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Tragédia de São Januário na final da Copa João Havelange completa 25 anos

Foto: arquivo / FolhaPress

Eurico Miranda quis que o jogo continuasse, mesmo com o alambrado caído

No dia 30 de dezembro de 2000, a final da Copa João Havelange, competição organizada pelo Clube dos 13 e que aleu como o Brasileirão daquele ano, foi marcada por uma das maiores tragédias da história do futebol nacional. O duelo entre Vasco e São Caetano, em São Januário, terminou antes do fim após um grave acidente nas arquibancadas, que deixou 168 pessoas feridas, três delas em estado grave.

Depois de um empate no jogo de ida, no Parque Antártica, em 2 a 2, o Azulão, que tinha vindo dos módulos menores e alcançado a final depois de eliminar, na sequência, Fluminense, Palmeiras e Grêmio, dominava o jogo e Adhemar, atacante do time do ABC Paulista, tinha mandado uma bola na trave. Além disso, o Vasco tinha perdido Romário, por lesão na coxa, durante a partida.

Aos 23 minutos do primeiro tempo, cerca de 12 metros da grade de proteção do estádio cederam sob a pressão de torcedores que tentavam fugir de uma briga. A queda provocou um efeito dominó, com centenas de pessoas sendo pisoteadas, gerando pânico generalizado. O principal fator apontado para o acidente foi a superlotação: aproximadamente 40 mil pessoas estavam presentes, número bem acima da capacidade do estádio. A diretoria do Vasco informou, à época, que apenas 30,5 mil ingressos haviam sido vendidos.

Cerca de 50 vítimas receberam atendimento imediato no gramado, enquanto as demais foram encaminhadas ao Hospital Souza Aguiar. Entre os casos mais graves estavam um torcedor com traumatismo craniano, outro com fratura exposta e uma criança de cinco anos, Nicole Conceição Chagas Santos, com lesão abdominal.

Mesmo diante do cenário caótico, dirigentes do Vasco e representantes do Clube dos 13 chegaram a defender a retomada da partida cerca de uma hora após o acidente, com aval inicial da Defesa Civil e da Polícia Militar. A continuidade do jogo só foi descartada após intervenção direta do então governador do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho, que determinou uma inspeção aérea do estádio e ordenou à PM que impedisse a retomada da final.


"Melhor adiar o jogo do que correr o risco da perda de uma vida. Apesar de a medida poder ser considerada antipática pelo torcedor movido pela paixão, era o que tinha que ser feito", declarou Garotinho à época.

O jogo recomeçou, do zero, no dia 18 de janeiro de 2001, no Maracanã. Com Romário em campo, o Vasco não deu chances ao São Caetano, venceu por 3 a 1 e comemorou o título.

Santos estreia no Brasileirão com derrota de virada para o Vasco em São Januário

Foto: Raul Baretta / Santos FC

Santos saiu na frente, mas levou a virada no Rio de Janeiro

O Santos retornou à Série A do Brasileirão da mesma forma que saiu: com derrota! Jogando em São Januário, no Rio de Janeiro, neste domingo, dia 30, o Peixe até saiu na frente do Vasco da Gama, mas levou a virada e perdeu pelo placar de 2 a 1.

O Alvinegro Praiano não jogava na elite do futebol brasileiro desde a última rodada da Série A de 2023, quando foi derrotado pelo Fortaleza, na Vila Belmiro, e decretou o rebaixamento. Na Série B de 2024, apesar das dificuldades, o Peixe foi campeão!

Vasco e Santos proporcionaram um primeiro tempo animado em São Januário. Os dois times aceleraram bastante o jogo, tentando atacar os espaços na transição e nessa lógica quem teve mais sucesso foi o Santos. Pressionando a saída de bola dos vascaínos, Tiquinho recebeu passe errado de Paulinho, acionou Barreal na área para abrir o placar, aos 20 minutos.

O gol teve impacto no desempenho do time da casa, que esmoreceu e não conseguiu mais produzir chances para responder. Os comandados de Fábio Carille deixaram o gramado para o intervalo sob vaias e ofensas ao treinador vindas das arquibancadas.

O Vasco voltou melhor na segunda etapa e empatou aos 7 minutos. Hugo Moura fez linda inversão para Piton na ponta esquerda. O lateral cruzou para Vegetti na segunda trave, que sobiu e ajeita de cabeça para Nuno Moreira na primeira trave completar, também pelo alto: 1 a 1.


O gol deu ânimo ao Gigante da Colina, que virou o marcador aos 32 minutos. Payet levantou a bola na área em cobrança de falta e Vegetti desviou de cabeça, completamente sozinho, para fazer 2 a 1 para o Vasco da Gama, placar final do jogo.

O Peixe volta a campo no próximo domingo, dia 6, às 20h30, quando tem pela frente o Bahia, na Vila Belmiro, na cidade de Santos. Pelo Brasileiro, o Vasco joga no sábado, dia 5, às 18h30, contra o Corinthians, na Neo Química Arena, em São Paulo. Antes, na quarta-feira, dia 2, às 19 horas, o Cruzmaltino estreia na Copa Sul-Americana contra o Melgar, no Monumental de la UNSA, em Arequipa, no Peru.

Vasco goleia o Coritiba e fica perto do acesso no Brasileirão Feminino A3

Foto: divulgação / Vasco da Gama

Comemoração das jogadoras vascaínas que golearam o Coritiba

O Vasco da Gama deu um grande passo rumo ao acesso para ao Brasileirão Feminino A2. Na noite desta segunda-feira, dia 24, em São Januário, no Rio de Janeiro, o Gigante da Colina goleou o Coritiba por 5 a 1, pelo jogo de ida das quartas de final do Brasileirão Feminino A3, abrindo grande vantagem no confronto.

Para chegar nas quartas da competição, o Vasco da Gama eliminou o paulista Pinda Ferroviária, vencendo os dois jogos: 3 a 0 fora e 4 a 0 em casa. Já o Coritiba passou pelo Brasil de Farroupilha, ganhando por 3 a 1 como visitante e 4 a 1 como mandante.

O Vasco começou melhor no jogo e abriu o marcador aos 8 minutos, com Graciela. Porém, o Coritiba se mostrava atento, reagiu ao tento sofrido e fez o gol de empate aos 18 minutos com Cacau, aproveitando a má colocação da goleira do Vasco.

Porém o time da casa reagiu ao gol sofrido, foi para cima e marcou o seu segundo gol no jogo aos 25 minutos, com Mavi, em cobrança de pênalti. O Vasco cresceu ainda mais e marcou o terceiro aos 30', novamente com Mavi. Assim, o Gigante da Colina foi para o intervalo vencendo por 3 a 1.

