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Incansável! Aos 43 anos, Ciel marca gols decisivos e leva Tirol à decisão da Taça Fares Lopes

Foto: @baggiorodriguesfoto

Ciel comemorando o gol contra o Fortaleza

E não cansa de fazer gols! O experiente atacante Ciel, aos 43 anos, não quer saber da aposentadoria no futebol e segue balançando as redes. Emprestado pelo CSA ao Tirol, ele vem fazendo gols decisivos na campanha que levou o clube cearense à decisão da Taça Fares Lopes.

Na noite de segunda-feira, dia 1º, Ciel abriu o marcador para o Tirol no empate em 1 a 1 no tempo normal contra o Fortaleza, na semifinal da competição de segundo semestre no Ceará. E foi um golaço, com um chute de fora da área que acertou o ângulo (veja abaixo). A Coruja levou a melhor sobre o Tricolor do Pici nas penalidades, ganhando por 5 a 3.

Ciel já havia marcado de pênalti na fase anterior da competição, nas quartas de final, na vitória por 3 a 2 sobre o Ferroviário, ex-clube do experiente atacante. Ao todo, na Taça Fares Lopes, Ciel fez cinco jogos e marcou os dois gols, mas nas fases mais importantes.


O Tirol é o terceiro clube que Ciel defende em 2025. Ele começou a temporada no Ferroviário, onde em 28 jogos, marcou 13 gols. Depois, ele foi para o CSA, onde fez apenas três partidas na Série C do Brasileiro e foi emprestado ao Tirol. E, pelo que parece, ele não pensa em parar, já que o atacante é esperado pelo time alagoano para a temporada 2026.

Outro finalista - O outro time na final da Taça Fares Lopes é o Maracanã, que eliminou o Ceará na outra semifinal, realizada no sábado, vencendo pelo placar de 2 a 1. A Federação Cearense de Futebol ainda vai divulgar os detalhes da grande decisão.


Luto! Ex-atacante de Santos e Rio Preto, Suzana morre após luta contra um câncer

Foto: arquivo / Santos FC

Suzana quando defendeu o Santos FC

Luto no futebol feminino brasileiro. Morreu neste domingo, dia 14, a ex-atacante Suzana Agostini, que marcou época com as camisas de Santos e Rio Preto. Ela, que tinha 43 anos, vinha lutando contra um câncer no útero.

Em agosto, o Santos e o Realidade Jovem, equipe que antes tocava o futebol feminino do Rio Preto e que depois foi o time onde Suzana encerrou a carreira em 2021, anunciaram campanhas de arrecadação de fundos para ajudar o tratamento da ex-atleta.

Suzana esteve em uma das épocas de ouro das Sereias da Vila, de 2006 à 2011, jogando ao lado de Marta. A ex-jogadora também fez história no Rio Preto, atuando na equipe de 2012 à 2018. A aposentadoria dos gramados veio em 2021, após uma temporada no Realidade Jovem.

O Santos divulgou nota sobre a morte da ex-atleta. "O Santos FC lamenta profundamente o falecimento de Suzana Agostini, multicampeã e ícone das Sereias Da Vila. Suzana marcou sua trajetória com dedicação, talento e conquistas inesquecíveis, ajudando a construir a história vitoriosa do futebol feminino santista. Dentro e fora de campo, deixou um legado de garra, profissionalismo e amor pelo esporte. Neste momento de dor, o Clube se solidariza com familiares, amigos, e ex-companheiras de equipe. Sua história estará para sempre registrada na memória do Santos FC".


O Realidade Jovem também publicou nota. "Hoje nos despedimos de uma pessoa que faz parte da história da Realidade Jovem. Por mais de duas décadas Suzana esteve em São José do Rio Preto, onde além de vestir os uniformes do Juventude, Rio Preto e Realidade Jovem, construiu sua vida, estudou e seguia carreira como veterinária. Nossa eterna camisa 9. Nossos sinceros sentimentos aos familiares e amigos".

Ewerthon e sua trajetória pelo Borussia Dortmund

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Ewerthon brilhou por quatro anos com a camisa auri-negra

Ewerthon Henrique de Souza, ex-atacante popularmente conhecido apenas como Ewerthon, está completando o seu 43º ano de vida nesta segunda-feira, dia 10 de junho de 2024. No decorrer de sua vitoriosa carreira como atleta, o avançado teve uma passagem muito boa pelo Borussia Dortmund na virada do século XX para o XI.

Revelado pelo Corinthians, o artilheiro paulistano chamou a atenção da equipe auri-negra alemã ao se destacar nos vários títulos que o Timão conquistou entre o fim da década de 90 e início dos Anos 2000. Porém, foi somente em 2001, um ano após vencer o Mundial de Clubes pelo clube Alvinegro do Parque São Jorge, que a sua contratação foi realmente concretizada.

Logo na sua primeira temporada com a camisa do time da Renânia do Norte-Vestfália, conquistou o coração da apaixonada torcida do Borussia. Afinal, foi ele quem acabou sendo o grande responsável para que o Dortmund ficasse a Salva de Pata da Bundesliga de 2001/02.


Até 2005, ano no qual trocou o time amarelo e preto pelo Real Zaragoza da Espanha, disputou um total de 15 partidas e marcou 54 gols pelo clube, de acordo com o site ogol.com. Deixou a equipe alemã como um ídolo para a Muralha Amarela.

Antes de se aposentar, o atacante ainda rodou por vários times até se aposentar em 2012, quando defendeu o América-MG. Dois anos depois, jogou o Paulistão pelo extinto Atlético Sorocaba.

