sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

Alexandre Gallo é o novo treinador do São Caetano

Foto: divulgação CBF

Alexandre Gallo na época em que passou pela Seleção Brasileira

O São Caetano possui novo técnico para a sequência da Série A-2 do Campeonato Paulista. Trata-se de Alexandre Gallo, nome com vasta experiência no futebol, e com passagens por alguns dos principais clubes do país, além de contar com trabalhos recentes em diferentes categorias da Seleção Brasileira.

O profissional assume o cargo no lugar de Adãozinho, que saiu de comum acordo com o diretoria do Azulão após a primeira rodada do Campeonato Paulista da Série A2 de 2020. Na estreia, o São Caetano, fora de casa, foi derrotado pelo Penapolense por 3 a 2.

Alexandre Gallo irá acompanhar a partida deste sábado, diante do Monte Azul, no Anacleto Campanella. Mas fará sua estreia no comando do Azulão apenas na quarta-feira (29), quando o São Caetano recebe a visita do XV de Piracicaba.

O treinador - Como jogador, Gallo, como era conhecido na época, defendeu Botafogo de Ribeirão Preto, Vitória, Santos, Portuguesa, Guarani, São Paulo, Botafogo do Rio, Atlético Mineiro e Corinthians, onde encerrou a carreira em 2001. Ele atuava com volante.


Depois, trabalhou na Comissão Técnica do Santos campeão brasileiro de 2004, como auxiliar de Vanderlei Luxemburgo e, em seguida, passou a ser treinador de times como Villa Nova, Portuguesa, Santos, FC Tokyo, Sport, Internacional, Figueirense, Atlético Mineiro, Al-Ain, entre outros. Também trabalhou na Seleção Brasileira, dirigindo as categorias Sub-17 e Sub-20.

Próximo jogo - Com Alexandre Gallo nas tribunas, o Azulão encara o Monte Azul neste sábado, dia 25, às 15 horas, no Anacleto Campanella, em São Caetano do Sul. Dininho comandará a equipe do ABC na partida.

Anderson Lopes quer números ‘ainda melhores’ pelo Sapporo em 2020

Foto: divulgação Consadole Sapporo

Anderson Lopes fez gols importantes pelo Sapporo na temporada passada

Se a primeira impressão foi a que ficou, Anderson Lopes está bem na foto no Consadole Sapporo. É que o clube japonês foi buscá-lo no FC Seoul, da Coréia do Sul, apostando que o atacante brasileiro voltasse a viver bons momentos no Japão. E foi exatamente o que aconteceu na primeira temporada do homem de frente de 26 anos, que no Brasil se destacou por Avaí e Athletico Paranaense.

Além de ganhar o J-League Asia Challenge no início de 2019, Anderson Lopes enfileirou gols pelo Sapporo: foram 16 em 33 partidas na nova casa. Conseguiu alcançar exatamente o mesmo número de bolas na rede que obteve na passagem pelo Sanfrecce Hiroshima, equipe também japonesa que o brasileiro defendeu em 2016 e 2017. Por isso ele está empolgado para mais um ano.

“Acho que a temporada passada foi bem boa. O Sapporo me recebeu muito bem, fui extremamente bem tratado e fiz de tudo para retribuir. O torcedor me abraçou muito, isso foi o mais legal. Foi um bom ano de início. Mas quero mais, quero números ainda melhores. E nesse ano vamos buscar mais para o Sapporo”, afirmou o atacante, que já soma 67 gols na carreira.


Anderson Lopes, aliás, está em um local que conhece bem. É que o Consadole Sapporo novamente faz parte de sua pré-temporada na Tailândia. O brasileiro fala do ritmo da preparação. “Estamos treinando bastante aqui na Tailândia, o grupo está se dedicando muito. Você chega no fim do dia extremamente cansado, esgotado. Mas faz parte. É descansar e já pensar no dia seguinte de treino”.

Além disso, o atleta gostou da escolha do local da pré-temporada. “A Tailândia é um lugar fenomenal e estamos realizando uma ótima pré-temporada. Queremos coisas grandes e é para isso que estamos trabalhando, finalizou Anderson Lopes, camisa 11 do time japonês”.

