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Monterrey bate o Urawa Red Diamonds e avança na Copa do Mundo de Clubes

Foto: Fifa.com

Comemoração em um dos gols do Monterrey

O Monterrey está nas oitavas de final da Copa do Mundo de Clubes de 2025. Jogando no Rose Bowl, em Pasadena, nos Estados Unidos, o time mexicano venceu o japonês Urawa Red Diamonds, por 4 a 0, e garantiu a classificação.

O primeiro tempo foi animado. O Monterrey, sabendo das chances de classificação, levou um "susto" inicial, mas logo tomou conta do jogo e assumiu as principais ações. Mesmo sem Canales, o time mexicano criou chances perigosas.

Logo aos 29 minutos, Deossa encontrou um golaço de fora da área para abrir o placar. Pouco tempo depois, aos 33', Berterame recebeu de Alvarado e chutou colocado, no cantinho rasteiro, para ampliar: 2 a 0 para o Monterrey

Aos 38', Corona marcou o terceiro com um chute no ângulo de Nishikawa. O Urawa sentiu a "pancada" e outras oportunidades foram criadas pelos mexicanos, mas o intervalo foi decretado com o 3 a 0 para a equipe mexicana.


Com a vantagem, o Monterrey segurou o ritmo, passou a cadenciar o jogo e, com isso, chamou o time japonês para o seu campo. O Urawa Reds teve algumas chances para marcar, mas não conseguiu balançar as redes. No fim, Berterame deu números finais ao jogo: 4 a 0 Monterrey!

Com o resultado, o Monterrey ficou com o segundo lugar do Grupo E e vai encarar o Borussia Dortmund nas oitavas de final na terça-feira, dia 1º de julho, às 16 horas. Já o Urawa Red Diamonds se despediu do certame.

Botafogo perde para o Atlético de Madrid, mas avança na Copa do Mundo de Clubes

Foto: Vitor Silva / Botafogo FR

Botafogo foi derrotado, mas classificou

Nesta segunda-feira, dia 23, no Rose Bowl, em Pasadena, o Botafogo perdeu para o Atlético de Madrid, por 1 a 0, pela terceira e última rodada do Grupo B da Copa do Mundo de Clubes de 2025. Apesar do resultado, a Estrela Solitária avançou e o time espanhol foi eliminado.

Sabendo da situação favorável na tabela e da qualidade técnica maior do outro lado, o Botafogo adotou a estratégia de se recolher no campo de defesa e buscar as escapadas em contra-ataque. Na primeira metade da etapa inicial, o plano de jogo funciona bem e o Fogão equilibrou as ações, assustanto nos contragolpes.

Do meio para o fim, no entanto, o Atlético cresceu de produção, empurrou ainda mais a equipe brasileira para trás e assustou. O VAR entra em ação no finalzinho e apontou penalidade de Grégore em Álvarez, mas um lance na origem acabou invalidando o pênalti por falta de Sorloth em Jair, e a torcida botafoguense respirou aliviada.

No segundo tempo, o Atlético de Madrid foi para cima, tentando marcar. O time espanhol criou chances com Griezmann e Sörloth. Aos 21' que aconteceu o primeiro lance e perigo do Botafogo, com Igor Jesus, forçando Oblak a fazer grande defesa.

Mas, o Atlético de Madrid, que precisava vencer, continuava em cima. Aos 37', Griezmann quase marcou de letra. Aos 41', saiu o gol do time espanhol. O Atlético de Madrid ainda tentou, mas o placar final foi de 1 a 0.


Com o resultado, O Botafogo passou em segundo da chave, com seis pontos, sendo que o primeiro foi o Paris Saint-Germain. A Estrela Solitária terá pela frente o primeiro do Grupo A, que ainda será definido. Esse jogo será às 13 horas do sábado, dia 28.

River Plate perde chances e fica no 0 a 0 com o Monterrey pela Copa do Mundo de Clubes

Foto: divulgação / Fifa

River foi superior, mas não marcou

River Plate e Monterrey se enfrentaram na noite deste sábado, dia 21, no Rose Bowl, em Pasadena, nos Estados Unidos, pela segunda rodada do Grupo E da Copa do Mundo de Clubes. O time argentino perdeu uma série de chances, principalmente no segundo tempo, e o jogo terminou empatado em 0 a 0.

