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Ewerthon e sua trajetória pelo Borussia Dortmund

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Ewerthon brilhou por quatro anos com a camisa auri-negra

Ewerthon Henrique de Souza, ex-atacante popularmente conhecido apenas como Ewerthon, está completando o seu 43º ano de vida nesta segunda-feira, dia 10 de junho de 2024. No decorrer de sua vitoriosa carreira como atleta, o avançado teve uma passagem muito boa pelo Borussia Dortmund na virada do século XX para o XI.

Revelado pelo Corinthians, o artilheiro paulistano chamou a atenção da equipe auri-negra alemã ao se destacar nos vários títulos que o Timão conquistou entre o fim da década de 90 e início dos Anos 2000. Porém, foi somente em 2001, um ano após vencer o Mundial de Clubes pelo clube Alvinegro do Parque São Jorge, que a sua contratação foi realmente concretizada.

Logo na sua primeira temporada com a camisa do time da Renânia do Norte-Vestfália, conquistou o coração da apaixonada torcida do Borussia. Afinal, foi ele quem acabou sendo o grande responsável para que o Dortmund ficasse a Salva de Pata da Bundesliga de 2001/02.


Até 2005, ano no qual trocou o time amarelo e preto pelo Real Zaragoza da Espanha, disputou um total de 15 partidas e marcou 54 gols pelo clube, de acordo com o site ogol.com. Deixou a equipe alemã como um ídolo para a Muralha Amarela.

Antes de se aposentar, o atacante ainda rodou por vários times até se aposentar em 2012, quando defendeu o América-MG. Dois anos depois, jogou o Paulistão pelo extinto Atlético Sorocaba.

Thomas Häßler e sua trajetória pelo Borussia Dortmund

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Häßler jogou no clube auri-negro por uma temporada

Thomas Jürgen Häßler, ex-meio campista popularmente conhecido apenas como Thomas Häßler, celebra o seu 58º aniversário nesta quinta-feira, dia 30 de maio de 2024. Ao longo de sua carreira, o meia germânico defendeu as cores do Borussia Dortmund por uma temporada já no fim da década de 90.

Na época, o fato do clube auri-negro ter concretizado a contratação do meia surpreendeu o futebol alemão. Afinal, o elenco já contava com ninguém mais ninguém menos do que Andreas Möller, que era o principal jogador do elenco e um grande ídolo da torcida. 

Consequentemente, o atleta acabou ficando apenas no banco de reservas e jogou esporadicamente. Ao final da temporada, Thomas optou por deixar o Dortmund e acabou se transferindo para o Munique 1860, onde atuou por quatro anos.


De acordo com o site ogol.com, Häßler disputou apenas 18 partidas com a camisa do Borussia e marcou dois gols. Após defender o time da Bavária, o meia ainda jogaria pelo SV Salzburg, atualmente conhecido como Red Bull Salzburg, por um ano antes de se aposentar. Posteriormente, se tornou auxiliar técnico

Sturm Graz fez história, quebra hegemonia do RB Salzburg e é campeão da Áustria de novo

Por Lucas Paes
Foto: GEPA pictures/IMAGO

O Sturm Graz é campeão na Áustria

Uma das maiores hegemonias do futebol europeu foi quebrada neste fim de semana. Se o City segue empilhando Premier Leagues, se o Celtic segue dominando a Escócia, o domínio hegemônico do Red Bull Salzburg acabou na Áustria. O Sturm Graz, que sequer foi bem nos confrontos diretos contra o time dos energéticos, fez fora esses jogos uma campanha histórica, bateu o time de Salzburg na briga e foi campeão do Campeonato Austríaco, também chamado Bundesliga, chegando ao quarto título da competição.

Um clube antigo, com mais de 114 anos de história, o Sturm Graz passou a maior parte de sua trajetória no futebol sendo apenas um time coadjuvante da primeira divisão austríaca, sem oferecer muito dentro do campeonato. A situação dos alvinegros começa a virar a partir da presidência de Hanger Kantnig e do período de Heinz Schlicher como treinador. Aos poucos, a equipe reverteu seus trabalhos para focar na revelação de atletas e as coisas deram certo nos anos seguintes, com alguns títulos durante a década de 1990, tanto da Copa quanto da Liga.

Neste ano, depois de ter vencido em 2011/2012, o Sturm quebrou uma sequência do Red Bull Salzburg que vinha desde 2013 ganhando todos os títulos austríacos. O império era semelhante ao do Bayern na Alemanha e coincidentemente caiu na mesma temporada. O Sturm, porém fez uma campanha mais "humana", ainda que seja também brilhante. Terminou com uma vitória tranquila para conquistar a taça neste domingo.

O jogo do título foi diante do Austria Klagengurf, em casa. Mesmo diante do estádio lotado, o Sturm sofreu muito no primeiro tempo, perdendo chances e vendo o Salzburg golear em seu jogo. No segundo tempo, a pressão alvinegra deu resultado e Wutrich abriu o placar numa cabeçada mortal que explodiu a UPC Arena. O time visitante ainda meteu uma bola na trave antes de Kamara aparecer no finalzinho da partida para dar números finais ao jogo e definir o título do Sturm.


Foi o quarto título austríaco do Sturm Graz, que havia conquistado o troféu em um bicampeonato nos anos de 1997/1998 e 1998/1999 e um isolado título em 2010/2011, pouco anterior ao período dominado pelo Salzburg. O resultado coloca também nos bolsos do clube um double, já que o Graz também levou a Copa da Áustria. Um jeito perfeito para quebrar o tabu.  

A boa passagem de Thomas Dooley pelo Kaiserslautern

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Thomas Dooley teve uma boa passagem pelo time alemão

Thomas Antonhy Dooley foi um bom zagueiro norte-americano, que teve passagens por grandes times da Alemanha e dos Estados Unidos. Foi pelo Kaiserslautern que teve o melhor momento da sua carreira, sendo muito seguro e ajudando a equipe a conquistar três títulos. 

