Mostrando postagens com marcador 69 Anos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 69 Anos. Mostrar todas as postagens

Luto! Morre Miguel Ángel Russo, treinador do Boca Juniors

Foto: divulgação / Boca Juniors

Miguel Ángel Russo estava com 69 anos

O futebol argentino está de luto! Miguel Ángel Russo, técnico do Boca Juniors, faleceu nesta quarta-feira, dia 8, aos 69 anos. O clube confirmou a morte em suas redes sociais, lamentando a perda de um dos nomes mais marcantes de sua história.

“Miguel deixa uma marca indelével em nossa instituição e sempre será um exemplo de alegria, cordialidade e esforço”, publicou o Boca em nota oficial.

Russo enfrentava complicações decorrentes de um câncer diagnosticado em 2017, quando ainda dirigia o Millonarios, da Colômbia. Mesmo após o diagnóstico, manteve-se ativo no futebol, alternando períodos de tratamento com a carreira nos bancos de reservas. Nos últimos meses, o estado de saúde do treinador se agravou, e, desde setembro, ele havia se afastado gradualmente das atividades.

Optando por evitar internações prolongadas, Russo passou seus últimos dias em internação domiciliar, cercado pela família. Sua última aparição pública foi em 23 de setembro, durante um treino do Boca Juniors. Na ocasião, apareceu sorridente e foi abraçado por Juan Román Riquelme, presidente e ídolo do clube.

Uma vida dedicada ao futebol - Nascido em Valentín Alsina, em 9 de abril de 1956, Miguel Ángel Russo iniciou sua trajetória no Estudiantes de La Plata, onde jogou como volante entre 1975 e 1988. Foi campeão dos torneios Metropolitano (1982) e Nacional (1983), disputando 435 partidas pelo clube — o único que defendeu como jogador profissional, tornando-se um verdadeiro one-club man.

Uma grave lesão no joelho encerrou sua carreira aos 32 anos, mas logo abriu caminho para uma nova jornada, desta vez como treinador.

Russo começou a carreira técnica em 1989, no Lanús, onde conquistou o acesso à primeira divisão. Em 1994, repetiu o feito pelo Estudiantes, clube que o revelou.

Seu primeiro grande título na elite veio em 2005, ao conquistar o Torneio Clausura com o Vélez Sarsfield. Dois anos depois, viveu o ponto mais alto da carreira ao comandar o Boca Juniors na conquista da Copa Libertadores de 2007 — a última da história do clube até hoje.


Ao longo de 36 anos de carreira, Russo dirigiu 16 clubes, consolidando-se como um dos técnicos mais respeitados do futebol sul-americano.

O retorno ao Boca e o legado - Em sua segunda passagem pelo Boca Juniors, entre 2020 e 2021, Russo voltou a erguer troféus: conquistou a Superliga Argentina, a Copa Diego Maradona e a Copa Argentina.

Em 2025, retornou ao comando da equipe a pedido de Riquelme, após breve passagem pelo San Lorenzo. Mais do que títulos, Miguel Ángel Russo deixa um legado de liderança serena, paixão pelo futebol e respeito por onde passou — um verdadeiro símbolo de dedicação ao esporte argentino.

Luto! Morre, aos 69 anos, cronista esportivo Marcelo Bianconi

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: reprodução

Cronista esportivo tinha 69 anos

O jornalista Marcelo Bianconi morreu neste domingo em Mococa, no interior paulista. Marcelo sofria de um câncer e não resistiu, falecendo aos 69 anos.

Nascido em Mococa, Marcelo Gomes Bianconi ficou conhecido como cronista esportivo de televisão tendo atuado em vários emissoras como Bandeirantes, Cultura, Globo, Sport TV, Rede TV e ESPN.

Marcelo Bianconi atuava como repórter e produtor, tendo idealizado grandes matérias, principalmente na TV Bandeirantes.


Cargos em Mococa - Nos últimos anos, Marcelo Bianconi optou em retornar para Mococa onde foi Secretário Municipal de Esportes e assessor de imprensa, sendo que seu último emprego na TV Câmara Municipal de Mococa.

Marcelo Bianconi está sendo velado no Cemitério São Sebastião, onde será sepultado nesta segunda-feira às 10:30 horas.

