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Joia da base, Adriano ganha minutagem no Criciúma

Foto: Divulgação/Criciúma

Adriano em ação pelo Criciúma

Aos 19 anos, Adriano vem ganhando cada vez mais minutos pela equipe profissional do Criciúma. Joia da base, o atacante passou pelo time sub-17 e sub-20 antes de ingressar ao elenco principal em 2022, onde se tornou campeão do Campeonato Catarinense – 2ª divisão. Natural de Boa Vista, em Roraima, o jovem jogador diz que pode atuar como meia ofensivo ou como ponta esquerda e gosta de buscar o drible para fugir da marcação.

“Dentro de campo, meu estilo de jogo é vertical. Futebol é um esporte que, se você não tiver um coletivo forte, o individual fica bem anulado. Então, sei que preciso atuar em equipe para fazer tudo funcionar. Acho importante ressaltar isso, porque aqui prezamos muito pelo trabalho em equipe”, relatou.

Em 2024, Adriano participou de seis partidas com o time profissional do Criciúma e de quatro jogos com o sub-20 na Copa São Paulo de Futebol Jr, onde balançou as redes uma vez. Quando questionado sobre a expectativa para anotar seu primeiro gol como atleta profissional do Tigre, Adriano mantém a cautela para não queimar etapas. Ele soma 96 minutos em campo ao lado do elenco principal neste ano.

“Sei que tudo vai acontecer no momento certo. Sem pressa, sem desespero, pois tudo é como tem que ser. Gosto de pensar que esse primeiro gol está amadurecendo, aos poucos, sem querer dar um passo maior que a perna. Os meus colegas de equipe sempre me transmitem tranquilidade para entrar em campo e ajudar como eu puder, sabendo que tudo acontece naturalmente”, completou o atleta.


Nesta quinta-feira (21), o Criciúma tem um duelo importante válido pelas semifinais do Campeonato Catarinense: vai encarar o Barra, fora de casa, a partir das 20h30. Adriano se diz confiante pela vaga na grande decisão do Estadual. “Vamos em busca de um bom resultado em Itajaí. A equipe do Barra é ótima, mas estamos nos preparando muito bem para dar conta do recado”, avaliou.

Adriano Imperador celebrou 42 anos no sábado

Com informações da CBF
Foto: arquivo / Allsport

Adriano no início pelo Flamengo

Adriano Imperador comemorou 42 anos no sábado, dia 17, com uma carreira vitoriosa por clubes e pela Seleção Brasileira. Nascido no Rio de Janeiro, o centroavante iniciou sua trajetória pelo Flamengo, onde teve impacto imediato. Revelado em 2000, ele conquistou os Campeonatos Cariocas em 2000 e 2001 e a Copa dos Campeões de 2001.

Despontando pela equipe carioca, Adriano chamou a atenção da Inter de Milão (ITA) e foi contratado pelos nerazzuri em 2001. Logo em seu primeiro ano, apresentou seu cartão de visitas ao marcar um golaço de falta contra o Real Madrid, no Santiago Bernabéu, mostrando toda sua potência no chute. No entanto, não recebeu muitas oportunidades ao longo do ano e foi emprestado para a Fiorentina (ITA) e, em seguida, transferiu-se para o Parma (ITA).

Apenas a partir de 2004, Adriano se tornou um dos protagonistas da Inter de Milão. Ao lado de um time repleto de craques como Julio Cesar, Zanetti, Figo e Verón, ele se sagrou tetracampeão do Campeonato Italiano e bicampeão da Copa da Itália e da Supercopa da Itália. Artilheiro e referência, ele recebeu o apelido de L'Imperatore pelos torcedores, em alusão a um antigo imperador romano chamado Adriano, e é reverenciado até hoje pela torcida da equipe.

Em 2008, retornou ao Brasil para atuar por empréstimo pelo São Paulo, antes de encerrar sua passagem pela Inter de Milão em abril de 2009. Em maio, Adriano foi anunciado pelo Flamengo e comandou uma arrancada histórica para o clube que culminou no título da Série A do Campeonato Brasileiro, quebrando um jejum de 17 anos sem a conquista.

