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Frederico Barreiros é o novo presidente da Portuguesa Santista para o biênio 2025-2027

Foto: Douglas Teixeira/Agência Briosa

Atual mandatário, Sérgio Schlicht agora é o vice-presidente, junto com Frederico Barreiros

Na noite desta quarta-feira (11), os associados da Portuguesa Santista elegeram Frederico Garcia Barreiros como novo presidente do clube para o biênio 2025-2027. Frederico terá como vice-presidente Sérgio Luiz Ornellas Schlicht, atual mandatário, que está no cargo desde 2021 e que, no período conquistou o título da Copa Paulista em 2023.

Os demais membros da diretoria executiva serão conhecidos após apreciação dos nomes indicados pelo presidente em reunião do Conselho Deliberativo.

Sobre Frederico Barreiros - Com 39 anos, Frederico Barreiros é empresário do ramo de construção, nascido em Santos e filho de portugueses. "Minha história com a Portuguesa acho que não é muito diferente de outras pessoas apaixonadas por este clube. Comecei a vir assistir a Briosa com o meu pai, já desde os 5 anos de idade e me apaixonei", declara o novo presidente do clube.

O novo presidente da equipe rubro-verde esteve na atual gestão como Diretor de Arrecadação. "Tive a sorte e a oportunidade de poder ajudar o clube na diretoria nesse último mandato. Surgiu a oportunidade de me candidatar à presidência com o apoio do Sérgio Schlicht e do Emerson Coelho, atuais presidente e vice-presidente do clube, e a partir de agora é trabalhar pelo melhor para a Portuguesa", conta.

Sobre planos para o futuro, Frederico traçou como prioridade a saúde financeira do clube e a reestruturação do clube social como ponto de confraternização da comunidade portuguesa na cidade de Santos.
  
"Temos grandes projetos para o clube, mas acredito que, hoje, o principal objetivo é resolver os problemas financeiros do clube. Temos alguns desafios, mas quero também resgatar o clube social, trazendo mais movimento para o clube e unindo as pessoas da comunidade portuguesa, que acredito que, no futuro, trará benefícios para o clube. Com dois anos de mandato, o tempo é curto, mas se, ao final deste mandato, eu puder ter plantado uma semente para que os próximos que aqui estiverem colham, eu estarei muito feliz", explica.


No futebol, o foco é na disputa da Copa Paulista, na captação de recursos e na possibilidade de iniciar a montagem de uma base da equipe que disputará o próximo Paulistão A3 no começo de 2026. 

"Agora vamos disputar a Copa Paulista pelos próximos três ou quatro meses, o time já está pronto e estamos muito otimistas para a competição. Para a Série A3, é um trabalho que já começa a partir de agora, com a observação de alguns atletas que disputarão a Copa Paulista, até para, quem sabe, já aproveitarmos uma base. Desde já, montaremos um planejamento não só desportivo, mas de patrocínios, captação de receitas e, consequentemente, montarmos uma equipe competitiva para que, já no próximo ano, tenhamos a chance de voltar à Série A2. Infelizmente, tivemos um desvio no trajeto, a Portuguesa Santista é muito grande para estar na Série A3, é um dos clubes fundadores da Federação Paulista de Futebol. Temos que nos prepararmos para montar um time competitivo e brioso, dentro do orçamento do clube, sem fazer loucuras, com os pés no chão, para poder retornar à Série A2".

Riquelme é novo presidente do Boca Juniors

Com informações do GE.com
Foto: reprodução

Riquelme teve mais de 46 mil votos

Juan Román Riquelme é o novo presidente do Boca Juniors. Candidato da situação, o ex-jogador e ídolo do clube venceu Andrés Ibarra em eleições históricas, com 46,4 mil votos. Foi o maior pleito do futebol argentino, o segundo maior no mundo, atrás apenas da eleição de Sandro Rosell no Barcelona em 2010, com 57 mil votos. O resultado final confirmou a vitória de Riquelme com 68% dos votos. O ídolo somou 30.318 nas urnas, quase o dobro do que Ibarra conseguiu, com 15.949.

O novo mandato será até o fim de 2027. Riquelme era vice de futebol da gestão de Jorge Ameal, que se manteve na chapa, mas trocou de cargo e será vice no próximo ciclo. A candidatura rival de Andrés Ibarra tinha como vice o ex-presidente do Boca Juniors e da Argentina, Mauricio Macri.

As eleições foram cercadas de polêmicas e trocas de acusações entre os dois lados em disputa. O pleito estava inicialmente marcado para o dia 3 de dezembro, mas foi suspenso pela Justiça após denúncia da oposição de irregularidade de 13,3 mil sócios com direito a voto.

Após dias de indefinição, as eleições foram autorizadas, mas os sócios sob suspeita seguirão em investigação e votaram em urnas separadas. O caso seguirá em pauta na Justiça e pode ocasionar reviravoltas, mesmo com o resultado definido a favor de Riquelme.