O Monterrey teve o primeiro com chute do Arteaga, aos 5 minutos, e depois com Canales batendo forte, aos 13. Daí em diante, os dois times pouco produziram, com bate e rebate na área central do campo, muitas faltas e dificuldades de ambos de conseguirem uma sequência de passes.

Nos minutos finais, o River Plate pressionou a equipe do México. Aos 45 minutos, Galoppo tentou chutar colocado e não conseguiu o gol. No lance seguinte, Martínez Quarta ficou sozinho, cara a cara com o goleiro, mas mandou para fora ao bater de chapa.

O River Plate voltou para o segundo tempo como terminou o primeiro, pressionando em busca do gol, principalmente em jogadas de Mastantuono e Galoppo. Aos 21', Mastantuono fez o goleiro do Monterrey, Andrada, se esticar todo para fazer a defesa.

Aos 30', Borja, que tinha acabou de entrar, saiu na cara do arqueiro do time mexicano e finalizou em cima dele, perdendo grande chance. Nove minutos depois, o camisa 9 do River desperdiçou mais uma oportunidade, após cobrança de escanteio. Nos acréscimos, Castanho foi expulso, deixando o time argentino com um jogador a menos. E o 0 a 0 persistiu no placar.


A última rodada do Grupo E da Copa do Mundo de Clubes será toda ela na quarta-feira, dia 25, com os jogos começando às 22 horas. No Lumen Field, em Seattle, o River Plate mede forças contra a Internazionale. Já o Moterrey encara o Urawa Red Diamonds no Rose Bowl, em Pasadena.

Botafogo ganha do PSG, com gol de Igor Jesus, na Copa do Mundo de Clubes

Foto: Vitor Silva / Botafogo FR

Chute no único gol do primeiro tempo, de Igor Jesus

O Botafogo conseguiu uma grande vitória na noite desta quinta-feira, dia 19, no Rose Bowl, em Pasadena, nos Estados Unidos, em seu segundo jogo na Copa do Mundo de Clubes. A Estrela Solitária fez 1 a 0 no favorito Paris Saint Germain, com gol de Igor Jesus no primeiro tempo.

O PSG começou bem o jogo, assustando principalmente com Kvaratskhelia, que colocou John para trabalhar logo aos 2 minutos. O Botafogo, atual campeão da Libertadores, respondeu em chute rasteiro de Artur, defendido com tranquilidade por Donnarumma, encaixando a sua marcação tanto pelos lados do campo quanto pela faixa central e dificultando muito a vida do campeão europeu, que não voltou a criar uma grande chance de gol.

Já o Glorioso encaixou um bom contra-ataque e abriu o placar aos 35 minutos. Artur brigou pela bola e tocou para Savarino, que deu passe em profundidade na medida para Igor Jesus. O centroavante alvinegro recebeu entre os dois zagueiros, deu caneta em Pacho, finalizou da entrada da área e ainda contou com desvio no equatoriano para mandar no cantinho direito do imóvel Donnarumma.

O PSG voltou para o segundo tempo querendo reverter a situação. Aos 5 minutos, Gonçalo Ramos desvia de cabeça e John fez a defesa no susto. O Botafogo respondeu aos 7', com Savarino, mas Donnaruma fez a defesa.

O time francês tentava de todas as formas furar o bloqueio botafoguense, que levava perigo nos contra-ataques, principalmente nas jogadas de Arthur. O time francês até marcou aos 33', com Barcola, mas Kvaratzkhelia estava impedido no lance, que foi anulado. E depois de algumas tentativas frustradas do Paris Saint-Germain, o Fogão conquistou a surpreendente vitória.


A última rodada do Grupo B será realizada na segunda-feira, dia 23, com os dois jogos começando às 16 horas. No Lumen Field, o Paris Saint-Germain encara o time da casa, o Seattle Sounders. Já no Rose Bowl, em Pasadena, o Botafogo mede forças contra o Atlético de Madrid.

Estreando na Copa do Mundo de Clubes, Monterrey e Internazionale ficam no 1 a 1

Foto: divulgação / Internazionale

Partida foi realizada no Rose Bowl

Na noite desta terça-feira, no Rose Bowl, em Pasadena, Monterrey e Internazionale estrearam na Copa do Mundo de Clubes. E, mesmo com todo favoritismo, o time italiano não conseguiu se impor e a partida terminou empatada em 1 a 1.