Adriano ainda passou por Roma (ITA), Corinthians, Athletico-PR e Miami United (EUA), antes de se aposentar em 2016.


Pela Seleção Brasileira, deu seus primeiros passos com as equipes de base, sendo campeão mundial Sub-17 e campeão sul-americano Sub-20 em 2001. Ele estreou pela Seleção Brasileira Principal em 2000, ainda aos 18 anos, contra a Colômbia, em uma partida válida pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2002. Ele venceu a Copa das Confederações de 2005 e foi convocado para a Copa do Mundo de 2006, na Alemanha.

Seu grande destaque com a Amarelinha veio pouco antes, em 2004, com o título da Copa América diante da Argentina. Na final, Adriano desafogou a Seleção Brasileira, que perdia por 2 a 1 até os 48 minutos do segundo tempo, e soltou uma bomba para empatar o jogo e levar a decisão aos pênaltis.

Camisa Verde e Branco abre Desfile de Carnaval em São Paulo com Adriano Imperador

Com informações do UOL
Foto: Cesar R. Santos/SRzd

Adriano no desfile da Camisa Verde e Branco

A Camisa Verde e Branco foi a primeira escola a entrar na avenida sexta-feira, primeiro dia de desfiles no Sambódromo do Anhembi. A escola apresentou o enredo "Adenla - O imperador nas terras do rei", uma homenagem aos reis africanos e ao ex-jogador de futebol Adriano Imperador.

O desfile une história e futebol ao contar a trajetória de Oxóssi, Piye (primeiro faraó negro), o imperador Mansa Musa (o homem mais rico do mundo no século 14) e de Adriano Imperador, que ganhou o apelido por seu talento no futebol.

Os personagens são citados como exemplos de resistência negra e símbolos da luta de um povo. A ideia é reforçar a "africanidade", a "ancestralidade" e a "memória genética" da escola. "Adenla" é o nome da coroa usada pelo rei do povo iorubá.

Adriano Imperador, estrela da escola, foi recebido na avenida com aplausos de foliões e funcionários. O craque posou para fotos e distribuiu simpatia. Em cima de uma empilhadeira para subir no carro alegórico, ele ficou com medo de cair e brincou com a situação.

Uma mulher desmaiou na ala das baianas durante o desfile. Ela foi logo socorrida pelos bombeiros presentes no local. Foi preciso retirar a fantasia da mulher, que saiu andando da avenida após receber o pronto atendimento.

Na concentração, a escola teve problemas com a manobra de um dos carros alegóricos. O carro, no entanto, atravessou a avenida sem contratempos.


A Camisa Verde e Branco abusou do dourado e verde para representar a realeza e opulência de seus personagens. Alas homenagearam o poder de Oxóssi sobre as florestas, a riqueza de Mansa Musa com o ouro, o poder do cabelo black power e, no último carro, o sucesso de Adriano Imperador nos gramados. O jogador veio rodeado de crianças vestindo fantasias que representavam o uniforme da Seleção Brasileira e o "sonho de meninos e meninas".

Fundada em 1953 na Barra Funda, a agremiação passou doze anos distante da elite do Carnaval paulistano, voltando ao Grupo Especial após ser vice-campeã do Grupo de Acesso no ano passado. A escola já foi campeã nove vezes pelo Grupo Especial.

O zagueiro Adriano e sua passagem pelo Celta de Vigo

Foto: arquivo

Adriano foi contratado pelo Celta, em 1996, após se destacar pelo Sport Recife

Neste 7 de abril de 2023, o ex-zagueiro Adriano está completando 50 anos. Revelado pelo Ferroviário e tendo sido destaque no Sport Recife, chegando até a Seleção Brasileira, ele teve uma passagem pelo Celta de Vigo, da Espanha, na segunda metade da década de 90.