O jogador nasceu em Bechhofen, na Alemanha, no dia 12 de maio de 1961, mas acabou se nacionalizando americano. Dooley estreou no profissional em 1981, atuando pelo Pirmasens e conseguiu ter muito destaque atuando como Líbero e volante, tendo números impressionantes. 

Depois de duas temporadas, o jogador fez 40 jogos e marcou 17 gols, números excelentes para um zagueiro. Em 1983 foi contratado pelo FC Homburg, onde manteve as grandes atuações e ficou alguns anos no clube, sendo muito importante. 

As sua atuações estavam chamando a atenção de todos e seus números eram muito bons. Após cinco temporadas no clube, Dooley acabou sendo negociado com Kaiserslautern, uma equipe que vivia um grande momento e estava conquistando títulos. 

Ele chegou a equipe em 1988, e logo em sua primeira temporada conquistou o título Intertoto Cup Winner, sendo um pilar defensivo, ajudando como líbero e volante. Dooley foi muito importante durante os jogos, dando um equilíbrio ao seu time, tanto defensivamente quanto ofensivamente. 

A equipe continuou muito bem na temporada seguinte e novamente conquistou um título, dessa vez foi a Taça da Alemanha, depois de uma campanha muito sólida do time. O jogador se mantinha em um alto desempenho, chamando a atenção de todos com suas atuações.


As conquistas não pararam, na temporada seguinte foi mais um título importantíssimo, dessa vez foi Campeão da Alemanha. No ano seguinte corou sendo campeão da Supertaça da Alemanha. 

Porém, em sua última temporada pelo clube acabou ficando sem conquistas. No meio do semestre em 1993, o jogador acabou sendo negociado com o Bayern Leverkusen. Pelo Kaiserslautern foram 128 jogos e 14 gols, além dos três títulos importantes.

Ídolo, Marco Reus deixará o Borussia Dortmund

Com informações da Agência Estado
Foto: divulgação

Foram 12 anos no profissional do Borussia Dortmund

O sonho de Marco Reus terminar a carreira defendendo as cores do Borussia Dortmund não se concretizará. O clube alemão anunciou nesta sexta-feira que o ídolo de 34 anos não terá seu contrato renovado. Aos 34 anos, 21 deles dedicados ao clube, sendo 12 no profissional, o meia-atacante se despedirá ao fim da temporada, mas ainda tentará conquistar a Liga dos Campeões, no qual o time tem vantagem de 1 a 0 sobre o PSG na semifinal.

“Uma história extraordinária termina no verão. O Borussia Dortmund e seu capitão de longa data, Marco Reus, concordaram mutuamente em não prorrogar o contrato, que expira no final da temporada”, anunciou o clube em suas redes sociais. As negociações não andaram como ambos queriam e a decisão acabou sendo pela saída".

Reus defende as cores do time profissional desde 2012, após três anos no Borussia Mönchengladbach. Revelado no clube, ele ficou na base de 1995 a 2005. O ídolo atuou em 424 partidas, com 168 gols (segundo maior artilheiro do clube) e distribuindo 100 assistências.

Foi vice-campeão da Liga dos Campeões de 2013, mas ergueu os troféus da Copa da Alemanha duas vezes (2017 e 2021), além de ter conquistada a Supercopa Alemã em 2013 e 2019. Ele foi capitão por cinco anos seguidos.

Eleito duas vezes o melhor jogador na Alemanha, Reus agradeceu pelos anos de história no Borussia Dortmund e agora procura um novo clube para os últimos passos da carreira. Ultimamente, vinha sendo reserva sob o comando de Edin Terzic, mas ainda deve fazer um jogo de despedida.

“Estou extremamente grato e orgulhoso por este momento especial no meu clube, o Borussia Dortmund. Passei mais de metade da minha vida neste clube e aproveitei cada dia, embora tenha havido momentos difíceis”, afirmou Reus. “Já sei que será difícil me despedir no final da temporada. E, no entanto, estou feliz que agora haja clareza e que possamos nos concentrar totalmente nos importantes jogos finais que ainda estão pendentes”, seguiu, falando da Liga dos Campeões.

“Temos um grande objetivo em mente e todos queremos alcançá-lo juntos. Para isso precisamos de cada um dos nossos incríveis fãs, a quem gostaria de agradecer expressamente pelo seu incrível apoio ao longo dos anos.”


O jogo de volta na França será na terça-feira, mas antes, neste sábado, o time joga no Signal Iduna Park diante do Augsburg, pelo Alemão. O Borussia Dortmund ainda terá compromissos na casa do Mainz 05, e fecha a competição no dia 18 de maio, em casa, contra o Darmstadt, possível data do jogo festivo de despedida.

“Marco Reus é um dos maiores jogadores deste clube. Ele nasceu em Dortmund, jogou quase dez anos nas categorias de base, esteve no time profissional por doze anos e foi capitão do nosso time por muito tempo. A sua ligação ao Borussia Dortmund é extraordinária”, discursou o CEO do clube, Hans-Joachim Watzke. “Desejamos ao Marco tudo de melhor para o seu futuro. Esperamos sinceramente que ele regresse ao BVB após a sua carreira profissional, porque há muitas tarefas emocionantes à sua espera aqui em Dortmund.”

A passagem do centroavante Martin Dhalin pelo Borussia Mönchengladbach

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Martin Dahlin em sua fase no Borussia Monchengladbach

Dan Martin Nathaniel Dahlin, conhecido simplesmente como Martin Dhalin, foi um dos melhores atacantes da Suécia, sendo um dos principais artilheiros pela seleção, mas acabou encerrando a sua carreira precocemente. Já atuando em clube, passou por grandes equipes do futebol europeu, a principal foi a Roma, mas foi no Borussia Mönchengladbach que viveu seu melhor momento. 

O jogador nasceu na Uddevalla, na Suécia, no dia 16 de abril de 1968, e começou a atuar na base do Lunds BK. Teve seu desenvolvimento todo no clube, e ganhou destaque na categoria de base, sendo levado para atuar no Malmo. 

