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Irmão mais novo de Maradona morre após ataque cardíaco

Foto: AFP

Hugo Maradona faleceu devido a ataque cardíaco

Pouco mais de um ano após a morte de Diego, a família Maradona enterrará mais um dos seus. O irmão mais novo do eterno craque argentino, Hugo Maradona, faleceu na manhã desta terça, dia 28, devido a um ataque cardíaco. O ex-jogador e treinador tinha 52 anos e vivia em Nápoles, na Itália, onde veio a falecer.

Hugo passou mal ainda em sua residência, na cidade italiana. Seus parentes chegaram a chamar o socorro, mas o argentino não resistiu e veio a óbito antes da chegada no hospital, na verdade ainda em sua residência, segundo informado.

Assim como o irmão Diego, Hugo Maradona foi jogador de futebol e defendeu o Argentinos Juniors em sua modesta carreira. Ele ainda se aventurou no futebol italiano, espanhol, venezuelano, austríaco, uruguaio, canadense, paraguaio e japonês, mas em nenhum teve destaque.

Na carreira, além do Argentinos Juniors, passou por Ascoli, Rayo Vallecano, Rapid Viena, Deportivo Italia, Progreso, Sagan Tosu, Avispa Fukuoka, Consadole Saporo, Brown de Arrecifes, Presidente Hayes, Quilmes e Sportivo Trinidense.

Aposentado, se aventurou como treinador em Porto Rico, mas mudou-se para Nápoles em 2006, onde se dedicou as escolas de futebol de times juvenis e amadores.


A morte de Hugo aconteceu pouco mais de um ano após o falecimento do seu irmão e craque argentino, Diego Armando Maradona, que também morreu em casa no dia 25 de novembro de 2020. O falecimento de Don Diego é investigado pela polícia até hoje.

Luto! Morre Serrinha, ex-jogador e um dos torcedores símbolos da Briosa

Por Victor de Andrade
Foto: divulgação FRV

Serrinha com sua faixa, lançada em 2017

Morreu na madrugada desta quarta-feira, dia 17, aos 81 anos, o ex-jogador e um dos torcedores símbolos da Portuguesa Santista Helio Nildo Linna, mais conhecido como Serrinha. Ele, que também era envolvido com as bandas de carnaval do bairro do Marapé, em Santos, teve uma parada cardíaca em decorrência da Covid-19.

Ele foi internado ontem (16) à noite, em decorrência da Covid-19, na UPA da Zona Noroeste, em Santos, e teve parada cardíaca. Serrinha deixa duas filhas, três netas e um bisneto. A família ainda não sabe se poderá ter velório devido às novas restrições da pandemia.

Serrinha foi jogador da base da Portuguesa Santista e atuou em duas partidas no profissional, no final da década de 50. "Joguei no juvenil da Portuguesa Santista e fiz duas partidas no profissional, isso na época da "fita azul" (honraria conquistada pela Briosa em 1959, quando retornou invicta de uma excursão à África). A Portuguesa é minha adoração", disse, em entrevista ao jornalista Lincoln Chaves, então no Globo Esporte, em 2013.


Mesmo depois de não defender o time Rubro Verde dentro de campo, Serrinha ficou conhecido por jogar nos campos da várzea da Baixada Santista. Era conhecido em toda a região e chamado para atuar em times de várias cidades vizinhas a Santos.

Porém, o seu amor no futebol continuou sendo a Portuguesa Santista. Serrinha estava em todos os jogos no Estádio Ulrico Mursa, inclusive da base. E não ficava sentado na arquibancada. Seu lugar era no alambrado, segurando a grade com as mãos e, invariavelmente, mandando palavras não muito respeitosas para o bandeirinha ou jogadores adversários.

"Essa molecada aqui na torcida é maravilhosa. É um clube humilde, que faz seu caminho. Fomos gozados pelos rebaixamentos, mas vamos sair dessa", falava Serrinha, em 2013, sobre os novos torcedores da Briosa e também sobre a época dos sucessivos rebaixamentos (entre 2006 e 2010). Mas Serrinha viu o time se recuperar, já que esteve presenta no título de 2016 da Segunda Divisão Paulista, com direito a matéria de página inteira no extinto jornal Expresso Popular, com o título "Acesso? O Serrinha entende", e o vice na Série A3 de 2018, que botaram a Briosa na A2 estadual, onde está atualmente.


Aliás, o carinho de Serrinha pelos novos torcedores era recíproco. Em 2017, a Força Rubro Verde, torcida organizada da Briosa, o eternizou, ainda vivo, em uma de suas faixas. O torcedor símbolo Rubro Verde se emocionou naquele dia e chorou copiosamente.

Esta atitude da FRV vai fazer com que Serrinha continue nos jogos da Portuguesa Santista e quem está emocionado nesta quarta-feira, dia 17 de março, somos nós, torcedores da Briosa, que sentiremos saudades, mas lembraremos sempre da sua alegria e paixão pela nossa Briosa!

Covid-19 faz mais uma vítima: o treinador Ruy Scarpino

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: divulgação

Ruy Scarpino treinou o Amazonas FC

O treinador Ruy Scarpino é mais uma vítima da Covid-19. Internado há uma semana em um hospital particular de Manaus, ele não resistiu às complicações da doença e faleceu nesta quarta-feira, dia 3. Aos 59 anos, Ruy veio para o Norte comandar o Amazonas FC na campanha do Amazonense 2020.