Luto! Morre ex-lateral Silvinho, que jogou em vários times do interior paulista

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: arquivo

Silvinho tinha 69 anos

O ex-lateral direito do Rio Branco e de vários times do interior paulista, Silvinho, morreu neste domingo, dia 10, aos 69 anos. O ex-jogador não vinha bem de saúde e faleceu no Hospital Municipal de Americana, cidade onde estabeleceu moradia após encerrar a carreira.

Nascido em Americana no dia 12 de fevereiro de 1956 e batizado Antonio Silvio de Almeida, segundo o “Almanaque do Rio Branco” do jornalista Cláudio Gioria, Silvinho iniciou sua carreira no Rio Claro e jogou em vários times do interior paulista como União de Araras, Velo Clube, Inter de Limeira e Independente, além de ter atuado no ABC-RN.


Ao encerrar a carreira, participou de vários campeonatos amadores em Americana, cidade onde era radicado. Silvinho está sendo velado no Cemitério da Saudade, em Americana, onde será sepultado às 13 horas desta segunda-feira.

Luto! Morre Ederson, volante de destaque no Guarani nos anos 1980

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: arquivo

Ederson tinha 69 anos

O ex-volante Ederson, que marcou época no Guarani nos anos 1980, faleceu nesta quinta-feira em Lajeado-RS. Ederson teve seu corpo cremado no Crematório de Santa Cruz do Sul nesta sexta-feira. Falecido aos 69 anos, Ederson vinha lutando contra a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA).

Nascido em Cruzeiro do Sul, no interior do Rio Grande do Sul, no dia cinco de abril de 1955, Ederson Lopes Teixeira da Silva, começou no Ypiranga-RS, onde ficou três temporadas, seguindo para o Novo Hamburgo-RS. Também teve rápidas passagens pelo Juventus-SC e Estrela-RS.

Destaque no futebol gaúcho, Ederson chegou ao Guarani em 1981 para atuar como meia armador, mas acabou sendo fixado como cabeça-de-área e fez muito sucesso.

Em 1982 foi destaque no time do Guarani que ficou em terceiro lugar no Campeonato Brasileiro, tendo sido eliminado pelo Flamengo-RJ, em uma partida onde a atuação do árbitro gaúcho Carlos Sérgio Rosa Martins é contestada até os dias atuais.


“Desde que acompanho o Guarani, no final dos anos 1960, Éderson foi o melhor cabeça de área que vi atuar”, comenta Artur Eugênio.

Ficou no Guarani até 1985 quando, em razão de contusões, teve que encerrar a carreira. Éderson voltou ao Rio Grande do Sul, onde tinha uma vida estabilizada, morando na cidade de Lajeado.

A história de Platini em Copas do Mundo

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Platini diante do Brasil

Michel Platini é um dos maiores jogadores da história do futebol francês. O excelente meio campista foi a grande figura da era em que a França começou a conquistar uma maior relevância dentro do futebol de seleções, inclusive ganhando seu primeiro troféu. Ídolo eterno da Juventus de Turim, o francês pendurou as chuteiras relativamente jovem, aos 32 anos, mas teve tempo de jogar ao longo de sua trajetória em três Copas do Mundo diferentes.

Platini, que nasceu em 21 de junho de 1955 jogou por apenas três clubes ao longo de sua carreira profissional: ele começou sua trajetória no Nancy, teve uma passagem pelo Saint-Ettiéne e depois fez história na Juventus de Turim. Na Seleção Francesa, começou sua trajetória em 1976, tendo inclusive estreado com gol em um amistoso contra a Tchecoslováquia. Jogou três copas pelos franceses.

Sua primeira convocação veio para a Copa do Mundo de 1978. Na época, a Seleção Francesa era basicamente um time de pouca relevância que havia conseguido uma campanha de terceiro lugar em 1958, sob um futebol absurdo jogado por Fontaine. No grupo dos donos da casa, a Argentina, os Bleus se foram na primeira fase e Platini atuou nas três partidas, marcando um gol na derrota diante dos argentinos. Seria a partir de 1982 que a equipe francesa começaria a viver seu caminho rumo a se tornar a potência absurda no futebol que é hoje.

