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Há 21 anos, Santo André 'calava' o Maracanã e conquistava a Copa do Brasil

Com informações da CBF
Foto: arquivo

Élvis comemorando o segundo gol do Santo André no jogo

Há 21 anos, o Santo André fazia uma das maiores façanhas da história do futebol brasileiro. Em 30 de junho de 2004, em um Maracanã lotado, o Ramalhão sileciava os torcedores do Flamengo, vencia por 2 a 0 e conquistava a Copa do Brasil, o grande feito da história do clube do ABC.

Na 16ª edição da Copa do Brasil, em 2004, 64 times participaram da competição, que teve o Santo André como campeão inédito. Foram quatro vitórias, cinco empates e duas vitórias até o título. Os artilheiros da competição foram Alex Alves, do Botafogo, e Dauri, do 15 de Campo Bom, com oito gols cada. Pelo Santo André, o atacante Sandro Gaúcho foi o goleador da equipe, balançando as redes seis vezes.

O Santo André iniciou sua participação no torneio na fase preliminar, vencendo o Novo Horizonte por 5 a 0, no Estádio Durval Ferreira Franco. Na segunda fase, venceu o Atlético Mineiro, no jogo de ida, por 3 a 0, em casa, e perdeu por 2 a 0, no Mineirão. Nas oitavas de final, enfrentou o Guarani e empatou nos dois jogos. No primeiro, 1 a 1, e no segundo, 0 a 0 – avançou devido ao critério de desempate de gols marcados fora.

Pelas quartas de final, seu adversário foi o Palmeiras. No jogo de ida, empatou por 3 a 3, no Bruno Daniel. Na volta, empatou novamente mas dessa vez por 4 a 4, no Parque Antarctica. Diante do XV de Novembro, na semifinal, derrota por 3 a 4, no Pacaembu, e vitória por 3 a 1, no Olímpico.


A grande final foi contra o Flamengo. Na primeira partida, um jogo emocionante. Jogando em casa, o torcedor ramalhino assistiu Roger abrir o placar para o Flamengo, aos 26 minutos do primeiro tempo. O time voltou empenhado para o segundo tempo e, logo aos seis minutos, empatou com Osmar. Oito minutos depois, o Ramalhão virou o placar. Mas, no final do jogo, Athirson empatou para o Rubro-Negro.

O Flamengo jogaria a decisão em casa com a vantagem de dois gols feitos fora de casa. No entanto, no dia 30 de junho, no Maracanã, com um público de quase 72 mil pessoas, o Santo André venceu por 2 a 0, com gols de Sandro Gaúcho aos sete minutos, e Élvis, aos 22 do segundo tempo. O jogo acabou e o Santo André conquistou sua maior conquista nacional até hoje.

Há 21 anos, Boca Juniors vencia o Santos o conquistava o seu quinto título da Libertadores

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Boca venceu o Santos, no Morumbi, por 3 a 1

Há 21 anos, o Boca Juniors conquistava seu quinto título da Libertadores da América sobre o Santos. A equipe argentina era um das mais temidas no início do século e chegava sempre como um dos favoritos ao título, e conseguiu confirmar a conquista em 2003 após dois grandes jogos contra o Peixe. 

O Boca Juniors que já havia perdido uma final de Libertadores para o Santos em 1963, entrou em busca de ‘vingança’ e tinha um time com muitos jogadores acima do nível, como por exemplo o Tévez. 

No início da competição a equipe caiu no Grupo 7, junto com Independiente Medelín, Barcelona de Guayaquil e Colo-Colo. O Boca acabou passando tendo algumas dificuldades e teve um certo perigo de ficar fora nas últimas rodadas, mas conseguiu confirmar a classificação. 

Porém, a equipe acabou passando na segunda colocação com 11 pontos e a décima melhor campanha da primeira fase. Nas oitavas de finais enfrentou o Paysandu e o primeiro jogo foi na La Bombonera, mas o time brasileiro não se intimidou e venceu por 1 a 0. Entretanto, na partida de volta no Brasil, o Boca ganhou por 4 a 2 e garantiu a classificação. 

Nas quartas de finais, a equipe enfrentou o Cobreloa, e o primeiro jogo foi no Chile, mas o Boca não sentiu a pressão e venceu por 2 a 1. Atuando em casa confirmou a classificação vencendo novamente por 2 a 1 e passando para a semifinal. 

