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Nos pênaltis, Brasil perde para a Itália, que fica em terceiro na Copa do Mundo Sub-17

Foto: Fifa.com

Não teve gol no tempo normal

O Brasil não conseguiu ficar em terceiro na Copa do Mundo Sub-17. A Itália subiu no pódio da competição ao vencer nas penalidades por 4 a 2, depois de um empate em 0 a 0 no tempo normal, nesta quinta-feira, dia 27, no Campo 7 do Aspire Zone, em Al Rayyan, no Catar.

Na semifinal, a Itália acabou perdendo para a Áustria pelo placar 2 a 0. Já o Brasil acabou derrotado por Portugal nas penalidades, por 6 a 5, após um empate em 0 a 0 no tempo normal.

A Itália dominou a etapa inicial e teve o cenário ainda mais favorável aos 12 minutos, quando Vitor Fernandes recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso. Com um jogador a menos, o Brasil precisou adotar uma postura mais defensiva.

O Brasil pouco atacou após a expulsão e criou apenas uma boa oportunidade, em cobrança de falta de Ruan Pablo. Já a equipe italiana levou mais perigo, criando chances, mas parando no goleiro João Pedro, que garantiu o 0 a 0 até o intervalo.

A Seleção Brasileira voltou melhor no segundo tempo e até balançou as redes aos 16', com Felipe Morais, mas o lance foi anulado por impedimento. Apesar das tentativas do time Canarinho, o 0 a 0 persistiu e a definição foi para as penalidades.


Nas cobranças, pela Itália, Prisco, Loundani, Mambuku e Baralla fizeram. João Pedro pegou a cobrança de Luongo, que ainda bateu na trave. Já pelo Brasil, Dell e Tiaguinho marcaram. Londoni defendeu as batidas de Luiz Pacheco e Luiz Eduardo. Vitória por 4 a 2 dos italianos, que ficaram com o terceiro lugar da Copa do Mundo Sub-17

Áustria vence a Itália e está na final da Copa do Mundo Sub-17

Foto: Fifa.com

Áustria e Itália fizeram a semifinal nesta segunda-feira

A Áustria está na decisão da Copa do Mundo Sub-17. Nesta segunda-feira, dia 24, no Campo 5 do Aspire Zone, em Al Rayyan, no Catar, pela semifinal do certame, os austríacos venceram a Itália, por 2 a 0, e seguem na luta pelo título.

Para chegar à semifinal, a Áustria passou pelo Japão nas quartas, ao vencer pelo placar de 1 a 0. Já a Itália despachou Burquina Fasso, ganhando pelo mesmo marcador.

Primeiro tempo de poucas ações no Campo 5 do Aspire Zone. As duas equipes ficaram se estudando e a partida acabou truncada no meio de campo. Com poucas chances criadas pelos times, a partida foi para o intervalo com o placar de 0 a 0.

No segundo tempo, a Áustria voltou melhor e abriu o marcador aos 12 minutos. Weber recebeu na intermediária e deu um lindo passe para Moser, que invadiu a área e bateu cruzado, na saída do goleiro, fazendo 1 a 0 para os austríacos.

Após sofrer o gol, a Itália 'acordou' no jogo e foi para cima, em busca do gol de empate. Mas, bem postada, a defesa austríaca conseguia frustrar os planos da Azurra e ainda levava perigo quando ia ao ataque. Os italianos, aos 45', ainda perderam Borasio, expulso, após o desafio.


E ainda teve mais. Na cobrança da falta após a expulsão, Moser bateu com precisão, fazendo o segundo dele e dos austríacos no jogo: 2 a 0 no placar e, assim, a Áustria conseguiu a classificação para a decisão da competição.

Com a vitória, a Áustria está na grande final da Copa do Mundo Sub-17, onde enfrenta o vencedor de Brasil e Portugal, que jogam ainda nesta segunda. A partida será na quinta-feira, dia 27, às 13 horas, no Internacional Khalifa, em Al Rayyan. No mesmo dia, só que às 9h30, no Campo 7 do Aspire Zone, também em Al Rayyan, a Itália decide o terceiro lugar contra o perdedor da outra semifinal.

Seleção Brasileira Feminina vence amistoso contra a Itália em Parma

Foto: Lívia Villas Boas/ CBF

Vitória brasileira no Estádio Ennio Tardini

A Seleção Brasileira Feminina enfrentou a Itália, em amistoso realizado nesta terça-feira, dia 28, no Estádio Ennio Tardini, em Parma, e levou a melhor, vencendo pelo placar de 1 a 0. Este foi o segundo triunfo das Canarinhas nesta data Fifa, já que tinha feito 2 a 1 na Inglaterra, no sábado.

Nesta data Fifa, o Brasil venceu o seu primeiro jogo, em Manchester, fazendo 2 a 1 na Inglaterra. Já a Itália encarou o Japão e ficou no empate em 1 a 1, na cidade de Como.

O Brasil levou um susto logo aos 4 minutos, quando Isa Haas deu carrinho duro em Greggi e se livrou de ser expulsa. Depois disso, as Guerreiras do Brasil quase marcaram com Yasmim, que cobrou falta da intermediária e parou em Durante.

A Itália perdeu Soffia por lesão muscular, mas, aos poucos passou a controlar a partida, mantendo a posse de bola no ataque e dificultando a saída de bola brasileira. As italianas criaram a sua melhor oportunidade aos 32, com Cantore, que obrigou Lorena a fazer bonita defesa. Entrentanto, o jogo foi para o intervalo com o placar de 0 a 0.

O Brasil voltou melhor e foi para a pressão no início da segunda etapa. Aos 3', Amanda Gurierrez passou do ponto e perdeu chance. No lance seguinte, Luanny bateu prensado. Já aos 10', foi a vez de Ary Borges ser travada na hora do chute.

Aos 22', veio o gol brasileiro. Em jogada dentro da área, pelo lado esquerdo, Dudinha brigou pela bola, evitou a saída pela linha de fundo e cruzou para Luanny, que sozinha, na pequena área, só teve o trabalho para finalizar para as redes: 1 a 0 para as Canarinhas.


Depois do gol, o Brasil teve três chances praticamente seguidas, duas com Dudinha e mais uma com Bia Zaneratto. Aos 39', Ludmilla desperdiçou chance de ampliar e a Itália respondeu no minuto seguinte, com Girelli. Nos acréscimos, Bia Zaneratto acertou o pé da trave. No apito final, vitória brasileira por 1 a 0.

Na próxima data Fifa, a Itália encara duas vezes nos Estados Unidos, nos dias 28 de novembro e 1º de dezembro, em locais a ainda serem confirmados. Já o Brasil tem um amistoso confirmado, contra Portugal, em 1º de novembro.

