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Sebastián Saja e sua rápida passagem pelo Brescia

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Saja teve uma curta trajetória pelo time italiano

O argentino Diego Sebastián Saja, ex-goleiro e atual treinador de goleiros do Inter Miami popularmente conhecido apenas como Sebastián Saja, está celebrando o seu 45 aniversário nesta quarta-feira, dia 5 de junho de 2024. Ao longo de sua carreira como atleta, o arqueiro teve uma curta passagem pelo Brescia no começo do atual milênio.

Revelado pelo San Lorenzo, o guarda redes chegou ao clube italiano, por empréstimo do time de Buenos Aires, em meados de 2003, gerando boa expectativas. Entretanto, teve dificuldades de se firmar na equipe titular e foi muito pouco aproveitado até o fim daquela temporada. 


De acordo com o site ogol.com, o goleiro deixou os Rondinelle em 2004, tendo disputado apenas quatro jogos pela Leonessa. Posteriormente, foi novamente emprestado ao Rayo Vallecano, América do México, Córdoba e ao Grêmio nos anos seguintes.

Na sequência de sua carreira, Saja ainda jogaria em clubes como AEK Atenas, Racing Club e o Gimnàstic da Espanha. Decidiu pendurou as luvas em 2017, após defender as cores do Real Zaragoza.

O início de Daniele Bonera no Brescia

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Bonera jogou no Brescia por três anos

O ex-zagueiro italiano Daniele Bonera, multicampeão pelo Milan por nove anos, completa 43 anos de idade nesta sexta-feira, dia 31 de maio de 2024. No começo de sua trajetória no meio futebolístico, o defensor defendeu as cores do Brescia, equipe de sua terra natal, entre o fim da década de 90 e o princípio dos Anos 2000.

Apaixonado por futebol desde que ainda era pequeno, Bonera apareceu nas divisões de base Brescia em 1994, quando tinha apenas 13 anos de vida. Se destacou no time sub-19, conhecido também como Primavera, e se profissionalizou na temporada 1998/99, mas acabou não sendo aproveitado pelo treinador Silvio Baldini, que terminou a Serie B na sétima posição da Serie B e acabou sendo substituído pelo técnico Nedo Sonetti.

Com a chegada do novo comandante, Daniele passou a ganhar chances no time principal na sua segunda temporada. Na primeira vez que atuou por 90 minutos, os Rondinelle empataram em 1 a 1 com o Vicenza, em pleno Mario Rigamonti. Ao final da Serie B, a Leonessa terminou a divisão de acesso de 1999/00 na terceira posição e o acesso à elite com o camisa 21 tendo disputado cinco partidas.

Na Serie A, os Biancoazzurri buscaram reforços para o seu elenco e também trocaram Sonetti por Carlo Mazzone, que o firmou entre os titulares em 2001. Atuando no esquema 3-5-2 do treinador romano, o jovem fez parte de diversos trios de zaga por conta do revezamento entre Alessandro Calor, Filippo Galli, Fabio Petruzzi e Vittorio Mero. Mais a frente, a genialidade de Roberto Baggio, responsável pela armação, e o artilheiro Dario Hübner na área, também ajudaram Brescia a ficar em oitavo lugar da primeira divisão e levar as Andorinhas para um torneio internacional pela primeira vez na sua história.

Em 2001/02, o zagueiro, que passou a ser convocado para defender a Seleção Italiana frequentemente a partir de 2001, continuou muito bem. Disputou a extinta Copa Intertoto, competição na qual o clube chegou na final, mas acabou perdendo o título para o Paris Saint-Germain. Bonera fechou a sua última temporada tendo disputado 37 jogos. Entretanto, colecionou três expulsões no Campeonato Italiano.


O atleta confirmou a sua saída do clube lombardo em julho de 2002, quando se transferiu para endinheirado Parma, que na época era patrocinado pela Parmalat, que época era uma das maiores marcas fornecedoras de laticínios por todo o mundo. Ao todo, Bonera fechou o seu ciclo no Brescia tendo disputado 72 partidas, de acordo com o site ogol.com.

Na sequência de sua carreira, o zagueiro ainda jogou no Milan e no Villarreal. Encerrou a sua trajetória no futebol atuando pelo Submarino Amarelo em 2019.