Nascido em Fortaleza, Adriano Félix Teixeira, começou no Ferroviário de sua terra natal, onde se profissionalizou em 1992, com 19 anos. Se destacou e chamou a atenção do Sport, que o contratou ainda em 1992. O zagueiro teve uma bela passagem pelo Leão, sendo campeão estadual em 1994 e 1996, chamando a atenção de Zagallo, que o convocou para a Seleção Brasileira em 1995, fazendo dois jogos pela Canarinho.

O fato de ter bons desempenhos pelo Sport e ainda ter sido convocado pela Seleção fez com que vários clubes, do Brasil e exterior, ficassem de olho no zagueiro. A diretoria do Leão optou por vendê-lo ao exterior e quem venceu a corrida para contratá-lo foi o Celta.

Adriano desembarcou na Espanha em 1996 para jogar no RC Celta de Vigo  em um verão em que Horacio Gomez pretendia iniciar aquela equipe euro-céltica que começaria a tomar forma na temporada seguinte. Nesse mesmo momento chegaram na equipe Mazinho, Del Solar, Motovoi e Revivo.

Na temporada 1996-97, o brasileiro Adriano faria 20 jogos no campeonato pelo Celta (16 como titular e quatro como suplente), estreando-se a 8 de dezembro de 1996, frente ao Sporting de Gijón, substituindo aos 13 minutos o lesionado Alejo Indias.


Na temporada seguinte foi emprestado ao Fluminense, que não vivia bons momentos e atrasava salários. Depois de um ano de Tricolor, voltou para Vigo, ficando até 2000, embora tenha disputado apenas uma partida na temporada 1998-99 e duas 1999-2000.

De 2000 a 2003, jogou pelo Compostela, sendo um dos principais jogadores daquela equipe. Após a despromoção por falta de pagamento dos Compos, Adriano decidiu assinar pelo Cultural Leonesa, onde disputou um total de 32 jogos e marcou 8 gols (incluindo Liga, Taça e fase de promoção). Após deixar o Cultural, voltou ao seu país natal para jogar pelo Vasco da Gama e depois pelo Santa Cruz de Recife, onde se aposentou em 2007.

Adriano Imperador: as revelações da série sobre o jogador

Com informações da Veja
Foto: divulgação


O Paramount+ tem em seu serviço de streaming o documentário "Adriano, Imperador", que narra a vida de um dos jogadores mais polêmicos e com grande potencial do futebol brasileiro: Adriano. Ele, que foi gigante em seu auge, poderia ter sido muito maior, de acordo com cronistas.

O documentário é dividido em três episódios e conta com a participação de pessoas próximas ao ex-jogador, que não costumava dar entrevistas com frequência durante sua carreira. A direção é de Susanna Lira, que também dirigiu o documentário do Casagrande na GloboPlay.

Nos últimos tempos, aliás, Adriano tem se movimentado para contar sua própria história. Ele está escrevendo também sua autobiografia em parceria com o repórter esportivo brasileiro Ulisses Neto. O jornalista, que mora em Londres, escreveu, em maio do ano passado, um longo perfil do celebrado atleta, com passagens por times italianos, como Internazionale e Parma, para a revista The Player’s Tribune.

O livro deverá sair pela editora espanhola Planeta, que distribuirá o livro nos mais de vinte países onde ela atua, além de licenciamentos para outras editoras ao redor do mundo. Otimista com o sucesso da obra, a casa publicadora prevê, apenas no Brasil, uma tiragem inicial de 50.000 exemplares.

De talento inquestionável nos gramados, Adriano também ganhou destaque no noticiário fora do futebol por diversas polêmicas.

Aos 40 anos, o ex-atacante relata alguns momentos importantes de sua vida, como a primeira convocação para a seleção brasileira, sua passagem pela Inter de Milão e a morte de seu pai, ocorrida em 2004. Além do futebol, o documentário aborda temas como fama, dinheiro, depressão, humildade, imprensa, carros e mulheres.


Durante sua carreira, Adriano atuou por Flamengo, Inter de Milão, Fiorentina, Parma, São Paulo, Roma, Corinthians, Athletico Paranaense e Miami United. A aposentadoria em 2016 ocorreu depois de uma lesão no tendão de Aquiles, ocorrida cinco anos antes, e, oficialmente, o atacante nunca teve um jogo de despedida.

