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Alemanha goleia Escócia com tranquilidade na abertura da Euro

Com informações do ge.globo e ESPN
Foto: Andrew Milligan/PA Images via Getty Images

Alemanha goleou a Escócia

Com imensa tranquilidade, a Alemanha venceu a Escócia por 5 a 1, nesta sexta-feira, no jogo de abertura da Euro 2024. Na Allianz Arena, em Munique, a seleção da casa abriu o placar logo aos 10 minutos, com Wirtz finalizando da entrada da área. Nove minutos depois, Musiala soltou a bomba na área para ampliar. No fim do primeiro tempo, Havertz marcou o terceiro cobrando pênalti. Na marcação da penalidade, o zagueiro escocês Porteous foi expulso, aumentando a facilidade alemã na sequência da partida.

Maior campeã da Euro, ao lado da Espanha, o time agora comandado por Julian Nagelsmann conta com o apoio de sua torcida para acabar com um longo jejum de dez anos sem título, que dura desde o Mundial de 2014 no Brasil. Por outro lado, a Escócia tenta um feito inédito: avançar da primeira fase do torneio. Só que para isso terá que reagir em seus próximos compromissos...

Eliminados na fase de grupos das últimas duas Copas do Mundo e com uma modesta campanha de oitavas da Euro de 2021, a Alemanha entrou em campo tentando dar uma resposta para o seu torcedor. E logo de cara já mostrou para que veio...

A seleção anfitriã fez um 1º tempo perfeito, tanto que foi para o intervalo vencendo por 3 a 0. Com 10 minutos de jogo, Kimmich rolou para Wirtz chutar no cantinho para fazer 1 a 0.

O segundo veio oito minutos depois. Desta vez, Havertz tocou para Musiala anotar um belo gol em Munique. Sem dar qualquer chance de reação ao adversário, a Alemanha trocou passes e seguiu em cima.

Até que aos 43, Gündogan sofre dura entrada de Porteous na área. O árbitro não só marcou pênalti, como também expulsou o zagueiro escocês. Havertz converteu com categoria para ampliar o placar para os alemães.

Com um a mais, a equipe de Julian Nagelsmann voltou com tudo para o 2º tempo e seguiu criando boas chances contra os escoceses, que sequer conseguiram ficar com a bola nos pés.


De tanto pressionar, Füllkrug aproveitou a sobra dentro da área e mandou para o fundo das redes para sacramentar a goleada alemã, aos 22. O próprio atacante do Dortmund chegou a fazer o quinto, mas teve seu gol anulado por impedimento.

Já nos acréscimos, Rüdiger acabou mandando contra o próprio patrimônio para descontar para a Escócia. No último lance, Emre Can balançou as redes para a Alemanha.

Com a vitória, a Alemanha larga na frente no Grupo A, liderando com três pontos. A Escócia fica na lanterna, ainda sem pontuar, mas com saldo -4. Hungria e Suíça se enfrentam neste sábado para definir a primeira rodada da chave.

Sir Alex Ferguson comandando a Escócia na Copa do Mundo de 1986

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Alex Fergunson comandando a Escócia

Neste dia 31 de dezembro completa 80 anos um dos maiores treinadores da história do futebol, o gigante Sir Alex Ferguson. Com uma enorme história no esporte bretão, foi campeão de diversos torneios pelo Aberdeen, incluindo uma Recopa Europeia, antes de passar 26 anos no Manchester United e transformar o clube que era no máximo a terceira força do futebol inglês no maior campeão nacional e no indiscutível concorrente do Liverpool como maior do país. Antes disso, porém, ele treinou a Seleção Escocesa numa Copa do Mundo.

O trabalho de Ferguson no time nacional da Escócia começa como um dos integrantes da comissão técnica do time, numa época onde os treinadores não precisavam necessariamente deixar de treinar clubes para comandar seleções. O treinador era Jock Stein, mas ele acabou falecendo devido a um sério edema pulmonar ocorrido logo após um jogo das eliminatórias. A partir de então, Sir Alex assumiu o posto de treinador principal.