Brasil perde para a Itália, mas está nas oitavas da Copa do Mundo Feminina Sub-17

Foto: Fifa.com

Vitória italiana em Salé

O Brasil está nas oitavas da Copa do Mundo Feminina Sub-17, mesmo com a derrota para a Itália, por 4 a 3, nesta sexta-feira, dia 24, no Mohammed VI Football Academy, em Salé, no Marrocos. A China será a adversária das brasileiras na próxima etapa do certame.

E logo com 4 minutos, a Itália abriu o marcador. Copelli fez boa jogada pela direita, chutou, a bola desviou na defesa brasileira e sobrou nos pés da artilheira Giulia Galli, que finalizou com precisão, balançando as redes: 1 a 0 para as italianas.

Após sofrer o gol, o Brasil foi para cima, tentando o gol de empate. Aos 29', Evelyn arriscou chute e Robbioni fez grande defesa. Aos 32', Evelyn, depois de jogada de Giovanna Waksman, escorregou na hora de finalizar.

Aos 46', Galli mandou uma bola na tarve, quase marcando o segundo das italianas, que saiu no minuto seguinte: Caterine Venturelli arriscou de longe, encobriu a goleira brasileira e a bola ainda bateu na trave antes de balançar as redes: 2 a 0 para a Itália.

O Brasil ainda diminuiu antes do fim do primeiro tempo. Aos 54 minutos, Giovanna Waksman, em jogada individual, passou por duas marcadoras italianas, puxou para dentro e mandou a bola no cantinho, marcando um belo gol: 2 a 1 para as italianas e assim terminou o primeiro tempo.

Apesar de querer o empate, o Brasil cometeu um vacilo defensivo aos 3 minutos do segundo tempo e a Itália marcou o terceiro. Após cruzamento vindo do lado direito e bate-rebate na área, Sofia Verrini foi mais esperta e mandou a bola para o fundo das redes.

Depois, a Seleção Brasileira foi de vez para o ataque, tentando diminuir o prejuízo. Apesar da força de vontade, o time Canarinho errava demais na conclusão das jogadas. Mas, aos 39', Gi Iseppe, após belo passe de Giovanna Waksman, conseguiu fazer o segundo das brasileiras.

Mas, aos 45', Bedini fez mais um para a Azurra. Ainda teve tempo para o terceiro gol brasileiro, de Giovanna Waksman, destaque da Canarinho, aos 47 minutos. Mas, ainda assim, a vitória ficou com as italianas por 4 a 2.


Com o resultado, a Itália ficou com o primeiro lugar do Grupo A e vai jogar em 28 de outubro, terça-feira, às 16 horas, no Prince Moulay Abdellah Olympic Annex Stadium, em Rabat, contra adversário a ainda ser definido. Já o Brasil, segundo da chave, joga no mesmo dia, só que às 14h30, contra a China, segundo do Grupo C, no Mohammed VI Football Academy, em Salé.

Há 42 anos, Itália conquistava seu terceiro título da Copa do Mundo

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Time italiano de 1982

A Itália já vive mais um grande jejum sem conquistas mundialistas, na verdade estando até mesmo há duas edições sem sequer jogar a Copa do Mundo, mas essa história não é algo inédito na trajetória da Azzurra no futebol. Numa grande parte de sua existência, a equipe da Bota viveu um jejum de quase 45 anos sem conquistar uma Copa do Mundo, situação essa que se encerrou em 1982, num 11 de julho como hoje, quando os italianos venceram a Alemanha por 3 a 1 e conquistaram seu terceiro título mundial na Espanha.

A Itália não entrou necessariamente como uma das favoritas naquele mundial, apesar de ter um bom time. A campanha da Azzurra na competição foi inclusive bastante claudicante. Na primeira fase, a equipe se classificou empatando os 3 jogos que fez. Ficou no zero com a Polônia, tomou o 1 a 1 do Peru e o mesmo placar contra Camarões, em dois jogos onde perdeu a vantagem. Na segunda fase de grupos, avançou ao vencer a Argentina por 2 a 1 e ao bater o Brasil, que jogava pelo empate, por 3 a 2, na histórica batalha do Sarriá. Nas semis, bateu os poloneses por 2 a 0.

Já a Alemanha Ocidental, adversária na decisão, fez uma campanha mais concreta. Perdeu para a Argélia por 2 a 1 na estreia, mas bateu o Chile por 4 a 1 e o empate de 1 a 1 com a Áustria acabou classificando as duas seleções. Na segunda fase, ficou no zero com a Inglaterra e venceu a Espanha, dona da casa, por 2 a 1, para então chegar as semis e bater a França nos pênaltis por 5 a 4, após um belíssimo 3 a 3 no tempo normal.

A decisão, no Santiago Bernabéu, foi curiosamente apitada pelo brasileiro Arnaldo César Coelho. Num primeiro tempo de muita disputa, onde a Alemanha criou primeiro com Littbarski e Cabrini perdeu um pênalti, a etapa inicial ficou em zero. O primeiro gol da azzurra veio de Rossi, aos 12 minutos, aproveitando rápida jogada do time e marcando de cabeça. O segundo gol veio aos 24', quando a equipe italiana rodou a bola, atordoou a defesa tedesca e após uma tabela rápida de Conte e Scirea, o segundo rolou para Tardelli marcar. Aos 36', Altobelli, lenda interista, marcou o terceiro, num contra-ataque italiano. Breitner fez o de honra da Alemanha, que nada mudou no jogo.

Com a vitória, a Itália garantiu sua terceira taça e quebrou um jejum de 44 anos sem Copas do Mundo, já que havia ganho pela última vez no distante ano de 1938. A Azzurra entraria então em outro jejum, que foi quebrado em 2006. Desde então, a Azzurra viveu uma decadência surreal, tendo dado sinais de sobrevida ao vencer a Eurocopa de 2021, mas voltando a viver momentos ruins recentes, com a não qualificação para a Copa de 2022 e a campanha fraca na última Euro.


A Alemanha, por sua vez, seguiu forte, e foi finalista em 1986 (perdeu para a Argentina) e em 1990 (campeã, em cima da Argentina também). Entrou também num hiato de 24 anos sem títulos a partir de 1990, fazendo porém algumas campanhas muito boas nesse meio tempo (vice em 2002, semifinalista em 2006 e 2010). Também foi campeã da Eurocopa em 1996. Este ano, caiu nas quartas de final. 

Destaque individual daquela conquista, Paolo Rossi viveu uma decadência na carreira após o título mundialista e virou de certa forma "persona non grata" no Brasil, o que curiosamente mudou muito em décadas seguintes, já que fez uma grande amizade com Zico e criou um grande carinho pelo país, virando posteriormente um queridíssimo convidado em programas de entrevistas e participando até de campanhas relacionadas ao Maracanã pouco antes de sua morte, em 2020, sendo vítima de um câncer de pulmão.