Internado às pressoas quando se preparava para deixar Manaus após ser demitido do Amazonas FC, Ruy Scarpino teve uma piora no quadro e, com 80% dos pulmões comprometidos, foi entubado no início da semana. Ele estava internado no Hospital Samel, de Manaus, numa UTI – Unidade de Terapia Intensiva. Ruy Scarpino estava se preparando para retornar à cidade de Itu, no Interior do Estado de São Paulo. Esperava pela liberação total e a necessária quarentena.

Mais sobre ele - Natural de Vitória-ES, Ruy Scarpino atuou como goleiro por vários clubes brasileiros, como a Ferroviária, e há mais de 20 anos vem desempenhando a função de treinador de futebol.

Campeão paulista de 2002 e da Série C do Brasileiro de 2003, ambos pelo Ituano, Ruy Scarpino é rodado no interior de São Paulo, passando por Sertãozinho, Atlético Sorocaba, União Barbarense, Itapirense, São José, Capivariano, Catanduvense, Red Bull Brasul, Santo André, São Bernardo, Linense, Noroeste, Rio Branco e Taquaritinga.

Ruy Scarpino também trabalhou em outros clubes brasileiros, como Campinense-PB, Maranhão-MA, Altos-PI, Moto Club-MA, Cuiabá-MT, Ceará-CE, América-RN e Goiânia-GO, além do Amazonas-AM, onde estava até semana passada.


Não é o primeiro - Antes dele, o coronavírus havia matado outro profissional de expressão no interior paulista: Marcelo Veiga. Há 15 dias, quem faleceu foi Éder Taques, que nos anos 2000 trabalhou em equipes no interior paulista.

Tragédia! Presidente do Palmas e mais quatro jogadores morrem em acidente aéreo

Foto: reprodução

Presidente do Palmas e mais quatro jogadores morrem em acidente de avião

Um acidente aéreo na manhã deste domingo, dia 24 de janeiro, em Luzimangues, distrito de Porto Nacional, vitimou o presidente do Palmas Futebol e Regatas e mais quatro jogadores do clube que estão disputando a Copa Verde da temporada 2020 e se preparando para o retorno do Campeonato Tocantinense.

Estavam no avião o piloto, de nome Wagner, o presidente do clube, Lucas Meira, de 35 anos, nascido em Goiânia, mas radicado em Palmas desde 2007, e mais quatro jogadores: Lucas Praxedes, Guilherme Noé, Ranule e Marcus Molinari.

Segundo informações, o avião teria sido fretado para ir à Goiânia. Nesta segunda-feira, dia 25, o Palmas enfrentaria o Vila Nova, no OBA, às 16 horas, pela segunda fase da Copa Verde 2020. Além disso, a equipe estava se preparando para o retorno do Campeonato Tocantinense, onde no jogo de volta da semifinal o Palmas fará o jogo contra o Araguacema, na quinta-feira, dia 28.

Foto do acidente

O resto da delegação do Palmas já tinha viajado para Goiânia. Os quatro jogadores estavam em isolamento, pois haviam testado positivo para covid-19 há 10 dias e o tempo para voltar às atividades acabava exatamente neste domingo. Por isto, o mandatário do clube fretou o avião para que os atletas pudessem se juntar ao restante do elenco e estivesse à disposição para a partida desta segunda-feira.

O acidente aéreo ocorreu com um avião particular que decolou na pista da Associação Tocantinense de Aviação (ATA). O acidente causou a morte de seis pessoas. A pista fica localizada em Luzimangues, na outra margem do lago de Paraíso de Tocantins. A princípio, as informações são de que o avião caiu na hora da decolagem.



Confira nota do clube:
O Palmas Futebol e Regatas vem por meio desta informar que por volta das 8h15 da manhã deste domingo, 24, ocorreu um acidente aéreo envolvendo o presidente do clube Lucas Meira, quando decolava para Goiânia, para a partida entre Vila Nova x Palmas nesta segunda, 25, válida pela Copa Verde. O avião em que Lucas estava junto com o comandante Wagner e os atletas Lucas Praxedes, Guilherme Noé, Ranule e Marcus Molinari, decolou e caiu no final da pista da Associação Tocantinense de Aviação. Lamentamos informar que não há sobreviventes. Neste momento de dor e consternação, o clube pede orações pelos familiares aos quais prestará os devidos apoios, e ressalta que no momento oportuno voltará a se pronunciar.

Aos 32 anos, falece Luís Henrique, ex-Fluminense de Joinville, com suspeita de malária

Com informações da Agência FI
Foto: divulgação Fluminense de Joinville

Luís Henrique é marcado por ter defendido o Fluminense de Joinville

O mundo do futebol sofreu com uma perda de forma precoce. Morreu nesta terça-feira o jogador Luiz Henrique Farias, aos 32 anos, que tinha grande identificação com o Fluminense de Joinville, time que disputa a Série B do Campeonato Catarinense. Suspeita-se que jogador tenha morrido após contrair malária.

De acordo com informações fornecidas pelo clube em contato com o Portal Futebol Interior, o lateral-direito havia acertado para jogar no futebol da Nigéria no fim de 2020, mas ficou cerca de um mês no país africano e retornou ao Brasil.

Luiz Henrique ficou hospedado na casa de seus pais em Recife, sua cidade natal, e negociava com a diretoria do Fluminense de Joinville para voltar a atuar pela equipe. No entanto, o jogador sentiu-se mal, procurou ajuda médica e teve descartada hipótese de Covid-19 e dengue.


Na manhã desta terça-feira, Luiz Henrique não resistiu aos sintomas e veio a óbito em Recife. A suspeita é que ele tenha contraído malária em sua passagem pela Nigéria e a doença tenha causa sua morte.

