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CBF suspende duas rodadas do Brasileirão

Com informações do ge.globo
Foto: divulgação

Taça do Brasileirão

A CBF anunciou nesta quarta-feira a paralisação do Brasileirão por duas rodadas em razão da tragédia das enchentes no Rio Grande do Sul. Em seu ofício, a entidade explica que atende a pedido de 15 times dos 20 que disputam a Série A.

As rodadas adiadas são a 7 e a 8, nos dois próximos fins de semana. A data coincide com a suspensão anunciada anteriormente dos jogos das equipes gaúchas - Grêmio, Inter e Juventude - até o dia 27 de maio. Se não houver mudança, o Brasileirão volta em 1º de junho, na 9ª rodada.

Na segunda-feira, os 11 clubes da Liga Forte União se manifestaram publicamente pedindo a suspensão do Brasileirão. Eles ganharam o reforço de Atlético-MG, Bahia, Grêmio e Vitória. Segundo a CBF, Corinthians, Flamengo, Palmeiras, Red Bull Bragantino e São Paulo não defenderam a paralisação. No entanto, o Bragantino afirmou que enviou ofício à entidade na manhã desta quarta informando ser favorável à suspensão.

O presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, havia dito na sexta-feira que a decisão seria dos clubes. Assim, a entidade convocou Conselho Técnico da Série A para o próximo dia 27. Porém, a entidade recebeu críticas pela demora na marcação da reunião. O vice-presidente do Grêmio, Antônio Brum, chegou a chamar a data do Conselho de "brincadeira de mau gosto".

Ao chegar à Tailândia, onde a Fifa anunciará na sexta a sede da Copa do Mundo Feminina de 2027, Ednaldo afirmou na terça que acataria a decisão dos clubes. Porém, o presidente da CBF disse que "não é tão fácil" parar o Brasileirão.

No próximo meio de semana, haverá jogos da Copa do Brasil. A entidade não anunciou paralisação dos outros campeonatos que organiza. A medida é restrita à Série A, pois houve manifestação formal da maioria de seus integrantes pedindo à CBF a suspensão das partidas.


Os clubes gaúchos não entram em campo desde a última semana de abril. Se não houver reviravolta, Inter e Grêmio voltarão a disputar uma partida oficial no fim de maio. O Colorado recebe o Belgrano, no dia 28, pela Sul-Americana. O Tricolor encara o The Strongest, no dia 29, pela Libertadores. Não há definição de local para os jogos. O Juventude retornará a campo no dia 1º de junho, contra o Bragantino, fora de casa, pelo Brasileirão.

Com as instalações afetadas pelas enchentes no Rio Grande do Sul, o Grêmio vai treinar no CT do Corinthians, em São Paulo, a partir de sexta. O território gaúcho foi afetado por fortes chuvas nos últimos 20 dias. Até agora, há confirmação de 149 mortes.

Clubes da Liga Forte são a favor da paralisação do Brasileiro até o dia 31

Com informações da Agência Estado
Foto: reprodução

Situação do Beira-Rio

Os clubes que fazem parte da Liga Forte União (LFU) enviaram um resposta ao ofício da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), nesta segunda-feira, se colocando a favor da paralisação imediata do Campeonato Brasileiro até a data de 31 de maio por causa da tragédia ocorrida no Rio Grande do Sul.

“A paralisação se faz necessária como medida humanitária, consensual e de justiça de competição”, escreveu a Liga em suas redes sociais. Athletico-PR, Atlético-GO, Botafogo, Criciúma, Cruzeiro, Cuiabá, Fluminense, Fortaleza, Internacional, Juventude e Vasco fazem parte da LFU. Atlético-MG, Red Bull Bragantino, Corinthians e Grêmio também concordam com a paralisação.

A LFU mandou o ofício para a CBF, que enviou na sexta-feira uma circular a todos os seus membros filiados pedindo um posicionamento sobre a possibilidade de interrupção da disputa dos torneios nacionais em virtude da catástrofe e de um ofício protocolado pelo ministério do Esporte sugerindo a paralisação dos campeonatos.