O jogo começou com pressão da Inter de Milão, que aumentou a marcação, impedindo que o Monterrey saísse jogando. A equipe comandada por Cristian Chivu criou mais chances e manteve maior posse de bola até os 24 minutos, quando o time mexicano abriu o placar com gol de Sergio Ramos, de cabeça, após cobrança de escanteio.

A partida foi ficando ainda mais animada com a busca italiana em converter as estatísticas em bolas na rede. E foi o que aconteceu. Aos 41', Asllani cobrou falta ensaiada com Carlos Augusto, que recebeu e ajeitou para Lautaro Martínez empatar. Com o 1 a 1 no placar, o árbitro brasileiro Wilton Pereira Sampaio assinalou o fim do primeiro tempo.

Segundo tempo começou com as equipes se alternando no ataque. Aos 19', o Monterrey quase fez o segundo: Canales, de canhota, arriscou finalização rasteira, de fora da área e mandou a bola na trave, assustando o goleiro Sommer, que se esticou todo no lance.

Aos 22', Lautaro Martínez até balançou as redes, mas estava impedido. Aos 32', o argentino perdeu chance clara, mandando a bola para fora. Com o passar dos minutos, a pressão da Internazionale aumentava, mas o gol não saiu e ainda quase levou em lance de Deossa, nos acréssimos. Assim, a partida terminou empatada em 1 a 1.


As duas equipes voltam a campo no sábado, dia 21. Às 16 horas, no Lumen Field, em Seattle, a Internazionale encara o Urawa Red Diamonds. Já às 22 horas, no Rose Bowl, em Pasadena, o Monterrey tem pela frente o River Plate.

Brasil 1x0 Suécia - O penúltimo capítulo do Tetra

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

O Brasil venceu a Suécia por 1 a 0

Nesta quarta-feira, dia 13 de julho de 2022, se completam 28 anos da vitória Brasil pelo placar magro de 1 a 0 sobre a Suécia, pelas semifinais da Copa do Mundo de 1994, disputada nos Estados Unidos. Na ocasião, a equipe Canarinho subiu mais um degrau rumo ao tetracampeonato mundial.

Ao longo da competição, a Seleção Brasileira bateu a Rússia na estreia por 2 a 0 e ganhou de Camarões pelo placar de 3 a 0. Nas eliminatórias, despachou os Estados Unidos nas oitavas de final e a Holanda, conhecida também como Países Baixos, nas quartas.

Do outro lado, a Seleção Sueca, que ficou na segunda colocação do grupo da Amarelinha na primeira fase, empatou em 2 a 2 com Camarões e venceu a Rússia por 3 a 1. Nas oitavas de final, os escandinavos tiraram a Arábia Saudita e a Romênia nas fase de quartas.

Vale lembrar que naquele mundial brasileiros e suecos já tinham se enfrentado pela fase de grupos. Naquela oportunidade, o confronto terminou empatado em 1 a 1, válido pela terceira e última rodada.

Logo 2' de bola rolando, Romário mostrou o cartão de visitas brasileiro com um belo arremate no ângulo direito. Aos 7 e 13’ foi a vez de Branco e Zinho assustarem. Porém, a melhor chance aconteceu aos 25', quando o camisa 6 acertou um daqueles seus passes diretos para ataque e achou Romário na entrada da área. O Baixinho conseguiu se desvencilhar de três suecos, driblou o goleiro Ravelli e chutou. O zagueiro Patrick Andersson tirou a bola em cima da linha e Mazinho acabou desperdiçando uma chance incrível de colocar a Amarelinha na frente.

Pouco tempo depois, aquela conexão "Branco-Romário" voltou a funcionar. O lateral esquerdo aproveitou todo o espaço que tinha e o fato da cobertura não chegar à tempo para servir o Baixinho, que bateu cruzado de esquerda, mas errou o alvo. Com 32’, o camisa 11 novamente ficou no quase. O atacante recebeu belo passe de Bebeto em um contra golpe, tirou Ravelli, mas acabou perdendo a passada. Com isso, o arqueiro conseguiu ainda se recuperar a tempo de bloquear a finalização.

Através de chutes perigosos de Bebeto e Mazinho da entrada da área, a Seleção Brasileira ainda assustou a meta escandinava nos instantes finais da primeira etapa. Em todo este tempo, os suecos haviam dado um chute ao gol defendido por Taffarel, mas não levou nenhum perigo.