Chegando já na reta final da Libertadores, o Boca enfrentou o América de Cali, mas não teve nenhuma dificuldade. Jogando na Argentina o primeiro jogo, a equipe venceu por 2 a 0, e na partida de volta goleou por 4 a 0 e avançou para a grande decisão. 

O Santos como teve uma campanha superior ao do Boca Juniors, acabou decidindo a final em casa. O primeiro jogo foi na La Bombonera, e era uma partida muito perigosa para o time argentino, que entrou com a pressão de fazer o resultado em casa. 


O Boca não sentiu o jogo e foi superior ao Peixe praticamente em todo o jogo, abrindo o placar com Delgado, aos 32 minutos, e o próprio atacante fechou o placar aos 83 minutos, dando a vitória por 2 a 0 ao time argentino. 

A vantagem era muito boa para o Boca Juniors, que ficou muito favorito a conquista do título. A partida decisiva aconteceu no Morumbi, para mais de 74 mil torcedores, no dia 2 de julho, e o Boca Juniors novamente conseguiu ser superior. 

Como o Santos precisava do resultado, teve que sair para o jogo e deu muito espaços. O Boca soube muito bem aproveitas as oportunidades e marcou no primeiro tempo com Tévez, aos 21 minutos. No segundo tempo, o Santos chegou a reagir e empatou com Alex, aos 75 minutos. 

Porém, na reta final do jogo, o Boca marcou com Delgado, aos 85 minutos, e com Schiavi, aos 95, dando números finais a decisão. O Boca Juniors comemorou seu quinto título da Libertadores da América após a vitória no agregado por 5 a 1.

Há 21 anos, Meninos da Vila tiravam Santos da 'fila' com título do Brasileirão

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

O capitão Paulo Almeida com a taça

Há 21 anos, o Santos conquistava um dos títulos mais importantes de sua história. Sem conqusitar uma taça importante desde 1984, a equipe santista formada por diversos jovens, que conseguiram assumir a responsabilidade e foram grandes revelações do Peixe, venceu o Corinthians, por 3 a 2, em 15 de dezembro de 2002 e ganhava o Campeonato Brasileiro.

O Campeonato Brasileiro de 2002 foi o último no formato de mata-mata, pois no ano seguinte virou pontos corridos. A competição ocorria em duas fases, a primeira todos se enfrentavam em um único turno e os oitos melhores passavam para a fase mata-mata. 

O Santos foi muito irregular na primeira fase, muito por conta da baixa idade do time, que ainda estava em formação. O time santista vivia uma fase de reformulação, passando por mudanças no elenco, e chegou na competição ainda sem uma consolidação. 

Mas com o decorrer da competição, a equipe foi se solidificando, com os jovens assumindo o protagonismo e mostrando que o Santos poderia brigar. Porém, a irregularidade fez parte de toda a campanha na primeira fase, sofrendo para conseguir a classificação. 

A equipe chegou à última rodada dependendo de resultado para conseguir se classificar, e ainda precisava vencer seu jogo. O time fez a sua parte e contou com o tropeço dos outros times, garantindo a vaga na fase final da competição. 

Porém, como classificou em oitavo, o Santos acabou enfrentando o time de melhor campanha, que foi o seu rival São Paulo. Nas quartas de final, o Peixe ganhou do Tricolor por 3 a 1, na primeira partida, e no jogo de volta venceu novamente, dessa vez por 2 a 1. 

Ninguém esperava a classificação do Santos, pois todos davam o São Paulo como favorito por ter feito uma grande campanha, mas o Peixe conseguiu surpreender com a garotada. 

Na semifinal, a equipe enfrentou o Grêmio, que também teve uma campanha irregular na primeira fase. No jogo de ida, o Santos goleou por 3 a 0, dando um passo importante para a classificação. Já no jogo de volta, a equipe perdeu por 1 a 0, mas foi para a grande final. 

Na decisão, a equipe enfrentou o seu maior rival, o Corinthians, que vinha de uma campanha melhor e tinha a vantagem de decidir em casa e a do empate no agregado. 

O primeiro jogo ocorreu no Morumbi, com o mando do Santos, para mais de 58 mil pessoas, e que prestigiaram um grande jogo do alvinegro praiano. O Peixe fez uma forte pressão, buscando o gol a todo momento, pois sair dessa partida com um resultado positivo era muito importante. 

