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A história de Mazinho com o Vasco

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Mazinho atuando no Vasco

Um dos grandes nomes da volância e também da lateral direita do futebol brasileiro nos anos 1980 e 1990, o paraibano Mazinho, que completa seus 58 anos neste dia 8 de abril, teve uma carreira com diversas grandes passagens e histórias pelos clubes onde jogou, sendo inclusive pai dos ótimos Rafinha e Thiago Alcântara, que nasceram quando ele jogava na Espanha. Antes do sucesso em terras europeias, porém, ele viveu grandes momentos atuando pelo Vasco da Gama.

Chegou ao Cruzmaltino ainda nas categorias de base, depois de passar alguns anos no modesto Santa Cruz, do seu estado. Ficou pouco tempo nas canteiras de formação do Vasco antes de estrear no profissioanl, fato que viria a ocorrer ainda em 1985. Desde o início mostrava um bom futebol e não demorou muito para começar a conquistar seu espaço dentro de São Januário. 

Por lá, ele subiu numa geração de grandes nomes vascaínos, como Romário, Mário Tilico e Lira. Na época, atuava como lateral direito. Estreou em novembro de 1985 e em dezembro já havia marcado seu primeiro gol, em um amistoso diante do Nova Venécia. As poucas atuações em 1985 foram suficientes para garantir que fosse titular absoluto do time a partir do ano seguinte, função onde permaneceria durante praticamente toda a sua passagem.


Em 1987, foi um dos destaques do time em seu primeiro título com a camisa do Vasco, ajudando a equipe a conquistar o Campeonato Carioca daquele ano, repetindo a dose em 1988. Sua maior conquista com o Vasco, porém, viria em 1989, quando foi um dos destaques do título do Brasileirão, conquistado em cima do São Paulo em uma final dentro do Morumbi. Ganhou a Bola de Prata da revista placar em 1987, 1988 e 1989.

Encerrou sua passagem no Vasco em 1990, quando acabou negociado com o modesto Lecce, que na época era parte da badalada Série A italiana. No total, em cinco anos pelo Vasco, atuou em 232 partidas, marcando 17 gols, segundo números da Wikipedia. 

Mazinho, o "Messi Black", vai para mais uma passagem pelo Oeste

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: arquivo

Ao todo, Mazinho tem 304 jogos e 56 gols em nove passagens pelo Oeste

O Oeste contratou um reforço de peso para a próxima temporada. Chegou ao Rubrão o meia Mazinho, conhecido como “Messi Black” e que jogou em vários times do país, como Palmeiras, Santa Cruz e Coritiba. O Oeste se reforça para a disputa do Paulista A2 de 2024.

Mazinho volta às origens mais uma vez, pois já acumula outras passagens pelo Oeste desde 2007. O experiente jogador esteve pela última vez no Rubrão em 2020, quando ficou por quatro temporadas desde 2017 sendo um dos principais jogadores do time.

Ao todo, Mazinho tem 304 jogos e 56 gols em nove passagens pelo Oeste. O meia é o jogador que mais vestiu a camisa do clube em toda a história. Na carreira, Mazinho passou por XV de Piracicaba, São Caetano, América-RN, Vissel Kobe, do Japão, e União Cacoalense-RO, seu último time em 2023.


Preparação do Oeste para o Paulistão A2 - Reforçado, o Oeste se prepara para a disputa do Paulista A2, competição que busca o acesso à elite do estadual. A estreia do time será contra o Rio Claro, no 17 de janeiro, no estádio Augusto Schimdt.

A passagem de Mazinho Oliveira pelo Bragantino

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Mazinho jogou pelo Bragantino no começo dos anos 90

Nascido em Guarujá, Waldemar Aureliano de Oliveira Filho, popularmente conhecido como Mazinho, que atuava como atacante em seu tempo de jogador profissional, está completando 57 anos de idade nesta segunda-feira, dia 26. Durante a sua carreira, ele teve uma passagem pelo antigo Clube Atlético Bragantino entre 1990 e 1991, época em que o Massa Bruta vivia seus tempos áureos.

