Mostrando postagens com marcador FC Porto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador FC Porto. Mostrar todas as postagens

Thiago Silva retorna ao Porto depois de 20 anos

Foto: divulgação / FC Porto

Thiago Silva volta ao Porto, equipe que defendeu entre 2004 e 2005

O zagueiro Thiago Silva, de 41 anos, foi anunciado neste sábado (20) como novo reforço do Porto. O clube português confirmou a contratação por meio das redes sociais. O brasileiro assinou contrato válido até junho de 2026, com possibilidade de renovação, e chega sem custos de transferência.

Thiago Silva havia retornado ao Fluminense em maio de 2024 e tinha vínculo com o clube carioca até 2026. No entanto, após a eliminação do Tricolor na Copa do Brasil para o Vasco da Gama, o defensor optou pela rescisão contratual em comum acordo.

Com uma carreira marcada por passagens de destaque pela Seleção Brasileira e por grandes clubes do futebol europeu, como Chelsea, Paris Saint-Germain e Milan, esta será a segunda passagem de Thiago Silva pelo Porto. O zagueiro defendeu o time B do Dragão entre 2004 e 2005, no início da carreira no continente europeu.


Empolgado com o retorno, o jogador destacou a motivação para vestir novamente a camisa azul e branca. “Olá, nação portista. Estou aqui para anunciar o meu retorno aos dragões e dizer o quanto estou feliz e lisonjeado com esta oportunidade. Estou super motivado e espero ajudar da melhor maneira possível”, declarou.

Denunciado por violência doméstica, ex-goleiro Helton é detido por posse de arma ilegal em Portugal

Com informações de O Globo
Foto: arquivo / Vasco

Helton quando defendia o Vasco

Denunciado pelo Ministério Público por violência doméstica cometida por uma ex-companheira, o ex-goleiro Helton foi detido na noite da última quarta-feira, dia 3, em Portugal. Ele foi alvo de uma operação policial em sua casa, e os agentes encontraram munições e uma arma de fogo ilegal no local. Posteriormente, ele foi liberado e agora precisará comparecer periodicamente em juízo, segundo informações do jornal português Público.

O ex-goleiro, campeão do Brasileirão pelo Vasco em 2000, ídolo do português Porto e terceiro goleiro da seleção brasileira na Copa América de 2007, virou réu em julho após uma denúncia de uma ex-companheira com quem Helton manteve uma relação extraconjugal por mais de uma década. No processo, ela relatou um momento, ocorrido há cerca de sete anos, em que o ex-jogador encostou "um objeto que lhe pareceu ser arma de fogo" em sua cabeça durante uma briga. Ela também narrou crises de ciúme de Arruda desencadeados por peças de roupa que ela vestia, e situações de constrangimento a pessoas de seu convívio.

Com base nas declarações, a Justiça determinou uma revista na casa de Helton, na cidade de Vila Nova de Gaia. A arma foi encontrada em um armário no quarto que o ex-jogador divide com a esposa. Ao ser interrogado, ele alegou que o revólver era de um amigo já falecido, que ele guardou "para proteção da família". No entanto, a investigação policial descobriu que a arma estava registrada no nome de uma terceira pessoa, e havia sido furtada em uma cidade a cerca de 70 quilômetros da residência do jogador.


Em julho, o Ministério Público denunciou Arruda por crime de violência doméstica. Ele pode pegar até três anos de prisão, se for condenado na tipificação de "maus-tratos simples", mas a pena pode chegar a oito anos de detenção caso a Justiça portuguesa avalie que o ex-atleta cometeu crime de "ofensa grave à integridade física" da vítima. Ele responde o processo em liberdade enquanto aguarda a marcação do julgamento.

Luto! Morre o português Jorge Costa, ex-zagueiro, treinador e até então diretor FC Porto

Com informações do ZAP
Foto: divulgação / FC Porto

Jorge Costa já dirigiu o FC Porto e atualmente era diretor

O futebol português está de luto. Jorge Costa, atual diretor de futebol do FC Porto e ex-zagueiro e treinador, sofreu esta terça-feira uma paragem cardiorrespiratória, no Centro de Treinos dos Dragões, no Olival, em Portugal, e acabou falecendo depois de socorrido, como indicou o Hospital de São João.

O episódio aconteceu pouco depois de uma entrevista à SportTV, que segundo o Correio da Manhã foi realizado no interior das instalações a pedido do próprio, devido ao calor intenso.

O ex-jogador, de 53 anos, foi imediatamente assistido pela equipa médica do FC Porto, tendo sido utilizado um desfibrilhador no local, segundo o CM. Jorge Costa foi transportado numa Viatura Médica de Emergência e Reanimação para o Hospital de São João, no Porto, onde se encontrava inicialmente internado em estado muito grave, mas acabou por não resistir.

Jorge Costa já tinha antecedentes cardíacos: em 2022, sofreu um enfarte, antes de integrar a estrutura diretiva dos dragões. Nessa altura, foi submetido a um cateterismo.


Figura incontornável do futebol português e eterno camisa ‘2’ dos dragões, o defesa-central portuense deu os primeiros passos no Foz, antes de seguir para o FC Porto, onde, depois de empréstimos ao Penafiel e Marítimo, foi líder dentro e fora das quatro linhas, sendo peça fundamental na conquista portista da Liga dos Campeões, com José Mourinho no comando.

Depois de 13 épocas de dragão ao peito — com uma pequena passagem pelo meio pelos ingleses do Charlton Athletic — terminou a carreira na Bélgica, no Standard Liège. Também foi treinador.

O ‘Bicho’, como era conhecido graças à sua agressividade e intensidade constante no relvado, jogou 50 vezes pela Seleção Nacional, tendo apontado 2 gols.

Porto e Al Ahly empatam em 4 a 4 e 'morrem abraçados' na Copa do Mundo de Clubes

Foto: Fifa.com

Jogo terminou em 4 a 4

Pena que não valeu para nada, mas Porto e Al Ahly fizeram uma partida de muitos gols na noite desta segunda-feira, dia 24, no MetLife Stadium, em Nova Jérsei, que terminou empatada em 4 a 4. Porém, o resultado acabou eliminando os dois times da Copa do Mundo de Clubes.