Vai começar o Paulistão da Série A3

Por Lucas Paes



Neste fim de semana tem início mais uma edição do Campeonato Paulista da Série A-3. O campeonato segue o formato dos anos anteriores, com jogos todos contra todos e depois o mata-mata. São 16 times na competição e os dois piores serão rebaixados para a "Bezinha" de 2021. Os finalistas subirão para a série A2 de 2019. O torneio terá inicio com várias partidas na tarde de sábado, dia 25. A única grande mudança é que agora a melhor campanha não classifica mais com dois resultados iguais, apenas dá a vantagem do mando.

Barretos

O elenco do Barretos para a Série A3 (Foto: Divulgação)

Comandado por Ricardo Morais, o Touro vem para 2020 tentando voltar novamente à série A2. Sem conseguir a vaga na decisão devido a possível saída do Red Bull. O Touro tem em seu elenco muitos jogadores experientes e busca usar desta rodagem para fazer um bom campeonato. Entre os destaques temos o zagueiro Xandão, ex-jogador de São Bento e Botafogo de Ribeirão, o meia Branquinho, que atuou recentemente no Taubaté e no ataque AAnderson Magrão, que esteve no time da Briosa que subiu da A3 em 2018. É com essa bagagem que o Touro tenta voltar a A2.

Batatais

O Batatais quase não disputou a A3 em 2020
(Foto: Jornal de Batatais)

Comandado por Edson Abobrão, o Batatais quase não disputou a A3 desse ano devido a uma suspeita de manipulação de resultados no ano anterior, acabando beneficiada por uma pena menor. Com isso, o Fantasma tem mais preocupação em se manter na divisão do que qualquer outra coisa. Entre os destaques do elenco, o zagueiro Gustavo Henrique, outro que tem experiência de acesso na divisão, também com a Briosa. No mais, o elenco é relativamente jovem. 

Capivariano

O Capivariano fez amistoso contra o São Bento
(Foto: Neto Bovino/São Bento)

Com várias batidas na trave em anos recentes, o Leão esse ano tenta finalmente sair do quase e voltar para a Série A2. O Capivariano tem em seu comando outro velho conhecido do torcedor da Briosa, Ricardo Costa, campeão com a equipe da "bezinha" em 2016. O elenco manteve peças do ano passado e mesclou com reforços. Outros dez jogadores vem do time que jogou a Copa São Paulo em 2020. Segundo o próprio Ricardo Costa, o destaque do time terá de ser o coletivo, que tentará reforçar qualidades individuais.

Comercial

Roverval Davino é o treinador do Comercial
(Foto: Reprodução EPTV)

O tradicional time de Ribeirão Preto tenta novamente voltar para a série A3. O Leão morreu nas quartas de final no ano passado e agora tentar ir mais longe. Alguns jogadores permaneceram no elenco, como o lateral Cortez e outros foram contratados ou promovidos da base. Roberval Davino contará com um elenco um pouco mais reduzido para essa temporada. Entre os destaques do time estão o atacantes Daniel Bueno e Laionel e o meia Sabiá. O alvinegro também deixou três vagas em aberto nas inscrições.

Desportivo Brasil

O Desportivo Brasil fez jogo-treino contra a Ponte
(Foto: Guilherme Martins/PontePress)

O Dragão Chinês segue na tentativa de buscar uma vaga na série A2. O time será comandado por Elio Sizenando e trouxe reforços para melhorar parte da base que vem da Copa Paulista. Alguns jogadores também subiram da equipe eliminada pelo Inter na Copinha. Entre os destaques, o meia José Mendes. O Desportivo conta com alguns problemas esse ano, mas se espera que possa chegar ao mata-mata.

EC São Bernardo

O zagueiro Alexandre segue no São Bernardo em 2020
(Foto: Divulgação)

Comandado por Renato Peixe, o Bernô tenta antes de mais nada conseguir fazer um campeonato tranquilo, para depois pensar em coisas maiores. Entre os destaques do curto elenco alvinegro, os meias Vinicius Barba e Francisco Alex aparecem, o segundo sendo revelado na famosa base do Cotia, do São Paulo FC. O ataque conta com quatro atletas e o recém contratado é o volante Willian, que tentará ajudar o Bernô à alcançar lugares mais altos.