Ele assumiu o time ainda nas classificatórias diante da Austrália, que a Escócia venceu para conseguir a classificação ao mundial, após vencer em casa por 2 a 0 e segurar o zero no jogo na casa dos cangurus. A partir de então, Fergunson seguiu no cargo para comandar a equipe durante a Copa do Mundo de 1986, que ocorreria no México.

O grupo escocês na Copa do Mundo tinha Alemanha Ocidental, Dinamarca e Uruguai. Os comandados de Ferguson estrearam com derrota pelo placar mínimo para os dinamarqueses. Na segunda partida, em Querétaro, os escoceses até pularam na frente da Alemanha com gol de Strachan, mas acabaram tomando a virada com Voller e Allofs.


Na última partida da fase de grupos, uma vitória diante do Uruguai serviria para a classificação, mas o placar de 0 a 0 deu a vaga para a Celeste Olímpica. Ele então deixou o selecionado escocês e retornou ao Aberdeen, que tinha um outro treinador no comando do time enquanto ele esteve ausente. Recebeu convites de diversos clubes ingleses, incluindo até uma negociação com o Liverpool, mas ficou em Aberdeen até novembro, quando substituiu Atkinson no Manchester United. O resto é história.

Brasil, Escócia e o dia em que Branco "quase matou" um escocês com uma bolada

Por Lucas Paes
Foto: Pedro Martinelli/VEJA


Branco vive desde 1990 com um duro rumor sobre matar um companheiro com uma bolada


Brasil e Escócia são seleções que já tiveram alguns confrontos em Copas do Mundo. Os escoceses, hoje distantes do mundial já há alguns anos, jogaram algumas edições de Copa em outros tempos. Numa delas, o lateral Branco acabou devido a um lance comum do futebol, a famosa bolada, tendo que conviver com um rumor sombrio e infudado, ainda que a situação tenha sido assustadora no momento. O ex-jogador e campeão do mundo em 1994 completa neste dia 4 de abril 56 anos.

A ocasião era um duelo válido pela primeira fase da Copa do Mundo de 1990, disputada na Itália. Em 20 de Junho, brasileiros e escoceses duelaram no Estádio Delle Alpi, em Turim, confronto valendo pela fase de grupos da competição. Os Canarinhos entraram em campo classificados, enquanto o Exército de Tartan precisava essencialmente não perder para sonhar com a vaga. 

Os europeus vieram ao jogo jogando de maneira defensiva, já que um empate até podeira dar a vaga ao mata-mata. O Brasil de Lazaroni era um time que dispensava floreios e era objetivo e forte também na defesa, porém era acusado de um futebol feio e ineficiente. A marca negativa que ficaria não daria as caras no jogo em Turim. 

A "falta mortal" de Branco ocorreu seis minutos depois do chorado gol de Muller, que havia sido marcado aos 33 minutos do primeiro tempo, numa cobrança na intermediária, o lateral Branco se preparou para mais um de seus torpedos, corriqueiros quando ele batia faltas. O camisa 10 da Escócia, Murdoch MCLeod estava a frente da distância regulamentada para a barreira e acabou sofrendo por isso. Branco soltou um verdadeiro missíl e a bola foi direto na cabeça de MCLeod, que caiu desacordado e saiu de campo direto para o hospital, onde se descobriu que o meio-campista havia sofrido uma concussão cerebral.

Em uma época onde não havia ainda a internet e suas notícias rápidas, o rumor que saiu no Brasil é que Branco havia matado o jogador da Escócia, que na época era atleta do Borussia Dortmund, da Alemanha. Nada do tipo, porém, havia sido noticiado, sendo mais uma história que caiu na boca do povo e virou quase uma lenda urbana. Mas o fato é que MCLeod sobreviveu a pancada e ainda voltou a jogar em 1990 mesmo. Já com 32 anos naquele ano, Murdoch jogou até o ano de 1996, quando se aposentou no Partich Thistle, de seu país natal. 