A primeira etapa de jogo foi animada. O Al Ahly assumiu logo de cara as principais ações e, aos 14 minutos, abriu o placar com Abou Ali. O camisa 9 recebeu bom passe de Fathy, que roubou a bola na intermediária, e finalizou no cantinho para estufar as redes de Cláudio Ramos.

O Porto não se intimidou com o marcador adverso e foi atrás da resposta com boas jogadas criadas por William Gomes e Rodrigo Mora. Em uma delas, aos 22', a joia do futebol português driblou o goleiro El Shenawy e empatou.

Pouco tempo depois, os egípcios ampliaram, mas a arbitragem assinalou o impedimento do camisa 9 no lance. As duas equipes seguiram emplacando chances. Já nos minutos finais, Zizo foi derrubado por Fábio Vieira dentro da área e o árbitro marcou pênalti. Abou Ali converteu e fez o segundo dele no jogo para ampliar para o Al Ahly. Com o 2 a 1 no placar, o intervalo foi decretado.

O segundo tempo foi uma maluquice! Aos 4', William Gomes empatou para o Porto, após receber belo passe de um companheiro de equipe. Mas, no minuto seguinte, o Al Ahly fez seu terceiro, novamente com Abou-Ali, fazendo um hat-trick. Mas o Porto não estava morto, continuou em cima e fez o seu terceiro aos 7 minutos, com Samu, após cobrança de escanteio.


Após o início maluco, o jogo continuou em ritmo acelerado e aos 18', o Al Ahly conseguiu marcar o seu quarto gol, com Ben Rondhane, em jogada pela direita. As duas equipes tiveram chances ainda, mas quem marcou foi o Porto, com Pepê, aos 43'. Final de jogo e um incrível 4 a 4.

Com o resultado, o Porto ficou em terceiro e o Al Ahly em quarto no Grupo A da competição e as duas equipes acabaram eliminadas do certame. Palmeiras, primeiro, e Inter Miami, segundo, foram os dois times que avançaram na chave.

De virada e com gol de falta de Messi, Inter Miami bate o Porto pela Copa do Mundo de Clubes

Foto: divulgação / Inter Miami

Messi fez um belo gol de falta no jogo

O Inter Miami venceu a primeira na Copa do Mundo de Clubes. Nesta quinta-feira, no Mercedes-Benz Stadiu, em Atlanta, a equipe norte-americana bateu o Porto, por 2 a 1, de virada. Samu abriu o placar para o time português, mas Samudio e Messi, com gol de falta, fizeram os gols de escrete do país-sede.

Diferente da estreia, quando demorou a entrar na partida, o Inter Miami começou o duelo contra o Porto em um ritmo mais intenso, com Messi achando espaços e acionando Suárez, que logo com 2 minutos perdeu a primeira grande oportunidade da partida.

O Porto, quando chegou, apresentou a eficiência que faltou ao uruguaio. Aos 5 minutos, a arbitragem precisou da ajuda do VAR para assinalar pênalti de Allen em João Mário. Na cobrança, Samu bateu no canto direito e superou Ustari, que ainda tocou na bola.

O gol permitiu ao Porto até diminuir o ritmo e atuar de maneira mais especulativa, buscando contra-ataques. Por outro lado, o Inter Miami perdeu mais uma ótima chance com Suárez após passe de Messi, aos 18. Os portugueses quase ampliaram aos 38, quando Falcón salvou chute de Mora quase em cima da linha, e aos 43min, em chute na trave de Varela.

O Inter Miami voltou para o segundo tempo querendo mudar o quadro da partida e empatou no primeiro minuto. Allende esperou a ultrapassagem de Weigandt, que cruzou para o meio da área e achou Segovia. O venezuelano soltou a bomba de direita e deixou o duelo tudo igual.

O gol deu ânimo ao Inter Miami e aos 8' veio a genialidade de Lionel Messi. Após ser derrubado na meia lua da grande área, ele mesmo pegou a bola e cobrou a falta com perfeição, no ângulo esquerdo de Cláudio Ramos, que não teve chances: 2 a 1 para o time norte-americano.


Depois de levar a virada no marcador, o Porto resolveu 'acordar' no jogo e foi para cima, tentando empatar o jogo. O time português chegou a criar algumas chances, chegou perto da igualdade, mas a vitória ficou com o Inter Miami.

A última rodada do Grupo A da Copa do Mundo de Clubes será na segunda-feira, dia 23, com os jogos começando às 22 horas. No Hard Rock Stadium, o Inter Miami, time da casa, encara o Palmeiras. Já no MetLife Stadium, em Nova Jérsei, o Porto enfrenta o Al Ahly.

Derlei e sua importância no título da Champions League do Porto em 2004

Por Bruna Menezes
Foto: arquivo

Derlei durante sua passagem pelo Porto

Vanderlei Fernandes Silva, mais conhecido como Derlei, que completa 49 anos neste 14 de julho de 2024, foi um dos grandes nomes do FC o Porto em 2004, ano que ficou conhecido por todos os torcedores até hoje, como o ano da "zebra", junto com os demais jogadores, conseguiram alguns títulos para o time nos campeonatos, como o mais importante das vitórias, na Champions.

O atleta também é conhecido por ter "rejeitado" uma oportunidade no time do Corinthians, mas isso muito antes das suas amizades terem o levado para uma grande chance onde faria seu nome fazer história. Quando o Porto buscou o brasileiro para fazer dele um ídolo e referência no ataque, e mesmo não sendo responsável diretamente pela vitória do título, sua participação durante as partidas na Champions foi fundamental para levar o time até a final, montando o ataque com a equipe quase toda formada por brasileiros.

Foram três temporadas no clube e sucesso absoluto já na primeira delas. Ele foi titular no ano de 2002 a 2005, e em 2003 teve seu ápice no gol do título da Copa da UEFA do Porto, contra o Celtic, aos 10 minutos do segundo tempo na prorrogação, confirmando a vitória por 3 a 2.