Grêmio Osasco

Bruno Liu Lourenço já treinou o Bragantino
(Foto: Futebol Interior)

O Osasco passou por alguns problemas já antes mesmo de começar a divisão. Com a saída de Luiz Carlos antes da competição, o GEO promoveu Bruno Liu Lourenço. Com elenco mais reduzido, a equipe da grande São Paulo pensa em primeiro se livrar de um possível rebaixamento para depois poder pensar em vôos mais altos na competição.

Linense

O Linense busca voltar a série A2
(Foto: Divulgação)

Recém rebaixado, o Elefante não quer ficar muito tempo na Série A3 e quer voltar a A2 logo. João Valim terá a missão de levar sua equipe para a Série A3. O time, há exemplo de outros, manteve boa parte da base e trouxe alguns reforços pontuais. João Valim tentará levar o elenco do Elefante de volta para a Série A2, ou pelo menos evitar outro descenso que seria tráfico para a euipe.

Marília

O Marília foi vice-campeão da bezinha em 2019
(Foto: Gustavo Amorim/Paulista)

O vice-campeão da Bezinha já começara a competição com desfalques "adquiridos" nos treinos. Com Júlio Sérgio no comando, o MAC já não poderá contar com alguns de seus titulares. Entre os desques do time aparecem o atacante Dener. O MAC tenta finalmente voltar a série A2, depois de anos fora e mescla expriência com juventude para conseguir isso. Mas, nem sempre quem sai da bezinha consegue ir bem na A3.

Nacional

Treino do Nacional para a Série A3
(Foto: Deivid Silva)

Se o Marília subu, o Nacional subiu. O Naça sofreu muito na A2 de 2019 e acabou rebaixado ao fim da competição. Agora, a equipe paulistana tenta se recuperar do baque da queda. Entre os reforços, o time da Barra Funda trouxe o goleiro Luiz Henrique, que jogava no Rio de Janeiro. Tuca Guimarães tem em seu elenco alguns remanescentes do desceso. Emerson Mi e PH são destaques da equipe, que tentará voltar imediatamente a série A2.

Noroeste 

O treinador Luiz Carlos Martins comandará o Norusca
(Foto: Futebol Interior)

O Norusca vem como foco total no acesso em 2020. Contratando o rei do acesso Luiz Carlos Martins para comandar o time, o Norusca tem em seu elenco nomes que conhecem o alvirrubro, como o meia França, além de diversos jogadores experientes em disputas de acesso, como o goleiro Pablo, da base do São Paulo que teve boa passagem pela Briosa em 2014. Começando a preparação cedo, o Noroeste é um dos favoritos ao acesso para a Série A2.

Olimpia

O Olimpia já trocou três técnicos antes da A3
(Foto: Reprodução/Facebook)

O Olimpia não vem nada bem para a disputa da A3. O Galo teve três demissões de treinadores nos últimos 50 dias e vive momentos de instabilidade. Alexandre Ferreira comandará a equipe na série A3. Apesar de trazer reforços, os problemas de comando fazem com que a briga do Olimpia seja contra o descenso. Ficar na A3 já será uma vitória para o time de Niquinha.

Paulista

Edson Fio será o treinador do Paulista na A3
(Foto: Gustavo Amorim/Paulista)

O campeão da bezinha é outro que entra bem cotado na Série A3 pela sua tradição. Edson Fio comandará o Galo, que tem em seu elenco remanescentes da conquista da Bezinha, somados com alguns reforços. Para a estreia, porém, o Paulista terá apenas 15 jogadores regularizados. O objetivo do Paulista inicialmente pode até ser permanecer, mas se a camisa pesar, quem sabe o tricolor sonhe com o acesso.

Primavera

Daniel Sabino é o treinador do Primavera
(Foto: Futebol Interior)

O Fantasma será comandado por Daniel Bandino e tenta esse ano melhorar o desempenho do ano passado, quando o time de Indaiatuba sequer foi ao mata-mata. O elenco não tem nenhum grande nome, mas tentará se destacar pelo aspecto coletivo. O principal jogador é o meia Mateus Silva, que jogou pelo CRB na Série B do Brasileirão em 2019. O objetivo inicial do Primavera é permanecer na série A3, mas é possível sonhar com o acesso numa divisão equilibrada como a A3.