Na segunda etapa, o Vasco dominou e construiu a goleada. O quarto gol, marcado por Larissa, saiu aos 30 minutos. Ainda aos 37', Mavi perdeu um pênalti, mas aos 38', Sarah deu números finais à partida: 5 a 1 para o time da casa.


O jogo de volta está marcado para o próximo domingo, dia 30, no CT Bayard Osna, em Colombo. O Vasco pode perder por até três gols de diferença que conquista o acesso e a vaga na semifinal. Já o Coritiba precisa vencer por cinco gols, para avançar direto, ou por quatro e levar a definição para as penalidades.

São Januário completa 97 anos com uma série de melhorias

Foto: Matheus Lima / Vasco

Casa vascaína passou por uma revitalização e se torna referência no país dentro e fora de campo

Um dos mais tradicionais palcos do Brasil, o estádio de São Januário completa neste domingo, dia 21, 97 anos de história. O local foi recentemente revitalizado para atender ao Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) e as diferenças são nítidas tanto para torcedores quanto para atletas, membros de comissões técnicas, profissionais de imprensa e segurança.

As catracas de acesso agora contam com biometria facial, facilitando a entrada e coibindo ações de cambismo. O portão 9 também recebeu mais catracas, além de uma reforma e ampliação da área de aglomeração. O local de acesso individual também não está mais separado, garantindo fluidez e conforto no ingresso dos torcedores.

As câmeras de vigilância foram substituídas por equipamentos digitais, com melhor resolução e mais eficazes no combate às irregularidades e infrações. Os equipamentos externos ao estádio também foram trocados por outros modernos, incluindo áreas de baixa luminosidade.

Ainda na questão de segurança, um Posto Avançado de Controle foi criado para a utilização do BEPE (Batalhão Especializado de Policiamento em Estádios), com visão estratégica para as arquibancadas. O acesso das autoridades ao campo também foi aprimorado e facilitado.

Estruturas que estavam sem retoque há muito tempo foram finalizadas, com pinturas, acabamentos e consertos. Ações educativas junto à torcida também estão sendo feitas, visando a manutenção da estrutura e o convívio civilizado.


Dentro das quatro linhas a diferença também é notável. O gramado de São Januário se tornou referência nacional, com técnicas de cuidado utilizadas na elite de campos europeus. A diferença do palco cruz-maltino para o Maracanã, por exemplo, já foi levantada por jogadores e comissão técnica.

Vasco da Gama 0x0 São Caetano: o jogo inacabado em 2000

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

O jogo não terminou por conta da queda do alambrado

Nesta sexta-feira, dia 30, se completam 22 anos daquele que seria o segundo e último embate entre Vasco da Gama e São Caetano, pela final da Copa João Havelange de 2000. Naquela ocasião, o duelo entre cariocas e Paulistas, que já haviam empatado em 1 a 1 no jogo de ida, estava acontecendo no gramado do Estádio São Januário, mas por conta de um uma queda de alambrado, esse segundo encontro foi interrompido e remarcado apenas para janeiro do ano seguinte.

Na época, o Gigante da Colina era considerado como uma das equipes mais fortes do Brasil. No seu elenco, o Almirante contava com Juninho Pernambucano, Felipe, Junior Baiano e Romário, o maior goleador do país naquele momento. Mesmo trocando de maneira brusca o treinador Oswaldo de Oliveira pelo Joel Santana, o Vascão vivia um grande momento e vinha de uma importante conquista da Copa Sul-Americana, pouco depois de uma virada histórica para cima do Palmeiras.

Por outro lado, o Azulão, que foi vice-campeão do Módulo Amarelo, surpreendeu Fluminense, Palmeiras e Grêmio, os despachando no mata-mata. Outro quesito que chamava bastante atenção era que a sensação do futebol brasileiro atuava muito bem os jogos em que esteve na condição de visitante ao longo de toda a competição.

Isso se provou naquele que seria o jogo que decidiria o título para qualquer um dos lados. O Pequeno Gigante começou jogando melhor, tendo duas  chances claras de gol com Adhemar no mesmo lance. Na primeira bola, o ídolo caetanista parou em grande defesa de Helton, e depois da bola ainda bater na trave, ainda pegou o rebote, mas novamente parou no arqueiro vascaíno.

O panorama do Vasco piorou quando Romário sentiu uma contratura muscular e precisou ser substituído por Viola. Porém, aos 23', houve uma briga entre vascaínos e com o estádio superlotado, causou a queda de parte do alambrado que separava as arquibancadas do gramado. Nessa confusão, cerca 150 pessoas se feriram, sendo três delas de maneira grave. As ambulâncias e os médicos tiveram de entrar no gramado de São Januário para socorrer os acidentados. Um grupo de parte torcedores aproveitaram para invadir o campo, mas muitos também auxiliaram no processo de resgate.

Depois de tudo isso, ainda teve desentendimento entre as diretorias. Enquanto a parte dos mandatários do time carioca queriam o reinício da partida, o lado paulista não concordava. A Rede Globo, que estava transmitindo o jogo, também seguia a mesma linha do time do ABC, já que um recomeço atrapalharia a sua grade de programação.

Os jogadores do Vasco ainda chegaram a fazer uma volta olímpica, já que um novo empate daria a taça ao time mandante, por ter feito uma melhor campanha durante toda a competição. Para novo protesto, os diretores azulinos alegaram que os pontos deveriam ser transferidos ao time visitante e o título, já que toda a confusão foi de fato causada pela torcida cruzmaltina.


Por fim, o São Caetano deu férias para os seus atletas e não conseguiu se preparar direito para o jogo decisivo. Consequentemente, o Vasco da Gama mostrou toda a sua força atuando sobre o Azulão atuando no gramado do Maracanã, uma vez que o São Januário estava interditado, venceu por 3 a 1 no dia 18 de janeiro de 2001, e ficou com o título da Copa João Havelange de 2000.

São Caetano 1 x 1 Vasco da Gama: o jogo de ida da final da Copa João Havelange de 2000

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Primeiro jogo da final da Copa João Havelange foi no Parque Antártica

Nesta terça-feira, dia 27 de dezembro de 2000, se completam 22 anos do empate em 1 a 1 entre São Caetano e Vasco da Gama, pelo primeiro jogo da final da Copa João Havelange. Esta confronto entre paulista e cariocas foi realizado no antigo Estádio Parque Antártica, em São Paulo.

Por conta da grande quantidade de clubes que disputavam o torneio, o Azulão e o Gigante da Colina, que estavam localizados em Módulos diferentes, vinham de um caminho bastante longo para chegar na grande decisão. No mata-mata já da fase final, a equipe do ABC Paulista aprontou para cima de times gigantes do futebol brasileiro como Fluminense nas oitavas de final, Palmeiras nas quartas e Grêmio nas semifinais. Enquanto isso, o Vascão, que tinha um belíssimo elenco, despachou o Paraná Clube, o Bahia e o Cruzeiro.