Lamentou - Em suas redes sociais, o Fluminense de Joinville divulgou nota comunicando a morte de seu ex-atleta e lamentou a perda. "Só temos a agradecer e lembrar com carinho o empenho do jogador", escreveu o clube.

Morre Zague, centroavante que brilhou no Corinthians e futebol mexicano

Com informações do Terceiro Tempo
Foto: arquivo Corinthians

Zague quando defendeu o Corinthians

José Alves dos Santos, o histórico centroavante Zague, que brilhou no Corinthians, no Santos e no futebol mexicano entre as décadas de 1950 e de 1960, morreu na manhã desta terça-feira (19), em São Paulo-SP. Zague, que tinha 86 anos, lutava há tempos contra o mal Alzheimer e estava internado em uma clínica da capital paulista.

O centroavante baiano, de gols "espíritas", começou no Botafogo da Bahia, no começo dos anos 50, e estreou no Corinthians no dia 11 de novembro de 1956, quando marcou dois gols na goleada de 4 a 0 sobre o Santos, na Vila Belmiro, em jogo válido pelo Campeonato Paulista daquele ano.

Zague ficou no Alvinegro do Parque São Jorge de 1956 a 1961, com uma passagem pelo Santos FC em 1959. Pelo Corinthians fez 240 jogos e marcou 127 gols. Em 1961, transferiu-se para o América do México, onde foi "rei".


Seu filho, conhecido também como Zague ou Zaguinho, igualmente brilhou no futebol do México, onde hoje é um dos mais consagrados comentaristas esportivos. Ele defendeu a Seleção do país e disputou a Copa do Mundo de 1994.

Em entrevista concedida a Milton Neves, na Rádio Bandeirantes, em 2018, Zague contou como nasceu seu apelido. "Eu gostava muito de correr em zigue-zague pelas praias de Salvador. Um dia, minha tia Godofreda tirou o zigue e ficou só o zague", explicou, gargalhando, o antigo Rei do México entre 1961 e 1967.

Técnico Carlos Prata, conhecido no futebol amazonense, falece aos 62 anos

Com informações do GE.com
Foto: João Normando / GE.com

Carlos Prata provavelmente faleceu de infarto

Com passagens por diversos clubes do Amazonas, o treinador Carlos Prata, de 62 anos, morreu vítima de parada cardíaca por volta das 9h30 da manhã desta sexta-feira, dia 8 de janeiro. De acordo com um membro da família, Prata vinha se sentindo cansado nos últimos dias e teve um mal-estar ao acordar.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) chegou a ser chamado para fazer o socorro, só que os paramédicos não conseguiram reanimar o profissional, que morreu em casa, no Bairro Parque 10, Zona Centro-Sul da capital amazonense.

A família ainda não tem informações precisas sobre a causa da morte, mas, ao que tudo indica, foi um infarto fulminante. Nenhum comunicado a respeito de velório e enterro de Carlos Prata foi repassado até o momento.

Com 62 anos recém-completados, no dia 31 de dezembro, Prata trabalhou como técnico pela última vez no ano passado, durante o estadual que acabou sendo cancelado posteriormente. Ele substituiu Mazinho e comandou o São Raimundo-AM nas três rodadas do segundo turno da competição.


Prata foi bicampeão amazonense como treinador. Ele foi o responsável pelo último título do Tufão, em 2006, de forma invicta. Em 2008, com o estreante Holanda naquela altura, conquistou o bicampeonato. A Federação Amazonense de Futebol prestou condolências nas redes sociais:
A Federação Amazonense de Futebol lamenta o falecimento do técnico Carlos Prata. Como atleta, foi bicampeão amazonense juvenil. Já como treinador, foi bicampeão amazonense, com São Raimundo e Holanda. Neste momento de dor, prestamos nossas condolências a seus familiares e amigos.

Alex Apolinário, do Alverca, não resiste e acaba falecendo após quatro dias internado

Foto: divulgação Alverca

Alex Apolinário quando foi apresentado pelo Alverca

Uma notícia triste no mundo do futebol. O meia Alex Apolinário, atleta que sofreu uma parada cardiorrespiratória em um jogo defendendo o Alverca, na terceira divisão do Campeonato Português, no último domingo, dia 3, não resistiu às consequências, após quatro dias internado, e faleceu nesta quinta-feira, dia 7.

O atleta, que havia completado 24 anos em novembro estava internado no Hospital Hospital de Vila Franca de Xira e o corpo médico apontou morte cerebral. O Alverca, clube que ele defendia desde 2018, publicou nota em suas mídias sociais:
Com profundo pesar comunicamos, de acordo com as informações prestadas pelo corpo médico do Hospital de Vila Franca de Xira, o falecimento por morte cerebral do nosso atleta Alex Sandro dos Santos Apolinário, esta manhã. O FC Alverca Futebol SAD prestará todo o apoio necessário a seus familiares. Neste momento de luto todas as atividades do FC Alverca estão canceladas.
A tragédia ocorreu durante o jogo entre Alverca e União de Almeirim, quando o jogador caiu desacordado em campo pelo Campeonato de Portugal, terceira divisão local. O jogador ainda foi reanimado e deu esperanças de transformar a triste notícia em uma história de superação, mas a batalha de Alex Apolinário acabou nesta quinta sem final feliz.


Alex tinha 24 anos e chegou a fazer parte do grupo do Cruzeiro campeão da Copa do Brasil em 2017, embora não tenha saído do banco na competição. Em 2018 foi campeão Paranaense com o Athletico antes de seguir para o futebol luso. O meia foi formado no Botafogo de Ribeirão Preto, onde teve destaque na base.