Rio Preto

O Rio Preto perdeu jogo treino para o Mirassol
(Foto: Léo Roveroni/Agência Mirassol)

Outro que decepcionou no ano passado, o Rio Preto trouxe um pacotão de reforços para a Série A3 desse ano. Régis Angeli tem inicialmente 17 jogadores a sua disposição, num elenco relativamente curto. Gabriel Barcos é o grande destaque de um elenco com poucos nomes conhecidos. No último amistoso preparatório, o alviverde levou uma goleada do Mirassol, o que acende o sinal amarelo para a disputa da série A3.

Velo Clube

Jogadores do Velo treinando para a estreia
(Foto: Renan Rigo)

Tradicional, o time de Rio Claro vem de decepcionante eliminação depois da linda campanha na primeira fase de 2019 e tenta esse ano voltar a série A2. Cléber Gaúcho tem em seu elenco nomes como o atacante Edu Gonçalves, destaque do Capixabão em 2019 e que promete agitar o ataque do rubro-verde. O Velo trouxe 14 reforços para seu elenco, buscando conseguir o acesso que fugiu em 2019.

Destaque do Pelotas, Juliano renova contrato e comemora boa fase

Foto: divulgação Pelotas

Juliano já tem dois títulos com a camisa do Pelotas

O Pelotas iniciou a temporada empolgando seus torcedores. No seu primeiro jogo do ano, a equipe dirigida pelo treinador Antônio Picoli despachou o Grêmio na disputa de pênaltis, após empatar por 1 a 1 no tempo normal, e conquistou o bicampeonato da Recopa Gaúcha.

Na estreia do Campeonato Gaúcho, empate sem gols contra o Novo Hamburgo na noite da última quarta-feira (22). Um dos destaques da equipe é o meio-campo Juliano, de 24 anos. Natural de Canoas e com um currículo extenso, o jogador admite que vive sua melhor fase na carreira.

“Estou vivendo um momento especial. O Pelotas vem se estruturando e com um projeto sólido já estamos colhendo os frutos, como o bicampeonato da Recopa Gaúcha. Espero que a gente consiga manter o nível e siga escrevendo uma bonita história no clube”, revelou.

Com o bom desempenho da última temporada, Juliano teve seu contrato renovado na última semana e seu novo vínculo com o clube irá até maio de 2021. “Muito feliz pelo reconhecimento e por poder continuar ajudando o clube na busca pelos seus objetivos. Teremos um ano bastante importante pela frente e tenho certeza que muita coisa boa está para acontecer”, destacou.


O próximo desafio do Pelotas no Gauchão será domingo (26), contra o Internacional, no estádio Beira-Rio. “Fui revelado nas categorias de base do Inter, mas não tive muitas oportunidades. Guardo boas lembranças daquele período onde aprendi muito, mas isso ficou na minha história. Vamos fazer de tudo para surpreender o Inter e sair de lá com um bom resultado”, finalizou.

Judson renova com o San Jose Earthquakes e vê equipe 'ainda mais forte'

Foto: divulgação San José Earthquakes

Judson em ação na última temporada

Fim de férias no Brasil. Com contrato renovado até o fim de 2021 com o San Jose Earthquakes, Judson já está nos Estados Unidos para os primeiros dias da pré-temporada. A equipe vai disputar a Major League Soccer, a principal liga do país da América do Norte.

O brasileiro passa com o restante do elenco pela parte inicial dos trabalhos. Na próxima semana, o elenco do San Jose Earthquakes embarca para mais uma temporada de treinos em Cancún. E Judson espera que ela seja tão proveitosa quanto no último ano.

“Eu lembro de todos os detalhes da nossa última pré-temporada em Cancún. Eu tinha acabado de chegar, estava conhecendo a rapaziada. Lembro que ali já vi que o elenco colheria coisas boas. Já estamos trabalhando forte e tenho certeza que novamente vamos ter uma pré-temporada excepcional por lá”, afirmou o camisa 93 do time.