Para esta primeira parte, o Pequeno Gigante foi com sua força máxima. Em contrapartida, clube Cruzmaltino não pôde contar com Juninho Pernambucano, um de seus principais jogadores, por conta de uma gripe.

Apesar de ter vencido alguns compromissos como visitante ao longo de toda a campanha, o São Caetano já sabia que iria precisar abrir uma boa vantagem na ida. Com isso, os jogadores da equipe paulista partiram para cima e conseguiram abrir o placar na marca dos 11' da primeira etapa, com gol de César. 

Porém, para o azar dos mandantes, não tardou muito para os cariocas conseguirem reagir ao golpe. Aos 27', Romário recebeu bela assistência de Jorginho Paulista e empatou o jogo. O confrontou continuou em aberto até o fim, mas o 1 a 1 não saiu do placar. Por ter feito melhor campanha, o Almirante poderia até empatar novamente para ficar com o troféu.


Depois deste jogo, acabaram acontecendo mais dois encontros entre São Caetano e Vasco da Gama, mas um não terminou. Isso porque, naquele que seria o segundo e último duelo da decisão, houve um acidente com o alambrado do Estádio São Januário, em 30 de dezembro, que machucou muitas pessoas e a partida foi interrompida.

O embate foi remarcado para o dia 18 de janeiro de 2001, no Maracanã, onde o Gigante da Colina bateu o Azulão, que perdeu grande parte do elenco que chegou na final, por 3 a 1, e conquistou a Copa João Havelange de 2000, que a CBF prontamente reconheceu como campeão brasileiro.

Vasco vence Bahia e está na final da Copa do Brasil Sub-17

Foto: Matheus Lima / Vasco da Gama

O Vasco está na final

O Vasco confirmou sua vantagem e está na final da Copa do Brasil sub-17 de 2022. O Cruzmaltino jogou bem, não deu chances ao Bahia e venceu por 3 a 0 em São Januário, em jogo disputado na noite desta quinta, dia 9 de junho. O resultado coloca o cruzmaltino na decisão e agora o time carioca aguardará a definição da outra semifinal para conhecer seu adversário na decisão 

O Vasco entrou no gramado de seu estádio com uma boa vantagem no confronto, já que tinha ganho o primeiro jogo, em Pituaçu, por 2 a 0, na semana passada, fazendo com que pudesse perder por um gol que se classificaria. Já o Bahia precisava de uma vitória por três tentos, para ir direto para a decisão, ou por dois para levar a definição da vaga na decisão para as penalidades.

O duelo decisivo começou equilibrado em São Januário. GB e Leandrinho tiveram boas chances para o Vasco, o primeiro errou o alvo e o segundo carimbou o poste. Enquanto Tiago foi quem mais apareceu para o Bahia, em uma das tentativas o camisa 7 também acertou a trave.

Já nos minutos finais do primeiro tempo, o time da casa passou a dominar as ações ofensivas. André, aos 42, parou no goleiro adversário. Dois minutos depois, o atacante teve nova chance em cruzamento rasteiro de Paulinho e não perdoou: 1 a 0. Nos acréscimos, o Cruzamaltino quase chegou ao segundo, mas GB foi mais um que acertou o poste. 

Depois do intervalo, o Vasco manteve o ímpeto do final do primeiro tempo. Aos sete, foi a vez de Estrella colocar a bola na trave. Mas, aos nove, o camisa 10 voltou a ter boa chance e mandou para o fundo das redes. Sem diminuir o ritmo, os mandantes seguiram pressionando e, aos 15, André recebeu bom passe de Estrella e anotou o segundo dele na partida: 3 a 0. Com o resultado construído, o Cruzmaltino controlou o jogo até o apito final.


Com a classificação, o Vasco da Gama espera a definição da outras semifinal, entre Palmeiras e Sport, que jogam nesta sexta-feira, dia 10, às 19 horas, na Arena Barueri, em São Paulo, para saber o adversário da decisão. No primeiro jogo, o Verdão fez 5 a 2 no Rubro Negro pernambucano, na Ilha do Retiro, em Recife, na última segunda-feira, dia 6.

Há 10 anos, Corinthians ficava no 0 a 0 com o Vasco na Libertadores do título

Por Bruno Filandra Lopes
Foto: arquivo

Corinthians ficou no 0 a 0 com o Vasco em São Januário

Em 16 de maio de 2012, o Corinthians enfrentava o Vasco da Gama, em São Januário, no Rio de Janeiro, pelo jogo de ida das quartas de final da Copa Libertadores daquela temporada. O 0 a 0 daquela noite foi mais um capítulo do tão sonhado título continental do Timão, que está completando 10 anos.

O primeiro confronto entre Corinthians x Vasco aconteceu em São Januário. As únicas vezes que o Corinthians havia jogado as quartas de final da Libertadores até então tinha sido em 1999, contra o Palmeiras, e 2000, quando teve o Atlético Mineiro como adversário. O Vasco também vivia um bom momento. Em 2011, foi campeão da Copa do Brasil e disputou o título do Brasileirão com o Corinthians até a última rodada.

Nos primeiros seis minutos, três bolas paradas do Corinthians, todas cobradas por Emerson Sheik. Mas nenhuma com sucesso. Enquanto isso, no supletivo que fazia na época, era dia de apresentação de trabalhos. No fundo da sala, ouvia um jogo com os fones no ouvido. Eis que uma colega reclamou que não prestava atenção no trabalho de grupo dela. Não falei nada, e continuei ouvindo o jogo e com o capuz da blusa na cabeça.

Ao longo do período, o Vasco chegou ao gol adversário em diversas oportunidades. Porém, o placar permaneceu em 0 a 0. A chuva prejudicou o gramado de São Januário. Emerson Sheik saiu de campo com o uniforme extremamente sujo. A etapa complementar assisti num bar, já livre de qualquer bronca. E o Vasco começou melhor.

Aos 4 minutos, Diego Souza lança para Éder Luís, que chuta fraco, e Cássio defende. Aos 10', Alecsandro faz lançamento longo para Éder Luís, que invade a área e chuta pra fora. O Corinthians tem grande chance aos 14'. Após uma dividida de bola entre Jorge Henrique e Rodolfo dentro da área, a bola sobra para Alex, que cruza, Jorge Henrique cabeceia e Fernando Prass evita o gol com o pé. Ralf pega o rebote, chuta, e Rodolfo desvia.


Aos 25', após cobrança de escanteio, Diego Souza toca de cabeça para Alecsandro, que em posição de impedimento, cabeceia para o gol. A arbitragem anula o tento. No decorrer do jogo a equipe local é mais ofensiva. O Corinthians só arrisca aos 43', num chute de Douglas de fora da área. O placar ficou mesmo no 0 a 0. O jogo de volta seria na semana seguinte, no Pacaembu, em um dos capítulos mais fascinantes desta história.

