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Gabi Zanotti brilha e Corinthians passa pelo Boca Juniors nas quartas da Libertadores Feminina

Foto: divulgação / Conmebol

Gabi Zanotti marcou três apenas no primeiro tempo

Com show de Gabi Zanotti, o Corinthians cravou seu lugar na semifinal da Libertadores Feminina. A vaga das Brabas veio na tarde deste sábado, dia 11, no Estádio Nuevo Francisco Urbano, em Morón, na Argentina, com uma goleada por 4 a 0 sobre o Boca Juniors, abrindo as quartas da competição.

O Corinthians teve um início fulminante. Aos 3', Gabi Zanotti tentou o chapéu em Baccaro e a bola bateu no braço da camisa 15 do Boca Júniors. A arbitragem marcou pênalti após consulta ao VAR, que demorou três minutos. A própria Gabi Zanotti foi para a cobrança e marcou 1 a 0 para as Brabas.

O time paulista continuou na pressão e marcou mais um aos 12 minutos. Depois de Andressa Alves cobrar escanteio dentro da área, Gabo Zanotti, sozinha, não teve dificuldades para finalizar para as redes, marcando o segundo dela e do Alvinegro no jogo.

Gabi Zanotti estava arrebentando com o jogo e marcou o terceiro dela e do Corinthians aos 39'. Duda Sampaio cobrou falta com maestria na cabeça da camisa 10 das Brabas, que conferiu mais um na partida: 3 a 0 para o Timão e assim terminou o primeiro tempo.


No segundo tempo, o Corinthians diminuiu o ritmo, mas aos 21 minutos, veio o quarto. Letícia Monteiro construiu ataque pelo lado direito e achou Jhonson livre dentro da área para marcar: 4 a 0 para as Brabas e este foi o placar final do jogo.

Com o resultado, o Corinthians enfrentará o vencedor de Ferroviária e Independiente del Valle, que jogam ainda neste sábado. O jogo da semifinal será na quarta-feira, dia 15, às 20 horas, no Estádio Florencio Sola, em Banfield. Já o Boca Juniors está eliminado do certame.

Luto! Morre Miguel Ángel Russo, treinador do Boca Juniors

Foto: divulgação / Boca Juniors

Miguel Ángel Russo estava com 69 anos

O futebol argentino está de luto! Miguel Ángel Russo, técnico do Boca Juniors, faleceu nesta quarta-feira, dia 8, aos 69 anos. O clube confirmou a morte em suas redes sociais, lamentando a perda de um dos nomes mais marcantes de sua história.

“Miguel deixa uma marca indelével em nossa instituição e sempre será um exemplo de alegria, cordialidade e esforço”, publicou o Boca em nota oficial.

Russo enfrentava complicações decorrentes de um câncer diagnosticado em 2017, quando ainda dirigia o Millonarios, da Colômbia. Mesmo após o diagnóstico, manteve-se ativo no futebol, alternando períodos de tratamento com a carreira nos bancos de reservas. Nos últimos meses, o estado de saúde do treinador se agravou, e, desde setembro, ele havia se afastado gradualmente das atividades.

Optando por evitar internações prolongadas, Russo passou seus últimos dias em internação domiciliar, cercado pela família. Sua última aparição pública foi em 23 de setembro, durante um treino do Boca Juniors. Na ocasião, apareceu sorridente e foi abraçado por Juan Román Riquelme, presidente e ídolo do clube.

Uma vida dedicada ao futebol - Nascido em Valentín Alsina, em 9 de abril de 1956, Miguel Ángel Russo iniciou sua trajetória no Estudiantes de La Plata, onde jogou como volante entre 1975 e 1988. Foi campeão dos torneios Metropolitano (1982) e Nacional (1983), disputando 435 partidas pelo clube — o único que defendeu como jogador profissional, tornando-se um verdadeiro one-club man.

Uma grave lesão no joelho encerrou sua carreira aos 32 anos, mas logo abriu caminho para uma nova jornada, desta vez como treinador.

Russo começou a carreira técnica em 1989, no Lanús, onde conquistou o acesso à primeira divisão. Em 1994, repetiu o feito pelo Estudiantes, clube que o revelou.

Seu primeiro grande título na elite veio em 2005, ao conquistar o Torneio Clausura com o Vélez Sarsfield. Dois anos depois, viveu o ponto mais alto da carreira ao comandar o Boca Juniors na conquista da Copa Libertadores de 2007 — a última da história do clube até hoje.


Ao longo de 36 anos de carreira, Russo dirigiu 16 clubes, consolidando-se como um dos técnicos mais respeitados do futebol sul-americano.

O retorno ao Boca e o legado - Em sua segunda passagem pelo Boca Juniors, entre 2020 e 2021, Russo voltou a erguer troféus: conquistou a Superliga Argentina, a Copa Diego Maradona e a Copa Argentina.

Em 2025, retornou ao comando da equipe a pedido de Riquelme, após breve passagem pelo San Lorenzo. Mais do que títulos, Miguel Ángel Russo deixa um legado de liderança serena, paixão pelo futebol e respeito por onde passou — um verdadeiro símbolo de dedicação ao esporte argentino.

Boca Juniors se despede da Copa do Mundo de Clubes empatando com o Auckland City

Foto: divulgação

Boca ficou no empate com o Auckland City

O Boca Juniors decepcionou nesta terça-feira, dia 24, no Geodis Park, em Nashville, nos Estados Unidos. O time argentino apenas empatou com o Auckland City e acabou sendo eliminado da Copa do Mundo de Clubes de 2025.

Com a necessidade de golear para poder avançar ao mata-mata, o Boca Juniors controlou as ações do jogo, mas teve muitas dificuldades para marcar. O Auckland bloqueou grande parte das finalizações do time argentino e cortou diversos cruzamentos.

Mas sofreu gol aos 25 minutos. Em cobrança de escanteio, Di Lollo cabeceou para o gol, mas mandou na trave. A bola voltou nas costas do goleiro Garrow e entrou. 1 a 0 para o Boca Juniors nos primeiros 45 minutos. Com a vitória parcial do Benfica sobre o Bayern de Munique, o Boca estava sendo eliminado.

