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Camisa Verde e Branco abre Desfile de Carnaval em São Paulo com Adriano Imperador

Com informações do UOL
Foto: Cesar R. Santos/SRzd

Adriano no desfile da Camisa Verde e Branco

A Camisa Verde e Branco foi a primeira escola a entrar na avenida sexta-feira, primeiro dia de desfiles no Sambódromo do Anhembi. A escola apresentou o enredo "Adenla - O imperador nas terras do rei", uma homenagem aos reis africanos e ao ex-jogador de futebol Adriano Imperador.

O desfile une história e futebol ao contar a trajetória de Oxóssi, Piye (primeiro faraó negro), o imperador Mansa Musa (o homem mais rico do mundo no século 14) e de Adriano Imperador, que ganhou o apelido por seu talento no futebol.

Os personagens são citados como exemplos de resistência negra e símbolos da luta de um povo. A ideia é reforçar a "africanidade", a "ancestralidade" e a "memória genética" da escola. "Adenla" é o nome da coroa usada pelo rei do povo iorubá.

Adriano Imperador, estrela da escola, foi recebido na avenida com aplausos de foliões e funcionários. O craque posou para fotos e distribuiu simpatia. Em cima de uma empilhadeira para subir no carro alegórico, ele ficou com medo de cair e brincou com a situação.

Uma mulher desmaiou na ala das baianas durante o desfile. Ela foi logo socorrida pelos bombeiros presentes no local. Foi preciso retirar a fantasia da mulher, que saiu andando da avenida após receber o pronto atendimento.

Na concentração, a escola teve problemas com a manobra de um dos carros alegóricos. O carro, no entanto, atravessou a avenida sem contratempos.


A Camisa Verde e Branco abusou do dourado e verde para representar a realeza e opulência de seus personagens. Alas homenagearam o poder de Oxóssi sobre as florestas, a riqueza de Mansa Musa com o ouro, o poder do cabelo black power e, no último carro, o sucesso de Adriano Imperador nos gramados. O jogador veio rodeado de crianças vestindo fantasias que representavam o uniforme da Seleção Brasileira e o "sonho de meninos e meninas".

Fundada em 1953 na Barra Funda, a agremiação passou doze anos distante da elite do Carnaval paulistano, voltando ao Grupo Especial após ser vice-campeã do Grupo de Acesso no ano passado. A escola já foi campeã nove vezes pelo Grupo Especial.

Adriano Imperador: as revelações da série sobre o jogador

Com informações da Veja
Foto: divulgação


O Paramount+ tem em seu serviço de streaming o documentário "Adriano, Imperador", que narra a vida de um dos jogadores mais polêmicos e com grande potencial do futebol brasileiro: Adriano. Ele, que foi gigante em seu auge, poderia ter sido muito maior, de acordo com cronistas.

O documentário é dividido em três episódios e conta com a participação de pessoas próximas ao ex-jogador, que não costumava dar entrevistas com frequência durante sua carreira. A direção é de Susanna Lira, que também dirigiu o documentário do Casagrande na GloboPlay.

Nos últimos tempos, aliás, Adriano tem se movimentado para contar sua própria história. Ele está escrevendo também sua autobiografia em parceria com o repórter esportivo brasileiro Ulisses Neto. O jornalista, que mora em Londres, escreveu, em maio do ano passado, um longo perfil do celebrado atleta, com passagens por times italianos, como Internazionale e Parma, para a revista The Player’s Tribune.

O livro deverá sair pela editora espanhola Planeta, que distribuirá o livro nos mais de vinte países onde ela atua, além de licenciamentos para outras editoras ao redor do mundo. Otimista com o sucesso da obra, a casa publicadora prevê, apenas no Brasil, uma tiragem inicial de 50.000 exemplares.

De talento inquestionável nos gramados, Adriano também ganhou destaque no noticiário fora do futebol por diversas polêmicas.

Aos 40 anos, o ex-atacante relata alguns momentos importantes de sua vida, como a primeira convocação para a seleção brasileira, sua passagem pela Inter de Milão e a morte de seu pai, ocorrida em 2004. Além do futebol, o documentário aborda temas como fama, dinheiro, depressão, humildade, imprensa, carros e mulheres.


Durante sua carreira, Adriano atuou por Flamengo, Inter de Milão, Fiorentina, Parma, São Paulo, Roma, Corinthians, Athletico Paranaense e Miami United. A aposentadoria em 2016 ocorreu depois de uma lesão no tendão de Aquiles, ocorrida cinco anos antes, e, oficialmente, o atacante nunca teve um jogo de despedida.

