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Morre o ex-árbitro Luís Antônio Silva Santos, o Índio, aos 55 anos no Rio

Foto: reprodução

Índio tinha 55 anos

O futebol carioca perdeu nesta quarta-feira, dia 3, uma de suas figuras mais emblemáticas da arbitragem: Luís Antônio Silva Santos, o Índio, morreu aos 55 anos no Rio de Janeiro. Ele estava internado desde julho, em estado gravíssimo, enquanto tratava um câncer.

Nome conhecido tanto nos gramados do Rio quanto no cenário nacional, Índio iniciou sua trajetória na arbitragem pela FERJ em 1995. Três anos depois, ingressou no quadro da CBF e, em 2004, tornou-se aspirante Fifa, posição que manteve até 2008. Durante a pandemia de Covid-19, em 2020, voltou a ter papel de destaque ao atuar como instrutor na preparação dos árbitros cariocas.

Antes de ser hospitalizado, Índio ocupava um cargo político ligado à Secretaria de Integração Metropolitana, na gestão do prefeito Eduardo Paes. Apesar das novas funções, seguia ligado ao esporte: apitava jogos de várzea e participava de projetos sociais que levavam atividades físicas a pessoas com deficiência no Rio de Janeiro.


A Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ) publicou nota lamentando a morte do ex-árbitro. "A Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro lamenta o falecimento do ex-árbitro da FERJ e da CBF, Luiz Antônio Silva Santos, conhecido como Índio, aos 55 anos. A FERJ se solidariza com seus amigos e familiares".

Luto! Morre Russo, ex-zagueiro da Caldense e primeiro marcador de Ronaldo

Foto: arquivo

Russo quando defendia a Caldense

Faleceu no início da noite desta quarta-feira, dia 19, aos 55 anos, Russo, ex-zagueiro da Caldense. O ex-jogador defendeu a Veterana de 1989 a 1996, tendo realizado 162 jogos oficiais pela equipe.

Russo entrou para a história do futebol por ter sido o primeiro marcador de Ronaldo Fenômeno, em sua estreia no profissional pelo Cruzeiro contra a Caldense em 1993. De acordo com informações iniciais, ele faleceu em Poços de Caldas após ser internado por complicações ao ter contraído uma bactéria.

Osvair Milan, seu verdadeiro nome, nasceu em Andradas (MG) em 15/01/1970 e também defendeu o Rio Branco de Andradas. Marcou época na Caldense e participou de grandes campanhas no Campeonato Mineiro, por sua raça e dedicação dentro das quatro linhas. Fora de campo fazia amizade fácil com todos devido à sua simpatia e carisma.

Em 2023 foi entrevistado pela TV Caldense e fez uma retrospectiva de sua trajetória. Em setembro de 2025 partipou do encontro de ex-jogadores no Ronaldão em comemoração ao aniversário de 100 anos da Veterana e relembrou fatos marcantes de sua época na equipe.


“Quando cheguei, o professor Miro perguntou meu nome e disse que seria Russo ou Alemão, e assim fiquei Russo. Voltar aqui nesse estádio e reviver algumas histórias da Veterana, no ano do centenário, é muito gratificante. Em primeiro lugar, por terem lembrado de mim. Moro perto, em Andradas-MG, e hoje vim encontrar os amigos. Grande parte do que possuo hoje foi a Caldense que me proporcionou. Só tenho a agradecer à Caldense por ter lembrado de mim e pelo que fez na minha vida”.

Recentemente, Russo vinha trabalhando como açougueiro e era vice-diretor da Associação de Açougueiros de Andradas. Ainda não foram divulgadas informações sobre velório e sepultamento.

Capitão do penta, Cafu completa 55 anos

Com informações da CBF
Foto: arquivo

Cafu beijando a taça: capitão do penta

Cafu, capitão do penta, único jogador a disputar três finais consecutivas de Copa do Mundo e o jogador que mais vezes vestiu a camisa da Seleção Brasileira. O lateral direito que marcou gerações completa 55 anos de idade neste sábado, 7 de junho.

A imagem do capitão dizendo “eu te amo, Regina”, em cima de um púlpito, com a camisa amarela gravada à mão com os dizeres “100% Jardim Irene” enquanto segura a taça da Copa do Mundo é uma cena que o brasileiro fã de futebol guarda com carinho na memória. Ela sintetiza o espírito de Marcos Evangelista de Morais, o Cafu: um jogador dedicado, apaixonado, transgressor, fiel às origens. Um campeão.

A história do jogador começou no São Paulo Futebol Clube, onde foi revelado e conquistou a Taça Libertadores da América em 1992 e 1993 e o Mundial Interclubes de 1992. Esta trajetória o garantiu na sua primeira grande fase com a Seleção Brasileira, e carimbou seu passaporte para a Copa do Mundo de 1994, onde foi campeão e disputou sua primeira final.


Na Copa do Mundo seguinte ele experimentou o dissabor de ver a França levar a taça. Mas seu DNA campeão falou mais alto em 2002, quando, usando a braçadeira de capitão, foi peça fundamental na conquista da estrela que garante até hoje ao Brasil a hegemonia do futebol mundial. Cafu ainda tem dois títulos da Copa América (1997 e 2000) e um da Copa da Confederações (1997) defendendo a Seleção Brasileira.

Hoje ele segue craque fora dos campos, atuando em projetos sociais da Fundação Cafu, que atende jovens em situação de vulnerabilidade social na zona sul de São Paulo, além de ser embaixador global da FIFA e da CBF em eventos sociais.

As duas passagens de Carlos Aguilera pelo Atlético de Madrid

Por Fabio Rocha
Foto: divulgação

Carlos Aguilera atuando pelo Atleti

Juan Carlos Aguilera Martín, conhecido simplesmente como Carlos Aguilera, foi bom defensor espanhol e um dos grandes ídolos do Atlético de Madrid, atundo por mais de 10 anos na equipe. O jogador passou praticamente toda a sua carreira no clube de Madrid, construindo uma bela história, mesmo sem muitas conquistas. 