E aos 6 minutos, o Boca Juniors foi surpreendido. Em cobrança de escanteio, Gray consegue espaço para cabecear e empatar o jogo e marcar o primeiro gol do Auckland City na Copa do Mundo de Clubes. Depois do gol, o jogo foi paralisado por conta da condição climática.

A partida voltou depois de 40 minutos e virou um mero amistoso, já que a outra partida do grupo terminou com vitória do Benfica sobre o Bayern, eliminando as chances do Boca Juniors de classificação. E aos 13', Merentiel chegou a balançar as redes, mas o lance foi anulado porque Zenón dominou a bola com o braço.


O Boca até dominava o jogo, mas não fazia tanto esforço para buscar o gol da vitória, mesmo com sua torcida não parando de cantar. O time argentino até tentava finalizar, mas raramente levava perigo. Assim, a partida terminou empatada em 1 a 1.

Com o resultado, as duas equipes acabaram se despedindo da competição, sendo eliminadas e voltando mais cedo para suas respectivas casas.

Bayern de Munique vence o Boca Juniors por 2 a 1 na Copa do Mundo de Clubes

Foto: divulgação / Bayern de Munique

Vitória da equipe alemã em Miami

Na noite desta sexta-feira, dia 20, no Hard Rock Stadium, em Miami, o Bayern de Munique encarou o Boca Juniors pela segunda rodada do Grupo C da Copa do Mundo de Clubes. E o time alemão levou a melhor de venceu por 2 a 1.

O Bayern de Munique começou o jogo como se esperava: dominando as ações e mantendo o Boca Juniors na defesa. Quase abriu o placar aos sete, com um gol olímpico de Olise, mas o árbitro, chamado pelo VAR, marcou falta de Gnabry no goleiro Marchesín.

Aos 17', Advíncula cortou o cruzamento da direita, mas a bola sobrou para Harry Kane abrir o placar para o Bayern. O time alemão relaxou, Zenón obrigou o goleiro Neuer a fazer duas defesas, mas o Boca não chegou a ser uma ameaça real no primeiro tempo.

No segundo tempo, o Boca Juniors até aumentou o seu volume de jogo e empatou aos 20 minutos. Em contra-ataque rápido pela direita, Merentiel ganhou de Jonathan Tah na corrida, deu uma linda meia-lua em Stanisic, entrou na área e chutou na saída de Neuer: 1 a 1 no marcador.

O gol do Boca deixou o jogo aberto, com as duas equipes buscando a vitória. E quem marcou foi o Bayern de Munique, aos 38 minutos. Após jogada pela direita, a bola ficou pipocando na área, até Kane rolar na medida para Olise bater de primeira, no canto direito de Marchesín: 2 a 1 para o time alemão, que chegou a até balançar as redes mais uma vez, com Laimer, mas foi marcado impedimento.


A terceira e última rodada do Grupo C será na terça-feira, dia 24, com os jogos começando às 16 horas. No Bank of America Stadium, em Charlotte, o Bayern de Munique encara o Benfica. Já no Goedis Park, em Nashville, o Boca Juniors tem pela frente o Auckland City.

Benfica e Boca Juniors empatam em 2 a 2 na Copa do Mundo de Clubes

Foto: divulgação / Boca Juniors

2 a 2 em Miami

Benfica e Boca Juniors se enfrentaram nesta segunda-feira, dia 16, no Hard Rock Stadium, em Miami, estreando na Copa do Mundo de Clubes. As duas equipes fizeram um jogo movimentado, com os argentinos abrindo 2 a 0 e os portugueses buscando o empate: 2 a 2 no final da partida.

O Benfica começou melhor e dominou a primeira parte deste tempo, mas uma alteração muda o rumo do jogo. Russo tirou Herrera aos 20 minutos e os Xeneizes abriram o placar no lance seguinte. Lautaro Blanco recebeu uma virada de jogo aberto pela esquerda, colocou a bola entre as pernas de Florentino e cruzou rasteiro para a pequena área, onde Merentiel se antecipou da zaga e desviou para o fundo da rede. 

Sete minutos depois, Zenón cobrou um escanteio da esquerda no segundo pau, aberto, Belmonte desviou para a outra trave e Battaglia ganhou da marcação pelo alto para testar pro gol, ampliando a vantagem: Boca Juniors 2 a 0.

O clube português sentiu os tentos e ficaram longe da área adversária até Palacios cometer um pênalti besta em Otamendi, aos 44'. Di María, com muita classe, foi para a cobrança, descontou e deixou sua equipe viva para a segunda etapa.

No início segundo tempo, o Boca Juniors conseguia segurar o ímpeto do time português, tanto que as boas chances foram raras. Aos 26 minutos, o Benfica ficou com um jogador a menos. Belotti, com a sola do pé, acertou a cabela de Ayrton Costa e foi expulso após ação do VAR.

Mesmo com um a menos, o Benfica continuou tentando e empatou aos 38 minutos. Kökçü cobrou escanteio na entrada da pequena área, na primeira trave. Otamendi antecipou aos zagueiros e testou forte para as redes. Antes do fim, Figal foi expulso, deixando o Boca também com um a menos. E o jogo terminou empatado.


As duas equipes voltam a campo na próxima sexta-feira, dia 20. Às 13 horas, no Inter&Co Stadium, em Orlando, o Benfica encara o Auckland City. Já às 22 horas, no Hard Rock Stadium, em Miami, o Boca Juniors mede forças contra o Bayern de Munique.

Há 21 anos, Boca Juniors vencia o Santos o conquistava o seu quinto título da Libertadores

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Boca venceu o Santos, no Morumbi, por 3 a 1

Há 21 anos, o Boca Juniors conquistava seu quinto título da Libertadores da América sobre o Santos. A equipe argentina era um das mais temidas no início do século e chegava sempre como um dos favoritos ao título, e conseguiu confirmar a conquista em 2003 após dois grandes jogos contra o Peixe. 