Já um jogador estabelecido em 1982, principal referência do bom time do Saint-Ettiéne, Platini foi um dos principais nomes da excelente campanha francesa na Espanha. Marcou seu primeiro gol naquele mundial na vitória diante do Kuwait, apesar de também ter jogado bem na vitória diante da Inglaterra. Estava em campo em quase todas as partidas, marcando um gol diante da Alemanha Ocidental, na semifinal. Os franceses caíram nos pênaltis e Platini acabou não entrando em campo na decisão do terceiro lugar. Seu desempenho nessa Copa levou a Juventus a contratá-lo.


Entre as copas de 1982 e 1986, ele foi o grande nome do título francês na Eurocopa de 1984, quando os Bleus foram campeões jogando em casa, dominando de maneira absoluta o torneio, com Platini marcando nove gols em cinco jogos. Na fase de grupos, Platini passou em branco, fazendo apenas uma assistência diante da Hungria, mas a partir do mata-mata teve mais brilho, marcando nas oitavas, diante da Itália e nas quartas, diante do Brasil, jogo que aliás ocorreu no seu aniversário. Curiosamente, ele perdeu sua cobrança nos pênaltis, o que quase complicou os franceses. Novamente, a eliminação veio para a Alemanha, nas semifinais e Platini não jogou a decisão do terceiro posto.

No total, em três disputas mundialistas, Platini atuou em 14 partidas e marcou cinco gols nesses jogos. Sua geração "colocou" os Bleus no mapa do futebol de seleções, apesar do período terrível vivido entre 1990 e 1994 e superado em 1998, quando veio a primeira Copa do Mundo dos franceses. Atualmente, Didier Deschamps tem em sua mão o que provavelmente é o melhor elenco entre seleções do planeta e a França é uma das favoritas na Eurocopa, resta observar se chegará.

Luto! Morre Cézar, ex-goleiro de CRB e Corinthians

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: arquivo pessoal

Cézar tinha 69 anos e não vinha bem de saúde há algum tempo

O ex-goleiro Cézar, que destacou-se no CRB, na década de 70, e Corinthians no início dos anos 1980, faleceu na madrugada desta sexta-feira em Maceió, onde residia. Cézar tinha 69 anos e não vinha bem de saúde há algum tempo após ter sofrido um AVC e realizar uma cirurgia cardíaca.

Batizado Carlos Cézar de Oliveira, o ex-goleiro nasceu em Maceió no dia 22 de setembro de 1954 e foi revelado nas categorias de base do CRB-AL. Fazendo sucesso nos juniores, logo Cézar assumiu a titularidade da meta do CRB e até hoje é considerado um dos maiores goleiros do futebol alagoano.

Do CRB foi para o Corinthians, onde foi titular por mais de 50 jogos nos anos de 1981 e 1982. Criticado por ser um goleiro de baixa estatura, Cézar foi emprestado ao Juventus. Depois retornou para Alagoas e teve bons momentos no ASA de Arapiraca. No final de carreira, ainda jogou no Flamengo de Teresina-PI, tendo sido campeão estadual em 1986.


Após encerrar a carreira de atleta, Cézar fixou-se em Marechal Deodoro, cidade limítrofe com a capital Maceió, e teve comércios nas praias do Francês e na Barra de São Miguel. Ainda não existem informações do sepultamento do ex-goleiro Cézar, que deverá ocorrer ainda nesta sexta-feira em Maceió.

Luto! Morre Amaral, um dos grandes zagueiros da história do futebol brasileiro

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: arquivo

Amaral estava com 69 anos

O futebol brasileiro, em especial a comunidade do Guarani, está de luto. Morreu nesta sexta-feira (31), em São Paulo, o ex-zagueiro Amaral, um dos maiores defensores que já vestiu a camisa bugrina em todos os tempos. Com certeza foi o mais famoso, tendo defendido a Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1978, disputada na Argentina. Ele sofria de câncer e tinha 69 anos. Os amigos o chamavam pelo apelido: Feijão.

Amaral não vinha bem de saúde há algum tempo, tendo um tumor, com metástase, em vários órgãos de seu corpo. Ainda não há informações sobre o velório e sepultamento do ex-craque.

Nascido em Campinas, João Justino Amaral dos Santos, mais conhecido como Amaral (Campinas, 21 de dezembro de 1954). Ele começou no Guarani, mas depois passou por Corinthians e Santos antes de se transferir para o México, onde atuou pelo América-MEX, Universidad Guadalajara-MEX.

