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Fluminense vence a Inter de Milão e está nas quartas da Copa do Mundo de Clubes

Foto: Fifa.com

Cano fez o gol com 2 minutos de jogo

O Fluminense venceu a Inter de Milão, por 2 a 0, e avançou para as quartas de final da Copa do Mundo de Clubes. O jogo foi nesta segunda-feira, dia 30, no Bank of America Stadium, em Charlotte, nos Estados Unidos, pelas oitavas do certame. Os gols foram marcados por Cano e Hércules.

O jogo não poderia ter começado melhor para o Fluminense, que abriu o marcador aos 2 minutos. Martinelli ganhou de De Vrij e passou para Arias, que avançou pela direita. Ele tentou o cruzamento na área, a bola desviou em Bastoni e ficou boa para Cano, de cabeça, mandar no fundo das redes de Sommer. Este jogo era o 200º do atacante argentino com a camisa do Tricolor.

A Inter foi para cima, tentando o empate. Aos 10 minutos, Miktharyan fez o pivô para Dimarco, que bateu de chapa, dentro da área, e Fábio fez a defesa. O Fluminense quase marcou o segundo aos 29', quando Sommer espalmou chute de Arias e Samuel Xavier bateu cruzado, dentro da área, mas mandou a bola para fora.

Aos 36', em cobrança de falta, Dimarco levou perigo, mas Fábio fez firme defesa. O Fluminense chegou a balançar as redes aos 39 minutos, com Ignácio, de cabeça, mas o lance foi anulado por impedimento. E o jogo foi para o intervalo com vantagem do Tricolor.

No segundo tempo, a Inter foi para cima de vez, tentando o empate, mas tinha dificuldade para resolver as jogadas, batendo na defesa do Fluminense, que levou perigo aos 16 minutos, em finalização de Arias de fora da área. Sommer fez grande defesa. Em seguida, Cano viu o goleiro da Inter adiantado e tentou de cobertura, mas ele encaixou.

A Inter perdeu uma grande chance aos 23'. Lautaro Martínez ajeitou de cabeça e De Vrij, na pequena área, finalizou para fora. Aos 29', Di Marco cobrou falta e a bola passou raspando a trave. Lauturo finalizou rasteiro aos 34', mas Fábio fez a defesa. A mesma coisa aos 36' e aos 37' ele mandou na trave.

O jogo nos minutos finais ficou aberto. Aos 39', Lima quase fez o segundo para o Fluminense. A Inter tentava de todas as formas furar a retranca do tricolor, mas não conseguia. Aos 46', Carlos Augusto perdeu chance para o time italiano.


E aos 48', o Fluminense 'matou o jogo'. Com a bola no ataque, Hércules dominou, avançou e da entrada da área bateu cruzado, sem chance para goleiro Sommer: 2 a 0. Di Marco ainda mandou uma bola no travessão, mas o Tricolor acabou vencendo e avançando no certame.

Com o resultado, Fluminense encara o vencedor de Manchester City e Al Hilal, que jogam ainda nesta segunda-feira. O jogo das quartas será na sexta-feira, dia 4 de julho, às 22 horas, no Camping World, em Orlando. Já Internazionale se prepara para a próxima temporada europeia.

Inter vence, se classifica e River Plate é eliminado da Copa do Mundo de Clubes

Foto: Fifa.com

Vitória da Inter em Seattle

A Internazionale venceu o River Plate, por 2 a 0, na noite desta quarta-feira, dia 25, no Lumen Field, em Seattle, nos Estados Unidos, e garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de Clubes de 2025. O time argentino acabou eliminado do certame.

O nervosismo deu o tom do que foi o primeiro tempo entre Inter de Milão e River Plate em Seattle. Ambas as equipes tiveram uma postura mais conservadora, priorizando a solidez defensiva ao invés do sistema ofensivo. O resultado foi uma partida de poucas finalizações e muitas faltas.

No início da partida, o River tentou sair mais, teve espaço pelas beiradas do campo e chuveirou a área da Inter, porém sem achar o ex-palmeirense Borja. O time italiano, por sua vez, optou pelas escapadas em contra-ataque, chegou a ter uma boa chance em finalização de Asllani da entrada da área, porém não conseguiu muito mais do que isso.

Segundo tempo começou em ritmo aluncinante. Aos 4', Mastantuono bateu à meia altura, a zaga da Inter afastou mal e, no rebote, o River por muito pouco não abriu o placar. No minuto seguinte, Lautaro fez excelente jogada individual, invadiu a área e finalizou na saída de Armani. A bola bateu na trave e voltou nas mãos do goleiro do time argentino.

A Inter passou a dominar as ações e perdia chances em lances de Lautaro Martínez, Mkhitaryan e Esposito. O River respondeu com Lanzini, que tinha acabado de entrar. Aos 20', o time argentino ficou com um a menos, já que Martínez Quarta deu um carrinho por trás em Mkhitaryan e foi expulso.

E a Inter fez 1 a 0 aos 26 minutos. O time italiano trocou passes com calma, colocando o River na roda, entrou na área com Sucic e encontrou Esposito na área. O camisa 94 limpou Paulo Díaz e bateu na saída de Armani para abrir o placar.


Aos 44', Mkhitaryan ainda perdeu um gol feito e aos 47' veio o segundo da Inter. Em belíssima jogada, o zagueiro Pastone veio da defesa, deu um belo drible na entrada da área e bateu na saída do goleiro: 2 a 0 para o time italiano e fim de jogo em Seattle, sem antes ter a segunda expulsão do River Plate: Montiel.

Com o resultado, a Inter de Milão avançou como primeira colocada do Grupo E e vai encarar o Fluminense nas oitavas de final na segunda-feira, dia 20, às 16 horas. Já o River Plate se despediu do certame.

Inter de Milão vira para cima do Urawa Red Diamonds na Copa do Mundo de Clubes

Foto: divulgação / Fifa.com

Vitória da Internazionale em Seattle

A Inter de Milão venceu a primeira na Copa do Mundo de Clubes. Neste sábado, no Lumen Field, em Seattle, o time italiano saiu atrás no marcador, mas virou e venceu o japonês Urawa Red Diamonds pelo placar de 2 a 1.