Branco, por sua vez, seguiu sua carreira por mais oito anos sem vitimar ninguém com suas boladas, exceto por adversários que viam a redonda ir as redes. Peça essencial na conquista da Copa do Mundo de 1994, jogou até o ano de 1998 e trabalhou como treinador depois da aposentadoria. De uma vez por todas, é importante que se esclareça que não, o lateral brasuca nunca matou ninguém com uma bolada, exceto pelas chances escocesas na Copa do Mundo de 1990, na verdade "assassinadas" por Muller.

Taça Stanley Rous 1987 - A apresentação de Mirandinha para os ingleses

Por Lucas Paes

Mirandinha decidiu a Taça Stanley Rous de 1987

A Taça Stanley Rous foi um torneio de seleções disputado na Inglaterra e na Escócia entre 1985 e 1989. Inicialmente envolvendo apenas ingleses e escoceses, a competição passou a ter uma equipe convidada a partir da terceira edição, em 1987. Naquela edição, o 'de fora' foi o Brasil, um dos convidados mais enjoados que qualquer torneio pode ter. Fazendo honra a sua fama, o Brasil não tomou conhecimento dos ingleses e escoceses e levou a taça, apresentando ao futebol inglês Mirandinha, que seria o primeiro brasileiro a jogar na Football League desde a profissionalização do campeonato inglês.

Na estreia, em Wembley, no dia 19 de maio, diante da Inglaterra, os Tree Lions até jogaram bem e saíram na frente, com Lineker, mas viram um furacão chamado Mirandinha empatar a partida e deixar louco os defensores do selecionado inglês. Apesar do empate entre as duas equipes, muito se diz que aquele jogo foi essencial para a ida de Mirandinha ao Newcastle, sendo o primeiro jogador brasileiro a jogar no campeonato inglês depois da profissionalização.


Na partida seguinte, Escócia e Inglaterra jogaram quatro dias depois, no Hampden Park, em Glasgow. Num disputadíssimo clássico, tipico da rivalidade entre as duas seleções, nenhuma das duas equipes saiu do zero. O resultado deu a chance do título a escoceses e brasileiros, que tinham o confronto direto ainda, no próprio Hampden Park. Os ingleses se despediam com apenas dois pontos ganhos e devendo em nível de atuação.

Então, no dia 26, veio a decisão entre Escócia e Brasil, mais uma vez no Hampden Park. Depois de um primeiro tempo sem gols, o Brasil marcou duas vezes num intervalo de 9 minutos no segundo tempo. Aos 6', Raí abriu o placar e, aos 15', Valdo fechou o marcador e garantiu o título do torneio para a Seleção Brasileira.


Nas duas edições seguintes, Colômbia e Chile participaram como o terceiro time da competição, em duas conquistas dos ingleses. A Taça Stanley Rous foi um dos principais motivos da contratação de Mirandinha pelo Newcastle. O Brasileiro foi um dos destaques do torneio e chamou a atenção dos ingleses, acabando em St. James Park na temporada 1989/1990. O torneio foi essencial para começar a história dos jogadores brasileiros com o Campeonato Inglês, história que hoje tem vários nomes de destaques.

Argentina busca empate contra a Escócia na Copa do Mundo Feminina

Fotos: Getty Images.com/Fifa.com

Com muita raça, Argentina foi buscar um improvável empate e mantém uma pequena chance

O Grupo D da Copa do Mundo Feminina de 2019, torneio que está sendo realizado na França, foi definido nesta quarta-feira, dia 19. A Inglaterra venceu o Japão por 2 a 0 e se garantiu no primeiro lugar da chave, com as nipônicas em segundo. Mas a emoção ficou para a partida entre Argentina e Escócia, onde a Albiceleste foi buscar um empate em 3 a 3 e mantém uma mínima chance de classificação. Já as escocesas estão eliminadas.

