lembro de alguns desses anúncios, como busca de um novo estádio para o mando de campo, nas principais competições, ou a ampliação da própria Vila Belmiro. O Pacaembu, sempre foi o sonho de consumo de Peres, mesmo ainda como candidato ao cargo, quando dizia que iria alternar entre o estádio paulistano e a Vila. O Clube participou de um consórcio, na licitação para a aquisição do estádio, mas saiu derrotado e o consórcio vencedor, sempre deixou claro que não era sua pretensão ter um clube vinculado ao seu projeto, ao contrário do que dizia Peres, que dizia estar amarrando um acerto com eles.

Outra novidade anunciada por Peres no início de 2019, foi a realização do projeto Retrofit, para a Vila Belmiro, que rendeu inúmeras reportagens, postagens nas redes sociais e muitos debates, com torcedores questionando a capacidade, de pouco mais de 20 mil torcedores. Até uma maquete foi feita, seguindo os detalhamentos do projeto, só que, nada de avanço para nenhum dos projetos anunciados.

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Enfim, espaço não tem faltado para o presidente colocar suas idéias e outras, podem vir até dezembro, quando o quadro associativo vai às urnas para eleger a diretoria para o próximo mandato. Cabe a nós, associados e torcedores buscar o melhor para a Instituição Santos Futebol Clube. O recomendável é ficar bem atentos para o currículo e propostas dos candidatos e torcer para que, o Santos volte a formar novos craques e ganhar importantes títulos, nas quatro linhas.

Jefferson Assis entra em quarentena nos Emirados e acredita que o campeonato será cancelado

Foto: divulgação Al Fujairah

Jefferson Assis em ação pelo Al Fujairah, antes da parada

Praticamente todo planeta está sem futebol e nos Emirados Árabes, que teve seu último jogo no dia 14 de março, não é diferente. O futebol está suspenso e os jogadores estão treinando em casa, que é o caso do atacante brasileiro Jefferson Assis, que atua no Al Fujairah, da primeira divisão nacional.

Nesta semana, com o aumento de número de casos, já são 333, o país decidiu entrar em quarentena, começando nesta sexta-feira e acabando na segunda-feira, por enquanto. "Entramos em quarentena obrigatória, antes estávamos em casa, mas sem ser obrigado pelo governo. Apesar disso, tudo já estava fechado e as pessoas ficavam em casa por conta própria".

A competição iria terminar em maio, mas com pouco calendário e com os jogadores parados sem treinamento em campo, o campeonato pode ser cancelado. "A expectativa era que dia 1º de abril o campeonato retornasse, mas acredito que terá que ser cancelado, porque teríamos que ter uma nova pré-temporada e não há tempo hábil pra isso".


Colocação - Para o Al Fujairah, o cancelamento da competição não será ruim. Pelo contrário! A equipe, quando a competição foi paralisada, ocupava a 14ª e última colocação, com 12 pontos, e estaria rebaixada para a divisão de acesso local. Em seu último jogo, realizado em 14 de março, o time perdeu em casa para o Al Sharjah pelo placar de 3 a 0.

Carreira - Jefferson Assis tem 25 anos e no Brasil passou pelo Coritiba e foi campeão gaúcho em 2017 pelo Novo Hamburgo. O jogador chegou ao clube árabe em janeiro, após se destacar sendo artilheiro da Liga de Malta, na Europa.

sexta-feira, 27 de março de 2020

Recuperado de lesão, Leandro Silva segue orientações do América-MG para manter a forma

Foto: Mourão Panda / América FC MG

Leandro Silva em treino no América antes da parada

Sem treinar com o elenco do Américo Mineiro há aproximadamente duas semanas, Leandro Silva segue mantendo o condicionamento físico com treinos em casa. Ao lado da família, em Belo Horizonte, o lateral realiza atividades sob orientação da comissão técnica do clube.

“Recebemos orientações antes do início da quarentena. Além disso, o pessoal do Departamento de Futebol envia todos os dias aos jogadores uma cartilha de treinos para se fazer em um ou até períodos. Então, eles estão acompanhando de perto nosso trabalho nessa quarentena”, declarou.