Com apenas 15 anos foi lançado no time principal do Guarani pelo treinador Armando Renganeschi, passando a ser titular absoluto a partir de 1971 e formando no lendário Guarani de 1973, quando disputou pela primeira vez o Campeonato Brasileiro: Tobias; Wilson Campos, Amaral, Alberto e Bezerra; Flamarion e Alfredo; Barnabé, Washington, Clayton e Mingo.

As seguidas convocações de Amaral para a Seleção Brasileira, sendo titular a partir de 1976, serviram para aumentar o prestígio do Guarani e do futebol de Campinas. Neste ano integrou a Seleção do Brasileirão da Revista Placar. Em janeiro de 1978 foi negociado com o Corinthians, onde foi campeão paulista em 1979. Depois esteve no Santos em 1981 e 1982, sendo marcante suas passagens pela Seleção Brasileira.


Titular absoluto na Copa da Argentina, em 1978, até hoje Amaral é lembrado pelo gol que salvou na partida contra a Espanha. Depois participou de outro lance bem parecido. O Brasil era dirigido pelo falecido Claudio Coutinho e deixou a Copa invicto, após empatar sem gols com a Argentina, campeã em cima da Holanda, de Cruijff.

Após atuar no México, na volta ao Brasil, teve uma passagem pelo Blumenau-SC e durante um bom tempo atuou na Seleção Brasileira de Masters, idealizada pelo saudoso locutor esportivo Luciano do Valle. Após encerrar a carreira, Amaral fixou residência em São Paulo e atuou como intermediário de atletas, além de manter uma escolinha de futebol.

Morre, aos 69 anos, o comentarista Antero Greco

Com informações da Isto É
Foto: arquivo

Antero Greco tnha 69 anos

Morreu nesta quinta-feira, 16, o comentarista esportivo Antero Greco. Ele tinha 69 anos e foi vítima de um tumor cerebral diagnosticado em 2022. A despedida do jornalista será realizada no Cemitério do Redentor, em São Paulo, nesta quinta-feira, 16, às 12h, seguida pelo enterro, às 16h.

O jornalista estava internado no Hospital Beneficência Portuguesa Mirante, em São Paulo. Recentemente, o apresentador Paulo Soares, que foi dupla do comentarista nos canais ESPN, confirmou que Antero estava em seus “dias finais”, desacordado e se alimentando apenas por uma sonda.

Greco começou sua carreira como jornalista em 1974, no jornal “O Estado de S. Paulo”. Ele passou por publicações como “Popular da Tarde”, “Folha de S.Paulo” e “Diário Popular” antes de chegar, em 1983, à TV Band.

A carreira como comentarista esportivo na ESPN começou em 1994, quando a emissora ainda era TVA Esportes. Em 2000, Greco ganhou grande notoriedade ao assumir a bancada do “Sportscenter” ao lado de Soares, o Amigão, com quem protagonizou momentos hilários ao vivo.


Em 2022, o jornalista teve um mal súbito ao vivo e foi diagnosticado com um câncer maligno no cérebro. Apesar disso, ele retornou à bancada do “Sportscenter” em 2023, já em tratamento. Além de quimioterapia e radioterapia, Greco passou por duas cirurgias. Ele deixa a esposa, filhos e netos.

A passagem de Batista na Lazio

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Batista atuando num derby de Roma

A Série A Italiana já foi um dia uma espécie de Olimpo do futebol, tendo a posição que hoje a Premier League ocupa como o campeonato de futebol mais badalado do planeta. A competição hoje é imensamente aberta a jogadores estrangeiros, tendo inclusive campeões com escalações inteiras sem jogadores italianos, como a Internazionale de 2010. Nos anos 1980 havia um limite de apenas três estrangeiros por time e foi nesse período em que o ex-volante brasileiro Batista, que completa seus 69 anos neste dia 8, passou pela Lazio.

Batista chegou a Lazio em 1983, como uma espécie de resposta dos laziales a contratação de Falcão pela rival Roma. O brasuca havia jogado a Copa do Mundo de 1982 pela Seleção Brasileira e desembarcou na capital no início da temporada 19831/984, buscando se tornar o destaque da equipe laziale durante a competição, numa época muito negativa para a equipe laziale, que ainda sofria os reflexos do escândalo Totonero, que a rebaixou no ano de 1980.

