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Corinthians vence o Vasco e conquista a Copa do Brasil em pleno Maracanã

Por Lucas Paes
Foto: Reprodução

Festa corintiana no Maracanã

Festa corintiana no Maracanã. No famoso estádio do Rio de Janeiro, neste domingo, dia 21, o Corinthians venceu o Vasco, por 2 a 1, e sagrou-se campeão da Copa do Brasil de 2025. É o quarto título do Timão na história da competição. Os gols corintianos foram marcados por Yuri Alberto e Memphis Depay. O Vasco descontou com Nuno Moreira. 

Tudo estava aberto antes do jogo no Maracanã. Na ida, o Corinthians havia segurado o ímpeto infernal vascaíno mesmo dentro da casa do Timão e o placar ficou em zero, o que fazia com que o título ficasse com quem vencesse no Rio. Outro empate levaria a decisão aos pênaltis.

O jogo começou mais estudado nos primeiros minutos. O Vasco aos poucos tomou o controle da posse de bola, porém, quem pulou na frente na primeira tentativa ofensiva foi o Corinthians: Matheusinho lançou Yuri Alberto, que conseguiu lindo domínio e tocou na saída de Léo Jardim para abrir o placar aos 17'. Depois do gol, o Timão melhorou e Yuri perdeu ótima chance de ampliar aos 25'. A resposta cruzmaltina veio numa cabeçada de Thiago Mendes para defesa tranquila de Hugo Souza. Pouco depois, Rayan fez linda jogada, mas o cruzamento passou por Coutinho.

Aos poucos, o time da casa foi pressionando mais e, de tanto insistir, o Vasco chegou lá, num ótimo cruzamento de Andres Gomes para Nuno Moreira subir mais alto que a defesa corintiana, deixar tudo igual e explodir o Maraca aos 40'. O time carioca até ensaiou buscar o segundo, mas o primeiro tempo terminou igual. 

Na etapa final, que começou atrasada devido a demora vascaína, o Corinthians chegou a assustar com Gustavo Henrique de cabeça, mas o lance já estava parado por falta. o Vasco respondeu aos 6', numa cabeçada de Coutinho para defesa tranquila de Hugo Souza. Aos 9' Robert Renan curtiu uma de atacante e soltou um torpedo para boa defesa de Hugo. Aos poucos, o jogo foi ficando mais picado devido à vários momentos de confusão entre os dois times. O clima era tenso entre os jogadores de ambos os lados. 


Aos 17', num lindo contra-ataque, o Corinthians voltou a frente no Maraca, num lindo giro de Breno Bidon, que tocou para Matheusinho lançar Yuri Alberto, que rolou para Memphis fazer o segundo. O Vasco só foi conseguir responder aos 26', num chute perigoso Rayan que passou ao lado do gol. O jogo ficou mais travado no final. Aos 46', Hugo Souza salvou falta de Rayan. No fim das contas, a taça ficou com o Corinthians.

Agora, o campeão Corinthians volta a campo dia 11 de janeiro, diante da Ponte, já pelo Paulistão do ano que vem, na Arena, às 16 horas. Já o Vasco pegará o Maricá, também pelo estadual, mas obviamente o Carioca, em data ainda a ser definida oficialmente pela FERJ na metade de janeiro. 

Corinthians e Vasco ficam no 0 a 0 na ida da decisão do Copa do Brasil

Foto: Matheus Lima / CR Vasco da Gama

Placar em branco em Itaquera

Nada de gols no primeiro jogo da decisão da Copa do Brasil de 2025. Na noite desta quarta-feira, dia 17, na Neo Química Arena, em São Paulo, Corinthians e Vasco empataram em 0 a 0 e deixaram a definição do título para o Maracanã, no domingo.

As duas equipes precisaram das penalidades para chegar na decisão. Depois de vencer no Mineirão, por 1 a 0, o Corinthians perdeu na NeoQuímica Arena, por 2 a 1, mas nas cobranças da 'marca da cal' ganhou por 5 a 4. Já o Vasco, com ambos os embates no Maracanã, ganhou o primeiro jogo por 2 a 1, de virada, perdeu o segundo por 2 a 1, mas levou a melhor nas penalidades por 4 a 3.

Com as duas equipes errando com frequência na saída de bola, Corinthians e Vasco tentaram se aproveitaram dos vacilos defensivos do adversário para criar na primeira etapa. Em casa e com grande apoio da torcida, o Timão chegou na área do Vasco aos 12', depois de Memphis Depay roubar a bola de Cuesta. Na sequência do lance, Breno Bidon apareceu em boa posição dentro da área, mas errou a finalização.

A resposta vascaína assustou a Fiel: Rayan apareceu livre no campo de ataque para marcar na saída de Hugo Souza, aos 18', mas a jogada foi anulada por impedimento. O Corinthians também teve um gol anulado, aos 25, depois que Memphis Depay completou para o gol, em posição de impedimento, após desvio de Yuri Alberto dentro da área. Depois, o ritmo caiu, os times não conseguiram chegar com perigo e a partida foi para o intervalo com 0 a 0 no placar.

No segundo tempo, o Vasco voltou melhor e pressionou o Corinthians. Aos 12', Rayan teve a chance de finalizar, mas mandou para fora. Aos 20', Coutinho finalizou e a bola desviou em André Ramalho. Já aos 21', Barros, de cabeça, mandou na trave após cobrança de escanteio.


Aos 35', Yuri Alberto obrigou Léo Jardim a fazer grande defesa. O Timão, com a chegada do fim do jogo, foi para a tentativa de fazer o gol da vitória, mas não conseguia finalizar. No último lance, Léo Jardim defendeu chute de Vitinho e o placar de 0 a 0 prevaleceu no apito final.

O jogo de volta está marcado para o próximo domingo, às 18 horas, no Maracanã, no Rio de Janeiro. Quem vencer fica com o título. Em caso de novo empate, a definição do campeão da Copa do Brasil será nas penalidades.

CBF confirma detalhes das finais da Copa do Brasil

Foto: divulgação / CBF

Taça da Copa do Brasil

A Copa do Brasil de 2025 terá uma decisão inédita: Corinthians x Vasco. A final, em duas partidas, começa na quarta-feira (17), às 21h30, na Neo Química Arena. No domingo (21), às 18h30, o campeão será conhecido após confronto no Maracanã.