Ex-atacante Cleber Arado, ex-America-SP e Coritiba, é mais uma vítima da Covid-19

Foto: arquivo Coritiba FC

Cleber Arado defendeu o Coxa por três temporadas

O ex-jogador Cleber Arado, 48 anos, que começou no América de São José do Rio Preto e teve passagem marcante pelo Coritiba, morreu neste sábado, em razão de complicações causadas pela Covid-19. Ele estava internado há um mês na UTI do Hospital de Reabilitação, na capital paranaense.

Nascido em São José o Rio Preto e tendo começado a carreira no América de sua cidade natal, Cléber Arado jogou no Coritiba de 1997 e 2000, marcando 45 gols em 85 partidas. Foi campeão paranaense em 1999, encerrando um jejum de dez anos do clube sem títulos.

Além do Coxa, Cléber Arado defendeu na carreira Mogi Mirim, Kyoto Purple Sanga (Japão), Mérida (Espanha), Atlético Paranaense, Portuguesa de Desportos, Guarani, Avaí, Etti Jundiaí, Ceará e Rio Preto, onde encerrou a carreira em 2006.

Nos últimos dias, ainda em coma induzido e respirando através de procedimento chamado traqueostomia, seu quadro havia estabilizado, garantiam os especialistas. Entretanto, em áudio divulgado em grupo de amigos no WhatsApp, seu irmão Rodrigo confirmou o falecimento de Arado.


A esposa de Cleber Arado, Sol Sene, postou mensagem no Facebook. “Hoje é sem dúvida alguma É o dia mais triste e mais dolorido da minha vida. Essa é a notícia que eu nem nos meus piores pesadelos imaginei ter que dar um dia. Deus tinha um plano diferente para o meu amado marido. Deus tinha um propósito que foi cumprido hoje, ele quer as pessoas boas todas do lado dele. E hoje ele recolheu o nosso amado Cleber. Meu amor, vc só me deu orgulho, vc foi uma ser humano ímpar, e mesmo em seu últimos momentos demonstrou garra coragem e força. Eu só tenho a agradecer a você e a Deus por ter me permitido viver ao seu lado, te amar e ser amada por vc. Meu amor, muito obrigada por tudo. Te amo eternamente. Vá em paz meu guerreiro, vá com a certeza de que sua missão foi cumprida. Aqui vc só deixou coisas boas. Aqui vc espalhou amor e alegria por onde passou. Agradeço a todas os orações e forças que fez tanta diferença esses dias todos. Pode ter certeza de que metade de mim foi embora hoje. Meu gatão, meu tudão”, escreveu.

Em 19 de dezembro, na partida contra o Botafogo, pelo Campeonato Brasileiro, os jogadores do Coritiba entraram em campo com uma faixa de apoio a Cleber Arado.

Cleber Arado iniciou a carreira no América de São José do Rio Preto

Irani, heroi do Sport no Pernambucano de 1998, é mais uma vítima da Covid-19

Com informações do GE.com
Foto: arquivo

Irani quando defendeu o Sport no fim da década de 90

Ex-atacante do Sport, Irani faleceu na manhã desta quinta-feira, vítima da Covid-19. Importante personagem na década de 90, marcada por grandes conquistas do Leão, ele tinha 44 anos e estava internado no Hospital Getúlio Vargas, em Recife.

Morador do bairro da Várzea, no Recife, Irani Pereira de Brito surgiu como um meia avançado. Porém, por conta da sua boa estatura, começou a ser utilizado de atacante e foi um dos destaques do Sport na Copa São Paulo de Futebol Júnior de 1997, quando os rubro-negros chegaram às quartas de final.

Emprestado naquele ano para Internacional e Guarani, ele retornou em 1998 e foi o autor dos dois gols do título do Campeonato Pernambucano sobre o Porto, naquele que foi o jogo de maior público da história da Ilha do Retiro, com 56 mil pessoas.


Fazendo dupla com Leonardo, considerado um dos maiores atletas da história do Sport, Irani ainda participou das conquistas estaduais de 1999 e 2000 e do Nordestão de 2000. Além dos quatro títulos, fez 17 gols com a camisa rubro-negra.

Paulo Magro, presidente da Chapecoense, falece vítima da Covid-19

Com informações do Yahoo Notícias
Foto: Marcio Cunha/Chapecoense

Paulo Ricardo Magro assumiu a Chape após renúncia de Plinio David de Nes Filho

Paulo Ricardo Magro, presidente da Chapecoense, faleceu nesta quarta-feira devido a Covid-19. O clube catarinense confirmou o falecimento do dirigente, que estava internado em um hospital de Chapecó desde o dia 18.

"Extremamente consternados e com os nossos corações tomados pela tristeza e incredulidade, comunicamos o falecimento do presidente da Associação Chapecoense de Futebol, Paulo Ricardo Magro, ocorrido nesta quarta-feira (30)", anunciou a Chapecoense em nota oficial.

Magro tinha 58 anos e estava na presidência da Chapecoense desde agosto de 2019. Ele assumiu o cargo após a renúncia Plinio David de Nes Filho, o Maninho, de quem era vice-presidente administrativo. O seu mandato iria até o fim de 2021.

O clube pediu aos seus torcedores "se unam em orações" pelo dirigente, seus familiares e amigos.

"Paulo foi um dos grandes responsáveis pela retomada da Chapecoense, dentro e fora de campo. Com a sua coragem, idoneidade e sabedoria, ele permitiu que o time alviverde voltasse a trilhar um caminho vitorioso, pavimentado pela dignidade e pelo trabalho - valores tantas vezes pregados pelo nosso querido presidente", afirmou a Chapecoense.