O jogador nasceu em Madrid, na Espanha, no dia 22 de maio de 1969, e começou a sua carreira na base do Atlético de Madrid. Foi par ao profissional em 1987, quando estreou pelo time de B, mas suas boas atuações impressionaram rapidamente. 

Depois de uma temporada no time b, Carlos foi levado a equipe principal em 1988, mas acabou demorando mais para se adaptar. O defensor, que na base era ponta direita, mas acabou virando lateral-direito, era muito bom ofensivamente. 

Porém, a falta de regularidade durante as partidas, o que é algo normal entre os jovens, fez com que ele não tivesse tanta oportunidade. Mesmo atuando pouco, fez parte da campanha do vice-campeonato da Copa do Rei em 1988-89, mas depois conseguiu levantar títulos. 

Carlos estava na equipe que conquistou o bicampeonato da Copa do Rei em 1990-91 e 1991-92. Em 1993 acabou deixando o clube, após cinco ano no profissional, sendo negociado com o Tenerife, também da Espanha. 

Ficou três temporadas no clube e conseguiu ter um grande desempenho, viveu um dos melhores momentos de sua carreira, principalmente em 1995-96. As suas boas atuações durante aquela temporada foram fundamentais para ocorrer o seu retorno ao Atlético de Madrid em 1996. 

O seu retorno foi muito comemorado, pois o jogador vivia um grande momento e já estava com mais experiência. Porém, mesmo atuando muito bem, a equipe acabou vivendo temporadas muito ruins, que até culminaram no rebaixamento da equipe. 

Só o bom futebol do atleta não foi o suficiente para ajudar o clube em algumas temporadas, tanto que nesta segunda passagem conquistou apenas um título, que foi a Segunda Divisão da La liga em 2001-02. 


Mesmo que nesta segunda passagem o clube não tenha vivido um bom momento, o jogador ganhou muito o respeito dos torcedores e é considera um dos ídolos do clube. A sua raça dentro de campo e suas habilidades, fazendo coisas diferentes e tentando ajudar a equipe a todo mundo, foram reconhecidas. 

Depois de 9 temporadas seguidas pelo clube, em 2005, Carlos decidiu encerrar sua carreira. O jogador viveu praticamente toda sua carreira no Atlético de Madrid e construiu uma bonita história mesmo sem muitas conquistas, ganhando o reconhecimento dos torcedores. 

Somando as suas duas passagens pelo time principal, o jogador atuou em 365 jogos e marcou 29 gols ao todo, conquistando três títulos.

O início de carreira de José Chamot pelo Rosário Central

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

José Chamot no início de carreira

José Antonio Chamot Picart foi um bom zagueiro argentino, tendo passagens por grandes times do futebol europeu após chegar ‘desconhecido’ ao continente. O seu início de carreira foi no Rosário Central, conseguindo obter muito destaque e tendo uma forte solidez. 

O jogador nasceu em Concepción del Uruguay, na Argentina, no dia 17 de maio de 1969, e começou a sua carreira profissional no Rosário Central. Chamot era forte fisicamente e alto, tendo muita vantagem sobre os adversários desde a base, e isso o fez ganhar muito destaque. 

A sua primeira temporada pelo clube foi em 1988, mas por conta de ser muito novo, acabou demorando parar ganhar seu espaço. Porém, conseguiu entrar em algumas partidas e foi importante, dando mais solidez defensiva ao time, mostrando que tinha potencial para ser o titular. 

Foram 19 partidas em seu primeiro ano na equipe principal, ganhando muito destaque perante a comissão técnica e sendo cotado para ser titular na temporada seguinte. 

Aconteceu como todos imaginavam, o jogador iniciou a temporada 1989 como titular da equipe. Chamot foi conseguindo cada vez mais ganhar destaque e se tornar um pilar do time, sendo importantíssimo na imposição física e nas bolas aéreas. 

O zagueiro foi importante durante todo o ano e atuou em 29 partidas e marcou 3 gols, os seus primeiros no profissional. Com o seu destaque, começou a ficar na mira de alguns times menores da Europa, mas que seria uma ótima porta de entrada. 

Em 1990 ele iniciou a temporada ainda atuando pelo Rosário, mas acabou deixando a equipe após 10 jogos no Campeonato Argentino, pois acabou sendo negociado com o Pisa, da Itália. 

O Pisa foi muito importante para o atleta se adaptar ao futebol europeu e chegar em outros clubes grandes. Chamot rodou por grandes times, como Milan e Atlético de Madrid e Lazio.

Depois de 14 anos no futebol europeu, o jogador, já em fase final de carreira e sofrendo com algumas lesões, acabou retornando a argentina, para novamente atuar no Rosário Central. 

Chamot retornou ao clube em meados de 2004, mas acabou atuando pouquíssimas vezes, tornou-se mais um líder dentro do vestiário. O zagueiro ficou praticamente duas temporadas no clube e acabou encerrando a sua carreira em 2006, depois de atuar apenas 4 vezes nessa segunda passagem. 


Ao todo pelo Rosário Central foram 62 jogos e 3 gols, sendo muito importante durante a sua primeira passagem. Após encerrar sua carreira, Chamot começou a estudar e tornou-se auxiliar técnico do Rosário em 2009. 

Porém, como auxiliar não teve o mesmo sucesso do que como jogador. Foram três passagens ao todo como auxiliar, em 2009, 2017 e 2018, em sua última chegou até a assumir o time interinamente, mas por pouquíssimos jogos.

A curta passagem de Dennis Bergkamp pela Internazionale

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Bergkamp na Inter

Dennis Nicolaas Maria Bergkamp, conhecido simplesmente como Dennis Bergkamp, já foi um dos melhores jogadores do mundo, e está na lista da FIFA 100, feito por Pelé. O atacante atuou em apenas três clubes, tendo muito sucesso no Ajax e no Arsenal, mas acabou tendo dificuldade pela Internazionale.

O jogador nasceu em Amesterdã, na Holanda, no dia 10 de maio de 1969, e começou a atuar na base do Ajax em 1981. Rapidamente perceberam que o garoto tinha talento e mostrava ser superior tecnicamente a todos os seus colegas. 