O Boca Juniors que já havia perdido uma final de Libertadores para o Santos em 1963, entrou em busca de ‘vingança’ e tinha um time com muitos jogadores acima do nível, como por exemplo o Tévez. 

No início da competição a equipe caiu no Grupo 7, junto com Independiente Medelín, Barcelona de Guayaquil e Colo-Colo. O Boca acabou passando tendo algumas dificuldades e teve um certo perigo de ficar fora nas últimas rodadas, mas conseguiu confirmar a classificação. 

Porém, a equipe acabou passando na segunda colocação com 11 pontos e a décima melhor campanha da primeira fase. Nas oitavas de finais enfrentou o Paysandu e o primeiro jogo foi na La Bombonera, mas o time brasileiro não se intimidou e venceu por 1 a 0. Entretanto, na partida de volta no Brasil, o Boca ganhou por 4 a 2 e garantiu a classificação. 

Nas quartas de finais, a equipe enfrentou o Cobreloa, e o primeiro jogo foi no Chile, mas o Boca não sentiu a pressão e venceu por 2 a 1. Atuando em casa confirmou a classificação vencendo novamente por 2 a 1 e passando para a semifinal. 

Chegando já na reta final da Libertadores, o Boca enfrentou o América de Cali, mas não teve nenhuma dificuldade. Jogando na Argentina o primeiro jogo, a equipe venceu por 2 a 0, e na partida de volta goleou por 4 a 0 e avançou para a grande decisão. 

O Santos como teve uma campanha superior ao do Boca Juniors, acabou decidindo a final em casa. O primeiro jogo foi na La Bombonera, e era uma partida muito perigosa para o time argentino, que entrou com a pressão de fazer o resultado em casa. 


O Boca não sentiu o jogo e foi superior ao Peixe praticamente em todo o jogo, abrindo o placar com Delgado, aos 32 minutos, e o próprio atacante fechou o placar aos 83 minutos, dando a vitória por 2 a 0 ao time argentino. 

A vantagem era muito boa para o Boca Juniors, que ficou muito favorito a conquista do título. A partida decisiva aconteceu no Morumbi, para mais de 74 mil torcedores, no dia 2 de julho, e o Boca Juniors novamente conseguiu ser superior. 

Como o Santos precisava do resultado, teve que sair para o jogo e deu muito espaços. O Boca soube muito bem aproveitas as oportunidades e marcou no primeiro tempo com Tévez, aos 21 minutos. No segundo tempo, o Santos chegou a reagir e empatou com Alex, aos 75 minutos. 

Porém, na reta final do jogo, o Boca marcou com Delgado, aos 85 minutos, e com Schiavi, aos 95, dando números finais a decisão. O Boca Juniors comemorou seu quinto título da Libertadores da América após a vitória no agregado por 5 a 1.

Faryd Mondragón e sua passagem pelo Independiente

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Mondragón teve excelente trajetória pelo Independiente

O ex-goleiro Faryd Camilo Mondragón Alí, popularmente conhecido apenas como Faryd Mondragón, comemora o seu 53 aniversário nesta sexta-feira, dia 21 de junho de 2024. No decorrer de sua carreira, o arqueiro escreveu uma bonita história vestindo a camisa do Independiente de Avellaneda entre a década de 90 e o princípio dos Anos 2000.

Chegou aos Diablos Rojos, que eram os atuais campeões nacionais, logo depois da Copa de 94. No começo, foi mero reserva de Islas, goleiro até então titular absoluto da Argentina no Mundial, e conquistou a Supercopa de 94 e a Recopa de 95.

Mesmo vencendo os títulos internacionais, o bom futebol do time Rojoia sucumbindo com o passar do tempo. Afinal, algumas peças importantes daquele momento de glórias foram saíndo: o atacante e artilheiro Rambert foi para a Internazionale, o meia Hugo Pérez rumou ao Sporting Gijón, o ídolo colombiano Usuriaga se transferiu para o Necaxa do México, o treinador Brindisi, trocou o Independiente pelo rival Racing, e o guarda-redes Islas foi contratado pelo Newell’s Old Boys. Com isso, Mondragón assumiu ganhou a condição de titular.

No Torneo Apertura de 95, os Rojos, que já vinham de campanhas medianas nas duas últimas temporadas ficando na 11ª posição, ficou em 13º. Porém, compensava com cada avanço na Supercopa, competição disputada de 88 a 97 e juntava só campeões da Taça Libertadores. A caminhada da equipe de Avellaneda não foi muito boa, mas Mondragón garantiu as classificações até a final vencendo apenas um jogo em seis. Foram várias decisões por pênaltis que acabaram consagrando Faryd, herói nos confrontos contra Santos e River, pegando as cobranças de Jamelli e Amato.

Na grande decisão, pegou o Flamengo, dono do “melhor ataque do mundo”, composto por Sávio, Romário e Edmundo, que ia mal no Brasileirão mas ia vinha muito bem na Supercopa. Mesmo assim, o Rey de Copas se superou, e tirou o troféu do Mengão tendo vencendo por 2 a 0 na ida. 

No segundo duelo, realizado no dia 6 de dezembro para 110 mil torcedores que lotaram as dependências do Maracanã, Mondragón só não evitou  o  gol de Romário aos 17 do segundo tempo, num lance que começou com uma belíssima defesa do goleiro num cabeceio de Aloísio. Nos minutos restantes, o arqueiro e os argentinos conseguiram segurar o resultado e ficaram com o título.


Em meio ao período de 15 anos se vencer nenhum troféu de nível internacional, Mondragón teve alguns bons momentos no Independiente, sendo vice no Apertura 1996 e ficando na quarta colocação no Clausura 97. No Apertura daquele ano, foi o primeiro jogador da posição a balançar as redes pelo clube, batendo um pênalti justamente contra Chilavert, famoso por ser um goleiro-artilheiro. 

Ainda em 2000, Faryd chegou a retornar após uma rápida saída. Nesta sua última passagem, fez parte do elenco que ficou com o vice do Clausura.