Em 1987 fez a sua estreia como profissional do Malmo, e aos poucos foi ganhando cada vez mais espaço. Martins era muito eficaz nas finalizações, sendo muito frio na frente do goleiro, fazendo muitos gols e mostrando oportunismo. 

Depois de quatro temporadas na equipe, o jogador teve muito destaque e chamou a atenção de alguns clubes. Em 1991, ano que começou a ser convocado para a sua seleção, foi contratado pelo Borussia Mönchengladbach, da Alemanha. 

A sua ida foi um passo importante para a sua carreira, pois conseguiria ganhar mais notoriedade no cenário continental. Em pouco tempo se adaptou ao futebol alemão, mas não conseguiu a vaga de titular, porém entrava em todos os jogos. 

O centroavante ajudou a equipe na conquista da Copa da Alemanha daquela temporada, entrando e fazendo gols importantes. A partir de 1992, Martins ganhou mais espaço e se tornou titular da equipe, conseguindo mostrar todo seu potencial. 

Seu melhor momento pelo clube ocorreu na temporada seguinte, em 1993, quando fez um ano muito bom e ganhou o prêmio de melhor jogador Sueco do mundo. 

Mesmo com as ótimas atuações, o jogador não conquistou títulos, mas isso veio no ano seguinte. Em 1994, a equipe novamente conquistou a Copa da Alemanha, dessa vez com Martin sendo mais importante e decisivo. 

A temporada de 1995 foi muito boa para o atacante, quando recebeu algumas propostas para deixar a equipe. Em 1996, acabou aceitando a proposta da Roma, indo atuar no futebol italiano, mais um passo importante na vida do centroavante. 


Porém, ficou apenas um semestre na equipe e não conseguiu atuar, jogou apenas em três oportunidades, não tendo muitas chances no clube. Sofrendo com a perca de espaço, o jogador decidiu voltar a Alemanha para atuar no Borussia Mönchengladbach. 

A Roma emprestou o atleta de volta, que ficou o primeiro semestre de 1997 na equipe. Ao final da temporada, que é no meio do ano letivo, o jogador foi contratado pelo Blackburn, da Inglaterra. 

Somando as duas passagens pelo Borussia Mönchengladbach, o jogador fez 125 jogos e marcou 60 gols, ótimos números do centroavante.

Bayer Leverkusen é campeão alemão pela primeira vez e quebra hegemonia do Bayern de Munique

Com informações de O Globo
Foto: reprodução

Comemoração da equipe

O Bayer Leverkusen é campeão da Bundesliga pela primeira vez em sua história. O time treinado pelo técnico Xabi Alonso conquistou, com cinco rodadas de antecedência, o campeonato alemão após a vitória por 5 a 0 sobre o Werder Bremen, neste domingo, na BayArena, e encerrou a hegemonia de 11 títulos seguidos do Bayern de Munique.

A vitória histórica do Bayer Leverkusen foi construída com certa tranquilidade neste domingo. O atacante Victor Boniface abriu o placar, aos 25 minutos do primeiro tempo, em cobrança de pênalti. Na segunda etapa, o placar ficou mais elástico, com os gols de Granit Xhaka e Florian Wirtz (três vezes).

O título coroou o trabalho incrível do técnico Xabi Alonso nesta temporada. No Campeoanto Alemão, o Bayer ainda não sabe o que é derrota: são 25 vitórias e quatro empates em 29 rodadas. O time também é o único ainda invicto na temporada 2023/24, entre todos os clubes integrantes das cinco principais ligas da Europa. Somando todas as competições, a equipe tem 43 jogos, com 38 vitórias e cinco empates.


Fundado em 1904, o Bayer Leverkusen nunca havia conquistado o título do Campeonato Alemão — o time foi vice-campeão em 1996/97, 1998/99, 1999/2000, 2001/02 e 2010/11. Seu troféu mais relevante nacionalmente foi na Copa da Alemanha da temporada 1992/93.

Andreas Köpke e suas passagens pelo Nürnberg

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Köpke teve duas passagens pelo Nürnberg quando era goleiro

Nesta terça-feira, dia 12 de março de 2024, o ex-goleiro e campeão do mundo em 90 pela Seleção Alemã, Andreas Köpke, comemora o seu 62 aniversário. Entre as décadas de 80, 90 e o começo dos Anos 2000, o arqueiro teve boas duas passagens pela equipe do Nürnberg, clube ao qual dedicou grande parte da sua carreira profissional.

A primeira delas aconteceu entre 1986 e 1994, período suficiente para que o guarda redes colecionasse mais de 200  partidas na meta da equipe bávara. Viveu seus melhores momentos no clube 93, quando acabou sendo eleito o Jogador Alemão daquele ano.

Sua excelente performance despertou interesse do Eintracht Frankfurt, que acabou adquirindo o goleiro em meados de 94. Na sua segunda e última temporada nas Águias, conquistou mais um prêmio prêmio individual: o de melhor goleiro europeu em 95/96.


Seu retorno ao Nürnberg foi concretizado em 99, depois de atuar no Olympique de Marseille por três anos. Decidiu colocar um ponto final na sua jornada como arqueiro quando tinha 39 anos, logo após ajudar a agremiação do norte da Bavária a conquista a 2. Bundesliga em 2000/01.

A passagem como jogador de Marc Wilmots pelo Schalke 04, da Alemanha

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Marc Wilmots no Schalke 04

Um dos grandes jogadores da história do futebol belga completa 55 anos neste 22 de feverero de 2025. Marc Robert Wilmots foi um bom meio-campista, que teve passagens por times nacionais e internacionais, fazendo muito sucesso no Schalke 04, da Alemanha, conquistando dois títulos importantes.