Judson fechou seu primeiro ano com 33 partidas vestindo as cores do San Jose Earthquakes. Fez um gol e ficou entre os líderes de desarmes da Major League Soccer. O volante acha que, agora, a equipe está mais forte e voará mais alto na competição.

“Acho que demoramos um pouco a engrenar no último ano, não conseguimos uma regularidade. Mas surpreendemos muita gente, que não apontava nossa equipe como favorita. Fizemos uma boa campanha. Esse ano queremos mais, vejo o clube ainda mais forte. Vamos trabalhar bem para o San Jose Earthquakes ter uma temporada excelente”, finalizou Judson, que foi contratado após se destacar no Avaí e que defendeu também o América de Natal no Brasil.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

Santos fica apenas no 0 a 0 com o Red Bull Bragantino na estreia pelo Paulistão

Foto: Ivan Storti/Santos FC

Santos não fez grande partida na estreia de Jesualdo Ferreira no comando da equipe

O Santos Futebol Clube abriu sua participação no Campeonato Paulista de 2020 empatando com a equipe do Red Bull Bragantino pelo placar de 0 a 0, nesta quinta-feira (23), na Vila Belmiro. Além de marcar a estreia de Jesualdo Ferreira como comandante do Peixe, a partida também contou com festa para a cidade de Santos, em homenagem aos seus 474 anos a serem comemorados no próximo domingo (26).

Os primeiros 45 minutos do alvinegro praiano na temporada de 2020 foram marcados por estudo sobre o adversário e readaptação ao ritmo de jogo. A primeira chance saiu aos 4 minutos, com Diego Pituca arriscando de fora da área e a bola saindo por cima do gol. O Bragantino tentou responder com Artur, chutando pela direita, mas sem oferecer perigo a Everson. Aos 17 minutos, Kaio Jorge deixou o zagueiro para trás e, quando se preparava para concluir, Léo Ortiz fez boa interceptação. Uma nova boa chance para o alvinegro praiano saiu aos 38 minutos, com Carlos Sánchez quase marcando um golaço: o uruguaio recebeu e tentou de três dedos, assustando Julio Cesar.

Boas oportunidades para os dois lados marcaram o retorno para a segunda etapa. A primeira delas ocorreu com Marinho, aos 4 minutos. O camisa 11 recebeu pela direita, cortou a marcação e soltou o pé, mas uma interceptação bem feita pela zaga do Bragantino fez com que ela fosse parar longe do gol. Ytalo e Artur tentaram responder nos dois lances seguintes, mas a retaguarda alvinegra trabalhou bem em ambos os lances.


Após o Bragantino acertar o travessão de Everson aos 24 minutos, com Ytalo, o Peixe prontamente respondeu com Diego Pituca, que recebeu boa bola na entrada da área mas acabou isolando. Aos 42′ minutos, Pituca descolou boa chance pelo alto e Derlis González até se enfiou entre os zagueiros, mas não conseguiu cabecear em cheio para o gol.

O próximo compromisso do alvinegro praiano no certame estadual será contra a equipe do Guarani, segunda-feira (27), às 20 horas, no Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas. Já o Red Bull Bragantino joga no mesmo dia e horário, no Estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista, contra a Inter de Limeira.

Rafael Caldeira reforça o Barbalha no Campeonato Cearense e Copa do Brasil

Foto: divulgação BL Sports

Rafael Caldeira assinou contrato válido até maio com o clube do Ceará

O Barbalha contratou um importante reforço para a sequência do Campeonato Cearense. Ex-zagueiro do Santos, Rafael Caldeira assinou contrato com o clube do Nordeste válido até o final do mês de maio. Vale lembrar que a equipe também disputará a Copa do Brasil.

“O Barbalha montou um grupo forte, em condições de incomodar os grandes do estado e fazer uma boa campanha no Cearense. Além disso, ainda iremos disputar a Copa do Brasil, enfrentando o Operário do Paraná na primeira fase. Chego motivado e pronto para ajudar o grupo a alcançar seus objetivos na temporada”, declarou o defensor de 28 anos de idade.

Caldeira foi apresentado oficialmente na manhã desta quinta-feira e, na oportunidade, estava acompanhado por Beto Lopes, diretor da BL Sports, empresa com sede em Santos e que há vários anos gerencia sua carreira.


