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As passagens do ídolo Zinho pelo Flamengo

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Zinho é cria do Flamengo

Crizam César de Oliveira Filho, conhecido como Zinho, atualmente é comentarista dos canais ESPN e atuava como meio-campista. O jogador foi ídolo em grandes clubes nacionais, e foi lançado ao profissional pelo Flamengo, ajudando a equipe a conquistar grandes títulos. 

O jogador nasceu em Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro, no dia 17 de junho de 1967, e começou na base do Flamengo, fazendo toda sua categoria de base na gávea. O jovem atuava muito bem e foi chamado pela comissão técnico profissional em 1986. 

Junto com Zinho, subiram para o profissional Jorginho, Ailton e Bebeto, grandes nomes do futebol brasileiros. As promessas entraram no time ao lado dos veteranos Zinho, Andrade e Leandro, que eram grandes ídolos nacionais e do Rubro-Negro.  

Rapidamente o meio-campista ganhou oportunidade na equipe e tornou-se titular do Flamengo, fazendo parte do título do Campeonato Carioca de 1986. Porém, depois dessa conquista, o time começou a viver momentos irregulares, até porque estava passando por uma transição. 

O Rubro-Negro estava dando oportunidades para as jovens promessas e fazendo uma transição com a grande geração da década de 80, o que acabou prejudicando um pouco a equipe dentro de campo. 

Em 1989, os grandes nomes daquele time acabaram saindo e o time campeão Carioca de 1986, Zinho foi, praticamente, o único remanescente. O meio-campista virou um pilar para a equipe, junto com Júnior, que retornou ao clube naquela temporada. 

A transição foi um sucesso e o time voltou a viver grandes momentos, tendo atuações excelentes. Zinho se firmou muito bem no profissional e mostrou o porquê de tanta expectativa sobre ele, pois tinha muito talento para assumir a pressão de atuar no Rubro-Negro. 

Em 1990, o Flamengo venceu a Copa do Brasil, título muito importante para o clube. Além disso, em 1991, Zinho voltou a conquistar o Campeonato Carioca, mais um título no currículo do jovem meio-campista. 

Na temporada seguinte, foi a melhor do atleta pelo clube, ajudando o Flamengo a conquistar o Campeonato Brasileiro, finalizando sua primeira passagem pelo time carioca. 

Ao final do ano de 1992, o jogador acabou sendo negociado com o Palmeiras, que estava tendo o aporte financeiro da Parmalat e queria voltar a conquistar títulos. Nesta sua passagem pelo Flamengo, Zinho atuou em 395 jogos e marcou 57 gols.


Depois de alguns anos, Zinho passou por diversos clubes grandes e conquistou muito títulos, acabou retornando em 2004 para o Flamengo. Já com 36 anos, o atleta gostaria de encerrar a sua carreira no Rubro-Negro. 

No primeiro semestre de 2004, o jogador foi importante na conquista do Campeonato Carioca, mas no segundo semestre acabou vivendo um período irregular e tendo muitas oscilações. 

Em 2005, Zinho acabou tendo um problema com o técnico Cuca, tanto que o pai de Zinho chegou a chamar o treinador de “incompetente”. Por conta dos problemas internos, o meio-campista acabou preferindo deixar o clube e foi para o Nova Iguaçu. Nesta segunda passagem, o jogador atou em 62 jogos e marcou 8 gols.

As passagens de Válber pelo Botafogo

Por Fabio Rocha
Foto: Juha Tamminen

Válber quando defendeu o Botafogo

Válber Roel de Oliveira foi um bom jogador na década de 90, sendo muito versátil, atuando em praticamente todas as posições do campo. Com passagens por diversos clubes brasileiros, ficou conhecido por ter atuado nos quatros grandes do Rio de Janeiro, mas foi no Botafogo que conseguiu ter muito destaque. 

O jogador nasceu no Rio de Janeiro, no dia 31 de maio de 1967, e começou a sua carreira na base do Tomazinho. Foi pelo clube carioca que estreou no profissional em 1987, fazendo bons jogos como zagueiro. 

Em seu primeiro ano de profissional, aos 20 anos, foi muito bem e no ano seguinte foi contratado pelo São Cristóvão. Ficou duas temporadas no clube, fazendo bons jogos e chamando a atenção de alguns clubes do estado, principalmente após o Campeonato Carioca de 1989. 

Depois de boas atuações, o jogador acabou sendo negociado com o Fluminense em 1990. Porém, atuando na zaga teve pouco espaço e quando atuou não foi muito seguro, então passou boa parte da temporada no banco de reservas, sem ser aproveitado. 

Válber ficou no clube até o primeiro semestre de 1991, pois logo depois o seu contratado com o tricolor carioca acabou e ele acabou indo para o rival Botafogo, para a disputa do Campeonato Carioca. 

Porém, não conseguiu retomar seu bom futebol atuando como zagueiro do clube, ficou boa parte do segundo semestre como reserva, entrando em alguns jogos menos expressivos. O seu desempenho como defensor não estava agradando, mas Válber tinha muita qualidade com as bolas nos pés e poderia render em outras funções. 

Em 1992, na disputa do Campeonato Brasileiro, o jogador começou a ser utilizado em outras funções, começou sendo testado como meia-armador, mas também não se encontrou. Logo na sequência foi para volante, mas ainda não tinha um bom desempenho. 

Ainda no início da competição, Válber foi testado como lateral e conseguiu fazer uma boa atuação, ganhando sequência na posição. Com o passar dos jogos foi ganhando destaque e tornou-se um dos principais atletas da posição no futebol brasileiro. 


Tanto que neste período foi convocado para a seleção brasileira para atuar na lateral. As suas boas atuações e a da equipe levaram o Botafogo ao vice-campeonato brasileiro, ficando muito perto da conquista nacional. 

Com o final do Campeonato Brasileiro, o jogador entrou para a Seleção do Bola de Prata, que premia os melhores jogadores da competição. Além disso, o São Paulo viu potencial no jogador e decidiu contratar para o restante da temporada. 