Em 1978, Londrina 'aprontava' contra o Vasco com público recorde em São Januário

Com informações do GE.com
Foto: arquivo

Mais de 40 mil pessoas em São Januário viram a vitória do Londrina

O dia 19 de fevereiro de 1978 ficou marcado na história do Londrina Esporte Clube e também de São Januário. Na ocasião, o time ganhou reconhecimento nacional após conseguir feito histórico: desbancou o Vasco da Gama, de Roberto Dinamite, por 2 a 0, no maior público que o estádio cruzmaltino já recebeu oficialmente em sua história: 40.209 pessoas.

Com gols de Brandão e Carlos Alberto Garcia, o Tubarão se garantiu pela primeira vez no quadrangular final que decidiria o título do Campeonato Brasileiro de 1977. Depois, seria derrotado pelo Atlético-MG nas semifinais. Terminou a competição em quarto lugar. Mas, por um dia, o carnaval carioca foi transferido para as ruas da cidade paranaense, que se vestiu de azul e branco.

Fundado em 5 de abril de 1956, o Londrina ainda não tinha seu nome bem conhecido no cenário nacional. Com uma conquista do Paranaense (1962) e dois títulos do Campeonato do Norte Paranaense (1959 e 1962), o clube buscava algo maior para tentar tornar-se referência no estado. A pessoa que mais ajudou nesse projeto foi o ex-presidente Jacy Scaff, que faleceu no ano de 1986. Mandatário no biênio 76/77, levou o mérito de ter colocado o Londrina no Campeonato Brasileiro. Implantou uma nova mentalidade no clube com a contratação de grandes jogadores e com a ampliação da sede campestre.

Realmente a temporada seguinte marcou a vida de todos os torcedores do Londrina. Em um Campeonato Brasileiro (15 de outubro de 1977 até 5 de março de 1978) com 62 clubes na mesma divisão, o clube não imaginava que acabaria a competição de uma forma tão surpreendente. Comandado pelos atacantes Brandão e Carlos Alberto Garcia, o Tubarão não começou muito bem, mas conseguiu chegar à fase da repescagem. Segundo Rodrigo Linhares, da Rádio Paiquerê, nem os dirigentes acreditavam na classificação da equipe.

O time estava em uma chave difícil, que tinha nada menos que Santos, Corinthians, Vasco da Gama, Flamengo e Caxias. O Rubro-Negro de Zico e Adílio foi derrotado por 1 a 0, no Estádio do Café, em uma quarta-feira. No domingo, foi a vez de o Santos sofrer com o Tubarão, no Pacaembu: 2 a 1.


As semifinais e o fim do sonho - As semifinais foram diante do Atlético-MG. O jogo contra o Galo, no Mineirão, foi considerado o melhor do Campeonato Brasileiro. Os mineiros chegaram a abrir 2 a 0, mas o Londrina reagiu. Garcia fez o primeiro, e Brandão marcou o segundo. Porém, o rival tinha o artilheiro Reinaldo em tarde inspiradíssima e venceu por 4 a 2. No Estádio do Café, em outra ótima partida, os times empataram por 2 a 2 (Brandão e Ademar, fizeram os gols) e, assim, terminava o sonho de uma vaga na final. Mesmo com a eliminação, os jogadores foram saudados pela torcida, e o feito é lembrado até hoje por todos no clube e na cidade.

E se o alambrado do São Januário não tivesse caído...

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Momento em que o alambrado caiu e deixou 150 feridos

É claro que é muito difícil e complicado a gente tentar prever com tanta exatidão, qual seria o resultado final daquele jogo decisivo entre Vasco e São Caetano, na final Copa João Havelange de 2000, se não houvesse o acidente do alambrado, ocorrido em 30 de dezembro de 2000. Neste momento, só é possível levantarmos hipóteses do que provavelmente aconteceria. Como sabemos, o futebol não é uma ciência exata e nem sempre o time que está melhor em campo sai vitorioso.

Naquele dia, foi o clube do ABC quem propôs os jogo, mesmo atuando diante de um São Januário lotado de vascaínos. Eram raras as vezes que os mandantes conseguiam incomodar a defesa azulina. Ali, o Pequeno Gigante mostrava que tinha time suficiente para bater de frente com a forte equipe que o Vasco tinha.

Quando o São Caetano conseguiu tomar conta do jogo de maneira definitiva, Romário, um dos melhores jogadores da equipe vascaína, sentiu uma lesão aos 15'. Dois minutos após o Baixinho se contundir, os comandados de Jair Picerni, que já estavam completamente instalados no campo defensivo do Vasco, acertaram nada mais nada menos do que duas bolas na trave no mesmo lance. 

Nesta jogada em que o time do ABC quase abriu o marcador, Japinha chutou cruzado e a 'pelota' ainda sofreu um leve desvio de Adhemar no meio do caminho. O goleiro cruzmaltino Helton toca na bola e ela bate trave direita. No rebote, o ídolo máximo da torcida caetanista mandou uma bomba para o gol, mas o guarda redes do time carioca conseguiu espalmar e a bola ainda bateu no travessão antes de ir para fora.

Apesar da forte pressão, o Azulão não conseguiu converter suas chances criadas em gols, mas não se desanimou. Até porque àquela altura, um tento poderia mudar o rumo do confronto. Os paulistas continuavam indo em busca de alternativas para balançar as redes do goleiro Helton e o Vasco ainda teve a certeza da lesão de Romário, o grande nome da equipe, substituído por Viola. Porém, quando o gol do clube do ABC parecia estar cada vez mais maduro, o alambrado caiu e deixou 150 feridos no São Januário. Depois disso, a bola não voltou mais a rolar. 

Agora chegamos no momento da suposição. Vamos lá! Se não tivesse acontecido o incidente, o São Caetano, pelo menos, dava indícios de que em algum momento da partida, conseguiria fazer seu primeiro gol, até porque era ele que estava jogando melhor. Imaginando que a equipe paulista conseguisse sair na frente do placar ainda no primeiro tempo, o Azulão encontraria ainda mais espaços para atacar a defesa adversária, uma vez que o clube carioca precisaria ir em busca do empate. 

Como o time do ABC gostava de aprontar para cima dos grandes times do futebol brasileiro, poderia fechar a sua campanha com chave de ouro, caso Adhemar acertasse uma cobrança de falta ou um chute de longa distância e matasse o jogo em algum momento para garantir o título brasileiro para o Azulão. Um suposto placar de 2 a 0 sobre o Cruzmaltino em pleno São Januário entraria para a história do futebol brasileiro.