Aos 15 minutos, Alberto abriu o placar, e a partida caminha com o placar mínimo até o final do jogo. Porém, aos 44 minutos, Renato marcou o segundo para o Peixe, dando números finais a partida. 

A vantagem era muito boa, porém ainda reversível, e o Santos enfrentaria uma grande pressão no jogo de volta. A grande decisão também ocorreu no Morumbi, no dia 15 de dezembro de 2002, com o mando do Timão, e contou com a presença de mais de 74 mil pessoas. 

O Corinthians começou o jogo muito forte, pressionando muito e criando boas chances para abrir o placar, porém acabou parando nas belas defesas de Fábio Costa. O Santos não estava conseguindo jogar, estava com muita dificuldade e sendo muito sufocado.

Porém, aos 37 minutos, Robinho invadiu a área pedalando oitos vez,  acabou sendo derrubado e o juiz marcou pênalti. Esse lance entrou para a história do futebol e do Santos, que inclusive virou música para a torcida Santista. O próprio Robinho foi para a cobrança e abriu o placar, o que uma alivia na equipe santista. 


No segundo tempo, o Timão voltou com tudo, fazendo novamente uma forte pressão, não deixando o adversário jogar. Aos 13 minutos, o técnico Emerson Leão foi expulso ao reclamar de uma possível agressão, e isso acabou desestabilizando a equipe santista. 

O Timão aproveitou o momento de fragilidade do Peixe, e virou a partida. O primeiro gol foi de Deivid, aos 30 minutos, e Anderson, aos 39 minutos, ambos de cabeça. Neste momento, a partida ficou tensa para os Santista, pois mais um gol daria o título ao Timão. 

O pensamento de todos foi, “será que esse time jovem vai segurar a pressão?”, mas logo na sequência veio a resposta. Aos 43 minutos, Elano empatou o jogo, e nos acréscimos Léo marcou o terceiro, ambos os gols em jogadas de Robinho, e sacramentou o sétimo título do Campeonato Brasileiro para o Santos.

Os jogadores que participaram da grande decisão foram:  Fábio Costa; Maurinho, André Luís, Alex e Léo; Paulo Almeida, Renato, Elano e Diego (Robert, depois Michel); Robinho e William (Alexandre). Técnico: Émerson Leão.

Jogador assassinado a tiros em Ribeirão Preto, Felipe Diogo era acusado de violência doméstica

Com informações da Agência Futebol Interior e Esporte Paulista
Foto: arquivo / São Bernardo FC

Felipe Diogo tinha 21 anos

Uma execução chamou atenção da sociedade de Ribeirão Preto e também do mundo do futebol na noite desta terça-feira (31). Aos 21 anos, o jogador de futebol que jogou pelo São Bernardo FC nesta temporada, Felipe Diogo ou ‘Felipe Favela’, foi morto com dez tiros. Até o momento ninguém foi preso. Mas, um fato chama a atenção nesta história. Isso porque, Felipe Favela estava sendo investigado por um caso de violência doméstica contra sua namorada, que aconteceu no último dia 15 de outubro.

Segundo o Boletim de Ocorrência, registrado na época, a mulher foi agredida a socos e o jogador chegou a ser preso. Muito agressivo, ele teria danificado uma viatura da PM, quando tentava ser contido pelos policiais. No momento, estava valendo uma medida protetiva de urgência contra o atleta para não chegar perto de agora sua ex-namorada.

De qualquer forma, apesar das suposições, como ninguém foi preso pela morte na noite de terça-feira, a investigação será conduzida pela Delegacia de Homicídios da Deic (Divisão Especializada de Investigações Criminais) de Ribeirão Preto.

Outro fato que chamou atenção neste caso, é que Felipe Favela foi executado na Rua Tabatinga, no Jardim Jandaia. O local fica exatamente há 300 metros da casa da mãe dele. Mesmo local no qual ele teria agredido a namorada no mês passado.

Mãe do jogador - Em entrevista para a EPTV de Ribeirão Preto, emissora afiliada da TV Globo, e também para a Record TV a mãe de Felipe, Vânia Aparecida Bernardes, relatou que os disparos contra o filho ocorreram durante uma nova briga do casal.