"Diante da perda irreparável, o sentimento é de tristeza, mas, acima de tudo, de gratidão ao homem que entrou para a nossa história e nela se eternizou ao, novamente, reconstruí-la. Neste momento de profunda dor, pedimos que os torcedores se unam em orações pela família e pelos amigos. Que a força que tantas vezes deram ao nosso clube nunca os falte", acrescentou o time.

Magro faturou o título do Campeonato Catarinense de 2020 e lidera a Série B, estando perto de assegurar o acesso à elite do futebol nacional.

Falece o ex-volante e treinador José Luiz Carbone, vítima de câncer

Com informações do GE.com
Foto: arquivo

Carbone lutava contra um câncer hepático

Morreu neste domingo, em Campinas, o ex-volante e ex-treinador José Luiz Carbone, com passagem por seleção brasileira, Internacional e Botafogo quando jogador e trabalhos marcantes por Fluminense e Guarani como técnico. Ele tinha 74 anos e lutava contra um câncer hepático.

Carbone descobriu o câncer no início de dezembro, mas a doença evoluiu rapidamente. Ele estava internado desde a última quarta-feira (dia 23).

Histórico - José Luiz Carbone era um volante clássico, de boa marcação e qualidade com a bola nos pés. Ele começou a carreira de jogador no São Paulo, em 1964, e teve no Internacional a passagem mais marcante dentro de campo, com cinco títulos gaúchos entre 1969 e 1973, sendo considerado um dos mentores de Paulo Roberto Falcão.

O destaque no Internacional levou Carbone à seleção brasileira. Em 1974, quando já estava no Botafogo, ele fez parte da pré-lista de 25 convocados para a Copa do Mundo, mas acabou cortado por Zagallo às vésperas do embarque para a Alemanha. O nome dele na relação final era tão certo que sua figurinha foi até para o álbum do Mundial.

Antes de explodir no Inter, ele defendeu Ponte Preta e Metropol-SC. Encerrou a trajetória de atleta em 1982, no Nacional-SP, onde deu os primeiros passos no futebol e na sequência já iniciou a carreira de treinador.

Dirigiu mais de 30 times. Em um dos seus primeiros trabalhos, foi campeão carioca com o Fluminense em 1983 e esteve à frente do time em 16 dos 26 jogos da campanha do título brasileiro de 1984. Saiu antes do fim por divergências com a diretoria – Carlos Alberto Parreira o substituiu e levantou a taça.


Carbone ainda voltaria ao Fluminense outras duas vezes: 1987 e 1997/1998. Ele também tem passagens marcantes pelo Guarani, onde foi treinador por quatro oportunidades, com direito ao vice-campeonato paulista, em 1988, e o acesso à elite estadual em 2007. Ainda foi campeão peruano com o Sporting Cristal, em 1996, e paraense com o Remo, em 1999.

O currículo também tem trabalhos em Palmeiras, Botafogo, Internacional, Cruzeiro, Bahia, Ponte Preta, onde também foi gerente de futebol, Criciúma, Paraná, Ituano, Botafogo-SP, Comercial, União São João, entre outros clubes, além de outras experiências internacionais por Al-Sadd (Catar), Sharjah FC (Emirados Árabes Unidos), Blooming (Bolívia), Ararat Theeran (Irã) e Al-Merreikh (Sudão). Foi o último clube dele como treinador. Nos últimos anos, atuou como comentarista esportivo na Rádio Brasil, de Campinas.

Maxim Tsigalko, uma das lendas do Championship Manager, faleceu neste 25 de dezembro

Foto: reprodução

Maxim Tsigalko tinha 37 anos

Conhecido mundialmente por causa do jogo Championship Manager, o atacante bielorrusso Maxim Tsigalko morreu esta sexta-feira, aos 37 anos. O anuncio foi feito pelo Dinamo Minsk, o seu antigo clube, nas redes sociais. Ainda não se sabem quais as causas da morte, mas era sabido que Tsigalko enfrentava problemas de saúde há alguns anos.

Tendo defendido a Seleção Bielorrussa em duas ocasiões, além das passagens pela sub-20 e sub-23, Tsigalko adquiriu um estatuto de lenda junto dos entusiastas do vídeogame Championship Manager, surgindo na base de dados da edição de 01/02 como provavelmente um dos melhores jogadores disponíveis.

Uma capacidade que fez dele um herói para milhares de entusiastas da saga, mas que não foi passada para a vida real, já que o antigo avançado apontou somente 28 golos em 65 partidas nos três anos em que representou o Dínamo.


Ele retirou-se do futebol aos 26 anos, na sequência de um lesão, altura na qual se começaram a acumular problemas financeiros, que levaram inclusivamente à criação de uma petição para que lhe fosse concedida uma oportunidade de trabalho em 2018.

Na carreira, Maxim Tsigalko defendeu também os bielorrussos Naftan Novopolotsk e Savit Mogilev, além do FC Kaysar, do Cazaquistão, e o Banants Yerevan, da Armênia. Maxim tem um irmão gêmeo chamado Yuri Tsigalko, que é goleiro e defende o Dinamo Brest, também da Bielorrússia.