Mas o caminho para chegar ao título da Copa foi trabalhosa e sempre liderando o ataque, o atleta não media esforços em campo, e antes de chegar na grande final, o jogador entregou com a equipe nesta partida, resultados magníficos e grandes golaços como os dois gols marcados pelo próprio Derlei (45'+1) e outro do russo Dmitri Alenitchev (54'), contra um bis do sueco Larsson (47' e 57'), deram o quarto título internacional ao FC Porto, que, em 2003, quebrou uma onda de azar no time de quatro anos na 1.ª Liga, com mais 11 pontos do que o vice Benfica, e derrotou a União de Leiria (1-0) na final da Taça de Portugal, no Jamor.

No ano seguinte, Derlei ajudou o Porto a surpreender ainda mais ao chegar no histórico título da Champions League. O brasileiro comandou o ataque do time na competição e teve Carlos Alberto como parceiro na decisão.

A Final da Liga dos Campeões da UEFA de 2004, foi um jogo de futebol disputado na Arena AufSchalke , em Gelsenkirchen, na Alemanha, em 26 de Maio de 2004, para decidir o vencedor da UEFA Champions League entre Monaco e FC Porto de Portugal.

Antes de 2004, o último triunfo do Porto na competição havia sido em 1987, embora eles tivessem ganho a Taça UEFA da temporada anterior. Enquanto o Monaco estava a jogar a sua primeira final da Liga dos Campeões. Ambas as equipes começaram as suas campanhas na UEFA Champions League na fase de grupos e derrotaram os ex-campeões europeus no seu caminho para a final. O Porto venceu o Manchester United, vencedor em 1968 e 1999, enquanto o Monaco derrotou o Real Madrid, que na altura já tinha vencido o troféu nove vezes.


Ambas as equipes eram lideradas por jovens treinadores: o Monaco tinha o ex-capitão da França Didier Deschamps e o Porto era conduzido por uma estrela em ascensão, José Mourinho, que deixou a equipe para o Chelsea após a final, até então o time que estava sendo considerado como possível ganhador era Monaco.

Contudo o resultado foi surpreendente, e sem dar chances para o adversário, FC Porto de Portugal, venceu a partida por 3 a 0, com gols de Carlos Alberto, Deco e Dmitriy Alenichev, dando o título para o clube, se tornando o mais improvável que já foi recebido na história do futebol. Após a vitória do time, Darlei saiu do clube em 2005 após algumas desavenças e passou dois anos no Dínamo Moscou, da Rússia. Voltou a Portugal para defender rapidamente o Benfica e passar mais duas temporadas no Sporting, mas sem o brilho dos anos de Porto.

Derlei se aposentou em 2010, no Madureira, aos 35 anos.

Walter Casagrande e sua trajetória no Porto

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Casagrande passou pelos Dragões nos Anos 80

Nesta segunda-feira, dia 15 de abril de 2024, o ex-atacante Walter Casagrande Júnior, um dos maiores ídolos da história do Corinthians, está completando 61 anos de idade. No decorrer da década de 80, o avançado chegou a defender as cores do Futebol Clube do Porto, mas a sua trajetória pelos Dragões acabou sendo abreviada por uma grave contusão. 

Sua transferência rumo ao time português foi concretizada em 86, logo depois de participar da Copa do Mundo daquele ano pela Seleção Brasileira. O seu passe foi comprado por cerca de 1 milhão de dólares, e se sagrou a contratação mais cara do futebol luso até aquele momento. 

Seu primeiro jogo com a camisa portista foi realizada no dia 11 de janeiro de 87, quando o clube azul e branco empatou em 2 a 2 com a equipe do Vitória de Guimarães, no Estádio das Antas. Na ocasião, Casão fez um dos gols do Porto.

Ainda naquele ano, participou da conquista da Copa dos Campeões da UEFA, competição essa que somente o Benfica havia vencido entre todos os times de Portugal. Só não pode jogar as fases finais do torneio porque fraturou a fíbula e acabou rompendo os ligamentos do pé esquerdo no duelo contra os dinamarqueses do Brøndby IF.


Ao todo, Casagrande disputou somente nove partidas em Portugal. Neste período, balançou as redes em duas oportunidades.

Após deixar os Dragões, ainda passaria pelo futebol italiano, onde foi muito bem atuando pelo Ascoli e o Torino. Em 93, o atacante retorna ao Brasil e atua por clubes como Flamengo, Corinthians, Paulista, até encerrar a sua carreira no São Francisco-BA, em 96.

A trajetória de Jorge Andrade pelo FC Porto

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Jorge Andrade jogou pelo Porto por dois anos

Nesta terça-feira, dia 9 de abril de 2024, Jorge Manuel Almeida Gomes de Andrade, ex-zagueiro português conhecido popularmente somente como Jorge Andrade, está comemorando o seu 46º aniversário. No início de sua carreira como jogador profissional, o defensor central atuou com as cores do tradicionalíssimo time lusitano Futebol Clube do Porto entre 2000 e 2002.

Revelado nas categorias de base do Estrela Amadora, o jogador luso chegou aos Dragões depois de se destacar no seu ex-clube. Lá, ajudou a agremiação a alcançar a sua melhor colocação da sua história na Liga Portuguesa na temporada 1999/00.

Em seu primeiro ano de Porto, ganhou bastante tempo de jogo e acabou sendo um dos jogadores mais utilizados na equipe. Suas grandes apresentações lhe renderam uma convocação para a Seleção Portuguesa que disputaria a Copa do Mundo de 2002, sediada no Japão e na Coreia. Após o Mundial, acabou se transferindo para o futebol espanhol.


Segundo o site ogol.com, o zagueiro disputou um total de 84 partidas no decorrer dos dois anos que vestiu a camisa do time portista. Mesmo não tendo a característica de marcar gols como seu ponto forte, chegou a balançar as redes adversárias em quatro ocasiões.

Depois de encerrar seu vínculo com o Porto, ainda veio a jogar por outras duas equipes ao longo de seus 10 anos seguintes como profissional. Entre 2002 e 2007, o defensor atuou pelo Deportivo La Coruña, e de 2007 a 2012, esteve na Juventus, onde se aposentou.

A passagem de Domingos Paciência pelo Porto

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Domingos Paciência defendeu o Porto por muitos anos

Domingos José Paciência de Oliveira, conhecido simplesmente como Domingos Paciência, foi um bom meio-campo, que fez praticamente toda a sua carreira no Porto, entrando para a história do clube com diversas conquistas e sendo importante em momentos decisivos.