O dia amargo no Sarriá: Brasil eliminado pela a Itália na Copa do Mundo de 1982

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Paolo Rossi ganhando a jogada de Júnior

No dia 5 de julho de 1982, o Brasil era eliminado pela Itália nas quartas de finais da Copa do Mundo, e esse jogo ficou conhecido nacionalmente como a “Tragédia do Sarriá”. O jogo foi considerado um dos maiores da história da competição e acabou com a vitória dos italianos por 3 a 2. 

A Seleção Brasileira chegou no seu melhor momentos depois do tricampeonato em 1970, e todos tinha uma grande expectativa na equipe, porque vinham atuando muito bem e encantavam dentro de campo. O alto desempenho gerou muitas expectativas, o que aumentou mais ainda a frustação brasileira. 

As quartas de finais da Copa do Mundo de 1982 foi disputada de uma maneira diferente. Foram formados quatro grupos com três equipes em casa e apenas o primeiro colocado passava para a semifinal.

O Brasil caiu no Grupo 3, junto com Itália e a Argentina, que tinha uma grande promessa, o Maradona. Porém, o hermanos não conseguiram um grande desempenho e perderam para a Itália por 2 a 1 e para o Brasil por 3 a 1, sendo eliminada. 

A decisão do grupo ficou entre Brasil e Itália, que viviam muitos muito distintos em seus elencos. A seleção brasileira era formada por muitos craques e o principal naquele momento era Zico, que junto com seus companheiros estavam atuando muito bem. 

Já a Itália, que até fez uma boa Copa do Mundo em 1978, chegou para a de 1982 muito pressionando e com uma crise forte entre torcida, jornalista e elenco. Havia muitos questionamentos desde a convocação até as escalações. 

O Brasil chegou com muito favoritismo para conseguir a classificação, porém, Zico estava com algumas dores e corria o risco de ficar de fora da partida decisiva. O meia fez exames no dia anterior do jogo e foi liberado para atuar, o que deixava a seleção muito mais forte para o confronto. 

Telê Santana, técnico da seleção brasileira, esperava que a Itália entrasse para se defender e preparou sua estratégia para esse estilo de jogo. O Brasil, como tinha saldo de gols melhor que a Itália, precisava apenas de um empate para chegar as semifinais. 

Tudo deixava o Brasil muito favorito a classificação, mas para isso precisava confirmar dentro de campo. A partida aconteceu no dia 5 de julho de 1982, no Estádio de Sarriá, em Barcelona, para mais de 44 mil pessoas. 

O jogo começou muito agitado, principalmente por parte do time italiano, que assustou com menos de 2 minutos de jogo. Aos 5, a equipe conseguiu abrir o placar com Rossi, que cabeceou livre dentro da área e colocou os italianos em vantagem.

Com o gol logo no início, o Brasil teve que sair mais e precisava apenas de um gol para voltar a ter a classificação na mão. Aos 12 minutos, Sócrates tabelou com Zico, e chutou forte, no ângulo, para marcar um golaço e empatar a partida. 


Aos 25 minutos, Cerezo errou um passe na saída de bola, Rossi antecipou e chutou forte para marcar o segundo para a Itália. Novamente o Brasil estava sendo eliminado da Copa do Mundo e voltou a pressionar e tentar o gol de empate, mas não conseguiu chegar ao gol no primeiro tempo. 

Na segunda etapa, o Brasil voltou pressionando e tentando o gol a todo custo, mas não conseguia finalizar com qualidade. Aos 23 minutos, Júnior tocou para Falcão, na entrada da área, o meio-campista ajeitou o corpo e soltou um canhão para empatar o jogo. 

Mas a comemoração não durou muito tempo, porque aos 29 minutos, em uma cobrança de escanteio, Rossi marcou mais uma vez para a Itália, dando número finais a partida. Com a derrota por 3 a 2, a seleção brasileira foi duramente criticada por jornalistas e torcedores, que acharam uma tragédia a eliminação, e o jogo ficou conhecido como a ‘Tragédia de Sarriá’.

A grande e vencedora passagem de Serginho pelo Milan

Foto: arquivo

Serginho em ação pelo Milan

Sérgio Cláudio dos Santos, mais conhecido como Serginho, foi um bom lateral-esquerdo, que atuava também como meia, e teve passagens por grandes times nacionais e internacional. O jogador construiu uma grande carreira no Milan, vivendo seu melhor momento e ganhando grandes títulos. 

O jogador nasceu em Nilópolis, no Rio de Janeiro, no dia 27 de junho de 1971, e começou a sua carreira na base do Nova Cidade, um clube da sua cidade, e ficou na equipe até os 21 anos. Em 1993 foi para o profissional do Itaperuna, quando conseguiu se destacar. 

Pelo clube carioca ficou uma temporada e ganhou destaque, tanto que foi contratado pelo Bahia. Rapidamente virou ídolo no clube baiano e conquistou o Campeonato Baiano de 1994, sendo um dos protagonistas da equipe. 

Após uma grande temporada, foi contratado pelo Flamengo em 1995, mas não conseguiu se firmar na equipe e acabou ficando boa parte dos jogos no banco de reservas. Com a falta de oportunidade, o jogador foi negociado com o Cruzeiro, mas pela raposa também não conseguiu atuar e continuou sem ter oportunidades. 

Com mais uma temporada no banco de reservas, o Cruzeiro resolveu envolver o atleta em uma troca com o São Paulo. Pelo tricolor paulista, Serginho voltou a ser utilizado e retomou o alto nível, atuando tanto de lateral e meio-campista. Foram três anos no clube, conquistando uma Copa dos Campeões Mundiais e um Campeonato Paulista. 

Em 1999 foi convocado para a Copa América pela Seleção Brasileira, e ajudou a equipe na conquista da competição. Após o torneio, Serginho foi procurado pelo Milan, que ofereceu uma grande e irrecusável proposta para o atleta brasileiro. 

A partir do segundo semestre de 1999, Serginho se apresentou a equipe italiano, pronto para começar a construir uma grande história. Rapidamente assumiu a titularidade na lateral e em alguns jogos atuando como meia, sendo um jogador versátil. 

Nas primeiras temporadas acabou não conquistando nenhum título, porém as boas atuações estavam acontecendo. A partir de 2002, o Milan voltou a fazer grandes temporadas e montou um belíssimo time, conquistando títulos importantes. 

Em 2002 a equipe venceu o Troféu Luigi Berlusconi, a Copa da Itália e a tão desejada Liga dos Campeões. Foi uma temporada praticamente perfeita, voltando a dar alegrias ao seu torcedor, e Serginho foi muito importante durante todos os jogos. 

O Milan contratou mais reforços para a temporada seguinte, e trouxe o jovem brasileiro Kaká. Com o time ainda mais reforço, a equipe italiana manteve o bom futebol e continuou conquistando títulos. Na temporada 2003-2004 venceu a Serie A e a Supercopa da UEFA.


