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PSG faz 5 a 0 na Inter e leva primeira Champions de sua história

Com informações do UOL Esporte
Foto: divulgação / UEFA

Marquinhos levantando a taça

O Paris Saint-Germain conquistou neste sábado o primeiro título de Liga dos Campeões da sua história. Pressionando desde os primeiros minutos, o time francês dominou a partida e massacrou a Inter de Milão por 5 a 0 na final disputada na Allianz Arena, na Alemanha.

Os gols da épica vitória foram marcados por Hakimi, Doué duas vezes, Kvaratskhelia e Mayulu, garantindo o título inédito para o PSG. Com o triunfo, o clube parisiense completa a tríplice coroa na temporada, após também conquistar a Liga e a Copa da França.

A conquista histórica veio justamente depois do fim da era dos grandes astros no clube. Sem Messi, Neymar e Mbappé, que deixaram o PSG nas últimas temporadas, o técnico Luís Enrique apostou em um elenco mais equilibrado e coletivo.

O PSG foi superior na primeira etapa, com mais posse de bola e presença constante no campo ofensivo. Após excelente movimentação, Hakimi apareceu na área e abriu o placar. Pouco depois, em rápido contra-ataque, Doué marcou o segundo. O time de Paris seguiu pressionando e praticamente neutralizou as ações ofensivas da Inter de Milão.

A equipe italiana teve dificuldades para se encontrar no jogo e sofreu com a marcação alta imposta pelo PSG, além dos dois gols sofridos ainda antes dos 20 minutos. O meio-campo, formado por Barella, Calhanoglu e Mkhitaryan, encontrou obstáculos para articular jogadas e fazer a transição da defesa para o ataque. Quando conseguia se desvencilhar da pressão, a Inter não tinha organização para atacar de forma rápida.


A Inter voltou para o segundo tempo ainda desorganizada e sem conseguir reagir. O PSG manteve a pressão intensa em todos os setores do campo, sufocando as tentativas de criação do time italiano. Destaque da final, Doué brilhou mais uma vez, marcou seu segundo gol na partida e fez o terceiro do PSG.

Kvaratskhelia e Mayulu aproveitaram a defesa desorganizada da Inter de Milão e ampliaram o placar. Enquanto o PSG entrou em campo determinado a conquistar o título mais importante da Europa — um troféu inédito para o clube — a Inter não conseguiu se encontrar em praticamente nenhum momento da partida. O time de Inzaghi saiu da final com uma derrota contundente.

Espanha vence a França de virada e está na final da Eurocopa

Por Lucas Paes
Foto: Divulgação/UEFA

Yamal fez o primeiro da Espanha

A Espanha está na final da Eurocopa. A Fúria até tomou o primeiro gol, mas virou o jogo, quebrou um jejum de 10 anos da França sem perder um jogo de mata-mata no tempo normal, bateu os Bleus por 2 a 1 e chegou na decisão da Euro, em duelo disputado na tarde desta terça, dia 9, na Allianz Arena, em Munique. Um gos dos dos espanhóis foi do jovem fenômeno Lamine Yamal, que marcou seu primeiro na competição e abriu o caminho para a virada ibérica. 

A Espanha, dona do melhor futebol até aqui da Eurocopa, avançou para as semis ao vencer a Alemanha por 2 a 1 no finalzinho da prorrogação e deixar os donos da casa pelo caminho. A França precisou dos pênaltis para bater Portugal, num jogo onde foi muito pressionada, mas segurou o zero no placar e venceu na marca da cal por 5 a 3.

Num começo agitado, a Espanha teve a primeira chance, num cruzamento de Yamal para Ruiz cabecear por cima. Pouco depois, a França assustou num passe para Mbappe que foi cortado por Cucurella. Aos oito minutos, porém, a França pulou na frente: num cruzamento espetacular de Mbappe, Kolo Muani subiu mais alto que todo mundo e botou para as redes. A França passou a ter alguma pressão depois do gol, com Mbappé infernizando pelos lados do campo. Só que aos 20 minutos, apareceu o gênio espanhol, que tem apenas 16 anos: Lamine Yamal cortou o defensor e acertou um chute maravilhoso, no ângulo, para empatar. 

A partir do gol, a Espanha fez o que faz de melhor: passou a tocar a bola, rodar o campo e chegou ao segundo numa ótima jogada coletiva que terminou com Dani Olmo fazendo Tchouaméni de trouxa e chutando para o desvio de Koundé contra as próprias redes. A partir daí, o time espanhol passou a controlar o jogo. Aos 35', um chute de Ruiz desviou em Tchouameni e assustou. Pouco depois, foi a vez de Lamine ter um chute desviado. O primeiro tempo terminou em vantagem da Fúria.

A etapa final foi de domínio de ações maior dos franceses nos primeiros minutos, com mais ataques  dos Bleus. Aos 14', Dembelé cruzou uma bola que Simón salvou espalmando. Pouco depois, Umpamecano subiu sozinho no escanteio e mandou ao lado do gol. A França dominava as ações no segundo tempo. Aos 30', Théo Hernandez isolou uma boa jogada dos Bleus. A primeira boa chance espanhola no segundo tempo veio aos 35', num chutaço de Yamal que passou raspando o ângulo.  