Trajetória - Zagueiro de 1,91 metro de altura, Rafael Caldeira Pires nasceu em Monte Alto, no interior paulista, no dia 11 de fevereiro de 1991. Sua trajetória no futebol teve início nas categorias de base do Marília. Em 2010, foi contratado pelo Santos, participando da conquista do Paulistão de 2012.

Também atuou pelo Red Bull Brasil, Oeste, ABC de Natal, Bragantino, Botafogo de Ribeirão Preto, Mirassol, Guarani de Campinas, Olímpia, Paulista de Jundiaí, Operário de Várzea Grande, Itumbiara, Jaraguá-GO, Nova Iguaçu, Ji-Paraná e Central de Caruaru.

A passagem do goleiro Ricardo Pinto pelo Cerro Porteño

Foto: arquivo Crónica Paraguay

O goleiro com a camisa do Cerro Porteño

Um dos grandes goleiros do futebol carioca na virada dos anos 80 para os 90 está completando 55 anos neste 23 de janeiro de 2020. Ricardo Pinto, que defendeu o Fluminense no período citado, ao sair do Tricolor defendeu o paraguaio Cerro Porteño, entre 1992 e 1993, fato que não é lembrado por muita gente.

Nascido em Cachoeiro do Itapemirim, no ano de 1965, Ricardo Pinto começou nas categorias de base da Desportiva Ferroviária, de Cariacica, em 1982. Começou a se destacar e foi levado para o Fluminense dois anos depois, onde se profissionalizou e teve uma boa fase em 1990, onde chegou a ser sondado por Sebastião Lazaroni para ir à Copa do Mundo daquele ano, mas acabou sendo preterido por Taffarel, Acácio e Zé Carlos.

Apesar das boas apresentações pelo Flu, Ricardo Pinto pegou uma época de 'vacas magras' nas Laranjeiras. O clube não conseguia conquistar títulos e jogadores e comissão técnica eram muito pressionados. A diretoria, não sabendo o que fazer, trocava "os pés pelas mãos" e em uma decisão muito contestada, decidiu não continuar com o goleiro, em 1992. Aí veio o Cerro Porteño, que contratou o goleiro por empréstimo.

"Cheguei em 1992, com o campeonato em andamento. O Valdir Espinosa era o treinador junto com o Rivelino Cerpa (preparador de goleiros e filho do técnico). Isto pesou na minha escolha", afirmou o ex-goleiro, em entrevista ao Lance!.


Ricardo Pinto, na mesma entrevista, disse que encontrou um clube com muita estrutura. "Quando eu chego ao Cerro, vejo um clube muito organizado, sério, com bastante torcida e isso me motivou bastante. Apesar de ter achado um pouco estranho sair do Fluminense", disse.

Dentro de campo, a situação foi se acertando e os resultados vieram, com direito a despachar o rival Olimpia na semifinal do Campeonato Paraguaio. "Fui muito bem acolhido, o campeonato foi bem legal, chegamos às semifinais contra o Olímpia e os eliminamos".

A campanha foi coroada com o título nacional, em cima do Libertad. "Ganhamos o ultimo jogo por 4 a 0, foi uma festa maravilhosa, a torcida lotou o estádio e aquele momento foi muito importante não só para mim, mas também para todos os envolvidos", explicou.

Em 1993, ainda defendeu o clube no início da temporada, mas, como o seu passe ainda era do Fluminense, teve que voltar ao futebol brasileiro e passou por Americano de Campos e União São João. Em 1994, foi para o Corinthians, onde foi reserva de Ronaldo.

O segundo em pé, no time do Cerro Porteño

Passou a jogar bastante novamente a partir de 1995, quando foi para o Atlético Paranaense, onde foi campeão da Série B, mas no ano seguinte acabou sendo agredido por torcedores do Fluminense ao fim de uma partida nas Laranjeiras, onde o Furacão acabou vencendo e praticamente decretando o rebaixamento do Tricolor, que foi revertido com uma virada de mesa.