O jogador nasceu em Jodoigne, na Bélgica, no dia 22 de fevereiro de 1969 e começou a sua carreira profissional aos 18 anos pelo Sint-Truiden. A sua primeira temporada foi muito boa, conseguiu seu espaço rapidamente e fez 31 jogos e marcou 9 gols.

Com o seu bom desempenho, o jogador chamou a atenção de alguns clubes no seu país e foi contratado pelo KV Mechelen. Pelo clube conquistou títulos importantes nacionais e também a Supercopa da UEFA em 1988. Depois de três temporadas no clube, sendo importante, o jogador acabou sendo negociado com o Standard de Liège. 

Pelo Standard permaneceu durante cinco temporadas e conquistou um título, que foi a Copa da Bélgica, e depois de muito sucesso em seu país, foi negociado com Schalke 04, da Alemanha. 

O jogador chegou com expectativa no futebol alemão, já que seria uma nova experiência para o atleta. Marc conseguiu se adaptar rapidamente e foi muito bem no time, conseguir ganhar a sua vaga de titular e foi muito importante durante a temporada. 

Em seu primeiro ano no clube, foi decisivo na campanha do título da Copa UEFA de 1996. Esse foi sua única conquista em sua primeira passagem pelo clube, mas continuou com as boas atuações e sempre foi importante para o time, ajudando em muitos jogos. 

A equipe não brigava por muitos títulos, mas conseguia ficar na parte de cima da tabela no campeonato nacional, muito por conta das ótimas atuações do meio-campista. 


O jogador ficou no clube durante quatro temporadas, até 2000, quando acabou sendo vendido para o Bordeaux, da França, onde ficou apenas uma temporada. Em 2001 retornou para o Schalke 04, e foi novamente importante na conquista de um título, desta vez foi a Copa da Alemanha de 2001-02. 

Esse foi o último título como jogador, pois em 2003 acabou encerrando a sua carreira como atleta. Somando as suas duas passagens pelo clube, Marc fez 178 jogos e marcou 38 gols. 

Após encerrar a sua carreira, virou técnico e assumiu o Schalke 04, mas acabou não dando muito certo e foi demitido no mesmo ano. Atualmente, Marc é diretor de futebol do clube alemão.

Rodada da Bundesliga é marcada por protesto de torcedores contra aportes estrangeiros

Por Lucas Paes
Foto: AP Photo/Martin Meissner

Protestos em várias partidas na Bundesliga

A rodada deste fim de semana foi a mais importante da temporada até aqui da Bundesliga, o Campeonato Alemão, já que teve uma final antecipada que deixou o Bayer Leverkusen em ótima posição para conquistar seu primeiro título. Porém, o que chamou a atenção em terras tedescas nesta rodada não foi só o que ocorreu nos campos, já que nas arquibancadas diversos protestos marcaram as partidas e mostraram que, mesmo diante da possibilidade de um investimento maior, os torcedores germânicos não abrem mão de suas convicções e ideologias.

Os protestos começaram quando a Bundesliga decidiu, numa votação apertada, permitir o aporte mínimo de investimentos estrangeiros na parte de televisão e marketing da liga. Apesar da ideia soar um pouco "xenófoba", na verdade o temor dos torcedores alemães, principalmente dos grupos ultras locais, não é necessariamente na questão do investimento ser estrangeiro, mas sim dele alterar a cultura que a Bundesliga criou de priorizar os torcedores e não necessariamente a televisão.

O Campeonato Alemão, apesar de também ser um sucesso de expansão no mundo, tem em seu "ethos" o respeito ao torcedor de arquibancada. Muito do marketing feito pela liga germânica se dedica a mostrar a paixão e o colorido das arquibancadas alemãs e o campeonato de fato prioriza seus torcedores, tendo inclusive diversas associações que buscam dar maior protagonismo a eles dentro do campeonato. O temor, portanto, é que isso deixe de ser a regra.

Nesta rodada, diversos tipos de protestos aconteceram: desde simples faixas nas arquibancadas até jogos sendo paralisados por mais de 10 minutos devido a chuvas de moedas ou bolas de tênis nos gramados, ou mesmo sinalizadores enfumaçando os estádios. Em alguns casos, todos estes ocorreram juntos. As indignações não se limitaram a primeira divisão, já que torcidas como a do Hamburgo também protestaram na segunda divisão. 


O investimento na Bundesliga não é uma ideia ruim para o campeonato, se você analisar friamente. O campeonato alemão ficou para trás no quesito de capacidade de investimento, sendo ultrapassado por léguas pela Premier League, pela Série A e pela La Liga, que anda perdendo seu espaço. A exceção do Bayern e de algumas aventuras do Dortmund e do Frankfurt, tem sido difícil para as equipes locais conseguirem ir longe em campeonatos continentais. O dinheiro seria bem vindo para o desenvolvimento do torneio. 

Porém, os torcedores não abrem mão de seus ideais e talvez isso seja um dos maiores atrativos do futebol tedesco. Pouco importa se a ausência deste investimento custará em qualidade ao torneio, os torcedores não aceitam que eles, que são donos do espetáculo, corram o risco de deixarem de ser a prioridade da liga e isso, por si só, é uma das coisas mais incríveis da Bundesliga, mesmo que custe a ela as glórias de outros campeonatos. 

Klaus Fischer e suas onze temporadas pelo Schalke 04

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Foram 11 temporadas no time alemão

Klaus Fischer foi um bom atacante alemão, sendo um grande goleador, passando por alguns times do futebol nacional. O jogador tinha o faro do gol e isso chamava muito a atenção, e os números dele pelo Schalke 04 impressionam, pois em 11 temporadas tem mais atentos do que jogos. 

O jogador nasceu em Lindberg, na Alemanha Ocidental, no dia 27 de dezembro de 1949, e começou a sua carreira na base do Kreuzstraßl, depois foi para o Zwiesel e chegou no Munique 1860, onde foi lançado para o futebol profissional, mostrando todo seu talento. 