Por outro lado, o Vasco poderia achar um gol a qualquer minuto em meio à toda aquela pressão do Pequeno Gigante e se garantir com o placar de 1 a 0 sofrido até o apito final. Conquistando a Copa João Havelange de um jeito bastante dramático. É sempre importante lembrar que foram apenas levantadas hipóteses do que poderia ter acontecido. Neste caso, o famoso "SE" o alambrado do São Januário não tivesse caído.

Olhando por um lado, é difícil até de imaginar como seria o decorrer da partida e de que jeito seria definida, já que ainda tinha muita coisa para acontecer até chegarmos aos 90'. A única certeza que temos é que não existiria aquela vitória do Vasco por 3 a 1 no Maracanã, em janeiro de 2001.

Vasco faz 3 a 1 no Flamengo e sai na frente na decisão do Brasileirão Sub-17

Com informações da CBF
Foto: Thaís Magalhães / CBF

Vasco foi melhor e venceu por 3 a 1

O Vasco abriu vantagem na disputa pelo título do Campeonato Brasileiro Sub-17 de 2021. Em embate realizado em São Januário, no Rio de Janeiro, na tarde desta quinta-feira, dia 12, o Gigante da Colina recebeu o Flamengo e venceu por 3 a 1, no primeiro jogo da decisão da competição. A segunda partida da final será na segunda-feira, dia 16, em Volta Redonda.

Atuando sob seus domínios, o Vasco tentou tomar a iniciativa ofensiva na partida. Porém, foi o Flamengo que abriu o placar. Matheus Gonçalves recebeu na direita, carregou por dentro, e da meia-lua soltou uma bomba para fazer 1 a 0 na Colina Histórica, aos nove minutos.

A primeira grande oportunidade vascaína foi aos 17 minutos, quando Ycaro recebeu na direita, chutou cruzado, mas o goleiro rubro-negro defendeu. O Cruzmaltino criou suas principais jogadas pelo lado direito do ataque e parava na boa atuação do goleiro Dyogo na etapa inicial.

Aos 20, o arqueiro rubro-negro defendeu a finalização de Paulinho. Já aos 28, foi a vez de Andrey soltar um foguete, no ângulo, mas o goleiro do Flamengo evitou o gol vascaíno novamente. A pressão do mandante continuou, e aos 32, Dyogo espalmou o cruzamento de Ykaro que foi direito para a meta.

Só que, aos 33, o Vasco conseguiu o empate. GB desviou de cabeça, a bola tocou na trave, no rebote Andrey, de calcanhar, fez um lindo gol e empatou o Clássico dos Milhões. Por pouco o Cruzmaltino não virou aos 44, quando Paulinho cruzou e Erick tocou de cabeça na trave. Com isso, o movimentado primeiro tempo terminou empatado.

No segundo tempo, logo aos quatro minutos, o Gigante da Colina conseguiu a virada: Erick Marcus cobrou falta com categoria e fez o segundo gol vascaíno na partida. Aos 13 minutos, Petterson limpou a marcação, bateu bonito, mas o goleiro do Vasco evitou o empate. O duelo continuou uma lá e cá e ambos os goleiros evitando os gols. Mas, aos 16, Ycaro recebeu, invadiu a área, bateu firme e aumentou o marcador.


As duas equipes seguiram criando oportunidades de gol: aos 27, Petterson cobrou falta com categoria, mas Allan fez grande defesa. Já aos 31, Ycaro fez bela jogada, foi desarmado, no rebote Andrey tentou levantar na área, mas Dyogo defendeu. Entretanto, o placar se manteve e o Vasco saiu com a vitória.

Com o resultado, o Vasco pode perder por até um gol de diferença na partida de volta que será o campeão. Para o Flamengo, somente uma vitória por três gols interessa para ficar com o título. Em caso de triunfo Rubro Negro por dois gols, a taça será definida nas penalidades. A partida de volta será no Estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda, na segunda-feira, dia 16, às 20 horas.

Vasco goleia o Cruzeiro e se garante na final do Brasileirão Sub-17

Com informações da CBF
Foto: Rafael Ribeiro / Vasco da Gama

Jogadores do Vasco comemorando um dos gols da partida

Na manhã deste domingo, dia 1º, o Vasco conseguiu a classificação inédita para a final do Campeonato Brasileiro Sub-17. Após empate em 2 a 2 no primeiro jogo da semifinal diante do Cruzeiro, o Cruzmaltino venceu o time mineiro por 6 a 2, em São Januário, no Rio de Janeiro.

A partida começou equilibrada no Rio de Janeiro, com os dois times se lançando ao ataque em busca do gol. O Vasco largou na frente logo aos quatro minutos, quando Erick Marcus cobrou falta pela direita, e Andrey cabeceou sem chances de defesa. O Cruzeiro não demorou para responder e empatou na marca dos oito. Jhosefer foi derrubado dentro da área e, na cobrança do pênalti, Japa deixou tudo igual.

O Cruzmaltino voltou a ficar na frente na marca dos 17, quando Kauã Lucas avançou pela esquerda e finalizou firme para o gol. A bola bateu em Pedrão e entrou. Logo depois aos 25, em nova cobrança de pênalti, a Raposa empatou com Matheus Maia, que bateu forte no canto e venceu o goleiro. O jogo seguiu movimentado e, aos 38, o Vasco fez o terceiro. Após boa jogada de Erick Marcus pela esquerda, a bola sobrou para Paulinho empurrar para o fundo das redes: 3 a 2.

No segundo tempo, a equipe carioca balançou as redes mais duas vezes e confirmou a vaga na grande final da competição. Aos 16, Ray cobrou escanteio curto e colocou a bola na área. Roger desviou, e GB completou para o gol. Na marca dos 32, Lucas Eduardo lançou na medida para Paulinho, que finalizou cruzado, no cantinho, para fazer o quinto. Para fechar, já aos 47, Lucas Eduardo invadiu a área para liquidar a fatura: 6 a 2.


O título da competição de base será disputado entre Vasco e Flamengo, que avançou no último sábado, dia 31, ao eliminar o São Paulo. O Rubro-Negro venceu a primeira edição do torneio, em 2019, e o Fluminense foi o campeão de 2020.

O último jogo de Arthur Friedenreich pela Seleção Brasileira

Foto: arquivo

Arthur Friedenreich, na frente, se despediu da Seleção Brasileira em 1935

A Seleção Brasileira tem muitos ídolos. O primeiro deles tinha nome "gringo", mas com a bola no pé fazia jus à fama que o 'escrete canarinho' ganhou anos depois. Arthur Friedenreich foi o grande nome do futebol brasileiro nos anos 10 e 20 e em 24 de fevereiro de 1935 se despedia do selecionado nacional em uma vitória sobre o River Plate, por 2 a 1, de virada, em São Januário, no Rio de Janeiro.