Já em 2004, a equipe passou por um momento mais irregular e acabou conquistando apenas a Supercopa da Itália. Em 2005, o time venceu novamente a Troféu Luigi Berlusconi. 

Na temporada 2006-07, a equipe voltou a ter um grande desempenho e voltou a conquistar a tão desejada Liga dos Campeões e em 2007 levantou o título do Mundial de Clubes, além do Troféu Luigi Berlusconi. 

O seu último jogo pelo Milan foi em 18 de maio de 2008, contra a Udinese, e a equipe venceu por 4 a 1 no San Siro. Ao final da temporada, Serginho se aposentou dos gramados após uma passagem com 280 jogos e 25 gols marcados, além de diversas conquistas importantíssimas.

As participações de Paolo Maldini em Copas do Mundo

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Maldini disputou quatro Mundiais pela Azzurra

Paolo Cesare Maldini, ex-defensor renomado do futebol italiano e um dos maiores ídolos da história do Milan, está completando 56 anos de idade neste quarta-feira, dia 26 de junho de 2024. Ao longo de sua carreira, o atleta teve o previlégio de disputar quatro edições de Copa do Mundo entre a década de 90 e o começo dos Anos 2000.

Em 90, ano de sua primeira convocação para Mundiais, Paolo já estava jogando em altissimo nível com a camisa Rossonera, clube onde se profissionalizou em 84. Naquela edição, na qual a Itália foi a anfitriã, a Azzurra ficou na terceira colocação, perdendo na semifinal para a Argentina de Maradona.

Quatro anos depois, o zagueiro a sua segunda Copa, sediada nos Estados Unidos. Desta vez, Maldini e seus compatriotas chegaram a grande decisão, mas acabaram ficando com o vice-campeonato após a cobrança desperdiçada por Roberto Baggio, perdendo o título para o Brasil..

Em 98, mesmo mesmo não vindo de uma boa temporada com o Milan, recebeu mais uma chance de representar a Seleção Italiana. Treinado por Cesare Maldini, seu pai, ajudou a Squadra a chegar às quartas de final, mas foi despachado pelos franceses, donos da casa, nos pênaltis. 


Sua última Copa do Mundo foi em 2002. Logo após a eliminação da Itália para a Coreia do Sul, uma das anfitriãs daquela edição, em um jogo pra lá de polêmico, nas oitavas de final. Depois, Maldini anunciou a aposentadoria da Seleção.

Alguns anos mais tarde, chegou a receber convites para voltar a seleção e disputar o Mundial de 2006, mas optou por recusar. Afinal, o jogador preferiu se preservar fisicamente durante as Datas Fifa. E a Copa de 2006 foi justamente quando a Itália voltou a ser campeã.

Roberto Baggio é assaltado e agredido em casa durante Espanha x Itália

Com informações da Agência Estado
Foto: arquivo

O italiano levou uma coronhada na cabeça de um dos invasores ao tentar impedir o roubo

O ex-atacante Roberto Baggio, de 57 anos, teve a casa assaltada na quinta-feira enquanto assistia ao clássico Espanha x Itália, pela fase de grupos da Eurocopa, com a família. O italiano levou uma coronhada na cabeça de um dos invasores ao tentar impedir o roubo e acabou ferido.

A mansão fica em Vicenza, na Itália, e cinco assaltantes participaram da ação. O ex-jogador e a família foram trancados em um dos quartos do local para que o grupo concretizasse o assalto, de acordo com os relatos. As informações são da imprensa italiana.

Baggio conseguiu chamar as autoridades após arrombar a porta do quarto quando os criminosos saíram. “Em primeiro lugar, minha família e eu gostaríamos de agradecer a todos pelo grande carinho que recebemos”, disse ele em comunicado. “Agora tenho que superar o medo”, afirmou.


A polícia ouviu os depoimentos das vítimas e iniciou a investigação na madrugada desta sexta-feira. Na nota, o atleta também destaca que sofreu ferimentos leves. “Só causou alguns pontos, hematomas e muito medo”, relatou o italiano.

Roberto Baggio é uma das maiores estrelas da Itália e defendeu a seleção nacional entre 1988 e 2004. O ex-atacante tem passagens por Fiorentina, Milan, Juventus e Inter de Milão, e foi eleito o melhor jogador do mundo pela Fifa em 1993. No mesmo ano, venceu a Bola de Ouro da revista France Football.

Albania marca gol mais rápido da história da Euro, mas perde para a Itália - O segundo dia de Eurocopa

Por Lucas Paes
Foto: Divulgação/Eurocopa

Bajrami marcou o gol mais rápido da história da Euro

Com dois dias, a Eurocopa da a impressão de que será um torneio recheado de gols. Por falar em gol, o sábado deste dia 15 ficou marcado por um momento histórico: a Albânia marcou, com Bajrami, o gol mais rápido da história da Eurocopa, mas acabou perdendo por 2 a 1 para a Itália. Também teve a vitória da Suíça sobre a Hungria por 3 a 1 e a Espanha, que venceu a Croácia por 3 a 0 e também marcou seu recorde, colocando o jogador mais jovem da história da Eurocopa: o atacante Lamine Yamal, que inclusive deu uma assistência no jogo. 

SUÍÇA 3 X 1 HUNGRIA: no primeiro jogo do dia, no RheinEnergie Stadium, em Colônia, a Suíça começou com tudo em cima dos magiares e abriu o placar cedo, logo aos 11 minutos, numa ótima jogada que terminou na finalização de Duah. Sem diminuir o ritmo, o time suíço controlou as ações e ampliou aos 44', numa jogada individual que terminou com um chute de Aebischer no cantinho. Na etapa final, a Hungria veio mais para cima, principalmente depois de marcar com Varga, que aproveitou cruzamento de Szoboszlai e fez de cabeça. Já nos acréscimos, porém, Nbolo aproveitou erro da defesa húngara e, sem chuteira, curiosamente, tocou por cobertura para marcar o terceiro da Suíça, dando números finais ao jogo. 

ESPANHA 3 X 0 CROÁCIA: pressionando desde o início no Olímpico de Berlim, a Espanha saiu na frente no primeiro tempo, aos 28 minutos, com Morata, num rápido contra-ataque, justamente no momento em que o ritmo espanhol caia um pouco. A Croácia só criou logo na sequência do gol num chute de Kovacic que Simón defendeu, mas na sequência, um gol maravilhoso de Fabián Ruiz atordoou de vez o time xadrez. A equipe croata até criou ótimas chances depois, mas levou o golpe de misericórdia aos 47', quando Carvajal marcou o terceiro após lindo cruzamento de Lamine Yamal, de apenas 16 anos. No segundo tempo, Petkovic perdeu um pênalti, defendido por Simón e até chegou a marcar na sequência numa jogada no rebote, mas estava impedido. Mesmo com a pressão croata, o jogo terminou mesmo em 3 a 0. 