Depois de passar pelo São Paulo, Flamengo, São Paulo e Vasco, o jogador retornou ao Botafogo em 1999 para a disputa do Campeonato Carioca. Porém, após o final da competição, Válber recebeu uma proposta do Fluminense e acabou aceitando, deixando o alvinegro carioca.

A passagem curta, mas quase perfeita de Gallo pela Portuguesa

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Gallo chegou a fazer um gol de falta no primeiro jogo da final do Brasileiro de 1996

Alexandre Tadeu Gallo, atualmente dirgente no Santos, foi bom volante, principalmente durante a década de 90, quando teve uma ótima passagem pelo Santos e na sequência pela Portuguesa. Pela Lusa conseguiu um vice-campeonato brasileiro, sendo um dos destaques do clube e marcando um gol na final.

O jogador nasceu em Ribeirão Preto, São Paulo, no dia 29 de maio de 1967, e começou a atuar em 1980, aos 13 anos, no Botafogo-SP. Gallo fez toda sua categoria de base no clube paulista até subir para o profissional em 1986, aos 19 anos. 

No seu início no profissional, o jogador teve pouco espaço e acabou ficando muito tempo no banco de reservas. A sua adaptação acabou demorando e ficou sem espaço no clube, atuando em pouquíssimos jogos ou na maioria entrando na reta final das partidas. 

Em 1991 foi emprestado para o Vitória em busca de mais oportunidades, mas também não conseguiu atuar muitas vezes e retornou ao Botafogo em 1992. Em sua volta, Gallo começou a ter mais chances e fez um bom primeiro semestres, o que o fez ser contratado pelo Santos para a disputa do Campeonato Paulista. 

Pelo Peixe foram quatro temporadas em alto nível, sendo muito importante para a equipe, tornando-se um dos líderes do elenco. Em 1995 foi vice-campeão brasileiro pelo Santos, em uma final que gera polemicas até os dias atuais, por causa de uma arbitragem muito contestada por parte do alvinegro praiano.

Em 1996, depois do Campeonato Paulista, acabou sendo emprestado pelo Santos para a Portuguesa e chegou com um dos principais reforços do clube para a disputa da temporada. Com seu perfil de liderança e atuando em alto nível, Gallo chegou para colocar ordem no meio-campo da Lusa. 

A sua passagem pela Lusa foi muito boa, pois ajudou muito o clube dentro e fora de campo, tanto que fez a equipe brigar por grandes títulos. O time fez uma grande temporada, sendo muito regular desde o começo e mostrando que estava com um grupo muito forte. 

Porém, a passagem faltou pouquíssimo para ser perfeito, mas acabou escapando a perfeição no último jogo do Campeonato Brasileiro. Após um campeonato nacional muito bom, a Lusa chegou a final para enfrentar o Grêmio, que tinha a melhor campanha no geral.


O primeiro jogo ocorreu no Morumbi, e a Portuguesa venceu por 2 a 0, com Gallo abrindo o placar para a Lusa. A equipe paulista estava próxima do título após o resultado em casa e todos estavam com uma grande expectativa para a conquista do Brasileirão. 

Porém, no segundo jogo, o Grêmio fez um grande jogo e conseguiu vencer por 2 a 0, e como era o detentor da melhor campanha acabou ficando com o título do Campeonato Brasileiro. Ao final da temporada, o Santos acabou negociando Gallo com o Guarani e o volante acabou se despedindo da Portuguesa e ainda com o gostinho 'amargo' do vice-campeonato.

A rápida passagem de Toninho Cecílio pelo Botafogo

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Toninho marcando Bismarck em um jogo do Campeonato Carioca

Antônio Jorge Cecílio Sobrinho, conhecido como Toninho Cecílio, foi um bom zagueiro, com passagens por grandes times e pela Seleção Brasileira. O defensor teve uma passagem muito boa pelo Palmeiras e depois foi para o Botafogo, em 1993, porém acabou ficando apenas um semestre. 

O jogador nasceu em Avaré, São Paulo, no dia 27 de maio de 1967, e começou no esporte sendo atleta de basquete, por conta da boa estatura, mas acabou migrando para o futebol e foi para a base do Palmeiras em 1984.

Foram dois anos atuando na base do clube até subir ao profissional, e em 1986 fez sua estreia pelo time principal. Porém, foi a partir da temporada seguinte, em 1987, que começou a ter mais sequência e ganhou a vaga no time titular do alviverde.

Toninho era alto e tinha um tempo de bola muito bom, e a cada jogo ganhava mais experiência. Foi se tornando um líder dentro do vestiário mesmo com a pouca idade, pois se mostrava muito maduro dentro e fora de campo, sendo respeitado por todos.

Em 1990 viveu seu melhor momento, chegando a ser convocado por Paulo Roberto Falcão para a Seleção Brasileira. Porém, o Verdão não vivia um bom momento, pois estava numa seca de títulos e a torcida estava pegando no pé de muitos atletas, mas Toninho era muito respeitado. 

O capitão alviverde viveu bons momentos, mas em 1992 acabou sofrendo uma lesão após uma arrancada, ficando fora praticamente dois meses por causa de uma ruptura no músculo no bíceps femural. Porém, na época a diretoria do verdão estava negociando com a Parmalat, e Toninho foi consultado todo, devido a sua forte liderança perante a todos do clube. 

A negociação foi concretizada e a equipe acabou passando por uma reformulação, e Toninho acabou sendo negociado com outro clube. Mesmo sendo muito importante e líder, acabou pagando o parto pela seca de títulos que o clube vivia. 


Toninho foi vendido para o Botafogo no começo de 1993, atuando pelo Campeonato Carioca. A diretoria alvinegra esperava muito do zagueiro, pois ele tinha muita experiência e liderança, sempre sendo muito regular durante as partidas. 

As suas atuações se mantiveram regulares e o jogador fez um bom campeonato estadual, e por isso acabou despertando o interesse de outros clubes grandes do futebol brasileiro. 

Com o final do Campeonato Carioca, o Cruzeiro buscou a contratação do defensor e ofereceu uma boa proposta, o time do Botafogo aceitou e Toninho foi contratado pela Raposa.