Jorge Bermúdez e sua trajetória pelo Boca Juniors

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Bermúdez teve uma trajetória vitoriosa no time Xeneize

Nesta terça-feira, dia 18 de junho de 2024, o ex-zagueiro Jorge Hernán Bermúdez Morales, popularmente conhecido apenas como Jorge Bermúdez está completando 53 anos de idade. Ao longo de sua carreira como profissional, o defensor, que teve passagens por clubes de diversos países, teve uma trajetória pelo Boca Juniors entre o fim da década de 90 e o começo dos Anos 2000.

Revelado pelo Deportes Quindío, time de seu país de origem, o Patrón também já havia jogado América de Cali, outro clube da Colômbia. Porém, ainda antes de chegar ao clube Xeneize gerando grandes expectativas, jogou também no Benfica por uma temporada.

Dentro de campo, o atleta não decepcionou. Se tornou um dos grandes pilares do elenco e fez parte de momentos gloriosos com a camisa da equipe de Buenos Aires do início ao fim da sua trajetória.


De acordo com o site ogol.com, Bermúdez disputou 78 partidas e marcou oito gols pelo time argentino. Ao todo, conquistou dois Torneos Aperturas (1998 e 2000); um Torneo Clausura (11999); duas Copas Libertadores (2000 e 2001) e um Mundial Interclubes (2000).

Na sequência de sua jornada profissional, Jorge ainda defendeu clubes como Olympiacos, Newell's Old Boys, Barcelona de Guayaquil, América de Cali, Deportivo Quevedo, Deportivo Pereira e Independiente Santa Fe. Para se despedir em definitivo do futebol, retornou Deportes Quindío, onde foi projetado para o mundo.

A passagem do japonês Naohiro Takahara pelo Boca Juniors

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

O jogador japonês passou rapidamente pelo time Xeneize

Nesta terça-feira, dia 4 de junho de 2024, o ex-atacante japonês Naohiro Takahara está comemorando o seu 45º aniversário. No decorrer da sua carreira, o avançado, que rodou por diversos clubes do seu país de origem, teve uma breve trajetória pelo Boca Juniors na temporada 2001/2002.

Chegou ao time argentino alguns anos após atuar pelo Jubilo Iwata, onde se profissionalizou em 98. Foi a equipe Xeneize, por empréstimo, após fazer partes de conquistas de títulos importantes na agremiação nipônica.

Todavia, Naohiro, que foi o primeiro jogador japonês a vestir a camisa azul e amarela, acabou não permanecendo em Buenos Aires por muito tempo. Deixou o Boca Juniors, segundo a própria diretoria do clube, por conta da grave crise econômica que prejudicou o país em vários setores.

De acordo com o site ogol.com, Takahara disputou um total de sete partidas e marcou um gol com o manto Xeneize. Assim que rescindiu seu vínculo retornou ao Jubilo, onde voltou a ser crucial.


Na sequência de sua trajetória, o atacante ainda atuou em clubes como Hamburgo, Eintracht Frankfurt, Urawa Red Diamonds, Suwon Bluewings, Shimizu S-Pulse, Tokyo Verdy e SC Sagamihara. Encerrou a sua carreira atuando no Okinawa SV, time que avançado fundou junto do judoca japonês Tadahiro Nomura.

A passagem de Iarley pelo Boca Juniors

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Iarley atuando no Boca Juniros

O ex-atacante Iarley foi um dos mais célebres jogadores surgidos no futebol cearense. Revelação do tradicional Ferroviário nos anos 1990, o ex-meia atacante passou por diversos clubes ao longo de sua carreira, com histórias mais marcantes pelos "rivais" Internacional e Corinthians, além de dois bons períodos no Goiás. Ele, que completa seus 50 anos neste dia 29, também passou pelo Boca, durante um dos períodos mais gloriosos da história xeneize.

Iarley chegou na Bombonera na metade do ano de 2003, depois de chamar a atenção do lendário Boca de Bianchi na classificação sofrida do time argentino diante do Paysandu, nas oitavas de final daquela Libertadores. Chegou ao time campeão da América com a oportunidade de vestir a camisa 10 que um dia havia sido de Diego Maradona, sendo um dos poucos brasileiros que atuaria com a camisa do Boca ao longo da história do clube.

Estreou diante do Gimnasia y Esgrima no Campeonato Argentino. Neste jogo especificamente entrou como meio campista, num time que jogou com uma dupla de ataque formada por Tevez e Schelotto. Marca seu primeiro gol diante do Racing, no Cilindro de Avellaneda, em uma goleada por 4 a 1 aplicada pelo Boca. 

Variava de nível entre suas atuações no clube, mas se mantinha como titular pois era peça importante no ataque e meio de campo. Viveu seu grande momento com o time quando marca um gol numa vitória por 2 a 0 contra o River Plate, sendo seu gol um belíssimo lance onde cortou o zagueiro e mandou para as redes. Foi talvez sua melhor atuação com a camisa xeneize. Entraria num jejum de gols depois disso, mas impressionava pelo bom futebol apresentado, com dribles e jogadas criadas.


Estava em campo na final do Mundial de 2003, em que o Boca vence o Milan nos pênaltis por 3 a 1, onde acaba sequer cobrando uma penalidade. Naquela altura, já era campeão do Torneio Apertura pelo time azul e amarelo. Em 2004, perde um pouco de espaço no time, jogando esporadicamente, voltando a marcar em uma partida diante do Olimpo por duas vezes, sendo uma das últimas com a camisa do Boca. Seu último jogo é justamente a derrota para o Once Caldas na final daquela Libertadores.

Encerra sua passagem pela La Bombonera com seis gols marcados em 36 jogos com a camisa do Boca. Na metade de 2004, foi negociado com o Dorados, do México, de onde ficaria por pouco tempo antes de desembarcar no Internacional. Ficou em atividade até 2014, quando pendurou as chuteiras no Ferroviário, do Ceará. 