Nascido em 18 de julho de 1892, em São Paulo, Arthur Friedenreich esteve presente no primeiro jogo da história da Seleção Brasileira, diante do Exceter, da Inglaterra, em 1914. A idolatria nacional viria cinco anos mais tarde. Grande craque do Brasil no Sul-Americano de 1919, disputado no Estádio das Laranjeiras, no Rio de Janeiro (RJ), El Tigre foi importantíssimo durante a campanha, com quatro gols, e marcou o tento na grande decisão com o Uruguai, na prorrogação da partida, que garantiu o primeiro grande título do Brasil no futebol. Repetiu a dose em 1922, com outro título continental.

Porém, naquele longínquo 24 de fevereiro de 1935 ele já estava afastado da Seleção Brasileira por longos 10 anos. Muita política, principalmente na convocação para a Copa do Mundo de 1930, fizeram com que El Tigre não tivesse muitos mais jogos pelo escrete nacional. Mesmo assim, com 42 anos, ainda fazia boas apresentações pelo São Paulo e por isto teve direito a sua despedida.

Friedenreich começou no banco de reservas aquele jogo contra o River Plate. Aliás, o time argentino saiu na frente naquele dia, com Osvaldo Landoni, aos 17 minutos de jogo. Porém, ainda no primeiro tempo, mais precisamente aos 32 minutos, Nena empatou para o Brasil, levando a partida para o intervalo com o placar apontado 1 a 1.


No segundo tempo, a Seleção Brasileira conseguiu a virada, com Orlando Rosa, aos 22 minutos. No final da partida, Arthur Friedenreich entrou no lugar de Carvalho Leite, que já havia substituído Petronilho de Britto. Os poucos minutos foram suficientes para o primeiro grande craque brasileiro se despedir da então camisa branca da seleção.

Aquele ano foi o último da carreira de Friedenreich. Ele saiu do São Paulo e ainda fez alguns jogos pelo Santos e Flamengo, até pendurar as chuteiras. Na Seleção Brasileira, segundo a CBF, fez 23 jogos e marcou 10 gols. O ex-craque veio a falecer em 6 de setembro de 1969, quando tinha 77 anos.

VAR falha em Vasco e Inter, jogo decisivo do Brasileirão

Foto:Max Peixoto / Estadão Conteúdo

A arbitragem de vídeo deixou Flávio Rodrigues na mão no gol do Inter

A tecnologia do Árbitro de Vídeo, mais conhecido como VAR, veio para auxiliar a arbitragem em lances decisivos, seja em gols onde a linha de impedimento é milimétrica, em pênaltis que os árbitros não conseguem ver, ou em agressões que merecem expulsão. No Brasil, a ferramenta vinha sendo muito criticada por falhas e pela demora em definições, mas neste domingo, dia 14, no confronto entre Inter e Vasco, decisivo tanto para o título quanto para o rebaixamento em São Januário, o VAR falhou.

O lance acontece no primeiro gol do Internacional na partida. Aos 9 minutos do primeiro tempo, Dourado desviou a bola para as redes após uma cobrança de falta colorada, em um lance onde havia dúvidas de impedimento, mas onde a arbitragem, em campo tomou a decisão de validar o gol. A partir daí, começaria a espera para a verificação do lance na sala do vídeo.

A polêmica aconteceu a partir daí. O lance acabou validado devido à uma falha do software, que estava descalibrado e portanto não conseguiu fazer a verificação das linhas usadas em todo e qualquer lance de impedimento, seja ajustado ou por distância grande. Segundo o repórter Edson Viana, que estava na transmissão do jogo pelo Premiere, a linha de impedimento estava descalibrada na hora do gol do Inter.

O lance causou revolta do lado vascaíno. O treinador Luxemburgo e parte da comissão técnica foram para cima do árbitro do jogo, Flávio Rodrigues. Neto Borges, lateral do time carioca, chegou a declarar que essa derrota pode "Ser colocada na conta deles". A arbitragem, porém, se envolveu em mais uma polêmica no segundo tempo, quando houveram muitas reclamações do lado gaúcho sobre um pênalti marcado para o Vasco e confirmado posteriormente á ida ao monitor. Porém, Cano acabou desperdiçando a penalidade.


Houve outra polêmica também no jogo entre Corinthians e Flamengo no Maracanã, quando no momento do segundo gol flamenguista, validado pela arbitragem de vídeo após dúvidas sobre possível impedimento de Gabigol, num lance inicialmente anulado. A ferramenta, desta vez, não falhou, mas houve uma certa demora da divulgação da imagem das linhas pela televisão, o que causou questionamentos.

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) já declarou que só se posicionará sobre o ocorrido após o fim da rodada. Até o momento, não houve nenhuma declaração da entidade máxima do futebol brasileiro sobre a situação.

No Vasco x Bahia, goleiro Douglas leva cinco pontos no rosto após chute de Leandro Castán

Com informações do UOL e GE.com
Foto: André Durão

Momento onde Leandro Castán acertou as travas da chuteira no rosto de Douglas

Leandro Castán dividiu uma bola com o goleiro do Bahia, Douglas, e ela sobrou livre para Ygor Catatau abrir o placar para o Vasco, na tarde de hoje (31), em partida da 33ª rodada do Campeonato Brasileiro, em São Januário, no Rio de Janeiro. Só que o zagueiro da equipe carioca solou o rosto do adversário, o VAR entrou em ação e ele foi expulso após revisão. O jogo terminou 0 a 0;

O goleiro, que recebeu atendimento logo após o choque, está bem e não tem suspeita de fratura. De acordo com o Bahia, ele levou cinco pontos na região

"[Douglas] Teve um corte profundo, a princípio sem suspeita de fratura ou uma lesão mais grave, e não tem nenhum sintoma neurológico. Tomou 5 pontos e está sob observação. A princípio não preocupa para os próximos jogos", escreveu o clube nas redes sociais.

Marcelo lamenta expulsão de Castán - Após o empate, Marcelo Alves, o outro zagueiro do Vasco na tarde deste domingo, lamentou o ocorrido envolvendo o companheiro. O jogador afirmou que o Cruz-maltino lutou, mas não conseguiu um resultado melhor.

"Infelizmente o resultado não veio. Jogo em casa, precisávamos muito de uma vitória. Perdemos um jogador (Leandro Castán) de forma difícil. Lutamos, mas esperava um resultado melhor", finalizou o atleta.


O lance - Aos 30 minutos do segundo tempo do jogo entre Vasco e Bahia, em São Januário, o zagueiro Leandro Castán, do time carioca, foi expulso. Em bola levantada na área da equipe baiana, o defensor esticou a perna e acertou em cheio com o pé o rosto do goleiro Douglas Friedrich.