A Internazionale começou o jogo tendo mais posse de bola, mas sem muita objetividade. Já o Urawa Reds, na primeira oportunidade, aos 10', marcou: Kaneko fez linda jogada pela direita, levantou a cabeça e enxergou Watanabe entrando livre na área. Ele fez o passe preciso para o meia bater colocado no canto e abrir o placar.

Depois de levar o gol, a Inter foi em busca do gol de empate. Aos 18', Lautaro Martínez mandou a bola na trave. O time italiano seguia tentando marcar, mas tinha pela frente uma boa defesa postada do Urawa Reds. Assim, o time japonês foi para o intervalo vencendo.

No segundo tempo, a Inter se lançou de vez ao ataque, tentando reverter o marcador. Com o passar dos minutos, o time italiano aumentava a pressão, mas deixava espaços para o Urawa Red Diamonds contra-atacar, quando levava perigo.

A pressão da Internazionale funcionou e o gol de empate saiu aos 31 minutos. Lautaro Martínez aproveitou cobrança de escanteio na primeira trave, brigou com a marcação e deu uma "puxeta" para finalizar. O goleiro foi pego de surpresa e não conseguiu a defesa: 1 a 1.


A Inter foi buscar a virada num momento onde parecia que o empate estava definido. Aos 47', após mais um cruzamento para a área, defesa do Urawa tirou para trás. A bola sobrou em Sucic, que finalizou e a bola explodiu na defesa. Carboni, porém, pegou o rebote e finalizou no canto para virar o confronto. Final de jogo e 2 a 1 para o time italiano.

A última rodada do Grupo E da Copa do Mundo de Clubes será toda ela na quarta-feira, dia 25, com os jogos começando às 22 horas. No Lumen Field, em Seattle, a Internazionale mede forças contra o River Plate. Já o Urawa Red Diamonds encara o Monterrey no Rose Bowl, em Pasadena.

Estreando na Copa do Mundo de Clubes, Monterrey e Internazionale ficam no 1 a 1

Foto: divulgação / Internazionale

Partida foi realizada no Rose Bowl

Na noite desta terça-feira, no Rose Bowl, em Pasadena, Monterrey e Internazionale estrearam na Copa do Mundo de Clubes. E, mesmo com todo favoritismo, o time italiano não conseguiu se impor e a partida terminou empatada em 1 a 1.

O jogo começou com pressão da Inter de Milão, que aumentou a marcação, impedindo que o Monterrey saísse jogando. A equipe comandada por Cristian Chivu criou mais chances e manteve maior posse de bola até os 24 minutos, quando o time mexicano abriu o placar com gol de Sergio Ramos, de cabeça, após cobrança de escanteio.

A partida foi ficando ainda mais animada com a busca italiana em converter as estatísticas em bolas na rede. E foi o que aconteceu. Aos 41', Asllani cobrou falta ensaiada com Carlos Augusto, que recebeu e ajeitou para Lautaro Martínez empatar. Com o 1 a 1 no placar, o árbitro brasileiro Wilton Pereira Sampaio assinalou o fim do primeiro tempo.

Segundo tempo começou com as equipes se alternando no ataque. Aos 19', o Monterrey quase fez o segundo: Canales, de canhota, arriscou finalização rasteira, de fora da área e mandou a bola na trave, assustando o goleiro Sommer, que se esticou todo no lance.

Aos 22', Lautaro Martínez até balançou as redes, mas estava impedido. Aos 32', o argentino perdeu chance clara, mandando a bola para fora. Com o passar dos minutos, a pressão da Internazionale aumentava, mas o gol não saiu e ainda quase levou em lance de Deossa, nos acréssimos. Assim, a partida terminou empatada em 1 a 1.


As duas equipes voltam a campo no sábado, dia 21. Às 16 horas, no Lumen Field, em Seattle, a Internazionale encara o Urawa Red Diamonds. Já às 22 horas, no Rose Bowl, em Pasadena, o Monterrey tem pela frente o River Plate.

PSG faz 5 a 0 na Inter e leva primeira Champions de sua história

Com informações do UOL Esporte
Foto: divulgação / UEFA

Marquinhos levantando a taça

O Paris Saint-Germain conquistou neste sábado o primeiro título de Liga dos Campeões da sua história. Pressionando desde os primeiros minutos, o time francês dominou a partida e massacrou a Inter de Milão por 5 a 0 na final disputada na Allianz Arena, na Alemanha.

Os gols da épica vitória foram marcados por Hakimi, Doué duas vezes, Kvaratskhelia e Mayulu, garantindo o título inédito para o PSG. Com o triunfo, o clube parisiense completa a tríplice coroa na temporada, após também conquistar a Liga e a Copa da França.

A conquista histórica veio justamente depois do fim da era dos grandes astros no clube. Sem Messi, Neymar e Mbappé, que deixaram o PSG nas últimas temporadas, o técnico Luís Enrique apostou em um elenco mais equilibrado e coletivo.

O PSG foi superior na primeira etapa, com mais posse de bola e presença constante no campo ofensivo. Após excelente movimentação, Hakimi apareceu na área e abriu o placar. Pouco depois, em rápido contra-ataque, Doué marcou o segundo. O time de Paris seguiu pressionando e praticamente neutralizou as ações ofensivas da Inter de Milão.

A equipe italiana teve dificuldades para se encontrar no jogo e sofreu com a marcação alta imposta pelo PSG, além dos dois gols sofridos ainda antes dos 20 minutos. O meio-campo, formado por Barella, Calhanoglu e Mkhitaryan, encontrou obstáculos para articular jogadas e fazer a transição da defesa para o ataque. Quando conseguia se desvencilhar da pressão, a Inter não tinha organização para atacar de forma rápida.


A Inter voltou para o segundo tempo ainda desorganizada e sem conseguir reagir. O PSG manteve a pressão intensa em todos os setores do campo, sufocando as tentativas de criação do time italiano. Destaque da final, Doué brilhou mais uma vez, marcou seu segundo gol na partida e fez o terceiro do PSG.

Kvaratskhelia e Mayulu aproveitaram a defesa desorganizada da Inter de Milão e ampliaram o placar. Enquanto o PSG entrou em campo determinado a conquistar o título mais importante da Europa — um troféu inédito para o clube — a Inter não conseguiu se encontrar em praticamente nenhum momento da partida. O time de Inzaghi saiu da final com uma derrota contundente.