Carlos Alberto Dias e suas passagens pelo Paraná Clube

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

O meia teve três passagens pelo Tricolor na década de 90

O ex-meia atacante Carlos Alberto Costa Dias, popularmente conhecido por ter sido um dos primeiros jogadores a atuar pelo quatro grandes times do Rio de Janeiro, comemora o seu 57 anos de vida neste domingo, dia 5 de maio de 2024. Ao longo de sua carreira como profissional, o atleta teve três passagens pelo Paraná Clube durante a década de 90.

A primeira delas aconteceu em 1994, depois de ter atuado por equipes como Coritiba, Botafogo, Vasco da Gama, Grêmio e Flamengo. Permaneceu no time paranaense até o fim daquela mesma temporada e posteriormente se transferiu para o Shimizu S-Pulse, do Japão, em 95

Retornou ao Tricolor em 96, após jogar um ano no futebol japonês. Nesta segunda passagem fez parte do elenco paranista que veio a se sagrar campeão paranaense daquela temporada.

Sua terceira e última trajetória pela equipe tricolor viria a acontecer apenas em 99. Na ocasião, ele vinha de uma passagem pelo Fluminense em 1998.


Somando as três passagens de Carlos Alberto Dias, foram 37 partidas disputadas pelo clube paranaense de acordo com o site ogol.com. Em todo este período vestindo o manto paranista, marcou sete gols.

Na sequência de sua carreira, o meia ainda veio a defender vários times. Se aposentou em 2006, atuando pelo ABC de Natal.

O início de Nicola Berti no Parma

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Berti atuando no Parma

Completando seus 57 anos neste dia 13 de abril, o meia Nicola Berti foi um dos maiores nomes da posição formado no futebol italiano entre os anos 1980 e 1990. Dono de grandiosa qualidade, sendo considerado um verdadeiro craque. Ele se tornou um dos maiores ídolos da história da Internazionale e também foi crucial na fuga do rebaixamento que o Tottenham protagonizou em 1999, além do título da Copa da Liga. O início dessa gigantesca trajetória se deu no Parma, numa época onde os Gialloblu eram um time modesto.

Berti subiu das categorias de base num Parma que ainda distava muito do time de imenso sucesso que a equipe do Parma experimentou durante as décadas de 1990. Berti subiu numa equipe que ainda era apenas um time que rodada entre a terceira e a segunda divisão italiana e foi, durante a maior parte dos seus primeiros anos no clube, um reserva que apenas treinava com a equipe. Também pudera, já que foi alçado aos profissionais com apenas 15 anos.

Viveu a maior parte do seu tempo no Parma como reserva, sem entrar muito na equipe já que era um adolescente que já tinha conquistado muito por ser parte do elenco. Quando finalmente consegue entrar na equipe titular tinha seus 17 anos e era parte de um time que de novo tentaria ajudar o Parma a permanecer na Série B, durante a temporada 1984/1985. 


Naquele ano, Berti foi titular durante a maior parte do tempo na equipe gialloblu, mas não conseguiu ser eficiente em evitar o descenso para a Série C1 novamente. Ainda que não fizesse gols, seu futebol foi o suficiente para chamar a atenção da Fiorentina, que não perdeu tempo e o contratou para a temporada 1985/1986, encerrando assim a trajetória de Berti no Parma.

Segundo o World Football Statistics, Berti fez 31 partidas pelo Parma, sem conseguir marcar gols pelo clube. A partir da passagem pela Fiorentina, o italiano caminharia para se transformar num verdadeiro fenômeno, impressionando principalmente a partir do momento que chegou na Inter. Berti se aposentou em 2002, no futebol australiano. 


A passagem conturbada fora de campo de Aron Winter pela Lazio

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Aron Winter durante sua passagem pela Lazio

Aron Mohamed Winter foi um bom volante com diversas convocações para a Seleção Holandesa e com passagens por grandes times nacionais e internacionais. O jogador passou por momentos difíceis fora de campo pela Lazio, mas deu a volta por cima dentro de campo. 

O jogador nasceu em Parabarimo, em Suriname, no dia 1 de março de 1967, mas se mudou ainda jovem para a Holanda. Aron começou a atuar no clube de base do Lelystad em 1980 e em 1985 foi levado para a categoria de base do Ajax.

Em 1986 subiu para o profissional, e em três mês estreou no profissional, com um gol. Foi mostrando durante a temporada ter muito potencial, entrando em diversos jogos e sendo importante.

Mas ficou no banco de reservas, porém no início da temporada de 1987-88, o jogador ganhou a vaga no meio-campo e não saiu mais. Foi muito importante no final da década de 80 e início de 90, sendo decisivo defensivamente e ofensivamente, fazendo gol e chegando como elemento surpresa. 

Depois de seis temporadas pelo clube, ele foi negociado com a Lazio. Durante a negociação, a Juventus também tentou a contratação do volante, mas o volante preferiu ir para a Lazio, e foi o primeiro atleta negro a atuar pelo time.

Em 1992 ele chegou à Lazio, mas acabou sofrendo muito no começo por causa de racismo. Parte da torcida fez ofensas racistas e picharam o CT do clube com o xingamento de “negro-judeu”. 


Mesmo com os problemas extra campo, Aron deu a volta por cima jogando, mostrando todo seu talento e calando a boca de boa parte da torcida. O volante conquistou a vaga de titular e fez grandes temporadas pelo clube, sendo dominante no meio-campo. 

Fez parte de bons times da Lazio, porém a equipe não conquistou títulos no período em que ele esteve lá. Depois de quatro temporadas pelo clube, o jogador acabou deixando o time com 123 jogos e 21 gols, sendo negociado com a Internazionale.

A história do lateral Nonato com o Cruzeiro

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Nonato celebrando título no Cruzeiro

Se tornar ídolo de um grande clube não é tarefa fácil para nenhum jogador, já que a idolatria de uma torcida por si só é algo muito particular. O Cruzeiro tem ao longo de sua história diversos nomes que escreveram com letras maiúsculas suas trajetórias na história celeste, em todas as posições. Um dos grandes nomes da história cruzeirense é o lateral nordestino Raimundo Nonato da Silva, mais conhecido pelo sobrenome de Nonato, que é um dos maiores nomes da posição na história do Cruzeiro e completa seus 57 anos neste dia 23.