O jogador nasceu em Leça da Palmeira, em Portugal, no dia 2 de janeiro de 1969, e subiu para a equipe profissional da equipe do Porto em 1987, brigando por vaga na equipe que havia acabado de vencer a Copa dos Clubes Campeões Europeus, que depois virou a Champions League. 

Mesmo sem difícil no começo a briga com os jogadores recém vencedores, o jogador começou a ganhar minutagem em alguns jogos, mostrando que poderia ser importante para o clube em alguns momentos. Domingos era um ponta de lança nato, tendo o passe como sua maior habilidade, fazendo a ligação com o ataque de forma perfeita. 

Com os destaques no treino e conseguindo demonstrar nos poucos minutos dentro de campo, foi ganhando cada vez mais espaço, principalmente depois da primeira temporada, onde serviu para ganhar mais experiência e casca para atuar com os profissionais.

Em sua segunda temporada pelo clube, Domingos ganhou a vaga no time, mesmo ainda muito jovem, conseguiu mostrar muita experiência dentro de campo, sendo importante em diversas partidas pela equipe. Além de ser muito bom no passe, o jogador ainda pisava dentro da área e tinha uma chute preciso. 

A sua grande fase foi muito importante para o clube, pois ajudou o time a conquistar diversos títulos nas temporadas que permaneceu no Porto. Domingos foi entrando para a história da equipe, com todas as conquistas nacionais, sendo um dos grandes meio-campistas. 

O jogador viveu praticamente oito temporadas com grande rendimento, porém, em 1997/97, o jogador sofreu com uma grave lesão, o que faria perder espaço na equipe titular, já que o Porto contava com grandes atletas em seu plantel. 

Com a perca de espaço, o jogador acabou sendo contratado pelo Tenerife, outro time português, onde ficou durante duas temporadas. Depois da lesão, nunca mais conseguiu ter o mesmo rendimento, sendo muito prejudicado dentro de campo. 


Depois das duas temporadas pelo clube, o jogador retornou ao Porto, onde ficou mais duas temporadas e decidiu encerrar a sua carreira, pois não estava conseguindo mais dar continuidade por culpa da lesão, e por isso deixou os gramados em 2001, com apenas 32 anos.

Mesmo não conseguindo ficar mais tempo atuando, o jogador entrou para a história do clube como um dos principais jogadores. Foram muitas conquistas em 12 temporadas pelo clube, atuando 263 vezes e marcando 106 gols.

A marcante trajetória de Jorge Costa pelo FC Porto

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Jorge Costa teve uma brilhante passagem pelos Dragões

O ex-zagueiro português Jorge Paulo Costa Almeida, popularmente conhecido apenas como Jorge Costa, está completando o seu 52º aniversário neste sábado, dia 14 de outubro de 2023. Em grande parte da sua carreira profissional, o jogador luso defendeu as cores do FC Porto, clube onde ganhou vários títulos e se tornou um ídolo para a torcida dos Dragões.

Vindo de boas passagens por Penafiel e Marítimo, o defensor central começou a escrever a sua história no time portista em 1992. Acabou não sendo aproveitado pelo treinador Octávio Machado e foi emprestado para o Charlton, dez anos depois de sua chegada.

Comandado pelo renomado José Mourinho em seu retorno aos azuis e brancos, fez parte do elenco que conquistou a Taça UEFA em 2003. Na temporada seguinte, ainda ajudou o clube português a vencer a Liga dos Campeões e a Copa Intercontinental.

Posteriormente, com a saída do 'Chosen One' e chegada do comandante holandês Co Adriaanse ao Porto em 2005, o zagueiro voltou a ser considerado 'carta fora do baralho', e pela segunda vez, teve de ir buscar espaço fora do território lusitano. Junto com Sérgio Conceição, ex-companheiro de clube e seleção nacional, se transferiu para o Standard de Liège, onde encerrou a sua carreira em 2006.


De acordo com o site ogol.com, Jorge Costa disputou um total de 383 partidas e marcou 25 gols pelos Dragões. Este alto número de presença em jogos faz com que o português esteja na lista dos 10 jogadores que mais vestiram a camisa do Porto.

Carlos Alberto Silva e sua passagem vitoriosa como técnico do Porto

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Carlos Alberto Silva teve uma passagem bem sucedida pelo Porto

Carlos Alberto Silva nasceu em Bom Jardim de Minas, em Minas Gerais, no dia 14 de agosto de 1939, e teve uma carreira como jogador, mas teve mais sucesso como treinador. Como profissional na beira do gramado comandou grandes times, inclusive a seleção brasileira, e passou pelo futebol europeu, sendo campeão pelo Porto.

A sua trajetória dentro de campo acabou cedo, mas a sua vida no futebol ainda não tinha finalizado. Pois se formou em Educação Física, e Alberto voltou a campo, mas dessa vez fora das quatro linhas, sendo treinador. Sua primeira equipe foi a Ferroviária, um clube do interior paulista.

O treinador ficou na Ferroviária apenas dois anos, 1972 e 73, e ficou longe do futebol alguns anos, até voltar a dirigir um clube em 1978, quando assumiu o Guarani, sendo campeão brasileiro, título que completou 45 anos no último 13 de agosto.

Depois disso sua carreira alavancou, tendo passagens por grandes times do futebol brasileiro, como São Paulo, Atlético Mineiro, Palmeiras, Cruzeiro, entre outros. Após fazer sucessos em alguns desses clubes, o treinador foi convidado para dirigir a Seleção Brasileira em 1987.

Na Amarelinha, teve um percalço, que foi a derrota por 4 a 0 para o Chile, na Copa América. Mas, foi campeão dos Jogos Pan-Americanos de 1987, do Torneio Bicentenário da Austrália e medalha de prata nos Jogos Olímpicos de 1988. Mas, ainda em 1988, acabou sendo trocado por Sebastião Lazaroni.

Em 1989, foi contratado novamente pelo São Paulo, sendo vice-campeão brasileiro, mas após o péssimo desempenho no Campeonato Paulista de 1990, foi demitido. Depois, foi para o futebol Japonês, quando treinou o Verdy Yomiuri Kawasaki.