ITÁLIA 2 X 1 ALBÂNIA: o jogo já começou com gol histórico em Dortmund, já que com 24 segundos, Dimarco errou feio o lateral e deixou limpa a bola para Bajrami marcar para a Albânia. O gol abalou a Azzurra por cinco minutos, mas aos poucos a atual campeã igualou as ações e empatou o jogo com Bastoni, de cabeça, aos 11 minutos. Cinco minutos depois, Barella acertou um chutaço e virou para a Itália. A partir daí, até o fim do primeiro tempo, a Azurra exerceu uma imensa pressão, criou chances, meteu uma bola na trave com Frattesi, mas ficou só no 2 a 1. Na etapa final, a Itália praticamente administrou o resultado, sem sofrer muito, mas também pouco oferecendo de perigo ao gol albanês. 

Terceiro dia - A bola volta a rolar neste domingo, dia 16 de junho. Às 10 horas, no Volkspark, a Holanda estreia diante da Polônia, do atacante Lewandowski, com transmissão da Cazé TV. Às 13 horas, na MHPArena, em Stuttgart, jogam Eslovênia e Dinamarca, também na CazéTV e ás 16 horas, na Veltins Arena, em Gelserkichnen, estreia a Inglaterra, que terá pela frente a Sérvia, em jogo transmitido pelo Sportv.  

Olympiakos faz história, vence a Fiorentina e conquista o título da Conference League

Por Lucas Paes
Foto: Divulgação/UEFA Conference League

Festa grega em Atenas
 
Até o final dos 120 minutos da decisão da Conference League, a melhor campanha de um time grego em competições continentais no futebol profissional era um vice do Panathinaikos na Liga dos Campeões, pois não é mais. Jogando praticamente "em casa", na OPAP Arena, em Atenas, o Olympiakos bateu a Fiorentina na prorrogação por 1 a 0, na tarde desta quarta, dia 29, noite na capital grega e conquistou o título da Conference League. É um momento histórico para o futebol local, somando a própria façanha da base do time alvirrubro, que conquistou a Youth League neste ano. 

Para o Olympiakos, a partida em si já era histórica. O time grego, que já é responsável pelo único título continental de um time do país em qualquer categoria no futebol, já que ganhou recentemente a Youth League, chegou a decisão surpreendendo o Aston Villa e vencendo os ingleses nos dois jogos da semifinal. Já a Viola chegou a decisão batendo o Brugge, emplacando sua segunda vez consecutiva na decisão da Conference, já que ano passado ela perdeu a decisão para o West Ham United. 

Diferente do roteiro comum a finais, o jogo começou agitadíssimo. O Olympiakos obrigou o goleiro Terracciano a trabalhar muito cedo, mas viu a Viola responder num chute perigosíssimo de Bonaventura. Aos nove minutos, Milenkovic chegou a abrir o placar, mas ele estava impedido. O ritmo diminuiu um pouco depois dos 10 minutos. Aos 20', a Viola teve uma sequência de chances com Bonaventura, que nas duas vezes parou em Tzolakis, primeiro num chute fraco na área e depois numa bola prensada. O time "da casa" respondeu numa cabeçada a queima roupa de Podence para defesaça de Terraciano.

A Viola oferecia mais perigo nas vezes em que atacava, porém não conseguia aproveitar suas chances, finalizando muito mal. FOi o roteiro que se seguiu até o fim do primeiro tempo, já que a Viola dominou até com tranquilidade as ações, mas pouco conseguiu criar de de fato perigoso na metade final da primeira etapa, Melhor time, a equipe italiana dava muita sopa para o azar num primeiro tempo que terminou em zero.

Na etapa final, o roteiro seguiu parecido, com a Fiorentina controlando mais as ações, porém parando na boa atuação defensiva do time grego. Aos 19', Milenkovic chegou muito perto de marcar de cabeça. Aos 23', Kouamé só não marcou o primeiro da Viola pois Tsolakis salvou a finalização. O jogo era bem mais travado no segundo tempo, com quase nada acontecendo na partida. Aos 34', Iborra quase marcou de cabeça para o time grego. No geral, poucas chances, pouca coisa e o jogo terminou mesmo em zero, indo para a prorrogação. 


O tempo extra começou com domínio grego. Aos cinco minutos, Terracciano salvou um gol certo de Jovetic num chutaço no cantinho. O Olympiakos dominava mais as ações do jogo e chegava mais ao ataque, mas não conseguiu mudar o placar nos primeiros 15 minutos de tempo extra. Na etapa final, no comecinho, Barak assustou e quase marcou num chute da entrada da área defendido pelo goleiro grego. 

O Olympiakos era melhor na prorrogação, criava mais, tinha mais a bola e acabou nela fazendo a festa: numa jogada pelo lado esquerdo, Podence cruzou para a área e El Kaabi, até então apagado no jogo, só encostou a bola para as redes, fazendo um gol que podeira ser histórico para o maior time da Grécia. Gol que ficou muito tempo na checagem do VAR antes de ser confirmado, para mais uma explosão na OPAP Arena. a partir do gol, a Viola veio com tudo para cima. 

É a primeira vez na história que um time grego profissional de futebol é campeão de um torneio continental, seja de qual tamanho. O Olympiakos já havia conseguido neste ano o título da Youth League na base. A Fiorentina segue numa incômoda fila de 23 anos sem conquistas de título, sendo vice pelo segundo ano seguido da Conference League. 

Seedorf e a destacada passagem pela Sampdoria

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Seedorf em ação pela Sampdoria

Clarence Seedorf foi um dos grandes meio-campistas do futebol mundial, fez história por onde passou, principalmente pelo futebol italiano. O jogador era muito habilidoso e tático, conseguindo se adaptar rapidamente a Itália, quando foi contratado pela Sampdoria. 

O jogador nasceu em Paramaribo, Suriname, no dia 1 de abril de 1976, porém acabou se naturalizado holandês. Começou no futebol na base de times pequenos da Holanda, até conseguir chegar no Ajax, clube em qual foi revelado para o futebol. 

Em 1992, no início da temporada europeia, o meio-campista fez a sua estreia pelo profissional do Ajax, sendo o jogador mais jovem a jogar pelo time principal da equipe, com apenas 16 anos e 242 dias. Mesmo muito jovem, mostrava muito amadurecimento e categoria, o que o torna uma grande promessa do país. 

Em pouco tempo tornou-se uma peça importante para a equipe, ganhando destaque no cenário do futebol europeu. Muito novo, começou a receber sondagens de algumas equipes, que viam no atleta muito potencial para o futuro. 

Em 1995, ainda com 19 anos, recebeu uma boa proposta da Sampdoria, onde iria atuar no futebol italiano, que na década de 90 era o mais forte do mundo. Com uma grande possibilidade de crescimento na carreira, Seedorf aceitou a proposta. 