Na última semana, a maioria dos clubes já havia se manifestado de forma contrária à interrupção do Brasileirão. Internamente, a CBF também debateu o tema e encontrou problemas de calendário que inviabilizariam o adiamento dos torneios, que invadiriam 2025, ano em que haverá enormes dificuldades para a distribuição dos torneios, uma vez que será disputada a Copa do Mundo de clubes, nos EUA, reunindo Palmeiras, Flamengo e Fluminense, ao menos.


Por enquanto, apenas os jogos dos times gaúchos foram adiados, tanto nos torneios nacionais, como nos continentais, caso das Copas Libertadores e Sul-Americana, que são disputadas por Grêmio e Internacional, respectivamente. Clubes e entidades articulam para que as equipes do Estado sejam realocadas em outras regiões do País para que possam nas próximas semanas retomar suas atividades e participação nos torneios. Os estádios e centros de treinamento da dupla Gre-Nal foram impactados pelas enchentes.

Clubes do Brasileirão vão decidir sobre paralisação por chuvas no RS apenas dia 27

Com informações da CBF
Foto: Rafael Ribeiro / CBF

Conselho de clubes será dia 27

Em virtude do estado de calamidade pública no Rio Grande do Sul, decretado pelos Governos Federal e Estadual, decorrente dos eventos climáticos extremos ocorridos, a CBF adiou no dia 6 de maio todas as partidas envolvendo equipes gaúchas nas competições nacionais (Brasileiro Séries A, C e D, Copa do Brasil, Feminino A1, A2 e A3, e de base) como mandante ou visitante, previstas até o dia 27 de maio de 2024.

Tal decisão foi baseada no ofício no. 57/2024, oriundo da Federação Gaúcha de Futebol (FGF), que encaminhou e endossou o pleito dos seus clubes filiados.

Neste domingo (12), a CBF convoca reunião do Conselho Técnico Extraordinária para o dia 27 de maio. Na conferência, os clubes vão deliberar sobre aspectos técnicos das competições bem como a situação de registro e transferência de atletas, questões jurídicas com relação aos acessos às competições internacionais como Libertadores, Sul-Americana e Mundial de Clubes e questões de direitos de transmissão e patrocínios.

A entidade comunica que todos os seus diretores das áreas específicas vão participar da reunião para facilitar ao máximo a deliberação dos clubes.

Em virtude do estado de calamidade pública no Rio Grande do Sul, decretado pelos Governos Federal e Estadual, decorrente dos eventos climáticos extremos ocorridos, a CBF adiou no dia 6 de maio todas as partidas envolvendo equipes gaúchas nas competições nacionais (Brasileiro Séries A, C e D, Copa do Brasil, Feminino A1, A2 e A3, e de base) como mandante ou visitante, previstas até o dia 27 de maio de 2024.


Tal decisão foi baseada no ofício no. 57/2024, oriundo da Federação Gaúcha de Futebol (FGF), que encaminhou e endossou o pleito dos seus clubes filiados.

Neste domingo (12), a CBF convoca reunião do Conselho Técnico Extraordinária para o dia 27 de maio. Na conferência, os clubes vão deliberar sobre aspectos técnicos das competições bem como a situação de registro e transferência de atletas, questões jurídicas com relação aos acessos às competições internacionais como Libertadores, Sul-Americana e Mundial de Clubes e questões de direitos de transmissão e patrocínios.

A entidade comunica que todos os seus diretores das áreas específicas vão participar da reunião para facilitar ao máximo a deliberação dos clubes.

Ministro do Esporte quer suspensão temporária do Brasileirão

Com informações da Agência Estado
Foto: divulgação

Arena do Grêmio compeltamente alagada

Em meio à tragédia provocada pelas fortes chuvas no Estado do Rio Grande do Sul, o ministro do Esporte, André Fufuca (PP-MA), quer que os jogos do futebol brasileiro sejam paralisados. A declaração foi dada na tarde desta quinta-feira, 9, aos canais ESPN.

Fufuca disse que está fazendo um movimento junto à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para que possa acontecer a paralisação temporária. O ministro se refere a todas as divisões do futebol masculino e feminino do país.