Depois de um ano retornou ao Brasil, dessa vez para comandar o Corinthians, mas ficou pouquíssimo tempo, pois logo na sequência recebeu uma ótima proposta do futebol europeu. Carlos foi contratado pelo Porto, uma nova experiência na vida do treinador.

O técnico chegou para dirigir um dos maiores clubes do país, e conseguiu acertar a equipe, montando um grande time. Em sua primeira temporada, já acertou e fez o Porto mostrar um bom futebol, sendo bem regular, e mostrando uma força nos torneios nacionais.

O Porto fez uma grande campanha no campeonato nacional, se tornando campeão em 1991-92. Mas a boa sequência não parou por aí, pois na próxima temporada a regularidade continuou, e a equipe se manteve com bom futebol, sendo a grande força do país.


A equipe conseguiu conquistar o bicampeonato nacional, fazendo mais uma ótima campanha. O treinador fez um excelente trabalho nos seus dois primeiros anos no clube, ganhando uma idolatria da torcida, mas isso não durou muito tempo, pois na temporada seguinte, a equipe não conseguiu manter e o técnico acabou sendo demitido, retornando ao futebol brasileiro.

Mas seu desempenho gerou bons frutos, além de outra boa campanha dirigindo o Guarani, em 1994. Entre 1996 e 1997, ele foi o treinador do Deportivo La Coruña. Seu último clube foi em 2004, novamente em Portugal, quando dirigiu o Santa Clara. Infelizmente, em 2017, Carlos Alberto Silva estava se recuperando de uma cirurgia no coração, mas acabou não resistindo, falecendo no dia 20 de janeiro, aos 77 anos.

A história de Jaime Magalhães com o Porto

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Jaime Magalhães, com Juary, no Dragão

Diversos clubes do mundo possuem em sua história ícones que marcam sua vida pela dedicação a uma camisa, quase como se fossem uma ideologia de vida ou mesmo parte essencial da alma desses jogadores, casos como Steven Gerrard, Javier Zanetti, Rogério Ceni, Totti, nem sempre jogadores de um time só, mas jogadores que dedicaram sua vida a uma camisa. O Porto tem em Jaime Magalhães, que completa 61 anos neste dia 10, uma figura que representou o clube dentro de campo. 

Nascido na cidade de Porto, Jaime era torcedor do Dragão desde criança e chegou as categorias de base do clube azul e branco aos 14 anos, ainda durante a década de 1970. Depois de passar quatro anos nas categorias de formação do clube, subiu ao time profissional no ano de 1980 e estreou com a camisa do clube pouco depois de completar seus 18 anos, numa partida diante do Sporting, fora de casa, entrando aos 39 minutos.

Jaime subiu num time que já tinha referências do nível de Fernando Gomes, que se tornaria o maior artilheiro da história portista. Revezando entre partidas onde entrou no final do jogo e outras onde começou jogando, o meio-campista fez seu primeiro gol diante do Portimonense, já em março de 1981, mais precisamente no dia 21. Ainda marcaria outros dois gols naquela temporada, diante de Amora e Acadêmica de Viseu.

Na temporada seguinte já alçou seu lugar no time titular dos portistas e a partir daí passou a ser peça importante da formação. Marcou dois gols diante do Vejle na Recopa Europeia, sendo seus primeiros em competições internacionais. Também acabou convocado pela Seleção Portuguesa pela primeira vez. Dono de boa qualidade de passe e de desarme, era mais conhecido pelos passes e pela entrega do que pelos gols, jogando ás vezes até como volante. Ainda muito jovem, viveu uma situação curiosa em 1982, quando foi expulso e marcou gol diante do Belenenses.

Viveu um momento ruim no biênio de 1982/1983, perdendo espaço no time e jogando pouco antes de retomar a titularidade no ano seguinte. Na temporada 1983/1984, o Porto passou muito perto de uma tríplice coroa e Jaime foi essencial nisso, ajudando no vice-campeonato do Português e da Recopa Europeia, além do título da Taça de Portugal. Foram cinco gols ao longo da temporada para ele. No biênio seguinte, ele marca 13 gols ao longo das disputas e é crucial na conquista do título português. 

Apesar do bicampeonato nacional na temporada 1985/1986, Magalhães pouco consegue jogar após se lesionar no começo do campeonato. Foram apenas oito jogos, mas retornou a tempo de jogar a Copa do Mundo. Na temporada seguinte, o Porto conquista o doblete com o Campeonato Português e a Liga dos Campeões e Jaime volta a ser importante jogando em 33 partidas. A temporada seguinte seria de certa forma seu canto do cisne em relação a números interessantes estatisticamente, com 7 gols em 48 jogos e uma tríplice coroa de Campeonato Português, Taça de Portugal e o Mundial Interclubes.


A partir das temporadas seguintes, seguiu sendo peça importante num momento espetacular dos Dragões, mesmo que com números mais discretos e por vezes se sacrificando pelo clube ou sendo figura de jogos esporádicos. Seguiu nas "Antas" até a temporada 1994/1995, quando já não conseguia mais jogar como em outros tempos. Ainda passou pelo Leça antes de pendurar as chuteiras.

No total, pelo Porto, Jaime atuou em 409 jogos, sendo o sexto jogador que mais atuou pelos Dragões ao longo da história do clube. No total, marcou 45 gols pela equipe, números interessantes para um meio-campista. Conquistou sete títulos portugueses, sete supercopas e 4 títulos da Taça de Portugal, além do Mundial, da Liga dos Campeões e da Supercopa Europeia. 

A boa passagem de Flávio Minuano pelo Porto

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Flávio em seus anos de Porto

Conhecido principalmente pelo enorme histórico que tem vestindo as camisas do Internacional, Corinthians e Fluminense, ex-atacante Flávio Minuano, nome histórico do futebol gaúcho, que completa seus 79 anos nesta dia 9 de junho, teve já mais velho uma excelente passagem pelo Porto, de Portugal, onde também deixou seus gols.