Depois de duas temporadas no clube, o jogador conseguiu ter muito destaque, mostrando que tinha um grande potencial. Com as suas boas atuações, Fischer foi contratado pelo Schalke 04, uma equipe grande do seu país, onde teria mais visibilidade. 

Logo na sua primeira temporada, foi envolvido em uma grande polêmica, sendo envolvido e punido no escândalo de suborno em 1971. Em seu primeiro julgamento, acabou sendo banido do futebol, mas depois acabou caindo para um ano de suspensão. 

O atacante retornou em 1972, e foi muito importante durante a temporada, fazendo gols decisivos pelo clube. O Schalke 04 foi campeão da Copa da Alemanha com o Fischer marcando um gol na final, e esse foi o único título do jogador pela equipe em suas onze temporadas. 

A equipe brigava sempre na parte de cima da tabela no campeonato nacional e chegou perto de conquistar duas vezes o Campeonato Alemão, porém acabou ficando com o vice-campeonato. 


Pelo clube ficou onze temporadas, conquistando apenas aquele título, porém os seus desempenhos eram impressionantes. O atacante teve números muito bons em sua passagem, foram 295 jogos e 302 gols, mostrando todo seu faro de artilheiro.

Em 1981, Fischer deixou o clube, indo atuar em outro clube alemão, dessa vez o KoIn.

O Bayer Leverkusen encanta e segue líder na Bundesliga

Por Lucas Paes
Foto: Divulgação/Bayer Leverkusen

O Leverkusen lidera o Alemão

Se esperava de várias equipes na temporada 2023/2024 o "melhor futebol", ou pelo menos o jogo mais plástico do planeta, porém a maioria das que está entregando isso é uma surpresa. Antes do início da temporada, se esperava muito de diversas equipes, porém o melhor futebol e o melhor momento esportivo do planeta bola vem de uma surpresa grata e maravilhosa da Alemanha: o Bayer Leverkusen de Xabi Alonso, líder da Bundesliga e absolutamente encantador de se assistir.

O Bayer Leverkusen atualmente lidera o Campeonato Alemão numa pontuação apertada contra Bayern, que aliás tem jogado bem nos últimos tempos também, a exceção de alguns jogos. São 4 pontos de vantagem dos Werkself diante dos bávaros, que poderiam até ser mais já que o time empatou recentemente numa rodada onde o atual decacampeão perdeu, de goleada aliás para o Frankfurt. Porém, o time de Xabi Alonso não mostra sinais de fraqueza, muito pelo contrário.

Se esperava que o biênio 2023/2024 fosse de poucas surpresas. Esperava-se um futebol maravilhoso do Manchester City, campeão da quadrupla na Inglaterra e que parece estar cansado, já que não jogava muito bem mesmo com Haaland e De Bruyne, que agora estão ausentes e fizeram o nível dos citizens cair. Talvez do Napoli, que foi campeão italiano dando show na temporada passada e caiu de produção. do Real Madrid, que se apoia nos momentos iluminados de Bellingham mais do que em um bom futebol propriamente dito, da Inter, que é um time cínico e frio, que dá show quando quer (geralmente contra o Milan os nerazzurri querem) ou até do Arsenal, que é um dos poucos da lista que entrega-se o que esperava. Porém, quem entrega são times como Aston Villa e Leverkusen, e o lado alemão entrega muito mais.

O Bayer atualmente possuí 39 pontos na liderança da Bundesliga, tendo marcado incríveis 42 gols em 15 jogos e sofrido apenas 12. São 12 vitórias, três empates e nenhuma derrota do time de Xabi Alonso. A artilharia do time na temporada é bastante distribuído. Um dos grandes destaques é Boniface, que chegou do Union St. Gilloise (que novamente lidera o Belgão) e não sentiu a mudança. Além dele, Grimaldo tem surpreendido positivamente ofensivamente, mas nomes como Frimpong, Wirtz, Hoffman e Hlozeck também tem se destacado.


O time joga de maneira ofensiva e muitas vezes sufoca seu adversário até conseguir o gol, sabendo também controlar o jogo com a posse de bola. Neste jogo diante do Frankfurt, o mesmo time que outro dia sentou 5 a 0 no Bayern, o time mal deu tempo do adversário respirar e abriu o placar com Boniface. Sem aliviar, o time seguiu pressionando, só que só marcou no segundo tempo, com Frimpong, após linda jogada de Palacios e rebote no chute de Boniface. O nigeriando ainda deu espetacular assistência para Wirtz fechar o placar com um lindo gol de cobertura.

Também voando na Europa League, o Bayer empolga seu torcedor, que sonha com o primeiro título alemão de um time que sempre ficou no quase, mas além da sua torcida, encanta também o amante do futebol com seu jogo ofensivo e rápido, consolidando talvez o nome de Xabi Alonso na nova geração de treinadores. É aguardar maio para ver onde vai terminar a saga do time rubro-negro, que até o momento é sim o melhor futebol do planeta.  

A história de Luciano Emílio no futebol alemão

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Um dos times onde Luciano jogou foi o Colônia

Entre os anos 1990 e 2000 uma situação curiosa ocorreu algumas vezes no futebol alemão: os diversos casos de jogadores que passavam por lá quase a carreira inteira sem quase jogar em seus países de origem, o que ocorreu com alguns brasileiros, como Cacau e Kevin Kurany. Um dos casos de jogadores que acabou passando por lá sem muito sucesso no Brasil foi do atacante Luciano Emílio, que completa 45 anos neste dia 12 de dezembro e foi um verdadeiro andarilho do futebol.

Luciano havia iniciado a carreira no interior de São Paulo, atuando primeiro no XV de Piracicaba, onde se profissionalizou em 1995 e depois no Rio Branco, entre os anos de 1996 e 1997. Foi nesse contexto que acabou despertando o interessa do Colônia, que o contratou na temporada 1997/1998, tirando o jogador direto do Rio Branco.