Riquelme é novo presidente do Boca Juniors

Com informações do GE.com
Foto: reprodução

Riquelme teve mais de 46 mil votos

Juan Román Riquelme é o novo presidente do Boca Juniors. Candidato da situação, o ex-jogador e ídolo do clube venceu Andrés Ibarra em eleições históricas, com 46,4 mil votos. Foi o maior pleito do futebol argentino, o segundo maior no mundo, atrás apenas da eleição de Sandro Rosell no Barcelona em 2010, com 57 mil votos. O resultado final confirmou a vitória de Riquelme com 68% dos votos. O ídolo somou 30.318 nas urnas, quase o dobro do que Ibarra conseguiu, com 15.949.

O novo mandato será até o fim de 2027. Riquelme era vice de futebol da gestão de Jorge Ameal, que se manteve na chapa, mas trocou de cargo e será vice no próximo ciclo. A candidatura rival de Andrés Ibarra tinha como vice o ex-presidente do Boca Juniors e da Argentina, Mauricio Macri.

As eleições foram cercadas de polêmicas e trocas de acusações entre os dois lados em disputa. O pleito estava inicialmente marcado para o dia 3 de dezembro, mas foi suspenso pela Justiça após denúncia da oposição de irregularidade de 13,3 mil sócios com direito a voto.

Após dias de indefinição, as eleições foram autorizadas, mas os sócios sob suspeita seguirão em investigação e votaram em urnas separadas. O caso seguirá em pauta na Justiça e pode ocasionar reviravoltas, mesmo com o resultado definido a favor de Riquelme.

O ex-jogador demonstrou confiança desde quando compareceu para votar. O tricampeão da Libertadores deixou as cabines cercado de torcedores, saltando e cantando ao lado dos fãs, como se comemorasse mais um título de sua carreira.

Sob sua gestão, ao lado de Ameal desde 2019, o Boca Juniors conquistou cinco títulos e foi vice-campeão da Libertadores em 2023. Mas o primeiro ano do novo mandato será duro, com a ausência no principal torneio continental após seis anos.


Presidente da Argentina hostilizado - Apoiador da candidatura de Andrés Ibarra e Mauricio Macri, o presidente da Argentina, Javier Milei, compareceu à Bombonera para dar o seu voto como sócio do Boca Juniors. No entanto, ele foi bastante hostilizado pelos torcedores presentes. Após assumir a derrota, Ibarra lamentou as agressões ao presidente argentino e a si mesmo no momento em que foram votar.

"Não pode acontecer a situação de violência que vimos, os insultos a Milei e a mim quando entramos para votar, fomos insultados e recebemos cusparadas".

Cercado de seguranças e assessores, ele foi vaiado e xingado ao se retirar do local apenas sete minutos depois de sua chegada. Em uma rede social, Milei curtiu posts que insinuavam que a cena foi uma armação de membros das torcidas organizadas do Boca que apoiam Riquelme.

Hernán López, do Godoy Cruz, provoca Boca Juniors com comemorações do Fluminense

Com informações do SportBuzz
Foto: reprodução

Atacante argentino faz gestos marcado por John Kennedy e Germán Cano

A provocação de rivais faz parte do futebol, e após derrota na final da Libertadores, para o Fluminense, o Boca Juniors irá conviver com algumas delas por um certo tempo. Exemplo disso foi este final de semana, que o atacante do Godoy Cruz lembrou a comemorações de atletas do Tricolor.

Na ocasião, o jogador deu o empate à sua equipe, que acabou sofrendo o segundo tento posteriormente. de John Kennedy ao marcar contra os Xeneizes. Antes, ele já tinha lembrando Germán Cano, fazendo o "L" em homenagem ao filho do argentino que joga no time carioca.

Quem fez isso tudo foi o atacante Hernán López, que fez a comemoração do camisa 9 tricolor. Ele imitou um urso de John Kennedy na ocasião, ao fazer o único gol de sua equipe na partida, que acabou sendo derrotado por 2 a 1, pelo Campeonato Argentino.


Antes disso, López já havia lembrado também Germán Cano, ao fazer o sinal do L, característico do artilheiro do Fluminense quando vai às redes. Vale lembrar que o jogador é formado nas categorias de base do River Plate, e por isso acaba provocando os rivais constantemente.

A curiosa sina do Boca de ser o vice de campeões inéditos de Libertadores

Por Lucas Paes
Foto: Getty Images

O Boca deu mais um título inédito a um adversário

Muita gente, inclusive este que vos escreve considera o Boca Juniors como o maior clube de futebol da América do Sul. Os argumentos para tal fato não são poucos, já que o time argentino possuí uma vasta galera de títulos internacionais e nacionais, sendo o segundo maior campeão da Libertadores e ainda conquistando outras taças internacionais ao longo de sua gloriosa trajetória. Os Xeneizes, porém, possuem uma curiosa sina em seus vices da Libertadores: serem os que acabam consagrando campeões inéditas, fato que ocorreu em quatro oportunidades: 1979, 2004, 2012 e neste 2023.

O próprio Boca demorou algum tempo para ganhar seu primeiro troféu da Libertadores. O título dos azul e amarelos veio apenas no ano de 1977, quando o Independiente já tinha seis e o Estudiantes de La Plata, que nunca foi um dos grandes do país, tinha três títulos. Desde então, foram outras 11 finais em que os Xeneizes chegaram e das seis que perderam, quatro, como a do último fim de semana diante do Fluminense, foram para campeões inéditos. 

Essa curiosa sina do Boca começa há muitos e muitos anos atrás, quando o time azul e amarelo tinha apenas dois títulos continentais, mas quando a equipe vinha de dois títulos em sequência nos anos de 1977 e 1978. Na época, o Boca caiu primeiro numa chave com Independiente e Peñarol, já direto na fase final da competição e passou para enfrentar o Olimpia na final. Lá, acabou derrotado pelos Decanos por 2 a 0 no Paraguai na ida e o empate na volta garantiu o título alvinegro.

A partir daí, o Boca entrou num período estranho. Apesar de Maradona, os anos 1980 não foram um grande momento dos Xeneizes que sequer chegaram perto do título continental e a equipe só foi voltar a conquistar a América em 2000, numa final que no mínimo foi bastante polêmica diante do Palmeiras, que muito reclamou da arbitragem de Ubaldo Aquino. Aquele momento, com Bianchi, foi a maior era da história azul e amarela. 