Ricardo Pinto ainda defendeu Inter de Limeira, Iraty, Goiás e Joinville, onde encerrou a carreira em 1999. Depois, virou treinador, passou por diversos clubes e ainda chegou a ser candidato a vereador em Curitiba, no ano de 2012, quando teve 1.303 votos e não se elegeu.

GreNal é a nona decisão com clássico na Copinha


O Grenal na decisão da 51ª Copa São Paulo de Futebol Júnior será o nono clássico a decidir o torneio em sua história, o terceiro entre equipes de outros estados e o primeiro entre os rivais gaúchos. Grêmio e Internacional se enfrentam neste sábado, 25 de janeiro, aniversário da cidade de São Paulo, no estádio do Pacaembu, às 10 horas.

Rivais históricos e principais clubes do Rio Grande do Sul, Grêmio e Internacional fazem confronto marcado pelo equilíbrio. Entre as equipes principais aconteceram 422 jogos com 156 vitórias do Inter e 132 gremistas, com 134 empates. No ano passado, as equipes viveram a possibilidade de se enfrentarem nas finais da Copa do Brasil e da Libertadores, mas apenas o colorado chegou à decisão do torneio nacional, onde foi derrotado pelo Athletico.

Desta vez o encontro vai acontecer, mas pela Copa São Paulo de Futebol Júnior. Na principal competição de base do Brasil, o time do Beira Rio busca o pentacampeonato, pois já venceu em 1974, 1978, 1980 e 1998. O Grêmio, por sua vez, tenta a conquista de um título inédito. O tricolor foi vice-campeão em 1991 ao ser derrotado pela Portuguesa do craque Dener e que obtém, até hoje, a melhor campanha da história da Copinha.

Terceiro clássico forasteiro - Na nona edição de Copinha com um clássico decisivo, será a terceira vez de um confronto com times de fora do estado de São Paulo. Na primeira ocasião com times de todo o Brasil, Fluminense e Botafogo chegaram à final em 1971, com a taça ficando com os tricolores. Derrotado, o Botafogo tinha em seu time o hoje treinador do Tigres, do México, Tuca Ferretti.

Depois de 25 anos, América e Cruzeiro decidiram o título de 1996, com vitória americana por 2 a 1. Na zaga do time campeão estava o lateral direito Evanílson e o zagueiro William Machado.

Clássicos paulistas - Em outras seis ocasiões a decisão da Copinha foi entre as principais equipes de São Paulo. Na primeira, em 1970, ainda com o torneio tendo apenas quatro equipes, o Corinthians eliminou o Santos antes de ser campeão na decisão contra o Palmeiras, que havia superado o Juventus. Anos mais tarde, em 1984, o time da Vila Belmiro levou a melhor sobre os corintianos sob a batuta de Gersinho para ficar com sua primeira taça.

Na decisão que revelou Rogério Ceni, André Luiz, Jamelli, Silvinho e Marques, entre outros, o São Paulo derrotou o Corinthians em 1993 num jogo eletrizante que terminou 4 a 3. O troco corintiano veio 11 anos depois, com a vitória por 2 a 0 do time que tinha Júlio César, Edson, Wendel, Rosinei, Bobô, Nilton e Jô, diante do time tricolor que contava com nomes como Edcarlos, Alê, Marco Antônio, Aílton e Diego Tardelli.


Em 2010 o time do Morumbi levou a melhor diante do Santos, que vencia o confronto por 1 a 0 até os 40 minutos do segundo tempo. Após gol de Ronielli, o goleiro Richard se destacou nos pênaltis e a taça ficou com o tricolor. Os campeões contavam com o zagueiro Rodrigo Caio, os volantes Casemiro e William Arão e o meia Lucas Moura, dentre outros.

Quatro anos depois, Santos e Corinthians se reencontraram com o time da Vila Belmiro novamente levando a melhor. Na equipe campeã estava o lateral Zeca, que mais tarde ganharia a inédita medalha de ouro olímpica com o Brasil, enquanto Pedro Henrique, que hoje defende o time principal corintiano, esteve naquela decisão.