O árbitro Wilton Pereira Sampaio havia, em um primeiro momento, dado gol no lance. Depois anulou e, ao ser chamado ao VAR, expulsou Leandro Castán. O choque foi forte e o goleiro Douglas Friedrich desabou no gramado. Ele foi substituído na hora por Anderson. A partida ficou parada por aproximadamente sete minutos.

Com gol no fim, Vasco empata com o Bahia e conquista a Copa do Brasil Sub-20

Com informações da CBF
Foto: Lucas Figueiredo / CBF

Jogadores do Vasco comemorando

A Copa do Brasil Sub-20 tem um novo campeão! Neste domingo (3), Vasco e Bahia decidiram o título da competição no estádio de São Januário, no Rio de Janeiro. Após abrir dois gols de vantagem, o Gigante da Colina levou a virada do Esquadrão de Aço, mas buscou o empate em 3 a 3 aos 48 do segundo tempo, com gol de Caio Eduardo. O resultado assegurou o título aos cariocas, que haviam vencido a partida de ida por 2 a 1.

A primeira etapa começou equilibrada no Rio de Janeiro, com o Bahia levemente mais ofensivo. No entanto, o Vasco se lançou ao ataque e teve um gol anulado aos 12 minutos: Riquelme achou Gabriel Pec, que marcou, mas a bola desviou no braço de Caio Lopes antes da finalização. Depois do susto, o Esquadrão de Aço respondeu em chute de Daniel da entrada da área defendido por Cadu. Porém, o Gigante da Colina balançaria novamente a rede - desta vez, sem qualquer irregularidade. Aos 25, Gabriel Pec fez belíssima jogada, deixou a zaga do Tricolor para trás e tocou para Laranjeira, que só completou para a meta vazia.

Pec perdeu a chance de ampliar no lance seguinte ao finalizar fraco, mas o Vasco chegou lá aos 32 minutos. Lucimário tentou proteger bola para a saída do goleiro, mas Matías Galarza foi esperto, se antecipou e deu um toque para marcar. O time carioca ainda poderia ter feito mais um com MT, mas o remate do atacante saiu ao lado. Por sua vez, o Bahia não deixou sua oportunidade passar e diminuiu aos 46. Em cobrança de escanteio, Gabriel ganhou disputa com o arqueiro Cadu e cabeceou para a rede.

Depois de um início de segundo tempo estudado, o Bahia partiu para cima do Vasco. A primeira ameaça saiu aos 15 minutos, em bomba de Hiago defendida por Cadu. Nos lances seguintes, o Esquadrão teve melhor sorte. Aos 21, Thales recebeu na ponta esquerda e encontrou Douglas Borel, que chutou bem e empatou. Logo em seguida, aos 24, Marcelo aproveitou levantamento entre a zaga, dominou e bateu na saída do goleiro para virar o placar. Porém, os visitantes ficaram com um jogador a menos aos 28, quando Gabriel cometeu falta em Matías Galarza, impediu oportunidade clara de gol e levou o vermelho direto. A cobrança de Laranjeira passou perto.


Os cariocas levaram perigo em cabeceios de Caio Lopes e Marcos Dias e em finalização de Arthur. No entanto, Caio Eduardo, que havia acabado de entrar, foi o responsável por dar o título ao Vasco. Aos 48 minutos, ele disparou pela ponta esquerda, deixou os marcadores para trás e soltou uma bomba, sem chances para o goleiro - com o empate em 3 a 3, o Gigante da Colina levantou a taça.

O Vasco foi campeão da competição sem ter sido derrotado. Nos oito jogos da equipe carioca na competição, foram seis vitórias e dois empates.

Santos perde para o Vasco no Rio pelo Brasileirão

Com informações do SFC
Foto: Ivan Storti/SFC

O duelo foi disputado no calor do Rio de Janeiro

O Santos FC chegou a terceira partida seguida sem vitória pelo Campeonato Brasileiro de 2020. Jogando no Rio de Janeiro, mais precisamente em São Januário, o Peixe acabou derrotado pelo Vasco por 1 a 0, na tarde ensolarada e quente deste domingo, dia 20 de dezembro. O resultado serviu para deixar os santistas mais afastados do G6.

O Peixe vinha de vitória no intenso jogo contra o Grêmio pela Libertadores, fazendo 4 a 1 em cima dos gremistas pela Libertadores no meio de semana. O Vasco vinha de empate por 1 a 1 no clássico contra o Fluminense em São Januário.

Logo aos 2 minutos, Santos armou um bom contra-ataque, e Diego Pituca finalizou a jogada chutando para a defesa do goleiro vascaíno. Oito minutos depois, o Vasco abriu o placar com Carlinhos, em bela jogada coletiva do Cruzmaltino. Aos 13 minutos, Madson recebe lançamento no começo da área, domina e toca para Felipe Jonatan.


O lateral chuta cruzado de esquerda e a bola passa ao lado do gol. O time santista passou a ter o controle do jogo, e chegou com mais perigo aos 32 minutos. Após levantamento na área, Alex desvia de cabeça e o goleiro vascaíno faz uma boa defesa. Na sequência, Madson perdeu o rebote, e a bola voltou para Felipe Jonatan, que também não aproveitou a chance. Em rápido contra-ataque, aos 37', Madson arrancou em velocidade, ganhou da marcação e chutou por cima do gol. No último minuto do tempo regulamentar, Kaio Jorge recebeu na entrada da área e foi travado pela marcação.

Na volta do intervalo, o técnico Cuca promoveu duas mudanças que tornaram o Alvinegro mais ofensivo. Soteldo e Bruno Marques entraram nos lugares de Luiz Felipe e Fernando Pileggi. Aos 7', Soteldo fez o cruzamento aberto, e Alex cabeceou. A bola pingou no chão e sai por cima do gol de Fernando Miguel.


Um minuto depois, Bruno Marques chutou firme e Fernando Miguel defendeu. O atacante Marinho, que estava no banco de suplentes, também entrou ao decorrer da partida, para equipe ficar ainda mais ofensiva. O Peixe dominou a segunda etapa, ficou com a bola a maior parte do tempo e criou diversas chances, principalmente com cruzamentos na área, mas não conseguiu empatar a partida.

Agora, o Peixe volta a jogar no final de semana, quando recebe o Ceará na Vila Belmiro, enquanto o Cruzmaltino pega o Athletico Paranaense em Curitiba. Ambos os jogos ocorrem no próximo domingo, dia 27, as 18h15.

Os primeiros gols de Heleno de Freitas

Foto: ABI

Heleno saindo para comemorar o seu primeiro gol. Ainda faria mais um na partida

Heleno de Freitas é um personagem icônico na história do futebol brasileiro. Em sua volta, surgiram várias lendas, muito por causa de sua personalidade e forma de viver. Porém, o dia 28 de abril de 1940 é especial na carreira do craque, já que foi nesta data, com a camisa do Botafogo, que ele marcou seus primeiros dois gols.

