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O início de Thomas Häßler no FC Köln

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Häßler atuando no Köln

A Alemanha é assumidamente um dos países mais tradicionais do futebol mundial. Antes conhecida por um estilo de jogo mais duro e menos técnico e hoje um dos expoentes do jogo mais técnico e coletivo, o país tedesco sempre teve tradição em revelar jogadores de alto garbo que se converteram em verdadeiras lendas do esporte bretão. Neste dia 30 de maio, um dos maiores nomes do futebol do país completa 57 anos, o meia Thomas Häßler (leia-se Hassler), que começou sua trajetória no Köln, que aqui no Brasil é conhecido como Colônia.

Hassler chegou ao Colônia já com alguma idade. Nascido na Berlin Ocidental, começou sua trajetória no esporte bretão na infância no Meteoro Berlin e depois atuou no Fuchse Berlin. Chegou ao clube na temporada 1984/1985, depois de fazer a parte final da base praticamente inteira no Fuchse. Sua primeira temporada foi discreta, seria só a partir da sua segunda temporada profissionalmente que ele começaria a render frutos.

Na temporada 1985/1986, Hassler passou a atuar mais no time principal e se tornou parte importante da equipe principal do Koln. Foi importante na ótima campanha que os bodes fazem na Copa da UEFA da temporada 1985/1986, quando a equipe acaba derrotada na final pelo Real Madrid da Quinta del Butre, um dos maiores times da história do maior clube do mundo. A partir do ano de 1987, Thomas também começaria a aparecer na Seleção Alemã.

Seu primeiro gol como profissional sai na temporada 1986/1987, num empate diante do Kaiserslautern. A partir dali começa a virar o principal jogador do Koln e nas temporadas seguintes ajuda seu clube a chegar muito perto do título da Bundesliga por duas vezes seguidas, nas temporada 1988/1989 e 1989/1990. Ao fim desta última, seria um dos grandes nomas da conquista do terceiro título mundial da Alemanha, no ano de 1990.


Encerra sua passagem pelos Bodes justamente ao fim da Copa do Mundo, quando acaba por ser negociado com a Juventus por 15 milhões de Marcos Alemães. No total, atuou em 182 partidas com a camisa do Colônia, marcando 18 gols, ao longo das seis temporadas que teve por lá. Hassler, curiosamente, não conquistou nenhum grande título por clubes, sendo suas conquistas uma Eurocopa e uma Copa do Mundo "apenas". 

Com gol de bicicleta de brasileiro, Sevilla conquista a Liga Europa

Com informações da Agência Folha
Foto: Getty Images.com

Diego Carlos armando a bicicleta para o belo gol no título do Sevilla

Com um gol de bicicleta do zagueiro brasileiro Diego Carlos, 27, o Sevilla conquistou mais uma vez o título da Liga Europa. A equipe espanhola venceu a Internazionale (ITA) por 3 a 2 nesta sexta (21), em Colônia, na Alemanha. A finalização do defensor ia para fora, mas o atacante belga da equipe italiana Romelu Lukaku a desviou para a rede.

O resultado consolida ainda mais o Sevilla como especialista na Liga Europa. Foi o sexto título na competição que até 2009 se chamava Copa da Uefa. O clube é o maior vencedor da história do torneio e tem o dobro de triunfos de Liverpool (ING), Juventus (ITA), Internazionale (ITA) e Atlético de Madrid (ESP), que dividem o segundo lugar no número de troféus.

O domínio do Sevilla começou em 2006, quando ganhou pela primeira vez. Depois disso, também ficou com a taça em 2007, 2014, 2015 e 2016, antes de derrotar a Inter nesta sexta. O primeiro tempo teve maior domínio italiano, mas, como já havia acontecido nas quartas e na semifinal, os espanhóis se mantiveram no jogo e sem desperdiçar as chances que apareciam.

Nas fases anteriores, o herói foi o goleiro marroquino Yassine Bounou. Contra o Wolverhampton (ING), ele defendeu pênalti quando o placar era 0 a 0 (o Sevilla venceu por 1 a 0). Na semifinal, salvou os espanhóis em vários lances na vitória por 2 a 1 sobre o Manchester United (ING).

O esquema do técnico Julen Lopetegui bloqueou a velocidade da Internazionale e controlou o perigo representado por Lukaku, referência no ataque da Inter. Mas foi o belga quem abriu o placar ao sofrer pênalti cometido por Diego Carlos e convertê-lo aos 5 minutos.