Chegou ao time e se tornou logo capitão do time, mas estava numa equipe das Áquilas que não conseguia nem de perto de fazer uma campanha digna. Com Batista sofrendo ao longo da temporada devido ao fato de além de não apresentar bom futebol, ser conhecido por frequentar a vida noturna e ser pouco profissional naquele momento. A Lazio se salvou na última rodada do rebaixamento com Batista fazendo algumas atuações importantes.


Na temporada seguinte, o brasileiro decaiu junto com o time laziale rumo a Série B. A equipe venceu apenas dois jogos durante a campanha inteira, empatando outros 11 e perdendo 17 jogos, ficando na penúltima colocação. Sem conseguir apresentar bom futebol, o brasileiro foi considerado um dos responsáveis pelo rebaixamento. Fez um gol ao longo daquele biênio e pouco conseguiu contribuir.

Se apresentou para permanecer para a temporada seguinte, mas acabou sendo cedido ao Avellino. No total, Batista atuou em 53 partidas pela Lazio e marcou três gols. Ainda passaria pelo Avellino, Belenenses e pelo Avaí antes de pendurar as chuteiras, em 1989.  

Daniel González e sua passagem curta e vencedora pelo Corinthians

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Daniel González em ação pelo Corinthians

Daniel Ángel González Puga foi um bom zagueiro uruguaio, atuando em alguns clubes do futebol brasileiro, conquistando títulos relevantes por um deles. O jogador fez parte da Democracia Corinthiana, movimento importante para o futebol, e fez uma grande dupla de zaga com Mauro.

O jogador nasceu em Montevidéu, no Uruguai, no dia 22 de dezembro de 1954, e começou sua carreira no futebol na base do Nacional, um dos maiores clubes do país. Porém, o zagueiro foi revelado pelo Fénix, um time de expressão média, que não brigava tanto por títulos. 

Pelo clube, o jogador ficou muitas temporadas, se desenvolvendo muito bem, mas acabou não conquistando nenhum título no futebol nacional. Ficou cinco temporadas, conseguindo se destacar, o que chamou a atenção do futebol brasileiro. 

Em 1979, foi contratado pela Portuguesa, uma grande oportunidade para o atleta se destacar no futebol brasileiro. No clube, o zagueiro mostrou todo seu potencial, sendo muito aguerrido e preciso na marcação, além de ser muito bom na bola parada. 

As suas habilidades impressionaram os times do futebol paulista, e em 1982 foi contratado pelo Corinthians. Daniel chegou na Democracia Corinthiana, que contava com grandes jogadores como Sócrates, Zenon e Casagrande. 


Logo na sua primeira temporada, o jogador foi muito importante fazendo parceria com o Mauro, formando uma bela dupla de zaga. Daniel foi um pilar defensivo, ajudando o time a conquistar o Campeonato Paulista de 1982, título muito importante para o momento do clube. 

Em 1983, o jogador ficou pouco tempo no clube, mas ainda fez parte da conquista do bicampeonato Paulista em 1983. Porém, após o título acabou sendo negociado com o Vasco da Gama, deixando o Timão com 72 jogos e dois gols.

Marco Tardelli e sua passagem vitoriosa pela Juventus de Turim

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Tardelli fez história pela Juventus

Marco Tardelli foi um dos maiores jogadores do futebol italiano, sendo muito importante na conquista da Copa do Mundo de 1982, marcando um dos gols na final. O meio-campista atuou por dois gigantes, construindo uma belíssima carreira, com grandes conquistas pela Juventus. 

Tardelli nasceu em Careggine, na Itália, no dia 24 de setembro de 1954, e começou sua carreira no futebol alguns anos depois. A sua vida profissional começou a deslanchar quando chegou na base do Pisa, onde se desenvolveu e conseguiu se destacar. 

O jogador subiu para o profissional em 1972, mas em seu primeiro ano fez apenas oito jogos, marcando dois gols na Série C. Mas tudo começou a mudar na temporada seguinte, pois Tardelli jogou em trinta e três partidas, marcando novamente dois gols. 

A sua boa temporada na equipe, começou a chamar a atenção de algumas equipes, e acabou sendo contratado pelo Como, que era um clube que disputava a segunda divisão nacional. 