Chegou ao Dragão já experiente. Tinha já seus quase 30 anos quando foi contratado pela equipe portuguesa, no início da temporada 1971/1972. Vinha para o futebol luso depois de uma excelente e histórica passagem pelo Fluminense, onde havia sido artilheiro de várias competições e inclusive campeão do Robertão em 1970, que depois se equivaleu ao Brasileirão. 

Esteve no Dragão numa das épocas de vacas mais magras do Porto, que já estava a mais de uma década sem conquistar títulos do Campeonato Português. A despeito disso, foi um dos nomes mais importantes dos portistas naquele campeonato, marcando 19 gols na competição durante a campanha da quinta colocação do Porto. Ainda fez três gols na Taça, onde o Porto caiu nas semifinais. 

Na temporada seguinte, continuou sendo uma grande referência ofensiva dos portistas, marcando 21 gols no Campeonato Português e 24 durante a temporada, onde mais uma vez o time azul e branco foi discreto, passando longe de levar algum campeonato para casa. Acabou ficando até longe da artilharia do Campeonato Português devido a existência de um tal Eusébio, que marcou 40 gols na temporada 1972/1973. 


Nas duas temporadas seguintes, acabou não conseguindo repetir o desempenho de outras épocas, atrapalhado principalmente pelo declínio físico natural da idade na época e por lesões. Sem repetir o mesmo desempenho, atuou pouco na temporada 1973/1974 e na seguinte ainda menos, principalmente devido ao surgimento de um tal de Fernando Gomes.

Encerrou sua passagem pelo Porto ao final da temporada 1974/1975, retornando ao Brasil para jogar pelo Internacional. No total, atuou em 92 partidas pelo Porto, marcando 53 gols nestes jogos. Não conseguiu ajudar a equipe a sair da na época incômoda fila de títulos que enfrentava.

A passagem de Branco pelo Porto

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Branco teve uma passagem pelo FC Porto

Nascido em Bagé, município localizado no estado do estado do Rio Grande do Sul, Cláudio Ibraim Vaz Leal, também conhecido pelo seu apelido de Branco e por ter sido tetra campeão mundial pela Seleção Brasileira em 1994, está completando 59 anos de idade nesta terça-feira, dia 4. Ao longo de sua brilhante carreira como jogador, o defensor teve uma passagem pelo FC Porto entre 1988 e 1990.

Essa sua trajetória pelo clube de Portugal aconteceu após o brasileiro começar a jogar bola nas categorias de base do Bagé, e por não ter sido aproveitado, foi para o Guarany de Bagé, mas só foi se profissionalizar em 1981, vestindo a camisa do Internacional. Posteriormente, ainda passou pelo Fluminense e também pelo Brescia.

Chegou ao Futebol Clube do Porto para a temporada 1988/89 e engordou o seu currículo com mais títulos. No time luso, conquistou os troféus do Campeonato Português e da Supercopa de Portugal em 1989/90.

Durante sua passagem pelo Porto, foi à Copa do Mundo de 1990, a segunda de sua carreira. Seu despediu da torcida portista depois de duas temporadas e meia. Segundo o site ogol.com, o lateral esquerdo disputou um total de 80 jogos e balançou as redes adversárias 12 vezes.


Encerrou sua carreira como jogador de futebol profissional em 1998, quando defendia o Fluminense. Antes disso, Branco ainda jogou em clubes como Genoa, Grêmio, Fluminense, Corinthians Flamengo, Internacional, Middlesbrough, MetroStars e também no Mogi Mirim.

Paulinho McLaren e sua passagem pelo Porto na temporada 1992/1993

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Paulinho Mclaren ficou no Porto durante uma temporada

Paulo César Vieira Rosa, mais conhecido como Paulinho McLaren, nasceu em Igaraçu do Tietê, no dia 28 de setembro de 1963. O atacante teve passagem por grandes times do futebol brasileiro e até mesmo por clube na Europa, mais precisamente no Porto, mas acabou não dando certo.

O jogador estreou no profissional em 1981, mas foi a partir de 1989 que começou a ter mais destaque. O atacante chegou para atuar no Santos, onde teve um dos seus melhores em sua carreira. Em 1991 terminou o Brasileirão como artilheiro e foi vice-artilheiro em 1992.

Naquela época o campeonato nacional era disputado no primeiro semestre e finalizava a temporada com os estaduais. Ao final do Brasileirão de 1992, após dois anos brigando na artilharia e mostrando seu grande futebol, por isso Paulinho foi vendido para o Porto.

O atacante chegou com expectativa no começo da temporada europeia, todos esperavam muitos gols do atleta , até porque conseguiu fazer isso no Santos. Mas infelizmente as coisas não aconteceram da melhor forma para Paulinho, que passou por dificuldades.

Paulinho não conseguiu se adaptar muito bem a competição e acabou não repetindo suas atuações. Por conta disso, não conseguiu ter muito espaço na equipe portuguesa e atuou poucas vezes no time titular, mas mesmo assim fez parte do elenco campeão Português e supercampeão de Portugal.


Mas chegando no final da temporada de 1992/93, a diretoria do Porto decidiu não manter o jogador, que por sua vez acabou retornando ao Brasil, mas dessa vez para atuar em outro grande time.

Paulinho acertou sua vinda para o Internacional, para a disputa do Campeonato Brasileiro, que naquele ano começou no segundo semestre, diferente do que havia sido nas últimas temporadas. O jogador voltou no seu melhor nível, já sendo artilheiro de algumas competições pelo clube gaúcho.

A passagem de Emil Kostadinov pelo FC Porto

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Kostadinov jogou nos Dragões de 1990 a 1994

Emil Lyubchov Kostadinov, ex-jogador búlgaro, está completando 55 anos de idade nesta sexta-feira, dia 12 de agosto de 2022. Em seu tempo de atleta, ele chegou a atuar no futebol português, onde defendeu as cores do FC Porto entre 1990 e 1994.

Nascido em Sófia, capital da Bulgária, o futebolista começou a sua trajetória no desporto jogando no time da sua terra natal, o CSKA Sófia. O atacante jogou no seu país por cinco temporadas e conseguiu se destacar jogando bem, além também de ter conquistado três campeonatos nacionais, três copas domésticas e ainda chegou às semifinais da Taça dos Clubes Vencedores de Taças.