As duas passagens de Luciano Figueroa pelo Rosário Central

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Figueroa, em seu início de carreira, com Menotti

Luciano Gabriel Figueroa Herrera, conhecido simplesmente como Luciano Figueroa, foi um bom atacante argentino, com passagens por grandes times nacionais e chegou a atuar no futebol europeu. Iniciou sua carreira pelo Rosário Central, conseguindo muito destaque e fazendo muitos gols. 

O jogador nasceu em Santa Fé, na Argentina, no dia 19 de maio de 1981, e começou a sua carreira aos 20 anos, em 2001, quando estreou pelo profissional do Rosário Central. A equipe não brigava muitos por títulos, ficava sempre no meio da tabela e fazendo temporadas medianas. Porém, o jovem atacante agregou no time e começou a ter muito destaque, fazendo gols importantes e fazendo o clube melhorar durante os jogos.

Rapidamente se adaptou no profissional e em sua primeira temporada no profissional já foi destaque da equipe e um dos melhores jovens da Argentina. Com o passar dos jogos ganhava mais experiência e ia melhorando mais ainda, tanto que começou a ser chamado de “Matador”.

Em sua segunda temporada, Figueroa foi melhor ainda, tendo um desempenho superior. Com o seu bom desenvolvimento, o atacante foi chamando a atenção de alguns clubes e seria difícil segurar o atleta para o ano seguinte, pois começou a receber boas propostas. 

No último jogo pelo clube, o jogador marcou cinco gols no Boca Juniors, fazendo uma atuação de gala. Logo após o fim da temporada, Figueroa foi negociado com o Birmingham City, da Inglaterra. Nessa sua primeira passagem pelo clube foram 57 jogos e 35 gols. O atacante rodou por alguns clubes da Europa e depois retornou ao futebol argentino, atuando pelo River Plate e Boca Juniors.


Em 2009, o jogador retornou ao Rosário Central após sua passagem pelo Boca. Voltou com muito reconhecimento da torcida e ainda tendo boas atuações, mas sofrendo com algumas lesões, que o tiraram de alguns jogos e tendo pouca sequência durante a temporada. 

Mas no jogos que esteve presente foi muito importante, fazendo boas partidas, porém não estava conseguindo ser tão decisivo quanto na primeira passagem. Figueroa acabou ficando duas temporadas no clube e atuou em 36 jogos e marcou 12 gols.

O início de Fernando Menegazzo no Juventude

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Menegazzo atuando no Juve

Conhecido no mundo do futebol principalmente pela sua história vestindo a camisa do Bordeaux, onde fez parte do time campeão da Ligue 1 de 2009, e por ser parte do elenco campeão da Copa América com a Seleção Brasileira em 2007, Fernando Menegazzo, que completa 43 anos neste dia 3, acaba entrando na lista de jogadores que tiveram grandes carreiras, mas acabaram não tão conhecidos do grande público. O atleta começou sua trajetória no futebol vestindo a camisa do Juventude, numa época boa do alviverde.

Menegazzo chegou ao Alfredo Jaconi ainda muito jovem e fazia nos juniores um ótimo duo no meio de campo com o meia Daniel Tintim. Já treinava com o time profissional por exemplo quando o Juventude foi campeão da Copa do Brasil, em 1999, fazendo parte do elenco campeão, ainda que não tivesse entrado naquela ocasião. Estrearia oficialmente pelo clube apenas em 2000.

Jogando em algumas poucas oportunidades em 2000, Menegazzo começou oficialmente sua trajetória no Papo em 2001. Naquele ano, marcou seu primeiro gol, em jogo diante do Comercial, do Mato Grosso do Sul, na Copa do Brasil e passou a ser efetivamente uma das maiores promessas do futebol brasileiro em pouco tempo. Na metade do ano, foi convocado primeiro para o Mundial Sub-20, onde acabou ainda sendo convocado para a Seleção Brasileira da Copa América de 2001. 


No Brasileirão, foi um dos destaques da campanha que ajudou o Juventude a permanecer na primeira divisão daquele ano e seu bom futebol, aliado aos gols que marcou, incluindo um lindo torpedo contra o São Paulo. Seu bom futebol chamou a atenção do Grêmio, que o contratou por empréstimo na temporada 2002. 

Retornou ao Jaconi em 2003, vindo de um momento ruim após uma passagem mediana pelo Grêmio e a partir de março começou a jogar mais constantemente e voltar a mostrar bom futebol. Marcou inclusive um gol diante do Guarani. Permaneceu no alviverde até a metade daquele ano, quando foi negociado com o Siena, da Itália. No total, segundo números do portal Ogol, fez 53 jogos e 7 gols pelo Juventude.

O início de D'Alessandro no River Plate

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

D'Ale no River Plate

Andrés D'Alessandro foi, durante boa parte dos anos 2000 e 2010, um dos principais meias do futebol sul-americano. Recentemente comentarista na tv brasileira, nos canais Sportv, o ex-meia é um dos maiores ídolos da história do Internacional, clube com qual possuí enorme identificação. Mas, antes dos momentos vestindo a camisa colorada e até das boas passagens pelo futebol europeu, o argentino começou sua trajetória no futebol no River Plate.

Nascido na própria Buenos Aires em 15 de abril de 1981, D'Alessandro chegou na base do River aos 10 anos, numa época onde o time Millonario começava a revolucionar suas categorias de base novamente, inclusive sob a batuta de um brasileiro. Ainda hoje o time é provavelmente a melhor categoria de base da Argentina. Foi gandula em jogos do time profissional durante a juventude e chegou a equipe principal em 2000, estreando aos 19 anos.