O meio-campista conseguiu mostrar seu potencial rapidamente, sendo titular da equipe e um dos principais nomes daquele elenco. Na temporada de 74, o jogador atuou em trinta e seis partidas, marcando dois gols na Série B, chamando a atenção de grandes times. 

Por causa do seu grande desempenho, despertou interesses das grandes equipes do país. Em 1975 foi contratado pela Juventus, um dos maiores clubes do futebol europeu, e era a grande oportunidade da sua carreira. 

Tardelli rapidamente ganhou a vaga de titular, se firmando na equipe e mostrando todo seu talento. O jogador tornou-se uma das referências do elenco e líder, mesmo muito jovem assumindo as responsabilidades e decidindo jogos importantes pela Juventus. 

Depois de uma temporada no clube, foi convocado para a seleção italiana, tornando-se também importante para o seu país. O meio-campista encantava, era clássico e tinha um passe espetacular, conseguindo dominar a parte central do campo com muita facilidade. 

O jogador ficou a maioria da sua carreira atuando pela Juventus, construindo uma bela história. Tardelli conquistou diversos títulos, tornando-se ídolo do clube, sendo importante em todas as dez temporadas. Porém, em uma delas acabou atuando poucas vezes, pois em 79, acabou sofrendo uma lesão que o tirou de diversos jogos. 


Além dos diversos títulos pela Juventus, o meio-campista foi fundamental na Copa do Mundo de 1982, sendo muito decisivo. Tardelli era titular e uma grande estrela da equipe, e fez um dos gols que deram o título à Itália no jogo contra a Alemanha Ocidental. 

Pela Juventus foram 10 temporadas, com 259 jogos e 34 gols. Mas além disso, o jogador tem uma vasta lista de títulos, como: uma vez campeão da Taça dos Campeões Europeus, cinco títulos do Campeonato Italiano, uma UEFA Supercup, uma UEFA-CUP, uma Taça Europa e dois títulos da Taça Itália. 

Em 1985 deixou a equipe e foi atuar no rival, a Internazionale, já na parte final de sua carreira.

A passagem de Wladimir pela Ponte Preta

Por Ricardo Pilotto
Foto: arquivo / Gazeta Press

Wladimir teve boa passagem pela Macaca no fim dos Anos 80

Wladimir Rodrigues dos Santos, ex-lateral esquerdo conhecido popularmente apenas como Wladimir, está comemorando o seu 69º ano de vida nesta terça-feira, dia 29 de agosto de 2023. Durante a sua trajetória futebolística de sucesso, o atleta defendeu a Ponte Preta já no fim dos anos 80.

Antes de chegar no clube de Campinas, o renomado atleta já havia escrito uma linda história vestindo a camisa do Corinthians, onde foi revelado e jogou profissionalmente de 72 a 85, e se tornou ídolo da torcida Alvinegra do Parque São Jorge. Posteriormente, ainda defendeu o Santo André em 86, antes de rumar à Macaca naquele mesmo ano.

A equipe do interior paulista o adquiriu por conta do seu estilo de jogo. Sua característica de demostrar tamanha garra e segurança para marcar os adversários atuando pela Veterana lhe renderam algumas oportunidade de atuar na Seleção Brasileira.

Assim como em times como Corinthians, Santo André e Santos, que viria a defender posteriormente, o defensor marcou presença na lista dos jogadores que mais estiveram em ação. Encerrou a sua trajetória na Ponte Preta em 87, ano em que voltou ao Coringão, onde passaria a jogar em uma nova função: a de quarto-zagueiro.


Segundo o site ogol.com, Wladimir disputou um total de 24 partidas com a camisa ponte-pretana e anotou dois tentos. Na sequência de seu estrelato, rodou por agremiações renomadas do futebol brasileiro, como Santos e Cruzeiro.

Quando Mario Kempes resolveu 'cancelar' sua aposentadoria

Foto: arquivo

Mario Kempes durante a passagem pelo Fernández Vial

Um dos grandes ídolos do futebol argentino, Mario Kempes está completando 69 anos neste 15 de julho de 2023. Ídolo do espanhol Valencia, ele teve um fato curioso na carreira: em 1995, aos 41 anos, três após ter se aposentado, ele resolveu voltar a jogar e atuou pelo chileno Fernández Vial e pelo indonésio Pelita Jaya.

