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Vini Jr, Bellingham, Rodri? Quem é o favorito à Bola de Ouro?


Restam pouco mais de três meses para conhecermos quem será o melhor jogador de futebol do mundo. A cerimônia da Bola de Ouro de 2024 acontece no dia 28 de outubro, no Théâtre du Châtelet, em Paris-FRA, e alguns nomes surgem como favoritos para levar a honraria.

O jornal francês L'Équipe afirmou nesta semana que há um quarteto favorito na corrida pelo prêmio. São eles: Rodri, Vini Jr, Bellingham e Lautaro Martínez. Mas um segue liderando as estatísticas. Na análise da sportingbet e de várias casas esportivas, o brasileiro Vinicius Jr. é o principal candidato.

Mesmo com a eliminação do Brasil nas quartas de final da Copa América, o atacante brilhou pelo Real Madrid na temporada, sendo protagonista no 15º título merengue na Liga dos Campeões da Europa, em que deu 11 assistências e fez o segundo gol da vitória na final por 2 a 0 sobre o Borussia Dortmund.

Rodri vem forte para a disputa

Um que chega forte na briga após os torneios continentais é o meio-campista Rodri. Peça fundamental no título do Campeonato Inglês com o Manchester City, o espanhol ainda foi campeão europeu com a seleção do seu país e craque do torneio.

Com isso, Bellingham, companheiro de Vini Jr. no Real Madrid, fica mais atrás na disputa pelo vice da Inglaterra em uma atuação apagada na final, apesar do ótimo desempenho durante a Eurocopa e toda temporada.

Correndo por fora, apareceu o nome de Lautaro Martínez. O argentino foi banco na maior parte da Copa América com a seleção, mas fez o gol do título na decisão contra a Colômbia e foi artilheiro da equipe com cinco gols, além de conduzir a Inter de Milão a conquista da Série A Italiana.

Critérios

A Bola de Ouro avalia o rendimento no período da temporada europeia - do segundo semestre de um ano ao primeiro semestre do ano seguinte -, uma das mudanças postas em prática desde março de 2022. A premiação conta com a votação de jornalistas dos 100 países melhores posicionados no ranking da Fifa. Além disso, serão distribuídos outros oito prêmios:

  • Clube do Ano (masculino), para o melhor time da temporada;

  • Clube do Ano (feminino), para a melhor equipe da temporada;

  • Troféu Kopa, para o melhor jovem da temporada;Troféu Yashin, para o melhor goleiro da temporada;

  • Troféu Gerd Müller, para o artilheiro da temporada;

  • Prêmio Sócrates, para iniciativas em projetos sociais;

  • Técnico do Ano (masculino), para o melhor treinador da temporada;

  • Técnico do Ano (feminino), para o(a) melhor treinador(a) da temporada

Benzema ganha a Bola de Ouro em 2022

Com informações do UOL Esporte
Foto: divulgação

Benzema com o prêmio

Karim Benzema ganhou a edição 2022 da Bola de Ouro, realizada hoje (17), em Paris. Campeão espanhol e da Liga dos Campeões com o Real Madrid, o atacante francês era o favorito para ficar com o troféu de melhor do mundo pela revista France Football.

Sadio Mané (Liverpool) ficou na segunda colocação, seguido por Kevin de Bruyne (Manchester City). Robert Lewandowski (Barcelona) e Mohamed Salah (Liverpool) fecham o top 5. Brasileiro mais bem colocado na premiação, Vinicius Júnior ficou na oitava posição.

"Ver isso aqui diante de mim é um grande orgulho. Estou lembrando de quando eu era criança, de todo o trabalho, era um sonho. Eu cresci com isso e, depois, tive duas motivações: Zizou e Ronaldo", disse Benzema ao receber o prêmio. O atacante francês ainda agradeceu a Florentino Pérez, presidente do Real Madrid.

Benzema era o favorito da noite e, ao levar o troféu, foi ovacionado. Cotado para levar também o prêmio de melhor do mundo pela Fifa, o The Best, que será realizado após a Copa do Mundo no Qatar, o atacante de 34 anos chegou ao evento em Paris assumindo o protagonismo. "Feliz por estar aqui, é a minha primeira vez. Espero ter uma ótima notícia hoje", afirmou o francês.

Benzema fez 46 jogos pelo Real na temporada 2021/22, com 44 gols marcados e 15 assistências. Ou seja, ele teve mais de uma participação direta em gol por partida (1,28) no período.

Companheiro de Benzema no ataque do Real Madrid, Vinicius Júnior foi o melhor brasileiro no ranking de 2022. Com a oitava posição, ele volta a colocar o país no top 10 da premiação depois de Alisson, em 2019. O goleiro ficou com a sétima colocação naquele ano.

No feminino, Alexia Putellas venceu a Bola de Ouro. A espanhola, que é jogadora do Barcelona, já tinha conquistado o troféu no ano passado. Ela superou uma lesão no joelho para repetir o prêmio.