Começou a ganhar mais espaço no time principal do River a partir da temporada 2001, onde começa alguns jogos como titular e chega a chamar mais a atenção dos torcedores e da comissão técnica do River. A partir de 2002, vive com Saviola uma grande parceria histórica na equipe Millonaria e ajuda o seu time a ser campeão do Clausura. Seu primeiro gol veio em uma partida diante do Estudiantes, em setembro de 2001. 


Campeão do nacional de novo em 2003, D'Ale começa naquele ano a chamar atenção de times estrangeiros. No River, é um dos protagonistas da histórica classificação diante do Corinthians na Libertadores e marca ao longo daquele ano 14 gols, um número considerável para um meia armador de ofício. Permanece no Monumental de Nuñez até julho de 2003, quando é negociado com o Werder Bremen, da Alemanha.

No total, em seus primeiros anos pelo River, D'Alessandro atuou em 98 jogos, marcando um total de 23 gols ao longo dessa partida. Somando aos retornos que teve ao clube já mais velho, D'Alessandro somou 128 partidas com a camisa Millonaria, marcando 28 gols. Ele pendurou as chuteiras recentemente, em 2021, jogando no Nacional, gigante clube do futebol uruguaio. 

As duas passagens de Rico pela Portuguesa Santista

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Rico em ação pela Briosa em 2003

Leandson Dias da Silva, mais conhecido como Rico, foi uma meia-atacante que surgiu como uma boa promessa para o futebol brasileiro, sendo contratado pelo São Paulo. O jogador ganhou destaque atuando pela Portuguesa Santista, em 2003, quando foi uma das revelações do Paulistão.

O jogador nasceu em Recife, em Pernambuco, no dia 4 de abril de 1981, e começou sua carreira na base do CSA, clube que foi revelado futuramente. Em 2001, Rico fez sua estreia no profissional, e rapidamente mostrou ter potencial, chamando a atenção de alguns clubes.

No ano seguinte já foi contratado pelo São Paulo, porém acabou tendo uma concorrência muito grande e teve dificuldade para se adaptar a equipe. Por conta da falta de minutagem, o jovem foi emprestado para a Portuguesa Santista, em 2003.

Com boas expectativas da diretoria da Briosa, o jogador conseguiu se adaptar rapidamente ao clube e se tornou uma peça importante para o elenco, mostrando todo seu potencial. No Campeonato Paulista foi muito bem, um dos grandes destaques da competição. O jogador fez gols importantes, como os gols que deu a vitória a briosa sobre o Santos, além disso terminou o torneio como vice artilheiro.

O jogador foi um dos responsáveis por levar a Briosa a semifinal da competição, uma campanha maravilhosa para a equipe do Litoral de SP. Porém, na semifinal a equipe acabou caindo para o São Paulo, mas isso não tirou o brilhantismo da grande competição que o clube fez.

Após a competição, o Tricolor Paulista solicitou o retorno de Rico ao clube, já que o jogador havia feito uma grande competição. Porém, não conseguiu ter espaço no time e acabou sendo negociado com o Grêmio, em 2004.


Depois de uma temporada no clube gaúcho, o jogador retornou para a Portuguesa Santista em 2005. Porém, não teve o mesmo desempenho da primeira Paulista, mas mesmo assim fez gol importante, como o do empate contra o Santos na Vila Belmiro. Saiu não aceitando a reserva imposta pelo treinador Sérgio Guedes, que, por coincidência, hoje é o treinador da Briosa.

Ainda em 2005, o jogador deixou a Briosa e acabou sendo vendido para o Muharraq Club, de Bahrein.

O início de Gareth Barry no Aston Villa

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Barry jogou no Aston Villa por doze temporadas

Gareth Robert Barry, ex-volante e meio campista inglês popularmente conhecido apenas como Gareth Barry, está comemorando o seu 43º anos de vida nesta sexta-feira, dia 23 de fevereiro de 2024. No começo de sua carreira, o atleta britânico teve uma longeva trajetória no tradicional Aston Villa entre o fim da década de 90 e o término da primeira década dos anos 2000.

Sua chegada ao clube de Birmingham foi concretizada em 97, quando atuava nas categorias de base do Brighton & Hove Albion. Junto a ele, os Villans também trouxeram Michael Standing, ex-companheiro do jogador nos tempos de Seagulls.

Entretanto, as duas transferências deram polêmica judicialmente. Ao fim de todo o imbróglio, o meia pôde enfim estrear como profissionalmente no dia 2 de maio de 98, numa vitória sobre o Sheffield Wednesday por 3 a 1, fora de casa.

Com o tempo, Barry, que disputou um total de 441 partidas e marcou 52 gols pelo clube de acordo com o site ogol.com, foi conquistando o seu espaço e se tornou um jogador muito querido pela torcida do Villa. Sua moral cresceu tanto no decorrer de seus 12 anos vestindo a camisa dos Leões, que nas últimas temporadas, foi capitão.


Seu ciclo com o Aston Villa se encerrou no dia 2 de junho de 2009, quando assinou um contrato de cinco anos junto ao Manchester City. Sua ida aos citizens custou doze milhões de libras, valor equivalente a 14 milhões de euros. 

Posteriormente, o volante ainda veio a ser emprestado ao Everton, onde atuou entre 2013 e 2017, e depois rumou para o West Bromwich Albion, para pendurar três anos depois.

O início de Demichelis no River Plate

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Demichelis atuando no River

Atualmente treinador, inclusive comandando o River Plate, o ex-zagueiro Demichelis fez uma longa carreira no futebol, com passagens marcantes por Manchester City e Bayern de Munique durante sua estadia no futebol europeu, além de vários anos de titularidade na Seleção Argentina. O ex-zagueiro, que completa seus 43 anos neste dia 20 de dezembro, começou sua trajetória no esporte bretão atuando pelo River Plate.