No Estádio de São Januário, o Fogão encarava o São Cristóvão, pela segunda rodada do Campeonato Carioca. O time da Estrela Solitária fazia a sua estreia na competição, enquanto a equipe dos Cadetes havia sido goleado pelo Vasco, em seu primeiro jogo, por 4 a 0.

Heleno, com apenas 20 anos, começou a partida no banco de reservas e viu a equipe pressionar o São Cristóvão, mas não ter dificuldade de furar a retranca, além de não estar com a finalização em dia. Assim, o primeiro tempo da partida terminou com o placar de 0 a 0.

No segundo tempo, o craque, que estava no Botafogo desde 1939, mas teve poucas chances até então, entrou no jogo no lugar no ídolo e doutor Carvalho Leite. Heleno de Freitas 'botou fogo' na partida e abriu o marcador para a sua equipe.


O gol deu mais ânimo ao polêmico jogador, que se soltou e ainda marcou o segundo tento botafoguense. A equipe ainda teve algumas chances até o final da partida, mas o placar ficou mesmo no 2 a 0 para o Alvinegro da Estrela Solitária.

A partir deste momento, a carreira de Heleno de Freitas, que já era conhecido por ser um dos melhores jogadores no futebol de praia carioca, decolou. O Botafogo foi apenas o quarto naquele Campeonato Carioca de 1940, mas viu nascer um de seus maiores ídolos da história.

Com gol do jovem Taílson, Santos vence o Vasco em São Januário

Foto: Ivan Storti/Santos FC

O jovem Taílson fez o único gol do jogo

O Santos FC conquistou uma importante vitória na 23ª rodada do Campeonato Brasileiro. Na tarde deste sábado (5), em São Januário, o Peixe venceu o Vasco da Gama por 1 a 0. Com gol do Menino da Vila Taílson, o Alvinegro Praiano chegou aos 44 pontos, na terceira colocação do nacional.

A primeira etapa foi de muito equilíbrio na capital carioca, mas o Peixe foi o primeiro a assustar. Logo aos 8 minutos, de fora da área, Jorge arriscou um chute forte e viu o goleiro Fernando Miguel quase aceitar. O camisa 1 vascaíno salvou no último instante, evitando a falha.

Aos 22 minutos, Tailson recebeu de Jorge, na ponta esquerda e arriscou dentro da grande área. Fernando Miguel defendeu mais uma vez. Firme na marcação dos donos da casa, o Alvinegro Praiano acabou cometendo um pênalti de Everson em Rossi, aos 35 minutos. Mas isso não abalou a equipe santista. Na cobrança, o camisa 22 do Peixe defendeu o chute de Rossi e o duelo foi para o intervalo sem gols.


Após os 15 minutos de descanso, o time comandado por Jorge Sampaoli voltou com gás total para o segundo tempo e, em uma linda jogada, abriu o marcador aos 5 minutos. Aberto na esquerda, Soteldo viu Evandro na entrada da área e passou para o meia. De primeira, o camisa 25 serviu o estreante e Menino da Vila Taílson, que entrou em e bateu firme para estufar as redes.

A partir daí, o Peixe valorizou a posse de bola e tentou envolver o Vasco em passes precisos, sem descuidar da marcação. Após a expulsão de Evandro, aos 33 minutos, a equipe de Vila Belmiro se desdobrou na marcação para segurar o tradicional rival e conquistar sua 13ª vitória no Brasileirão.

O próximo compromisso do Santos FC já será nesta quarta-feira (9), diante do Palmeiras, na Vila Belmiro. O clássico, válido pela 24ª rodada do nacional, será realizado às 21h30. Já o Vasco terá também um clássico pela frente, contra o Flamengo, às 20 horas da quinta-feira, dia 10, no Maracanã.

Vasco vence, mas Santos avança na Copa do Brasil

Com informações do site oficial do Santos FC
Foto: Ivan Storti/Santos FC

Partida foi nervosa, mas mesmo com a derrota por 2 a 1, o Santos avançou na Copa do Brasil

A partida de volta entre Vasco da Gama e Santos, válida pela quarta fase da Copa do Brasil de 2019, na noite desta quarta-feira, dia 24, em São Januário, no Rio de Janeiro, teve um vencedor, mas foi o derrotado que comemorou. O cruzmaltino chegou a fazer 2 a 0, gols de Raul e Ricardo, resultado que levaria a decisão para as penalidades, mas o Peixe diminuiu no segundo tempo, com Jorge, e o triunfo por 2 a 0 no primeiro embate, realizado na Vila Belmiro, garantiu o Alvinegro Praiano na próxima fase da competição.

A partida começou muito intensa na capital carioca. Mesmo com uma boa vantagem no placar, construída com uma vitória por 2 a 0 na Vila Belmiro, o time santista se jogou ao ataque e quase abriu o marcador aos 8 minutos, em um chute de Jean Mota que terminou na trave adversária. Apesar de iniciar atacando, o Santos FC saiu atrás do marcador aos 12 minutos, com gol de Raul.

Aos 16 minutos, Rodrygo avançou pela esquerda e bateu forte, porém o goleiro Fernando Miguel defendeu o tiro rasteiro. Aos 29 minutos, foi a vez de Alison ficar no quase. Da entrada da área, o volante bateu forte e viu a bola passar rente à trave vascaína. Apesar de sufocar o oponente, o Peixe sofreu o segundo gol aos 38 minutos, convertido pelo zagueiro Ricardo.

O time santista seguiu tentando balançar as redes e quase conseguiu com Jorge, aos 43 minutos, em chute defendido pelo goleiro Alexander – goleiro substituiu Fernando Miguel, com problemas musculares – porém o Alvinegro Praiano selou a classificação na segunda etapa.

Logo aos oito minutos, após bola mal afastada pela defesa vascaína, o lateral Jorge arriscou da entrada da área e marcou seu primeiro gol com a camisa santista. Após isso, o Peixe seguiu tentando balançar as redes, porém, o time de Vila Belmiro avançou às oitavas de final utilizando a vantagem por ter vencido o primeiro jogo por 2 a 0.

O próximo adversário do time da Baixada Santista na Copa do Brasil será definido após sorteio da Confederação Brasileira de Futebol. Porém, Santos e Vasco agora voltam às suas atenções ao Campeonato Brasileiro da Série A, que começa neste final de semana. E os dois times jogam no domingo, dia 28. Quem entra em campo primeiro é o Peixe, que às 11 horas encara o Grêmio, em Porto Alegre. Já o cruzmaltino joga às 16 horas, contra o Athletico Paranaense, na Arena da Baixada, em Curitiba.

O Curioso do Futebol

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