O Boca então emplacou uma sequência boa, sendo bicampeão em 2001 e ganhando outros títulos em 2003 e 2007. Entre estes títulos, a equipe Xeneize chegou de novo na final em 2004, diante de um Once Caldas que pouco criava expectativa de resistência, mas já havia eliminado Santos e São Paulo. O placar na Bombonera ficou em zero e na Colômbia, o Once Caldas até saiu na frente, mas Burdisso empatou. Nos pênaltis, porém, o time colombiano venceu por, veja só, 2 a 0, graças a uma atuação heroica de Henao. Era a segunda vez que o Boca premiava um campeão inédito.

Depois de 2007, a realidade é que tanto fatores econômicos como administrativos derrubaram o império Xeneize na América do Sul. A equipe até chegou bem em 2008, mas sucumbiu diante do Fluminense nas semifinais sem mostrar ao longo do confronto que seria páreo, já que o 3 a 1 do Maracanã ficou barato pelo que jogou o Flu. Foram alguns anos fora da Libertadores e algumas campanhas ruins até o ano de 2012. 

Em 2012, quase como num grande acaso, o Boca chegou novamente a decisão contra o Corinthians. Passou na primeira fase jogando até bem diante do grupo que tinha o ótimo time do Fluminense, além do Arsenal de Sarandí e o Zamora, da Venezuela, eliminou o Unión Espanhola, sabe-se lá como o próprio Flu, que jogou melhor em ambos os jogos e a Universidad Católica de Sampaoli, que parecia ser muito mais time. Diante de um Corinthians sonhador, com um time de fato muito superior aos argentinos, sucumbiu até fazendo jogo duro em Buenos Aires, mas sem sequer assustar no Pacaembu e perder por 2 a 0.


Passaram-se muitos anos e um doloroso vice para o River Plate em 2018 até chegarmos na Libertadores deste ano, onde mais até do que em 2012, os Xeneizes foram avançado sabe-se lá como, passando por todos os mata-matas nos pênaltis, diante de Nacional, Racing e do Palmeiras, que era muito favorito diante dos argentinos. Na final, acabou sendo o coadjuvante de outro campeão inédito, já que o Fluminense de Fernando Diniz vingou 2012, venceu por 2 a 1 e saiu do Maracanã com a taça. 

O Boca segue há 16 anos, que chegarão a 17, sem um título de Libertadores. Toda uma geração segue sem ter o real conhecimento do pesadelo que foi um dia o time Xeneize. Agora, restará ao gigante azul e amarelo torcer para que na próxima decisão não encontre um time sem títulos de Libertadores, já que se isso ocorrer, a exceção do Cruz Azul em 2001, geralmente a taça fica com o campeão inédito.  

Após vice na Libertadores, treinador Jorge Almirón pede demissão do Boca Juniors

Com informações do Terra
Foto: Reuters

Jorge Almirón pediu demissão

A derrota para o Fluminense, na decisão da Libertadores, significou o fim da linha para o técnico Jorge Almirón. De acordo com as informações da imprensa argentina, o treinador pediu demissão neste domingo, dia 5, após chegar a Buenos Aires. Almirón comandou o Boca Júniors por 39 partidas, tendo conseguido 16 vitórias neste período.

Ainda com base nas informações da imprensa da Argentina, o treinador tomou sua decisão ainda no Brasil, mas comunicou Juan Román Riquelme, vice-presidente do clube, apenas no desembarque da equipe. O clube deve oficializar a saída do treinador na próxima segunda-feira (06), quando haverá a reapresentação após a Libertadores.

A permanência de Jorge Almirón já havia sido colocada em jogo pela imprensa local. O vice-campeonato da Libertadores não foi bem visto, principalmente pelas escolhas do treinador na decisão.

A expectativa agora é de que o Boca Júniors anuncie a chegada de um novo treinador para a sequência da temporada argentina. Jorge Almirón havia chegado ao clube depois de se destacar pelo Lanús. O treinador ainda teve breve passagem pelo futebol espanhol, aonde comandou o Elche.


O clube divulgou uma nota. “O Club Atlético Boca Juniors informa aos sócios e torcedores que neste domingo, 5 de novembro, a partir das 21h, Jorge Almirón informou que ele e sua comissão técnica, com contrato válido até o final da temporada, tomaram a decisão pessoal de não continuar como treinadores . A nossa instituição agradece os serviços prestados por todos eles e deseja-lhes o maior sucesso para o futuro.”

A América do Sul é Tricolor! Fluminense conquista a Libertadores 2023

Foto: divulgação / Conmebol

John Kennedy marcou o gol do título na prorrogação

A decisão da competição de clubes mais importante da América do Sul foi neste sábado, dia 4. Fluminense e Boca Juniors duelaram no Maracanã, no Rio de Janeiro, pelo título da Libertadores de 2023. E depois de um empate em 1 a 1 no tempo normal, John Kennedy marcou na prorrogação e o Tricolor, pela primeira vez em sua história, foi campeão continental.

Para chegar na decisão, o Fluminense eliminou o Internacional, empatando em casa em 2 a 2 e vencendo fora por 2 a 1. Já o Boca Juniors passou pelo Palmeiras nas penalidades, vencendo por 4 a 2, após dois empates, sendo 0 a 0 em casa e 1 a 1 fora. Mas, as equipes vinha de jogos pelos seus respectivos nacionais, com o Tricolor perdendo para o Bahia por 1 a 0 e o time argentino empatando em 0 a 0 com o Estudiantes.

O jogo começou com o Fluminense dando o ritmo da partida. O Tricolor, nos primeiros 10 minutos, tocou a bola e chegou a até preocupar a defesa adversária em alguns momentos. Porém, com o passar do tempo, o Boca Juniors equilibrou as ações e aos 15', Merentiel quase abre o marcador em chute perigoso.