“Diante do cenário de calamidade pública e das severas consequências das enchentes para a população do Rio Grande do Sul, defenderemos junto à CBF a suspensão temporária dos Campeonatos Brasileiros masculino e feminino”, disse.

Mais tarde, o ministro ainda emitiu uma nota oficial dizendo que irá mandar um ofício à entidade na sexta-feira para que a suspensão dos jogos seja feita o quanto antes. “É hora de concentrar esforços e apoio às vítimas do país, na reconstrução das áreas afetadas e na mitigação dos impactos causados pela tragédia. A dimensão humana precisa vir antes da esportiva. A preocupação maior é com a integridade física e psicológicas dos atletas, torcedores e demais envolvidos”, diz o comunicado.


Na semana passada, a CBF suspendeu as partidas dos times gaúchos. Grêmio, Internacional e Juventude tiveram os jogos suspensos por 20 dias pela entidade máxima do futebol.

De acordo com a Defesa Civil do Estado do Rio Grande do Sul, até o momento foram registradas 107 mortes, 136 desaparecidos e 374 feridos. O número de pessoas desalojadas é de 232,6 mil.

Terremoto paralisa jogo da Primeira B Chilena

Com informações do ND+ e UOL Esporte

Jogo foi no domingo

A paralisação de jogos não é incomum no futebol. Animais invadem campos, torcedores correm pelo gramado para abraçar um ídolo, lances de lesões graves, enfim, há inúmeros motivos para que partidas sejam momentaneamente paralisadas.

Porém, no Chile, foi um terremoto que fez o árbitro parar o jogo entre Deportes Recoleta e Deportes Temuco, no domingo, dia 9, pela Primeira B do país. A paralisação aconteceu no fim do primeiro tempo da partida, que terminou empatada em 2 a 2.


Aos 41 minutos do primeiro tempo, um terremoto de 5,6 graus na escala Richter atingiu o país. Apesar da terra tremendo, os jogadores das duas equipes seguiram se movimentando no campo, com o Deportes Temuco tentando um lance de ataque.

A partida continuou por cerca de 10 segundos até que o árbitro paralisou o confronto. O duelo foi retomado um minuto depois do início dos tremores. O jogo, que era vencido pelo Deportes Recoleta por 1 a 0 no momento do terremoto, acabou empatado em 2 a 2.

Momento do terremoto

Por conta de segurança, MP-PB pede a CBF para que clubes paraibanos não joguem durante as festas juninas

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: reprodução

Sede do Ministério Público da Paraíba

O Ministério Público do Estado da Paraíba, enviou um documento a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), recomendando para que as partidas do clubes paraibanos nos Campeonatos Brasileiros da Série C e D, sejam realizadas após o dia 3 de julho ou joguem sem torcida presente.

O motivo para tal seria a falta de segurança, já que parte do policiamento será deslocado para as cidades maiores, onde ocorrem as tradicionais Festas Juninas no Estado.

Segundo o documento, a polícia é obrigada a disponibilizar um efetivo maior, devido a dimensão do evento. Não havendo policiamento suficiente nos estádios. E após o dia 3, pois se dá o fim das festas na região.

Ainda segundo o documento do MP, pede-se cumprimento imediato. Confira:

Documento enviado à CBF

Jogos afetados - Com isso as partidas de Botafogo-PB e Mirassol, marcado para o próximo domingo (26), no Almeidão, pela Série C. E o jogo entre Campinense e Botafogo-SP, Amigão, no dia 3 de julho, poderão sofrer alterações.


Pela Série D do Campeonato Brasileiro 2022, as partidas de São Paulo Crystal contra o Icasa, neste sábado, dia 25, no Carneirão, e o clássico entre Sousa e São Paulo Crystal, no dia 3 de julho no Marizão, também poderão sofrer alterações.

TJD-PA suspende o Campeonato Paraense após denúncia do Paragominas

Com informações do GE.com
Foto: reprodução

Sede da Federação Paraense de Futebol

O Tribunal de Justiça Desportiva do Pará (TJD-PA) suspendeu a disputa das quartas de final do Campeonato Paraense 2022, após denúncia do Paragominas, que aponta irregularidade na escalação do meia Hatos, do Bragantino-PA. O clube alviverde entrou com uma liminar para a paralisação da competição, acatada pelo TJD-PA.