Recuperado da lesão - Leandro Silva não disputou os últimos jogos do América antes do recesso do futebol brasileiro devido a uma lesão muscular na coxa direita. O lateral, no entanto, garante que já está totalmente recuperado.


“Eu voltei a treinar com o grupo no mesmo dia que houve a decisão pela quarentena e já estava à disposição para os jogos. Essa lesão foi no músculo reto femoral da coxa direita, uma lesão que exige um protocolo rigoroso. Mas fiz todo o procedimento certinho. Agora é usar esse tempo sem jogos para fortalecer ainda mais e estar bem preparado para quando as competições forem retomadas”, declarou o atleta americano.

Campeonato - Até o momento, foram realizadas nove rodadas do Campeonato Mineiro de 2020 e o América lidera a competição, com 21 pontos. Em sua última partida, realizada em 15 de março, o Coelho venceu o Patrocinense, fora de casa, por 1 a 0.

Joilson, da Chape, revela rotina em casa durante pandemia do novo coronavírus

Foto: Márcio Cunha / ACF

Joilson em treino da Chape antes da pandemia de coronavírus

Paciência. Essa é a palavra do momento, pelo menos é o que garante o zagueiro Joilson. O atleta da Chapecoense, assim como o restante do país e do mundo, segue em período de quarentena por conta do novo coronavírus.

A rotina, que incluía academia, treinamentos, jogos e concentração, mudou. Agora, o isolamento faz parte do dia a dia. Em casa, com a esposa e o filho, Joilson procura aproveitar da melhor forma possível o momento.

“É até estranho ficar tanto tempo em casa nesse período. Geralmente, essa é uma época em que estamos acelerando o ritmo para as decisões do estadual e planejando o Campeonato Brasileiro. Mas, infelizmente, por conta de toda essa situação que afeta o mundo inteiro, tivemos que mudar os planos. Agora é ter paciência e cumprir as orientações de ficar em casa, é o melhor que podemos fazer”, revelou o jogador de 28 anos, que é natural de Osasco, São Paulo.


Apesar do período de quarentena, Joilson segue, mesmo de casa, mantendo a rotina de atividades físicas. “A gente faz o que pode. Claro que limita bastante, mas sempre tem um jeito. A Chapecoense passou uma planilha de exercícios e estou seguindo para tentar amenizar o tempo que ficaremos sem poder treinar normalmente. Faz parte desse processo", explica.

Joilson faz votos que a situação melhore o mais rápido possível e, assim, a vida volte ao normal, com todos saudáveis. "Espero que todos fiquem bem durante esse período e que logo a situação volte ao normal em todos os países", concluiu.

A passagem de Arilson pela Universidad de Chile

Por Lucas Paes
Foto: Diário Ás 

Arilson jogou pela La U em 2001

Arilson é um ex-volante que foi um dos jogadores que fez parte do elenco gremista campeão da Libertadores de 1995. Revelado no Tricolor, parecia ser um atleta que iria longe na carreira, mas diversos problemas dentro e fora dos campos acabaram fazendo com que a carreira dele não decolasse da forma como se esperava.  Em um episóidio famoso, fugiu da concentração da Seleção Brasileira no Pré-Olimpico de 1996. Em 2001, uma das tentativas de retomar os bons tempos foi na Universidad do Chile.

Ele chego ao Chile depois de não ir tão bem em passagens por Grêmio, Valladolid e América Mineiro. Em Minas Gerais, até chegou a ajudar o Coelho a se manter na primeira divisão do Brasileirão, mas o clube optou por não renovar o seu contrato. Foi assim que chegou a Universidad de Chile, em janeiro de 2001. 

Jogo do golaço diante do Colo-Colo

Na La U, misturou momentos bons e ruins. Aos 27 anos, mostrava como em toda a sua carreira uma técica muito grande, mas sofria com problemas extra-campo e com disciplina. Viveu um momento marcante, porém, vestindo a camisa azul da Universidad, quando fez o gol que deu a vitória para seu time em um clássico diante do Colo-Colo, um gol que por sinal foi um golaço e que o próprio Arilson diz ser seu melhor momento jogando no Chile.