Não fez muito sucesso nos bodes. Esteve por lá em duas temporadas e pouco conseguiu atuar com a camisa da equipe, sendo negociado ao fim da temporada 1998/1999, depois de apenas seis jogos no time, com o Alemania Aachen, que na época disputava a segunda divisão. Por lá, conseguiu jogar mais na primeira temporada, entrando em campo em 24 partidas, mas terminando por marcar apenas um gol nesses jogos.


Na temporada seguinte, sequer conseguiu atuar direito antes de acabar retornando ao futebol do interior de São Paulo, retornando a União Barbarense. Viveria seus grandes momentos na carreira a partir do ano seguinte, quando fez sucesso atuando pelo Real España, do futebol hondurenho, onde foi campeão e artilheiro do campeonato local. 

Luciano ainda rodou diversos países antes de pendurar as chuteiras no ano de 2013, atuando pela Cataduvense, que na época jogava o Paulistão da Série A2. Antes, havia passado com algum sucesso também pela MLS, onde é um dos grandes nomes da história do DC United, time de Washington, capital dos EUA. 

Nevasca adia jogo entre Bayern de Munique e Union Berlin pela Bundesliga

Com informações da Agência Estado
Foto: reprodução

Neve tomou conta dos arredores da Allianz Arena

O jogo entre Bayern de Munique e Union Berlin, que aconteceria neste sábado precisou ser adiado por conta de uma nevasca que atingiu a cidade de Munique. A Federação Alemã de Futebol (DFB) ainda não definiu uma nova data para o confronto.

O Bayern de Munique divulgou em suas redes sociais todo o caos causado pela nevasca. A Allianz Arena está praticamente sob a neve. Ruas foram fechadas, assim como viagens de trem e vários voos foram cancelados. Este, no entanto, foi o único jogo adiado da 13ª rodada do Campeonato Alemão até o momento. O mau tempo afetou também o Reino Unido.

Um dos líderes do Bayern de Munique, Thomas Müller brincou com a situação: “Não sei por que o jogo de hoje foi cancelado. Nenhuma ideia. Mas, bem, temos que aceitar”, disse o meia, antes de falar com seriedade. “Está nevando muito. Raramente vi algo assim. Talvez (o jogo) aconteça amanhã (domingo), tomara que nos próximos dias. Hoje vamos apenas ter uma tarde aconchegante de Campeonato Alemão no sofá.”


Bayern de Munique e União Berlin se enfrentam com objetivos opostos no Campeonato Alemão. O time de Thomas Müller disputa a liderança do torneio, com o Bayer Leverkusen, atualmente tem 32 pontos, enquanto a equipe de Berlin é a lanterna, com sete, com apenas duas vitórias em 12 jogos.

Sem contar o duelo com o Union Berlin, o Bayern de Munique volta a campo apenas no dia 09 de dezembro (sábado), frente ao Eintracht Frankfurt, pela 14ª rodada do Campeonato Alemão.

A história de Torsten Frings com o Werder Bremen

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Frings atuando pelo Werder

Hoje, assim como curiosamente a Seleção Brasileira, da qual ela foi algoz em 2014, a Alemanha vive um dos seus piores momentos no futebol mundial, mas nem sempre foi assim. Antes de se renovar e passar a ter característica de um jogo mais técnico, os germânicos tinham um estilo de jogo que envolvia mais vontade e dedicação do que técnica. Um dos nomes que viveu esse momento e também a transição foi o volante Torsten Frings, que completa 47 anos neste dia 22 e fez história jogando no Werder Bremen.

Frings nasceu na antiga Alemanha Oriental e começou sua trajetória dentro das quatro linhas num país já unificado no modesto Alemania Aachen antes de chegar ao Werder Bremen, ainda muito jovem. Precisou de apenas um jogo no time B dos alviverdes antes de já começar a atuar pelo time principal, ainda na temporada 1996/1997, já se tornando titular naquele momento e chamando a atenção pelo seu futebol.

A partir da temporada 1997/1998 passa a ser titular absoluto da volância do Werder e vira um dos grandes nomes da volância na Bundesliga. Na temporada seguinte ganha seu primeiro título na carreira, quando é campeão da Copa da Alemanha, a queridíssima DFB Pokal. Segue sendo titular e uma das grandes referências do torcedor até a temporada 2001/2002, quando acaba negociado logo após a Copa do Mundo com o Borussia Dortmund.


Volta ao Werder em 2005, depois de duas temporadas em Dortmund e uma no Bayern de Munique. Desde seu retorno, é titular absoluto do time e inclusive joga novamente a Copa do Mundo pela Seleção Alemã. Na temporada 2008/2009, conquista seu segundo título da Copa da Alemanha pelo Werder, já no final de sua carreira. Permanece na segunda passagem até 2011, quando negocia com o Toronto FC, onde penduraria as chuteiras em 2012.

No total, Frings é um dos jogadores que mais atuou com a camisa do Werder Bremen, somando 450 jogos pelo clube, onde marcou ótimos 53 gols. É considerado como um dos maiores ídolos da história do clube, apesar de não ter tido o privilégio de conquistar nenhuma Bundesliga atuando pelos alviverdes. 

Mehmet Scholl e sua grande história no Bayern de Munique

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Mehmet Scholl defendeu o Bayern por 15 anos

Mehmet Tobias Scholl é um dos maiores ídolos da história do Bayern de Munique, pois ficou no clube durante 15 anos da sua carreira. O meia-atacante teve passagem por apenas dois clubes, e conquistou todos os títulos possíveis pela grande equipe alemã.

O jogador nasceu em Karlsruhe, na Alemanha Ocidental, no dia 16 de outubro de 1970, e começou no futebol muito cedo, logo aos 6 anos de idade. Ainda quando criança jogou no SV Nordwest Karlsruhe, onde conseguiu se desenvolver e ter um início no esporte. 

Aos 12 anos foi para a base do Karlsruher, onde fez todo o restante do seu desenvolvimento e tornou-se profissional aos 19 anos. Em 1989, começou a fazer parte da equipe principal, mas acabou demorando um pouco para conseguir ter mais minutos. 