Em 1986 subiu para o profissional e demonstrou o porquê de tanta expectativa sobre ele. Conseguiu se adaptar muito bem a equipe principal e não sentiu a pressão, mantendo as grandes atuações e a frieza na frente do goleiro, tanto que levou o apelido de ‘Homem Gelo’. 

Pelo Ajax, Bergkamp conquistou grandes títulos e foi muito importante durante toda a sua passagem, fazendo gols decisivos e que deram o troféu a equipe. Os seus números eram impressionantes, uma média de gol altíssima, mostrando toda sua qualidade. 

Depois de sete temporadas pelo clube, ele acabou recebendo uma ótima proposta da Internazionale, que ofereceu 19,7 milhões de euros. O atacante aceitou e se transferiu para o futebol italiano no verão de 1993, e chegou com muitas expectativas. 

Porém, o futebol italiano sempre se destacou por conta da força física e da obediência tática, e isso dificulta muitos atletas na adaptação. Bergkamp acabou sofrendo um pouco no início, tendo muitos problemas para marcar seus gols. 

O atacante acabou vivendo um período de seca de gols de praticamente 6 meses no seu início, deixando os torcedores um pouco frustrados por conta da alta expectativa sobre o atleta. 

Só que Bergkamp conseguiu dar a volta por cima e se adaptou ainda durante a temporada, sendo muito importante para a equipe na conquista da Copa UEFA de 1993-94, sendo o artilheiro do time com 8 gols em 11 jogos. 


Depois de sua adaptação, o jogador conseguiu voltar com sua ótima média de gols e mostrou o motivo da sua contratação. Porém, a Internazionale não estava vivendo um momento tão bom, e acabou não conquistando nada na temporada seguinte. 

As boas atuações do atacante impressionavam a todos, e por isso ao final da temporada de 1994-95, o jogador recebeu uma ótima proposta do Arsenal e resolveu deixar o futebol ita

A passagem do zagueiro Tonhão pelo Palmeiras

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Tonhão em sua fase no Palmeiras

Antônio Carlos da Costa Gonçalves, mais conhecido como Tonhão, foi um zagueiro aguerrido e que caiu nas graças da torcida do Palmeiras na década de 90. A sua raça impressionava e fez ele se tornar um grande defensor, compensando até sua deficiência técnica. 

O zagueiro nasceu em São Paulo, no dia 23 de fevereiro de 1969, e começou a sua carreira no Palmeiras, quando estreou pelo time principal em 1988. Porém, no seu começo acabou tendo pouco espaço, e acabou sendo emprestado algumas vezes no seu início. 

Em 1989 foi emprestado para o Araxá, onde ficou uma temporada, conseguindo ganhar mais minutos e retornou ao final do ano para o Alviverde. Porém, foi novamente emprestado, dessa vez para o Nacional, ficando duas temporadas na equipe.

Depois de rodar por times menores, o jogador retornou ao alviverde em 1992, onde teria mais experiência e poderia brigar pela posição titular. O Palmeiras estava no começo da sua parceria com a Parmalat, onde trouxe grandes jogadores para o seu elenco. 

A patrocinadora fez muito investimento, principalmente para o comando ofensivo, em buscar de tirar o Palmeiras da fila de títulos. Tonhão começou a ganhar mais minutos e com a sua raça e determinação foi ganhando cada vez mais espaço até se tornar titular. 

Na temporada de 1993 conseguiu ganhar a vaga de titular e voltou a dar alegrias ao torcedor alviverde. O Palmeiras conquistou o título do Campeonato  Brasileiro, Campeonato Paulista e do Torneio Rio-São Paulo, com o zagueiro tendo um grande desempenho, passando muita segurança aos seus companheiros. 

No ano seguinte o bom momento continuou e trazendo mais felicidade aos seus torcedores. Foi bicampeão Paulista e ganhou também o bicampeonato Brasileiro, mostrando a força daquele elenco, ganhando dois anos seguidos campeonatos importantes.


Porém, após os dois anos vitoriosos, a equipe acabou ficando sem títulos em 1995, mas isso não tirou o carinho da torcida por Tonhão, que ovaciona o jogador, o único zagueiro com seu nome gritado naquele elenco, pois o resto era os atacantes Zinho, Evair, Edmundo e Robertos Carlos. 

No início de 1996, o jogador acabou deixando o Alviverde, sendo emprestado primeiro para o Athletico Paranaense e no mesmo ano para o Internacional. Em 1997 foi contratado em definitivo pela Inter de Limeira. Tonhão atuou em 161 jogos e marcou quatro gols pelo Palmeiras.

Brian Laudrup e sua passagem pela Fiorentina

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Laudrup jogou na Viola por uma temporada

Brian Laudrup, ex-atacante dinamarquês, está completando 55 anos de idade nesta quinta-feira, dia 22 de fevereiro de 2024. Ao longo de sua carreira como profissional, o avançado teve uma passagem pela equipe da Fiorentina no começo da década de 90, logo após defender as cores do Bayern de Munique por dois anos.

Sua chegada a Florença aconteceu em 92, e trouxe junto Stefan Effenberg, que jogou junto dele no time bávaro. Curiosamente, a transferência de ambos trouxe imenso alívio à diretoria da equipe alemã, já que os jogadores demonstravam uma personalidade muito forte e acabavam conturbando o ambiente do clube.

Além da dupla, a Viola ainda contratou o atacante Francesco Baiano, que havia se destacado atuando pelo ótimo Foggia dirigido pelo treinador tcheco Zdenek Zeman. Todos eles, se juntaram ao argentino Gabriel Batistuta e o técnico Luigi Radice, que já havia sido campeão nacional com o Torino num passado não muito distante. 

Foram criadas tantas expectativas em cima do time violeta, que inclusive, passou a ser considerado como um concorrente direto ao clubes que brigariam no topo da tabela. Isso se concretizou nas primeiras 14 rodadas do campeonato, quando a equipe ocupava a vice liderança da Série A. Porém bastou uma derrota diante da Atalanta para o comandante Radice ter um sério desentendimento junto ao presidente Mario Cecchi Gori e acabar perdendo o emprego.