O Corinthians foi batido em casa pelo Cruzeiro por 2 a 1 neste domingo. Como tinha vencido o primeiro jogo, em Minas, por 1 a 0, a definição do classificado foi para os pênaltis. O goleiro Hugo Souza defendeu duas cobranças e garantiu a vitória do time paulista por 5 a 4.

Nos 90 minutos, Arroyo fez os dois gols do Cruzeiro, que abriu 2 a 0, resultado que lhe assegurava na decisão, mas Matheus Bidu conseguiu diminuir para o Corinthians e determinou o empate no placar agregado: 2 a 2.

Mais tarde, no Maracanã, o Fluminense derrotou o Vasco por 1 a 0, devolvendo a vitória do adversário no meio de semana, que havia lhe imposto um placar de 2 a 1, de virada. O gol do Tricolor foi de Paulo Henrique, contra.

Com placar agregado também de 2 a 2, a disputa foi para os pênaltis. Fabio defendeu a primeira cobrança, de Vegetti, mas Leo Jardim acabou como o herói vascaíno ao impedir que John Kennedy e Canobbio marcassem. Resultado: Vasco 4 a 3. Agora, o Corinthians tentará seu quarto título da competição. O Vasco vai em busca do segundo troféu.

O desfecho da fase semifinal da Copa do Brasil tirou qualquer chance de o São Paulo se classificar para a Libertadores. O Tricolor paulista ficou em oitavo no Brasileiro e vivia a expectativa de que o campeão da Copa fosse Cruzeiro ou Fluminense para conseguir a vaga. Cruzeiro e Fluminense ficaram na frente do São Paulo no campeonato nacional.


Confira os detalhes da decisão:

Quarta-feira - 17 de dezembro
21h30
Corinthians x Vasco da Gama
Neo Química Arena - São Paulo

Domingo - 21 de dezembro
18h30
Vasco da Gama x Corinthians
Maracanã - Rio de Janeiro

Vasco leva 1 a 0 do Flumninense, mas ganha nas penalidades e está na decisão da Copa do Brasil

Foto: Lucas Merçon / Fluminense FC

Flu venceu no tempo normal, mas deu Vasco nas penalidades

O Vasco está na decisão da Copa do Brasil de 2025. Mesmo tendo perdido no tempo normal para o Fluminense, por 1 a 0, o Cruzmaltino venceu nas penalidades, por 4 a 3 e cravou seu lugar na final. O jogo de volta da semi foi na noite deste domingo, dia 14, no Maracanã, no Rio de Janeiro.

Com um gol nos acréscimos, o Vasco ganhou o jogo de ida por 2 a 1, na última quarta-feira, também no Maracanã, e precisava apenas de um empate para chegar na decisão. Já o Fluminense tinha que vencer por dois gols de diferença, para avançar direto, ou por um e levar a definição para as penalidades.

Muito perde e ganha no meio de campo, bolas longas e equilíbrio. Fluminense e Vasco fizeram um primeiro tempo disputado no Maracanã, com vantagem para quem errou menos. Se de um lado Fábio voou para fazer duas belas defesas em chutes de longa distância de Andrés Gómez e Rayan, o Tricolor teve paciência para se encontrar após um início confuso e pressionar com a dupla Samuel Xavier e Canobbio pelo lado direito de ataque.

E foi assim que saiu o primeiro gol, aos 35 minutos. O lateral descolou belo passe para o uruguaio chegar cruzando. Everaldo desviou no primeiro pau, acertou a trave, e Paulo Henrique se enrolou todo na sequência da jogada. A tentativa de corte virou gol contra e incendiou o Maracanã, faznedo com que o Fouminense fosse para o intervalo vencendo por 1 a 0.

No segundo tempo, o Fluminense seguiu melhor no jogo. O Tricolor em boa parte do tempo, ficou mais perto do segundo gol do que o Vasco empatar. Apesar das chances, com o passar dos minutos, a prudência foi tomando conta, os times diminuindo o ritmo, com medo de tomar o gol da eliminação, e a definição da vaga foi para as penalidades.


Nas cobranças, pelo Fluminense, Thiago Silva, Ganso e Renê marcaram. Léo Jardim defendeu as batidas de John Kennedy e Canobbio. Já pelo Vasco, Rayan, Vitor Luís, Phillippe Coutinho e Puma fizeram. Fábio pegou o chute de Vegetti, mas o Cruzmaltino venceu por 4 a 3 e conquistou a vaga.

Com o resultado, o Vasco da Gama está na decisão da Copa do Brasil, onde vai encarar o Corinthians, que eliminou o Cruzeiro na outra semifinal. Os jogos da decisão devem ser na quarta-feira, dia 17, na NeoQuímica Arena, em São Paulo, e domingo, dia 21, no Maracanã, no Rio de Janeiro.

Vasco marca no 'apagar das luzes' e vence o Fluminense de virada na ida da semi da Copa do Brasil

Por Lucas Paes
Foto: Lucas Merçon/Fluminense FC

Virada vascaína no finalzinho

O Vasco conquistou um enorme resultado na noite desta quinta-feira, dia 11, no Maracanã. O Cruzmaltino fez nos acréscimos o gol da virada e venceu o Fluminense por 2 a 1, e com isso abriu uma pequena vantagem na semifinal da Copa do Brasil. O time alvinegro está a um empate da decisão da competição. Os gols foram de Serna, para os tricolores e de Rayan e Vegetti para o time de Fernando Diniz, numa noite de muita festa das duas torcidas no Rio de Janeiro.

As duas equipes vinham obviamente de suas partidas pela última rodada do Campeonato Brasileiro. O Cruzmaltino fez uma campanha claudicante no Brasileirão e se salvou no fim de sofrimentos maiores, encerrando sua campanha levando uma sonora goleada de 5 a 0 do Atlético Mineiro em Belo Horizonte na última rodada. O Fluzão bateu o Bahia no Maracanã por 2 a 0 e se garantiu inclusive na fase de grupos da Libertadores. Pela Copa do Brasil, o Vasco havia eliminado o Botafogo nas quartas, enquanto os Tricolores bateram o Bahia.