O atleta foi expulso na elite estadual do ano passado, quando atuava pelo Itupiranga, pelo jogo de ida das quartas de final contra a Tuna Luso. Ele foi julgado a cinco jogos de suspensão, cumprindo um no duelo de volta contra a Tuna e tendo que ficar de fora de outras quarto partidas em qualquer competição promovida pela FPF.

O jogador assinou contrato com o Cametá para a disputa da Série B do Paraense de 2021, mas atuou normalmente em seis jogos. No Parazão deste ano, também não cumpriu a decisão do TJD-PA, defendendo o Braga em cinco partidas.

A previsão do julgamento da denúncia do Paragominas é para a próxima terça-feira, dia 15. Porém, há possibilidade da data ser adiantada até o fim desta semana, segundo apurou a reportagem do ge Pará.

O Paragominas foi rebaixado para a segunda divisão estadual, juntamente com o Amazônia. O Bragantino-PA, por sua vez, avançou de fase e faria o primeiro jogo das quartas de final nesta quarta-feira, às 15h30, contra a Tuna Luso, no Diogão.

FPF se manifesta - Em nota, a Federação Paraense de Futebol (FPF) confirma o cumprimento da decisão do Tribunal de Justiça Desportiva do Pará, informando que a competição será retomada após o julgamento da denúncia.

Clubes publicam nota - Momentos após o Tribunal de Justiça Desportiva do Pará (TJD-PA) determinar pela suspensão do Campeonato Paraense, devido à denúncia do Paragominas por irregularidade de um atleta do Bragantino, os clubes que estão nas quartas de final se manifestaram.


Em uma publicação no perfil oficial no Twitter, o Castanhal ironizou a situação, revelando que a notícia chegou durante a viagem da delegação para Marabá, onde iria enfrentar o Águia na quinta-feira, dia 10, às 20h, no Zinho Oliveira.

Paysandu, Remo e Tuna Luso divulgaram notas em seus sites oficiais. O clube bicolor conta que os atletas foram liberados da concentração, já que a equipe jogaria na manhã desta quarta-feira, dia 9, contra o Tapajós, no Souza, e ressaltou que a suspensão do estadual deve interferir no calendário do time.

Clássico entre Real Betis e Sevilla é suspenso após jogador ser atingido por uma barra de plástico

Foto: EFE/J. Vidal

Joan Jórdan foi atingido por uma barra de ferro

Neste domingo, dia 15, a partida da Copa do Rei da Espanha entre Real Betis e Sevilla, clássico da Anadaluzia que ocorria no Estádio Benito Villamarín, foi suspenso após uma das cenas mais bizarras e lamentáveis que o futebol já viu acontecer, quando o jogador Joan Jórdan, do Sevilla, foi atingido por uma barra de plástico arremessada das arquibancadas do estádio do time alviverde.

O lance ocorreu aos 37 minutos do primeiro tempo, quando o Betis havia acabado de empatar o jogo com um golaço olímpico. Jórdan caminhava lamentando o gol sofrido e acabou atingido pela barra de ferro arremessada da torcida rival. Os jogadores do Sevilla abandonaram o campo instantaneamente e a maior preocupação então ficou com a questão da saúde do atleta rojiblanco, que teve um sangramento após ser atingido pela barra.

Após mais de 35 minutos de paralisação, foi determinado que o jogo seria suspenso, já que o time rojiblanco não queria retornar ao campo e haviam ainda preocupações quanto a segurança da partida. Neste momento, ainda se aguardam mais informações sobre como a Real Federação Espanhola de Futebol procederá quanto a organização do resto do jogo, se será com portões fechados, entre outras questões.

Não há maiores informações ainda sobre o estado de saúde do atleta Joan Jórdan. Não foi a primeira vez que ocorreu uma situação do tipo no futebol europeu e nem mesmo no clássico entre Bétis e Sevilla, que já teve outra paralisação anos atrás devido a arremesso de objetos em campo. Em 2007, o treinador Juande Ramos foi atingido por uma garrafa arremessada por um torcedor do Betis. 


