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Jornal italiano coloca Gabigol e Vampeta entre maiores fracassos da Inter de Milão nos anos 2000

Com informações da Agência Estado
Foto: arquivo

Gabigol em um de seus poucos jogos na Inter

O jornal italiano La Gazzetta dello Sport trouxe à tona, nesta segunda-feira, uma lista peculiar: os maiores fracassos que passaram pela Inter de Milão no século 21. Entre os nomes que se destacam nessa relação, estão os brasileiros Gabigol e Vampeta.

“Pesado e fora de ritmo, o brasileiro também pagou pelo ano conturbado no banco dos Nerazzurri, com três treinadores se revezando no comando do time, De Boer, Pioli e Vecchi. Um ano depois, foi emprestado ao Benfica, onde permaneceu apenas seis meses”, definiu o periódico sobre o atacante.

Esta não é a primeira vez que o veículo critica o atacante. No passado, não economizou palavras ao comparar sua passagem pela Itália com o coronavírus. “Gabigol partiu em um silêncio que vai além desse vírus que infecta milhares e os mantém trancados em casa”, destacou o trecho de uma reportagem.

Contratado em 2016 por uma quantia significativa de 33,5 milhões de euros (R$ 180 milhões na cotação atual) do Santos, Gabriel Barbosa teve uma passagem apagada pelo clube italiano, com apenas dez jogos disputados e um gol marcado. Posteriormente, acabou sendo emprestado para o Flamengo.

O centroavante recuperou a confiança no clube carioca, onde já marcou 141 gols e conquistou uma coleção de títulos, incluindo dois Brasileiros, duas Libertadores e uma Copa do Brasil. Por sinal, o desempenho desde que voltou ao Brasil despertou o interesse do Corinthians, mas o dono da camisa 10 da Gávea segue nos planos da equipe de Tite para a próxima temporada.


Além de Gabigol, Vampeta, ídolo do clube do Parque São Jorge, é o outro brasileiro na lista dos “horrores” da Internazionale no terceiro milênio. O ex-jogador, que passou oito meses no time italiano em 2001, é descrito pelo La Gazzetta dello Sport como “festeiro”. “Sua transferência teve o ‘mérito’ de trazer um certo Adriano (Imperador)”, completou o jornal.

Há 20 anos, Vampeta dava cambalhotas na rampa do Palácio do Planalto

Com informações da Jovem Pan
Foto: arquivo

Vampeta descendo a rampa dando cambalhotas

O que você estava fazendo há exatos 20 anos? Não se lembra? Pois bem… No dia 2 de julho de 2002, Marcos André Batista do Santos, o Vampeta, entrava para a história ao dar cambalhotas e descer rolando a tão tradicional rampa do Palácio Planalto. Era uma terça-feira ensolarada em Brasília, e, dois dias antes, a Seleção Brasileira havia conquistado o pentacampeonato mundial no Japão.

A felicidade era tanta que o hoje comentarista do Grupo Jovem Pan não se conteve e exagerou na ingestão de bebidas alcoólicas durante o quase sempre cansativo voo de 25 horas de Tóquio para a capital do Brasil. Some à embriaguez o carinho por um amigo e a resenha com os companheiros de equipe e pronto… O resultado foi a inesquecível quebra de protocolo durante uma solenidade com o então presidente da República, Fernando Henrique Cardoso.

“O Brasil foi campeão, e a gente voltou de avião. Os atletas na classe executiva, e os familiares, amigos e repórteres na classe econômica. Estava todo mundo dormindo. Eu estava sentado ao lado do Ronaldo e do Luizão, e, na classe econômica, estava rolando o maior samba, todo mundo feliz, cantando. E eu fui para lá, troquei de lugar com a Dona Sônia, mãe do Ronaldo Fenômeno. Voltei para o Brasil jogando baralho, bebendo com o pai do Luizão, com o pai do Roque Júnior… Dentro do avião, eu estava bêbado e bom. Mas, quando a gente chegou ao Brasil, eu estava bêbado e ruim”, relembrou Vampeta, aos risos.

“Tinha um cara na Seleção, um amigo nosso, chamado Nilson Locatelli, o ‘Louco’. Ele é de Indaiatuba-SP e vinha sempre cumprimentar a gente no café da manhã, nos lanches. Era um torcedor que tinha liberdade de estar junto com os jogadores. O Felipão via que ele era muito amigo nosso, que isso fazia bem para o grupo, e liberava a entrada dele na concentração. E ele sempre vinha nos cumprimentar dando cambalhotas. Quando a gente chegou em Brasília, eu já estava pra lá de Bagdá, e o Fernando Henrique (Cardoso) começou a chamar a gente para receber as medalhas. Aí eu fiquei falando assim: ‘vou fazer uma homenagem pro Louco! Quando chegar a minha vez, vou dar uma cambalhota!’. E os outros caras do elenco ficavam botando pilha: ‘duvido! Duvido!’. Aí, dei aquelas cambalhotas todas (risos). Tem gente que pergunta se foi aposta com algum jogador… Não foi nada! Foi uma homenagem ao Louco e a sensação de ter ganhado uma Copa do Mundo. Isso não tem nada que pague”, acrescentou.