Nascido na cidade de Belle Ville, em Córdova, sua carreira começou no Instituto, com 16 anos. Depois, 'estourou' no Rosario Central e brilhou no Valencia. Ainda acumulou passagens por River Plate, Hércules, First Vienna, Sankt Polten e Kremsen, da Áustria, onde se aposentou em 1992, com 38 anos.

Porém, em 1995, três anos após parar de jogar, Kempes recebeu uma proposta do Fernández Vial, clube que disputava a segunda divisão do Chile. E o atacante argentino resolvou voltar a calçar as chuteiras novamente e retornou aos gramados aos 41 anos.

No Pelita Jaya

Mario Kempes foi destaque da Revista Placar, na edição de outubro de 1995. "Apesar da desconfiança dos críticos e os 5 quilos acima do peso, o veterando craque garante que não vai dar vexame", dizia a nota da revista brasileira falando do retorno do atacante.

Bastante fora de forma, Mario Kempes jogou apenas onze vezes pelo modesto Fernández Vial, que ficou em sétimo entre os 16 times que disputaram a Segunda Divisão Chilena daquele ano, vencida pelo Santiago Wanderers. O atacante argentino ainda marcou cinco gols.

Mas seu retorno aos gramados não parou por aí. Em 1996, ainda foi tentar manter a carreira no futebol da Indonésia, contratado junto com o compatriota Pedro Pasculli para ser jogador e treinador do Pelita Jaya, mas não chegou a atuar em jogos oficiais. Mas, somou 18 amistosos e 12 gols pela equipe onde pendurou as chuteiras.


Sua carreira de técnico continuaria nos anos seguintes, em equipes sem maior expressão. Seu último clube como treinador foi o Independiente Petrolero, da Bolívia, saindo em 2001. Depois, virou comentarista, passando por grandes emissoras, função que tem até hoje.

A chegada de Sócrates no Corinthians

Foto: arquivo

Sócrates sendo apresentado no Timão

No dia 20 de agosto de 1978, Sócrates, que se estivesse vivo completaria 69 anos neste 19 de fevereiro de 2023 e é um dos maiores ídolos da história do Sport Club Corinthians Paulista, estreava com a camisa alvinegra. Pelo Campeonato Paulista, o Timão empatou com o Santos por 1 a 1. Rui Rei marcou o gol corinthiano.

Sócrates Sampaio de Souza Vieira de Oliveira, natural de Belém-PA, começou a carreira profissional no Botafogo-SP, em 1974, clube em que marcou 101 gols em 269 partidas. Após quatro anos jogando na equipe de Ribeirão Preto, foi contratado pelo Corinthians.

Figura única, detinha inúmeros apelidos: Calcanhar de Ouro, Magrão e Doutor eram os principais. Fez história com o jeito único de jogar e agir. Além de se formar em Medicina – de onde veio o apelido de Doutor –, foi ícone do movimento da Democracia Corinthiana, no início da década de 1980.

Pelo Corinthians, foram 298 jogos, 172 gols e três Campeonatos Paulistas conquistados (1979, 1982 e 1983). O eterno camisa 8 ainda jogou pela Seleção Brasileira: foram 63 partidas, 25 gols e duas Copas do Mundo disputadas no currículo (1982 e 1986).


Sócrates faleceu na manhã de 4 de dezembro de 2011, mesmo dia em que o Corinthians sagrou-se pentacampeão brasileiro, contra o Palmeiras. Naquela partida, houve um minuto de silêncio em homenagem ao Doutor, e jogadores e torcedores prestaram homenagem reproduzindo a famosa comemoração com o braço levantado e o punho cerrado.

Morre em São Paulo José Roberto Portella, ex-preparador físico da Seleção Brasileira

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: arquivo

José Roberto Portella tinha 69 anos

O futebol brasileiro perdeu na manhã desta quarta-feira, dia 17, um de seus principais preparadores físicos. Morreu José Roberto Portella, ex-preparador da Seleção Brasileira, de 69 anos, que não vinha bem de saúde fazia pouco mais de três anos e que acabou falecendo em São Paulo de uma doença degenerativa – ELA. Em abril ele passou por uma cirurgia que envolvia vários órgãos e, desde então, o seu estado foi se agravando.