Natural da pequena Justiniano Posse, o jovem Demichelis chegou ao River já com alguma idade, aparecendo por lá em 1998, aos 17 anos, para atuar nas categorias de base millonarias. Ficou por lá por algum tempo sendo maturado nas categorias de base até estrear no clube no ano de 2001 apenas, quando tinha já seus 20 anos, algo inimaginável nos dias atuais.

Se estabeleceu rapidamente na equipe titular do River Plate, atuando durante boa parte dos jogos naquele seu primeiro ano e marcando um gol pela equipe. Na época, já começou a receber várias chances nas seleções argentinas de base. Em 2002, seguiu como titular da equipe do River, vivendo uma curiosa história em um jogo contra o Racing, onde virou goleiro após a expulsão do arqueiro millonario. Foi campeão argentino pelo clube naquele ano.


O ano de 2003 foi talvez seu melhor na equipe. Na época, já começava a chamar atenção do futebol europeu devido a sua qualidade. Foi bem na parte defensiva naquele primeiro semestre e inclusive marcando um gol que o fez ficar conhecido aqui no Brasil, ao fazer o gol da vitória do River diante do Corinthians na Libertadores que eliminou o Timão. Fechou sua passagem com mais um título argentino e acabou deixando o clube.

Na janela europeia de verão acabou negociado com o Bayern de Munique, por onde ficaria por vários anos. Foram, segundo números do portal ogol, 115 jogos com a camisa do River Plate, com quatro gols marcados. Hoje, Demichelis é o treinador da equipe millonaria. 

O início de Canindé no Santos

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Canindé jogou no Santos no começo dos Anos 2000

Márcio Caetano Alves, ex-meia conhecido popularmente apenas como Canindé, celebra o seu 43º aniversário nesta quinta-feira, dia 7 de dezembro de 2023. No começo de sua trajetória no futebol, iniciou a sua carreira como uma grande promessa no Santos, onde jogou entre 2000 e 2002.

Seu surgimento nas categorias de base do Peixe renderam ao atleta uma promoção ao time principal. Recebeu algumas oportunidades como profissional, as primeiras na Copa João Havelange de 2000. Em 2001, até parecia que o talento iria 'aflorar, mas acabou não vingando.

No ano de 2002, quando já estava com 22 anos de idade, o jogador acabou perdendo seu lugar no elenco por conta do tamanho sucesso de nomes como Elano e Diego fizeram sendo os grandes destaques santistas na campanha do título do Brasileirão. Ao longo daquela caminhada até a conquista, Canindé jogou apenas uma partida, improvisado na lateral-esquerda e marcou gol contra no empate em 2 a 2 com o Atlético Paranaense, na Vila Belmiro.


Sua perda de espaço o levou a ser emprestado ao Paulista de Jundiaí no ano seguinte. No Paulistão de 2004, ele teve a oportunidade de mostrar “vingança” ao clube santista, comandando o Paulista, que foi o vice-campeão estadual, sendo o maestro na goleada do Galo da Japi por 4 a 0 aplicada sobre o Santos.

Depois de termina seu vínculo com o Santos, o meia ainda rodou por equipes como Paraná Clube, São Caetano, Criciúma, Criciúma, Santa Cruz, Vila Nova, Linense, Remo e Monte Azul. Pendurou as chuteiras em 2016, jogando no Guarany do Sergipe.

Mota e sua passagem vitoriosa pelo Cruzeiro

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Mota fez parte do elenco vitorioso do Cruzeiro em 2003

O ex-atacante João Soares da Mota Neto, popularmente conhecido apenas como Mota, celebra o seu 43º aniversário nesta terça-feira, dia 21 de novembro de 2023. No decorrer de sua carreira profissional, o avançado defendeu vários clubes, sendo um deles o Cruzeiro, onde teve uma passagem memorável no início dos Anos 2000.

Sua chegada à Toca da Raposa aconteceu no começo de 2003, pouco tempo depois do artilheiro aparecer bem no Ceará. Na época, o Cabuloso já tinha um time praticamente montado, mas o atacante acabou sendo muito importante para as conquistas que o time mineiro colecionou naquele ano quando esteve em campo.

Foi campeão Brasileiro jogando pelo Cruzeirão e foi um dos grandes destaques daquele elenco, mesmo compondo o banco de reservas na maioria dos jogos. Fez parte do time que conquistou a inédita "tríplice coroa" no futebol brasileiro pelo time azul.


De acordo com o site CruzeiroPedia, Mota disputou 61 jogos e marcou 25 gols com a camisa azul ao longo de 2003. Na sequência de sua jornada como atleta, o atacante ainda colecionou passagens por Jeonnam Dragons, Sporting, Seongnam Ilhwa, Ceará, Pohang Steelers e Bragantino. Encerrou a carreira em 2018, depois de defender o Ferroviário do Ceará.

Luís Fabiano - O Fabuloso do São Paulo FC

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

O Fabuloso Luís Fabiano

Luís Fabiano Clemente, mais conhecido como Luís Fabiano ou Fabuloso, foi um grande atacante, e é o terceiro maior artilheiro da história do São Paulo. O jogador teve uma carreira ótima, com passagens por grandes times, inclusive na Europa, e fazendo uma história bonita no tricolor paulista. 

O jogador nasceu em Campinas, em São Paulo, no dia 8 de novembro de 1980, e começou a sua carreira no Guarani, clube de sua cidade natal. Porém, foi revelado pela Ponte Preta, maior rival do seu antigo clube, e estreou no profissional no dia 30 de novembro de 1998 contra o Santos. 

Na Ponte, o atacante não teve muitas oportunidades, tendo poucos minutos em campo. Isso acabou deixando o jogador muito insatisfeito, e depois de uma temporada no clube resolveu sair. Luís Fabiano foi contratado pelo Rennes, da França, em 2000.