Nonato chegou a Raposa por empréstimo em 1990. Na época havia se destacado atuando pelo Pouso Alegre durante o Campeonato Mineiro de 1990 e o time azul estrelado o buscou por empréstimo para a disputa do Brasileirão de 1990. Depois de 18 bons jogos naquela campanha, onde o Cruzeiro acabou não se classificando, seu futebol se mostrou bom o suficiente para que os cruzeirenses adquirissem seu passe em 1991.

A partir daí, Nonato se converteria num dos maiores laterais da história do Cruzeiro. Já em 1991 se destacou bastante no time, sendo parte importante do time campeão da Supercopa Libertadores daquele ano e começando a cavar seu espaço no coração da torcida cruzeirense. Seu primeiro gol veio diante do Palmeiras, justamente naquele ano de 1991, em jogo válido pelo Brasileirão. No ano seguinte, foi parte crucial do time cruzeirense que foi campeão do Campeonato Mineiro e de mais uma Supercopa Libertadores. 

No ano seguinte, seu bom futebol, somado a uma temporada espetacular do time cruzeirense fizeram com que o atleta fosse inclusive convocado pela Seleção Brasileira. Seria campeão da Copa do Brasil com o Cruzeiro e em junho atuaria em três partidas pelo Brasil, amistosos contra Estados Unidos, Alemanha e Inglaterra. No ano seguinte, viveu seu ano mais artilheiro, com sete gols e ainda ajudou a Raposa na conquista de mais um campeonato mineiro.


Seguiu titular do Cruzeiro nos anos seguintes e sendo uma das referências do time, sendo campeão da Copa Ouro da Conmebol em 1995 e no ano seguinte conquista mais um título estadual e da Copa do Brasil. Seu último ano pelo Cruzeiro seria o ano no qual conquistaria seu maior título no clube, sendo campeão da Copa Libertadores, além do Campeonato Mineiro e entrando de vez na história da instituição. Seu último jogo ocorreu em novembro daquele ano, num empate diante do Santos pelo Brasileirão.

No total, em sete anos atuando com a camisa do Cruzeiro, Nonato esteve em campo em 386 jogos, incluindo 344 partidas oficiais e outros 42 amistosos, marcando 20 gols. É o 19º jogador com mais partidas na história do clube. Acabou se transferindo ao Fluminense em 1998 e ainda atuaria profissionalmente até 2002, quando pendurou as chuteiras no América de Natal. 

Morre, aos 57 anos, Junior Chávare, executivo de futebol do Coritiba

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: reprodução

Junior Chávare estava com 57 anos

Uma notícia impactante e triste para os que estão no futebol. Morreu na manhã deste domingo o executivo de futebol Junior Chávare, que vinha trabalhando no Coritiba. Chávare tinha 57 anos e foi vítima de um infarto fulminante.

José Domingos Chávare Junior nasceu no dia 20 de dezembro de 2024, e tinha como residência a sua cidade natal, Americana. Depois de ter sido decisivo no acesso da Ferroviária da Série D para a Série C do Campeonato Brasileiro, Chávare foi para o Coritiba, onde estava trabalhando desde o final de 2023.

Junior Chávare teve um infarto tomando café da manhã neste domingo, chegou a ser socorrido e levado ao Hospital Nossa Senhora das Graças, na capital paranaense, mas não resistiu e teve como causa de sua morte o infarto agudo do miocárdio.


Junior Chávare era um dos mais respeitados executivos de futebol do Brasil, onde vinha atuando há cerca de 25 anos. Entre outras equipes, Chávare trabalhou na Inter de Limeira, Ponte Preta, Rio Branco de Americana, São Paulo, Grêmio-RS, Atlético Mineiro, Ferroviária e Coritiba.

Morre vice da Federação Catarinense e ex-árbitro assistense, Marco Antônio Martins

Foto: divulgação FCF

Marco Antônio Martins tinha 57 anos

Foi com profundo pesar, que a Federação Catarinense de Futebol (FCF) informou o falecimento de seu vice-presidente e diretor do Departamento de Arbitragem, além de ex-árbitro assistente, Marco Antônio Martins, aos 57 anos.

Profissional experiente, principalmente como árbitro assistente, Marco Antônio encerrou a sua carreira nos campos em 2011 depois de atuar por 15 anos no quadro da FCF e por 10 anos no quadro da CBF.

Marco Antônio Martins foi também presidente do Sindicato dos Árbitros de Futebol do Estado de Santa Catarina (Sinafesc) e da Associação Nacional dos Árbitros de Futebol (ANAF).

Na FCF, assumiu a função de diretor do Departamento de Arbitragem em junho de 2017, cargo que exercia até hoje. Foi eleito vice-presidente da entidade em 2018 e em 2022.


O presidente da FCF, Rubens Angelotti, consternado com o falecimento de Marco Antônio Martins, destacou a importância dele na arbitragem catarinense. “Estou muito triste com o falecimento do Marco Antônio Martins. Além de uma grande pessoa, foi um profissional de alto nível. Estava fazendo um trabalho brilhante na nossa arbitragem, com organização e evolução constante”, finalizou Rubens Angelotti.

Vítima de um infarto, Marco Antônio deixa esposa e duas filhas.

A curta passagem de Edu Manga pelo Corinthians

Por Lucas Paes
Foto: Juha Tamminen

Edu em uma de suas poucas partidas pelo Timão

Apesar de não tão raros, não são exatamente comuns os casos de jogadores que atuaram ao longo da carreira com as camisas de Corinthians e Palmeiras, dois rivais históricos que formentam um dos clássicos de maior rivalidade do futebol mundial. Um dos atletas que viveu a experiência foi o meio-campista Edu Manga, que completa 57 anos neste dia 2 de fevereiro e na verdade teve uma passagem curta pelo Corinthians.

Edu chegou ao Timão para o segundo semestre de 1992, depois de passar três anos no América do México, onde é considerado um dos maiores jogadores da história do clube, apesar de não ter passado por lá num período muito glorioso. Chegava como reforço para o segundo semestre, que incluía Paulistão e Copa do Brasil, vindo por empréstimo. 