“Na hora que eu cheguei, a discussão já estava começada, começou a agredir o Felipe com capacetada. Daí os amigos do Felipe vieram para separar. A mãe relatou a reportagem da EPTV que depois de os amigos tentarem intervir, uma outra pessoa que estava no local atirou em Felipe.


A Polícia Civil confirmou que já identificou um suspeito e tenta localizá-lo. “A Polícia Civil tem um protocolo de atendimento de ocorrência. Quando tomamos conhecimento dos fatos, uma equipe foi ao local e já conseguiu levantar várias informações. Desde a ocorrência dos fatos, a gente permanece diligenciando com o intuito do esclarecimento e hoje já temos um suspeito”, explicou o delegado Rodolfo Latif Sebba. Depois de ser baleado, o atleta foi socorrido por moradores e levado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Norte, mas já chegou ao local sem vida. Não há informações sobre velório e enterro.

Felipe Diogo em 2023 havia jogado apenas cinco partidas com a camisa do São Bernardo. Com passagens também na base de Botafogo e Comercial de Ribeirão Preto; e de Cruzeiro e Avaí, ele possuía contrato com o clube do ABC Paulista até novembro de 2024.

Atacante do São Bernardo FC, Felipe Diogo é assassinado em Ribeirão Preto

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: arquivo / São Bernardo FC

Felipe Diogo era jogador do São Bernardo FC

Mais uma notícia tensa no mundo do futebol nesta terça-feira, dia 31. Foi morto à tiros, no começo desta noite, no Jardim Jandaia, em Ribeirão Preto, interior do estado de São Paulo, o jogador Felipe Diogo, de 21 anos, que defendia o São Bernardo FC.

Cria da base do Comercial, mas com passagens por Cruzeiro, Botafogo Ribeirão Preto e Avaí durante as categorias de formação, Felipe Diogo Bernardes Ferreira, que também era conhecido como "Felipe Favela" com o São Bernardo, se destacou no Paulistão sub-20 de 2021 quando marcou 12 gols em 9 jogos.

No ano seguinte subiu ao time profissional e teve uma boa Série D do Brasileirão, quando marcou 4 gols em 12 jogos, na campanha do acesso do time. Disputou as últimas edições do Paulistão e da Série C do Campeonato Brasileiro pelo São Bernardo FC. Ao todo, o jogador teve cinco oportunidades neste ano, mas mesmo sendo atacante, não chegou a balançar às redes. O clube, inclusive, já postou uma nota de pesar.

“O São Bernardo Futebol Clube lamenta com imenso pesar a notícia do falecimento do nosso atleta Felipe Diogo Bernardes Ferreira (Felipe Diogo). Que Deus conforte o coração da sua família neste momento de profunda dor”, afirmou o clube enlutado.


O caso - De férias em Ribeirão Preto, sua cidade natal, Felipe Favela estava na rua Tabatinga, no Jardim Jandaia, quando foi alvejado com dez tiros, segundo contam as testemunhas, e não resistiu. Ainda não se sabe a motivação do assassinato e o caso está sendo investigado pelo 5º Distrito Policial de Ribeirão, que é responsável pela Zona Norte da cidade.

Jogadora de futebol de 21 anos é encontrada morta dentro de piscina na Bahia

Com informações do G1.com
Foto: divulgação Lusaca

Amandinha tinha 21 anos

A jogadora de futebol Amanda dos Santos Climaco, conhecida como "Amandinha", de 21 anos, foi encontrada morta dentro de uma piscina, em uma casa de eventos onde era realizada uma festa, no domingo (3). A informação foi divulgada nesta segunda-feira (4) pela direção da Desportiva Lusaca, time em que a atleta disputava o Campeonato Baiano Feminino, neste ano.

Segundo Leon Ferreira, a jogadora vivia em Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador, e morreu na mesma cidade onde morava. O caso foi registrado na 22ª Delegacia Territorial, instalada no município.

Conforme a Polícia Civil, ela foi encontrada na piscina, com um corte na cabeça. Informações preliminares apontam que a vítima foi socorrida a uma unidade hospitalar, que não foi detalhada, porém, já chegou sem vida. A causa da morte ainda é desconhecida e o corpo será necropsiado pelo Departamento de Polícia Técnica.