"Estou muito feliz. Há um ano, quando conseguimos ganhar o primeiro prêmio, eu me propus a melhorar neste ano para poder estar a serviço da equipe, ter essa recompensa e isso me orgulha muito. (...) Para ser bem sincera, quando sofri a lesão no joelho, achei que isso não seria possível", afirmou a meia.


Bola de Ouro: top 10 melhores do mundo

1 - Karim Benzema (Real Madrid)
2 - Sadio Mané (Liverpool)
3 - Kevin de Bruyne (Manchester City)
4 - Robert Lewandowski (Barcelona)
5 - Mohamed Salah (Liverpool)
6 - Mbappé (PSG)
7 - Courtois (Real Madrid)
8 - Vinicius Júnior (Real Madrid)
9 - Modric (Real Madrid)
10 - Haaland (Manchester City)

A revisão da Bola de Ouro e os sete prêmios para Pelé

Foto: divulgação

Pelé, na revisão, ficou com sete Bolas de Ouro

A Bola de Ouro foi criada pela “Revista France Football” em 1956 para eleger o melhor jogador do mundo. Na época em que Pelé, que completará 80 anos na sexta-feira, dia 23, jogava, a France Football tinha como regra premiar apenas europeus que atuavam na Europa, ou seja, Pelé nunca pôde concorrer ao troféu. A regra se estendeu até 1995, quando a premiação permitiu que qualquer atleta que atuasse na Europa disputasse o prêmio. Já em 2007, a revista abriu a premiação para o mundo, e jogadores de qualquer nacionalidade, atuando em qualquer país, poderiam concorrer.

No ano de 2014, o Atleta do Século XX foi convidado para a cerimônia do prêmio de melhor jogador do mundo, e teve uma grata surpresa. Durante a premiação, foi entregue a ele sete troféus da Bola de Ouro. A France Football revisou toda a lista usando as regras atuais e decidiu conceder a Pelé uma justa correção histórica. Na revisão, o brasileiro teria vencido em 1958, 1959, 1960, 1961, 1963, 1965 e 1970.

Na época, nos mencionados anos, os seguintes atletas haviam vencido o prêmio: 1958 (Kopa), 1959 (Di Stéfano), 1960 (Luís Suárez), 1961 (Omar Sívori), 1963 (Lev Iashin), 1965 (Eusébio) e 1970 (Gerd Müller).


Com a revisão histórica, Pelé passou a ser o maior vencedor da tão cobiçada premiação. No ano de 2019, o argentino Lionel Messi conseguiu a sua sexta conquista. Já o português Cristiano Ronaldo, possui cinco troféus da “Ballon d’Or”, como é escrita originalmente.

Durante a homenagem, o Rei deu a seguinte declaração: “Eu prometi à minha família que não choraria, mas sou emotivo. Queria agradecer a Deus por ter me dado saúde para jogar por tantos anos. Eu não jogava sozinho, tudo que eu ganhei foi com meus amigos, as pessoas se lembram dos jogadores, mas não podemos esquecer as pessoas que preparam as chuteiras, fisioterapeutas, massagistas. Quero compartilhar com eles este troféu”.

A Bola de Ouro de Ruud Gullit em 1987 e a defesa de Nelson Mandela

Por Raphael Balco

Ruud Gullit sempre defendeu que Nelson Mandela fosse libertado

Ruud Gullit foi um dos maiores jogadores de sua época, formou o famoso esquadrão do Milan (1988-1990), jogando com Paolo Maldini, Franco Baresi, Roberto Donadoni, Frank Rijkaard e Marco Van Basten. Gullit marcou época nos anos 80 e 90 com seus dreads, por ser fã e cantor de reggae e por sua visão política.

Quando foi receber a Bola de Ouro, prêmio dado pela Revista France Football, em 1987, Gullit pediu para fazer um discurso em apoio à Nelson Mandela, líder na luta contra o regime racista do Apartheid, que ocorreu na África do Sul de 1948 a 1994, que se encontrava preso naquele momento nas masmorras de Robben Island, na Cidade do Cabo.

Na época, a revista proibiu Gullit de pronunciar tal discurso, porém assim mesmo o jogador distribuiu a cópia do seu discurso a todos na cerimônia. Ao receber o prêmio, fez questão de dedicar seu prêmio a Nelson Mandela, uma atitude primorosa.

O jogador com o prêmio

Após esse acontecimento, Gullit que desde a época do Feyenoord doava dinheiro às entidades que lutavam contra o regime do Apartheid, aumentou suas doações porque passou a ganhar mais dinheiro no Milan, e acreditem, ele não parou por aí!

Gullit passou a denunciar tal regime racista que ocorria na África do Sul, através da cultura, participando da música “South Africa”, da banda de reggae “Revelation Time”, e a música ficou em 3º lugar nas paradas holandesas.

Fiquem com esse som e o saudosismo de quando o futebol não era só dinheiro e fama.

O Curioso do Futebol

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