Depois deste fatídico momento, a Fiorentina despencou. O time toscano venceu apenas três partidas nas 21 rodadas que vieram na sequência, que e acabaram sendo rebaixados para a Serie B, algo que não acontecia há 54 anos. Naquela temporada, os gigliati tiveram o quinto melhor ataque do campeonato, tendo marcado 53 gols ao todo. 


Laudrup, por outro lado, não conseguiu superar as expectativas e contribuiu em somente cinco oportunidades. Além de ter anotado um dos tentos da vitória sobre a Juventus por 2 a 0 e outro num empate com a Roma na capital, o escandinavo apenas foi às redes em jogos contra Ancona e Brescia, que acabaram fazendo companhia a Viola na Serie B no ano seguinte.

O descenso fez com que Laudrup acabasse optando por deixar Toscana. Seu destino, foi o Milan, clube para onde se transferiu em 93.

A passagem como jogador de Marc Wilmots pelo Schalke 04, da Alemanha

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Marc Wilmots no Schalke 04

Um dos grandes jogadores da história do futebol belga completa 55 anos neste 22 de feverero de 2025. Marc Robert Wilmots foi um bom meio-campista, que teve passagens por times nacionais e internacionais, fazendo muito sucesso no Schalke 04, da Alemanha, conquistando dois títulos importantes.

O jogador nasceu em Jodoigne, na Bélgica, no dia 22 de fevereiro de 1969 e começou a sua carreira profissional aos 18 anos pelo Sint-Truiden. A sua primeira temporada foi muito boa, conseguiu seu espaço rapidamente e fez 31 jogos e marcou 9 gols.

Com o seu bom desempenho, o jogador chamou a atenção de alguns clubes no seu país e foi contratado pelo KV Mechelen. Pelo clube conquistou títulos importantes nacionais e também a Supercopa da UEFA em 1988. Depois de três temporadas no clube, sendo importante, o jogador acabou sendo negociado com o Standard de Liège. 

Pelo Standard permaneceu durante cinco temporadas e conquistou um título, que foi a Copa da Bélgica, e depois de muito sucesso em seu país, foi negociado com Schalke 04, da Alemanha. 

O jogador chegou com expectativa no futebol alemão, já que seria uma nova experiência para o atleta. Marc conseguiu se adaptar rapidamente e foi muito bem no time, conseguir ganhar a sua vaga de titular e foi muito importante durante a temporada. 

Em seu primeiro ano no clube, foi decisivo na campanha do título da Copa UEFA de 1996. Esse foi sua única conquista em sua primeira passagem pelo clube, mas continuou com as boas atuações e sempre foi importante para o time, ajudando em muitos jogos. 

A equipe não brigava por muitos títulos, mas conseguia ficar na parte de cima da tabela no campeonato nacional, muito por conta das ótimas atuações do meio-campista. 


O jogador ficou no clube durante quatro temporadas, até 2000, quando acabou sendo vendido para o Bordeaux, da França, onde ficou apenas uma temporada. Em 2001 retornou para o Schalke 04, e foi novamente importante na conquista de um título, desta vez foi a Copa da Alemanha de 2001-02. 

Esse foi o último título como jogador, pois em 2003 acabou encerrando a sua carreira como atleta. Somando as suas duas passagens pelo clube, Marc fez 178 jogos e marcou 38 gols. 

Após encerrar a sua carreira, virou técnico e assumiu o Schalke 04, mas acabou não dando muito certo e foi demitido no mesmo ano. Atualmente, Marc é diretor de futebol do clube alemão.

A história de Sergio Daniel Martínez no Boca

Por Lucas Paes 
Foto: Arquivo

"Manteca" Martinez é um gigante da história Xeneize

O Boca Juniors é considerado por muitos como o maior clube da América do Sul. Dono de vários títulos internacionais, além da força colossal que tem dentro da Argentina, o clube azul e amarelo de La Bombonera foi durante algum tempo um verdadeiro bicho-papão para os times brasileiros e recentemente chegou a final da Libertadores novamente. Diversos nomes fizeram história com a camisa xeneize e um deles é o de Sérgio Daniel "Manteca" Martínez, uruguaio que completa 55 anos neste dia 15 e é um dos maiores artilheiros da história do clube.

Martínez chegou ao Boca em meio a uma ascensão rápida que teve em sua carreira. Artilheiro prolífico, ele surgiu na base do Defensor Sporting e já ajudou a equipe a conquistar o campeonato uruguaio em 1987, ficando por lá por quatro anos até desembarcar no Peñarol em 1991. Durou apenas uma temporada no Carbonero antes de ser negociado com o Boca, no ano de 1992.

Não demorou para se encaixar na equipe de La Bombonera. Matador praticamente imparável, Martínez vitimou vários clubes na caminhada do Boca rumo ao título argentino do Apertura de 1992. No Clausura, foi vice-artilheiro do campeonato, apesar de não conseguir ajudar o time azul e amarelo a conquistar o título. No ano seguinte, foi o artilheiro do time na conquista da Copa Oro da Conmebol, marcando dois gols naquele torneio de tiro curto.

Seguiu como um prolífico artilheiro no Boca naquele início de década de 1990, num período onde os xeneizes não viviam seu melhor momento, muitas vezes vendo outros rivais conquistarem os principais títulos, principalmente o River Plate, que formava uma geração de ouro naquele momento. Ainda assim, Martínez seguia marcando gols em profusão, terminando sempre em boa posição na artilharia dos campeonatos que disputava.


Permaneceu no clube até o meio de 1997, quando acabou negociado já experiente com o Deportivo La Coruña, encerrando seu ciclo com mais um artilharia, no torneio Clausura daquele ano. No total, em seus cinco anos atuando com a camisa do Boca, marcou 87 gols em 132 jogos, o que o credencia como o sétimo maior artilheiro da história xeneize. Curiosamente, seria substituído por um tal de Martin Palermo na função. 