Os mais atentos podem ter guardado na memória que Vampeta vestia uma camisa do Corinthians, e não o uniforme social da Seleção Brasileira, durante a cerimônia com Fernando Henrique Cardoso. O que está por trás deste fato, porém, é mais uma impagável história do ex-jogador. “Quando a gente chegou em Brasília, tinha um trio elétrico da Ivete Sangalo nos esperando. A gente subiu, estava comemorando, quando um torcedor que estava na rua me jogou uma camisa do Corinthians, a número 2, preta. Eu vesti a camisa e joguei a da Seleção para ele. Aí, estava todo mundo de verde, com o uniforme social da Seleção, e só eu de preto. O Marcos, goleiro, que é meu amigo, falou: ‘ô, palhaço! Vai ter a foto oficial e só você vai estar diferente!’. Mas um torcedor tinha jogado uma camisa do Palmeiras para o Marcos. Ele estava vestido com ela e segurando a da Seleção na mão. Quando ele vacilou, eu peguei a camisa da Seleção dele e joguei lá embaixo! Só falei assim: ‘agora nós dois estamos fu…’ (risos). Mas é que a camisa do Palmeiras também é verde, né? Então parece que só eu não estava com a camisa da Seleção. Mas éramos eu e o Marcos (risos)”, finalizou o carismático ex-jogador.

Ídolo do Timão, Vampeta completa 47 anos neste sábado

Com informações do Corinthians
Foto: arquivo Corinthians

Vampeta, enfrentando o Botafogo, em seu primeiro ano pelo Timão

Um dos jogadores mais carismáticos da história do Corinthians, Vampeta completa 47 anos neste sábado, dia 13. O ídolo marcou época na sua posição, a de segundo-volante, tendo inclusive chegado à Seleção Brasileira. Ele fez parte de um dos melhores e mais vencedores elencos corinthianos em 110 anos de história.

Vampeta, um apelido que foi dado a ele, uma mistura de "Vampiro com Capeta", começou no Vitória. Depois, foi para a Holanda, onde defendeu o PSV. Chegou a ser emprestado para o Venlo, do mesmo país, e Fluminense, entre 1995 e 1996. Em 1998, foi negociado com o Corinthians, que o contratou com o apoio de seu parceiro, o Banco Excel Econômico.

Em sua chegada ao Timão, o hoje ex-jogador foi indicado por Vanderlei Luxemburgo, treinador em 1998, como lateral direito. Mas foi atuando no meio-campo que Vampeta se destacou. Ao lado de Rincón, o ex-atleta formou uma das grandes duplas que já atuaram nesse setor alvinegro – tornando-se, inclusive, referência para atletas que vieram depois, como Elias e Paulinho.

As principais características do Velho Vamp eram o combate efetivo aos jogadores adversários aliado com a técnica para criar jogadas ofensivas Além de cativar a Fiel com a bola nos pés, Vampeta também se tornou ídolo pelo jeito irreverente, sempre confiante no potencial do Corinthians, levando a paixão das arquibancadas para o campo.


Em 2000, Vampeta foi negociado com a Inter de Milão, ainda passou por PSG e Flamengo, até voltar ao Timão em 2002. Em 2003, saiu novamente, defendeu vários times do Brasil e exterior e ainda teve uma terceira passagem pelo Timão, não muito feliz, em 2007, quando fez parte do time rebaixado no Brasileirão.

Nas suas três passagens, de 1998 a 2000, de 2002 a 2003 e em 2007, Vampeta conquistou os títulos de Campeonato Paulista (1999 e 2003), Torneio Rio-São Paulo (2002), Copa do Brasil (2002), Brasileirão (1998/99) e Mundial de Clubes (2000). No Alvinegro, o volante jogou 268 partidas e marcou 17 gols.

Osasco Audax não tem mais Vampeta como presidente

Com informações da Jovem Pan
Foto: Fábio Shimab/Portal da Band

Vampeta ficou sete anos na presidência do clube da grande São Paulo

Marcos André Batista Santos, o Vampeta, não é mais o presidente do Grêmio Osasco Audax, clube que disputa o Campeonato Paulista da Série A2 em 2020. A revelação foi feita pelo próprio ex-jogador, durante participação no Esporte em Discussão, programa onde o ex-volante é comentarista, desta terça-feira, dia 9.

“Eu não sou mais o presidente do Audax”, revelou Vampeta, que integra a equipe de comentaristas esportivos do Grupo Jovem Pan. “Já venceu o meu mandato, e, agora, sou presidente do Conselho Deliberativo do clube. Eles estipulam dois mandatos e, depois disso, não pode mais (continuar no cargo). Eu queria ficar lá, né? Mas não pode”, explicou, aos risos.


Quem assumiu o lugar do pentacampeão mundial foi Renato dos Santos Botega. Publicitário, ele é genro do dono do clube, Mário Teixeira, e exercia a função de diretor administrativo financeiro do Audax. Já Vampeta foi nomeado o novo presidente do Conselho Deliberativo, posto que anteriormente era ocupado pelo próprio Mário Teixeira.