Gheorghe Hagi e sua trajetória pelo Brescia

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Hagi passou pelo Brescia no início dos Anos 90

Gheorghe Hagi, ex-meio campista romeno e atual treinado do Farul Constanţa, clube de seu país de origem, comemora o 59º aniversário nesta segunda-feira, dia 5 de fevereiro de 2024. Enquanto atuava dentro das quatro linhas, o jogador teve uma passagem de duas temporadas pelo Brescia no começo da década de 90.

Quando chegou à Itália em 92, Hagi já havia passado por vários clubes. Afinal, depois de ser revelado no Farul Constanţa, onde jogou nas categorias de base e profissionalmente, Gheorghe ainda defendeu Sportul Studenţesc, Steaua Bucareste - ambos da Romênia -, e o Real Madrid. Lá, se encontrou com dois compatriotas: o meia Florin Răducioiu e o treinador Mircea Lucescu.

Na época de sua transferência, o Brescia se encontrava na Serie B e montava um time com o objetivo de conquistar o acesso para a Serie A e o resultado veio: a equipe conseguiu, não só a promoção à elite, como também o título da Segunda Divisão.

No entanto, na sua última temporada, fez parte da fraca campanha dos Rondinelle na Serie A, o que acabou culminando com o rebaixamento de volta para a Segundona Italiana.

De acordo com o site ogol.com, Gheorghe Hagi se despediu do clube italiano em 94, após disputar 61 partidas. Apesar de não ter o quesito de gols marcados como sua principal característica, o romeno anotou 14 tentos enquanto atleta do Brescia.


Após deixar os Biancoazzurri, o meia ainda jogou no Barcelona, de 94 a 96, e no Galatasaray, entre 96 e 2001, ano qual encerrou a sua carreira como atleta. Se tornou treinador e já comandou a Seleção da Romênia, o Bursaspor, o Galatasaray, o Politehnica Timişoara, o Steaua Bucareste, o Viitorul Constanța até chegar ao Farul Constanţa em 2021, onde trabalha atualmente.

Pep Guardiola e sua passagem como jogador do Brescia, da Itália

Por Fabio Rocha
Foto: divulgação

Pep Guardiola no Brescia

Josep Guardiola i Sala, atualmente o melhor técnico do mundo e um dos maiores da história do futebol mundial, também foi jogador e teve uma boa carreira, passando por grandes times. Depois de muitos anos no Barcelona, o jogador acabou sendo negociado com o futebol italiano, para atuar no Brescia. 

O treinador nasceu em Santpedor, Catalunha, na Espanha, no dia 18 de janeiro de 1971, e começou a sua carreira quando chegou ao Barcelona, aos 13 anos de idade. 

Depois de alguns anos na base, aos 17 anos começou a atuar no Barcelona C, depois de três anos se desenvolvendo foi para a equipe B. Após uma temporada, chegou ao time principal, conseguindo se destacar e mostrar todo o seu potencial, mas ainda era um reserva. 

A partir de 1991, ele foi colocado como titular e fez parte de um grande time, conquistando diversos títulos. Pelo Barcelona profissional, Pep ficou 11 anos, atuando 384 partidas e marcando 11 gols, conquistando diversos títulos relevantes pelo clube. 

Na reta final da sua passagem pelo Barcelona, o jogador já estava perdendo espaço e a equipe passando por uma reconstrução. O volante recebeu algumas propostas, e acabou aceitando a do Brescia, da Itália, o que seria sua primeira experiência longe da Espanha, 2001.

Todos tinham uma grande expectativa do jogador no futebol italiano, até porque tinha 31 anos e ainda estava bem na parte física. Porém, o volante não teve uma adaptação tão fácil ao jeito de jogar do seu time, ainda mais que o futebol italiano era muito mais físico.


Pep sofreu muito na sua adaptação e acabou ficando apenas uma temporada no clube, atuando apenas 13 vezes e marcando 2 gols. Mesmo em um momento ruim, o jogador se manteve no país, mas foi contratado pela Roma, onde ficou apenas um semestre. 

Pela Roma teve muitos problemas, sendo suspenso por quatro meses por uso de substância proibida nandrolona. No início de 2003, retornou ao Brescia, e também acabou ficando um semestre, atuando 16 vezes e marcando 2 gols, logo depois negociado com o Catar.

Mario Balotelli sobrevive a forte batida de carro na Itália

Com informações da Agência Estado
Foto: divulgação

Contudido, Balotelli não vem atuando pelo Adama Demispor

O atacante Mario Balotelli se envolveu em um grave acidente de carro na noite desta quinta-feira em Brescia, na Itália. De acordo com jornais locais, o jogador do turco Adama Demispor deixou o veículo cambaleando, se recusou a fazer teste de bafômetro e foi socorrido por uma ambulância. Ele passa bem.