Martínez ainda passaria pelo La Coruña e pelo Nacional antes de pendurar as chuteiras relativamente cedo, com apenas 32 anos, no ano de 2001. Além da história com o Boca, Martínez foi também o jogador responsável pelo pênalti decisivo do título da Copa América de 1995 do Uruguai, conquistado em cima do Brasil. 

Valery Karpin e sua passagem pelo Spartak de Moscou

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Karpin no Spartak

Valery Georgievich Karpin foi um bom meio-campista, atuando em duas Copas do Mundo pela Rússia e passando por grandes clubes do futebol europeu. O jogador teve uma carreira muito boa, conseguindo ser destaque por onde passou e pela sua seleção. 

O jogador nasceu em Narva, na Estônia (ex-União Soviética), no dia 2 de fevereiro de 1969, e começou a sua carreira profissional aos 17 anos. O meio-campo jogou pelo Sport Tallinn, ficando duas temporadas no clube e conseguindo destaque e vivendo um momento conturbado fora de campo. 

Em 1988 transferiu-se para o CSKA Moscou, o “clube do exército”, pois estava terminando seu serviço, e sofreu ameaça de ir à Sibéria caso recusasse. Porém, pelo clube não conseguiu atuar, o problema fora de campo atrapalhou muito o atleta dentro dele. 

Depois de uma temporada no time e apenas 3 jogos, o jogador foi negociado com o Fakel Voronezh. Karpin ficou também um ano no clube, atuando em 25 partidas, conseguindo voltar a ter destaque e retornou a Moscou em 1990. 

Em 1990 foi contrato pelo Spartak de Moscou, e conseguiu construir uma linda história pelo clube, ganhando muito destaque. O jogador chegou no time enquanto ainda era União Soviética, e passou por todas as transformações e foi o primeiro a nascer na Estônia a jogar uma Copa do Mundo, mas pela Rússia. 

O meio-campista foi muito importante para o clube, ajudando na conquista de grandes títulos, ganhando três Campeonatos Russos e uma Copa da Rússia, em 1992. Os títulos mostraram é hegemonia da equipe no começo da década de 90, e com o Karpin sendo uma das principais estrelas. 


Com partidas marcantes pelo clube, que entraram para a história e fizeram o jogador se tornar um dos maiores da equipe. Um dos jogos foi contra o Real Madrid, na temporada de 1990-91, pela Champions League, e eliminou o clube espanhol nas quartas de finais, depois de dois grandes jogos. 

Sua passagem foi de muito sucesso pela equipe, tanto que a partir de 1992 foi convocado para Seleção Russa, já com o fim da União Soviética. Foi convocado para a Copa do Mundo de 1994, e após a competição foi negociado com a Real Sociedad. Pelo Spartak foram 146 jogos e 38 gols, além de quatro títulos importantes.

Batistuta e sua curta passagem pela Internazionale

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Batistuta teve uma trajetória apagada pela Inter

Gabriel Omar Batistuta, ex-atacante argentino, está comemorando o seu 55º aniversário nesta quinta-feira, dia 1 de fevereiro de 2024. No decorrer de sua carreira como atleta profissional, o craque sul-americano teve uma curta passagem pela Internazionale em 2003.

Antes de chegar aos Nerazzurri, o Bati já colecionava trajetórias em clubes como Newell's Old Boys, onde foi revelado e se profissionalizou, River Plate, Boca Juniors e Fiorentina. Seu último time antes de desembarcar em Milão foi a Roma, que o emprestou a Inter.

Na época de sua contratação, a Beneamata buscava substituto para ninguém menos do que Ronaldo Fenômeno, que havia se transferido para o Real Madrid. Além de Batigol, a Internazionale foi à capital italiana e também trouxe Hernán Crespo, que estava na Lazio.


Entretanto, o Rey León acabou não conseguindo se firmar no time azul e preto. De acordo com o site ogo.com, Batistuta disputou 12 partidas e marcou apenas dois gols no curto período em que este em Milão.

Após sua curta e decepcionante passagem pelo clube italiano, o avançado Albiceleste ainda rumou para o Al-Arabi em 2003 e permaneceu até 2005, quando decidiu encerrar a carreira como jogador de futebol profissional.

Wagner Lopes encerrando a carreira no Avispa Fukuoka

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Wagner atuando no Avispa 

Hoje já não é mais tanto assim, mas o futebol japonês já foi um grande polo de jogadores brasileiros, principalmente em idade de aposentadoria. Nos anos 1990, em meio as reformas no esporte que criaram a J-League, diversos atletas brasucas foram parar nas terras nipônicas, sendo o mais conhecido deles com certeza o Galinho de Quintino Zico. Antes disso ocorrer, porém, um atacante brasuca se aventurou por lá ainda nos anos 1980: Wagner Lopes, que completa seus 55 anos neste dia 29 de janeiro e pendurou as chuteiras no Avispa Fukuoka. 

Wagner começou sua carreira como atleta nas divisões de base do São Paulo, clube onde subiu e não conseguiu obter grandes oportunidades entre os anos de 1985 e 1987. Sem muitas oportunidades no Tricolor Paulista, acabou negociando com o futebol japonês, ainda na era pré J-League. Em 1987, desembarcou no Nissan Motors, hoje o Yokohama Marinos e desde então não voltou ao Brasil. Chegou ao Avispa já experiente em 2001.

Já experiente quando chegou ao Avispa, Wagner havia atuado a carreira inteira no país nipônico praticamente e inclusive atuou pela seleção local no ciclo para a Copa do Mundo de 1998 e na própria competição na França. Chegou aos Avi depois de uma passagem muito apagada no FC Tokyo, ainda no ano de 2001, já pensando em encerrar sua carreira. Em seu primeiro ano no clube, jogou pouco, mas teve uma média de gols excelente, marcando sete vezes em oito jogos. Não foi o suficiente para evitar o rebaixamento do Avispa.