Chegou com boas expectativas, mas também como uma dúvida para todos, por conta de ser muito jovem. Porém, rapidamente o meio-campista conseguiu entrar no time e se transformar no principal atleta do elenco, fazendo grandes partidas. 


Com sua grande categoria e um potencial gigantesco, alguns clubes começaram a olhar cada vez mais para o atleta. A sua rápida adaptação surpreendeu a todos, ainda por ele ser tão jovem e se tornar a estrela daquele elenco. 

Mesmo sem nenhuma conquista, o jovem ganhou muito destaque, tanto que em 1996 começou a ser convocado para a sua seleção. Ao fim da temporada, o jogador recebeu propostas de grandes times, e acabou aceitando a do Real Madrid. 

Pela Sampdoria foram 34 jogos e 4 gols, indo atuar no futebol espanhol, mas rapidamente voltou a Itália, mas dessa vez para atuar na Internazionale e depois no Milan, fazendo uma bonita história por ambos os clubes.

A passagem do zagueiro brasileiro Júlio César pela Juventus

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

O zagueiro atuando pela Juventus

Júlio César da Silva foi um bom zagueiro brasileiro no final do século passado, tendo passagens por grandes times do futebol mundial, fazendo a sua carreira praticamente toda fora do Brasil. Pela Europa passou por alguns clubes, e um deles foi a Juventus. 

O jogador nasceu em Bauru, em São Paulo, no dia 8 de março de 1963, e começou a sua carreira atuando na base do Guarani. Pelo clube de Campinas, o jogador subiu para o profissional em 1980, e conseguiu se desenvolver muito bem, chamando a atenção de muita gente. 

A sua regularidade como zagueiro central impressionava, mostrando toda sua qualidade. O seu desempenho era muito bom e, por isso, foi convocado por Telê Santana para a Copa do Mundo de 1986. 

Depois da Copa do Mundo, o jogador acabou sendo negociado com o futebol europeu, e foi contratado pelo Stade Brestois, da França. Júlio ficou apenas uma temporada na equipe e no ano seguinte, em 1987, foi contratado pelo Montpellier, também francês. 

O zagueiro ficou durante três temporadas no clube, tendo grandes atuações, e sendo o grande pilar defensivo da equipe. Depois dos anos, chamou a atenção de grandes times do futebol europeu, e em 1990 acabou sendo negociado com a Juventus, da Itália. 

Após seus quatros anos no futebol francês, o zagueiro chegou na Itália com boas expectativas e rapidamente se transformou no zagueiro titular da equipe, mostrando o motivo de todo sucesso. 

Com sua adaptação rápida ao estilo de jogo, Júlio tornou-se mais uma vez um pilar defensivo, sendo muito importante durante as temporadas da Juventus, arrumando o setor defensivo do time. 


Teve uma passagem muito boa dentro de campo, e conseguiu conquistar um título muito importante. Na temporada 1992-93, o zagueiro foi muito relevante durante a Copa da UEFA, e ajudou o time a levantar o troféu da competição internacional. 

Porém, em 1994, após quatro ano no clube, o jogador recebeu algumas propostas e decidiu deixar a equipe italiana. Pela Juventus foram 124 jogos e seis gols, e foi contratado na sequência pelo Borussia Dortmund.

Jogador que matou a ex-namorada com martelo e taco de beisebol pega prisão perpétua na Itália

Com informações da Agência Estado
Foto: divulgação

Jogador Italiano Giovanni Padovani foi condenado à prisão perpétua

O jogador Giovanni Padovani foi condenado à prisão perpétua por ter assassinado sua ex-namorada, Alessandra Matteuzzi, com golpes de martelo, taco de beisebol, chutes e socos. O julgamento aconteceu na Itália, quase dois anos após o crime. A Justiça italiana considerou uma série de agravantes expostos pelo Ministério Público local, como perseguição, assédio, vínculo afetivo, motivo fútil e premeditação para condenar o atleta.

Além da prisão pelo restante de sua vida, Padovani também terá de arcar com o pagamento de indenizações para a mãe e a irmã (100 mil euros, cerca de R$ 531 mil), dois netos (10 mil euros ou R$ 53,1 mil) e demais partes envolvidas (5 mil euros, R$ 26,5 mil) no caso.

“Não sou mais aquele homem. Mas se você acha normal matar uma mulher tão bonita e inteligente como Alessandra, então eu mereço uma sentença de prisão perpétua. Se você reconhece uma perturbação no que fiz e ainda faço, considere tudo sem ser influenciado pela opinião pública. O que fiz foi muito sério e imperdoável”, disse Padovani ao tribunal, de acordo com o jornal italiano Gazzetta dello Sport. Ele alegou que não estava em exercício pleno de suas faculdades mentais quando cometeu o crime.

De acordo com a imprensa local, Giovanni Padovani, que tinha 27 anos à época, abandonou a concentração de sua equipe, o Sancataldese, na Sicília, e partiu para a cidade de Bolonha para se encontrar com a ex-namorada. Alessandra Matteuzzi, de 56 anos, chegou em casa e foi abordada pelo jogador em uma emboscada. Ela estava ao telefone com a irmã, Stefania, que ouviu os gritos do outro lado da linha: “Não, Giovanni, não faça isso. Eu imploro, socorro.”

Quando escutou ao telefone o desespero da irmã, Stefania ligou imediatamente para a polícia, que chegou ao local. O jogador ainda estava na cena do crime. Os policiais se depararam com Alessandra ainda consciente, mas ela não resistiu aos graves ferimentos.


O romance entre o jogador e a vítima teria durado um ano apenas. A distância entre o casal foi ponto determinante para o rompimento. Enquanto Padovani jogava numa equipe da Sicília, Alessandra morava em Bolonha, no norte do país. Mais de 1.200 quilômetros separam San Cataldo e Bolonha.

Ainda segundo reportagens locais, Alessandra Matteuzzi denunciou Giovanni Padovani por importunação. Ele frequentemente ligava para ela e enviava muitas mensagens. Os vizinhos, porém, não relatam violência física anterior, mas informam que Alessandra havia pedido aos moradores do prédio em que morava que não voltassem a permitir a entrada do jogador. O espancamento, no entanto, teria começado no hall do edifício.

Mario Balotelli sobrevive a forte batida de carro na Itália

Com informações da Agência Estado
Foto: divulgação

Contudido, Balotelli não vem atuando pelo Adama Demispor

O atacante Mario Balotelli se envolveu em um grave acidente de carro na noite desta quinta-feira em Brescia, na Itália. De acordo com jornais locais, o jogador do turco Adama Demispor deixou o veículo cambaleando, se recusou a fazer teste de bafômetro e foi socorrido por uma ambulância. Ele passa bem.

O forte impacto do carro contra um muro poderia ter causado um estrago ainda maior se não fosse a presença dos airbags do veículo, que ficou destruído. Depois de sair do carro, Balotelli teria caído no chão.