Com muita festa de ambos os lados antes do jogo, as duas equipes tentaram começar de maneira ofensiva no Maraca. O Vasco chegou cedo, em lance onde Andrés tomou a bola de Freytes, mas parou em boa interceptação da zaga tricolor na hora do chute. Aos 6 minutos, o Fluminense chegou em lindo chute de Serna por sobre o gol. Apesar de melhor e mais dominante nos primeiros minutos de jogo, o campeão da Libertadores de 2023 viu o Cruzmaltino chegar muito perto com Puma Rodriguez, que só não abriu o placar devido a intervenção crucial de Thiago Silva. 

Aos 21', porém, o Tricolor fez valer sua superioridade no início e abriu o marcador numa linda jogada ensaiada de bola parada, com Renê batendo a falta, Thiago Silva ajeitando de cabeça e Serna mandando para as redes. A partir do gol, a quantidade de chances mais claras reduziu bastante de ambos os lados, com o time de Zubeldia chegando mais. A melhor chance do Vasco veio já nos acréscimos, num chute de Goméz que passou muito perto após falha de Thiago Silva. O primeiro tempo terminou com vantagem tricolor.

Na etapa final, o Vasco veio para a pressão e deixou tudo igual aos quatro minutos, numa linda jogada que conclui-se num passe de Nuno para Rayan empatar. Pouco depois, Everaldo teve boa chance de cabeça na resposta do Flu, mas cabeceou nas mãos de Léo Jardim. Aos 8', Puma só não virou o jogo devido a defesa incrível de Fábio com o pé. O jogo era muito aberto no segundo tempo. Se de um lado o Vasco vinha com tudo e buscava a virada, assustando o experiente Fábio. 


O ritmo do jogo diminuiu um pouco depois disso, com o natural cansaço dos dois times, mas o domínio seguiu com o Cruzmaltino, que só não virou aos 24' pois a cabeçada de Puma Rodriguez estourou na trave. O ritmo seguiu mais lento depois disso, com poucas chances de perigo dos dois lados. As duas equipes não desistiram de tentar o gol da vitória até o fim e o Vasco foi premiado pelo talento espetacular de Rayan, que aos 48', fez linda jogada, rolou para Puma que cruzou na cabeça de Vegetti para dar n

Agora, o jogo de volta acontece no domingo, dia 14 de dezembro, às 20h30, de novo no Maracanã. Quem vencer estará classificado a decisão e em caso de empate teremos decisão por pênaltis para definir o finalista da competição.

Marco Antônio Boiadeiro e sua trajetória pelo Vasco

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Boiadeiro jogou no Vascão entre 89 e 90

Nesta quinta-feira, dia 13 de junho de 2024, Marco Antônio Ribeiro, ex-jogador popularmente conhecido como Marco Antônio Boiadeiro, está completando 59 anos de idade. Ao longo de sua carreira, o meia, que foi ídolo em vários clubes que atuou, chegou a defender as cores do Vasco da Gama entre fim da década de 80 e começo dos Anos 90.

Revelado pelo Botafogo de Ribeirão Preto em 85, o Boiadeiro chegou ao Cruzmaltino em 89, após se destacar com a camisa do Guarani de 86 a 88. Fez parte da histórica SeleVasco, que conquistou títulos no cenário nacional e internacional.

Em 89, foi peça fundamental na conquista do Brasileiro e também ajudou a equipe carioca a conquistar o tricampeonato do Troféu Ramon de Carranza, disputado na Espanha, ao bater o Nacional do Uruguai pelo placar de 2 a 0. Já em 90, ano de sua despedida, teve a oportunidade de levantar o troféu da Taça Guanabara. 

Neste período atuando no Vasco, disputou 58 partidas e fez quatro gols. Na temporada seguinte, rumou para o Cruzeiro, onde permaneceu até 93, conquistando quatro canecos.


Na sequência de sua carreira, Boiadeiro ainda jogou em times como Flamengo, Corinthians, Rio Branco-SP, Anápolis, América Mineiro, Atlético Mineiro, União Barbarense e chegou a encerrar a trajetória de atleta no Grêmio São-Carlense em 2000. Porém, alguns anos depois, voltou da aposentadoria e atuou no Tanabi.

A curta passagem de Jorge Mendonça pelo Vasco

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Jorge Mendonça atuando no Vasco

O futebol brasileiro era lotado de atacantes de extrema qualidade em tempos mais antigos. Muitos se lembram dos gloriosos anos 1990 e começo dos anos 2000, quando nomes como Luisão, Amoroso, Élber, Jardel e diversos outros sequer conseguiam atuar muito na seleção devido a existência de sujeitos como Ronaldo e Romário. Nos anos 1970 e 1980, porém, o Brasil também tinha muitos bons atacantes. Um deles foi o infernal Jorge Mendonça, ídolo do Palmeiras, que também passou pelo Vasco.

Exímio finalizador e também veloz, Jorge nasceu em Silva Jardim, no estado do Rio de Janeiro, em 6 de junho de 1954. Começou sua trajetória no Bangu e passou pelo Náutico antes de fazer história jogando pelo Palmeiras. Foi ao fim da passagem no Verdão, após um atrito com Telê Santana devido a fugir da concentração para curtir a noite do Rio de Janeiro que ele chegou ao Cruzmaltino. 

Na época, a missão de Jorge era duríssima: substituir o eterno ídolo Roberto Dinamite, que havia ido tentar a sorte no futebol europeu, mais precisamente no Barcelona. Na época, chegou para a disputa do Brasileirão, que era jogado no primeiro semestre e então acabou estreando em uma partida diante do America, do Rio de Janeiro, em 3 de fevereiro daquele ano que na época jogava o nacional. Nesse jogo, Jorge marcou o gol da vitória do Vasco.