Só que no futebol francês continuou sem ter muitas oportunidades, o que continuou deixando o Fabuloso insatisfeito. Em uma temporada pelo clube, chegou a atuar apenas em 12 partidas, e no começo de 2001 acabou sendo emprestado para o São Paulo. 

Foi no tricolor paulista que ficou conhecido como Luís Fabiano, pois no elenco já tinha outro Fabiano, e por isso começou a ser chamado assim. No clube conseguiu ter mais oportunidades e tornou-se uma das estrelas do time, sendo o grande protagonista da temporada. 

No período em que estava emprestado, o jogador fez 50 jogos e marcou 30 gols, tendo uma média impressionante. Mesmo com os grandes números, o jogador acabou retornando em 2002 para o Rennes, mas acabou ficando seis meses sem atuar.

No começo do segundo semestre de 2002, o jogador foi contratado em definitivo pelo São Paulo, sendo muito comemorado pelos torcedores, que ainda estavam em êxtase com a temporada anterior do atacante. Só no segundo semestre, Luís fez 25 jogos e marcou 21 gols, mostrando todo seu faro de gols. 

Em 2003, o atacante continuou vivendo um grande momento, fazendo diversos gols pelos clubes. Luís Fabiano foi artilheiro do Campeonato Paulista e vice-artilheiro do Campeonato Brasileiro e da Copa do Brasil. Na temporada, o clube conseguiu alcançar o objetivo de voltar a Libertadores, que estava sem participar há quase 10 anos. 

Em 2004, Fabuloso foi novamente importante para o clube, conseguindo levar o clube até a semifinal da Libertadores, saindo da competição como artilheiro, com oito gols. 

Após o fim da competição, o jogador acabou sendo negociado com o Porto, voltando ao futebol Europeu. Depois foi contratado pelo Sevilla, onde se firmou na equipe e foi uma das principais estrelas do time por alguns, até retornar ao futebol brasileiro. 

Em 11 de março de 2011, Juvenal Juvêncio, presidente do São Paulo, anunciou o retorno do atacante, e animou toda a torcida tricolor. O jogador foi apresentado no Morumbi para aproximadamente 45 mil pessoas, um dos maiores públicos do futebol brasileiro e mundial. 

Porém, logo no seu retorno sofreu com algumas lesões e demorou para estrear pelo clube. O atacante entrou em campo apenas no dia 2 de outubro, contra o Flamengo, no aniversário de 51 anos do Morumbi. Em seu retorno não conseguiu atingir o objetivo do clube, que era voltar à Libertadores. 

Em 2012, começando uma temporada pelo clube, recuperado de todas as lesões, deixou o torcedor empolgado. Luís Fabiano tinha o faro do gol, porém era muito indisciplinado, tomando muitos cartões por reclamação e desfalcou a equipe em diversos jogos, sendo criticado pelo técnico Emerson Leão. 

No meio daquela temporada, teve uma briga com a torcida após ser chamado de pipoqueiro por uma parte, e quase deixou o clube, mas acabou se reconciliando. O jogador participou da conquista da Copa Sul-Americana, mas acabou sendo expulso no jogo de ida da final contra o Tigres, mas acabou não prejudicando o time. 

Nas temporadas seguintes continuou vivendo altos e baixos, fazendo muitos gols, porém a parte disciplinar sempre permanecia. Além disso, teve mais brigas com a torcida, dessa vez sendo chamado de amarelão, e quase deixou o clube em 2013.


A maioria achou que ele deixaria o clube no início de 2014, porém o atacante permaneceu no clube. O atacante era muito importante para o clube, sempre fez gols importantes e era uma peça fundamental no comando de ataque, mas acabou ficando de fora de muitos jogos, por causa das suspensões. 

Em 2015 foi seu último ano no clube, e foi onde viveu um período de mais paz, pois acabou não atuando em muitos jogos, perdendo espaço na equipe. Entrou em alguns jogos e marcou gols na temporada, mas em dezembro foi anunciado que seu contratado não iria ser renovado. 

O jogador deixou o clube como o terceiro maior artilheiro da história do clube, atuando 347 jogos e marcando 213 gols

A passagem de Lugano pelo Plaza Colonia

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo 

Lugano atuando no Plaza Colonia

O zagueiro Diego Lugano, que completa 43 anos neste dia 2, foi um dos grandes nomes da boa fase do São Paulo nos anos 2000, sendo inclusive ídolo da torcida. Antes de virar um zagueiro gigante na história tricolor, o jovem e ainda promissor jogador teve uma marcante passagem pelo Plaza Colonia, modesto  time uruguaio. 

Lugano havia começado no Nacional, um dos gigantes da América do Sul. Entre 1999 e 2002 recebeu poucas chances no Bolso, mas fez algumas boas partidas. Em 2002, acabou sendo emprestado para o Plaza Colonia, em momento que acabaria por mudar para sempre sua trajetória no futebol. 

Por lá, desde o início atuou bastante. Graças a suas boas atuações, o Plaza Colonia, que lutava na parte de cima da tabela naquele ano, muito graças as ótimas partidas defensivas de Lugano. Além de boas partidas na defesa, marcou também alguns gols importantes e decisivos, característica essa que manteria no Tricolor Paulista. Já também mostrava sua habitual e corriqueira vontade e garra uruguaia. 

Seguiu no clube até o final de 2002, quando teria inclusive mais uma temporada no clube, já que o empréstimo do Nacional era de duas temporadas. Ainda ficou até maio de 2003 no Plaza, mas o São Paulo acabou o contratado já naquele ano, buscando reforçar a defesa. Acabaria por se tornar ídolo do Tricolor Paulista, como já citado. 