Na época em que o avançado chegou ao time de Bragança Paulista, já carregava uma certa bagagem. Afinal, nos anos anteriores, já havia atuado em clubes como o Santos, o São Bento de Sorocaba e o Athletico Paranaense. De cara, o jogador conseguiu justificar a sua contratação jogando muito bem e se firmando na equipe de uma só vez.

Logo no seu primeiro ano no Braga, ajudou a equipe do interior a conquistar o título estadual de 1990 sobre o Grêmio Novorizontino, na famosa final caipira no Paulistão. No ano seguinte, fez parte do elenco que também contava com o goleiro Marcelo, o volante Mauro Silva e o atacante Silvio. Comandados por Carlos Alberto Parreira, o Bragantino fez uma grande campanha no Brasileirão de 1991, mas ficou com o vice-campeonato nacional ao perder a decisão para o São Paulo.


Suas boas atuações com a camisa alvinegra lhe renderam ida ao Bayern de Munique e uma convocação para a Seleção Brasileira, que disputaria a Copa América ainda em 91. Tornou a vestir a camisa do Massa Bruta em 2001, temporada na qual pendurou as chuteiras depois de atuar também por clubes como o Internacional, Flamengo, Kashima Antlers e Kawasaki Frontale.

Somando as suas duas passagens pelo Braga, Mazinho disputou um total de 62 partidas e balançou as redes adversárias em 17 oportunidades, segundo o site ogol.com.

A passagem de Mazinho pelo Lecce

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Mazinho ficou no Lecce por uma temporada

Iomar do Nascimento, popularmente conhecido apenas como Mazinho, está comemorando o seu 56º aniversário nesta sexta-feira, dia 8 de abril de 2022. Por isso, hoje vamos relembrar a passagem do lateral direito e meia pelo Lecce da Itália, que aconteceu na temporada 1990-1991.

Nascido em Santa Rita, cidade localizada na região metropolitana do estado da Paraíba, Mazinho jogou nas categorias de base do Vasco da Gama e logo depois foi lançado ao time profissional. Jogando junto com Lira, Tilico, Mário, Romário e mais um alguns grandes atletas, conquistou os Campeonatos Cariocas de 87 e 88, além do Brasileiro de 89. Neste período, jogou muito bem e até hoje é considerado um dos maiores laterais direitos do Gigante da Colina.

Por conta de suas boas atuações pelo clube carioca, chamou a atenção da diretoria do Lecce da Itália. Os fatores que motivaram os dirigentes do time Giallorossi foram a sua qualidade no passe, a sua vontade inesgotável de ajudar seus companheiros de equipe e a sua polivalência. Mesmo que pudesse atuar em vários lugares do campo, o brasileiro teve de cobrir um espaço deixado por Ubaldo Righetti, que venceu a Série A pela Roma em 83, na lateral esquerda.

Mostrando qualidade por sua rodagem, Mazinho se tornou titular de maneira absoluta na equipe comandada pelo polaco Zbigniew Boniek, outro ex-atleta romanista que fazia a sua estreia como treinador no Lecce. O paraibano jogou um total de 39 partidas com a camisa dos Lobos e conseguiu anotar três gols. Ficou de fora em apenas um jogo do clube amarelo e vermelho uma vez, válido pela Coppa Italia.

Mesmo com os reforços contratados e dos outros bons atletas que também compunham o elenco, a equipe acabou sendo rebaixada para a segunda divisão do futebol italiano. Aquele plantel também contava com Sergei Aleinikov, Pedro Pasculli, Francesco Moriero, Pietro Paolo Virdis e Antonio Conte. Apesar do destino do clube ter sido ruim no campeonato, o Mazinho foi convocado para a Seleção Brasileira que disputaria a Copa América e que acabou sendo a vice-campeã do certame.