Durante o intervalo, o treinador Parreira promoveu uma alteração. Trocou Mazinho por Raí. Por muito pouco, a substituição trouxe o resultado esperado. Logo no início da última metade do jogo, o camisa 10 fez uma linda tabela com Romário, mas foi bloqueado por Ravelli justamente no momento do chute.

O fato da bola não balançar as redes ia causando uma grande ansiedade para os jogadores brasileiro conforme o tempo ia passando. Enquanto isso, os suecos continuavam demonstrando dificuldades para conseguirem encaixar a marcação e também não conseguiam machucar a Amarelinha no ataque. Até variava um pouco mais suas jogadas, mas não era um time direto assim como na fase de grupos. Em campo, os brasileiros estavam demonstrando mais ajuste, concentração e intensidade jogando sem a bola. Além disso, sempre chegavam antes dos europeus nas disputas de bola.

Apesar de ter menos repertório em relação aos 45' iniciais, o Brasil conseguiu chegar mais uma vez, mas continuou sem superar Ravelli, que fez lindas interceptações em dois excelentes arremates de Romário e Zinho no ângulo. Também defendeu um chute cruzado de Branco, e ainda teve sorte em finalizações de Dunga e Mauro Silva, ambas feitas da entrada da área. Já entregue, a equipe escandinava ainda perdeu o seu capitão Thern após o camisa 9 dar uma entrada criminosa em Dunga, sendo expulso. Por incrível que pareça, o rumo da partida pouco mudou após isso.


A primeira e única finalização escandinava foi através de Ljung e de longa distância aos 29', mas Taffarel conseguiu fazer a defesa. O gol brasileiro saiu justamente quando o confronto se encaminhava para a prorrogação. Bebeto passou para Jorginho pela ponta direita e fez um levantamento para o Baixinho vencer a marcação dupla para escorar pro fundo do gol, lá no segundo pau.

Baqueada e sem poder de reação algum, quase que o Brasil ampliou o marcador na sequência com chutes de Bebeto e Romário vindos da entrada da área, mas que fizeram a bola tirar tinta da trave defendida por Ravelli. Aquela vitória magra por 1 a 0 acabou ficando no lucro para os europeus, mas àquela altura, a vaga para a final era o mais importante. Alguns dias mais tarde, a Amarelinha conquistaria o tetracampeonato mundial após vencer a Itália após disputa de pênaltis.

Há 27 anos, Brasil batia a Suécia e garantiria vaga na final da Copa do Mundo

Por Ricardo Pilotto
Foto: arquivo Fifa

O baixinho Romário subindo mais que os 'gigantes' suecos para fazer o gol

Nesta terça-feira, dia 13 de julho de 2021, se completam 27 anos da vitória do Brasil nas semifinais da Copa do Mundo de 1994, realizada nos Estados Unidos, diante da Suécia. A seleção canarinho venceu os escandinavos pelo placar de 1 a 0 e ficaria apenas a uma vitória do tetracampeonato.

Após eliminar os anfitriões Estados Unidos por um a zero nas oitavas de final e a Holanda pelo placar de três a dois nas quartas, a Amarelinha chegava como uma das grandes favoritas para conquistar o tetracampeonato mundial. Por outro lado, a equipe sueca venceu a Arábia Saudita por três a um nas oitavas de final e a Romênia nas penalidades após um empate em dois a dois no tempo normal e nos 30 minutos extras. Vale lembrar que as duas seleções tinham se enfrentado na última rodada da primeira fase, em Detroit, e empataram em 1 a 1.

Os 90 minutos – Logo no início da partida, realizada no Rose Bowl, em Pasadena, a Amarelinha mostrou sua superioridade, e com apenas dois minutos de jogo, Romário chutou uma bola no ângulo direito, assuntando o goleiro Ravelli. Na marca dos 7 minutos, Branco levou perigo e pouco tempo depois seria a vez de Zinho arriscar. Outra chance mais clara aconteceria aos 25 minutos, quando o camisa 6 acertou um passe maravilhoso para o campo ofensivo até Romário, que estava na entrada da grande área sueca. Assim que a bola chegou ao seu domínio, o Baixinho conseguiu se desvencilhar da forte marcação de três escandinavos que o cercavam, tirou o goleiro da jogada e chutou, mas Patrick Andersson conseguiu evitar o primeiro gol da partida em cima da linha. No rebote, Mazinho até balançou a rede, mas pelo lado de fora.