No total, atuou em 46 jogos no Plaza, marcando quatro gols pelo clube. Lugano ficaria em atividade no futebol até 2017, quando encerrou a carreira atuando no próprio São Paulo. Hoje trabalha como comentarista nos canais ESPN. 

A passagem de Cristian Chivu pelo Ajax

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Chivu teve uma boa trajetória pelo futebol holandês

O romeno Cristian Eugen Chivu, ex-zagueiro e lateral esquerdo romeno popularmente conhecido somente como Cristian Chivu, celebra o seu 43º aniversário nesta quinta-feira, dia 26 de outubro de 2023. Ao longo de sua jornada como jogador profissional, o defensor teve uma boa passagem pelo Ajax entre o fim dos Anos 90 e início dos Anos 2000.

Chegou ao Ajax em 1999, depois de chamar a atenção do clube holandês atuando pelo Universitatea Craiova, clube de sua terra natal. Naquele mesmo ano, foi convocado para jogar pela seleção Sub-20 da Romênia.

No clube de Amsterdam, Chivu ganhou uma boa reputação no setor defensivo. Ronald Koeman, que treinava os Godenzonen, apostou na capacidade de liderança e no talento do romeno dentro das quatro linhas, nomeando Chivu como capitão do time em 2001. 

Liderado por Cristian, o a equipe reinou na Eredivisie por algumas temporadas, tendo companhias de jogadores como van der Vaart e Ibrahimović ainda jovens. No ano seguinte, o defensor foi crucial na respeitável campanha na Liga dos Campeões em 2002, quando o time chegou até as quartas de final.


Em 2003, recebeu sondagens de vários times, sendo um deles a Roma, clube onde se transferiu por 18 milhões de Euros. Encerrou o seu vínculo com a equipe holandesa após 142 partidas disputadas e 13 gols marcados de acordo com o site ogol.com.

Antes de se aposentar, o romeno ainda veio a atuar pela Internazionale de Milão entre 2007 e 2014.

A passagem do goleiro Fábio pelo Vasco

Por Felipe Roque
Foto: arquivo

Fábio 'estourou' no cenário nacional quando ganhou espaço no Vasco

Fábio é um personagem marcante no futebol brasileiro. O goleiro, que hoje completa 43 anos, levantou diversas taças ao longo da carreira e fez seu nome no último século em cenário nacional, principalmente defendendo o Cruzeiro. Entretanto, não foi somente com a camisa celeste que o arqueiro fez seu nome.

No início de seu vitorioso caminho no futebol, Fábio defendeu o Vasco da Gama, de 2000 a 2004, conquistando a Copa João Havelange e a Copa Mercosul, em 2000, além do Campeonato Carioca, em 2003. O goleiro, porém, saiu pela porta dos fundos do Cruzmaltino, após alguns desentendimentos com o então presidente do Clube, Eurico Miranda.

A carreira de Fábio até o Vasco - Revelado pelo União Bandeirante, Fábio iniciou sua carreira no futebol em 1997, com 17 anos. Com o objetivo de ganhar experiência, foi emprestado, em 1998, ao Athletico Paranaense, onde foi campeão paranaense daquele ano. Após a breve passagem pelo Furacão, o arqueiro fora emprestado para o Cruzeiro - clube onde, mais tarde, faria história - em 1999, fazendo parte do elenco campeão da Copa do Brasil do ano seguinte, em 2000.

Após a conquista no Cruzeiro, Fábio se transferiu para o Vasco da Gama, onde permaneceu durante os anos de 2000 e 2005, se tornando titular absoluto da equipe em 2002, após a saída de Helton.

Fábio no Vasco da Gama - A estreia de Fábio com a camisa vascaína aconteceu em 2000, em um jogo marcante. O Santos recebeu o Vasco, na Vila Belmiro, e a partida contava com um tempero especial: o ídolo cruzmaltino Edmundo, que saiu da equipe carioca após briga com Romário, vestia a camisa do Peixe e reencontrava o clube onde era ídolo. Fábio, que, na época, tinha 19 anos, entrou como goleiro titular e defendeu um pênalti de Edmundo, que garantiu o empate de 1 a 1 na Vila Belmiro.

A partir daí, as atuações de Fábio no gol da equipe carioca começaram a chamar a atenção e foram reconhecidas pelo técnico da Seleção Carlos Alberto Parreira, que convocou o arqueiro para fazer parte do grupo que disputou a Copa das Confederações, em 2003, e a histórica Copa América de 2004, vencida pelo Brasil, em cima da Argentina.

Fábio ia bem no Vasco e se consolidava cada vez mais na meta Cruzmaltina. Os títulos da Copa João Havelange e a Copa Mercosul, em 2000, e o Campeonato Carioca, em 2003, enchiam a torcida do Vasco de esperança no novo goleiro da equipe.


Entretanto, após algumas convocações para a Seleção Brasileira, o presidente vascaíno, Eurico Miranda, acusou Fábio de não ter se reapresentado ao time. Bloqueado de jogar no Vasco e impedido pelo regulamento de assinar com outra equipe, Fábio ficou quatro meses parado e no meio tempo processou o Vasco na Justiça do Trabalho. Durante o período, negociou seu retorno para o Cruzeiro, onde escreveria a história mais bonita de sua carreira.

Fábio nos dias de hoje - Após passagem histórica com a camisa do Cruzeiro, tendo mais de 900 jogos pela equipe mineira, Fábio se transferiu ao Fluminense, em 2022, onde atua como titular nos dias de hoje, mesmo estando com 43 anos. O arqueiro conquistou o bicampeonato carioca e a Taça Guanabara, além de ser semifinalista da Copa Libertadores da América, competição que o Fluminense nunca ganhou em sua história.