Depois de virar pai de Rafinha Alcântara e Thiago Alcântara, o brasileiro se transferiu para a Fiorentina. Indicado pelo seu ex-comandante no Vasco, Sebastião Lazzaroni, a Viola fez uma boa proposta e o Lecce optou por vender o brasileiro por 8 bilhões de velhas liras. Naquela mesma janela de transferências, a equipe de Florença também contratou Gabriel Batistuta (que se tornou ídolo para o torcedor) e Marco Branca, ambos atacantes. Jogou ao lado de Dunga no meio campo. 

Na sequência de sua carreira, voltou ao Brasil para jogar pelo Palmeiras, antes de rodar novamente pela Europa para defender times espanhóis como Valencia, Celta de Vigo, Elche e Alavés. Encerrou sua trajetória como jogador profissional no Vitória, no ano de 2001.

Lemense dispensa Brocador, Celsinho e mais três antes de decisão na A2

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: divulgação Lemense

Hernane Brocador, o 86, foi dispensado

Em crise e fora da zona de classificação às quartas de final, o Lemense terá mudanças para a última rodada da Série A2 do Campeonato Paulista. Isso porque Hernane Brocador, Paulo Roberto, Mazinho, André Castro e Celsinho foram dispensados.

Há algumas semanas o clima não ficou nada bom com os resultados negativos (são três derrotas seguidas, sendo a última uma goleada por 5 a 0 para a Portuguesa Santista), com a torcida cobrando bastante o presidente Alexandre Barbosa – que inclusive chegou a ameaçar largar o comando do clube.

Internamente os jogadores mais experientes do elenco também teriam ficado descontentes com algumas atitudes do dirigente, externando o descontentamento até serem dispensados.

Como a semana é decisiva para as pretensões de acesso do Lemense, a diretoria não deverá expor a saída dos jogadores. O ordem da diretoria é de focar nos treinamentos para vencer na última rodada e avançar às quartas de final.


O Lemense é o nono colocado na Série A2, com 18 pontos conquistados. Um ponto atrás do Velo Clube (7º) e Primavera (8º), ambos dentro do G8 – grupo de classificação. Na última rodada, o Zulão receberá o Linense, às 15 horas, no estádio Bruno Lazarini, em Leme

A passagem de Mazinho pela Fiorentina

Por Ricardo Pilotto
Foto: arquivo

Mazinho durante sua passagem pela Fiorentina

Iomar do Nascimento, mais conhecido como Mazinho, completa 55 anos de idade nesta quinta-feira (8). O jogador brasileiro, que defender vários times ao longo da carreira e foi campeão do mundo em 1994, com a Seleção, passou uma temporada vestindo a camisa da Fiorentina, mas não conseguiu ser ídolo para a torcida do time.

Depois de ser revelado pelo Vasco da Gama e passar pelo Lecce, que disputava a principal divisão do futebol Italiano, o lateral direita e meio campista do Brasil chegou a cidade de Florença para defender a La Viola. Mazinho foi contratado por 8 bilhões de velhas liras no ano de 1991, exatamente na mesma janela que o clube trouxe Marco Branca e Gabriel Batistuta, que se tornaria um ídolo da torcida da Fiorentina. Mazinho, jogaria ao lado de Dunga no meio de campo.

O treinador da equipe na época, Sebastião Lazaroni, foi quem pediu a contratação do atleta. Mas Mazinho teria muito pouco tempo para aproveitar a companhia do compatriota. Após cinco rodadas do campeonato italiano da temporada 1991-1992, o treinador mineiro foi demitido do cargo por conta de um começo ruim, e a troca no comando técnico não foi boa para Mazinho, já que o jogador não teria tanto espaço dentro da equipe treinada por Luigi Radice como antes.