Ícone do futebol amazonense, Adinamar Abib morre vítima de Covid-19

Com informações do GE.com
Foto: Gabriel Mansur / GE

O último título estadual de Adinamar Abib com com o Penarol em 2010

Morreu aos 74 anos, neste sábado, Adinamar Abib, um dos técnicos mais conhecidos do futebol amazonense nos últimos anos. O treinador havia realizado, no hospital Francisca Mendes, uma cirurgia para retirada de um aneurisma (dilatação anormal) da aorta abdominal, mas em seguida foi contaminado pela Covid-19.

Internado desde o último dia 11 de dezembro no Hospital Delphina Aziz, na Zona Norte de Manaus, que é referência no tratamento ao novo coronavírus, Adinamar chegou a ter 75% dos pulmões comprometidos. No último dia 16, a família informou que havia sido colocado um bloqueador neuromuscular para fazer algumas manobras.

De acordo familiares, o corpo será liberado neste domingo, às 8h, do Hospital Delphina Aziz. De lá seguirá em cortejo rumo ao cemitério Parque Tarumã, onde será enterrado com a presença apenas de três pessoas, para seguir o protocolo. A família ressaltou que quem quiser participar do cortejo, em homenagem ao treinador, está convidado.

Histórico como treinador - Adinamar passou pelo comando de praticamente por todos os clubes do futebol amazonense. Porém, em dois, conseguiu se destacar com títulos. Pelo Nacional, conquistou os estaduais de 1995, 1996 e 2007. O quarto título foi pelo Penarol, em 2010.

E foi o Leão de Itacoatiara a última equipe que o treinador comandou, em 2019. Além da equipe da Velha Serpa e do Naça, o treinador também comandou Rio Negro, Princesa, São Raimundo, Fast, Grêmio Coariense e Libermorro.


Como jogador - Adinamar Abib Bentes nasceu no Pará, no dia 10 de Julho de 1946. Veio pela primeira vez a Manaus como integrante do time do Clube do Remo, numa temporada amistosa em 1966, jogando no Parque Amazonense contra um combinado do Fast-América, empatando em 1 a 1.

Ainda no Pará, jogou na Tuna Luso, até que decidiu vir para Manaus e ser bicampeão com o Fast em 1970 e 1971. Também foi campeão também da Taça Amazonas de 1971 pelo Tricolor.

Sérgio Santos, ex-volante de Santos, Jabaquara e São Bento, é mais uma vítima do Covid-19

Foto: Santos FC


O Covid-19 fez mais uma vítima no meio do futebol: Sérgio Santos, ex-volante de Santos FC, Jabaquara e São Bento. Ele tinha 51 anos e trabalhava descobrindo novos talentos em Indaiatuba, interior de São Paulo. O ex-jogador faleceu na noite de quinta-feira, dia 17, na mesma Indaiatuba, por complicações do coronavírus.

Sérgio Santos estava internado desde o dia 9 de dezembro no Hospital Augusto Oliveira Camargo, foi cremado e suas cinzas serão levadas para Pedra Azul-MG, sua cidade natal.

O volante Sérgio Santos disputou 70 jogos pelo Santos, e seu único gol pela equipe foi marcado no dia 25/02/1991, contra o Sport. Sua estreia ocorreu diante do Bragantino, no dia 10/11/1990, na vitória por 3 a 0 pelo Campeonato Brasileiro. Permaneceu durante 4 temporadas, entre 1990-1991/1993-1994.


O Presidente do Santos FC, Orlando Rollo, e o Comitê de Gestão declararam luto oficial de três dias e manifestam os sentimentos aos familiares e amigos. Será solicitado um minuto de silêncio na partida contra o Ceará, dia 26, na Vila Belmiro, pelo Campeonato Brasileiro.

Batizado Sérgio Santos de Oliveira, o ex-jogador nasceu em Pedra Azul-MG no dia três de agosto de 1969 e começou sua carreira no Santos onde atuou por várias temporadas. Também esteve emprestado ao São Bento e ao Jabaquara.

Trabalhando na revelação de novos talentos - Após encerrar a carreira passou a ter sua base na cidade de Indaiatuba e trabalhava como empresário de jovens atletas. Sérgio Santos estava fazia uma semana internado no Hospital Augusto de Oliveira Camargo, onde acabou falecendo.

Morre, vítima de covid-19, o grande cronista esportivo Orlando Duarte

Foto: arquivo

Orlando Duarte tinha 88 anos

Após contrair Covid-19 e ficar quase três semanas hospitalizado, o comentarista esportivo Orlando Duarte faleceu na manhã desta terça-feira em São Paulo. Ele já vinha com problemas de saúde a alguns anos, mas sempre será lembrado por ter sido um dos grandes cronistas da imprensa brasileira. Ele tinha 88 anos.

Além da Covid-19, Orlando Duarte, considerado um dos mais completos cronistas esportivos do Brasil, tanto que tinha o apelido de "O Eclético", já tinha sido diagnosticado com Alzheimer e enfrentava outros sérios problemas de saúde.

Natural de Rancharia, Orlando tinha 88 anos. Começou sua carreira no jornal O Tempo, depois A Gazeta Esportiva e trabalhou nas rádios Bandeirantes, em duas oportunidades, Jovem Pan e Trianon. Foi também diretor de esportes da TV Cultura, a partir da sua inauguração em setembro de 1969. Na televisão, passou ainda por SBT, Record, Globo e Band.

Autor de vários livros sobre mundiais de futebol e olimpíadas, escreveu também romances como “O Homem que Volta” e “Os Desesperados”. Orlando se afastou do jornalismo esportivo em 2012. Foi um apaixonado torcedor da Portuguesa de Desportos e do Vasco da Gama.