Na época, porém, acabou pouco conseguindo mostrar pelo time de Parque São Jorge. Estreou no dia 19 de agosto, em um jogo diante da Inter de Limeira que foi vencido pelo Corinthians pelo placar mínimo, num jogo que curiosamente foi disputado no Parque São Jorge, numa época onde o Timão ainda mandava jogos esporadicamente em seu estádio.


Não conseguiu demonstrar grande futebol com a camisa corintiana. Atuou de titular em algumas partidas da campanha do Paulistão, que terminou com o Timão eliminado na segunda fase, perdendo a vaga na decisão para o rival Palmeiras e também jogou em dois jogos na Copa do Brasil. Sua última partida no clube foi uma vitória diante do Palmeiras por 2 a 1, em 29 de novembro daquele ano.

No total, Edu atuou em 17 partidas pelo Corinthians, sem chegar a marcar gols pelo clube. Após o fim do período do empréstimo, foi para o futebol japonês, onde passaria a atuar pelo Shimizu S-Pulse. Ele esteve em atividade até 2002, quando pendurou as chuteiras no Figueirense.

Marcelo Djian e sua passagem pelo Corinthians

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Dijan teve boa passagem pelo Timão

O ex-zagueiro Marcelo Kiremitdjian, popularmente conhecido apenas como Marcelo Dijan, comemora o seu 57º aniversário nesta segunda-feira, dia 6 de novembro de 2023. No início de sua jornada como atleta profissional, ele defendeu as cores do Corinthians entre o fim dos Anos 80 e começo da década seguinte.

A estreia do paulistano de ascendência armênia iniciou a sua trajetória pelo Timão no dia 18 de outubro de 87. Na sua primeira partida no time Alvinegro do Parque São Jorge, participou de uma vitória magra por 1 a 0 sobre o Internacional, no Pacaembu, pelo Brasileirão. Naquela oportunidade, o jovem de 20 anos começou o embate diante do Colorado como titular.

Ao longo de sua passagem, atingiu algumas marcas importantes com a camisa corintiana. Isso porque, entre 1987 e 1993, o defensor central se tornou o 26º jogador que mais atuou pelo Coringão, o Terceiro zagueiro que mais atuou pelo clube, o 20º jogador que mais atuou pelo Timão no século XX e o 32º zagueiro que mais marcou gols pelo Corinthians.


De acordo com o site Meu Timão, o beque disputou um total de 342 partidas pelo clube paulistano. Conquistou três títulos, sendo eles: o Paulista 1988, o Brasileirão em 1990 e a Supercopa do Brasil em 1991.

Na sequência de sua carreira como atleta profissional, ainda jogou em clubes como Lyon, Cruzeiro e Atlético Mineiro. Se aposentou em 2002, após atuar pelo Galo.

O início de Sensini no Newell's Old Boys

Por Lucas Paes 
Foto: Arquivo

Sensini atuando no Newells

Conhecido principalmente por fazer durante muito tempo parte do time principal e titular da Seleção Argentina, o ex-zagueiro e também volante Roberto Sensini foi um dos bons jogadores formados numa era "de ouro" do futebol local. O ex-jogador e atual treinador, que completa seus 57 anos neste dia 12 de outubro, começou sua trajetória no esporte bretão no Newell's Old Boys, na metade dos anos 1980, também uma grande era dos Leprosos.

Sensini se formou no Newells desde muito jovem, chegando cedo na base do clube e só subiu para o time profissional no ano de 1986, quando já tinha seus 20 anos. Na formação, passou algum tempo nas mãos do conhecidíssimo Marcelo Bielsa e subiu como parte de um time que, oriundo da base do clube, conquistaria um histórico título nacional em alguns anos.

Seu início não foi tão fácil e atuou em apenas algumas partidas no biênio 1986/1987, ainda se adaptando ao time principal dos rubro-negros de Rosário. Seria apenas a partir da temporada seguinte que Sensini começaria a se destacar. O Newell's já prometia naquela temporada, terminado o campeonato com a segunda colocação, 1 ponto atrás do campeão, o arquirrival Rosário Central.

Pois na temporada seguinte, Sensini passou a atuar mais tempo entre os titulares, inclusive marcando seu primeiro gol como profissional, e ajudou o Newells a fazer uma campanha espetacular no campeonato nacional, onde foi um dos grandes responsáveis pelos espetaculares (e apenas) 22 gols levados pelo time ao longo da campanha que os levou ao título. Seria sua única grande conquista com o Newell's. 


Entre 1988/1989, viveu no começo da temporada a dor de perder a final da Libertadores para o Nacional e ainda não conseguiu ajudar os Leprosos na campanha durante o Campeonato Argentino, onde a equipe foi mal e ficou na metade final da tabela. Seu bom futebol nos anos anteriores, porém, chamou a atenção da Udinese, que o contratou. 

Encerrou sua passagem pelo Newells no meio do ano de 1989, fechando sua história no clube com 89 jogos e dois gols marcados. Esteve em atividade no futebol até 2006, quando pendurou as chuteiras justamente atuando pela Udinese, clube que seria sua primeira equipe na carreira como treinador, ainda em 2006.

Wim Jonk e sua trajetória pela Internazionale

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Wim Jonk teve uma bonita passagem pela Internazionale

Wilhelmus Maria Jonk, ex-volante holandês conhecido mundialmente apenas como Wim Jonk, celebra o seu 57º ano de vida nesta quinta-feira, dia 12 de outubro de 2023. Ao longo de sua carreira, o atleta neerlandês teve uma passagem pela Internazionale de Milão no começo da década de 90 e foi muito importante para o clube italiano em uma conquista internacional.

Este novo desafio para o meio campista começou no fim de agosto de 93, num jogo da 1ª rodada da Serie A, diante do Reggiana. Na marca dos 14 minutos, foi ele quem abriu a vitória nerazzurri por 2 a 1, com um balaço no ângulo e, posteriormente serviu Salvatore Schillaci com uma belíssima assistência para sacramentar a vitória. Entretanto, Osvaldo Bagnoli, treinador da Inter na época, demonstrou muitas dificuldades de fazer seus comandadas renderem desde o período de pré-temporada.