O ex-jogador demonstrou confiança desde quando compareceu para votar. O tricampeão da Libertadores deixou as cabines cercado de torcedores, saltando e cantando ao lado dos fãs, como se comemorasse mais um título de sua carreira.

Sob sua gestão, ao lado de Ameal desde 2019, o Boca Juniors conquistou cinco títulos e foi vice-campeão da Libertadores em 2023. Mas o primeiro ano do novo mandato será duro, com a ausência no principal torneio continental após seis anos.


Presidente da Argentina hostilizado - Apoiador da candidatura de Andrés Ibarra e Mauricio Macri, o presidente da Argentina, Javier Milei, compareceu à Bombonera para dar o seu voto como sócio do Boca Juniors. No entanto, ele foi bastante hostilizado pelos torcedores presentes. Após assumir a derrota, Ibarra lamentou as agressões ao presidente argentino e a si mesmo no momento em que foram votar.

"Não pode acontecer a situação de violência que vimos, os insultos a Milei e a mim quando entramos para votar, fomos insultados e recebemos cusparadas".

Cercado de seguranças e assessores, ele foi vaiado e xingado ao se retirar do local apenas sete minutos depois de sua chegada. Em uma rede social, Milei curtiu posts que insinuavam que a cena foi uma armação de membros das torcidas organizadas do Boca que apoiam Riquelme.

Marcelo Teixeira é eleito presidente do Santos FC

Foto: reprodução / Santos TV

Marcelo Teixeira durante a coletiva após anúncio de sua vitória

Marcelo Teixeira está de volta à presidência do Santos FC. Três dias depois do rebaixamento para a Série B do Brasileiro, o Alvinegro Praiano realizou sua eleição para o próximo triênio e o presidente entre 1992 e 1993 e 2000 e 2009 foi eleito com 53,76% dos votos.

Marcelo Pirilo Teixeira teve 4762 votos (53,76%). Maurício Maruca teve 1378 votos (15,56%), Rodrigo Marino 1073 votos (12,11%), Ricardo Agostinho 1011 votos (11,41%) e Wladimir Mattos - 562 votos (6,35%).

Na coletiva, Marcelo Teixeira anunciou sua primeira medida como presidente. "O Santos não utilizará a camisa 10, do Rei Pelé, durante a disputa do Brasileirão Série B, em respeito à memória do maior jogador de futebol de todos os tempos", disse.

A eleição - Andres Rueda, atual presidente com mandato até 31 de dezembro, não foi candidato à reeleição e não compareceu no estádio. Ele está recluso depois do rebaixamento à Série B. Membros de torcida organizada tentaram invadir a Vila Belmiro durante a votação que ocorreu entre 10h e 17h.

Os organizados queriam chegar até Celso Jatene, presidente do Conselho Deliberativo. Jatene saiu do local de votação e se escondeu até a polícia conter os ânimos. Os torcedores já sabiam que Rueda não estariam e quiseram cobrar Jatene, que defendeu o presidente várias vezes no Conselho e não levou pedidos de impeachment de conselheiros adiante. Após a confusão e alguns minutos de suspensão, a eleição terminou em paz.

Os desafios - Marcelo Teixeira assumirá o Santos na Série B, com receita completamente diferente em relação a este ano. Teixeira precisa vender jogadores para diminuir a folha salarial e equilibrar as contas. O Peixe cerca de R$ 12 milhões no futebol profissional masculino por mês.

A transição começa na próxima segunda-feira, mas a posse oficial será só em 1º de janeiro. Como Rueda está ausente do clube por questões de segurança, há chance de Teixeira assumir a cadeira com antecedência.

Histórico - Filho de Milton Teixeira, presidente do clube no título paulista de 1984, Marcelo Teixeira foi eleito pela primeira vez no biênio 1992/1993. Apesar das boas campanhas na época, o Santos não conseguiu sair da fila de títulos.


Teixeira voltou à presidência do Santos em 2000, prometendo contratações de peso. Trouxe jogadores de nome nos primeiros dois anos, como Rincón, Carlos Gemano, Márcio Santos, Edmundo, Marcelinho Carioca e Viola, mas o resultado dentro de campo não veio.

Quando cortou os investimentos, em 2002, surgiu a segunda geração dos Meninos da Vila, que conquistou o Brasileirão daquele ano, foi vice da Libertadores e do nacional em 2003 e novamente levantou o título do Brasileirão em 2004. Após nova reformulação, foi bicampeão paulista em 2006 e 2007.

Apesar dos títulos, houve reclamações de mudanças no estatuto, para tirar a limitação de reeleições e se perpetuar no poder. Na eleição do fim de 2009, depois de duas temporadas fracas do Peixe, Marcelo Teixeira perdeu na sua quarta tentativa de reeleição (havia conseguido outras três) para Luís Álvaro de Oliveira Ribeiro.