Ficou na La U até o final de 2001. Deixou o clube depois de brigar com o presidente René Orozco e principalmente devido ao fator de ser preso por dirigir embriagado. Pela La U, fez um total de 32 jogos e marcou 9 gols. Se não foi brilhante, foi pelo menos uma passagem de números razoáveis se comparados aos tempos em que vinha vivendo na carreira naquele momento.


Depois de deixar a La U, rodou por diversos clubes até chegar ao Imbituba, onde se aposentou em 2011, depois de voltar da primeira aposentadoria em 2007, pelo 14 de Julho, de Livramento, do Rio Grande do Sul. Depois de encerrar a carreira, chegou a jogar pelo time de Showbol do Grêmio. Atualmente, trabalha como treinador do Bagé, do Rio Grande do Sul, ou melhor, trabalhava, até a paralisação do futebol pelo coronavírus.

Nove anos do gol 100 de Rogério Ceni

Por Letícia Denadai / FPF, sob supervisão de Luiz Minici/FPF
Foto: Rubens Chiri / São Paulo FC

Rogério Ceni marcou o 100ª gol contra o Corinthians, na Arena Barueri

27 de março de 2011: um domingo que poderia ser apenas mais uma data comum, mas que entrou para a história do futebol mundial. Há exatos nove anos, em um Majestoso pelo Paulista, Rogério Ceni marcava seu 100º gol . Ao todo, o goleiro ex-São Paulo anotou 131 gols em toda a sua carreira.

Ambas as equipes estavam muito bem no torneio - o Corinthians era líder, com 34 pontos, enquanto o São Paulo era o terceiro colocado, com 31. Além de tudo, a equipe alvinegra vinha de 11 jogos de invencibilidade sobre o rival. A partida, que terminou com triunfo Tricolor por 2 a 1, aconteceu na Arena Barueri. 

No início do confronto, o Corinthians dominou as ações, mas Dagoberto abriu o placar para o São Paulo aos 40 do primeiro tempo. Mas a tarde era para ser de Rogério Ceni. O goleiro, que já havia feito grandes defesas durante a partida, viu Ralf cometer falta em Fernandinho na entrada da área rival. Aos oito minutos da segunda etapa, o capitão atravessou o campo, ajeitou a bola e bateu no ângulo direito de Júlio César, marcando seu centésimo gol. Dentinho ainda descontou para o Corinthians, mas nada que impedisse a festa tricolor.

Na época, Rogério destacou, para a TV Globo, a importância da marca histórica -até hoje, nenhum outro goleiro alcançou o recorde. "Você conseguir 100 gols pelo mesmo time na carreira é, sem dúvida, motivo de orgulho. Para mim é motivo de orgulho", disse à época.

Paulistão: o início - Rogério Ceni levou 14 anos para completar os cem gols. O primeiro gol do ex-arqueiro aconteceu em 1997, no dia 15 de fevereiro, em uma partida contra o União São João, pelo Campeonato Paulista. O estadual é o segundo torneio que Ceni mais marcou na carreira, atrás apenas do Campeonato Brasileiro. Ao todo, foram 38 gols marcados, sendo 18 de falta e 20 de penâlti. Santos, Palmeiras e Mogi Mirim foram as maiores vítimas do ex-jogador, levando três gols cada.

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O goleiro também anotou contra Corinthians, Portuguesa Santista, Ituano, Linense, Guarani, Rio Branco, Paulista e Inter de Limeira, que levaram dois gols. São José, Santo André, União São João, Noroeste, Juventus, Ponte Preta, Rio Claro, XV de Piracicaba, Red Bull Brasil, São Bento, Portuguesa, América e Marília levaram um gol do ex-goleiro e agora técnico do Fortaleza. 

Ao todo, foram 37 jogos em que o ex-jogador balançou as redes -no confronto contra a Inter de Limeira, Rogério marcou duas vezes. Sempre que marcou, Ceni coleciona um retrospecto de 32 vitórias, três empates e apenas duas derrotas, com aproveitamento de 89%.
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