Orlando Duarte foi sempre convidado para dar palestras em universidades e eventos esportivos. O consagrado cronista sempre é requisitado para falar de sua experiência em Jogos Pan-Americanos. Ele cobriu oito Olimpíadas e todas as Copas do Mundo a partir de 1950. Escreveu 32 livros sobre esportes, conhece 50% do mundo, preencheu 17 passaportes.

A Covid-19 faz mais uma vítima: Marcelo Veiga

Foto: Gabriel Goto / São Bernardo FC

Marcelo Veiga estava com 56 anos

O ex-jogador e então treinador Marcelo Veiga faleceu nesta segunda-feira, dia 14, vítima da Covid-19, aos 56 anos. Atualmente no São Bernardo FC, onde dirigia a equipe que está na semifinal da Copa Paulista, ele estava internado a quase um mês, entubado, na Santa Casa de Bragança Paulista.

Marcelo Veiga foi uma das vítimas do surto de coronavírus que atingiu o São Bernardo Futebol Clube, que fica alojada na cidade de Atibaia. O início das contaminações foram por volta do dia 10 de novembro. Só para se ter uma ideia, o Tigre chegou a ir para alguns jogos da Copa Paulista com 14 jogadores relacionados, pois os outros atletas e membros da comissão técnica foram detectados com a Covid-19.

Carreira - Nascido em São Paulo, no dia 7 de outubro de 1964, Marcelo Veiga começou a carreira de jogador no Santo André. O lateral-esquerdo começou a fazer sucesso no futebol cearense, onde foi campeão estadual em 1988 pelo Ferroviário.

Depois, passou por Santos, Internacional, onde foi campeão gaúcho e da Copa do Brasil em 1992, São Carlense, Goiás, Bahia, Portuguesa, Fortaleza, Joinville, Atlético Goianiense, Matonense e Itumbiara, onde parou de jogar em 1999.

No mesmo ano em que pendurou as chuteiras, Marcelo Veiga começou como treinador da Matonense. Como técnico, tem uma ligação forte com o Bragantino, com diversas passagens pelo clube e tendo como destaque o título do Brasileirão Série C de 2007. Em 2015 foi campeão da Série D com o Botafogo de Ribeirão Preto.


Assumiu o São Bernardo FC no início deste ano, vindo do Ferroviário. Pelo Tigre, foi o comandante da equipe semifinalista no Paulistão Série A2, perdendo o acesso para o São Bento, e também dirigia o time na Copa Paulista, competição na qual o clube está na semifinal, até ser internado.

O Futebol perde Oswaldo Alvarez, o Vadão

Com informações do Futebol Interior
Foto: divulgação CBF

O último trabalho de Vadão foi na Seleção Brasileira Feminina

Faleceu nesta segunda-feira, dia 25, o treinador Oswaldo Fumeiro Alvarez, o Vadão. Ele, que teve passagens marcantes por Mogi-Mirim, São Paulo, Corinthians, Guarani, Ponte Preta e Seleção Brasileira Feminina, entre outros clubes, estava internado por conta de um câncer no fígado, que acabou evoluindo para outros órgãos.

O treinador foi diagnosticado com a doença em dezembro, quando estava fazendo exames de rotina. Desde então, vinha realizando tratamento, mas teve que ser internado no hospital Albert Einstein no último dia 12 de maio. No entanto, o quadro de Vadão já era considerado grave e ele acabou não resistindo ao tratamento via químio e radioterapia.

Oswaldo Alvares, 63 anos, deixa sua esposa Ana Alvarez e dois filhos, Adriano e Carolina Alvares, que fazia a parte de assessoria de imprensa do pai. O velório e sepultamento - restrito aos familiares por conta da pandemia do novo coronavírus - acontecerão em Monte Azul Paulista, sua terra natal.

História e conquistas - Vadão nasceu no dia 21 de agosto de 1956, na cidade de Monte Azul Paulista. Ele começou sua carreira como meia-esquerda nas categorias de base do Guarani e rodou por clubes como Noroeste, Catanduvense e Botafogo-SP.

Ao mesmo tempo, ele se formou em Educação Física e acabou aceitando o convite para ser preparador físico da Portuguesa. Iniciou a carreira de treinador no Mogi Mirim por convite do histórico presidente Wilson Barros. Lá foi responsável por montar o famoso 'carrossel caipira' no início dos anos 90.


Este time, na época, usava um esquema tático parecido à seleção holandesa, com troca de posições entre os jogadores, que revolucionou o futebol mundial em 1974 na Copa da Alemanha sob a batuta do meia Cruyff. O Mogi contava ainda com bons jogadores como o trio ofensivo formado por Rivaldo, Leto e Válber, além do zagueiro Capone que executava bem o papel de líbero.

O técnico ainda comandou Guarani, XV de Piracicaba, Athetico-PR, Corinthians, São Paulo, Ponte Preta, Bahia, Goiás, Sport, dentre muitos outros. Ele foi campeão do Torneio Rio São Paulo em 2001 pelo São Paulo com um time jovem e que tinha como destaque o meia Kaká, lançado por ele aos 16 anos.

Foi vice-campeão brasileiro da Série B em 2009 e vice do Paulista pelo Guarani em 2012. Ele teve cinco passagens pelo Brinco de Ouro, num total de 204 jogos. É tratado com idolatria também pela arquirrival Ponte Preta, clube no qual dirigiu em quatro oportunidades.

Seu último trabalho foi na seleção brasileira feminina. Deixou o comando em meados do ano passado após a Copa do Mundo na França. Em suas duas passagens, Vadão conquistou duas Copas Américas (2014 e 2018), a medalha de ouro nos jogos Pan-Americanos de 2015, dois Torneios Internacionais, além de um quarto lugar nos Jogos Olímpicos do Brasil em 2016.