Foi em 1990, que Kostadinov acabou se transferindo para Portugal, onde defendeu a equipe do FC Porto. Estreou pelos Dragões no dia 7 de agosto de 1980, quando o time azul e branco perdeu para a equipe do Estrela Amadora por 2 a 1. A partir deste momento, disputou um total de 168 partidas com a camisa portista e balançou as redes em 61 oportunidades até 94, segundo números do site ogol.com.

Ao longa desta passagem, ajudou o Porto a vencer três campeonatos portugueses. Este fato fez com que Emil se popularizasse perante os torcedores dos Tripeiros e também o povo local. Posteriormente, esteve na Seleção da Bulgária que foi uma das semifinalistas da Copa do Mundo de 1994.


Sua despedida do futebol luso aconteceu no dia 28 de agosto de 94. Nesta data, os Dragões visitaram a equipe do Beira-Mar e venceram o duelo pelo placar de 2 a 0.

Na sequência de sua carreira, jogou também por clubes como Deportivo La Coruña, Bayern Munique, Fenerbahçe, UANL Tigres e chegou ainda a retornar para o CSKA Sofia, onde foi revelado.Pendurou as chuteiras em 1999, após atuar pelo Mainz 05.

Fernando Couto e a passagem vitoriosa pelo Porto depois de dois empréstimos

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Fernando Couto foi vitorioso no Porto, mas precisou pegar experiência em outros clubes antes

Um dos grandes defensores da história do futebol português completa 53 anos hoje. Fernando Manuel Silva Couto nasceu no dia 2 de agosto de 1969, na Espinho, em Portugal, e tornou-se um grande jogador. O defensor passou por grandes times, conquistando alguns títulos importantes e entrando para a história das equipes, como no caso do Porto.

Tudo começou quando o jogador chegou em 1985 no Porto, com apenas 16 anos o atleta já foi contratado para as categorias de base. O seu primeiro jogo na equipe principal demorou um pouco para ocorrer, aconteceu apenas na temporada de 1987/88, e foi a única do defensor naquele ano.

O jogador não comprometeu, mas ainda não o consideravam maduro o suficiente para dar continuidade na equipe principal, por conta disso acabou ficando alguns jogos no banco de reserva e ainda fazendo algumas atuações pelas equipes de base do Porto.

Na temporada seguinte, Couto acabou sendo emprestado para rodagem em uma equipe da terceira divisão do futebol português, o Famalicão. O jogador foi titular na equipe e conseguiu mostrar seu futebol, mas ainda não tinha rodado o suficiente para voltar à elite do seu país.

Em 1989/90, o defensor foi emprestado para outro clube, mas dessa vez para uma equipe da segunda divisão, pois seu nível estava crescendo e precisava ter desafios mais difíceis. O jogador foi para a Academia de Coimbra e ficou por lá apenas uma temporada também.

Já em 1990, Fernando acabou retornando ao Porto, já com certa experiência e uma bagagem muito boa por conta das grandes atuações feitas nas divisões menores. Logo quando voltou se tornou um jogador importante para o grupo e começou a ser escalado consecutivamente na equipe titular.

Em sua primeira temporada após o retorno, o jogador atuou por 25 vezes na equipe e ajudou o Porto a conquistar grandes resultados. Fernando era muito forte e tinha uma boa altura, sempre fazia problemas aos atacantes adversário e por conta disso se tornou titular absoluto e foi Campeão da Taça de Portugal.

Em 1991/92 e 1992/93, Fernando continuou sendo titular da equipe e fazendo grandes jogos, inclusive sendo chamado para a Seleção Portuguesa principal, depois de alguns anos atuando na categoria juvenil do seu país. Couto era fundamental na equipe, trazia um ótimo equilíbrio defensivo e que foi primordial para conquistar títulos.


Nas duas temporadas, o Porto conseguiu fazer grandes campanhas e se consolidou Bicampeão Português. Couto era um líder no grupo e fazia a diferença no vestiário, mas também dentro de campo, era muito difícil passar pelo jogador, que tinha um senso defensivo fantástico.

Na temporada de 1993/94, as atuações se mantiveram e o Porto novamente foi campeão da Taça de Portugal, com Couto sendo muito importante. Chegando no final da temporada, o defensor acabou recebendo várias propostas e resolveu aceitar a do Parma, que é uma grande equipe do futebol Italiano.

A passagem de Clayton pelo FC Porto

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Clayton jogou no Porto entre os anos 2000 e 2003

Clayton Ferreira Cruz, popularmente conhecido apenas como Clayton, está completando 47 anos de idade nesta terça-feira, dia 19 de julho de 2022. O agora ex-atacante teve uma passagem de três temporadas pelo FC Porto no começo dos anos 2000 e é um dos vários exemplos de futebolistas brasileiros que fizeram boa parta de sua carreira no futebol português.

Natural de São João do Paraíso, cidade localizada no norte do estado de Minas Gerais, Clayton acabou tendo seu talento descoberto enquanto atuava pelas categorias de base do Atlético Mineiro, clube aonde começou a jogar profissionalmente. Depois de brilhar com a camisa do Galo, teve passagens por clubes como Guarani e América de Natal, antes mesmo de rumar para a Europa. Em 99, chegou em Portugal e assinou contrato com o Santa Clara

Foi então, que no mês de janeiro de 2000, foi contratado pelo tradicionalíssimo FC Porto, aonde conseguiu ser um dos grandes nomes do setor ofensivo da equipe. No dia 17 de outubro do anos seguinte, balançou as redes em jogo da Liga dos Campeões da UEFA, quando os Dragões enfrentavam o Celtic. Na edição 2002-2003 da Taça da UEFA, atualmente conhecida como Liga Europa, fez parte do grupo campeão da competição, mesmo não tendo participado da final.

Segundo dados do site ogol.com, Clayton disputou um total de 117 partidas pelo Porto e marcou um total de 25 gols nesta sua passagem pelo clube azul e branco de Portugal. Além disso, conquistou um Campeonato Português (2002/03), uma Copa da UEFA (2002/03), duas Supertaças Cândido de Oliveira (1998/992000/01) e três Taças de Portugal (1999/002000/012002/03).