O forte impacto do carro contra um muro poderia ter causado um estrago ainda maior se não fosse a presença dos airbags do veículo, que ficou destruído. Depois de sair do carro, Balotelli teria caído no chão.

As imagens registradas do acidente mostram o carro sem uma das rodas e com a frente e a lateral do veículo arruinadas. Uma parte do muro em que Balotelli bateu caiu. O Audi Q8 está avaliado em 100 mil libras, cerca de R$ 615 mil.

O acidente teria acontecido na via Orzinuovi por volta das 20h no horário local, de acordo com o jornal italiano Gazzeta Dello Sport. As investigações sobre as causas da batida ainda serão investigadas pelas autoridades da cidade.


Balotelli está contundido e por isso estaria na cidade de Brescia, onde ele já atuou na temporada 2019-20. O atacante passou também por Internazionale, Milan, Manchester City, Liverpool, Nice, Monza, Olympique de Marselha e Sion.

A passagem de Luca Toni no Brescia

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Luca Toni no Brescia

Completando 45 anos neste dia 26 de maio, o atacante italiano Luca Toni, já aposentado dos gramados, foi dentro de campo um dos mais prolíficos "fazedores de gol" do futebol. Conhecedor da área como poucos e exímio cabeceador, ele teve passagens marcantes pela Fiorentina, pelo Palermo e pelo Bayern de Munique. Sua carreira foi decolar quando já tinha alguma idade, nos anos em que passou atuando pelo Brescia, no início da década de 2000.

Chegou aos Biancazzurri na temporada 2001/2002, quando o clube possuía alguns nomes interessantes no elenco incluindo Pep Guardiola, o atual treinador mais badalado do mundo e na época um experiente volante já em fim de trajetória no mundo da bola e Roberto Baggio, que dispensa apresentações. A equipe chegava a Série A com Carlo Mazzone e pretendia fazer bonito na competição.

Toni foi trazido de uma boa temporada no Vincenza e rapidamente se adaptou ao Brescia, se tornando a flecha que o time necessitava e sendo decisivo nas boas partidas que os Rondinelle fizeram naquela temporada no Campeonato Italiano. Na 13ª posição, a equipe escapou com alguma tranquilidade de uma possível queda e Luca Toni marcou 14 gols ao longo da temporada. Foi o artilheiro do time.

Curiosamente, atrapalhado por lesões e por uma queda técnica, caiu de desempenho no biênio seguinte e esteve muito longe de ser o mesmo na temporada 2002/2003. Marcou apenas dois gols ao longo do ano e caiu de rendimento, porém ainda assim seguiu sendo procurado por outras equipes, sendo contratado pelo Palermo ao fim daquela temporada. 


Deixou o Brescia com 16 gols em 50 jogos pela equipe, passando a viver seu auge nos anos seguintes. Assombrou o mundo principalmente atuando pelo Bayern, onde foi artilheiro da Bundesliga. Depois de uma lesão no clube alemão, foi voltar aos tempos artilheiros cansando de balançar as redes nos seus últimos anos jogando pelo Hellas Verona. 

O início de Pirlo no Brescia

 Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Pirlo atuando contra a Internazionale

Completando 42 anos neste dia 19 de maio, o treinador e ex-meia Pirlo é um dos grandes jogadores que a Itália já formou em suas terras. Dono de uma categoria ímpar e de uma visão de jogo quase incomparável, o cabeludo foi uma referência de qualidade na meia cancha durante toda sua carreira e teve passagens de enorme destaque por Milan e Juventus. O início de sua carreira foi no Brescia. 

Pirlo chegou as categorias de base dos Biancoazzurri ainda muito jovem, com apenas 13 anos de idade. Era, na base e até chegar aos profissionais um jogador de ataque, atuando como segundo atacante e como meia ofensivo em algumas partidas. Subiu para o time profissional aos 16 anos, na temporada 1994/1995, onde se tornou o jogador mais jovem a atuar pelo Brescia.

Foi começar a ter mais chances no Brescia na temporada 1996/1997, onde foi um dos destaques da promoção e do título do Brescia na competição. Na temporada 1997/1998, se converteu novamente num dos destaques do clube, marcando um total de 4 gols em 30 jogos, com os Rondinelle terminando na sétima colocação na Série A. Seu futebol foi suficiente para chamar atenção da Internazionale, que o adquiriu.