Em 2002 acabou atuando em seu último ano profissional pelo time de Fukuoka. Jogou relativamente pouco naquele ano, atuando em metade das partidas do Avispa na temporada praticamente. Não conseguiu ajudar a equipe a conseguir obter o acesso para a primeira divisão japonesa, que só viria em 2005. Marcou seis gols ao longo daquele ano, seu último no futebol profissional. 

Terminou sua passagem pelo Avispa com 13 gols marcados em 29 jogos disputados pelo modesto time japonês. Atualmente, Wagner Lopes é treinador e inclusive comanda o CRAC, equipe goiana da cidade de Catalão. Foi campeão nacional duas vezes e da JSL Cup três vezes quando atuava na antiga Japan Soccer League, além de um título da Copa do Imperador. Na era J-League, conquistou uma Copa do Imperador pelo Nagoya Grampus. 

O goleiro Wagner e sua passagem pelo Botafogo

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Wagner em seus tempos de Botafogo

Sebastião Wagner de Souza e Silva, conhecido simplesmente como Wagner, e foi um bom goleiro, atuando principalmente por times cariocas grande parte da sua carreira. Foi pelo Botafogo que o goleiro teve muito destaque, ficando nove temporadas como titular do time e conquistando títulos importantes. 

O goleiro nasceu em Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro, no dia 20 de janeiro de 1969, e começou a sua carreira aos 20 anos de idade, quando estreou pelo Bonsucesso. Ainda jovem, o jogador conseguiu ter destaque na equipe e rapidamente foi negociado com o Bangu.

O Bangú, na época, brigava com os grandes times cariocas, e sempre formou elencos fortes para a disputa do campeonato estadual. Wágner conseguiu ter muito sucesso no time, ficando três temporadas e tendo destaque, fazendo ótimos estaduais. 

Sua segurança embaixo das traves impressionava, e em 1993 o goleiro foi negociado com o Botafogo. O goleiro chegou no Glorioso para brigar pela posição com Carlão, que era o titular da época, e o jovem conseguiu ganhar a vaga com os ótimos treinamentos. 

Wagner assumiu a titularidade e nunca mais saiu da posição, passando muita segurança para os companheiros e torcedores. Além de ótimos jogadores na linha, o Fogão formou um ótimo time e tinha como sua principal estrela o atacante Túlio Maravilha. 


No clube conquistou títulos importantes, como o Campeonato Brasileiro de 1995, depois de uma ótima campanha. Mas além do campeonato nacional, o goleiro ajudou o clube a vencer o Carioca em 1997 e o Torneio Rio-São Paulo no ano seguinte. 

Depois de muitas temporadas pelo clube, em 2002 o goleiro começou a ter problema com a diretoria por falta de pagamento do salário. Por causa do imbróglio, Wágner acabou deixando o clube após 412 partidas, indo atuar no Santo André.

Robert Prosinecki e a sua passagem pelo Real Madrid

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Prosinecki atuando pelo Real Madrid

Robert Prosinecki foi um bom meio-campista croata, atuando por diversos clubes, entre eles o Real Madrid e Barcelona, tendo mais um pouco mais sucesso na equipe merengue. O jogador foi o primeiro e único a marcar por dois países diferentes em Copas do Mundo. 

O jogador nasceu na Alemanha Ocidental, no dia 12 de janeiro de 1969, mas se mudou bem novo para a Iugoslávia e depois se naturalizou croata. O jogador começou na base do Stuttgart Kickers, mas teve uma briga com o treinador e foi para o Dínamo Zagreb. 

Depois de 6 anos na base da equipe, o meio-campo subiu para o profissional do clube aos 16 anos. Porém, no time principal não teve muitas chances e ficou apenas uma temporada no clube, pois acabou sendo contratado pela Estrela Vermelha. 

Pelo clube sérvio, o jogador conseguiu ter um grande destaque, sendo muito importante para o time e ganhando o coração dos torcedores com as belíssimas atuações. Robert era um dos jovens mais promissores do Leste Europeu, chamando a atenção de outros times.

Com diversas conquistas pelo clube Sérvio, o jogador acabou deixando o clube depois de 4 temporadas. A sua situação no clube ficou complicada por ser croata, pois estavam em meio a uma guerra de independência pelas terras de suas origens contra a Iugoslávia. 

Um dos destaques importantes da sua carreira foi o ocorrido de marcar gols por duas seleções diferentes em Copas do Mundo. Primeiro foi pela Iugoslávia para o Mundial em 1990, porém oito anos depois foi a competição pela Croácia. 

Depois da sua saída do Estrela Vermelho, o jogador foi contratado pelo Real Madrid, uma grande oportunidade em um dos maiores times do futebol mundial. Robert chegou com muita expectativa, já que tinha ficado entre os cinco melhores jogadores do mundo.

O jovem era uma grande promessa, mas não conseguiu se firmar no time titular do Real, vivendo boa parte no banco de reserva, mas entrava em praticamente todos os jogos. 


Era muito utilizado, mas nunca foi um titular absoluto, viveu entre o time titular e o banco de reserva durante toda a sua passagem pelo Madrid. Em sua primeira temporada pelo clube não conquistou nenhum título, mas depois veio algumas conquistas. 

Em 1992-93 foi campeão da Copa del Rey, que levou o time à decisão da Supercopa da Espanha, onde a equipe conseguiu o título em 1993. Além das duas conquistas, o Real Madrid ainda venceu a Copa Ibero-Americana. 

Em 1994 já estava ficando sem espaço na equipe e, por isso, acabou deixando o clube após 73 jogos e 12 gols. Robert foi contratado pelo Real Oviedo, também da Espanha.

A passagem de Domingos Paciência pelo Porto

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Domingos Paciência defendeu o Porto por muitos anos

Domingos José Paciência de Oliveira, conhecido simplesmente como Domingos Paciência, foi um bom meio-campo, que fez praticamente toda a sua carreira no Porto, entrando para a história do clube com diversas conquistas e sendo importante em momentos decisivos.

O jogador nasceu em Leça da Palmeira, em Portugal, no dia 2 de janeiro de 1969, e subiu para a equipe profissional da equipe do Porto em 1987, brigando por vaga na equipe que havia acabado de vencer a Copa dos Clubes Campeões Europeus, que depois virou a Champions League. 