Na temporada seguinte, Clayton foi para o Sporting, mas por ser pouco aproveitado, acabou sendo emprestado ao Penafiel e, depois ainda rumou para o Vitória de Guimarães. Após outra rápida passagem pelo futebol brasileiro, desta vez jogando pela equipe do Sport e mais uma temporada atuando no Penafiel, que disputaria a segunda divisão portuguesa, o atacante foi para o Chipre

Por lá, defendeu clubes como o Larnaca, o Omonia e o Limassol. Em 2011, voltou ao Brasil e atuou pelo Serrano, da Bahia, até o ano seguinte, quando encerrou sua carreira como jogador de futebol profissional.

A passagem de Juary pelo FC Porto

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Juary fez o gol que deu o primeiro título de Liga dos Campeões ao FC Porto

Juary Jorge dos Santos Filho, popularmente conhecido apenas como Juary, está completando 63 anos de idade nesta sexta-feira, dia 16 de junho de 2022. O atacante passou pelo FC Porto, clube onde jogou por três temporadas e virou ídolo da equipe portuguesa já final da década de 80.

Nascido em São João do Meriti, cidade localizada na Baixada Fluminense, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, o centroavante começou sua carreira como jogador no Pavunense e se transferiu para o Santos, equipe em que se destacou pela primeira vez. Depois do Peixe, ainda defendeu times como Universidád Guadalajara, Avellino, Inter de Milão, Ascoli e Cremonese.

Foi então, que na temporada 1985-1986, Juary chegou ao FC Porto. Pelos Dragões, disputou um total de três temporadas. Dados estatísticos do site besoccer.com, o atacante disputou um total de 54 partidas e marcou 16 gols. Um deles, foi o que deu o primeiro título de Liga dos Campeões ao time de Portugal na edição 1986-1987.

Na ocasião, os portugueses enfrentavam o Bayern de Munique na final, de virada. Juary  saiu do banco de reservas foi o jogador que desequilibrou a partida que estava empatada até os 32' jogados da segunda etapa. Madjer havia igualado o marcador dois minutos antes do gol que sagrou o Porto o grande campeão europeu daquela temporada.


Depois de atuar no velho continente, voltou ao Brasil para defender equipes como a Portuguesa e chegou a ter uma segunda passagem pelo Santos. Encerrou a sua carreira como jogador de futebol no Moto Club em 90.

Fernando Gomes - O maior artilheiro da história do Porto

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Fernando Gomes é um gigante dentro da história do Porto

Nos dias atuais, Portugal é uma das potências do futebol, tendo o resultado de uma possível não classificação a Copa do Mundo de 2022 causado estranheza no mundo da bola. Nem sempre foi assim ao longo da história lusa, porém os três grandes do país são donos de histórias grandes, principalmente Porto e Benfica. Os Dragões possuem um ídolo e artilheiro não tão conhecido por muitos, o matador Fernando Gomes, maior artilheiro da história do clube, que completa 65 anos neste dia 22.

Fernando já se mostrava promissor desde as categorias de base, ascendeu aos profissionais do Porto com apenas 17 anos e desde cedo se mostrou um excelente marcador de gols, indo as redes duas vezes logo na sua primeira partida pelo clube contra o Fabril Barreiro. Teve números tímidos, porém relativamente bons nos seus dois primeiros anos, porém estourou a partir da sua terceira temporada no clube. Na temporada 1976/1977, marcou o gol do título da Copa diante do Braga e no biênio 1977/1978, seus 30 gols ajudaram o Porto a conquistar o campeonato nacional.

Sua primeira passagem pelo Porto durou até o ano de 1980, quando acabou negociado com o Sporting Gijón, após marcar mais de 120 gols em seus seis anos pelo clube, uma incrível média de mais de 20 gols por ano. Na Espanha, demorou a se adaptar, porém na segunda temporada foi as redes 15 vezes em 29 jogos, números que livraram o Sporting Gijón do rebaixamento. Acabou retornando ao Porto ao fim daquele período.

Nos anos 1980, foi um dos protagonistas de um dos períodos mais gloriosos de toda a história dos Dragões. Voltou em grande estilo na temporada 1982/1983, marcando incríveis 50 gols em 39 jogos, num desempenho digno de Cristiano Ronaldo nos dias atuais. Acabou vencendo o prêmio "Chuteira de Ouro" de maior artilheiro da Europa naquele ano, feito que ele repetiria em 1985, com 46 gols marcados em 42 partidas.

Na temporada 1986/1987 viveu um dos momentos mais especiais da carreira. Fez parte do elenco campeão da Liga dos Campeões, na época a Copa Europeia, sendo titular e um dos destaques da equipe, apesar de marcar apenas cinco vezes ao longo da competição continental. Viveu um momento triste quando estava lesionado na decisão contra o Bayern. Viu das arquibancadas Madjer e o brasileiro Juary marcarem os gols que deram o primeiro título europeu aos Dragões. 


Na temporada seguinte, marcou 22 gols e ajudou o Porto a levar outro título português para casa, o último de seus cinco pelo clube. Também marcou o gol que decidiu o título do Mundial Interclubes diante do Peñarol. Depois de uma temporada ruim em 1988/1989, se transferiu ao Sporting, onde jogou os dois últimos anos de sua carreira, tendo uma temporada de despedida dignissíma em 1990/1991, com 29 gols em 50 jogos. 

Hoje atuando na parte de diretoria dos Dragões, Fernando Gomes se destacou dentro de campo pelo ótimo posicionamento que lhe tornava perigosíssimo dentro da área. Fez 355 gols em 450 jogos pelo Porto, que lhe garantiram o posto de maior artilheiro da história do clube. É o segundo maior artilheiro  da história da Liga Portuguesa. Nuno Gomes, destaque da Seleção Portuguesa vice-campeã europeia em 2004, tinha o apelido de Gomes inspirado em Fernando. Carismático, certa vez, disse uma frase pela qual é marcado até hoje: "Fazer gol é como ter um orgasmo". 

O Curioso do Futebol

O Curioso do Futebol
Site do jornalista Victor de Andrade e colaboradores com curiosidades, histórias e outras informações do mundo do futebol. Entre em contato conosco: victorcuriosofutebol@gmail.com

Aceisp