Há 18 anos, Brasil conquistava a Copa América, no Peru, em jogo com gol histórico de Adriano

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Adriano no chute do gol que levou a decisão para as penalidades

Há 18 anos o Brasil se tornava tricampeão da Copa América, mas dessa vez com um gostinho mais especial. No dia 25 de julho de 2004, no Estádio Nacional, em Lima, houve a grande final entre Brasil e Argentina, as duas melhores equipes do continente e a equipe Argentina venceu até os acréscimos, até o gol salvador de Adriano.

A partida foi muito equilibrada, as duas equipes tinham grandes jogadores, estrelas mundiais e buscavam a vitória a todo momento. O Brasil com mais confiança, pois há dois anos atrás tinha ganho a Copa do Mundo, já a Argentina completava alguns anos sem títulos.

A equipe Argentina começou o jogo melhor, tendo as melhores oportunidades, e logo aos 20 minutos abriu o placar em um pênalti batido por Kily González. Depois do gol, o Brasil melhorou e tentou controlar o jogo em busca do seu gol, mas estava difícil para a equipe criar.

A partida teve uma tensão muito grande, por ser duas seleções rivais, que queriam muito aquele título. No final da primeira etapa, o Brasil conseguiu chegar ao empate aos 45 minutos, com um gol de Luisão, um zagueiro que teve que ajudar na parte ofensiva.

Com o empate, as equipes voltaram para a segunda etapa com mais tensão, pois nenhuma gostaria de tomar um gol, pois poderia ser falta. O jogo ficou mais controlado, com as duas equipes se prevenindo mas priorizando a organização defensiva para não sofrer.

O jogo foi se desenrolando para um empate, que levaria o jogo para os pênaltis, mas na parte final, a partida virou uma loucura. Aos 87 minutos, o time da Argentina fez o gol com César Delgado, que daria o título a sua equipe. Todos os torcedores já estavam comemorando, pois faltavam poucos minutos para terminar a grande final.

A Seleção Brasileira precisava urgente de um gol para levar a partida para os pênaltis e nos acréscimos conseguiu. No último minuto dos acréscimos, aos 93 minutos, a bola foi cruzada na área e sobrou nos pés do jovem Adriano, de 22 anos, que teve a tranquilidade de dominar e acertar um belo chute.


O gol foi muito milagroso, pois o título já estava praticamente nas mãos da equipe Argentina. Nos pênaltis as coisas mudaram, a confiança do Brasil foi superior, pois estava na empolgação, de quase um título perdido, para uma grande chance de se tornar campeão.

Nos pênaltis, a Seleção Brasileira conseguiu converter todas suas penalidades, inclusive o Adriano. Já a equipe Argentina não teve a mesma alegria e acabou perdendo dois pênaltis, que deram o grande título ao Brasil, depois de uma excelente final.

A boa fase de Adriano Gabiru no Atlético Paranaense

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Adriano Gabiru em ação pelo Atlético Paranaense contra o São Paulo

Nesta quarta-feira, dia 11 de agosto de 2021, Carlos Adriano de Souza Vieira, popularmente conhecido como Adriano Gabiru, está completando 44 anos de idade. Autor do talvez gol mais importante da história do Internacional, o do título Mundial de 2005, foi em outra equipe onde realmente teve boa fase: no Atlético Paranaense (na época com a grafia sem o h), entre 1998 e 2004.

Depois de jogar nas categorias de base e no time profissional do CSA de Alagoas, onde foi campeão estadual em 1997, dividindo o meio-de-campo com Deco, que faria sucesso na Europa, o Atlético Paranaense contratou o meia em 1998, que muitas vezes era chamado apenas de Adriano. Comandado por Abel Braga, Gabiru fez parte do poderoso quarteto do Furacão junto com Kelly, Lucas e Kléber. Logo em seu primeiro ano, conquistou o Campeonato Paranaense.