“Time de dono já é tudo armado… Já tem tudo certo!”, brincou Vamp. “O novo presidente é o Renato, que é casado com a filha do Seu Mário. Aqui é papo reto! O time é de família!”, acrescentou, também em tom bem humorado.


Amigo pessoal de Mário Teixeira, Vampeta já trabalhava com o empresário antes do Audax, no Grêmio Osasco, outro clube que foi dele. O ex-volante assumiu a presidência do Audax em 2013 e, em sete anos à frente do clube, passou por bons e maus momentos.

Em 2016, por exemplo, viu a equipe surpreender gigantes como Corinthians, São Paulo e Palmeiras e alcançar a final do Campeonato Paulista – na ocasião, o Santos superou os então comandados por Fernando Diniz e acabou com o título. No ano passado, foi campeão paulista da Série A3. Porém, entre esses dois períodos vitoriosos, amargou dois rebaixamentos.

A passagem de Vampeta pelo Fluminense

Por Alexia Faria


Um dos jogadores mais folclóricos do futebol brasileiro entre os anos 90 e 2000, Marcus André Batista Santos, mundialmente conhecido como Vampeta, ficou famoso principalmente por suas passagens pelo Corinthians e Seleção Brasileira, além de soltar a famosa frase "eles fingem que pagam e eu finjo que jogo", em sua passagem pelo Flamengo, em 2001, e dar cambalhota na rampa do Palácio do Planalto após a conquista do penta, em 2002. Porém, já reconhecidamente um jogador de talento, mas ainda sem fama, o "Velho Vamp" teve uma passagem por um ano no Fluminense.

Nascido em 13 de março de 1974, Vampeta começou a carreira no Bahia em 1990, ainda na juventude. Logo em seguida, o volante foi para as categorias do rival Vitória, onde foi profissionalizado e foi importante na campanha do Rubro Negro Baiano vice-campeão brasileiro de 1993. Suas atuações no Leão da Barra e na Seleção Brasileira de base o fizeram ser vendido para o PSV Eindhoven, da Holanda.

No time da Philips, ele alternou bons e maus momentos, teve um empréstimo rápido para o VVV Venlo, do mesmo país, e ainda no PSV atuou com Ronaldo. Depois de um ano na Holanda, Vampeta retornou ao Brasil, Vampeta retornou ao Brasil no segundo semestre de 1995. O clube seria o tricolor carioca, Fluminense, que vivia uma ótima fase, após ser campeão carioca no primeiro semestre com o famoso gol de barriga de Renato Gaúcho.

Figurinha carimbada no Brasileirão

Vampeta chegou em um time que estava entrosado. Com nomes como Valdeir, o The Flash, Ronald, Cássio, Lima e Sorlei, o volante substituiu Djair, que foi para o Flamengo após a conquista do estadual. Só para se ter uma ideia, Gaúcho, com boas passagens por Palmeiras e Flamengo, era reservas na equipe. Liderados por Renato Gaúcho no campo e Joel Santana no banco, o Flu ainda foi primeiro colocado do Grupo B no turno inicial e já garantiu sua vaga nas semifinais da competição.

No assunto Fla-Flu, Vampeta chegou a dividir o campo com o “Baixinho”, Romário num jogo marcado por protestos das torcidas. Entre vaias e xingamentos, a partida que foi realizada em Campina Grande, para 22.400 pessoas, e ficou no 0 a 0. Ainda no segundo turno da primeira fase, o Flu não repetiu os desempenhos, mas a vaga já estava garantida.

As duas semifinais, contra o Santos FC, teve uma das histórias mais épicas do futebol brasileiro, mas não foi a favor da equipe do volante. No dia 7 de dezembro os times se enfrentaram no Maracanã, e o time de Vampeta fez 4 a 1 no Santos de Giovanni, Robert e companhia. Três dias depois, em São Paulo, no Pacaembu, o time da Baixada Santista virou o confronto, fazendo 5 a 2 e tirando o Fluminense da competição.

Fazendo gol, com a camisa 9, em vitória por 4 a 2 contra o Madureira

Vampeta ainda ficaria no Fluminense no primeiro semestre de 1996. Na Taça Cidade Maravilhosa, espécie de torneio longo de pré-temporada, conquistado pelo Botafogo, o Tricolor não fez boa campanha e ficou apenas na quinta colocação. Isto era um presságio da péssima temporada que o clube iria passar, uma das piores de sua história.

No Campeonato Carioca, o Flamengo nadou de braçadas, conquistando os dois turnos (taças Guanabara e Rio) e, consequentemente, a competição sem precisar de uma final. O Fluminense ficou apenas em quarto. Após o estadual, o volante, que atualmente é dirigente nos times de Osasco,  atuou no início do Nacional e voltou para o PSV ainda nas primeiras rodadas, escapando do vexame Tricolor: o primeiro rebaixamento para a Série B do Brasileirão, que foi revertido no tapetão. Mas isto é história para uma outra matéria.

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