Morre Jair da Costa, campeão da Copa de 1962 com a Seleção Brasileira

Com informações da ESPN
Foto: arquivo

Jair da Costa foi revelado pela Portuguesa

Morreu neste sábado (26), em Osasco, o ex-atacante Jair da Costa, ponta-direita que fez história no futebol nacional e internacional. A morte do ex-jogador, que estava com 84 anos, foi confirmada pela Portuguesa, equipe que revelou o atleta e que ele defendeu entre 1960 e 1962.

Enquanto jogador da Lusa, Jair fez parte do elenco que conquistou a Copa do Mundo de 1962, no Chile, com a Seleção Brasileira. Posteriormente, ele teria uma carreira extremamente vitoriosa no futebol italiano, atuando pela Inter de Milão e pela Roma.

O brasileiro é um dos maiores ídolos da história nerazzurra, tendo feito parte do esquadrão que ganhou oito grandes títulos entre 1962 e 1971. Jair foi duas vezes campeão europeu, também duas vezes campeão mundial e ainda tetracampeão do Campeonato Italiano.


Seu momento mais marcante foi na final da Champions 1964/65: foi dele o gol da vitória por 1 a 0 sobre o Benfica que valeu a taça. Ao todo, foram 266 partidas pela Inter, com 70 gols marcados.

Na parte final de sua ilustre trajetória, ele regressou ao Brasil e jogou pelo Santos entre 1972 e 1974, sendo campeão paulista em 1973.

A boa passagem de Luigi Di Biagio pela Internazionale

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Luigi Di Biagio defendeu a Inter

Luigi Di Biagio foi um bom defensor italiano, atuando como volante e zagueiro, tendo passagens por grandes times nacionais. Construiu uma boa carreira, sendo convocado para duas Copas do Mundo, e viveu seu melhor momento atuando pela Internazionale.

O jogador nasceu na Roma, na Itália, no dia 3 de junho de 1971, e começou a sua carreira na Lazio. Fez sua categoria de base no clube até subir para o profissional em 1988, porém não conseguiu conquistar seu espaço e atuou pouquíssimas vezes. 

Depois de uma temporada pelo clube, Luigi acabou deixando o clube em busca de mais espaço e foi contratado pelo Monza. Foi pela pequena equipe italiana que conseguiu ganhar mais minutos e mostrar que teria potencial para atuar nos grandes times. 

Ficou três anos na equipe, depois foi para o Foggia, quando também teve três temporadas e conseguiu ter muito destaque, chamando a atenção das grandes equipes. Em 1995 chegou a Roma, tendo uma grande oportunidade para fixar na elite do futebol italiano. 

Permaneceu durante quatro temporadas na Roma, tendo muito destaque, inclusive sendo convocado para a seleção italiana para a Copa do Mundo de 1998. Vivendo o melhor momento da sua carreira, o jogador buscava por mais e em 1999 recebeu uma boa proposta da Internazionale, que é uma das maiores equipes do país e de mundo. 

Com a ótima proposta, o volante se transferiu para a equipe de Milan, mas chegou em um momento que o time passava por uma reconstrução, então não era uma temporada de muitas expectativas. Porém, com as boas contratações, o clube entrava como favorito em todas as competições nacionais. 

Porém, a equipe começou a viver um período de seca de títulos, não conseguindo conquistar as competições nacionais e internacionais. Mesmo sem ser campeão, Luigi estava atuando em alto nível e era um dos principais meio-campistas do país. 


O jogador manteve o alto nível e vivia seu melhor momento da carreira, mas a situação da equipe não estava o ajudando. Porém, suas ótimas atuações eram premiadas com as convocações para a seleção italiana, atuando em mais uma Copa do Mundo. 

Foram quatro temporadas pela Inter, mas acabou ficando sem nenhuma conquista, mesmo assim ficou reconhecido pela garra e as boas atuações feitas durante o período. Luigi fez ao todo 158 jogos e marcou 18 gols pelo clube, deixando a equipe em 2003 para atuar no Brescia, já na reta final de sua carreira.

A curta passagem de Dennis Bergkamp pela Internazionale

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Bergkamp na Inter

Dennis Nicolaas Maria Bergkamp, conhecido simplesmente como Dennis Bergkamp, já foi um dos melhores jogadores do mundo, e está na lista da FIFA 100, feito por Pelé. O atacante atuou em apenas três clubes, tendo muito sucesso no Ajax e no Arsenal, mas acabou tendo dificuldade pela Internazionale.

O jogador nasceu em Amesterdã, na Holanda, no dia 10 de maio de 1969, e começou a atuar na base do Ajax em 1981. Rapidamente perceberam que o garoto tinha talento e mostrava ser superior tecnicamente a todos os seus colegas. 

Em 1986 subiu para o profissional e demonstrou o porquê de tanta expectativa sobre ele. Conseguiu se adaptar muito bem a equipe principal e não sentiu a pressão, mantendo as grandes atuações e a frieza na frente do goleiro, tanto que levou o apelido de ‘Homem Gelo’. 

Pelo Ajax, Bergkamp conquistou grandes títulos e foi muito importante durante toda a sua passagem, fazendo gols decisivos e que deram o troféu a equipe. Os seus números eram impressionantes, uma média de gol altíssima, mostrando toda sua qualidade. 

Depois de sete temporadas pelo clube, ele acabou recebendo uma ótima proposta da Internazionale, que ofereceu 19,7 milhões de euros. O atacante aceitou e se transferiu para o futebol italiano no verão de 1993, e chegou com muitas expectativas. 

Porém, o futebol italiano sempre se destacou por conta da força física e da obediência tática, e isso dificulta muitos atletas na adaptação. Bergkamp acabou sofrendo um pouco no início, tendo muitos problemas para marcar seus gols. 

O atacante acabou vivendo um período de seca de gols de praticamente 6 meses no seu início, deixando os torcedores um pouco frustrados por conta da alta expectativa sobre o atleta. 

Só que Bergkamp conseguiu dar a volta por cima e se adaptou ainda durante a temporada, sendo muito importante para a equipe na conquista da Copa UEFA de 1993-94, sendo o artilheiro do time com 8 gols em 11 jogos. 