Confira as decisões de Copinha com clássicos:
 
2014 - Campeão: Santos - Vice: Corinthians
2010 - Campeão: São Paulo - Vice: Santos
2004 - Campeão: Corinthians - Vice: São Paulo
1996 - Campeão: América-MG - Vice: Cruzeiro
1993 - Campeão: São Paulo - Vice: Corinthians
1984 - Campeão: Santos - Vice: Corinthians
1971 - Campeão: Fluminense - Vice: Botafogo
1970 - Campeão: Corinthians - Vice: Palmeiras

Brasil bate o Uruguai e vence a segunda no Pré-Olímpico

Foto: divulgação Conmebol

Brasil chegou a estar vencendo por 3 a 0, mas levou um gol uruguaio no fim

A Seleção Brasileira deu o segundo passo na sua caminha em busca da vaga no Torneio Olímpico de Futebol Masculino de Tóquio 2020. Na noite desta quarta-feira, dia 22, no Estádio Hernán Ramírez Villegas, em Pereira, na Colômbia, o time canarinho venceu o Uruguai por 3 a 1 e se consolidou na liderança do Grupo B da primeira fase do Torneio Pré-Olímpico Sul-Americano.

As duas seleções, na primeira rodada, fizeram um bom papel e lideravam a chave. O Uruguai havia enfrentado o Paraguai e vencido por 1 a 0. Já o Brasil teve pela frente o Peru e o resultado foi o mesmo: placar com vitória pela contagem mínima.

Logo na saída de bola, o Brasil partiu para o ataque. Antony cruzou na área, e Matheus Cunha cabeceou para o gol, vendo o goleiro Arruabarrena fazer a defesa. O Uruguai respondeu na sequência, com Ramírez chutando com perigo à esquerda de Ivan. Depois, o domínio foi total da Canarinho, que teve mais posse de bola e funcionou bem no meio-campo. Com boas chegadas pela direita, o primeiro gol brasileiro saiu aos 14 minutos. Antony cruzou na medida para Pedrinho, que entrou livre na pequena área e abriu o marcador: 1 a 0. Controlando as ações, o time de André Jardine quase ampliou aos 22, quando Bruno Guimarães se livrou da marcação, aplicou bela caneta em Cáceres e passou para Matheus Cunha, que foi parado no goleiro uruguaio.

O segundo gol não demorou a sair. Aos 29, Matheus Cunha tentou roubar a bola de Cáceres e acabou derrubado dentro da área por Arruabarrena. O próprio camisa 9 foi para a cobrança e chutou rasteiro no meio para fazer 2 a 0. Controlando as ações, o Brasil foi trocando passes sem dar espaços para a equipe uruguaia.

Na volta do intervalo, o Uruguai esboçou uma reação logo aos dois minutos, quando Ramírez cabeceou e viu Ivan fazer excelente defesa. No rebote, Bueno chutou para fora. Depois, a Seleção voltou ao ritmo da etapa inicial e segurou as investidas do adversário. Aos 15, Paulinho recebeu ótimo cruzamento pela esquerda e tentou o toque por cima, mas o goleiro uruguaio saiu bem para fazer a defesa. Nas outras chegadas da Celeste, a defesa brasileira afastou o perigo, com destaque para Nino, aos 18, que bloqueou a finalização de Waller.


Ainda buscando mais gols, o Brasil ampliou aos 32, quando Matheus Henrique lançou Pepê na esquerda, que entrou na área e marcou um belo gol por cobertura: 3 a 0. Na sequência, Ivan fez ótima defesa no chute de Viñas. Mas, no lance seguinte, Waller cobrou escanteio, e Bueno cabeceou para descontar para os uruguaios. Nos instantes finais, Bruno Tabata ainda chegou bem em dois lances, mas o marcador não foi mais alterado.

O Brasil folga na próxima rodada e só entra em campo apenas na terça-feira, dia 28 de janeiro, contra a Bolívia, no Estádio Centenário, em Armênia, às 22h30. A próxima rodada acontece no dia 25, sábado, com dois jogos, também em Armênia: Bolívia x Uruguai e Paraguai x Peru.
Proxima  → Inicio

O Curioso do Futebol

O Curioso do Futebol
Site do jornalista Victor de Andrade e colaboradores com curiosidades, histórias e outras informações do mundo do futebol. Entre em contato conosco: victorcuriosofutebol@gmail.com

Facebook

Twitter

YouTube

Aceisp

Total de visualizações