Antes do início da última rodada da chave, a Inglaterra havia vencido os dois jogos e liderava com seis pontos, já garantido nas oitavas da competição. O Japão, com um triunfo e um empate, tinha quatro pontos e já estava classificado com, no mínimo, uma vaga entre os melhores terceiros. Para a Argentina, uma vitória colocaria a equipe na próxima fase. Já a Escócia precisava vencer e ainda torcer pelos resultados dos outros grupos que serão definidos amanhã.

Pois no jogo que definiu a liderança do grupo, em Nice, a Inglaterra mostrou o porque estava na frente do Japão na classificação e venceu fazendo 2 a 0. O grande nome da partida foi Ellen Toni White, que marcou todos os gols da partida, aos 15' do primeiro tempo e aos 39' da segunda etapa.

Inglaterra fez 2 a 0 no Japão

Porém, a emoção do dia ficou para o confronto realizado Parc des Princes, em Paris. Apostando todas as fichas na vitória, a Escócia foi para cima e abriu 3 a 0, com Little, aos 19' do primeiro tempo, Beattie, aos 4' da segunda etapa, e Cuthbert, aos 24'. Parecia que a partida estava liquidada, mas a Argentina, que nunca marcou um gol na história do torneio, buscou o empate: Menéndez, aos 29', fez o primeiro. O segundo foi contra, da goleira Alexander, aos 34', e Bonsegundo, aos 49', de pênalti, depois de ter perdido o primeiro e a arbitragem ter mandado voltar, fez o terceiro.

A situação ficou a seguinte: a Inglaterra avançou como primeira colocada e volta a campo no domingo, dia 23, em Valenciennes, contra o terceiro do grupo B, E ou F. O Japão, segundo colocado, joga na terça-feira, dia 25, contra o primeiro do Grupo E. Já a Argentina terá que torcer para haver empates em duas partidas (Camarões x Nova Zelândia e Chile x Tailândia) para que, com os dois pontos que fez, avance uma das quatro melhores terceiras colocadas.

Brasil perde para a Escócia em amistoso preparatório para a Copa do Mundo Feminina

Foto: Laura Zago

Brasil perdeu mais uma na preparação para o Mundial Feminino

Na tarde desta segunda-feira (8), a Seleção Brasileira enfrentou a Escócia no último amistoso antes da convocação final para a Copa do Mundo. Na Arena Pinatar, San Pedro de Pinatar, na Espanha, a Canarinho foi superada pelo placar de 1 a 0. É a nona derrota seguida do time do Brasil sob o comando de Vadão.

Brasil e Escócia fizeram um início de confronto equilibrado na Pinatar Arena. Logo aos quatro minutos a Canarinho criou a primeira oportunidade, Formiga tocou para Geyse, que saiu em velocidade e finalizou para a defesa da goleira Alexander. A resposta escocesa veio dois minutos depois, Howard, de cabeça, carimbou a trave brasileira. A Seleção voltou a levar perigo com uma bomba da camisa 5 Thaisa, aos dez minutos. Na sequência, em mais uma bola alçada na área, as adversárias tiveram boa chance em cabeçada de Beattie.

Aos poucos, o Brasil passou a dominar as ações ofensivas do jogo. Na marca dos 20 minutos, Marta chutou rasteiro para dentro da área e Mônica apareceu para fazer o desvio direto na trave. Com muita intensidade, a Canarinho chegou mais uma vez. Marta deu belo passe para Letícia, que encobriu a goleira, e novamente viu a bola parar na trave, aos 22. Já aos 38, a Escócia aproveitou rápido contra-ataque para abrir o placar com Little.

Na volta do intervalo, o ritmo da partida diminuiu. Buscando o empate, a Seleção Brasileira chegou ao ataque aos seis minutos. Raquel cobrou falta rasteira para nova defesa de Alexander. Aos nove, em jogada individual pela direita, Letícia arriscou de canhota. Dez minutos depois, Andressa Alves cruzou para a chegada de Raquel, que desviou nas mãos da arqueira escocesa. Nos instantes finais do confronto, Andressa Alves recebeu na área, driblou a marcação, mas finalizou em cima da goleira. Sem tempo para mais nada, o duelo terminou com o placar da primeira etapa.