Depois de sua adaptação, o jogador conseguiu voltar com sua ótima média de gols e mostrou o motivo da sua contratação. Porém, a Internazionale não estava vivendo um momento tão bom, e acabou não conquistando nada na temporada seguinte. 

As boas atuações do atacante impressionavam a todos, e por isso ao final da temporada de 1994-95, o jogador recebeu uma ótima proposta do Arsenal e resolveu deixar o futebol ita

A boa passagem de Rubén Sosa na Internazionale

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Rubén Sosa na Inter

O sucesso de jogadores sul-americanos na Série A italiana não é algo necessariamente novo. Jogadores dos países da região fazem sucesso na bota há muitos anos e os exemplos vão desde gigantes antigos como Jair, atacante da grande Inter até pilares atuais como Lautaro na Inter e Danilo, o dono da defesa da Juve. Um dos grandes nomes do continente que fez sucesso em terras italianas foi o atacante uruguaio Rubén Sosa, que completa seus 58 anos neste dia 25 e teve uma boa passagem pela Internazionale na primeira metade dos anos 1990.

Recém campeã italiana, a Inter não vivia seus melhores dias durante aquela década, que à exceção de títulos na Copa da UEFA seria um período "perdido" para os nerazzurri. Na época, a Beneamata ficou para trás diante do sempre presente sucesso da Juventus e da ascensão meteórica do Milan de Berlusconi. Foi nesse contexto que Rubén Sosa chegou a Appiano Gentile, depois de quatro temporadas de sucesso na Lazio.

O cartão de apresentação de Sosa foi quase imediato. Já em sua estreia, marcou seu primeiro gol pela Beneamata e se tornou rapidamente o principal jogador interista na temporada. Ele foi o grande nome de uma campanha que levou os nerazzurri ao vice-campeonato na Série A, perdendo o titulo para o Milan, que terminou quatro pontos na frente. Foram 22 gols do Principito na temporada. Um belo cartão de visita aos torcedores da Inter e números muito bons para um atacante cuja função era ser o apoio do camisa 9 principal.

Sua segunda temporada pelo clube se deu em um contexto esquisito. Naquele biênio, a equipe levaria o único título que Rubén teria como interista, quando foi campeã da Copa da UEFA em cima do Casino Salzburg. Ao mesmo tempo, porém, a Beneamata viveu uma trajetória infernal na Série A, onde a despeito do bom elenco que tinha, acabou brigando contra o descenso após uma queda absurda no final do temporada, que viu o descenso não vir apenas por um ponto, que por sinal pode ser atribuído a Rúben Sosa, numa virada crucial diante do Parma puxada por ele.


Sua terceira e última temporada pela Inter seria mais uma vez de protagonismo por parte do uruguaio, que marcou seus 11 gols ao longo do ano, mas de um desempenho fraco por parte dos nerazzurri em praticamente todas as competições. A relação entre ele e Bergkamp não era boa e tais problemas refletiram no desempenho do time. Ao fim daquele biênio, acabou negociado com o Borussia Dortmund, em meio a mudanças que a Inter passou após a chegada de Massimo Moratti a presidência.

No total, em três anos atuando pela Beneamata, Rubén Sosa  esteve em campo em 104 partidas, marcando 50 gols pelos nerazzurri. Ele ainda atuaria por Dortmund, Logroñes, Nacional, Shangai Shenua e Racing (do Uruguai) antes de pendurar as chuteiras, já com bastante idade, em 2006, aos 40 anos. 

Carlos Augusto é campeão do Campeonato Italiano com a Internazionale

Foto: Divulgação/Internazionale

Carlos Augusto defende a Internazionale

“É campeão!” é a frase que ecoa ao redor de Carlos Augusto nesta segunda-feira (22) e nos próximos dias. O lateral esquerdo da Inter de Milão, juntamente com toda sua equipe, sagrou-se campeão do Campeonato Italiano de forma precoce. Ao vencer o Milan pelo placar de 2 a 0, a Internazionale conquistou 86 pontos e já não pode mais ser alcançada na classificação da competição.

A tarde desta segunda-feira (22) teve um sabor especial apenas para um lado, o que veste azul e preto na Itália. Após duas temporadas a Internazionale voltou a ficar com o título e Carlos Augusto, por sua vez, se tornou o primeiro brasileiro a vencer o Campeonato Italiano após 14 anos, sendo Júlio César, Lúcio, Maicon e Mancini os últimos a vencerem, na temporada de 2009/2010 também com a camisa da Inter.


O brasileiro de 25 anos deixou em campo toda a garra, vontade e suor para sair vitorioso no duelo com seu principal adversário da competição. Com uma carreira vitoriosa até aqui e sempre lembrado por onde passa, Carlos Augusto deixa seu nome marcado na história da Inter de Milão.

Na temporada até aqui, o lateral esteve em campo em 40 oportunidades e contribuiu com sua equipe marcando um gol e servindo seus companheiros com três assistências.

A passagem de Marco Ballotta na Internazionale

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Balotta atuando na Inter

Conhecido por ter sido o jogador mais velho a jogar uma partida da Série A e também deter esse recorde na Liga dos Campeões, o italiano Marco Balotta, que completa seus 60 anos neste dia 3, tem um longo histórico jogando como goleiro, principalmente reserva em muitas equipes, dentro do futebol italiano. Um dos times onde Balotta atuou foi a Internazionale, equipe pela qual jogou no começo dos anos 2000.

Balotta já era um jogador bastante experiente quando chegou a Beneamata. Na época, o time de Milão buscava um goleiro para surprir a perda de Pagliuca, que havia saído para o Bologna no começo da temporada 1999/2000. Reserva da Lazio, Balotta foi incluindo na negociação por Peruzzi, que veio na época para ocupar a função de titular na Inter (e duraria apenas aquela temporada na equipe). Chegou a Inter no início da temporada 2000/2001.

Viveu uma temporada que foi caótica para os Nerazzurri. Sem contar com o lesionado Ronaldo, a equipe ainda precisou esperar a volta de Vieri e esteve longe de fazer uma grande Série A ou um grande campeonato no geral. Reserva, Balotta foi utilizado principalmente em jogos da Supercopa e da Copa Itália, entrando em alguns jogos na Série A já no fim da temporada.