A rivalidade entre os dois times de Sevilla é uma das maiores existentes no futebol europeu e em questão de rixa entre torcidas é provavelmente a mais ríspida da Espanha. Neste ano, ambos os times fazem grande campanha no Campeonato Espanhol, algo raro na história dos clubes.

Argentina suspende jogos de futebol no país após avanço da covid-19

Com informações do UOL Esporte e Terra
Foto: divulgação CA River Plate

Paralisação pode afetar jogos de Boca e River nas competições sul-americanas

A AFA (Associação do Futebol Argentino) anunciou, na manhã de hoje, a suspensão de jogos de futebol em todo o território nacional até o dia 30 de maio. A iniciativa segue as diretrizes publicadas pelo governo federal ontem, que colocou todo o país em confinamento total por nove dias para conter o avanço do coronavírus. A entidade, em nota, afirmou que "decidiu suspender a programação de jogos em todas as localidades competições que organiza".

Além dos jogos da Copa da Liga, estavam previstos compromissos de times argentinos pela Libertadores. A tendência é que estas equipes precisem mandar suas partidas em outro país.

"Esta associação colabora com as autoridades nacionais, provinciais e municipais desde 20 de março de 2020 no desenvolvimento de protocolos de saúde dirigidos ao cuidado da família do futebol e da sociedade em geral, respeitando todas e cada uma das decisões tomadas pelos nossos líderes e por especialistas em epidemiologia", iniciou o texto da AFA.

"Por isso, neste momento em que o nosso querido país deve fazer um esforço extra para controlar esta pandemia angustiante que nos aflige, a AFA e todos nós que fazemos futebol voltaremos a acompanhar as autoridades nacionais, suspendendo a programação dos jogos correspondentes ao todas as competições locais por um período de 9 dias".

Há uma preocupação também com o andamento da Copa América. A princípio, a sede do torneio seria dividida entre Argentina e Colômbia, mas a onda de protestos colombianos fez com que a Conmebol optasse apenas pela Argentina, que agora enfrenta este problema. A competição de seleções está prevista para começar em 13 de junho.

Ontem, o presidente Alberto Fernández, disse que o país "atravessa o pior momento da pandemia" de covid-19, com registro diário de cerca de 35 mil casos e 450 mortes.


Veja os jogos da Libertadores marcados na Argentina até o dia 30:

25/mai - River Plate x Fluminense (Grupo D)
25/mai - Racing x Rentistas (Grupo E, do São Paulo)
26/mai - Boca Juniors x The Strongest (Grupo C, do Santos)
27/mai - Defensa y Justicia x Independiente Del Valle (Grupo A, do Palmeiras)

Veja os jogos da Sul-Americana marcados na Argentina até o dia 30:

25/mai - Newell's Old Boys x Atlético-GO (Grupo F)
26/mai - Rosário Central x 12 de Octubre (Grupo A)
26/mai - Independiente x Guabirá (Grupo B, do Bahia)
27/mai - Arsenal de Sarandí x Bolivar (Grupo C, do Ceará)

Federação Paulista de Futebol cancela reuniões com clubes nesta segunda-feira

Com informações do EC Noroeste
Foto: Rodrigo Corsi / FPF

FPF espera que o Governo libere os eventos esportivos a partir da semana que vem

Originalmente marcadas para esta segunda-feira, dia 5, as videoconferências entre a Federação Paulista de Futebol (FPF) e os clubes das Séries A1, A2 e A3 foram adiadas, a pedido da entidade. Os compromissos não tiveram um novo agendamento oficializado.

A reunião da Série A1 estava marcada para o período da manhã, a da A2 para às 15 horas e da A3 17 horas. Especulava-se que a FPF aproveitaria a reunião para fazer a remarcação de datas dos jogos das três competições estaduais.