Nas redes sociais, a Desportiva Lusaca divulgou uma nota de pesar lamentando a morta da atacante, considerada um dos destaques do time, que está classificado para as semifinais do Campeonato Baiano Feminino. "Amanda Climaco estava disputando o Baianão de Futebol Feminino, marcou gol e fez assistências que levou o Lusaca a Semifinal da competição. Vinha sendo um grande reforço para a equipe e faleceu neste domingo (03), encontrada sem vida em uma piscina", comentou.


Outro time que se posicionou foi o Jacuipense, clube em que Amandinha jogou no ano passado. "Com profundo pesar, lamentamos o falecimento de Amanda dos Santos Climaco, mais conhecida no futebol como Amandinha. Uma atleta muito alegre com seu amor e dedicação ao esporte", lamentou.

O Esporte Clube Bahia, onde a vítima jogou na base, também se pronunciou sobre a morte da atleta. "Amandinha, como era carinhosamente conhecida, disputou a edição 2020 do Brasileirão Feminino sub-18 com a camisa do Bahia, onde marcou um gol em três partidas", escreveu.

Luto! Zagueiro de 21 anos morre na Costa do Marfim após sofrer mal súbito em campo

Com informações da Agência Estado
Foto: reprodução / @racingclubabidjan_officiel

O jovem zagueiro Sylla Moustapha sofreu um mal súbito em campo

Mais uma tragédia ocorreu dentro de campo neste domingo. O jovem zagueiro Sylla Moustapha, de 21 anos, do Racing Club de Abidjan, sofreu um mal súbito em partida do Campeonato da Costa do Marfim contra o SOL FC e acabou morrendo a caminho do hospital, deixando o futebol mundial de luto.

O zagueiro deu alguns passos para trás quase na risca central antes de cair. Um rival pede a entrada imediata dos socorristas. Sylla Moustapha foi atendido no gramado, mas veio a óbito a caminho do hospital. A imprensa marfinense disse que a causa da morte foi uma parada cardíaca.

O jogo no Estádio Robert Champroux terminou com vitória por 3 a 1 dos donos da casa. Mas logo depois, a festa pela vitória acabou se transformando em tristeza quando o clube revelou a morte de seu defensor.

“Luto! Nosso zagueiro Sylla Moustapha morreu esta noite após um desconforto no solo durante a partida RCA x Sol FC. A administração apresenta sinceras condolências à família biológica. Descanse em paz Mustafá. Descanse em paz, Leão”, escreveu o clube em suas redes sociais.


O ex-clube do defensor, Djobila AC também lamentou o ocorrido. “Luto por um campeão. Acabamos de receber a triste notícia da trágica morte de nosso ex-membro Moustapha Sylla, após uma parada cardíaca durante o jogo Racing Club x SOL FC a contar para a 20ª J da Ligue 1 da Costa do Marfim”.

O enterro do defensor aconteceu nesta segunda-feira, no cemitério municipal de Dabou. O futebol da Costa do Marfim ficará em luto de uma semana.

Jian Kayo, goleiro do Ituano, é encontrado morto em casa

Com informações da Band
Foto: divulgação Ituano FC

Jian Kayo tinha 21 anos

O Ituano Futebol Clube informou neste domingo (19) a morte do goleiro Jian Kayo, de 21 anos. Segundo nota divulgada nas redes sociais do Ituano, o corpo de Jian Kayo foi encontrado em sua casa na noite deste sábado (18). Ainda não há informações sobre o que teria causado a morte do atleta.

“Com muita tristeza e consternação, o Ituano FC comunica o falecimento do atleta Jian Kayo Gomes Soares Seu corpo foi encontrado sem vida, em sua residência, na noite deste sábado. Assim que possível, após liberação pelas autoridades e Família, divulgaremos mais informações”, diz a nota.

O goleiro Jian Kayo, nascido no Paraná, tinha 21 anos. Chegou para o sub 20 do Ituano em 2021 e foi titular no Campeonato Paulista daquele ano, titular na Copa São Paulo de 2022 e também no Paulista do mesmo ano.


Promissor e de qualidade, o goleiro havia sido promovido ao elenco de profissionais para 2023. "Lamentamos profundamente esta grande perda, direcionando nossas orações a ele, sua Família e amigos", finaliza a nota.