Foi empresatado ao Modena na temporada 20001/2002, ajudando a equipe a conseguir um acesso para a Série A como goleiro titular. Acabou permanecendo por lá depois disso, encerrando sua curta passagem na Internazionale. Curiosamente, acabou sendo capitão da equipe numa das poucas partidas em que esteve em campo pela equipe nerazzurri.

No total, Balotta entrou em campo em 11 oportunidades para defender o gol interista. Acabou tendo apenas duas partidas sem sofrer gols nestes jogos, sendo inclusive o goleiro que levou 6 a 1 do Parma naquela edição da Copa Itália. Ele pendurou as chuteiras na Lazio, em 2007. Curiosamente, chegou a voltar a jogar na oitava divisão italiana em 2008, jogando como atacante.

Adriano Imperador celebrou 42 anos no sábado

Com informações da CBF
Foto: arquivo / Allsport

Adriano no início pelo Flamengo

Adriano Imperador comemorou 42 anos no sábado, dia 17, com uma carreira vitoriosa por clubes e pela Seleção Brasileira. Nascido no Rio de Janeiro, o centroavante iniciou sua trajetória pelo Flamengo, onde teve impacto imediato. Revelado em 2000, ele conquistou os Campeonatos Cariocas em 2000 e 2001 e a Copa dos Campeões de 2001.

Despontando pela equipe carioca, Adriano chamou a atenção da Inter de Milão (ITA) e foi contratado pelos nerazzuri em 2001. Logo em seu primeiro ano, apresentou seu cartão de visitas ao marcar um golaço de falta contra o Real Madrid, no Santiago Bernabéu, mostrando toda sua potência no chute. No entanto, não recebeu muitas oportunidades ao longo do ano e foi emprestado para a Fiorentina (ITA) e, em seguida, transferiu-se para o Parma (ITA).

Apenas a partir de 2004, Adriano se tornou um dos protagonistas da Inter de Milão. Ao lado de um time repleto de craques como Julio Cesar, Zanetti, Figo e Verón, ele se sagrou tetracampeão do Campeonato Italiano e bicampeão da Copa da Itália e da Supercopa da Itália. Artilheiro e referência, ele recebeu o apelido de L'Imperatore pelos torcedores, em alusão a um antigo imperador romano chamado Adriano, e é reverenciado até hoje pela torcida da equipe.

Em 2008, retornou ao Brasil para atuar por empréstimo pelo São Paulo, antes de encerrar sua passagem pela Inter de Milão em abril de 2009. Em maio, Adriano foi anunciado pelo Flamengo e comandou uma arrancada histórica para o clube que culminou no título da Série A do Campeonato Brasileiro, quebrando um jejum de 17 anos sem a conquista.

Adriano ainda passou por Roma (ITA), Corinthians, Athletico-PR e Miami United (EUA), antes de se aposentar em 2016.


Pela Seleção Brasileira, deu seus primeiros passos com as equipes de base, sendo campeão mundial Sub-17 e campeão sul-americano Sub-20 em 2001. Ele estreou pela Seleção Brasileira Principal em 2000, ainda aos 18 anos, contra a Colômbia, em uma partida válida pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2002. Ele venceu a Copa das Confederações de 2005 e foi convocado para a Copa do Mundo de 2006, na Alemanha.

Seu grande destaque com a Amarelinha veio pouco antes, em 2004, com o título da Copa América diante da Argentina. Na final, Adriano desafogou a Seleção Brasileira, que perdia por 2 a 1 até os 48 minutos do segundo tempo, e soltou uma bomba para empatar o jogo e levar a decisão aos pênaltis.

Batistuta e sua curta passagem pela Internazionale

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Batistuta teve uma trajetória apagada pela Inter

Gabriel Omar Batistuta, ex-atacante argentino, está comemorando o seu 55º aniversário nesta quinta-feira, dia 1 de fevereiro de 2024. No decorrer de sua carreira como atleta profissional, o craque sul-americano teve uma curta passagem pela Internazionale em 2003.

Antes de chegar aos Nerazzurri, o Bati já colecionava trajetórias em clubes como Newell's Old Boys, onde foi revelado e se profissionalizou, River Plate, Boca Juniors e Fiorentina. Seu último time antes de desembarcar em Milão foi a Roma, que o emprestou a Inter.

Na época de sua contratação, a Beneamata buscava substituto para ninguém menos do que Ronaldo Fenômeno, que havia se transferido para o Real Madrid. Além de Batigol, a Internazionale foi à capital italiana e também trouxe Hernán Crespo, que estava na Lazio.


Entretanto, o Rey León acabou não conseguindo se firmar no time azul e preto. De acordo com o site ogo.com, Batistuta disputou 12 partidas e marcou apenas dois gols no curto período em que este em Milão.

Após sua curta e decepcionante passagem pelo clube italiano, o avançado Albiceleste ainda rumou para o Al-Arabi em 2003 e permaneceu até 2005, quando decidiu encerrar a carreira como jogador de futebol profissional.

Jornal italiano coloca Gabigol e Vampeta entre maiores fracassos da Inter de Milão nos anos 2000

Com informações da Agência Estado
Foto: arquivo

Gabigol em um de seus poucos jogos na Inter

O jornal italiano La Gazzetta dello Sport trouxe à tona, nesta segunda-feira, uma lista peculiar: os maiores fracassos que passaram pela Inter de Milão no século 21. Entre os nomes que se destacam nessa relação, estão os brasileiros Gabigol e Vampeta.

“Pesado e fora de ritmo, o brasileiro também pagou pelo ano conturbado no banco dos Nerazzurri, com três treinadores se revezando no comando do time, De Boer, Pioli e Vecchi. Um ano depois, foi emprestado ao Benfica, onde permaneceu apenas seis meses”, definiu o periódico sobre o atacante.

Esta não é a primeira vez que o veículo critica o atacante. No passado, não economizou palavras ao comparar sua passagem pela Itália com o coronavírus. “Gabigol partiu em um silêncio que vai além desse vírus que infecta milhares e os mantém trancados em casa”, destacou o trecho de uma reportagem.