Mas, quem abriu o placar foi o Fluminense. Aos 35 minutos, Keno tabelou com Arias pelo lado direito e cruzou rasteiro na marca do pênalti para Gérman Cano, com um toque só na bola, abrir o placar no Maracanã: 1 a 0 para o Fluzão e assim terminou o primeiro tempo no Maracanã.

Na segunda etapa, o Boca Juniors, atrás no marcador, teve que começar a propor o jogo, algo que pouco fez no primeiro tempo, tendo que ficar mais no campo adversário. Isso deixava espaços para o Fluminense contra-atacar, mas o Tricolor não aproveitava as oportunidades.

O Boca foi gostando do jogo, encurralava cada vez mais ao adversário e chegou ao empate aos 26 minutos. Advíncula recebeu de Medina pela direita, cortou para o meio e chutou de esquerda no canto direito de Fábio para empatar o jogo: 1 a 1!

Aos 43', após erro de saída de bola do Flu, Merentiel arriscou chute de fora da área e a bola passou perto. Já nos acréscimos, Diogo Barbosa teve a chance de fazer o gol do título para o Tricolor, mas finalizou de canhota para fora. Assim, o jogo foi para a prorrogação.

Na prorrogação, o Fluminense passou novamente a 'dar as cartas' e aos 8 minutos do primeiro tempo, John Kennedy em um belo chute, após passe de cabeça de Keno. Na comemoração, o autor do gol, que já tinha amarelo, foi na torcida, levou mais um cartão de advertência e foi expulso.


No segundo tempo da prorrogação, o Boca Juniors foi para o "tudo ou nada", pressionando o Fluminense tentando o empate. Em contra-ataque, aos 9 minutos, Guga teve tudo para 'matar' o jogo, mas a bola foi caprichosamente na trave e não entrou. Mas, o título ficou com o Fluminense.

As duas equipes agora voltam suas atenções para seus respectivos campeonatos nacionaos. Pelo Argentino, o Boca Juniros encara o San Lorenzo, já na quarta-feira, dia 8, às 19 horas, no Nuevo Gasometro, em Buenos Aires. Já o Fluminense, que vai jogar o Mundial de Clubes, encara o Internacional, pelo Brasileirão, no mesmo dia e horário, no Beira Rio, em Porto Alegre.

Torcedores do Boca invadem Copacabana antes da final da Libertadores

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: reprodução

Torcida do Boca em Copacabana

Os torcedores do Boca Juniors prometeram e cumpriram. Na madrugada deste sábado, eles invadiram as areis de Copacabana e fizeram um foguetórios antes da decisão da Copa Libertadores. O duelo está marcado para as 17h, no estádio do Maracanã.

Diferente do que aconteceu no início da semana, com muitos casos de violência, não há relatos de confusão. Os torcedores curtiram a madrugada toda e prometem fazer uma festa ainda maior até a bola rolar no Maracanã.

Nesta sexta-feira, dirigentes dos dois clubes estiveram reunidos com representantes da CBF, da AFA e da Conmebol. Juntos fizeram coro contra a violência no esporte, inclusive foi feito um pacto com os torcedores da organizada do Fluminense para impedir mais casos de violência no Rio de Janeiro, que afetou até mesmo torcedor comum.


Há vários relatos de torcedores do Boca Juniors denunciando as agressões sofridas apenas por usarem a camiseta do clube. Mulheres, inclusive, foram agredidas por marmanjos e precisaram de atendimento médico. O Boca Juniors vai em busca de sua sétima Libertadores, enquanto o Fluminense nunca venceu o torneio.

PM-RJ garante esquema de segurança da final da Libertadores igual ao da Copa de 2014

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: divulgação / Conmebol

Local de festas na praia

O comando da Polícia Militar do estado do Rio de Janeiro garante total segurança para a final da Copa Libertadores, entre Fluminense e Boca Juniors, neste sábado, na cidade do Rio de Janeiro. Um contingente de 2240 policiais está destacado somente para a decisão, uma repetição do esquema montado para a final da Copa do Mundo de 2014, entre Alemanha e Argentina.

O coronel Marco Andrade, porta-voz da PM, confirmou que, devido ao fim de semana prolongado, devido ao feriado de finados ocorrido quinta-feira, um total de 7300 policiais estão garantindo toda a segurança na cidade, “não só para a final do Maracanã, como para shows e também para assegurar a tranquilidade nas praias”.

No sábado serão armados 30 bloqueios num raio de dois quilômetros, com dois pontos de controle de torcedores para a revista. O acesso será permitido somente para quem tiver ingresso. As revistas visam evitar a entrada no estádio de objetos cortantes ou considerados perigosos.

O comandante minimizou os incidentes ocorridos nesta semana na cidade, especialmente os confrontos e brigas ocorridos na praia de Copacabana na quinta-feira. “Foram ações isoladas, que não representaram a grande maioria de pessoas que mantiveram a convivência pacífica. Estas brigas envolveram as torcidas organizadas e prendemos nove criminosos” confirmou o policial, assegurando ainda que “nosso setor de inteligência está agindo nas praias e em outros pontos da cidade”.

Devido ao feriado, o setor de turismo do Rio de Janeiro estima na cidade a presença de 370 mil turistas, a grande maioria argentina. Seriam perto de 100 mil, embora a Conmebol tenha reservado 22 mil ingressos para os torcedores do Boca Juniors. Até o início da tarde de sexta-feira, 42 ônibus tinham passado na fronteira entre os dois países, perto de dois mil torcedores que seriam, em sua maioria, das famosas organizadas do clube chamadas de ‘Barra Brava’.


Dentro do Maracanã, as torcidas ficaram dividas, com os setores Leste (Inferior e Superior) e Oeste (Inferior e Superior) destinados à torcida mista. O setor norte será exclusivamente para a torcida do Boca Juniors. Enquanto, por tradição, o gol sul será da torcida Fluminense. Ao todo, foram aproximadamente 22 mil ingressos para as duas torcidas. A expectativa é de que mais de 60 mil torcedores, assistiram a final no Maracanã

Depois de reunião, presidente da CBF garante público na final da Libertadores

Com informações do UOL Esporte
Foto: divulgação

Maracanã é a sede da decisão

O presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, garantiu a presença de público na final da Libertadores entre Fluminense e Boca Juniors, neste sábaodo, no Maracanã, no Rio de Janeiro. Torcedores dos dois times se envolveram em brigas pela cidade nos últimos dias.