Há 18 anos, Brasil conquistava a Copa América, no Peru, em jogo com gol histórico de Adriano

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Adriano no chute do gol que levou a decisão para as penalidades

Há 18 anos o Brasil se tornava tricampeão da Copa América, mas dessa vez com um gostinho mais especial. No dia 25 de julho de 2004, no Estádio Nacional, em Lima, houve a grande final entre Brasil e Argentina, as duas melhores equipes do continente e a equipe Argentina venceu até os acréscimos, até o gol salvador de Adriano.

A partida foi muito equilibrada, as duas equipes tinham grandes jogadores, estrelas mundiais e buscavam a vitória a todo momento. O Brasil com mais confiança, pois há dois anos atrás tinha ganho a Copa do Mundo, já a Argentina completava alguns anos sem títulos.

A equipe Argentina começou o jogo melhor, tendo as melhores oportunidades, e logo aos 20 minutos abriu o placar em um pênalti batido por Kily González. Depois do gol, o Brasil melhorou e tentou controlar o jogo em busca do seu gol, mas estava difícil para a equipe criar.

A partida teve uma tensão muito grande, por ser duas seleções rivais, que queriam muito aquele título. No final da primeira etapa, o Brasil conseguiu chegar ao empate aos 45 minutos, com um gol de Luisão, um zagueiro que teve que ajudar na parte ofensiva.

Com o empate, as equipes voltaram para a segunda etapa com mais tensão, pois nenhuma gostaria de tomar um gol, pois poderia ser falta. O jogo ficou mais controlado, com as duas equipes se prevenindo mas priorizando a organização defensiva para não sofrer.

O jogo foi se desenrolando para um empate, que levaria o jogo para os pênaltis, mas na parte final, a partida virou uma loucura. Aos 87 minutos, o time da Argentina fez o gol com César Delgado, que daria o título a sua equipe. Todos os torcedores já estavam comemorando, pois faltavam poucos minutos para terminar a grande final.

A Seleção Brasileira precisava urgente de um gol para levar a partida para os pênaltis e nos acréscimos conseguiu. No último minuto dos acréscimos, aos 93 minutos, a bola foi cruzada na área e sobrou nos pés do jovem Adriano, de 22 anos, que teve a tranquilidade de dominar e acertar um belo chute.


O gol foi muito milagroso, pois o título já estava praticamente nas mãos da equipe Argentina. Nos pênaltis as coisas mudaram, a confiança do Brasil foi superior, pois estava na empolgação, de quase um título perdido, para uma grande chance de se tornar campeão.

Nos pênaltis, a Seleção Brasileira conseguiu converter todas suas penalidades, inclusive o Adriano. Já a equipe Argentina não teve a mesma alegria e acabou perdendo dois pênaltis, que deram o grande título ao Brasil, depois de uma excelente final.

Brasil x Argentina: o gol decisivo de Adriano na Copa América 2004

Com informações da CBF
Fotos: divulgação

Adriano comemorando o gol de empate contra a Argentina nos acréscimos

O relógio já marcava 48 minutos do segundo tempo. A Seleção Brasileira perdia a final por 2 a 1 para a Argentina. O título parecia até nas mãos dos hermanos, mas eles não contavam com o surgimento do Imperador. Um lançamento na área, a bola fica pipocando e encontra um pé esquerdo famoso. Adriano ajeita e solta um foguete no gol de Abbondanzieri. Final de jogo, 2 a 2 e decisão nos pênaltis. Com o brilho de Júlio Cesar, a Canarinho venceu por 4 a 2 e ficou com o título da Copa América 2004. Agora, 15 anos depois, Brasil e Argentina voltam a fazer um confronto decisivo pelo torneio, mas pelas semifinais.

O dia do Imperador - O dia 25 de julho de 2004 marcou um dos grandes momentos da história do clássico entre Brasil e Argentina. O Estádio Nacional, em Lima, ficou pequeno pra tamanha decisão. A Seleção Brasileira foi para a Copa América sem grandes nomes da época, como Ronaldinho Gaúcho, Ronaldo Fenômeno e Kaká. O técnico Carlos Alberto Parreira tinha com ele uma safra mais jovem de jogadores e outros personagens que já eram protagonistas mundo afora, como Adriano, Luís Fabiano, Edu Gaspar, Renato, Alex, Júlio Cesar e Maicon. 

Do outro lado, a Argentina contava com todos os seus principais astros. Além do goleiro Abbondanzieri, nomes conhecidos do torcedor brasileiro como Mascherano, Zanetti, Lucho Gonzales, Sorín, D’Alessandro, Saviola e Tevez estavam no elenco comandado pelo técnico Marcelo Bielsa. Os hermanos, com uma equipe mais experiente, saíram na frente com Kily González, que fez de pênalti aos 20 minutos. O empate brasileiro saiu nos acréscimos da primeira etapa, quando Luisão marcou de cabeça.