Contratado em 2016 por uma quantia significativa de 33,5 milhões de euros (R$ 180 milhões na cotação atual) do Santos, Gabriel Barbosa teve uma passagem apagada pelo clube italiano, com apenas dez jogos disputados e um gol marcado. Posteriormente, acabou sendo emprestado para o Flamengo.

O centroavante recuperou a confiança no clube carioca, onde já marcou 141 gols e conquistou uma coleção de títulos, incluindo dois Brasileiros, duas Libertadores e uma Copa do Brasil. Por sinal, o desempenho desde que voltou ao Brasil despertou o interesse do Corinthians, mas o dono da camisa 10 da Gávea segue nos planos da equipe de Tite para a próxima temporada.


Além de Gabigol, Vampeta, ídolo do clube do Parque São Jorge, é o outro brasileiro na lista dos “horrores” da Internazionale no terceiro milênio. O ex-jogador, que passou oito meses no time italiano em 2001, é descrito pelo La Gazzetta dello Sport como “festeiro”. “Sua transferência teve o ‘mérito’ de trazer um certo Adriano (Imperador)”, completou o jornal.

Alessandro Altobelli e sua passagem goleadora pela Internazionale

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Altobelli em campo pela Inter

Alessandro Altobelli foi um grande atacante italiano, que conquistou diversos títulos e passou por grandes times nacionais. O jogador foi campeão da Copa do Mundo de 1982, e ficou muitos anos atuando pela Internazionale, tendo uma passagem muito goleadora. 

O jogador nasceu em Sonnino, na Itália, no dia 28 de novembro de 1955, e começou a sua carreira no Latina, onde ficou na categoria de base e estreou pelo profissional em 1973. 

Pelo Latina, o atacante ficou apenas uma temporada, tendo um bom destaque, fazendo 28 jogos e marcando 7 gols. Os números não eram os melhores, mas as suas atuações impressionavam, por conta da idade, mas mostrava um amadurecimento muito grande dentro de campo. 

Depois da sua boa temporada, o Brescia resolveu contratar o jogador. No começo, Altobelli teve um pouco de dificuldade em sua adaptação, e ficou alguns jogos no banco de reservas, entrando em poucos jogos, perdendo um pouco de ritmo. 

Mas depois de um tempo, o atacante conseguiu se adaptar e tornou-se titular do clube na sua segunda temporada. Após conquistar a posição, ele foi evoluindo a cada jogo, mostrando ter muito potencial e chamando a atenção de diversos clubes nacionais. 

Após três temporadas no clube, o jogador foi contratado pela Internazionale, em 1977, sendo a maior oportunidade da sua carreira. Rapidamente, Altobelli conseguiu a vaga de titular e foi se tornando uma peça extremamente importante para a equipe.

Ele começou a viver os melhores momentos de sua carreira, tendo números impressionantes. Em sua primeira temporada pelo clube, ajudou o time a conquistar a Copa da Itália, sendo muito importante, com gols decisivos. 

Com as grandes atuações pela Internazionale, o jogador começou a chamar atenção da comissão técnica da seleção italiana. Em 1978-79, o time acabou passando em branco, mas Altobelli manteve seu rendimento e teve ótimos números na temporada.

Já em 1979-80, a equipe voltou a conquistar título, venceu a Seria A, título muito importante, e mais uma vez com o atacante sendo muito importante, com diversos gols decisivos. A partir de 1980, começou a ser chamado para a seleção e fez parte da preparação para a Copa do Mundo. 


A Internazionale voltou a levantar título em 1981-82, quando venceu novamente a Copa da Itália, e esse foi o último título do jogador pelo clube. Em 1982 conquistou a Copa do Mundo, a maior conquista de Altobelli. 

Porém, o clube italiano começou a viver momentos ruins, mas isso não afetou nas atuações do atacante, que conseguiu manter os ótimos números nas temporadas seguintes. Altobelli permaneceu no clube até 1988, quando acabou sendo negociado com a Juventus. Pela Inter, o atacante fez 466 jogos e marcou 209 gols, números extremamente positivos.

A passagem de Gabriele Oriali pela Internazionale

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Oriali dedicou grande parte de sua carreira à Inter de Milão

Gabriele Oriali, ex-meio campista italiano campeão do mundo em 82, comemora o seu 71º aniversário neste sábado, dia 25 de novembro de 2023. No decorrer de sua jornada futebolística, o atleta defendeu as cores da Inter de Milão em grande parte da sua carreira, tendo uma passagem pelos Nerazzurri entre a década de 70 e o começo dos Anos 80.

Começou a sua trajetória dentro do clube nas categorias de base da Beneamata em 1966 e foi promovido para o time principal quatro anos depois. Não demorou muito para vingar na equipe e conseguir seu espaço entre os titulares.

Participou de um total de 45 partidas em competições europeias e marcou três gols pela Internazionale. Esteve no elenco que foi vice campeão da Liga dos Campeões e 71/72 para o Ajax. 

Oriali também ficou marcado na história por uma memorável atuação em um Derby della Madonnina, disputado no dia 25 de outubro de 81. Na ocasião, Gabriele não só marcou o gol que deu a vitória aos azuis e pretos, mas também exigiu que Mauro Tassotti, zagueiro do Milan, levasse trinta pontos tenham sido dados no rosto. Naquela temporada, a Inter de Milão venceu o seu maior rival nos dois turnos, algo que só veio a se repetir em 2007. 


Em após 13 anos de serviços prestados, se transferiu para a Fiorentina, onde se aposentou quatro temporadas depois. Deixou a Internazionale após 327 jogos disputados e fez 35 gols. Conquistou quatro títulos, sendo eles dois da Serie A (1970-71 e 1979-80) e outros dois da Coppa Italia (1977-78 e 1981-82).

Roberto Boninsegna e sua passagem artilheira pela Internazionale

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Roberto Boninsegna em sua época de Internazionale

Roberto Boninsegna foi um bom atacante italiano, que teve passagens por diversos clubes do seu país, construindo uma belíssima história na Internazionale e Juventus. A sua carreira começou a deslanchar em 1970, quando participou da Copa do Mundo.