Um dos problemas era que Jonk e Antonio Manicone tinham características muito similares e ambos se atrapalhavam em campo. Por conta disso, o treinador teve de ir em busca de soluções, mas nenhuma agradava. Uma delas, foi fazer um rodízio ou posicionar o holandês para exercer uma função que o fazia render menos. Spijker não gostava de atuar perto do centroavantes, já que preferia reger o meio de campo.

Os meses subsequentes acabaram sendo ruins, tanto para a Inter quanto para Jonk. Isso porque, o holandês sofreu uma grave lesão que o fez perder todos os jogos da Internazionale em dezembro de 1993 e algumas outras partidas em janeiro do ano seguinte. O meio campista neerlandês retornou bem aos gramados e ajudou a equipe de Milão nas vitórias contra a Foggia e Cremonese marcando três gols, sendo que dois aconteceram diante da Cremo. 

No começo de fevereira, Bagnoli foi demitido e Wim evoluiu bastante sendo comandado por Gianpiero Marini, ex-volante que havia feito muito sucesso na Beneamata. Seguindo as orientações do tricampeão mundial com a Seleção Italiana, Jonk se tornou um ídolo para os nerazzurri, assim como Dino Baggio era para a Juventus e Demetrio Albertini era para o arquirrival Milan.

Em contrapartida, a Inter acabou tendo problemas para se encontrar na Serie A, e isso fez com que a equipe terminasse a temporada na 13ª colocação apenas um ponto acima da zona de rebaixamento, além de também ter feito a pior campanha da sua história na era dos pontos corridos. Por outro lado, via-se na Copa da Uefa, uma luz no fim de um túnel, mesmo com a pressão que o time sofria por conta da má campanha no Italiano. Liderada por por Wim e Bergkamp, a Inter foi avançando na competição continental mesmo não demonstrando que poderia de fato bater de frente com Juventus e Borussia Dortmund, que eram os grandes favoritos ao título.

Foi na fase de quartas de final, depois de despachar Rapid Bucareste, Apollon Limassol e Norwich, que os Nerazzurri tiveram o desafio de enfrentar o fortíssimo clube auri-negro. Mesmo com o excelente adversário, Spijker descomplicou o jogo demonstrando demasiada frieza e muita capacidade de surpreender os alemães. Demonstrando o seu poder de decisão, marcou dois jogos na partida de ida. realizada na Alemanha, e ajudou os italianos a levarem uma belíssima vantagem de 3 a 1. Na volta, a Inter perdeu, mas conseguiu se classificar.

Na fase seguinte, Jonk também fez balançou as redes diante do Cagliari, e marcou um golaço de cavadinha no jogo de volta contra o Casino Salzburg. Com as duas vitórias sobre os austríacos pelo placar mínimo, a Biscione se tornou a segunda equipe italiana a conquistar a taça da Copa Uefa. Nesta mesma época, a dupla holandesa se firmou de vez: Bergkamp terminou como o maior artilheiro da competição, com oito gols marcados, enquanto Wim, fez cinco. Ao longo de toda a temporada, o volante neerlandês fechou a temporada com 11 tentos anotados.

Valorizado pelos bons números que colecionava na Inter em 94, Jonk foi convocado para defender a Holanda na Copa do Mundo, sendo considerado titular inquestionável. E isso se concretizou: participou dos 90 minutos de todos os cinco jogos da Laranja Mecânica e foi um dos melhores jogadores holandeses no mundial. Na estreia, Wim fez um golaço contra a Arábia Saudita e marcou um outro arrematando de fora da área e contando também com um frango de Pat Bonner, goleiro da Irlanda. Entretanto, nas quartas de final contra o Brasil, cometeu a falta que originou o golaço de falta de Branco e eliminou a Holanda da Copa.


Spijker retornou dos Estados Unidos à Itália e presenciou o início de mais uma reformulação na Inter. A primeira grande mudança havia sido no comando técnico, que agora pertencia a Ottavio Bianchi. O treinador fez um time com uma proposta mais reativa e orientou que Jonk aparecesse menos no campo de ataque, até porque Nicola Berti, que sofreu uma grave contusão que o fez perder quase toda a temporada 1993/94, já havia recuperado a sua melhor forma. Fazendo uma função diferente da qual já estava habituado, o neerlandês seguiu como titular e anotou dois tentos, nos triunfos contra o Torino e no Derby della Madonnina diante do Milan.

Foi então, que no verão de 95, a Inter deu sequência ao seu processo de renovação e Jonk, junto com seu compatriota holandês Bergkamp, acabaram sendo vendidos. Nesta sua saída, Wim deixou o clube nerazzurri após 67 jogos e 13 gols marcados pela Beneamata, segundo o site calciopedia.com.

Jürgen Kohler e sua marcante passagem pelo Borussia Dortmund

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Jürgen Kohler é um dos maiores ídolos do Borussia Dortmund

Jürgen Kohler, ex-zagueiro renomado do futebol alemão, está comemorando o seu 58º aniversário nesta sexta-feira, dia 6 de outubro de 2023. Já no fim da sua carreira, ele teve uma marcante passagem pelo Borussia Dortmund entre a metade dos da década de 90 e o início dos Anos 2000 e acabou se tornando um ídolo para a torcida auri-negra.

Contratado junto à Juventus em 1995, Kohler viveu o auge da sua jornada como jogador no clube da Renânia do Norte-Vestfália. Teve uma grande importância na sua primeira temporada, com a conquista do título da Bundesliga de 1995/96. No ano seguinte, veio a fazer parte elenco do Dortmund que venceu a Liga dos Campeões em cima do seu ex-time e a Copa Intercontinental sobre o Cruzeiro.

Alguns anos mais tarde, Kohler veio a anunciar a sua aposentadoria após a conquista do título alemão em 2001/02. No seu último jogo pelo time amarelo e preto, levou cartão vermelho por cometer um pênalti na grande final da Copa da UEFA, diante do Feyenoord. Na oportunidade, o zagueiro chegou a marca de 500 jogos como profissional.


Segundo o site ogol.com, Kohler disputou um total de 238 partidas pela equipe auri-negra entre 95 e 2002. Apesar não ser especialista em marcar gols, balançou as redes adversárias em 16 ocasiões em todo este tempo de clube.