Apesar de ainda a FPF não ter marcado uma nova data, acredita-se que as reuniões podem ser marcadas para esta quinta-feira, dia 8, com horário ainda a ser enviado via circular para todos os clubes de Séries A1, A2 e A3 do Paulistão.

A esperança de se marcar o encontro virtual na quinta é que, de acordo com conversas de bastidores, o Governo do Estado de São Paulo anuncie nesta data a saída da Fase Emergencial e a volta para a Fase Vermelha, o que liberaria os jogos. A Federação, nos últimos dias, está em constante contato com o Ministério Público.


Paralisação - No dia 11 de março, o Governo de São Paulo, após recomendação do Ministério Público, por conta do aumento de casos e mortes por Covid-19, além do colapso do sistema de saúde, paralisou os eventos esportivos no Estado a partir do dia 15. A FPF chegou a realizar dois jogos da Série A1 em Volta Redonda, no Rio de Janeiro. Porém, com as negativas de alguns locais, não houve mais jogos.

Na Rádio Bandeirantes, Sarrubbo exalta protocolo, mas indica que futebol em SP segue paralisado

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: reprodução

O procurador-geral do Ministério Público de São Paulo, Mário Sarrubbo

O procurador-geral do Ministério Público de São Paulo, Mário Sarrubbo concedeu uma entrevista reveladora à Rádio Bandeirantes nesta terça-feira, dia 30. Ele antecipou a decisão em cima e um possível retorno do futebol no Estado. Na sua opinião, apenas serviços essenciais seguirão aberto durante a Fase Emergencial, ou seja, até o dia 11 de abril.

O procurador tratou de elogiar os protocolos apresentados pela Federação Paulista de Futebol (FPF), mas não deu indícios de mudar de opinião. Com isso, existe uma grande possibilidade do Estado seguir com o torneio paralisado.

"Um restaurante que tem um protocolo tão bom quanto poderia funcionar", essa foi a frase usada por Sarrubbo para explicar a paralisação do futebol em São Paulo. Porém, na entrevista, Mário Sarrubbo, afirmou que mesmo com "um começo de melhora" da situação da Covid-19 no estado, o ideal é que somente os serviços essenciais funcionem na fase emergencial.


Na noite desta segunda-feira, em reunião com o procurador, a Federação Paulista de Futebol (FPF) apresentou novas restrições e prometeu um esquema de 'bolha' para viabilizar o retorno de seus campeonatos, mas, por enquanto, ficou sem uma resposta definitiva.

Para depois - O procurador-geral do MP-SP também revelou que assim que os índices da doença no estado melhorarem, o futebol volta "sem nenhum problema"

Paulistão A3 terá novo Conselho Técnico e continua paralisado até o dia 11

Arte: FPF


Os 16 clubes que participam no Campeonato Paulista da Serie A3 2021 estiveram em reunião com dirigentes da Federação Paulista de Futebol (FPF), realizada de forma virtual. A competição, que continua paralisada até 11 de abril, terá um novo Conselho Técnico, em data ainda a ser confirmada, para formatar uma nova tabela de jogos.

"A FPF e os clubes se reunirão novamente nos próximos dias para novo Conselho Técnico, em que será definida nova tabela da competição", diz a nota publicada pela entidade em seu site, mas não falando que haverá conversas com o Ministério Público e Governo do Estado para antecipar jogos.

"A Federação Paulista de Futebol discutiu com os clubes propostas de readequação das datas da competição, que acarretarão enorme sacrifício das equipes. Este cenário, com a renovação da fase emergencial, gera um enorme retrocesso no controle de saúde dos atletas e comissões técnicas, além de um prejuízo técnico inestimável. Os clubes reiteraram que o futebol não comporta mais qualquer adiamento do retorno da competição, exceto o Rio Preto Esporte Clube que propôs a paralisação do campeonato", diz a nota.

"Os 16 clubes do Campeonato Paulista – Série A3 externam contrariedade à falta de critérios médicos e científicos na decisão de prorrogar o período de paralisação do futebol. Os clubes e a FPF se mantêm unidos para realizar o término da competição no prazo previsto, 6 de junho", finaliza a nota.