Sem conseguir se firmar na Inter, retornou ao Brescia por empréstimo em 2001, quando atuou ao lado de seu ídolo de infância Roberto Baggio. Um dos momentos felizes de sua segunda passagem por lá foi uma assistência para um gol de Baggio diante da Juve nos últimos minutos. Fechou sua segunda passagem pelo Brescia com 10 jogos. Foi neste período que acabou sendo colocado para jogar mais atrás e ganhou destaque pelos seus bons passes e boa visão de jogo.


Depois de deixar o Brescia, retornou a Inter e acabou negociado com o Milan, onde o resto virou história. Pirlo atuou num total de 59 partidas com a camisa biancoazzurra, marcando seis gols e saindo da posição de segundo atacante para se tornar um dos melhores registas de todos os tempos. Hoje, ele vive turbulências no comando da Juventus, onde dificilmente permanecerá ao fim dessa temporada. 

A passagem de Branco pelo Brescia

Por Ricardo Pilotto
Foto: arquivo

Branco quando atuou pelo Brescia

Claudio Ibraim Vaz Leal, popularmente conhecido como Branco, completa 57 anos de idade neste domingo (4). O lateral-esquerdo brasileiro, que jogou três Copas do Mundo e que neste sábado teve alta depois de ter chegado a ficar na UTI, por Covid-10, atuou no Brescia da Itália por duas temporadas, entre 1986 e 1988, e teve uma passagem marcante no clube Biancoazzurri.

Após ser revelado no Internacional e passar pelo Fluminense jogando quatro anos pelo Tricolor, Branco chegou ao futebol italiano na temporada 1986-1987. A equipe havia acabado de ser promovida para a primeira divisão do futebol italiano, e o atleta que tinha acabado de ter uma boa passagem no Flu e feito parte da Seleção Brasileira campeã da Copa do Mundo de 1986, foi um dos estrangeiros escolhidos para reforçar o time naquela época. Junto com o lateral esquerda brasileiro, a Leonessa também contratou Evaristo Beccalossi, que estava na Inter de Milão.

Mesmo com essas aquisições de jogadores renomados, o Brescia não conseguiu fazer uma boa campanha na elite do futebol italiano e acabou sendo rebaixado para a segunda divisão naquela mesma temporada. Nesta edição, o atleta brasileiro havia marcado três gols, mas não foram o suficiente para que a equipe italiana permanecesse na principal competição do país.

Apesar do descenso para a Série B italiano, Branco ficou no clube por mais uma temporada. Conseguiu ser um dos maiores destaques da Leonessa e marcou mais três gols naquela temporada, mas não foi o suficiente. O Brescia não conseguiu voltar para a primeira divisão naquela temporada e permaneceu na Serie B da temporada 1987-1988.

No total destes 2 anos de passagem pelo Brescia Calcio, Branco fez seis gols em 57 jogos que participou com a camisa do clube dos Rondinelles. Acabou não vencendo títulos pelo time mas conseguiu um grande número de jogos em que mostrou muita qualidade. Um dos grandes motivos para fazer com que a passagem do lateral esquerdo campeão do mundo com a Seleção Brasileira fosse considerada marcante, foi por ter permanecido no time mesmo com o rebaixamento para a Serie B.


Após estes dois anos jogando no futebol italiano, Branco ainda jogaria em Portugal e voltaria para a Itália para defender o Gênoa. Atuaria por clubes brasileiros e voltaria ao futebol europeu por pelo menos mais uma vez antes de se aposentar jogando pelo Fluminense no ano de 1998.

50 anos de Roberto Baggio


O grande meia Roberto Baggio, que está completando neste 18 de fevereiro 50 anos de idade (nasceu em Caldogno), fez história no futebol italiano e mundial. Considerado um dos melhores jogadores da década de 90, o atleta do rabo de cavalo disputou três Copas do Mundo pela Seleção Italiana (1990, 1994 e 1998) e fez a alegria das torcidas do Vicenza, Fiorentina, Juventus, Milan, Bolgna, Internazionale e Brescia.

Baggio ficou conhecido por estas bandas por ter perdido o pênalti que deu à Seleção Brasileira o tetracampeonato mundial de futebol, na Copa do Mundo de 1994. Porém, ele tem uma bela história no esporte, conquistando diversos títulos. O Curioso do Futebol fez um levantamento sobre todas as camisas que o craque defendeu ao longo da carreira.