Poderia ser o sinal de uma goleada, mas o Sevilla virou em duas bolas aéreas com cabeçadas do holandês Luuk de Jong, aos 12 e 33 minutos. Sem espaço para entrar pelo meio da área, a Inter começou também a jogar com bolas aéreas e chegou à igualdade com o uruguaio Diego Godín aos 33.


Os dois times pareceram mais preocupados com a questão defensiva na etapa final, e as chances não foram muitas. A melhor delas caiu nos pés de Lukaku, que saiu de frente para Bounou, mas não conseguiu converter.

O castigo veio logo depois, aos 29, quando Diego Carlos acertou uma bicicleta improvável na área e contou com a ajuda do artilheiro rival. Revelado pelo Desportivo Brasil, equipe formada pela empresa Traffic para revelar novos jogadores, Diego está na Europa desde 2014 e se destacou no Nantes (FRA), entre 2016 e 2019, quando foi contratado pelo Sevilla.

As camisas de Bodo Illgner

Por Lucas Paes


Illgner esteve em poucos clubes na carreira

Completando 53 anos neste dia 7, Bodo Illgner foi, equanto jogador, um dos principais goleiros de sua geração no futebol mundial. Mais um dos grandes da posição formado na escola alemã de goleiros, teve ótimos momentos nos anos 1990 e foi campeão de uma Copa do Mundo como titular no gol Alemão com apenas 23 anos de idade. Teve a carreira meio abreviada por uma gravíssima lesão no ombro, nada que tirasse o brilho de suas atuações.

Colônia


Contando base e profissional, foram 13 anos no Colônia
(Foto: Imago)

Começou sua carreira com o Colônia aos 19 anos, depois de alguns anos na base dos bodes. Sua trajetória começou numa gelada quando em um jogo entre Bayern e Colônia, o títular Schumacher foi expulso após cometer um pênalti e acabou substituido por Ilgner, em 1986. Ele não conseguiu pegar o pênalti, mas acabaria virando títular na temporada seguinte, após a dispensa de Schumacher, que havia causado polêmica ao afirmar que todos os jogadores da Bundesliga jogavam dopados em sua autobiagrafia.

Permaneceria pelos próximos dez anos no clube. Entre seus feitos, esteve o fato de ser grande responsável por duas campanhas de vice-campeonato, na Bundesliga e na Copa da Alemanha, sendo eleito inclusive o melhor goleiro da Europa pela UEFA. Convocado pela Seleção Alemã, virou titular do time tedesco e foi campeão do mundo em 1990. Ficou até 1996 no clube, quando acabou contratado peo Real Madrid, jogando quatro jogos antes de se transferir. Foram 326 jogos defendendo o gol do Colônia.

Real Madrid


No Real Madrid, foi campeão europeu
(Foto: Pinterest)

Nos Merengues, já chegou ao clube sendo títular na campanha do título Espanhol da temporada 1996/1997, o primeiro de sua carreira por clubes. Na temporada seguinte, teve uma lesão que quase o fez perder a titularidade para Canizares, mas recuperou a posição e defendeu a meta madridista nos títulos da Liga dos Campeões de 1997/1998 e do Mundial Interclubes, conquistado em cima do Vasco da Gama.

Pouco após renovar seu contrato, na temporada 1999/2000, sofreu uma gravíssima lesão no ombro que acabou por ser o momento em que ascendeu um jovem Iker Casillas ao gol dos Merengues. Sem consegguir recuperar sua forma e a posição. Ainda disputou algumas partidas na temporada 2000/2001, mas decidiu por encerrar a carreira, antes da conclusão da temporada. Pelo time de Madri, ganhou dois Campeonatos Espanhóis, uma Supercopa da Espanha, duas Ligas dos Campeões (a rigor seriam três, pois chegou a jogar na edição de 2001, vencida pelos madridistas) e um Mundial Interclubes. Jogou 91 partidas com a camisa blanca.

Seleção Alemã


Na Alemanha, ganhou a Copa do Mundo
(Foto: swr.de)

Teve sua primeira convocação pela Seleção Alemã ainda na época da Alemanha Ocidental, em 1987. Pelo Die Mannschaft, foi campeão da Copa do Mundo de 1990 e nela foi responsável direto pela classificação a final, defendendo um pênalti de Stuart Pearce. Com 23 anos, foi o goleiro mais novo a conquistar um título de Copa do Mundo e o primeiro a não tomar gols em finais. Sua última partida pela seleção nacional foi a eliminação alemã na Copa do Mundo de 1994 para a Bulgária. Foram 54 jogos pelo Mannschaft

O Curioso do Futebol

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