Aos 40 minutos, surgiu a bola que Mbappé queria, quando ele saiu em velocidade, limpou Dani Vivian, mas bateu muito mal. Foi a derradeira chance da França, que viu a vitória e a classificação da Espanha, que tem o melhor futebol dessa Eurocopa, está na decisão e será favorita independente de quem vier pela frente. 

Agora, a Espanha aguarda Holanda ou Inglaterra, que duelam amanhã, na decisão. A final ocorre no domingo, dia 14 de julho, às 16 horas, no Olympiastadion, em Berlin. A França se despede da Euro e só volta a campo agora em setembro, quando enfrenta a Itália pela Liga das Nações, em casa. Em jogo inicialmente marcado para o dia 6, às 15h45. 

Alemanha goleia Escócia com tranquilidade na abertura da Euro

Com informações do ge.globo e ESPN
Foto: Andrew Milligan/PA Images via Getty Images

Alemanha goleou a Escócia

Com imensa tranquilidade, a Alemanha venceu a Escócia por 5 a 1, nesta sexta-feira, no jogo de abertura da Euro 2024. Na Allianz Arena, em Munique, a seleção da casa abriu o placar logo aos 10 minutos, com Wirtz finalizando da entrada da área. Nove minutos depois, Musiala soltou a bomba na área para ampliar. No fim do primeiro tempo, Havertz marcou o terceiro cobrando pênalti. Na marcação da penalidade, o zagueiro escocês Porteous foi expulso, aumentando a facilidade alemã na sequência da partida.

Maior campeã da Euro, ao lado da Espanha, o time agora comandado por Julian Nagelsmann conta com o apoio de sua torcida para acabar com um longo jejum de dez anos sem título, que dura desde o Mundial de 2014 no Brasil. Por outro lado, a Escócia tenta um feito inédito: avançar da primeira fase do torneio. Só que para isso terá que reagir em seus próximos compromissos...

Eliminados na fase de grupos das últimas duas Copas do Mundo e com uma modesta campanha de oitavas da Euro de 2021, a Alemanha entrou em campo tentando dar uma resposta para o seu torcedor. E logo de cara já mostrou para que veio...

A seleção anfitriã fez um 1º tempo perfeito, tanto que foi para o intervalo vencendo por 3 a 0. Com 10 minutos de jogo, Kimmich rolou para Wirtz chutar no cantinho para fazer 1 a 0.

O segundo veio oito minutos depois. Desta vez, Havertz tocou para Musiala anotar um belo gol em Munique. Sem dar qualquer chance de reação ao adversário, a Alemanha trocou passes e seguiu em cima.

Até que aos 43, Gündogan sofre dura entrada de Porteous na área. O árbitro não só marcou pênalti, como também expulsou o zagueiro escocês. Havertz converteu com categoria para ampliar o placar para os alemães.

Com um a mais, a equipe de Julian Nagelsmann voltou com tudo para o 2º tempo e seguiu criando boas chances contra os escoceses, que sequer conseguiram ficar com a bola nos pés.


De tanto pressionar, Füllkrug aproveitou a sobra dentro da área e mandou para o fundo das redes para sacramentar a goleada alemã, aos 22. O próprio atacante do Dortmund chegou a fazer o quinto, mas teve seu gol anulado por impedimento.

Já nos acréscimos, Rüdiger acabou mandando contra o próprio patrimônio para descontar para a Escócia. No último lance, Emre Can balançou as redes para a Alemanha.

Com a vitória, a Alemanha larga na frente no Grupo A, liderando com três pontos. A Escócia fica na lanterna, ainda sem pontuar, mas com saldo -4. Hungria e Suíça se enfrentam neste sábado para definir a primeira rodada da chave.

A Holanda campeã da Euro de 1988 e o golaço de Van Basten

Foto: Getty Images

O voleio espetacular de Van Basten no gol que garantiu o título à Holanda

O dia 25 de junho de 1988 é marcado pela maior conquista da história do futebol holandês. Tudo bem que a Laranja Mecânica já foi vice-campeã do mundo em três oportunidades (1974, 1978 e 2010), além de outras semifinais. Porém, o título mais importante foi a Eurocopa daquele ano, realizada na  então Alemanha Ocidental. O título veio com uma grande atuação do time de Marco Van Basten e Ruud Gullit, que venceu a União Soviética pelo placar de 2 a 0.

Aquela equipe holandesa tinha craques, como a dupla já citada acima, jogadores do recém campeão europeu de clubes, o PSV (Hans van Breukelen, Ronald Koeman, Berry van Aerle e Gerald Vanenburg) e ainda era dirigida pelo mito Rinus Michel, treinador da marcante Holanda de 1974, que surpreendeu o mundo na mesma Alemanha Ocidental, em 1974, com o futebol total, mas acabou sucumbindo perante aos donos da casa na decisão.