Paralisação - Os jogos do Campeonato Paulista da Série A3 estavam marcados para retornarem no dia 31, próxima quarta-feira. Porém, o Governo de São Paulo estendeu a fase emergencial para até o dia 11 de abril e, com isto, a paralisação continua, mas com treinos liberados, menos em regiões onde as restrições são maiores.

Paulistão A2 continua paralisado e terá novo Conselho Técnico pra definir nova tabela

Arte: divulgação


Na tarde desta segunda-feira, dia 29, os 16 clubes do Campeonato Paulista da Série A2 de 2021 se reuniram, de forma virtual, com os dirigentes da Federação Paulista de Futebol (FPF). Ficou definido que será realizado um novo Conselho Técnico para definir a nova tabela da competição, que continua paralisada até o dia 11.

"A FPF e os clubes se reunirão novamente nos próximos dias para novo Conselho Técnico, em que será definida nova tabela da competição", diz a nota publicada pela FPF. A decisão é diferente da Série A1, onde a entidade vai propor uma espécie de "bolha" para os jogos, com um novo protocolo.

"A Federação Paulista de Futebol discutiu com os clubes propostas de readequação das datas da competição, que acarretarão enorme sacrifício das equipes. Os clubes e a FPF ressaltam que este cenário com a renovação da fase emergencial gera um enorme retrocesso no controle de saúde dos atletas e comissões técnicas, além de um prejuízo técnico inestimável", diz a nota.

A FPF e os clubes ainda fazem questão de ressaltar que são contra a paralisação. "Os 16 clubes do Campeonato Paulista – Série A2 externam contrariedade à falta de critérios médicos e científicos na decisão de prorrogar o período de paralisação do futebol. Os clubes e a FPF se mantêm unidos para realizar o término da competição no prazo previsto", finaliza.


Paralisação - Na última quinta-feira, dia 25, o Governo do Estado de São Paulo estendeu a fase emergencial, por conta do aumento de casos e mortes por Covid-19, além do colapso no sistema de saúde. O decreto proíbe eventos esportivos até o dia 11 de abril, mas permite treinamentos. Porém, algumas regiões aumentaram as restrições, decretando lockdown, e os times nem podem treinar, como na Baixada Santista.

FPF e Clubes definem novo protocolo para possibilitar continuação do Paulistão

Foto: Divulgação/FPF

Novo protocolo tentará convencer o Ministério Público à permitir a continuidade do Paulistão

Em reunião na manhã desta segunda-feira, dia 29, os 16 clubes do Paulistão da Série A1 e a Federação Palista de Futebol, a FPF, definiram um novo protocolo à ser enviado ao Ministério Público e ao Governo Estadual de São Paulo parar permitir a continuidade do Paulistão. O documento fala em regras mais rígidas em relação as medidas de isolamento e precaução adotadas nos jogos e foi assinado pelos 16 médicos dos times da primeira divisão.

Segundo a nota oficial divulgada pela FPF, "o Comitê Médico da FPF, presidido pelo Prof. Dr. Moisés Cohen, se reuniu na última semana com os médicos dos 16 clubes da competição. Do encontro, a partir do agravamento da pandemia, foi definido um aprimoramento do já rigoroso Protocolo de Saúde da competição. O modelo prevê a organização de ambientes controlados, em que os clubes ficarão isolados em centros de treinamento ou hotéis, se deslocando apenas para os jogos. O documento cita ainda maior frequência de testagens, redução de efetivo de pessoas nos jogos, entre outras medidas de controle."

O acordo será levado esta noite em uma reunião que ocorrerá entre federação, governo estadual e Ministério Público. Espera-se que após essa reunião seja definida a continuidade ou não das competições estaduais, apesar do estado de São Paulo viver uma fase mais aguda de restrições em controle ao exponencial aumento de casos e internações recente, que poderia levar o sistema de saúde ao completo colapso.

O novo protocolo fala em diversas medidas para contenção e controle dos casos de coronavírus nos clubes paulistas. Passando por testagens diárias, redução de pessoal envolvido na realização dos jogos, isolamento do pessoal envolvido em bolhas, semelhante, por exemplo, ao feito na National Basketball Association, a NBA, liga de basquete dos EUA e protocolos de higienização e desinfecção.