Na temporada seguinte, o Atlético venceu o Torneio Seletivo da Libertadores. O time do Sul precisou passar pela primeira fase enfrentando a Portuguesa. O placar agregado de 3 a 3 e o Furacão garantiu a sua classificação para as oitavas de final por conta do critério dos gols fora de casa ao perder a primeira partida por 3 a 1 e vencer a segunda por 2 a 0. Na fase seguinte, o time paranaense passou pelo seu maior rival Coritiba. Nas quartas de final enfrentou o Internacional, nas semifinais eliminou o São Paulo e chegou na grande decisão diante do Cruzeiro. Na final, o Rubro-Negro venceu o primeiro jogo por 3 a 0 e perdeu o segundo por 2 a 1. Com isso, Gabiru ganhava mais um título com a camisa do clube.

No Brasileirão de 1999, o Atlético Paranaense fez uma boa campanha mas acabou não conseguindo se classificar para a fase de mata mata, terminando na 9ª colocação. Nesta edição, o Adriano anotou seis gols em 20 jogos com a camisa do Furacão. Já na Copa do Brasil, o clube do Paraná chegou na semifinal, mas acabou sendo eliminado pelo Botafogo, que seria o vice campeão do torneio ao perder para o Juventude na decisão. Gabiru marcou três gols na caminhada da equipe na copa nacional.

Em 2000, logo no início da temporada, foi campeão do Pré-Olímpico, disputado no Brasil, com a Seleção. Porém, na lista final para os Jogos de Sidney, ficou de fora. Gabiru também chegou a entrar em campo pelo time paranaense em algumas oportunidades, já que acabou sendo emprestado para o Olympique de Marseille. Por outro lado, o meia havia conquistado o seu segundo título estadual, com direito a marcar o gol no primeiro jogo da decisão.

Atuou também em jogos de Libertadores e Copa do Brasil. Na competição continental, o Furacão foi eliminado pelo Atlético Mineiro nas oitavas de final na disputas de pênaltis, depois de ter feito a melhor campanha na primeira fase. Já no torneio nacional, a equipe rubro-negra acabou caindo para o Cruzeiro, que venceu a competição em cima do São Paulo. Gabiru acabou não marcando gol para o Atlético.

Quando retornou do período de empréstimo, foi uma peça importantíssima para o elenco na conquista de mais um Campeonato Paranaense e do Campeonato Brasileiro de 2001. Jogando junto com Kléberson, Kléber Pereira e Alex Mineiro, deu assistências para seus companheiros de equipe e ainda contribuiu com três gols na trajetória do título brasileiro vencido em cima do São Caetano.

No ano de 2002, o Furacão foi campeão do Supercampeonato Paranaense. Por conta da conquista do título nacional na temporada anterior, o Rubro-Negro disputou mais uma vez a Taça Libertadores da América. Neste ano, o Furacão não fez boas campanhas. O clube terminou na 14ª colocação no Brasileirão (competição na qual Gabiru marcou um três gols) e foi lanterna do seu grupo na competição continental (com o meia marcando apenas um tento).


Em 2003, Gabiru teve números melhores em relação a temporada anterior. Marcou seis gols em 32 jogos que disputou pelo Campeonato Brasileiro. O Furacão terminou na 12ª colocação e ficou quatro pontos atrás do Figueirense, o último clube dentro da zona de classificação para a Copa Sul Americana de 2004. Na Copa do Brasil disputou todos os quatro jogos do clube na competição e fez um gol. Nesta edição do torneio nacional, o Furacão foi eliminado pelo Sport Recife na segunda fase da competição.

Após sua atuar por tanto tempo com a camisa do rubro-negro paranaense, Adriano Gabiru ainda foi jogar no Cruzeiro por empréstimo e depois jogou em clubes como Internacional, Figueirense, Sport, Goiás, Guarani, Mixto, Corinthians-PR, outra passagem CSA, Guarany de Bagé, Combate Barreirinha, Botafogo-ES, Panambi e Taboão da Serra, clube onde encerrou sua carreira como jogador de futebol profissional em 2017.