O jogador nasceu em Mântua, na Itália, no dia 13 de novembro de 1943, e começou a sua carreira no Prato, em 1963. No seu início rodou por alguns clubes do futebol italiano, como o Potenza, Varese e Cagliari e depois foi emprestado para um time dos Estados Unidos. 

Depois de uma curta passagem pelo Chicago Mustangs, o jogador retornou ao Cagliari, onde ficou por três temporadas, conseguindo um bom destaque. Pelo clube começou a ser chamado para a Seleção Italiana, fazendo parte do ciclo para a Copa do Mundo em 1970. 

Em 1969 foi contratado pela Internazionale, onde teria uma grande oportunidade na sua carreira. Seria o maior clube da carreira do jogador, que teria uma responsabilidade muito maior, já que seria uma das estrelas do comando ofensivo do time. 

Mas no seu começo acabou ficando mais no banco de reservas, entrando em algumas partidas. A partir de 1970 começou a ganhar mais destaque, conseguindo mostrar todo o seu talento. 

O jogador ficou mais conhecido após a Copa do Mundo de 1970, quando fez dois gols muito importantes. Na semifinal, contra a Alemanha, o jogador marcou o gol da classificação. Além disso, na grande decisão, contra o Brasil, o atacante voltou a marcar, mas acabou perdendo a final. 


Depois da competição voltou bem melhor para a Inter, conseguindo conquistar a sua vaga de titular absoluto, sendo muito importante. Roberto tornou-se um grande artilheiro, fazendo gols muito decisivos para o clube, sendo um dos grandes protagonistas. 

Mesmo com todos os gols, o jogador não conseguiu ajudar a equipe a conquistar muitos títulos. Em sete anos no clube, Roberto só ganhou um campeonato italiano e foi artilheiro duas vezes da Serie A. Além disso, foram 281 partidas e 171 gols. Em 1976, foi contratado pela Juventus, onde manteve o alto nível e conquistou mais títulos.

Andreas Brehme e sua passagem pela Internazionale

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Brehme jogou na Inter por quatro temporadas

Andreas Brehme, ex-jogador alemão renomado no futebol , está comemorando o seu 63º ano de vida nesta quinta-feira, dia 9 de outubro de 2023. Ao longo de sua carreira, além de ser campeão mundial com a Seleção da Alemanha em 90 no mesmo período em que jogava na Itália, o jogador germânico teve uma boa trajetória com as cores da Internazionale entre 1988 e 1992.

Vindo de boa passagem pelo Bayern de Munique, Brehme não demorou muito para se adaptar ao estilo de jogo implantado Giovanni Trapattoni, atuando na função de falso lateral esquerdo. Já que os nerazzurri conquistaram o título da Serie A logo no seu primeiro ano de clube, tirando a Inter de uma fila de nove anos e ainda recebeu o Prêmio Guerin d’Oro, sendo considerado o melhor jogador da temporada da liga, através do jornal italiano Guerin Sportivo. Até os dias de hoje, nenhum outro atleta alemão conseguiu tal feito.

No começo de 1989-90, Brehme ajudou a Internazionale a vencer a Supercoppa diante da Sampdoria de Roberto Mancini e Gianluca Vialli. Logo após isso, ainda fez parte do time titular na campanha vexatória da Beneamata na Copa dos Campeões, quando acabou sendo eliminada logo na primeira fase pela modesta equipe do Malmö, time da Suécia. Por outro lado, este fracasso na competição continental foi recompensada com a conquista mais importante da carreira do atleta alemão. 

No Mundial de 90, sediada na Itália, a Seleção Alemã fazia uma campanha impecável, disputando a fase de grupos inteira em Milão, no Giuseppe Meazza, onde Brehme já conhecia. Na semifinal, Brehme fez o gol que decretou o empate com a Inglaterra e ainda converteu o o tiro penal na disputa, levando a seleção Alemanha a grande decisão e entrando para a história do futebol germânico.

Faltando um pouco mais de cinco minutos para o encerramento do duelo contra a Argentina, Rudi Völler sofreu pênalti do zagueiro Roberto Sensini e a responsabilidade da cobrança caiu sobre Brehme. O alemão foi para a cobrança com o pé direito, o preferido para bater penalidades, e conseguiu vencer Sergio Goycochea, que tinha a característica pegar pênaltis, dando o terceiro título à Seleção Alemã. Seu ótimo desempenho na entre 89 e 90 fez com que Andreas ficasse na terceira posição do prêmio Bola de Ouro, da revista France Football. Quem venceu a premiação foi seu compatriota: Lothar Matthäus.


Ainda depois do Mundial, Andy continuou colecionando troféus com o manto nerazzurri. Na temporada 1990-91, ajudou a Beneamata a vencer a antiga Copa Uefa, jogando junto com Klinsmann, que foi um dos principais nomes da Inter na conquista. Os jogadores alemães deixaram a Internazionale em 92, após uma temporada bem abaixo do esperado. Então, Brehme acabou se transferindo para o Zaragoza, da Espanha, onde jogou por apenas um ano, antes de acertar a sua volta ao Kaiserslautern.

De acordo com o site ogol.com, o alemão encerrou o seu vínculo com a equipe de Milão após disputar um total de 145 disputadas, 12 gols marcados e três títulos conquistados em quatro anos.

A passagem de Paul Ince pela Internazionale

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Paul Ince teve boa passagem pela Internazionale

O ex-volante inglês Paul Emerson Carlyle Ince, popularmente conhecido apenas como Paul Ince, celebra o seu 56º aniversário neste sábado, dia 21 de outubro de 2023. No decorrer de sua jornada como profissional, o jogador do Reino Unido passou um grande período atuando em solo britânico, exceto entre 1995 e 1997, quando teve uma passagem pela Internazionale.

Antes de chegar à Bota, o meio campista, que foi revelado nas categorias de base do West Ham, vinha de sete temporadas defendendo as cores do Manchester United. Seus bons números nos Diabos Vermelhos chamaram a atenção da Beneamata, que teve de desembolsar cerca de sete milhões de libras para contratá-lo.

Apesar do fato de ter participado de quase todas as partidas da Inter e jogado bem em algumas oportunidades, o clube de Milão fez uma má campanha no Campeonato Italiano, terminando na 7ª colocação. 