Seguiu sem marcar nos 4 jogos seguintes, fez um belíssimo gol de cabeça em seu quinto jogo, diante do Grêmio, sendo seu segundo pelo Vasco. Voltou a marcar diante do Santa Cruz, fazendo dois, logo depois de uma derrota diante do Atlético Goianiense.  Depois disso, outros quatro jogos sem marcar e fez diante do Vitória, seguindo por um jogo sem marcar e outro gol diante do Náutico. Seu primeiro gol em um jogo que não era do Brasileirão veio na Libertadores, numa belíssima cobrança de falta diante do Inter.


Entre abril e o começo de maio, entrou numa sequência de quatro jogos seguidos fazendo gol, interrompida naquela que seria sua última partida pelo Vasco, diante do São Paulo. Acabou se despedindo do clube ao fim da campanha no Brasileirão, onde o Cruzmaltino foi até a terceira fase. Não foram números ruins, já que ele fez 11 gols em 22 jogos em São Januário, mas acabou não seguindo no clube, indo ao Guarani

Jorge Mendonça pendurou as chuteiras em 1990, atuando pelo Paulista de Jundiaí. Ele é um dos vários nomes que foi jogar no time dos eternos. O ex-atacante nos deixou em 2006, vítima de problemas cardíacos que o atormentavam a alguns anos na época. 

A história de Alfinete no Vasco

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Alfinete atuando no Vasco

Muitos jogadores fizeram história vestindo a camisa do Vasco da Gama. Se hoje o Cruzmaltino amarga um de seus períodos mais críticos, parecendo ter acostumado a conviver com rebaixamentos, um dia o alvinegro carioca foi um dos grandes clubes do futebol brasileiro, protagonista de grandes partidas e de grandes títulos. Um dos nomes que fez história em São Januário foi o lateral Paulo Cesar Barreiro, que ficou mais conhecido pelo apelido de Alfinete.

Nascido em 30 de maio de 1949, Alfinete, que era natural do Rio de Janeiro, surgiu para o futebol nas divisões de base do Olaria, por onde jogou durante alguns anos, passando também pela Lusa nesse meio tempo. Em 1971, seu bom futebol chamou a atenção do Vasco, que o contratou para aquela temporada, dando a primeira chance de Alfinete em um time grande.

Alfinete chegou ao Vasco num período que se tornaria "complicado" para o time de São Januário. Campeão estadual em 1970, a equipe tentava manter a força que tinha no estado quando contratou o lateral do Olaria, já que ele havia se destacado no estadual daquele ano. Ganhou espaço aos poucos no time cruzmaltino, passando a jogar de maneira constante a partir do ano seguinte, principalmente na campanha do nacional.

Seguiu no Vasco no ano seguinte, sendo titular absoluto durante as campanhas de 1973 e além de tudo deixando também seus gols em algumas partidas. Em 1973, foram incríveis cinco gols do lateral esquerdo, o que o tornou um dos artilheiros da equipe na campanha do Brasileirão. Seu grande ano, porém, viria em 1974, quando o Vasco escreveria uma das páginas mais bonitas de sua história, sendo campeão brasileiro pela primeira vez.


No título de 1974, Alfinete fez parte de um senhor time do Vasco, que contava na frente com um tal de Roberto Dinamite e também com nomes como Andrada e Ademir. Alfinete, além de toda a contribuição defensiva, foi decisivo na final diante do Cruzeiro, marcando o gol de empate no jogo de ida, no Mineirão, o que facilitou o título do Vasco na volta. 

Permaneceu como jogador do clube até o final de 1975, quando acabou negociado com o modesto Democrata, de Governardor Valadares. Dentro de campo, Alfinete vestiu a camisa cruzmaltina em 288 oportunidades, marcando um total de doze gols pelo clube. Voltou como funcionário do clube anos depois, fazendo de tudo, tendo uma vida ligada ao Vasco, time que é torcedor.  

Há 71 anos, goleiro Barbosa sofria grave lesão em um Vasco x Botafogo

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Barbosa sofreu uma grave contusão neste jogo diante do Fogão

Nesta quinta-feira, 16 de maio de 2024, se completam 71 anos do histórico clássico carioca entre Vasco da Gama e Botafogo, válido pelo extinto Torneio Rio-São Paulo de 1953. Naquela ocasião, o duelo entre o Gigante da Colina e o clube Alvinegro de General Severiano terminou empatado sem gols, mas acabou ficando marcado por um momento que chocou o país.

No decorrer desta fatídica partida, o goleiro Barbosa, que foi muito perseguido pela falha na final da Copa do Mundo de 1950 diante do Uruguai em pleno Maracanã e defendia as cores do Vasco na época, sofreu uma lesão gravíssima. Ele acabou se envolvendo num lance com Zezinho, atacante do Fogão, e fraturou tanto a tíbia, quanto o perônio de uma das pernas.

O momento causou uma grande comoção. Apenas conseguiu se recuperar quando começaram a fazer filas no Hospital dos Acidentados para todos os cidadãos que tivessem vontade de visitar o arqueiro vascaíno.


Foi exatamente naquele momento que o goleiro Cruzmaltino passou a ter um sentimento especial. Afinal, ele começou a se sentir uma pessoa muito querida pelo torcedor dos times de futebol em geral.

Além de ter perdido o resto da campanha no Torneio Rio-São Paulo, que acabou sendo vencido pelo Corinthians sobre o Vascão na final, o guarda-redes foi impedido de ir ao Mundial de 54. Posteriormente, o goleiro nunca mais voltou a defender a Seleção Brasileira na sequência da carreira.

Arturzinho e sua trajetória no Vasco

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Arturzinho atuou no Vasco em 1984

Nesta segunda-feira, dia 13 de maio de 2024, Artur dos Santos Lima, ex-jogador popularmente conhecido pela sua alcunha de Arturzinho, está comemorando 68 anos de idade. No decorrer de sua longeva carreira como atleta, o meio campista teve uma curta, mas muito memorável passagem pelo Vasco da Gama em 1984.

Chegou ao Cruzmaltino ostentando a fama de 'Rei Artur', apelido recebido quando ainda atuava com a cores do Bangu. Apesar de ter visto o seu time perder o título do Campeonato Brasileiro daquele ano para o Fluminense, foi uma peça importante para o elenco durante toda a campanha, Afinal, acabou sendo um dos artilheiros daquela edição com 14 tentos marcados. Ficou atrás de ninguém menos do que Roberto Dinamite, que balançou as redes em 16 oportunidades.