George Weah e sua curta passagem pelo Chelsea

Por Fabio Rocha
Foto: Arquivo

George Weah em sua passagem pelo Chelsea

George Tawlon Manneh Oppong Ousman Weah, mais conhecido como George Weah, foi um grande atacante e atualmente é presidente da Libéria. Como jogador foi espetacular, batendo recordes, sendo o primeiro africano a ganhar o prêmio de melhor jogador do mundo em 1995, pelo Milan, mas não teve o mesmo sucesso no Chelsea, na temporada 1999/2000.

O atacante nasceu na Monróvia, capital da Libéria, no dia 1 de outubro de 1966, e a sua carreira profissional no futebol começou 20 anos depois. George teve seu início no Mighty Barrolle, um clube de seus país, e depois rodou por outros clubes do seu continente. 

A sua carreira começou a alavancar em 1988, quando chegou para atuar no Mônaco. Lembrando que muitos jogadores são naturalizados franceses, por causa da proximidade, e tem o país europeu como uma grande porta de entrada das outras grandes equipes. 

George ficou durante quatro temporadas no clube, conseguindo se desenvolver e potencializar seu futebol. O atacante foi contratado pelo Paris Saint Germain em 1992, uma grande equipe do futebol francês, que na época contava com alguns grandes jogadores. 

Pela equipe conseguiu se destacar, e depois de três temporadas foi negociado com o Milan, uma das maiores equipes do futebol europeu. Em 1995 chegou ao clube, e rapidamente ganhou a vaga de titular na equipe, conseguindo se tornar uma grande estrela. 

Em pouco tempo ganhou a simpatia e o amor de todos no clube e na torcida, ajudando a equipe em diversos jogos. George era conhecido pelo domínio, as arrancadas e o chute fatal, mostrando que era um atleta completo. 

Em sua primeira temporada pelo clube ajudou na conquista do campeonato nacional, sendo a grande estrela do time, fazendo gols importantíssimos. Tanto que ganhou o prêmio de Melhor jogador do mundo pela FIFA, e a Bola de Ouro da France Football, sendo o primeiro e único afriacano a receber os prêmios. 


Depois de cinco temporadas pelo clube italiano, com diversas conquistas, o Milan resolveu emprestar o jogador para o Chelsea, para atuar no segundo semestre da temporada 99/00.

O jogador chegou ao clube em janeiro de 2000, ainda em uma época que o Chelsea não era milionário. A equipe não brigava muito por títulos, mas a chegada do atacante poderia mudar esse cenário, e o atacante conseguiu ajudar o clube a conquistar um título. 

George foi importante na conquista da Taça da Inglaterra, mas foi seu único troféu pelo clube. No fim da temporada de 99/00, o jogador acabou retornando ao Milan, mas não permaneceu no clube para a próxima temporada e foi vendido para o Manchester City.

A passagem de Neto pelo Palmeiras

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Neto jogando pelo Palmeiras

José Ferreira Neto, que é conhecido pelo apelido de Neto e completa seus 57 anos neste dia 9 de setembro, teve muito destaque dentro da sua carreira de jogador quando atuou pelo Corinthians, clube do qual é um dos maiores ídolos da história da instituição, porém, além do Timão, ele curiosamente jogou em todos os quatro grandes do estado de São Paulo, passando por Santos, São Paulo e também pelo Palmeiras, que foi o segundo grande clube em sua carreira.

Chegou ao Verdão no início do ano de 1989, depois de fazer mais uma grande temporada pelo na época forte time do Guarani e estreou já em fevereiro, em um amistoso diante do Flamengo, onde inclusive marcou um gol. 13 dias depois, na estreia no Campeonato Paulista, marcou seu primeiro gol oficial com a camisa do Palmeiras, em um jogo diante do América de Rio Preto disputado fora de casa e vencido pelo alviverde por 2 a 1.

Fez parte de um time do Palmeiras que fez excelente campanha na primeira fase da competição, mas acabou sucumbindo na fase final do Paulistão. Naquele torneio, Neto rodou entre os titulares e o banco e não conseguiu mostrar um rendimento exatamente grandioso, apesar de fazer algumas boas partidas em meio a boa campanha feita pelo Alviverde Imponente na primeira fase da competição. Era escalado na ponta esquerda por Emerson Leão, que não era sua posição de origem.


Esteve no Verdão até o fim da campanha naquele Paulistão, inclusive atuando também em dois amistosos preparatórios para o Campeonato Brasileiro, em vitórias contra o Paulista de Jundiaí e contra o União Mogi. A partida diante da Serpente, que aliás tinha Neymar pai em seu elenco naquela época, foi a última de Neto com a camisa do Verdão, num jogo onde ele entrou no decorrer da partida.

Acabou negociado com o Corinthians, maior rival do Palmeiras, em uma troca que envolveu Neto e o lateral Denys. Dida e Ribamar acabaram chegando ao time palmeirense e o resto, como se sabe, é história. No total, Neto atuou em 26 partidas com a camisa do Verdão, marcando quatro gols ao longo desses jogos. 

A passagem do argentino Beto Acosta no Sporting

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Alberto Acosta no Sporting

Conhecido principalmente por ter sido o grande artilheiro do futebol sul-americano entre 1994 e 1995, o centroavante argentino Alberto, ou Beto, Acosta foi dentro de campo um daqueles jogadores que gozava de uma boa relação com a rede. Com passagens pela Seleção Argentina e por diversos clubes ao longo da carreira, o ex-atacante, que completa 57 anos neste dia 23 de agosto, tem uma grande história com a camisa do Sporting de Portugal, onde jogou na virada dos anos 90 para os 2000.

Alberto chegou ao Sporting já bastante rodado no futebol, tendo já uma passagem pelo futebol europeu, quando atuou pelo Tolouse, além de alguns títulos em equipes sul-americanas e inclusive passagens pela Seleção Argentina. Acabaria se convertendo num reforço crucial para os alviverdes, mas chegou sob dúvidas, sendo de certa forma um jogador que não tinha muita esperança do torcedor sportinguista. 