Alex levanta a taça de campeão

O segundo tempo foi marcado por muita disputa e tensão entre brasileiros e argentinos. A situação da Canarinho ficou complicada aos 42 do segundo tempo, quando Delgado marcou o segundo da albiceleste, o que parecia ser o gol do título. Eis que surgiu o Imperador. No último fio de esperança, aos 48 minutos, um bate e rebate na área argentina e a bola procurou o pé esquerdo de Adriano… “Pode até empatar, quem sabe agora, capricha Adriano”. Foi assim que Galvão Bueno descreveu o momento em que o atacante deu uma leve ajeitada na bola e soltou um canhão para o fundo das redes. Era o gol que levaria a decisão da Copa América 2004 para os pênaltis. 

Nas penalidades, a moral do Brasil chegou muito elevada e outro herói apareceu. O goleiro Júlio Cesar defendeu a cobrança de D’Alessandro e foi um dos responsáveis pela conquista. Além disso, Heinze também desperdiçou uma cobrança pelo lado argentino chutando pra fora. Na Seleção Brasileira, Adriano novamente, Edu Gaspar, Diego e Juan converteram suas cobranças. Vitória do Brasil por 4 a 2 e o sétimo título de Copa América. ​

O menino que queria ser Imperador

Por Mateus Dannibale

Adriano foi um atacante forte, habilidoso e goleador, mas a depressão não o deixou ir mais longe

Essa é a história de Adriano Leite Ribeiro, o menino pobre que nasceu na Vila Cruzeiro, no Rio de Janeiro, e decidiu construir seu próprio império apenas com seu talento. O futuro Imperador começou a dar seus primeiros passos na base do Flamengo, tendo sido promovido ao time principal no ano de 2000. Nesta mesma temporada, com 18 anos, foi convocado para Seleção Brasileira pela primeira vez. O futuro Imperador já impressionava pelo seu enorme vigor físico. Porém, somente alguns anos mais tarde começou a ser reconhecido pelo seu forte chute de perna esquerda.

Em 2001, foi vendido para a Internazionale, da Itália. Em seu primeiro jogo, marcou um gol contra o Real Madrid. Após ser emprestado e passar por Fiorentina e Parma (com boas atuações em ambos os clubes), o jovem Adriano volta para a Inter. Marca 15 gols em 16 jogos, uma média de quase um por jogo, e garante a titularidade no time. Era o início do império de Adriano e passou a ser chamado no clube Italiano de "O Imperador".

Na Inter, virou o Imperador

Após conquistar a Copa da Itália, Copa América, em 2004, e Copa das Confederações, em 2005, ele expande seu império pelo planeta e seu nome passa a ser conhecido e respeitado. A Copa do Mundo de 2006 se aproximava, Adriano era dado por muitos como um dos caras da Copa e, possivelmente, o próximo candidato a melhor do mundo. O menino da Vila Cruzeiro havia chegado onde poucos conseguiram, mas seu reinado como Imperador estava prestes a chegar ao fim e, como um furacão forte, violento e rápido, sua vida começou a mudar.

Em 2006, após falecimento de seu pai, Adriano ficou quase um ano sem marcar gols e foi muito criticado pela imprensa na Copa do Mundo. Durante uma entrevista recente com o jornalista Pedro Bial, o ex-Imperador afirmou que sofreu de depressão por cerca de três quatro meses após morte de seu pai. Tentando voltar à ascensão, Adriano retornou ao Brasil em 2008, vestindo a camisa do São Paulo, tendo boas atuações. Depois da eliminação na Copa Libertadores, o jogador deixou o time paulista, retornando à Itália, mas, segundo o próprio jogador, já não era a mesma coisa. Ele não tinha mais a mesma força de antes.

As últimas boas atuações foram no Flamengo

Suas última boas apresentações foram no Flamengo, principalmente em 2009, onde foi campeão brasileiro pelo clube onde iniciou sua carreira. O jogador ainda teve passagens rápidas por Roma, Corinthians e Atlético Paranaense, marcando apenas três gols somando todas estas passagens. Hoje ele não atua mais, aos 35 anos de idade, e vive entre sua cada na Barra da Tijuca e na Vila Cruzeiro, ambos no Rio de Janeiro, com sua família. Seria ele um talento desperdiçado? A depressão venceu o talento? O certo é que ele não será o único a passar por problemas pessoais em sua carreira e não será o último a sofrer com os acasos da vida. Um exemplo é o jogador Nilmar, atualmente no Santos, que também está sofrendo depressão e se mantém afastado das atividades do clube.
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