Seu grande rendimento no Vascão lhe rendeu muitas coisas boas. Entre elas, uma chance de jogar pela Seleção Brasileira. 


De acordo com o site Netvasco.com, o meia disputou um total de 28 jogos e marcou 16 gols pelo clube de São Januário. Ainda naquele ano, se transferiu para o Corinthians, onde permaneceria até 85.

Posteriormente, Arturzinho ainda deu sequência a sua carreira profissional jogando por clubes tradicionais do futebol brasileiro. Anunciou a sua aposentadoria em 97, após passar pelo Fluminense.

Alcir Portella e sua história no Vasco

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Alcir é um dos grandes ídolos da história vascaína

Nesta quinta-feira, dia 9 de maio de 2024, Alcir Pinto Portella, eternamente marcado como um dos maiores ídolos da história do Vasco da Gama por tamanha identificação, estaria comemorando 80 anos de idade, caso ainda estivesse vivo. Enquanto atleta, dedicou a maior parte da sua carreira ao Cruzmaltino, clube onde atuou entre o começo da década de 60 e a metade dos Anos 70.

Em todo este período defendendo a camisa vascaína, o volante ocupa a 4ª colocação no ranking de jogadores que mais atuaram pelo clube com 511 jogos disputados segundo o site netvasco.com. No decorrer desta sua brilhante trajetória, participou de diversos momentos gloriosos: esteve no time campeão Carioca de 70, e posteriormente, conduziu o forte elenco do Vascão que conquistaria o Brasileirão de 74, ambos como capitão.

Ainda em 74, recebeu o Prêmio Belfort Duarte, que tinha como objetivo homenagear o atleta que ficasse dez anos sem ser expulso, tendo atuado em pelo menos 200 jogos fossem eles de nível nacional ou internacional.


Após pendurar as chuteiras, ainda retornou ao Vasco e conquistou outros três títulos nacionais 1989, 1997 e 2000 na função de auxiliar técnico. Com isso, se tornou o primeiro personagem a estar presente em todos os títulos brasileiros da equipe.

O trágico falecimento do ídolo aconteceu no dia 29 de agosto de 2009, quando tinha 64 anos de idade e morava no Leme. O ex-jogador teve falência múltipla dos órgãos. Alcir também vinha de uma longa batalha de oito anos contra um câncer de próstata.

A história de Géder no Vasco da Gama

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Geder atuando pelo Vasco

Antônio Géder Mota Camilo, mais conhecido Géder, foi durante sua carreira futebolística um zagueiro de atuações boas e discretas pela grande maioria dos clubes onde passou. Nascido em 23 de abril de 1978, o defensor teve uma carreira que terminou relativamente cedo para um jogador da sua posição, mas viveu bons momentos em sua trajetória futebolística. Boa parte dos grandes momentos vividos em sua carreira foi atuando pelo Vasco, clube pelo qual começou sua trajetória profissional.

Nascido em Recreio, no estado de Minas Gerais, Géder deu seus primeiros passos no futebol no tradicional Serrano, do Rio de Janeiro antes de ser observado pelos juniores do Vasco da Gama, clube que o trouxe ainda naquela categoria antes de alçar o zagueiro ao time profissional. Ele chega ao clube em 1996 e em 1997 faz sua estreia pelo Cruzmaltino, ainda que ali fosse apenas uma partida.

Géder começa a jogar mais regularmente em 1998, vindo do banco num time que tinha uma defesa formada pelos históricos Odvan e Mauro Galvão, dois dos maiores nomes da história cruzmaltina na posição. Na conquista da Libertadores vive inclusive o seu primeiro grande momento pelo clube, quando faz boa partida diante do Grêmio, na fase de grupos e marca o gol da vitória vascaína no 1 a 0 sobre o Tricolor em São Januário, seu primeiro pelo Vasco. Também faz parte do elenco campeão carioca.

Atua em mais jogos durante o ano de 1999, seguindo como um reserva que atuava com certa constância na equipe. Faz parte do elenco campeão do Torneio-Rio São Paulo em cima do Santos, ainda que sem atuar na competição e também da equipe que conquista a Taça Rio. Acaba entrando em campo em 28 jogos naquele ano, sem marcar nenhum gol, seguindo na reserva dos históricos Odvan e Mauro Galvão, que pouco espaço davam a qualquer concorrente.

Em 2000, mais uma vez é parte do elenco campeão da Mercosul e do Brasileirão, atuando em apenas onze jogos naquele ano, que ocorreram todos no segundo semestre. Com isso, acaba inclusive atuando na equipe que é campeã do Brasileirão e da Mercosul, ainda que novamente principalmente como reserva. A partir de 2001, passaria a atuar mais constantemente no time titular.


Seus dois últimos anos no Vasco são de mais atuações, mas as glórias já passam a escapar mais de São Januário. Era parte do elenco que sofreu a traumática derrota para o Flamengo na final do Campeonato Carioca, com o gol de falta histórico de Petkovic no finalzinho. Era titular na campanha do Brasileirão de 2001, onde o Cruzmaltino não vai ao mata-mata. Segue no clube em 2002, também sendo titular na maioria dos jogos, em outro ano onde o alvinegro não consegue muita coisa, inclusive ficando a precisos seis pontos da zona de rebaixamento e da zona de classificação ao mesmo tempo no Brasileirão.

Encerra sua passagem pelo Vasco em 2003, quando é negociado com o Saturn, modesto clube do futebol russo. No total, em seus cinco anos pelo clube, esteve em campo em 156 partidas, marcando um total de quatro gols. Pendurou a chuteira em 2012, no Olaria. 

A história de Mazinho com o Vasco

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Mazinho atuando no Vasco

Um dos grandes nomes da volância e também da lateral direita do futebol brasileiro nos anos 1980 e 1990, o paraibano Mazinho, que completa seus 58 anos neste dia 8 de abril, teve uma carreira com diversas grandes passagens e histórias pelos clubes onde jogou, sendo inclusive pai dos ótimos Rafinha e Thiago Alcântara, que nasceram quando ele jogava na Espanha. Antes do sucesso em terras europeias, porém, ele viveu grandes momentos atuando pelo Vasco da Gama.