As imagens registradas do acidente mostram o carro sem uma das rodas e com a frente e a lateral do veículo arruinadas. Uma parte do muro em que Balotelli bateu caiu. O Audi Q8 está avaliado em 100 mil libras, cerca de R$ 615 mil.

O acidente teria acontecido na via Orzinuovi por volta das 20h no horário local, de acordo com o jornal italiano Gazzeta Dello Sport. As investigações sobre as causas da batida ainda serão investigadas pelas autoridades da cidade.


Balotelli está contundido e por isso estaria na cidade de Brescia, onde ele já atuou na temporada 2019-20. O atacante passou também por Internazionale, Milan, Manchester City, Liverpool, Nice, Monza, Olympique de Marselha e Sion.

Lateral do Milan, Florenzi é investigado por envolvimento em apostas ilegais na Itália

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: Arquivo Pessoal / @florenzi

Florenzi em ação pelo Milan

Alessandro Florenzi, lateral do Milan, está sob a mira dos promotores de Turim que investigam jogadores de futebol que usam sites ilegais para apostar em jogos. O assunto ganhou as manchetes dos jornais italianos nesta quarta-feira.

Florenzi, que preferiu não comentar sobre a acusação, poderá ser chamado para prestar depoimento aos promotores nos próximos dias, de acordo com a Agência de Notícias LaPresse. A Federação de Futebol Italiana também estuda a possibilidade de abrir um inquérito.

Florenzi, de 32 anos, e ingressou no Milan na última temporada e tem contrato vigente até 2025. Atleta com participação na seleção da Itália, ele esteve no elenco que conquistou a Eurocopa em 2021.

Dois atletas já foram punidos por essa linha de investigação. Sandro Tonali, do Newcastle, pegou um gancho de dez meses. Nicoló Fagiolo, da Juventus, também foi suspenso e ficará fora dos gramados por sete meses. Nicolò Zaniolo, do Aston Villa, também está sendo investigado.

O caso vem ganhando repercussão no meio esportivo e autoridades já se manifestaram sobre essa onda de investigações. Gabriele Gravina, presidente da Federação Italiana de Futebol, disse ser a favor de medidas educativas ao invés do banimento ou outros tipos de punições mais severas. “Nossos filhos devem ser sancionados, mas não abandonados”, defendeu o dirigente.


Documentos divulgados pelo jornal italiano “Gazzetta Dello Sport” revelaram trechos do depoimento de Fagioli, que afirmou ter feito dívidas com sites de apostas, causa de ameaças à sua integridade física. “Disseram-me: ‘ou você paga, ou vamos quebrar as suas pernas'”, relatou o jogador, que também disse ter sido introduzido ao mundo das apostas por Tonali.

Antonio Cabrini e sua passagem pelo Bologna, onde encerrou sua carreira

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Cabrini atuando pelo Bologna

Antonio Cabrini foi um dos melhores defensores da história do futebol italiano, fazendo parte da conquista da Copa do Mundo de 1982. O jogador construiu uma belíssima carreira, tendo passagens por alguns times do futebol nacional, tornou-se ídolo da Juventus e foi encerrar a sua carreira no Bologna. 

O jogador nasceu em Cremona, na Itália, no dia 8 de outubro de 1957, e começou sua carreira no profissional muito cedo, aos 16 anos de idade, no Cremonese. No início atuava como zagueiro, mas acabou tendo poucos minutos em sua primeira temporada.

Já na sua segunda temporada, o jogador conseguiu ter mais chances e começou a destacar na equipe. Cabrini fez grandes jogos e acabou chamando atenção, e acabou deixando o clube. 

Cabrini foi contratado pelo Atalanta, em 1975, e chegou para ser titular da equipe. Rapidamente mostrou toda sua força defensiva e sendo muito importante para o time, pois se tornou um pilar, mesmo sendo jovem, foi um líder no período que esteve na equipe. 

Depois de uma temporada, o jogador foi contratado pela Juventus, que é uma das maiores equipes do país. No clube, Cabrini construiu uma excelente carreira, ficando por muitos anos no clube, ganhando praticamente todos os títulos possíveis. 

Cabrini tornou-se um dos principais jogadores do clube e do seu país, tanto que alguns anos depois começou a ser convocado para a sua seleção, indo para a Copa do Mundo de 1978. Também pela Juventus, o jogador acabou passando a jogador como lateral-esquerdo ou melhor, sendo um terceiro zagueiro pelo lado esquerdo do campo. 

Nessa sua nova função foi muito importante, e continuou com as grandes atuações, tanto que foi campeão da Copa do Mundo de 1982 já atuando como um zagueiro pelo lado esquerdo. 

Após 13 anos pela Juventus, com diversas conquistas pelo clube e pela seleção, o jogador já estava caminhando para a fase final da sua carreira. Em 1989 deixou a equipe, indo atuar no Bologna, e foi seu último time, pois acabou encerrando sua carreira no clube. 


Mas em sua primeira temporada pelo clube foi muito importante, trazendo toda sua liderança e bagagem. Porém, Cabrini já não tinha mais a mesma força física, e isso o prejudicou em alguns jogos, mesmo assim, foi um grande pilar defensivo de sua equipe. 

Já em sua segunda temporada, acabou perdendo espaço por conta da idade e da forma física. Sem atuar muitas vezes, Cabrini decidiu encerrar sua carreira ao fim da temporada, fazendo pelo Bologna 55 jogos e marcando dois gols.

Marco Tardelli e sua passagem vitoriosa pela Juventus de Turim

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Tardelli fez história pela Juventus

Marco Tardelli foi um dos maiores jogadores do futebol italiano, sendo muito importante na conquista da Copa do Mundo de 1982, marcando um dos gols na final. O meio-campista atuou por dois gigantes, construindo uma belíssima carreira, com grandes conquistas pela Juventus. 

Tardelli nasceu em Careggine, na Itália, no dia 24 de setembro de 1954, e começou sua carreira no futebol alguns anos depois. A sua vida profissional começou a deslanchar quando chegou na base do Pisa, onde se desenvolveu e conseguiu se destacar. 

O jogador subiu para o profissional em 1972, mas em seu primeiro ano fez apenas oito jogos, marcando dois gols na Série C. Mas tudo começou a mudar na temporada seguinte, pois Tardelli jogou em trinta e três partidas, marcando novamente dois gols. 

A sua boa temporada na equipe, começou a chamar a atenção de algumas equipes, e acabou sendo contratado pelo Como, que era um clube que disputava a segunda divisão nacional. 

O meio-campista conseguiu mostrar seu potencial rapidamente, sendo titular da equipe e um dos principais nomes daquele elenco. Na temporada de 74, o jogador atuou em trinta e seis partidas, marcando dois gols na Série B, chamando a atenção de grandes times. 