José Roberto Portella atuou em grandes clubes do futebol brasileiro, além de ter estado na Seleção Brasileira e em equipes do Exterior, tendo conquistado inúmeros títulos e tido outras conquistas. Fora do Brasil esteve no Sporting de Lisboa e Vitória de Guimarães, ambos em Portugal, e no árabe Al Ahli.

No Brasil, teve passagens marcantes pela Portuguesa, junto com o treinador Candinho. Os dois participaram da grande campanha de 1996, quando a Lusa se tornou vice-campeã brasileira. Sua última passagem pelo Canindé aconteceu entre 2017/2018.

Ele trabalhou no Corinthians, São Paulo, Guarani, Ponte Preta, Ituano, Bragantino, São Caetano, Mirassol, Linense, Atlético Mineiro, Goiás-GO, Fluminense-RJ, Fortaleza-CE, e vários outros. Nos anos 1970, também foi preparador físico da Seleção Paulista em excursões pelo Exterior.

Vários amigos e profissionais do futebol lamentaram o falecimento de José Roberto Portella em suas mídias sociais, como o ex-goleiro do Guarani e Corinthians, Gléguer, atualmente comentarista da Rádio Bandeirantes de Campinas (AM 1170) que lembrou do ótimo profissional que era Portella, destacando, também, o caráter do ex-preparador físico.


José Roberto Portella teve uma despedida simples e com a presença apenas de poucos amigos e familiares. Ele foi velado na Vila Mariana, no bairro da Aclimação, das 16h até 20h, e às 21h houve a Cerimônia de Cremação no Crematório Vila Alpina.

Morre Paulo Rogério, goleiro do Londrina na campanha do Brasileirão de 1977

Foto: arquivo

Paulo Rogério tinha 69 anos

Morreu neste sábado, aos 69 anos, o ex-goleiro do Londrina, Paulo Rogério. Ele aguardava para fazer uma cirurgia no coração. Paulo Rogério nasceu em São Paulo e atuou pelo Corinthians até 1974, quando foi afastado após ser diagnosticado com um problema no coração.

Nascido no dia 1º de janeiro de 1953, em São Paulo (SP), e criado em Caconde, Paulo Rogério surgiu como um promissor goleiro no Timão, após Ado deixar o Parque São Jorge. Em 1974, o goleiro foi afastado do Corinthians após ser diagnosticado com um problema no coração.

Quem aceitou o desafio de recuperar Paulo Rogério e colocá-lo em campo foi o Londrina, clube paranaense onde o goleiro fez história. Foram oito anos vestindo a camisa da equipe do Paraná. Entre os destaques, fez parte do time que foi semifinalista do Brasileirão de 1977.

Os problemas no coração abreviaram a carreira de Paulo Rogério, que aposentou as luvas aos 27 anos, em 1971. Em seguida, treinou os goleiros juvenis do Tubarão. Seu vínculo com o Londrina, porém, continuou até os tempos de hoje. Paulo Rogério era figura constante nos encontros de ex-jogadores do LEC promovidos anualmente pelos ex-craques Carlos Alberto Garcia e Robertinho. Sua última vinda foi no ano passado, quando o evento voltou a ser realizado depois de dois anos por conta da pandemia de Covid-19.

O ex-jogador ainda sofria de problemas cardíacos e aguardava uma cirurgia para instalação de uma válvula coronária. Ele tinha 69 anos e estava morando no litoral de São Paulo. Em seu site oficial, o Londrina lamentou a morte de Paulo Rogério e relembrou sua trajetória no clube, destacando que ele foi "peça fundamental" naquele time de 77.


"Paulo Rogério chegou ao Londrina em 1975, quando com um problema no coração foi dispensado do Corinthians. O Londrina aceitou o desafio de contar com o futebol de Paulo Rogério e fez um contrato de risco com o jogador. Em 1977, foi o grande ano do arqueiro com a camisa Alviceleste", diz a nota.

O Curioso do Futebol

O Curioso do Futebol
Site do jornalista Victor de Andrade e colaboradores com curiosidades, histórias e outras informações do mundo do futebol. Entre em contato conosco: victorcuriosofutebol@gmail.com

Aceisp