Chegou ao Cruzmaltino ainda nas categorias de base, depois de passar alguns anos no modesto Santa Cruz, do seu estado. Ficou pouco tempo nas canteiras de formação do Vasco antes de estrear no profissioanl, fato que viria a ocorrer ainda em 1985. Desde o início mostrava um bom futebol e não demorou muito para começar a conquistar seu espaço dentro de São Januário. 

Por lá, ele subiu numa geração de grandes nomes vascaínos, como Romário, Mário Tilico e Lira. Na época, atuava como lateral direito. Estreou em novembro de 1985 e em dezembro já havia marcado seu primeiro gol, em um amistoso diante do Nova Venécia. As poucas atuações em 1985 foram suficientes para garantir que fosse titular absoluto do time a partir do ano seguinte, função onde permaneceria durante praticamente toda a sua passagem.


Em 1987, foi um dos destaques do time em seu primeiro título com a camisa do Vasco, ajudando a equipe a conquistar o Campeonato Carioca daquele ano, repetindo a dose em 1988. Sua maior conquista com o Vasco, porém, viria em 1989, quando foi um dos destaques do título do Brasileirão, conquistado em cima do São Paulo em uma final dentro do Morumbi. Ganhou a Bola de Prata da revista placar em 1987, 1988 e 1989.

Encerrou sua passagem no Vasco em 1990, quando acabou negociado com o modesto Lecce, que na época era parte da badalada Série A italiana. No total, em cinco anos pelo Vasco, atuou em 232 partidas, marcando 17 gols, segundo números da Wikipedia. 

A curta trajetória de Dener pelo Vasco da Gama

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Dener atuou no Vascão em 1994

Dener Augusto de Sousa, ex-meio campista popularmente conhecido apenas como Dener, completaria 53 anos de idade nesta terça-feira, dia 2 de abril de 2024, caso ainda estivesse vivo. Pouco antes de falecer, o jovem atleta chegou a defender o Vasco da Gama por um curto período no começo da década de 90.

Cria das categorias de base da Portuguesa, o meia chegou ao Crumaltino em 1994, pouco depois de ser emprestado ao Grêmio no ano anterior. o Seu início no clube carioca foi promissor, já que com suas grandes atuações, ajudou a equipe de São Januário a conquistar a Taça Guanabara.

No decorrer de sua passagem, Dener ainda participou de uma excursão que o Gigante da Colina pela Argentina. Em campo, jogou tão bem no amistoso disputado contra o Newell's Old Boys, que foi elogiado por ninguém menos do que Maradona. O craque, inclusive, fez de tudo para cumprimentar o brasileiro logo após o apito final

Suas excelentes atuações com a camisa vascaína fizeram com que o meia se tornasse um verdadeiro xodó da torcida. para homenageá-lo, criaram o nada modesto grito dizendo que "Dener era a mistura do Garrincha com o Pelé".

No dia 17 de abril de 94, o jovem disputou a sua última partida pelo Vascão: o empate em 1 a 1 com o Fluminense, pelo quadrangular final do Campeonato Carioca. Naquele jogo, Dener acabou sendo expulso e voltou de carro para São Paulo em meio a sua folga.

O meio campista veio a falecer dois dias depois, e com isso, acabou perdendo a comemoração do tricampeonato carioca.


No contrato feito entre a Portuguesa e Vasco havia uma cláusula que obrigava a cessionária 'a fazer um seguro de vida e acidentes pessoais ao atleta, que deveria dar cobertura até o término do empréstimo por um valor total de US$ 3 milhões'. 

Entretanto, o clube carioca não cumpriu o acordo, e deu início a uma briga que durou anos para a Lusa e a família do atleta receberem o dinheiro.

Dener se envolveu num acidente de trânsito em 19 de abril de 94, exatamente 17 dias depois de completar 23 anos de idade. Naquela época, o jogador estava próximo de acertar a sua transferência para o futebol alemão, onde atuaria no Stuttgart, junto de Dunga.

Odvan e suas passagens pelo Vasco da Gama

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Odvan, ex-zagueiro, teve duas passagens pelo Cruzmaltino

O ex-zagueiro Odvan Gomes Silva Nascimento, popularmente conhecido apenas como Odvan, completa 50 anos de vida nesta terça-feira, dia 26 de março de 2024. No decorrer de sua carreira como atleta, o defensor teve duas passagens pelo Vasco da Gama, onde fez muito sucesso e ajudou o clube de São Januário a conquistar vários títulos entre o fim da década de 90 e começo dos Anos 2000.

Na primeira delas, teve a oportunidade de formar dupla de zaga junto do já experiente Mauro Galvão. Pelo Cruzmaltino, Caveirão fez parte dos elencos campeões dos Campeonatos Brasileiros de 97 e 2000, do Carioca de 98, da Libertadores de 98, do Torneio Rio-São Paulo de 99 e da Copa Mercosul de 2000.

Seu grande desempenho com a camisa do Gigante da Colina o levou a ser convocado para defender a Seleção Brasileira, treinada por ninguém menos do que Vanderlei Luxemburgo, entre 97 e 98. Neste período jogando pela Amarelinha, disputou 12 jogos.


A sua segunda e última trajetória pelo Vascão aconteceu em 2008, depois de rodar por vários clubes do Brasil e duas agremiações do exterior. Na ocasião, Odvan retornou à equipe carioca para atuar ao lado de Edmundo e Pedrinho, com quem venceu o Brasileirão de 97. A tarefa era salvar o time do rebaixamento, mas o clube carioca não conseguiu fazer uma boa campanha e acabou sofrendo o descenso para a Série B.

Pouco depois da queda, Odvan encerrou o seu vínculo com o time do Rio de Janeiro após 280 partidas disputadas e 13 gols marcados pelo clube ao longo das duas passagens.