Moraes Moreira e seu fanatismo pelo Flamengo e Zico

Foto: reprodução
Com informações do Terra

Uma das capas de disco de Moraes Moreira: vestindo a camisa do Flamengo

A música brasileira foi surpreendida na manhã desta segunda-feira, dia 13, com a notícia do falecimento do cantor e compositor Moraes Moreira, que estava com 72 anos, de enfarto, no apartamento onde morava no Rio de Janeiro. Flamenguista fanático, o músico tinha Zico como um grande ídolo e gravou as músicas “Vitorioso Flamengo” e “Saudades do Galinho”.

Torcedor roxo do Rubro-Negro, Moraes Moreira deu uma entrevista em 2016, ao SporTV, revelando seu carinho pelo time carioca. Nascido no interior da Bahia, em Ituaçu, ele afirmou ser simpático ao Bahia, mas ama o Flamengo por influência das transmissões de jogos do Rubro-Negro, feitas através do rádio.

"Eu ouvia as rádios Globo, Tupi, Mayrink Veiga, lá do interior. Conheci o Rio de Janeiro, Laranjeiras, tudo, conheci antes, lá. Eu sou Flamengo, não sou Bahia, nem Vitória. Sou simpático ao Bahia", disse, em participação nos "Extra Ordinários", antigo programa do "SporTV".


"Meus amigos eram Zico, Paulo César Caju, Afonsinho. Jairzinho e Brito jogaram no time dos Novos Baianos. Eu fiz quatro ou cinco músicas para o Zico. Os Novos Baianos misturavam futebol e música, era a tradução dos Novos Baianos. Música e futebol eram os amores da nossa vida", lembrou ele, que ainda dedicou música para ao craque quando ele foi negociado com a Udinese.

Em 1990, no disco "Moraes e Pepeu" (que ele fez em parceria com Pepeu Gomes", a expectativa por um título da Seleção Brasileira voltou a ser tema de música. Ambos gravaram "Brasil Campeão", música que falava sobre o Mundial da Itália e depositava fichas em craques como Bebeto, Romário e Careca.

O futebol também rendeu um dueto entre Moraes Moreira e seu filho Davi Moraes. No especial "Casa de Brinquedos", exibido pela Rede Globo em 1983, os dois interpretaram "A Bola", música de Toquinho e Mutinho. A letra reunia jogadores de várias décadas como Nilton Santos, Garrincha, Pelé, Rivellino, Tostão, Jairzinho, Sócrates, Zico e Falcão.

"Saudades do Galinho"

Clube - Em suas mídias sociais, o Flamengo lamentou a morte de seu ilustre torcedor. "O Clube de Regatas do Flamengo lamenta profundamente a morte do músico e ilustre rubro-negro Moraes Moreira. Muita força aos familiares e amigos neste momento tão triste.O Clube de Regatas do Flamengo lamenta profundamente a morte do músico e ilustre rubro-negro Moraes Moreira. Muita força aos familiares e amigos neste momento tão triste", disse a nota.

Há exatos 20 anos, o Brasil se despedia do ex-goleiro Barbosa

Por Luiz Minici / FPF
Foto: Arquivo Revista do Esporte

Barbosa faleceu em 7 de abril de 2000

Há exatos 20 anos, o Brasil perdia um dos maiores goleiros da história do futebol nacional: Barbosa, vítima de uma parada cardiorrespiratória no dia 7 de abril de 2000. Oriundo do solo paulista, o ex-arqueiro carregou o fardo pelo gol do uruguaio Ghiggia, na final da Copa do Mundo de 1950. Nada que apagasse uma carreira brilhante.

Nascido em Campinas, no dia 27 de março de 1921, Moacir Barbosa Nascimento iniciou a sua carreira no Clube Atlético Ypiranga, na capital paulistana. De lá, transferiu-se para o Vasco, em 1945, onde marcou uma década com as cores do clube carioca, conquistando os títulos dos estaduais de 1945, 1947, 1949, 1950, 1952 e 1958, além do Torneio Rio-São Paulo de 1958 e do Sul-Americano de 1948.

Um dos principais arqueiros da época, Barbosa foi o responsável por defender a meta canarinha na Copa do Mundo de 1950, realizada no Brasil. Na final contra o Uruguai, o selecionado local foi superado pelos uruguaios, por 2 a 1, e o ex-goleiro ficou marcado pelo gol de Ghiggia, que decretou o título celeste.

Ao todo, pela Seleção Brasileira, Barbosa colecionou 20 jogos, com um retrospecto de 14 vitórias, dois empates e quatro derrotas, tendo sofrido 22 gols. Após a participação no mundial de 1950, defendeu o selecionado verde e amarelo em apenas mais uma partida, contra o Equador, em 1953.

Após deixar o Vasco, em 1955, vestiu as cores do Santa Cruz e do Bonsucesso até se aposentar do futebol em 1962, com a camisa do Campo Grande, do Rio de Janeiro.


Um dos principais cronistas brasileiros, Armando Nogueira, foi responsável por uma homenagem em forma de um texto brilhante: Certamente, a criatura mais injustiçada na história do futebol brasileiro. Era um goleiro magistral. Fazia milagres, desviando de mão trocada bolas envenenadas. O gol de Ghiggia, na final da Copa de 50, caiu-lhe como uma maldição. E quanto mais vejo o lance, mais o absolvo. Aquele jogo o Brasil perdeu na véspera.

O Curioso do Futebol

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