Mesmo sem difícil no começo a briga com os jogadores recém vencedores, o jogador começou a ganhar minutagem em alguns jogos, mostrando que poderia ser importante para o clube em alguns momentos. Domingos era um ponta de lança nato, tendo o passe como sua maior habilidade, fazendo a ligação com o ataque de forma perfeita. 

Com os destaques no treino e conseguindo demonstrar nos poucos minutos dentro de campo, foi ganhando cada vez mais espaço, principalmente depois da primeira temporada, onde serviu para ganhar mais experiência e casca para atuar com os profissionais.

Em sua segunda temporada pelo clube, Domingos ganhou a vaga no time, mesmo ainda muito jovem, conseguiu mostrar muita experiência dentro de campo, sendo importante em diversas partidas pela equipe. Além de ser muito bom no passe, o jogador ainda pisava dentro da área e tinha uma chute preciso. 

A sua grande fase foi muito importante para o clube, pois ajudou o time a conquistar diversos títulos nas temporadas que permaneceu no Porto. Domingos foi entrando para a história da equipe, com todas as conquistas nacionais, sendo um dos grandes meio-campistas. 

O jogador viveu praticamente oito temporadas com grande rendimento, porém, em 1997/97, o jogador sofreu com uma grave lesão, o que faria perder espaço na equipe titular, já que o Porto contava com grandes atletas em seu plantel. 

Com a perca de espaço, o jogador acabou sendo contratado pelo Tenerife, outro time português, onde ficou durante duas temporadas. Depois da lesão, nunca mais conseguiu ter o mesmo rendimento, sendo muito prejudicado dentro de campo. 


Depois das duas temporadas pelo clube, o jogador retornou ao Porto, onde ficou mais duas temporadas e decidiu encerrar a sua carreira, pois não estava conseguindo mais dar continuidade por culpa da lesão, e por isso deixou os gramados em 2001, com apenas 32 anos.

Mesmo não conseguindo ficar mais tempo atuando, o jogador entrou para a história do clube como um dos principais jogadores. Foram muitas conquistas em 12 temporadas pelo clube, atuando 263 vezes e marcando 106 gols.

A passagem de Nasa pelo Yokohama Marinos

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Nasa jogando no Marinos

Conhecido principalmente pela sua excelente história com a camisa do Vasco da Gama, onde é um dos ídolos do clube, o volante Nasa, que está completando seus 55 anos neste dia 8, foi dentro de campo um dos bons nomes da posição que atuou no futebol brasileiro durante os anos 1990, tendo jogado no Cruzmaltino na era de ouro do final daquela década e início dos anos 2000. Depois do Vasco, o pernambucano teve boa passagem pelo Yokohama Marinos, do Japão.

Na época uma liga ainda em consolidação, o Campeoanto Japonês, hoje conhecido pela alcunha de J-League era um grande receptáculo de jogadores brasileiros desde a passagem de Zico que mudou para sempre o futebol local. Foi contratado pelo clube ao fim de uma era de sucesso pelo time de São Januário, chegando por lá durante a temporada 2001.

Acabou sendo mais reserva do que titular naquele primeiro ano, atuando em 11 partidas ao longo de sua primeira temporada pelo clube e marcando um gol. Foram 11 jogos numa equipe que terminou o campeonato japonês apenas no meio de tabela, fazendo uma péssima campanha no primeiro turno e conseguindo se recuperar no segundo, mas sem grandes pretensões além da recuperação.


Em 2002, Nasa acabou por ser um dos nomes mais importantes do vice-campeonato da J-League daquele ano, ficando atrás do Jubilo Iwata. Foram cinco gols do brasileiro durante a temporada, que mostrou um Nasa mais presente nas ações ofensivas, ficando muito além do volante marcador que sempre foi na maior parte de sua carreira. Foram 20 jogos naquele ano pelo Yokohama. 

No total, em dois anos atuando pelo Yokohama, Nasa atuou em 31 partidas, marcando seis gols pelo clube. Ao fim de 2002, retornou ao futebol brasileiro, quando acabou negociando e fechando com o América de Pernambuco. Nasa esteve em atividade até 2005, quando pendurou as chuteiras atuando pelo Madureira. 

Nenei e suas passagens pelo futebol de El Salvador

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Nenei defendeu a Seleção de El Salvador

Nildeson da Silva Melo, mais conhecido como Nenei, foi um atacante brasileiro que se naturalizou salvadorenho, e fez praticamente toda a sua carreira na América Central e México. O jogador, no Brasil, atuou apenas no Grêmio, o resto foi pela América Central e do Norte. 

O Nenei nasceu no Rio de Janeiro, no dia 29 de outubro de 1968, e tem uma família recheada de atletas, com quatro irmãos jogadores, dois deles foram muitos famosos. Nélio, ex-Flamengo, e o ex-lateral-esquerdo Gilberto, que foi para as copas de 2006 e 2010 pela Seleção Brasileira.

O atacante começou a sua carreira no Grêmio, aos 18 anos, mas no começo acabou tendo pouco espaço, mas foi ganhando minutagem com o passar do tempo. Porém, depois de três anos no clube, Nelio não tava conseguindo se firmar na equipe, e acabou deixando o clube. 

Em 1989 foi para o seu primeiro clube no futebol salvadorenho, que foi Club Deportivo Luis Ángel Firpo. Na equipe conseguiu ter mais espaço e mostrou seu talento no país, chamando a atenção de outros clubes de El Salvador. 

No final da temporada, acabou deixando a equipe, sendo contratada para atuar no Atlético Marte, outro clube de El Salvador. O Nenei já estava adaptado ao país, tendo muitos minutos em campo, e sendo um dos destaques do futebol salvadorenho, sendo importante pelos clubes locais. 

Depois de uma temporada, o jogador acabou retornando ao seu antigo clube, o Luis Ángel Firpo, mas novamente ficou pouco tempo. Na sequência foi contratado pelo Herediano, onde mais uma vez ficou apenas uma temporada,  e decidiu se arriscar em outro país. 