Quando conseguiu ter mais minutos em campo, mostrou todo seu talento e potencial. O meia-atacante começou a ser convocado para a Seleção da Alemanha Sub21, o que deu mais destaque para o jogador, que chamou a atenção de grandes clubes. 

Em 1992 foi contratado pelo Bayern de Munique, chegando para um dos maiores clubes do país. O meia-atacante teria uma grande oportunidade em sua carreira, ainda aos 22 anos de idade, chegando para ser uma estrela do time, com o potencial que tinha. 

Aos poucos foi se tornando titular da equipe e não saiu mais, sendo muito importante para o clube. O seu primeiro título foi após dois anos no clube, apenas em 1994, quando foi campeão da Bundesliga, sendo o primeiro de muitos na sua passagem. 

A final da década de 90 foi muito vitoriosa para o clube, e o jogador foi uma grande estrela daquele elenco. A equipe conquistou diversos títulos importantes, colocando uma hegemonia em seu país, passando a ser um dos times mais temidos do futebol europeu. 


A equipe conquistou todos os títulos possíveis, e o jogador foi extremamente importante neles. Mehmet fez gols decisivos e entrou para a história do clube, como um dos mais vitoriosos. Um dos títulos mais importantes foi em 2001, quando o time conquistou a Champions League e depois venceu o Mundial de Clubes, uma grande temporada. 

Mehmet ficou na equipe durante 15 anos, até se aposentar em 2007, como um dos maiores ídolos do clube. Pela equipe alemã, o meia atacante ganhou Champions League, Mundial de Clubes, Taça UEFA, 8x Bundesligas, 5x Taças Alemãs e 5x Taças da Liga. Além disso, foram 468 jogos e 116 gols, uma história belíssima.

Darío Rodríguez e sua passagem pelo Schalke 04

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Darío Rodríguez quando atuou pelo Schalke 04

Octavio Darío Rodríguez Peña, conhecido simplesmente como Darío Rodríguez, teve uma boa carreira no futebol uruguaio, e também chegou a atuar no futebol europeu. O zagueiro, que também chegou a atuar de lateral, se destacou no Peñarol e, logo depois, foi contratado pelo Schalke 04.

O jogador nasceu em Montevidéu, no Uruguai, no dia 17 de setembro de 1974, e começou no futebol muito cedo. Aos cinco anos, ele entrou nas categorias de base do Huracan Vilegas, dando seus primeiros passos no esporte, ficando na equipe até os 11 anos.

Depois do seu início, o jogador foi para o Higos Del Mar, onde conseguiu se desenvolver melhor no futebol. O jogador ficou na equipe até os 15 anos, pois depois foi para o Sud América, clube em que ficou na parte final do seu desenvolvimento. 

Darío estreou no profissional em 1994, pelo Sud América, mas acabou fazendo apenas 23 jogos durante a temporada. Em 1995 foi contratado pelo Toluca, do México, onde conseguiu fazer uma temporada melhor, com 27 jogos e marcou seu primeiro gol no profissional. 

Em 1997, retornou ao futebol uruguaio, dessa vez para atuar no Bella Vista, e fez uma boa temporada, ganhando destaque no seu país. Depois de grandes atuações, o jogador foi contratado no ano seguinte pelo Peñarol, um dos maiores clubes do futebol sul-americano. 

No Penãrol ficou durante quatro temporadas, sendo importante para a equipe, fazendo grandes jogos. Darío chegou a conquistar o Campeonato Uruguaio em 1999. 

Depois das boas temporadas, o jogador começou a receber algumas propostas do futebol europeu. Darío vinha sendo convocado para a sua seleção, o que deu mais visibilidade ao atleta. Em 2002, Schalke 04 fez uma boa proposta para o zagueiro e acertou a sua transferência. 


Darío iria para uma nova experiência, jogar no futebol europeu, tendo uma grande oportunidade. O zagueiro era versátil, conseguindo atuar bem também na lateral, dando algumas opções para o treinador, e isso foi muito importante na sua passagem pela equipe. 

No ano seguinte à sua chegada, o jogador conquistou a Copa Intertoto da UEFA, e no ano seguinte o bicampeonato da competição. Além desses dois títulos importantes, o mais relevante aconteceu em 2005, quando a equipe foi campeã da Copa da Liga Alemã.

O jogador permaneceu na equipe até 2008, quando acertou seu retorno aos Penãrol, clube que deve destaque na sua carreira e a encerrou em 2015 pelo clube. Em sua passagem pelo Schalke 04, foram 129 jogos e 7 gols marcados.

Markus Babbel e sua passagem pelo Bayern de Munique

Por Fabio Rocha
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Markus Babbel em sua época de Bayern de Munique

Markus Fings Babbel, atualmente técnico de futebol, mas já teve uma boa carreira como jogador. O zagueiro teve passagens importantes pelo Bayern de Munique e Liverpool, onde conquistou diversos títulos e foi importante, além disso, chegou a seleção alemã.

Markus nasceu em Munique, na Alemanha, no dia 8 de setembro de 1972, e sua carreira começou 19 anos depois. Antes da sua ida ao profissional, o jogador se desenvolveu nas categorias do Bayern, que era e ainda é a maior equipe do futebol alemão.

Depois de alguns jogos na base, ele conseguiu se destacar, e subiu para o profissional da equipe em 1991. Mas em sua primeira temporada não conseguia atuar muitas vezes, acabou entrando em campo apenas doze vezes, e isso estava impedindo seu desenvolvimento.

Ao final da temporada, o jogador acabou deixando a equipe, sendo contratado pelo Hamburgo, onde conseguiria ter mais minutos em campo para se desenvolver mais no profissional. Depois de dois anos na equipe, o zagueiro conseguiu se firmar, mas ainda era um pouco imaturo, o que acabou o prejudicando um pouco.