Adriano é eternizado na Calçada da Fama do Maracanã

Com informações do Lancepress
Foto: divulgação Maracanã

Adriano na cerimônia de entrada na Calçada da Fama do Maracanã

O ex-atacante Adriano foi eternizado na Calçada da Fama do Maracanã neste sábado, dia 24. O Imperador é o 123º atleta, o 104º do futebol, a ser incluído na Calçada da Fama, que conta com grandes nomes do futebol brasileiro e mundial.

Nomes como Pelé, Zico, Garrincha, Zagallo, Romário, Messi e Beckenbauer. Recentemente outros ídolos do Flamengo, como Júlio César, Petkovic e Juan, também receberam essa homenagem. A cerimônia, no Maracanã, contou com a participação de Neguinho da Beija-Flor e com membros da família do Imperador.

Adriano foi bicampeão brasileiro, uma com o Flamengo em 2009 e outra com o Corinthians em 2011, tetracampeão italiano com a Inter de Milão e campeão da Copa América 2004 e da Copa da Confederações 2005 com a seleção. O último clube do Imperador foi o Miami United, dos Estados Unidos, em 2016.


A Calçada da Fama foi inaugurada no ano 2000, na celebração dos 50 anos do Maracanã. Após diversas mudanças de local, o acervo precisou passar por um trabalho de identificação e até restauração nos últimos anos. Para evitar perdas futuras, a Suderj e a Secretaria de Esporte e Lazer do Estado do Rio de Janeiro iniciaram um processo de digitalização das pegadas.

Brasil x Argentina: o gol decisivo de Adriano na Copa América 2004

Com informações da CBF
Fotos: divulgação

Adriano comemorando o gol de empate contra a Argentina nos acréscimos

O relógio já marcava 48 minutos do segundo tempo. A Seleção Brasileira perdia a final por 2 a 1 para a Argentina. O título parecia até nas mãos dos hermanos, mas eles não contavam com o surgimento do Imperador. Um lançamento na área, a bola fica pipocando e encontra um pé esquerdo famoso. Adriano ajeita e solta um foguete no gol de Abbondanzieri. Final de jogo, 2 a 2 e decisão nos pênaltis. Com o brilho de Júlio Cesar, a Canarinho venceu por 4 a 2 e ficou com o título da Copa América 2004. Agora, 15 anos depois, Brasil e Argentina voltam a fazer um confronto decisivo pelo torneio, mas pelas semifinais.

O dia do Imperador - O dia 25 de julho de 2004 marcou um dos grandes momentos da história do clássico entre Brasil e Argentina. O Estádio Nacional, em Lima, ficou pequeno pra tamanha decisão. A Seleção Brasileira foi para a Copa América sem grandes nomes da época, como Ronaldinho Gaúcho, Ronaldo Fenômeno e Kaká. O técnico Carlos Alberto Parreira tinha com ele uma safra mais jovem de jogadores e outros personagens que já eram protagonistas mundo afora, como Adriano, Luís Fabiano, Edu Gaspar, Renato, Alex, Júlio Cesar e Maicon. 

Do outro lado, a Argentina contava com todos os seus principais astros. Além do goleiro Abbondanzieri, nomes conhecidos do torcedor brasileiro como Mascherano, Zanetti, Lucho Gonzales, Sorín, D’Alessandro, Saviola e Tevez estavam no elenco comandado pelo técnico Marcelo Bielsa. Os hermanos, com uma equipe mais experiente, saíram na frente com Kily González, que fez de pênalti aos 20 minutos. O empate brasileiro saiu nos acréscimos da primeira etapa, quando Luisão marcou de cabeça.

Alex levanta a taça de campeão

O segundo tempo foi marcado por muita disputa e tensão entre brasileiros e argentinos. A situação da Canarinho ficou complicada aos 42 do segundo tempo, quando Delgado marcou o segundo da albiceleste, o que parecia ser o gol do título. Eis que surgiu o Imperador. No último fio de esperança, aos 48 minutos, um bate e rebate na área argentina e a bola procurou o pé esquerdo de Adriano… “Pode até empatar, quem sabe agora, capricha Adriano”. Foi assim que Galvão Bueno descreveu o momento em que o atacante deu uma leve ajeitada na bola e soltou um canhão para o fundo das redes. Era o gol que levaria a decisão da Copa América 2004 para os pênaltis. 