Costinha, jogador de 21 anos, morre após mal súbito no Mato Grosso do Sul

Foto: @eduardofotoms

Costinha quando defendia o Aquidauanense

Uma tragédia aconteceu no estado do Mato Grosso do Sul na última quinta-feira, dia 19. Anderson Costa, o lateral Costinha, de 21 anos morreu enquanto disputava uma partida de futebol na cidade de Nioaque, a 184 KM da capital Campo Grande.

Ele jogava pelo Barbearia do Vale, time amador do estado, quando passou mal e caiu desacordado. Segundo testemunhas, não havia ambulância no local e a cidade não possui Corpo de Bombeiros e Samu, atrasando ainda mais o atendimento ao atleta.

O jovem foi colocado em um veículo e levado ao hospital municipal, mas veio a óbito logo depois de dar entrada no local. A causa da morte não foi revelada. Familiares, amigos e moradores da região lamentaram o ocorrido nas redes sociais. "Não desistia nunca, se espelhava no Neymar. Correu atrás, passou por várias cidades e nunca desistia. Eu falava 'apoio tudo que você quiser fazer, filho'", disse a mãe, Lucilene dos Santos Costa, de 45 anos.


Carreira - Costinha começou na base do Operário de Campo Grande. Depois passou pelo Sete de Dourados e foi para o futebol paulista, onde defendeu Guarulhos e Tupã. Voltou para o Mato Grosso do Sul e jogou por Maracaju, onde se profissionalizou, e Aquidauanense, defendendo o time na Copinha de 2022. Atualmente estava sem clube porque tinha decidido parar e entrar no Exército em fevereiro.

Há 21 anos, Léo estreava pelo Santos

Foto: arquivo

Léo estreou pelo Peixe em 27 de agosto de 2000

27 de agosto de 2000. Há exatos 21 anos tinha início uma das mais belas histórias de amor entre um clube e um jogador de futebol. Naquela tarde de domingo, o lateral Léo fazia sua estreia com a camisa do Santos, em um clássico diante do Palmeiras, na Vila Belmiro, válido pela Copa João Havelange, como foi chamado o Brasileirão naquela temporada.

“Eu nasci no dia 6 de julho, mas 27 de agosto é como se fosse meu segundo aniversário. O dia em que teve início minha história como atleta do Santos, um clube que mudou minha história, pelo qual me apaixonei e onde vivi muitos dos momentos mais marcantes da minha vida”, declarou o Guerreiro da Vila.


O primeiro adversário de Léo pelo Peixe foi justamente contra o Palmeiras, clube que ele chegou a defender no ano anterior, mas praticamente não foi aproveitado pelo técnico Luiz Felipe Scolari, sendo devolvido para o União São João. O placar daquela partida foi de 3 a 2 para o Verdão, mas isto não apagou a brilhante ligação do lateral-esquerdo com o Alvinegro Praiano. Pelo contrário!

Oito títulos pelo Peixe - Somando as duas passagens, entre 2000 e 2005, e de 2009 a 2014, Léo disputou um total de 456 partidas, marcou 24 gols e levantou nada menos que oito taças, o que o coloca na liderança dos jogadores com mais títulos conquistados após a chamada Era Pelé, encerrada em 1974.


O currículo do ídolo alvinegro conta com a Libertadores de 2011, a Recopa Sul-Americana de 2012, os Brasileiros de 2002 e 2004, a Copa do Brasil de 2010 e mais três Paulistas, entre os anos de 2010 e 2012.

“Fui campeão da Libertadores em 2011, um momento histórico, que o clube não vivia desde a época daquele timaço de Pelé, Pepe, Zito, Gylmar & Cia. Mas confesso que o título brasileiro de 2002 foi ainda mais especial. O clube vivia um momento delicado, a torcida machucada por 18 anos sem conquistas mais relevantes. Ganhamos na decisão do nosso maior rival e ainda tive a felicidade de marcar o gol da vitória, no Morumbi. Aquela taça mudou os rumos da história do Santos e recolocou o clube no patamar mais alto do futebol brasileiro”, ressalta Léo.

O primeiro gol de Rogério Ceni como profissional

Com informações do site oficial do São Paulo FC

Está completando 21 anos do primeiro gol de Rogério Ceni, que foi marcado em Araras

Por conta da incrível trajetória como goleiro, Rogério Ceni gravou o próprio nome na eternidade com inúmeros recordes e conquistas, coletivas ou pessoais. E uma delas, certamente a mais peculiar para um atleta desta posição no esporte, é o símbolo da carreira dele: 131 gols marcados. Estes gols tiveram início há exatos 21 anos, quando o goleiro executou uma cobrança de falta que mandou a bola ao fundo das redes de Adinam.