Em sua primeira temporada, sofreu para se adaptar ao futebol português, sofrendo com a concorrência dentro do setor ofensivo do Sporting. Marcou seus primeiros gols pelo clube diante da Académica, indo as redes duas vezes no mesmo jogo, mas marcaria apenas mais um ao longo da temporada. Passaria a viver grandes momentos no José Alvalade no ano seguinte. 


Na temporada 1999/2000, se converteria num jogador essencial para os alviverdes. O incômodo jejum de 18 anos sem títulos portugueses terminaria naquela temporada, com atuações espetaculares de Acosta sendo cruciais para a conquista do título do Campeonato Português. Marcou 22 gols no torneio, sendo vice-artilheiro e a peça mais importante ofensivamente do time que terminaria aquela temporada campeão português. 

Na temporada seguinte, foi ainda campeão da Supertaça de Portugal e marcou ao longo daquele biênio 21 gols pelo clube. Deixou o Sporting com um enorme carinho dos torcedores ao fim da temporada 2000/2001, contratado pelo San Lorenzo. No total, marcou 48 gols em 99 jogos com a camisa alviverde. 

A passagem de Betinho pelo Palmeiras no começo dos anos 1990

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Betinho em sua época de Palmeiras

Gilberto Carlos Nascimento, mais conhecido como Betinho, nasceu em São Paulo, no dia 14 de junho de 1966, e foi um bom meio-campista e atualmente é treinador. Com passagens por grandes times do futebol brasileiro, o jogador conquistou alguns títulos e teve sucessos nos clubes, entre eles o Palmeiras, no início dos anos 90.

Sua carreira na base foi toda como atacante, mas acabou no profissional mudando de posição. Em 1985, fez um teste, e acabou sendo reprovado no Corinthians, mas o Juventus e o Guarani se interessaram pelo jogador. Betinho acabou escolhendo ficar no Juventus.

No clube foi quando mudou de posição, pois era muito habilidoso e o viam com mais características para atuar no meio-campo. Suas ótimas atuações durante certo período na equipe chamaram a atenção dos quatro grandes times paulistas, o Palmeiras, Santos, São Paulo e Corinthians.

Porém, a diretoria do clube só aceitava negociar o jogador se fosse em definitivo, e as equipes gostariam que fosse empréstimo. Por isso, na época o negócio acabou não saindo e ele permaneceu no Juventus.

Mas tudo mudou quando o Cruzeiro chegou ao negócio, e a diretoria do clube acabou mudando de ideia, emprestando o jogador para a equipe mineira. Na Raposa ele viveu um dos seus melhores momentos, tanto que conseguiu sua única convocação para a Seleção Brasileira.

Teve um grande desempenho e foi um dos protagonistas da equipe, mas acabou que o clube não conseguiu comprá-lo em definitivo. Por causa disso, ele retornou ao Juventus, mas logo na sequência foi comprado pelo Palmeiras.

Em 1990 chegou ao alviverde, que vivia uma época de seca de títulos, e ainda não tinha chegado a Parmalat. Ele fez parte do elenco pré-patrocinadora, onde o clube estava passando por algumas dificuldades, mas o meia era uma grande esperança da torcida para voltar ao caminho das conquistas.


Logo que chegou se tornou titular rapidamente, mostrando todo seu potencial pelo alviverde, mas mesmo com as suas boas atuações não conseguiu levar o time sozinho às conquistas. Ele mostrava a cada jogo ser um grande jogador, atuando ao lado de Paulinho Carioca e Mirandinha.

Em 1991 até chegou a ganhar um torneio de verão, que foi a Euro-América, onde o jogador foi o artilheiro da competição. Mas isso ainda não estava bom, a torcida queria brigar pelos títulos relevantes, mas a equipe não estava conseguindo bater de frente com os grandes clubes.

Em 1992, atuou por pouco tempo, pois acabou deixando o alviverde e foi para o Cruzeiro, clube que já tinha uma identificação. Pelo Verdão foram 53 jogos e 13 gols.

Éric Cantona e sua passagem rápida pelo Bordeaux

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Éric Cantona em sua breve passagem pelo Bordeaux em 1989

Éric Daniel Pierre Cantona, mais conhecido como Éric Cantona, nasceu em Marselha, na França, no dia 24 de maio de 1966, é ator atualmente. Porém, já escreveu sua história no futebol, com passagens por grandes clubes nacionais e internacionais, até mesmo em sua seleção.

O atacante começou a sua carreira em 1983, quando estreou no Auxerre, clube pelo qual defendeu por cinco temporadas. Porém, durante esses anos, foi emprestado para o Martigues, onde serviu para atuar mais e ganhar um pouco mais de experiência.

Depois de alguns anos com boas atuações, o jogador foi contratado pelo Olympique de Marseille. A equipe era a principal do país e brigava por todos títulos, entrando sempre como uma das favoritas. O jogador tinha alguns problemas de comportamento, mas mesmo assim foi contratado pelo grande time, sendo o atleta a transferência mais cara do futebol francês até aquele momento.

Porém, em seu primeiro ano não conseguiu desempenhar um bom futebol, e ainda manteve o mau comportamento fora e dentro de campo. Em 1989, em um amistoso contra o Torpedo Moscou, Cantona chutou a bola na torcida e quando foi substituído tirou a camiseta.

O acontecimento gerou muita revolta na diretoria do clube, que acabou suspendendo o atleta por um mês. Com isso, ele acabou sendo emprestado para o Bordeaux. Mesmo todos sabendo do seu comportamento, a equipe ainda o queria pela sua habilidade. O Bordeaux precisava de um cara desse nível na equipe, mas acabou ficando pouco tempo com o atleta.


O jogador não estava em seu melhor momento, sendo muito julgado pela imprensa francesa pelo caso em Marselha. Cantona acabou ficando apenas alguns meses no clube, e logo depois retornou ao Olympique, mas nem chegou a atuar, pois já foi emprestado novamente.

Com o final da temporada, após alguns meses do seu empréstimo ao Bordeaux, ele deixou a equipe para retornar ao Olympique de Marselha, e, em seguida, foi para o Montpellier. Pelo Bordeaux foram apenas 12 partidas e seis gols.

O Curioso do Futebol

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