O Brasil, que hoje jogou com Aline; Letícia, Érika, Mônica, Tamires; Thaisa (Andressinha), Formiga; Debinha, Marta, Geyse (Raquel) e Andressa Alves, sob o comando de Oswaldo Alvarez, o Vadão, volta a campo na Copa do Mundo Feminina, que será realizada na França, e estreia na competição contra a Jamaica, no dia 9 de junho. Na sequência, as brasileiras terão pela frente Austrália, no dia 13, e Itália, no dia 18.

1986 – A expulsão mais rápida da história das Copas do Mundo

Por Victor de Andrade

A expulsão aconteceu com 56 segundos de jogo, a mais rápida das Copas

A escola uruguaia é famosa no futebol por ser técnica, inteligente e bastante ríspida. Ao mesmo tempo em que os Celestes são marcados por criarem jogadores da mais alta estirpe técnica como Gigghia, Recoba, Suarez e, porque não, Arrascaeta, também produzem jogadores caracterizados pela raça e pela carniçaria dentro de campo, como Lugano, por exemplo. Em 1986, no México, a raça uruguaia acabou levada a limites extremos, quando Batista protagonizou a expulsão mais rápida da história das Copas do Mundo. 

Num grupo com a excelente Dinamarca de Laudrup, a sempre chata Alemanha (na época, Ocidental) e a Escócia, o Uruguai chegou a última rodada do Grupo E daquele Mundial necessitando pelo menos do empate com os escoceses para se classificar como um dos melhores terceiros colocados. Depois de sofrer uma verdadeira demolição dos dinamarqueses e perderem por sonoros 6 a 1. Naquele distante 13 de Junho de 1986, num mundo onde o Queen era o sucesso mundial e Messi sequer havia nascido, num sol de meio dia na cidade de Nezahualcóyotl, Uruguai e Escócia entraram em campo para disputar o tudo, o nada e o mundo, como diria o título de uma música. 

Mas alguém esqueceu de avisar o meio-campista José Batista. Num jogo que já começou estranho, com um jogador escocês dando um passe literalmente para o Gasparzinho, já que ele jogou a bola, que era de sua seleção, direto para a lateral. O time celeste perdeu a bola em um erro de domínio na meia cancha e a redonda continuou sofrendo nos pés de dois times onde nitidamente faltava técnica (com exceção talvez a Francescoli, ilha de genialidade naquele jogo que se mostrava terrível). Até que em uma bola vinda da lateral, Batista acertou um carrinho-voadora em Strachan, não deixando duvidas em Joel Quinou, que o expulsou, com apenas 56 segundos de bola rolando e com muita justiça.

O jogo todo foi muito pegado

No resto do jogo, os outros cinco cartões amarelos mostraram o tom de uma partida que foi mais brigada do que jogada. Com o empate em 0 a 0, a Celeste Olimpica garantiu vaga nas oitavas de final. Os uruguaios se classificaram, indo defrontar os arquirrivais argentinos nas oitavas e não sendo páreo para Maradona e cia. A derrota foi por apenas um a zero, apesar da nítida superioridade do escrete Albiceleste, que aliás, seria levado (literalmente) pelas mãos de Maradona até a final e ao segundo título argentino, conquistado diante da Alemanha. 

O Uruguai cairia de novo nas oitavas em 1990, com o seu futebol vivendo um período não muito positivo. A Celeste Olímpica por sinal acabaria ficando de fora do mundial em 1994, fechando um ciclo negativo que culminaria em duas não classificações seguidas nos anos de 1994 e 1998, já com a geração de Recoba e cia. Que até voltaria em 2002. Porém, o protagonismo Celeste só voltaria em 2010. De 1986, ficou só mesmo a expulsão de Batista, uma memória que é até engraçada, no meio das tão gloriosas (e conturbadas) páginas do futebol uruguaio.

O Curioso do Futebol

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