Ex-jogador, Pedrinho é eleito o novo presidente do Vasco

Com informações da Agência Estado
Foto: reprodução

Pedrinho chorou após o anúncio do resultado

Ex-jogador e ex-comentarista dos canais Globo, Pedrinho foi eleito presidente do Vasco na noite deste sábado. O ex-atleta de 46 anos superou o advogado Leven Siano por 2.873 a 1.720 votos e vai comandar o clube carioca entre 2024 e 2026, substituindo Jorge Salgado, atual presidente.

O pleito foi marcado por confusões na sede social do Vasco ao longo do dia. A votação também aconteceu de forma online, com os sócios podendo votar por meio de um link. Esse foi um dos primeiros tópicos de discussão do dia. A chapa “Sempre Vasco”, de Pedrinho, contestou que só o e-mail foi enviado, e não o SMS, que também deveria ser disparado aos sócios. Isso atrasou o início da votação.

Do outro lado, a chapa “Somamos”, de Siano, pediu impugnação da mesa diretora da Assembleia Geral, alegando conflito de interesses por ter membros que seriam candidatos a conselheiros na chapa adversária. Em seguida, a votação de fato começou. O pedido foi, depois, indeferido.

Ao todo, 6.210 sócios estavam aptos para votar neste sábado. Até 13h, foram registrados 3.353 votos. Na parcial das 16h, eram contabilizados 4.524 votantes. Pouco tempo depois, o presidente do Vasco, chegou ao local de votação e foi xingado por apoiadores de Leven Siano.

Ele retrucou e fez um gesto de “banana” aos torcedores. Houve quem invadiu a sede depois de um desentendimento com seguranças do local. A Polícia Militar chegou a ser acionada, mas não houve transtorno maior. Por causa disso, porém, a votação presencial ficou interrompida por 10 minutos.

Pedrinho tem longa história no Vasco, seu time do coração. Ele entrou no clube com apenas seis anos de idade. Jogou na equipe do futsal e, depois, se tornou profissional do futebol. Foi pelo time carioca que obteve suas maiores conquistas na carreira de jogador. Foi campeão da Copa Libertadores em 1998, duas vezes campeão brasileiro, em 1997 e 2000. E também somou conquistas de nível estadual.


Pedrinho deixou os gramados em 2013 e chegou a tentar carreira de técnico, sem sucesso. Entre 2019 e 2023, se destacou como comentarista do Grupo Globo. Deixou as funções neste ano para se candidatar à presidente do Vasco.

Crefisa e São Januário - Patrocinadora master do Palmeiras, a Crefisa demonstrou interesse em uma parceria com Vasco. Nesta semana, José Roberto Lamacchia, proprietário da marca e marido de Leila Pereira, afirmou, em vídeo publicado nas suas redes sociais, que tinha interesse em adquirir os naming rights do Estádio de São Januário, caso o ex-jogador Pedrinho fosse eleito presidente do clube neste ano. Pedrinho deixou sua função de comentarista da Globo para participar da eleição do clube de São Januário. Os valores não foram divulgados.

Samuel Eto'o é eleito presidente da Federação Camaronesa de Futebol

Com informações da Reuters e Agência Brasil
Foto: divulgação Fecafoot

Eto'o foi eleito neste sábado

O ex-atacante Samuel Eto'o, escolhido quatro vezes o melhor jogador de futebol da África, foi eleito presidente da Federação Camaronesa de Futebol (Fecafoot) neste sábado, dia 11, um mês antes de seu país sediar a Copa das Nações Africanas.

O ex-jogador, que conquistou a Liga dos Campeões com o Barcelona e com a Inter de Milão, venceu a eleição com 43 votos de membros da assembleia geral da Fecafoot. Seidou Mbombo Njoya, atual presidente e que também é vice-presidente da Confederação Africana de Futebol (CAF), obteve 31 votos.

Eto'o, de 40 anos, assumirá uma organização que há muito tempo está manchada por disputas internas, má administração e alegações de corrupção. A Fifa já interveio várias vezes para acabar com brigas entre dirigentes da entidade.

Eto'o havia sido inicialmente impedido de concorrer porque também é cidadão espanhol, mas a decisão de que candidatos com dupla nacionalidade não poderiam concorrer ao cargo foi contestada e depois abandonada. Ele recebeu amplo apoio de muitos ex-companheiros de equipe e fez uma campanha de alto perfil, durante a qual se comprometeu a livrar o futebol de Camarões da corrupção.


Camarões sediará a Copa Africana de Nações entre 9 de janeiro e 6 de fevereiro de 2022. O país foi destituído do direito de realizar o torneio em 2019 por causa de atrasos na preparação e preocupações com a segurança. Eto'o venceu o torneio duas vezes com os Leões Indomáveis durante seu período como jogador da seleção camaronesa.

O Curioso do Futebol

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