Mas em 1994 teve seu retorno ao Bayern, pois queriam ter o jogador novamente, pois viram seu desenvolvimento. Aos poucos foi ganhando seu espaço na equipe, mostrando todo seu potencial, sendo muito sólido defensivamente, e muito bom na bola aérea defensiva e ofensiva.

Depois de uma boa temporada, em 1995 recebeu sua primeira convocação para a seleção principal da Alemanha. O zagueiro continuou muito bem pelo Bayern, e seus melhores momentos pela equipe foi na segunda parte da década de 90, onde o time conquistou alguns títulos importantes.


Em 1996 a equipe foi campeã da Copa da UEFA, mas não parou por aí. Além desse grande título, o jogador ainda fez parte de três conquistas do Campeonato Alemão (1997,99 e 2000), duas da Copa da Alemanha (1998 e 2000) e três Copa da Liga Alemã (1997,98 e 99).

Ao todo das suas duas passagens pelo clubes, contabilizando nove anos no Bayern, o zagueiro conquistou nove títulos, atuando em 182 partidas e marcando nove gols pelo clube. Mas após amargar a reserva da seleção alemã na Europa de 2000, e a equipe ser um fracasso na competição, o jogador resolveu aceitar a proposta do Liverpool.

Um "outro" Fritz Walter - A história de um ídolo do Stuttgart

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

O "outro" Fritz Walter 

O nome de Fritz Walter traz a mente um dos maiores jogadores da história do futebol alemão em todos os tempos, destaque do time campeão da Copa do Mundo de 1954. Porém, o nome não é exatamente incomum dentro do país e é também o de batismo de outro grande jogador que acabou não tendo grandes sucessos na seleção, apesar de uma medalha olímpica, mas foi ídolo de um dos times conhecidos do país, o Stuttgart. O ex-atleta está completando seus 63 anos neste dia 21 de julho.

Fritz começou sua carreira no modesto Waldhof Mannheim, da cidade de Mannheim, que fica no interior da Alemanha. A equipe porém, na época, variava entre a primeira e a segunda divisão da Alemanha e nela Walter já mostrou sua veia artilheira marcando gols e sendo o vice-artilheiro da equipe no acesso para a Bundesliga em 1982/1983, que terminou inclusive com título da segunda divisão. 

Ficou no seu clube de origem até a temporada 1986/1987, quando marcou 23 gols na Bundesliga e acabou por chamar a atenção do Suttgart, que o adquiriu. Foi inclusive medalha de bronze nas Olímpiadas de 1988 na sua primeira temporada no Stuttgart. Nas temporadas seguintes, se converteria num dos grandes ídolos do clube. Fez parte do time vice-campeão da Copa da UEFA na temporada 1988/1989. Mas, seu grande ano viria na temporada 1991/1992. 

Naquele biênio, o Stuttgart fez grande campanha e conquistou seu quarto título do campeonato alemão. Walter viveu um grande ano, foi artilheiro do campeonato e principal destaque da equipe na conquista da competição. Ainda assim, acabou não convocado a seleção. Permaneceu no clube até 1993/1994, quando foi negociado com o Arminia Bielefeld, onde inclusive fez parte de um time que ascendeu em três temporadas da terceira até a primeira divisão.


O último clube da carreira de Fritz foi o SSV Ulm, por onde jogou pouco em duas temporadas antes de pendurar as chuteiras. É o terceiro maior artilheiro da história do Stuttgart com 123 gols marcados em 241 jogos pelo clube, sendo um grande ídolo do clube. Bom artilheiro, fez mais de 220 gols durante sua trajetória profissional. 

O início de Thomas Häßler no FC Köln

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Häßler atuando no Köln

A Alemanha é assumidamente um dos países mais tradicionais do futebol mundial. Antes conhecida por um estilo de jogo mais duro e menos técnico e hoje um dos expoentes do jogo mais técnico e coletivo, o país tedesco sempre teve tradição em revelar jogadores de alto garbo que se converteram em verdadeiras lendas do esporte bretão. Neste dia 30 de maio, um dos maiores nomes do futebol do país completa 57 anos, o meia Thomas Häßler (leia-se Hassler), que começou sua trajetória no Köln, que aqui no Brasil é conhecido como Colônia.

Hassler chegou ao Colônia já com alguma idade. Nascido na Berlin Ocidental, começou sua trajetória no esporte bretão na infância no Meteoro Berlin e depois atuou no Fuchse Berlin. Chegou ao clube na temporada 1984/1985, depois de fazer a parte final da base praticamente inteira no Fuchse. Sua primeira temporada foi discreta, seria só a partir da sua segunda temporada profissionalmente que ele começaria a render frutos.

Na temporada 1985/1986, Hassler passou a atuar mais no time principal e se tornou parte importante da equipe principal do Koln. Foi importante na ótima campanha que os bodes fazem na Copa da UEFA da temporada 1985/1986, quando a equipe acaba derrotada na final pelo Real Madrid da Quinta del Butre, um dos maiores times da história do maior clube do mundo. A partir do ano de 1987, Thomas também começaria a aparecer na Seleção Alemã.

Seu primeiro gol como profissional sai na temporada 1986/1987, num empate diante do Kaiserslautern. A partir dali começa a virar o principal jogador do Koln e nas temporadas seguintes ajuda seu clube a chegar muito perto do título da Bundesliga por duas vezes seguidas, nas temporada 1988/1989 e 1989/1990. Ao fim desta última, seria um dos grandes nomas da conquista do terceiro título mundial da Alemanha, no ano de 1990.


Encerra sua passagem pelos Bodes justamente ao fim da Copa do Mundo, quando acaba por ser negociado com a Juventus por 15 milhões de Marcos Alemães. No total, atuou em 182 partidas com a camisa do Colônia, marcando 18 gols, ao longo das seis temporadas que teve por lá. Hassler, curiosamente, não conquistou nenhum grande título por clubes, sendo suas conquistas uma Eurocopa e uma Copa do Mundo "apenas". 

O Curioso do Futebol

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