Uma reunião foi convocada para tratar das brigas que têm envolvido torcedores de Fluminense e Boca no Rio. Representantes das confederações envolvidas (CBF e AFA), da Conmebol e de Fluminense e Boca Juniors debateram que medidas podem ser tomadas para proteger os torcedores.

A Conmebol descartou uma final sem público, até pelos ingressos já vendido. A posição de momento é essa e dificilmente será alterada. Os presidentes do Boca Juniors e do Fluminense vão gravar uma mensagem pregando paz entre as torcidas.


"Vai ser com público, às 17h. Esperamos que essa paz que foi solicitada possa reinar antes, durante e após a partida. Para que não haja consequência", disse Ednaldo Rodrigues, presidente da CBF. O encontro não teve nenhum representante de segurança do Governo do Estado, mas Ednaldo garantiu que o governador Cláudio Castro está acompanhando a situação.

Conmebol reúne clubes para discutir segurança da final da Libertadores

Com informações do Terra
Foto: reprodução

Maracanã recebe a final

A Conmebol marcou uma reunião de emergência nesta sexta-feira (03), na Barra da Tijuca, com dirigentes da CBF, AFA, Fluminense e Boca Juniors. O objetivo do encontro é encontrar uma solução que evite mais violência, como aconteceu nesta quinta-feira (02), na Praia de Copacabana. Na ocasião, os torcedores dos dois clubes brigaram no local.

A entidade quer que todos se envolvam no apelo pelo fim das hostilidades, mas não descarta tomar medidas mais drásticas. Afinal, caso as cenas de violência voltem a se repetir, a Conmebol não descarta em ter uma final de Libertadores sem público. Contudo, isso traria enorme prejuízo aos envolvidos e mancharia a imagem do torneio.

Afinal, a grande decisão entre Fluminense e Boca Juniors será transmitida para 150 países diferentes. Além disso, terá a presença do presidente da Fifa, Gianni Infantino, e do presidente da Uefa, Aleksander Čeferin.

Aliás, a reunião desta sexta-feira não contará com a presença de autoridades. A Conmebol quer envolver os clubes e as respectivas confederações neste pedido pelo fim da violência entre os torcedores. O Boca Juniors reclama bastante da falta de segurança aos seus torcedores, que não vêm sendo resguardados pela Polícia do Rio de Janeiro como o esperado pelo clube.


Conmebol deve tomar decisão até a tarde desta sexta-feira - Uma nova medida deve ser tomada até a tarde desta sexta-feira. Ainda neste dia 3 de novembro, ambos os times estarão no Maracanã para reconhecimento do gramado antes da decisão. Haverá coletiva dos treinadores e dos capitães das equipes.

Em La Bombonera, Palmeiras segura o 0 a 0 contra o Boca Juniors na semi da Libertadores

Foto: divulgação Conmebol

Jogoi foi na tradicional La Bombonera

No noite desta quinta-feira, dia 28, em La Bombonera, na capital argentina Buenos Aires, o Palmeiras encarou o Boca Juniors, pela partida de ida do confronto semifinal da Libertadores de 2023. Apesar da pressão do time da casa em vários momentos, o Verdão conseguiu segurar o 0 a 0.

Para chegar à semifinal, o Palmeiras eliminou o Deportivo Pereira nas quartas, goleando fora por 4 a 0 e empatando em casa em 0 a 0. Já o Boca Juniors precisou das penalidades para passar do Racing, ganhando por 4 a 1, depois de dois 0 a 0. Mas, as duas equipes vêm de jogos de seus respectivos campeonatos nacionais, com o Verdão tendo perdido para o Grêmio por 1 a 0 e o time argentino empatado em 1 a 1 com o Lanús.

O primeiro tempo de muita marcação dos dois lados teve o Boca Juniors mais próximo de ser protagonista. Com três zagueiros (Rocha, Gomez e Murilo), o Verdão buscou as jogadas diretas no ataque e não criou depois da boa chance perdida por Artur no início do confronto.

Em casa, o Boca apostou em dois centroavantes e conseguiu levar a bola com perigo para a área palmeirense. Merentiel, em desvio que passou perto da trave e depois em chute cruzado defendido por Weverton, quase fez valer a lei do ex. Cavani, duas vezes de cabeça, também ficou perto de abrir o placar, que permaneceu zerado.

No segundo tempo, o time da casa foi para cima. O Boca fez pressão e criava chances. Aos 13', Advíncula cruzou, a bola pingou na área, e Fabra apareceu nas costas da zaga palmeirense para cabecear. O goleiro Weverton saiu do gol e fez grande defesa. Na sequência, Marcos Rocha perdeu a bola na pequena área, é desarmado e o Boca Juniors chegou a balançar as redes, mas o árbitro Wilmar Roldán anulou a jogada por falta no lateral palmeirense.

Aos 23', o goleiro palmeirense salvou de novo. Barco driblou dois pela esquerda, bateu desequilibrado e Weverton espalmou. Cavani chegou com tudo na jogada, mas não alcançou a bola. O Palmeiras foi responder aos 29', com Raphael Veiga, mas Romero fez a defesa. Na reta final, o ritmo do jogo caiu e o 0 a 0 prevaleceu até o último apito do árbitro.


O jogo de volta está marcado para a próxima quinta-feira, dia 5 de outubro, às 21h30, no Allianz Parque, em São Paulo. Quem vencer estará na final. Em caso de novo empate, a definição da vaga vai para as penalidades. Antes, os times jogam pelo seus nacionais: No domingo, dia 1º de outubro, às 14 horas, em La Bombonera, em Buenos Aires, o Boca Juniors faz o superclássico contra o River Plate. No mesmo dia, só que às 18h30, o Palmeiras encara o Red Bull Bragantino no Estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista.

O Curioso do Futebol

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