Naquela tarde de sábado, 15 de fevereiro de 1997, quando o relógio marcava 16h44 em Araras – interior de São Paulo – o volante Ricardo Lima, do União São João, cometeu falta em cima de Adriano, perto da grande área do time local e, por essa infração, o adversário recebeu o cartão amarelo. Para a cobrança, apresentou-se Rogério Ceni, que se deslocou da própria meta para a do rival correndo. Ele, então recém promovido ao posto de principal goleiro são-paulino, não se intimidou com o inusitado do fato e nem os olhares atravessados.

O jogo, realizado no Estádio Hermínio Ometto e válido pela segunda rodada do Campeonato Paulista, estava 0 a 0 e perto de ter a primeira etapa encerrada. Com 45 minutos de bola em jogo, Rogério Ceni tinha, aos pés, a chance de pôr o Tricolor à frente do placar. Mas não era somente isso que estava em questão àquela altura.

Ele já vinha treinando e ganhando a confiança de Muricy
(reprodução: O Estado de São Paulo)

Rogério Ceni foi escolhido por Muricy Ramalho como o cobrador de faltas oficial do time logo no primeiro dia de titular absoluto no gol do Tricolor – um jogo amistoso contra o Colo-Colo, no Chile, em 3 de dezembro de 1996 (ocasião em que o treinador espantou a todos com essa postura, mas que, curiosamente, não teve nenhuma falta perto da área para que o goleiro pudesse cobrar).

Apesar de treinar exaustivamente essa jogada desde 1995 e tendo executado até então mais de 15 mil tentativas no CT da Barra Funda, Rogério talvez não permanecesse nessa posição caso errasse aquela cobrança. Adriano, o camisa 10 do Tricolor que sofrera justamente a falta onde esta história começou, era forte candidato a assumir o posto.

Coluna de Mauro Beting no hoje extinto Folha da Tarde

Isso, pois, o goleiro já havia batido quatro faltas em jogos oficiais naquele início de temporada de 1997, não sendo bem-sucedido em nenhuma delas. Já Adriano, "o concorrente", havia marcado dois gols de falta nesse período (contra Fluminense e Flamengo). Muricy bancava o sonho de Rogério Ceni - afinal, era ele quem mais se dedicava ao assunto – mas a paciência da torcida com o que muitos chamavam de "brincadeira" acabaria?

A quinta tentativa definiu o futuro de Rogério Ceni, do Tricolor e dos tricolores por todo o mundo. O goleiro ajustou o posicionamento dos companheiros na barreira e partiu para a cobrança e o o grito de gol, que estava entalado na garganta, veio à tona! 

A comemoração que se seguiu foi uma mistura de êxtase e incredulidade. Sim! Um goleiro, um goleiro novato, havia acabado de marcar um gol com a camisa são-paulina! E que golaço! O arqueiro oponente Adinam ainda chegou a tocar na bola, mas não teve como impedir o destino.

Veja como foi o primeiro gol de Rogério Ceni

Ficha Técnica
UNIÃO SÃO JOÃO 0 X 2 SÃO PAULO FC

Data: 15 de fevereiro de 1997
Local: Estádio Doutor Hermínio Ometto - Araras-SP
Público: 5.174 pagantes
Renda: R$ 51.395,00 
Árbitro: Wilson Souza de Mendonça 

Gols
São Paulo FC: Rogério Ceni (falta), aos 45' do primeiro tempo; Serginho (pênalti), aos 8' da etapa complementar

União São João: Adnan; Chiquinho, Maciel, Julio César e Ivonaldo; Lico, Ricardo Lima, Reinaldo (Valdo) e Paulo César/capitão; Sairo (Léo) e Odair (Pedrinho) - Técnico: Lula Pereira

São Paulo FC: Rogério Ceni; Cláudio (Alberto), Rogério Pinheiro, Bordon e Serginho; Nem, Axel, Marques e Adriano (Uéslei); Denílson e Dodô (Catê) - Técnico: Muricy Ramalho

O Curioso do Futebol

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