Na temporada 1996/97, melhorou ainda mais o seu desempenho e ajudou os Nerazzurri a ficar na 3ª posição da Serie A, além de também ter feito parte do elenco que ficou com o vice campeonato da Copa da Uefa. Foi justamente após perder o título internacional, que Paul preferiu retornar à Inglaterra, se transferindo para o Liverpool.

O ciclo do volante inglês com a Internazionale foi encerrado após 73 partidas disputadas e 13 gols marcados, segundo informações do site ogol.com.

Wim Jonk e sua trajetória pela Internazionale

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Wim Jonk teve uma bonita passagem pela Internazionale

Wilhelmus Maria Jonk, ex-volante holandês conhecido mundialmente apenas como Wim Jonk, celebra o seu 57º ano de vida nesta quinta-feira, dia 12 de outubro de 2023. Ao longo de sua carreira, o atleta neerlandês teve uma passagem pela Internazionale de Milão no começo da década de 90 e foi muito importante para o clube italiano em uma conquista internacional.

Este novo desafio para o meio campista começou no fim de agosto de 93, num jogo da 1ª rodada da Serie A, diante do Reggiana. Na marca dos 14 minutos, foi ele quem abriu a vitória nerazzurri por 2 a 1, com um balaço no ângulo e, posteriormente serviu Salvatore Schillaci com uma belíssima assistência para sacramentar a vitória. Entretanto, Osvaldo Bagnoli, treinador da Inter na época, demonstrou muitas dificuldades de fazer seus comandadas renderem desde o período de pré-temporada.

Um dos problemas era que Jonk e Antonio Manicone tinham características muito similares e ambos se atrapalhavam em campo. Por conta disso, o treinador teve de ir em busca de soluções, mas nenhuma agradava. Uma delas, foi fazer um rodízio ou posicionar o holandês para exercer uma função que o fazia render menos. Spijker não gostava de atuar perto do centroavantes, já que preferia reger o meio de campo.

Os meses subsequentes acabaram sendo ruins, tanto para a Inter quanto para Jonk. Isso porque, o holandês sofreu uma grave lesão que o fez perder todos os jogos da Internazionale em dezembro de 1993 e algumas outras partidas em janeiro do ano seguinte. O meio campista neerlandês retornou bem aos gramados e ajudou a equipe de Milão nas vitórias contra a Foggia e Cremonese marcando três gols, sendo que dois aconteceram diante da Cremo. 

No começo de fevereira, Bagnoli foi demitido e Wim evoluiu bastante sendo comandado por Gianpiero Marini, ex-volante que havia feito muito sucesso na Beneamata. Seguindo as orientações do tricampeão mundial com a Seleção Italiana, Jonk se tornou um ídolo para os nerazzurri, assim como Dino Baggio era para a Juventus e Demetrio Albertini era para o arquirrival Milan.

Em contrapartida, a Inter acabou tendo problemas para se encontrar na Serie A, e isso fez com que a equipe terminasse a temporada na 13ª colocação apenas um ponto acima da zona de rebaixamento, além de também ter feito a pior campanha da sua história na era dos pontos corridos. Por outro lado, via-se na Copa da Uefa, uma luz no fim de um túnel, mesmo com a pressão que o time sofria por conta da má campanha no Italiano. Liderada por por Wim e Bergkamp, a Inter foi avançando na competição continental mesmo não demonstrando que poderia de fato bater de frente com Juventus e Borussia Dortmund, que eram os grandes favoritos ao título.

Foi na fase de quartas de final, depois de despachar Rapid Bucareste, Apollon Limassol e Norwich, que os Nerazzurri tiveram o desafio de enfrentar o fortíssimo clube auri-negro. Mesmo com o excelente adversário, Spijker descomplicou o jogo demonstrando demasiada frieza e muita capacidade de surpreender os alemães. Demonstrando o seu poder de decisão, marcou dois jogos na partida de ida. realizada na Alemanha, e ajudou os italianos a levarem uma belíssima vantagem de 3 a 1. Na volta, a Inter perdeu, mas conseguiu se classificar.

Na fase seguinte, Jonk também fez balançou as redes diante do Cagliari, e marcou um golaço de cavadinha no jogo de volta contra o Casino Salzburg. Com as duas vitórias sobre os austríacos pelo placar mínimo, a Biscione se tornou a segunda equipe italiana a conquistar a taça da Copa Uefa. Nesta mesma época, a dupla holandesa se firmou de vez: Bergkamp terminou como o maior artilheiro da competição, com oito gols marcados, enquanto Wim, fez cinco. Ao longo de toda a temporada, o volante neerlandês fechou a temporada com 11 tentos anotados.

Valorizado pelos bons números que colecionava na Inter em 94, Jonk foi convocado para defender a Holanda na Copa do Mundo, sendo considerado titular inquestionável. E isso se concretizou: participou dos 90 minutos de todos os cinco jogos da Laranja Mecânica e foi um dos melhores jogadores holandeses no mundial. Na estreia, Wim fez um golaço contra a Arábia Saudita e marcou um outro arrematando de fora da área e contando também com um frango de Pat Bonner, goleiro da Irlanda. Entretanto, nas quartas de final contra o Brasil, cometeu a falta que originou o golaço de falta de Branco e eliminou a Holanda da Copa.


Spijker retornou dos Estados Unidos à Itália e presenciou o início de mais uma reformulação na Inter. A primeira grande mudança havia sido no comando técnico, que agora pertencia a Ottavio Bianchi. O treinador fez um time com uma proposta mais reativa e orientou que Jonk aparecesse menos no campo de ataque, até porque Nicola Berti, que sofreu uma grave contusão que o fez perder quase toda a temporada 1993/94, já havia recuperado a sua melhor forma. Fazendo uma função diferente da qual já estava habituado, o neerlandês seguiu como titular e anotou dois tentos, nos triunfos contra o Torino e no Derby della Madonnina diante do Milan.

Foi então, que no verão de 95, a Inter deu sequência ao seu processo de renovação e Jonk, junto com seu compatriota holandês Bergkamp, acabaram sendo vendidos. Nesta sua saída, Wim deixou o clube nerazzurri após 67 jogos e 13 gols marcados pela Beneamata, segundo o site calciopedia.com.

O Curioso do Futebol

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