Por causa do seu grande desempenho, despertou interesses das grandes equipes do país. Em 1975 foi contratado pela Juventus, um dos maiores clubes do futebol europeu, e era a grande oportunidade da sua carreira. 

Tardelli rapidamente ganhou a vaga de titular, se firmando na equipe e mostrando todo seu talento. O jogador tornou-se uma das referências do elenco e líder, mesmo muito jovem assumindo as responsabilidades e decidindo jogos importantes pela Juventus. 

Depois de uma temporada no clube, foi convocado para a seleção italiana, tornando-se também importante para o seu país. O meio-campista encantava, era clássico e tinha um passe espetacular, conseguindo dominar a parte central do campo com muita facilidade. 

O jogador ficou a maioria da sua carreira atuando pela Juventus, construindo uma bela história. Tardelli conquistou diversos títulos, tornando-se ídolo do clube, sendo importante em todas as dez temporadas. Porém, em uma delas acabou atuando poucas vezes, pois em 79, acabou sofrendo uma lesão que o tirou de diversos jogos. 


Além dos diversos títulos pela Juventus, o meio-campista foi fundamental na Copa do Mundo de 1982, sendo muito decisivo. Tardelli era titular e uma grande estrela da equipe, e fez um dos gols que deram o título à Itália no jogo contra a Alemanha Ocidental. 

Pela Juventus foram 10 temporadas, com 259 jogos e 34 gols. Mas além disso, o jogador tem uma vasta lista de títulos, como: uma vez campeão da Taça dos Campeões Europeus, cinco títulos do Campeonato Italiano, uma UEFA Supercup, uma UEFA-CUP, uma Taça Europa e dois títulos da Taça Itália. 

Em 1985 deixou a equipe e foi atuar no rival, a Internazionale, já na parte final de sua carreira.

Ramón Díaz e sua passagem pela Internazionale

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Ramón Díaz defendeu a Inter na temporada 1988 / 1989

Ramón Ángel Díaz, atualmente técnico do Vasco e que completa 64 anos neste 28 de agosto de 2023, teve uma boa carreira como jogador de futebol. O argentino teve passagens por grandes times da América e da Europa, fazendo muito sucesso e conquistando alguns títulos em sua carreira, e um deles foi pela Internazionale, entre 1988 e 1989. 

O ex-atacante nasceu em La Rioja, na Argentina, no dia 28 de agosto de 1959, e sua carreira começou alguns anos depois. O jogador fez sua base no River Plate, e foi lá que subiu para o profissional em 1978, se tornando titular rapidamente da equipe. 

Díaz conseguiu se adaptar ao profissional muito rápido, tornando-se titular da equipe com muita facilidade. O atacante tinha muito potencial, e o faro de gol dele era impressionante, sendo sempre muito frio em sua finalização. 

Em 1979 foi convocado para a Copa do Mundo Sub-20, onde ajudou a seleção a conquistar a competição. Depois do título, o jogador começou a ser observado cada vez mais pelo futebol internacional, começando a receber algumas sondagens, mas decidiu no momento permanecer no River. 

Além da conquista pela seleção, o jogador ainda venceu o Campeonato Argentino (Metropolitano e Nacional). O atacante era muito importante para a equipe, e mostrava cada vez mais sua evolução no profissional. Depois de duas temporadas, não tinha como segurar mais o jogador na equipe, que acabou sendo negociado com o futebol europeu. 

Depois de chamar muito atenção atuando pelo River, o jogador acabou sendo contratado pelo Napoli, um clube importante do futebol italiano. Seria uma porta de entrada para o atacante na Europa, mas o jogador ficou apenas uma temporada no clube.

Na temporada seguinte foi negociado com o Avellino, onde permaneceu por três temporadas. Na sequência foi para a Fiorentina, voltando a atuar em um clube de mais relevância, e conseguiu se destacar na equipe. Díaz ficou duas temporadas e viveu grandes momentos pelo clube, chamando atenção de outros gigantes da Europa.

Em 1988 foi contratado pela Internazionale, uma das maiores equipes do futebol europeu e da Itália. Mesmo com uma grande concorrência, Díaz conseguiu rapidamente se tornar titular da equipe, mostrando todo seu talento no comando do ataque.


A equipe fez uma grande temporada, mostrando um desempenho muito forte e regular, e acabou conquistando a Série A, que é o campeonato nacional do futebol italiano. Díaz foi muito importante durante a temporada, com números muito bom, tendo 43 jogos e 15 gols. 

Mesmo com o bom desempenho e a conquista do título, o jogador acabou deixando a equipe ao final da temporada, sendo transferido para o Monaco, da França.

♩♪♫ Soy Celeste... ♩♪♫ Uruguai vence a Itália e conquista pela primeira vez a Copa do Mundo Sub-20

Por Emerson Gomes
Foto: Fifa.com

Luciano Rodriguez foi o herói uruguaio

O Uruguai sagrou-se campeão mundial Sub-20 ao vencer a Itália por 1 a 0 na noite deste domingo, dia 11 no Estádio Ciudad de La Plata, na Argentina, na grande decisão da Copa do Mundo da categoria. É o primeiro título da Celeste, que praticamente jogou em casa, na categoria. O gol da equipe charrua foi marcado por Luciano Rodriguez.

As semifinais foram realizadas na última quinta-feira, dia 8, com os jogos no Estádio Ciudad de La Plata. No primeiro embate, o Uruguai conquistou a vaga na decisão ao vencer Israel por 1 a 0. Depois, a Itália avançou para a final ao bater a Coreia do Sul pelo placar de 2 a 1.

A partida começou com ambas equipes buscando o gol, a melhor chance da parte inicial foi do Uruguai aos 22' em cabeçada de Anderson Duarte, que o goleiro Sebastiano Desplanches espalmou para escanteio, em bela defesa. A Celeste Olímpica passou a ser superior na partida desde então, mas sem ter chances claras de gol. Os Italianos não conseguiam criar chances de gol, e pouco conseguiam sair do campo de defesa. Apesar do domínio charrua, ao intervalo o placar ficou zerado.

A segunda etapa começou como foi a primeira, com os uruguaios comandando a posse de bola e as ações ofensivas. Com o passar dos minutos, os italianos passaram a chegar com mais efetividade no ataque, levando perigo a meta uruguaia. Aos 35' Matteo Prati foi expulso mas após conferência do VAR, a expulsão foi retirada.


E aos 41' minutos Luciano Rodriguez cabeceou para marcar o gol da Celeste Olímpica, 1 a 0 e explosão nas arquibancadas, lotadas de torcedores charruas. A partir do gol, os celestes passaram a comandar as ações, segurando a bola e fazendo a velha catimba. E ao apito do árbitro, a explosão de alegria se fez em La Plata, Uruguai campeão do mundo sub-20.

A próxima edição da Copa do Mundo de futebol sub-20 está marcada para 2025. A sede ainda será determinada posteriormente pela FIFA.

O Curioso do Futebol

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