Em São Januário, Água Santa é eliminado da Copa do Brasil nos pênaltis pelo Vasco

Foto: Alan Araújo / @a5_fotografia

Empate em 3 a 3 no tempo normal

Uma noite de quinta-feira, dia 7, de muito nervosismo em São Januário, no Rio de Janeiro. Gols, viradas, expulsões e pênaltis. E assim, depois de um empate em 3 a 3 no tempo normal, o Água Santa, que chegou a sentir o cheiro da classificação no tempo normal, perdeu para o Vasco da Gama, por 4 a 1 nas penalidades, e foi eliminado da Copa do Brasil.

Ainda na luta pela classificação no Paulistão, o Netuno vinha de derrota para o São Bernardo FC, no Primeiro de Maio, por 2 a 0. Já o Vasco vinha de goleada sobre a Lusa Carioca no estadual, jogando em seus domínios. Na Copa do Brasil, o Água Santa havia eliminado a Jacupiense, com uma vitória por 2 a 1, enquanto o Vasco eliminou o Marcílio Dias, vencendo por 3 a 1, fora de casa. 

O Vasco iniciou o primeiro tempo  com tudo. Rapidamente, o time encontrou os espaços na defesa do Água Santa e não demorou para abrir o marcador. Galdames abriu o placar logo aos três minutos, aproveitando a sobra de um chute de Payet.

A pressão continuou intensa, pois o Água Santa pouco ameaçou. Aos 15', depois de uma bela troca de passes, Vegetti aumentou de cabeça, em cruzamento de Paulo Henrique. Payet comandou ainda outros bons ataques que poderiam ter aumentado o placar.

O Água Santa só levou perigo na reta final do primeiro tempo. Artur, Júnior Todinho e Robles tiveram boas chances, acertando inclusive a trave, mas Neilton foi mais preciso e conseguiu diminuir a vantagem do Vasco no último lance do primeiro tempo.

Na segunda etapa, o Netuno cresceu e chegou ao empate aos 13 minutos. Luan Dias cobrou falta, Robles ganhou de Medel e fez, de cabeça, o segundo gol do Água Santa, empatando o jogo. Depois do gol do time visitante, o jogo ficou truncado.

Mas, quem acabou marcando foi o Água Santa. Aos 42 minutos, Ronald recebeu pelo meio, se livrou de Piton e tocou para Luan Dias conduzir a bola e tocar por cima de Léo Jardim para virar o jogo: 3 a 2 para o Netuno.


Mas o Vasco acordou e empatou novamente aos 47 minutos. Payet cobrou falta jogando a bola na área, Piton cabeceou para baixo e empatou novamente o jogo. Após o gol, confusão entre jogadores das duas  equipes. Com o resultado de 3 a 3, a vaga para a terceira fase da Copa do Brasil foi para as penalidades.

Nas penalidades, o Água Santa teve Robles e Bruno Mezenga perdendo, com Alex conferindo. Já o Vasco marcou com Payet, Piton, Sforza e Verreti, venceu por 4 a 1 e conseguiu a classificação para a terceira fase do certame.

Agora, o Netuno volta a campo no domingo, às 16 horas, quando recebe o Corinthians, no Primeiro de Maio, em São Bernardo do Campo. Já o Vasco joga também no domingo, mas às 18h30, quando enfrenta o Nova Iguaçu, no Maracanã, pelas semifinais do Campeonato Carioca. Na Copa do Brasil, o Vasco agora aguardará sorteio para conhecer seu adversário na próxima fase.

15 anos sem Friaça

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Friaça faleceu no dia 12 de janeiro de 2009

Nesta sexta-feira, dia 12 de janeiro de 2023, se completam 15 anos da morte do ex-atacante Albino Friaça Cardoso, que enquanto jogador, fez história vestindo a camisa do Vasco da Gama entre as décadas de 40 e 50. Além de estar presente em conquistas marcantes do Cruzmaltino ao longo de sua carreira, o avançado também chegou a defender as cores da Seleção Brasileira.

Desde o início de sua trajetória no futebol, Friaça foi um centroavante que tinha velocidade, pontaria e potência nas finalizações, além de também ser versátil e cumprir qualquer função na linha ofensiva. Por conta de tudo isso, acabou se tornando um dos maiores artilheiros do Vascão, clube onde colecionou três em um período de onze anos, fez mais de cem gols e em quase duzentas partidas disputadas pela equipe de São Januário.

A primeira vez que o jovem Friaça deixou o Rio de Janeiro foi na década de 30, quando rumou à Carangola (MG), para estudas. Foi defendendo o Ipiranga num amistoso do Município diante do Vasco em 43, que ele chamou a atenção do Gigante da Colina e no fim acabou sendo contratado pelo treinador Ondino Vieira. 

Nas suas primeiras temporadas, Friaça jogou mais pelo Expressinho, apelido dado ao time misto do Vasco, que jogava amistosos por todo o território nacional, além de disputar e conquistar campeonatos como o Torneio Relâmpago e Torneio Municipal. Até porque, em 47, o atacante ganhou a titularidade no 'Expresso da Vitória', revezando com Dimas, que também era jovem e considerado muito promissor, já que também vinha se destacando. Assim, foi um dos grandes destaques na conquistas do Torneio Municipal de 46 e 47, do Torneio Relâmpago de 46, do Campeonato Carioca de 47 e do Campeonato Sul-Americano de Clubes de 48 - os dois últimos como invicto.

Em 49, Friaça se transferiu para o São Paulo. Logo que chegou, foi campeão paulista e artilheiro do campeonato. Depois de jogar na Ponte Preta em 50, voltou ao Vasco no ano seguinte e foi mais uma vez campeão carioca. Sua terceira e última passagem pelo Vascão ocorreu após um breve período emprestado ao Guarani.

Autor do único gol do Brasil no fatídico Maracanaço no Mundial 50, Friaça explorou sua velocidade e força nos chutes. Depois de se aposentar, o ex-atacante ainda foi dono de uma loja de materiais de construção, mas quem administrava eram seus filhos. 


Mesmo se mostrando uma pessoa de constante bom humor, ficou completamente debilitado por conta da morte de um de seus filhos, que acabou se envolvendo num acidente de asa delta durante a metade dos Anos 90. 