Luto! Ex-treinador Lucas Oliveira morre aos 43 anos vítima de infarto

Com informações do G1
Foto: reprodução

Lucas Oliveira tinha 43 anos

O técnico de futebol Lucas Oliveira, que trabalhou em diversos times goianos, como por exemplo, o Vila Nova e o Atlético, morreu aos 43 anos vítima de um infarto. Familiares e amigos darão o último adeus ao treinador, que tinha dois filhos, nesta sexta-feira (29), em Goiânia.

Oliveira, que completou 43 anos no último dia 17 de setembro, morreu na noite desta quinta-feira (28). Com 20 anos de experiência, o técnico trabalhou nos times goianos Vila Nova, Goiás, Atlético e Goiânia. Além deles, o último trabalho dele neste ano foi no Mineiros.

O Vila e o Atlético publicaram homenagens para o treinador. "Lucas Oliveira, dos mais conhecidos da jovem geração de treinadores do futebol goiano, esteve na última edição do estadual pelo Goiânia e Morrinhos", escreveu o Vila em uma publicação nas redes sociais.

O time ainda relembrou o treinador era filho do ex-jogador Roberto Oliveira e desejou forças aos familiares e amigos. "O Vila Nova Futebol Clube presta suas condolências a Roberto Oliveira, toda a família e amigos, desejando o conforto de Deus", finalizou o time.


Também nas redes sociais, o Atlético destacou que o técnico tinha um futuro promissor na profissão. "Era um dos treinadores mais promissores da atual geração. Desejamos força e nos solidarizamos com os familiares e amigos neste momento de dor", escreveu o time.

Em nota, a assessoria do treinador informou que ele foi vítima de um infarto fulminante na noite desta quinta-feira. Também afirmam que ele deixa os dois filhos, Gabriel e Lara. O velório acontece até as 14h horas, no Cemitério Jardim das Palmeiras, em Goiânia.

O atacante Gil e seu início no Corinthians

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Gil foi um atacante muito importante para o Timão no começo dos Anos 2000

Gilberto Ribeiro Gonçalves, ex-atacante popularmente conhecido apenas como Gil, está celebrando o seu 43º ano de vida nesta quarta-feira, dia 13 de setembro de 2023. No decorrer de sua carreira, ele teve uma boa passagem pelo Corinthians no começo dos Anos 2000.

O avançado se destacou no clube Alvinegro do Parque São Jorge na Copa São Paulo de Futebol Juniores em 2000, mesmo ano em que passou a receber chances de atuar na equipe principal. Na temporada seguinte, foi ele quem fez toda a jogada do gol marcado por Ricardinho que despachou o Santos nas semifinais do Paulistão e levou o Coringão à final para enfrentar o Botafogo de Ribeirão Preto. Na decisão, o Timão se sagrou campeão estadual.

Em seu terceiro ano de clube, Gil anotou um golaço que acabou dando o triunfo por 3 a 2 diante do São Paulo na finalíssima do Torneio Rio-São Paul. Ainda nesta temporada, o artilheiro corintiano também foi crucial para que o Coringão ganhasse o título da Copa do Brasil. Em um empate com o Cruzeiro fora de casa, o atacante anotou o 100º tento do Timão no Campeonato Brasileiro. Nos anos subsequentes, se tornou o principal atleta do elenco alvinegro.

Segundo o site Meu Timão, o atacante disputou um total de 263 jogos pelo Corinthians e marcou 57 gols entre 2000 e 2005. Conquistou dois Campeonatos Paulistas (2001 e 2003), um Torneio Rio-São Paulo (2002), uma Copa do Brasil (2002) e um Brasileirão (2005). Além disso, conseguiu alguns bater alguns recordes muito importantes no clube.


Ao encerrar o seu vínculo com o Time do Povo, rumou ao Japão, para defender o Tokyo Verdy. Após passar um ano no futebol asiático, retornou à América do Sul e defendeu vários clubes tradicionais do Brasil até 2016, quando se aposentou no Juventus.

A passagem de Cambiasso pelo River Plate

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Cambiasso atuando no River

O volante argentino Esteban Matias Cambiasso foi um dos nomes mais brilhantes da posição durante boa parte da década de 2000. Dono de uma categoria incomparável, de um jogo de uma classe incrível e de uma curiosa capacidade de marcar gols importantes, o "Cuchu" foi dentro de campo um dos maiores ídolos da Inter do Triplete em 2010 e é adorado pelos Nerazzurri até hoje e também passou pelo Real Madrid. Antes de fazer história na Europa (e de ficar careca) o argentino passou com algum sucesso pelo River Plate.

Cambiasso chega ao River em 2001, depois de já ter passado pelo Real Madrid na base e ter andado por alguns times argentinos como o Independiente e o Argentinos Júniors. Era, na época, um jovem volante que também atuava de meia de muita qualidade, mas que ainda tentava se acertar em sua carreira depois de uma complicada primeira estadia no futebol europeu, onde não havia conseguido "se criar" no Real Madrid.

Nos Millonarios, porém, ele se mostrou um jogador incrivelmente capaz de criar boas ações ofensivas e também defender. Em alguns momentos, ele foi colocado mais a frente no campo, principalmente devido a qualidade com a bola no pé. Nos seus primeiros 10 jogos com a camisa millonaria, ele marcou incríveis 7 gols, média melhor que a de muitos atacantes, em vários momentos jogando mais na frente no jogo. Chegou a marcar duas vezes diante do Estudiantes.