VICENZA


Roberto Baggio chegou ao Vicenza ainda menino. O clube disputava a Série C1 do Campeonato Italiano e em 1982 o atleta fazia sua estreia no futebol profissional com apenas 15 anos. Baggio já mostrava grande habilidade e personalidade, ganhando o seu espaço mesmo ainda muito novo. Em 1985, conquistou o seu primeiro título e levou o time à Série CA e, em seguida, foi negociado com a Fiorentina. No Vicenza, Baggio fez 78 jogos e marcou incríveis 66 gols.


FIORENTINA


No momento em que ia para a Fiorentina, Baggio teve uma lesão série no joelho e por muito pouco escapou de encerrar a carreira. Aliás, foi nesta época em que ele começou a seguir o Budismo. Porém, a equipe de Firenze apostou no talentoso meia e, apesar de ele não ter conquistado títulos pelo clube, virou ídolo da torcida, fazendo com que fosse para a Seleção Italiana, em 1988, logo após o vice-campeonato da Copa da UEFA. Baggio, que fez 223 gols em 248 jogos pela Fiorentina, foi vendido para a Juventus a contragosto, na época em que ia jogar a Copa de 1990.


JUVENTUS


Baggio chegava na Juventus com status de craque e confirmou o que a torcida esperava dele. Foi na Vecchia Signora onde ele se tornou o melhor jogador da Europa e um dos melhores do mundo, rivalizando com Romário pelo posto de maior do planeta. Pela Juve, Baggio conquistou uma Copa da UEFA (1993), uma Copa da Itália (1993), um Campeonato Italiano (1995) e a Supercopa da Itália (1995). Porém, o jogador saiu do clube justamente na temporada em que a Juventus conquistaria a Champions League. No time, Baggio fez mais de 300 jogos e quase a mesma quantidade de gols.


MILAN


Ao final da temporada 1994-1995, Roberto Baggio trocou a Juventus pelo Milan. Em seus primeiros 12 meses, o atleta jogou muito e foi um dos alicerces da equipe que conquistou o título em 1996, tornando-se um dos poucos jogadores que conquistaram dois títulos italianos consecutivos por clubes diferentes. Na segunda temporada, o joelho de Baggio, um dos inimigos em sua carreira, fez com que não fosse tão bem e saísse do clube no meio de 1997. Foram 71 jogos e 59 gols pelo Milan.


BOLOGNA


Em baixa, Roberto Baggio deu um passo para trás e acertou sua ida para o Bologna. Apesar do clube não ter muitas aspirações, o atleta jogou demais na temporada 1997-1998 pelo clube. Suas atuações chamaram a atenção de Cesare Maldini, treinador da Seleção Italiana, que o convocou para a Copa do Mundo de 1998, na França. Pelo Bologna, Baggio fez 36 jogos e marcou 30 gols.


INTERNAZIONALE


Com as grandes atuações de Baggio no Bologna e também na Copa do Mundo, o jogador voltou para Milão, mas para jogar na Inter. Tendo ao seu lado jogadores como Ronaldo e Recoba, Roberto Baggio fez duas temporadas razoáveis, tendo sido atrapalhado muito pelas lesões no joelho. Na Inter, ele fez 82 jogos e 63 gols.


BRESCIA


Em 2000, ele foi para o emergente Brescia, onde logo no início teve outra lesão do joelho, que o atrapalhou em sua primeira temporada pelo clube. Porém, em 2001-2002, Baggio voltou a jogar o fino da bola e, mesmo com 35 anos, foi cotado para ir à Copa do Mundo no Japão e Coreia do Sul, mas outra lesão o tirou do Mundial. Em 2004, resolveu encerrar a carreira em um jogo contra o Milan, no San Siro, onde foi aplaudido quando substituído, a dois minutos do término do jogo.


SELEÇÃO ITALIANA


Roberto Baggio foi convocado para a Seleção Italiana pela primeira vez em 1988, após grandes atuações pela Fiorentina. Baggio foi reserva na Copa de 1990, disputada na Itália, mas era o grande nome da equipe em 1994, nos Estados Unidos, quando a Azzurra perdeu o título para o Brasil, quando Baggio cobrou o pênalti para fora. Ele ainda jogou a Copa do Mundo de 1998, na França, e estava cotado para ir em 2002, mas uma lesão o tirou de seu quarto mundial. Ainda chegou a ser cotado para jogar nas Olimpíadas de Atenas, em 2004, mas Claudio Gentile preferiu não levar o atleta, que estava se aposentando. Pela Seleção, Baggio fez 81 jogos e marcou 73 gols.

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