Após esse trágico momento, não se privou de fumar cigarro e consumir bebidas, itens que acabaram comprometendo o seu quadro de saúde. Enfim, no dia 12 de janeiro de 2009, Friaça acabou tendo uma falência multipla dos órgãos no Hospital São José do Avaí, em Itaperuna (RJ), onde e veio a falecer após uma internação que durou 45 dias.

Luís Carlos Winck e sua passagem pelo Vasco

Por Ricardo Pilotto
Foto: Juha Tamminen

Winck teve duas passagens como jogador no Vasco

Luís Carlos Coelho Winck, ex-lateral direito que atualmente trabalha como treinador, comemora o seu 60º aniversário nesta sexta-feira, dia 5 de janeiro de 2024. No decorrer de sua carreira profissional, o defensor teve duas passagens pelo Vasco da Gama durante o fim dos Anos 80 e o começo da década de 90.

A primeira delas aconteceu entre 1989 e 1990, vindo do Internacional, clube onde jogou nas categorias de base e atuou por oito anos no time principal. Seu início no Cruzmaltino foi muito bom e chegou até a ser cotado para disputar a Copa do Mundo de 90, mas acabou sofrendo uma grave fratura que o tirou do torneio.

Recuperado, retornou ao Colorado em 91, e no ano seguinte, voltou ao Gigante da Colina, onde brilhou durante a sua segunda passagem. Nela, pôde contribuir bastante para que o time carioca tivesse sucesso ao conquistar títulos.

De acordo com o site ogol.com, disputou 111 partidas pelo Vascão, somando as duas trajetórias pela equipe. Além disso, com o manto vascaíno, venceu um Campeonato Brasileiro (1989), um Campeonato Carioca (1992), um Troféu Ramón de Carranza (1989), duas Taças Guanabara (1990 e 1992), Taça Rio (1992) e uma Copa Rio Estadual (1992).


Após deixar o Vasco da Gama, ainda rodou por grandes clubes do futebol brasileiro como Grêmio, Corinthians, Atlético Mineiro, Botafogo e Flamengo. Para encerrar a carreira profissional, retornou ao Rio Grande do Sul e pendurou as chuteiras em 1996, após defender o São José-RS.

Joel Santana e sua passagem como jogador do Vasco

Por Felipe Roque
Foto: arquivo

Joel Santana marcando Pelé quando defendia o Vasco

Joel Natalino Santana, conhecido no mundo do futebol simplesmente como Joel Santana, é uma figura icônica que deixou sua marca tanto como jogador quanto como treinador no futebol brasileiro e completa hoje 75 anos. 

Como jogador do Vasco da Gama, Joel Santana viveu momentos emocionantes e contribuiu para a rica história do clube. Sua trajetória no Vasco se deu durante os anos 60 e início dos anos 70, período em que o clube carioca consolidava sua reputação como um dos gigantes do futebol brasileiro.

Joel atuava como lateral-direito, demonstrando grande habilidade técnica e inteligência tática em campo. Sua dedicação e comprometimento com a equipe o transformaram em um jogador respeitado pelos companheiros de time e admirado pelos torcedores vascaínos.

Ao vestir a camisa cruzmaltina, Joel Santana conquistou oito títulos, sendo o Brasileirão de 1974 o mais importante deles. Sua presença em campo era marcada pela raça e determinação, características que mais tarde seriam refletidas em sua carreira como treinador.

Apesar de sua sólida contribuição como jogador, Joel Santana encontraria seu verdadeiro chamado no mundo do futebol quando decidiu se dedicar à carreira de treinador. Seu estilo descontraído, expressões características e vasta experiência fizeram dele uma figura única e respeitada no cenário esportivo brasileiro.

Como treinador, dirigiu o Vasco em 10 títulos, sendo campeão do Brasileirão também como treinador, feito que poucos conseguiram. As conquistas de Joel Santana dirigindo o Cruzmaltino foram: Brasileiro e Copa Mercosul em 2000, Carioca de 92 e 93, Copa Rio em 92, Copa Ouro (EUA), Copa TAP, tricampeão da Taça Rio, bicampeão da Taça Guanabara, Campeonato de Capital e Torneio Juiz de Fora.


Ao relembrar a passagem de Joel Santana pelo Vasco como jogador, os torcedores não apenas celebram as vitórias e conquistas, mas também agradecem por terem testemunhado a trajetória de um verdadeiro ícone do futebol brasileiro, cujo legado perdura no coração dos apaixonados pelo esporte, que representou o Vasco dentro e fora das quatro linhas.

Vasco da Gama e o título brasileiro de 1997

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Edmundo foi o principal jogador do Vasco no Brasileirão de 97

Há exatos 23 anos atrás, o Vasco da Gama conquistava o seu terceiro brasileiro dentro do estádio do Maracanã. O Cruzmaltino havia feito uma primeira fase impecável, ficando na liderança com 54 pontos somados, depois de desafiar os 26 clubes que disputaram o campeonato.

O Gigante da Colina, que tinha um ataque muito forte, não teve muitos problemas para se classificar ao mata-mata. Na segunda fase, o Vascão garantiu a sua vaga para a final junto ao Palmeiras, que foi o líder do Grupo B, com uma goleada por 4 a 1 sobre o Flamengo.

A grande decisão daquele Brasileirão ficou marcada por dois jogos equilibrados que acabaram empatadas. Entretanto, quem levou a melhor foi o clube carioca, que jogava por resultados iguais para se sagrar campeão. A partida de ida foi realizada no dia 14 de dezembro, no Morumbi, com cerca de 55 mil alviverdes presentes nas arquibancadas.

O fato curioso deste jogo foi que Edmundo, o grande nome do Vasco na época e que viria a ser artilheiro com 29 gols no campeonato, levou o terceiro amarelo e foi persuadido por Eurico Miranda a ser expulso. Pouco antes do último duelo, o time Cruzmaltino entrou com efeito suspensivo e o atacante pôde disputar a segunda metade do confronto de 180 minutos.


Na volta, realizada em 21 de dezembro, o Maracanã contou com quase 97 mil torcedores, sendo 89 mil pagantes e a maioria era vascaína. No fim da campanha, quem teve o privilégio de ficar com o título brasileiro daquele ano foi a equipe de São Januário.

O Curioso do Futebol

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