Depois disso, sua média de gols obviamente reduziu devido a sua posição no campo, mas Cambiasso seguiu titular e parte essencial do time durante a excelente campanha que renderia ao River Plate o título do Clausura naquele ano. Marcou um gol inclusive em um clássico diante do Boca, dentro da Bombonera, numa bola onde domina dentro da área e acerta um lindo chute no canto baixo do goleiro xeneize. 

Seu último jogo foi contra o Rosário Central, na última rodada do Clausura. O River terminou aquele torneio com o título e Cambiasso acabou voltando ao Real Madrid e passando a atuar de uma vez no futebol europeu. No total, vestiu por 43 vezes a camisa do time de Nuñez, com 13 gols, uma média interessantíssima para um volante. 

O início de Mancini no Atlético Mineiro

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Mancini jogando no Galo

Completando seus 43 anos neste primeiro dia de agosto, o ex-lateral-direito e que também foi meia-atacante ao longo da carreira Alessandro Faiolhe Amantino, mais conhecido pelo apelido de Mancini, fez boa parte de sua carreira jogando no futebol italiano, principalmente na Roma, onde é um dos grandes ídolos do clube. Antes de fazer sucesso no futebol da bota, porém, o jogador começou sua trajetória profissional atuando pelo Atlético Mineiro, já no final da década de 1990.

Nascido em Ipatinga, Mancini chegou ao Galo ainda adolescente, em meados de 1997 e completou sua formação de base atuando na equipe mineira. Surgiu inicialmente jogando pela lateral-direita, também tendo capacidade técnica de atuar na meia cancha e até mais adiantado no campo de ataque, sendo desde muito jovem um jogador bastante polivalente em funções que podia fazer dentro do campo. 

Estreou profissionalmente no Atlético durante o ano de 1999, já fazendo parte do elenco que conquistou o Campeonato Mineiro daquele ano. Estreou numa vitória por 3 a 0 diante do Ipiranga, fora de casa, em fevereiro e em pouco tempo começou a ascender dentro da equipe. Durante a campanha do Brasileirão de 1999, chegou inclusive a atuar de titular em diversos jogos, também entrando nas finais diante do Corinthians, que terminaram com o vice-campeonato atleticano.

Seguiu atuando bastante pela equipe durante o ano de 2000, onde mais uma vez fez parte do time campeão do Campeonato Mineiro daquele ano. Seguiu atuando bastante durante o Brasileirão, onde o Galo fez uma campanha bem fraca, ficando na parte debaixo da tabela. Após aquele ano, acabou passando por dois empréstimos em 2001: primeiro pela Lusa e depois pelo São Caetano, onde fez grande partida na eliminação do próprio Galo diante do Azulão nas semifinais do Brasileirão.


Retornaria ao Galo em 2002, quando foi o lateral com mais gols numa edição do Brasileirão, marcando 15 gols num torneio onde o Atlético terminaria caindo nas quartas de final para o Corinthians, que terminaria a competição com o vice para o Santos. Em 2003, acabou negociado com o futebol europeu indo atuar pelo Venezia.

Depois de atuar e ter sucesso na Europa, ainda voltaria ao Galo novamente entre os anos de 2011 e 2013. Segundo números da Wikipedia, fez 122 jogos e marcou 19 gols em seus primeiros anos com a camisa alvinegra. No total, Mancini atuou em 174 partidas e foi as redes 27 vezes com a camisa atleticana. Ele encerrou sua carreira no futebol em 2016, jogando no Vila Nova. 

A história de Kleberson com o Athletico Paranaense

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Kleberson atuando pelo Furacão

Conhecido principalmente pelo ótimo desempenho que teve na Copa do Mundo de 2002, que o levou inclusive ao Manchester United, o ex-meio campista Kleberson foi dentro de campo um dos nomes mais conhecidos do futebol brasileiro durante boa parte dos anos 2000. O ex-jogador, que completa 43 anos neste dia 19 de junho, teve uma bonita história vestindo a camisa do Athletico (que na época era Atlético) Paranaense. 

Kleberson é natural de Uraí, no Paraná e passou pelo PSTC na base antes de ir para as categorias de formação do Athletico Paranaense. Chegou ao Furacão em 1998 e no ano seguinte passaria a jogar já pelo time principal, inclusive marcando um belíssimo gol em uma de suas primeiras partidas, diante do Cruzeiro, na Copa do Brasil. Os gols de fora da área se tornariam marca registrada do atleta. 

A partir de 1999 passa a se tornar um dos principais jogadores da equipe rubro-negra, já sendo crucial na Seletiva para a Libertadores. No ano seguinte, é um dos destaques do time que ganha o título do Campeonato Paranaense de 2000. Em 2001, ajuda de maneira essencial o rubro-negro na conquista do título do Campeonato Brasileiro, sendo junto aos implacáveis Alex Mineiro e Kleber Pereira os grandes destaques do time. 

Em 2002, novamente conquistou um título do Campeonato Paranaense. Suas boas atuações chamaram a atenção da Seleção Brasileira e Felipão o levou para a Copa do Mundo de 2002, onde foi um surpreendente destaque no time, inclusive tendo uma atuação ótima na decisão contra a Alemanha, onde quase fez um golaço. Seguiu no clube durante o Brasileirão, onde o Furacão não repetiu o sucesso da temporada anterior.


Na metade de 2003 acabou negociado com o Manchester United, da Inglaterra e encerrando sua primeira passagem pelo clube rubro-negro. Retornaria ao clube em 2011, tendo uma passagem na tentativa de ajudar na luta contra o descenso. No total, contando seu início de carreira e a passagem de 2011, esteve em campo em 167 jogos, marcando 20 gols com a camisa do clube, segundo números do portal Ogol. 

O Curioso do Futebol

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