Nesta edição da Serie A italiana, o meio campista e lateral direita jogou 23 partidas pelo time de Florença, que terminou no meio da tabela de classificação daquela temporada. Mazinho, que tinha apenas 26 anos de idade quando saiu da Fiorentina, não deixou muitas saudades aos torcedores do clube.

gundo jornalistas italianos, como no site "Viola News", a passagem do atleta brasileiro se resumiu a algumas atuações em alto nível, colocando em comparação com alguns dos jogadores que faziam parte do elenco. No site "Museo Fiorentina", o jornalista Stefano Borgi, acreditava que o clube havia gastado uma quantia demasiada em dinheiro para ter o atleta e se mostrou surpreso em ver Mazinho, campeão do mundo sobre a Itália em 1990, vestindo a camisa do clube.


Como saiu jovem da Itália, Mazinho voltaria para o Brasil para atuar pelo Palmeiras. O lateral direita e meio campista ainda retornaria a Europa apara jogar no futebol espanhol, onde defendeu o Celta de Vigo, e terminaria a sua carreira em 2001, no Vitória da Bahia. Com 35 anos, Mazinho encerrou sua caminhada como jogador de futebol.

A passagem de Mazinho pelo Vitória em 2001

Foto: Revista Placar

Mazinho com a camisa do Vitória: 15 partidas pelo Brasileirão de 2001

Iomar do Nascimento, o Mazinho, está completando 54 anos neste 8 de abril de 2020. Ídolo no Vasco e Palmeiras, com boas passagens pelo futebol europeu e campeão do mundo com a Seleção Brasileira em 1994, o pai de Rafinha e Tiago Alcântara foi um grande jogador. Ele encerrou a carreira no baiano Vitória, no ano de 2001.

Nascido em Santa Rita, na Paraíba, ele começou no Santa Cruz de seu estado, na base, quando foi descoberto no Vasco. Estreou profissionalmente no cruzmaltino, em 1985, virou um dos grandes jogadores do time, atuando como lateral, tanto na direita como na esquerda, e foi para a Copa do Mundo de 1990. Após o mundial, foi vendido para o Lecce.

Ficou uma temporada no Lecce e em 1991 foi para outro time italiano, a Fiorentina. Depois de mais 12 meses, foi contratado pela Parmalat em 1992, que o colocou no Palmeiras, equipe que tinha parceria com a empresa de laticínios. No Verdão, virou meia, conquistou vários títulos e foi campeão do mundo com a Seleção Brasileira. Após ao Mundial, voltou para a Europa, mas desta vez para a Espanha, onde defendeu Valencia, Celta, Elche e Deportivo Alavés.

Em 2001, resolveu voltar ao Brasil. Primeiro, conversou com o Vasco, que desprezou o contato do jogador. Então, ele acabou acertando com o Vitória, que anunciou sua contratação no dia 4 de julho. A contratação foi um pedido do técnico Valdyr Espinosa, que estava no clube.

Por conta da Copa João Havelange de 2000, a CBF cancelou o rebaixamento do Brasileirão de 1999 e a competição de 2001 teve 28 equipes. E Mazinho começou bem a competição, dando experiência ao meio-de-campo do Rubro Negro Baiano.


Porém, o Vitória começou a "cair pelas tabelas" e, como em todo time que não vai bem, houve trocas no comando e no time titular. Em resumo, Mazinho acabou indo para o banco de reservas da equipe baiana e, mesmo entrando em boa parte dos jogos, via o time não conseguir reagir.

Ao final do Brasileirão, o Vitória ficou apenas na 16ª posição entre os 28 times que disputaram a competição. Mazinho, que fez 15 partidas pelo Rubro Negro, ao término do campeonato, resolveu encerrar a carreira com 35 anos. Em 2009, chegou a arriscar a carreira de treinador, comandando o Aris Salônica, da Grécia, e hoje é conhecido por ser pai de dois bons meias do futebol mundial.

O Curioso do Futebol

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