Nas penalidades, a moral do Brasil chegou muito elevada e outro herói apareceu. O goleiro Júlio Cesar defendeu a cobrança de D’Alessandro e foi um dos responsáveis pela conquista. Além disso, Heinze também desperdiçou uma cobrança pelo lado argentino chutando pra fora. Na Seleção Brasileira, Adriano novamente, Edu Gaspar, Diego e Juan converteram suas cobranças. Vitória do Brasil por 4 a 2 e o sétimo título de Copa América. ​

O menino que queria ser Imperador

Por Mateus Dannibale

Adriano foi um atacante forte, habilidoso e goleador, mas a depressão não o deixou ir mais longe

Essa é a história de Adriano Leite Ribeiro, o menino pobre que nasceu na Vila Cruzeiro, no Rio de Janeiro, e decidiu construir seu próprio império apenas com seu talento. O futuro Imperador começou a dar seus primeiros passos na base do Flamengo, tendo sido promovido ao time principal no ano de 2000. Nesta mesma temporada, com 18 anos, foi convocado para Seleção Brasileira pela primeira vez. O futuro Imperador já impressionava pelo seu enorme vigor físico. Porém, somente alguns anos mais tarde começou a ser reconhecido pelo seu forte chute de perna esquerda.

Em 2001, foi vendido para a Internazionale, da Itália. Em seu primeiro jogo, marcou um gol contra o Real Madrid. Após ser emprestado e passar por Fiorentina e Parma (com boas atuações em ambos os clubes), o jovem Adriano volta para a Inter. Marca 15 gols em 16 jogos, uma média de quase um por jogo, e garante a titularidade no time. Era o início do império de Adriano e passou a ser chamado no clube Italiano de "O Imperador".

Na Inter, virou o Imperador

Após conquistar a Copa da Itália, Copa América, em 2004, e Copa das Confederações, em 2005, ele expande seu império pelo planeta e seu nome passa a ser conhecido e respeitado. A Copa do Mundo de 2006 se aproximava, Adriano era dado por muitos como um dos caras da Copa e, possivelmente, o próximo candidato a melhor do mundo. O menino da Vila Cruzeiro havia chegado onde poucos conseguiram, mas seu reinado como Imperador estava prestes a chegar ao fim e, como um furacão forte, violento e rápido, sua vida começou a mudar.

Em 2006, após falecimento de seu pai, Adriano ficou quase um ano sem marcar gols e foi muito criticado pela imprensa na Copa do Mundo. Durante uma entrevista recente com o jornalista Pedro Bial, o ex-Imperador afirmou que sofreu de depressão por cerca de três quatro meses após morte de seu pai. Tentando voltar à ascensão, Adriano retornou ao Brasil em 2008, vestindo a camisa do São Paulo, tendo boas atuações. Depois da eliminação na Copa Libertadores, o jogador deixou o time paulista, retornando à Itália, mas, segundo o próprio jogador, já não era a mesma coisa. Ele não tinha mais a mesma força de antes.

As últimas boas atuações foram no Flamengo

Suas última boas apresentações foram no Flamengo, principalmente em 2009, onde foi campeão brasileiro pelo clube onde iniciou sua carreira. O jogador ainda teve passagens rápidas por Roma, Corinthians e Atlético Paranaense, marcando apenas três gols somando todas estas passagens. Hoje ele não atua mais, aos 35 anos de idade, e vive entre sua cada na Barra da Tijuca e na Vila Cruzeiro, ambos no Rio de Janeiro, com sua família. Seria ele um talento desperdiçado? A depressão venceu o talento? O certo é que ele não será o único a passar por problemas pessoais em sua carreira e não será o último a sofrer com os acasos da vida. Um exemplo é o jogador Nilmar, atualmente no Santos, que também está sofrendo depressão e se mantém afastado das atividades do clube.

O Curioso do Futebol

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