Mostrando que Branco e Romário estavam em grande sintonia dentro do jogo, os dois brasileiros conseguiram criar outra grande jogada pelo lado esquerdo. Novamente o camisa 6 aproveitou o corredor que tinha, partindo em velocidade e assim que percebeu o camisa 11 teria melhores condições de dar continuidade ao lance, fez o lançamento. O Baixinho conseguiu fazer o domínio mesmo marcado, se deslocou para o lado esquerdo e bateu cruzado com a perna canhota, mas a bola acabou indo para fora. Com 32 minutos, foi a vez de Bebeto dar um bom passe para Romário em um contra-ataque. O jogador do Barcelona conseguiu fazer o drible para cima de Ravelli, mas acabou se perdendo na hora da passada e o goleiro sueco teve tempo de se recuperar para evitar aquele que seria o primeiro tento brasileiro no jogo.

Enquanto isso, a Suécia havia chegado apenas uma vez a meta brasileira, mas não o suficiente para assustar Por outro lado, o Brasil ainda oferecia perigos para o goleiro escandinavo ao fim do primeiro tempo com finalizações de Bebeto e Mazinho da entrada da grande área. Mesmo com o grande ímpeto ofensivo e o grande número de situações de gol criadas pela Amarelinha, a primeira metade do confronto terminou com o placar em branco.

No intervalo, Carlos Alberto Parreira reforçou o setor ofensivo trocando Mazinho por Raí, com a intenção de ganhar mais qualidade no momento de finalizar as jogadas. A alteração surtiu efeito rapidamente e logo com um minuto de bola rolando no segundo tempo, o jogador do Paris Saint-Germain fez uma linda tabela com o camisa 11, mas Ravelli conseguiu bloquear a finalização e impediu que o Brasil novamente abrisse o marcador.

Conforme o tempo ia passando e a bola não balançava as redes do gol sueco, os jogadores brasileiros continuavam persistindo mas em contrapartida, o nervosismo começou a ficar cada vez mais evidente. Os escandinavos continuaram sem conseguir resolver os problemas de marcação e encaixes de jogadas ofensivas. Das poucas oportunidades criadas, não machucava a Amarelinha. A seleção sul-americana continuava com uma forte marcação e conseguia anular o setor ofensivo adversário.

O grande número de erros no famoso "último passe" fez com que a equipe canarinho não conseguisse ter o mesmo repertório ofensivo em relação a primeira etapa, mas ainda sim ofereceu muitos perigos e exigiu grandes defesas do goleiro sueco, a ponto de defender chutes de Zinho e Romário que iriam no ângulo. Aos 17 minutos, os escandinavos perderiam Thern, que receberia cartão vermelho por falta dura em cima do capitão Dunga. A partir deste momento, o jogo passou a ter uma outra história.

Como em todo o primeiro tempo, a Suécia deu um chute a meta de Taffarel com Ljung aos 29 minutos. O camisa de número 5 arriscou uma finalização a longa distância, mas o goleiro brasileiro fez a defesa. Em um jogo sem gols e se encaminhando para a prorrogação, o Brasil conseguiu finalmente colocar a bola no fundo do gol de Ravelli aos 35 minutos com Romário. Jorginho passou para Bebeto pelo lado direito do ataque, o camisa 7 levantou a bola na segunda trave para o Baixinho que conseguiu subir mais alto do que Nilsson e Andersson para empurrar a bola para o gol e encaminhar a classificação brasileira para a grande decisão.


Com pouco tempo restante para tentar reagir, os jogadores da equipe sueca tiveram que sair mais para o jogo e, consequentemente, deixaram espaços para os brasileiros tentarem matar o confronto. Romário e Bebeto tiveram chances de ampliar o placar, mas ambos os chutes acabaram raspando a trave de Ravelli.

Para muitos, o placar magro de 1 a 0 a favor da Seleção Brasileira foi pouco, pelo fato da equipe canarinho ter criado diversas chances, mas só ter conseguido balançar as redes apenas uma vez. Segundo, Carlos Alberto Parreira, treinador do Brasil, este jogo da semifinal diante da Suécia foi o mais fácil de toda a campanha. O adversário da Amarelinha na decisão sairia do vencedor do confronto entre Bulgária e Itália. No mesmo dia, os jogadores da equipe canarinho saberiam que para conquistar o tetracampeonato mundial, teriam que superar a Squadra Azzurra, que venceu os Búlgaros por dois a um, na grande final.

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