O Nenei começou a rodar por alguns clubes do futebol mexiano a partir de 1993. Seu primeiro clube foi o Toluca, depois Correcaminos e Toros Neza, e após essas passagens acabou retornando a El Salvador.


Em 1997 voltou para o Luis Ángel Firpo, e foi naturalizado salvadorenho, começando a ser convocado para a Seleção de El Salvador. O jogador permaneceu duas temporadas no clube e depois ficou um período de três anos sem atuar por nenhum clube. 

Nenei neste período foi preso e chegou a ser processado por sua ex-namorada, que o acusou de não pagar pensão alimentícia. Em 2002 voltou aos gramados, quando jogou pelo Chalatenango, ficando pouco tempo, pois no ano seguinte foi atuar no Águila. 

Em 2004 voltou para a sua última passagem no Luis Ángel Firpo, mas ficou menos de uma temporada, e foi atuar no Atlético Balboa, onde encerrou a sua carreira no ano seguinte, aos 36 anos.

Robert Jarni e sua passagem rápida pela Juventus

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Robert Jarni em ação pela Juventus

O croata Robert Jarni foi um bom lateral, que teve passagens por diversos clubes importantes do futebol europeu, mas acabou não tendo sucesso em alguns deles. O jogador chegou a atuar pela Juventus, em 1994, mas não conseguiu mostrar um bom desempenho, atuando em poucas partidas. 

O jogador nasceu em Čakovec, na Iugoslávia, no dia 26 de outubro de 1968, e começou sua carreira no profissional aos 16 anos de idade. Jarni fez toda a sua base no Čakovec, clube da sua cidade natal, e em 1986 chegou ao Hajduk Split, onde estreou profissionalmente.

O jogador ficou 5 anos no clube, ganhando muita experiência, até começar a chamar atenção de outros clubes no futebol europeu. Em 1991, foi contratado pelo Bari, da Itália, e seria uma grande oportunidade para evoluir na sua carreira, e isso ocorreu. 

Depois de duas temporadas na equipe, o jogador fez 52 partidas e marcou três gols, e acabou sendo contratado pelo Torino, uma equipe superior e onde teria uma visibilidade maior. 

No Torino, o jogador acabou ficando apenas uma temporada, atuando em 23 partidas, conseguindo se destacar. Jarni foi muito bem na equipe, e isso impressionou os maiores clubes do futebol italiano, que começaram a fazer propostas. 

Em 1994 foi contratado pela Juventus, um dos maiores clubes do futebol italiano, uma grande oportunidade para o lateral. Porém, Jarni não conseguiu manter o mesmo desempenho, e acabou sofrendo muito na equipe, perdendo espaço no time titular. 


Depois de alguns jogos, o jogador não conseguiu se adaptar, e fez partidas ruins, não mostrando seu talento. Sem atuar bem, o jogador acabou sendo negociado rapidamente, deixando o clube antes do final da temporada, o que o deixou decepcionado com ele próprio. 

No começo de 1995 foi vendido para o Betis, da Espanha, uma nova experiência para a sua carreira. O jogador fez apenas quinze partidas pela Juventus, deixando muito a desejar.

O argentino Hugo Pérez no Sporting Gijón

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Hugo Pérez no Sporting Gijón

Hugo Leonardo Pérez, foi um bom meio-campista argentino, sendo convocado para a Copa do Mundo de 1994, mas não entrou em campo. O jogador teve passagens por alguns clubes em seu país, e teve uma passagem por um time europeu,mas não atuou muitas vezes. 

O meio-campista nasceu em Avellaneda, na Argentina, no dia 6 de outubro de 1968, e começou a sua carreira no profissional aos 19 anos de idade, quando subiu para a equipe principal do Racing. O jogador iniciou a sua carreira em um grande clube de seus país, o que o deu mais visibilidade. 

Porém, no seu começo de carreira não conseguiu ter grandes atuações, e passou boa parte da temporada de 1987 no banco de reservas. Hugo participou de poucos jogos pelo Racing, e esteve no clube durante quatro temporadas, fazendo 21 jogos e marcando 4 gols. 

Em 1991, o jogador queria ter mais minutos, e por isso decidiu deixar a equipe do Racing, se transferindo para o Ferro Carril, um time menor do futebol argentino. Hugo ficou uma temporada no clube, atuando em 36 jogos e marcou dois gols, conseguindo mostrar mais seu potencial. 

Depois da boa temporada pelo clube, o jogador foi contratado pelo Independiente, umas das maiores equipes de seu país, tendo mais uma grande oportunidade em sua carreira. 

Hugo conquistou a vaga de titular da equipe e mostrou todo seu talento, ajeitando o meio-campo de sua equipe. O jogador se tornou importante para o clube, e começou a despertar interesses de clubes menores do futebol europeu, mas Hugo estava feliz no clube. 

Depois de duas temporadas no Independiente, o jogador foi convocado para a Seleção Argentina, em 1994, e foi para a Copa do Mundo, mas acabou não entrando em nenhum jogo. Porém, depois da competição mundial, o jogador acabou recebendo propostas do futebol europeu, e resolveu se transferir para outro continente. 

Em 1994 foi contratado pelo Sporting de Gijón, uma equipe pequena do futebol espanhol. Hugo chegou com uma boa expectativa no clube, já que vinha de um grande momento no Independiente, e rapidamente ganhou a vaga de titular em seu novo clube. 


Porém, com o tempo passou a perde um pouco de rendimento, e foi para o banco de reservas durante a temporada. Hugo acabou perdendo a titularidade absoluta, e ficou entrando em algumas partidas, mas não estava atuando como as pessoas do clube esperavam. 

O jogador teve problema na equipe, e conseguiu ter uma regularidade, passando por momentos complicados na Espanha. Hugo permaneceu no clube por três temporadas, atuando em 57 partidas e marcando cinco gols, e acabou voltando à Argentina em 1997. 

Hugo retornou ao seu país para atuar no Estudiantes, mas depois de uma temporada acabou encerrando a sua carreira de forma prematura.

O Curioso do Futebol

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