A Holanda fez parte do Grupo B daquela competição, ao lado da União Soviética, Irlanda e Inglaterra. Na estreia, no dia 12 de junho, em Colônia, a Laranja Mecânica não foi bem e acabou derrotada pelos soviéticos pelo placar de 1 a 0, gol Rácz, aos 7 minutos do segundo tempo. Tudo bem que haveria o troco mais para frente, mas a derrota na estreia deixaria os holandeses em uma situação não muito confortável.

O grande jogo decisivo (SporTV)

A reação já veio na partida seguinte. Em 15 de junho, em Dusseldorf, a Holanda saiu na frente, com Van Basten, no último minuto da primeira etapa, mas cedeu o empate à Inglaterra aos 8 minutos do segundo tempo, com Robson. Porém, naquele dia, Van Basten mostraria porque era considerado um dos melhores europeus da época e com mais dois gols (aos 16' e 20'), daria a vitória para a Laranja Mecânica por 3 a 1.

Na última rodada, em 19 de junho, em Gelsenkirchen, a Holanda precisava vencer a Irlanda, que vinha de um triunfo contra a Inglaterra e um empate contra a União Soviética, para avançar. E o gol da vitória só veio aos 37 minutos, com Kieft. O segundo lugar no Grupo B colocava os holandeses para enfrentar o time da casa.

Então, no dia 21 de junho, em Hamburgo, Matthäus, aos 10 minutos da segunda etapa, de pênalti, colocou a Alemanha Ocidental na frente do marcador. Mas, ao contrário de 1974, a Holanda não sucumbiu e Ronald Koeman, de pênalti, aos 29', e Van Basten, aos 43', colocaram a Laranja Mecânica na decisão.

Porém, o rival na final era justamente o algoz do jogo de estreia, a União Soviética, que havia passado pela Itália na final, que foi realizada no dia 25 de junho, no Estádio Olímpico de Munique. E a história seria diferente da que aconteceu na primeira rodada do Grupo B.


Ruud Gullit colocou a Laranja Mecânica na frente, aos 32 minutos do primeiro tempo. Porém, na segunda etapa, mais precisamente aos 7', aconteceria uma obra prima: um incrível voleio de Marco Van Basten, em um ângulo apertado, mas que não deu chances a Dassaev. O placar apontava 2 a 0 para a Holanda, que tornava-se a campeã da Euro.

"Você precisa de muita sorte com uma jogada dessas", chegou a dizer o centroavante Marco Van Basten uma vez, em entrevista ao site oficial da UEFA. "Tudo correu bem. É uma daquelas coisas que às vezes acontece", complementou. E assim, a Holanda conquistava o seu mais importante título no futebol.

Munique 1958 - O acidente que mudou a história do Manchester United

Por Lucas Paes

O avião que levava a delegação do Manchester United caiu em Munique, na Alemanha

O Manchester United é um dos maiores clubes de futebol do planeta. Dono de diversos títulos, fábrica de nomes como Giggs, Scholes e etc. Porém, em 1958, quando ainda estava longe de ser um titã global, os Red Devils passaram pela sua pior tragédia. 

Participando pela primeira vez da Liga dos Campeões da Europa, o Manchester United voltava de Belgrado, que na época ficava na Iugoslávia, após conquistar a classificação na Liga dos Campeões da Europa, diante do Estrela Vermelha. O avião fez uma parada em Munique, antes de ir à Manchester.

Já no dia 6 de fevereiro, no dia seguinte do duelo, os Red Devils voltariam no avião Airspeed Ambassador, vôo BE 609 da Brittish Europe, mas a volta acabou nunca ocorrendo. Graças ao mau tempo, foram necessárias três tentativas para decolar. Além disso, com a neve na pista, o avião não conseguiu ir muito longe. Na terceira tentativa, mesmo decolando, o motor não conseguiu ter força para manter o veículo no ar e ele caiu sobre Munique.

A queda vitimou oito jogadores do United. Entre eles o promissor Duncan Edwards. Além de integrantes da comissão técnica, torcedores e dirigentes. Entre os sobreviventes estava um nome que faria história: Bobby Charlton, que seria o craque do primeiro titulo europeu do United e do titulo mundial da Inglaterra em 1966.

A equipe do Manchester United

Outro sobrevivente de extrema importância foi o treinador Matt Busby. Gravemente ferido, o estrategista responsável pelo titulo Europeu de 1968 ficou dois meses no hospital e recebeu a extrema unção duas vezes, porém sobreviveu. 

O acidente é um dos mais tristes episódios com ocasiões do tipo envolvendo times de futebol. As vitimas ganharam homenagens tanto em Munique como em Manchester. O Estádio de Old Trafford tem um espaço dedicado a elas. A ferida, mesmo após 61 anos, ainda marca o clube. Porém, os nomes das vitimas ficaram na história e serão sempre lembrados por um dos maiores clubes do mundo.

O Curioso do Futebol

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