A FPF ainda colocou também em sua nota os possíveis prejuízos técnicos e um próprio atraso em todo o processo de preparo das equipes se a paralisação seguir: "s clubes e a FPF ressaltam que este cenário com a renovação da fase emergencial gera um enorme retrocesso no controle de saúde dos atletas e comissões técnicas, além de um enorme prejuízo técnico. Por esta razão, a FPF e os clubes apresentarão ao Ministério Público e ao Governo do Estado de São Paulo a necessidade de realizar partidas da competição no Estado de São Paulo até 11 de abril, sob este protocolo aprimorado e seguro do ponto de vista médico".

A definição, como já destacado, deve ocorrer na reunião desta noite. Até lá, os clubes aguardarão a decisão final sobre a continuidade ou não da paralisação das competições em todo o estado, criando ou não a necessidade de outro protocolo revisado.

A atual situação dos estaduais em meio ao Covid-19

Arte: Reprodução


Com o acréscimo de casos e mortes por conta da Covid-19, além do colapso no sistema de saúde brasileiro, alguns estados brasileiros paralisaram totalmente ou parcialmente o futebol. Fizemos um levantamento de como estão os campeonatos.

REGIÃO NORTE

Acre - O Comitê Estadual de Combate à Covid-19 não liberou os eventos esportivos do estado. Então, a Federação Acreana de Futebol adiou o início do campeonato para julho.

Amapá - A Federação Amapaense de Futebol definiu que o campeonato começará apenas em 2 de junho. Há um decreto suspendendo atividades de esportes coletivos no estado vigente desde 19 de janeiro.

Amazonas - Amazonas foi o primeiro estado a ter o sistema de saúde colapsado, ainda no final de 2020, teve que tomar medidas rígidas na época e hoje vive uma situação diferente do resto do país, com a curva de casos e mortes em queda. Campeonato acontece com uma espécie de bolha na capital, com a maioria dos jogos sendo realizados na Arena da Amazônia.

Pará - O Campeonato Paraense foi paralisado no último dia 15, por conta do lockdown aplicado na Região Metropolitana de Belém. Porém, na próxima terça-feira, dia 30, já foi anunciada uma flexibilização nas restrições e a Federação confirmou o retorno da competição para o próximo final de semana.

Rondônia - O início do Rondoniense está adiado e sem data prevista atualmente. A Federação local chegou a marcar o começo e teve que voltar atrás, por causa da situação da Covid-19 no Estado.

Roraima - O Campeonato masculino está previsto para começar em 1º de maio. Seis equipes devem disputar a competição, que não vai contar com o Baré, que desistiu justamente por causa da Covid-19. Neste momento está acontecendo o estadual feminino 2020.

Tocantins - O futebol em Tocantins está paralisado desde a primeira semana de março. A Federação chegou a solicitar ao Governo a retomada do campeonato no meio do mês, o que foi negado. Mesmo assim, a tabela do Tocantinense prevê o retorno dos jogos em 1º de abril.

REGIÃO NORDESTE

Alagoas - Estado está na fase vermelha, com os jogos do Campeonato Estadual acontecendo com um espaçamento maior de tempo, sem aglomerar rodadas inteiras em um ou dois dias.

Bahia - O futebol baiano não foi paralisado. O próprio governador do estado, Rui Costa, descartou a possibilidade de parar o campeonato, nesta semana. "Não gera aglomeração", disse.

Ceará - O Campeonato Cearense está paralisado, devido a decreto do Governo do Estado, desde o dia 5 de março. Porém, a mesma decisão liberou jogos da Copa do Brasil e Nordestão no território.

Maranhão - O Campeonato Maranhense está sendo realizado, mas as restrições de acesso foram aumentadas. Um exemplo é quem trabalha na cobertura das partidas: apenas uma equipe de transmissão, da própria Federação, está indo aos jogos.

Paraíba - O início do Campeonato Paraibano foi adiado em algumas oportunidades e está marcado para 14 de abril. Porém, nada garante que não haverá outra mudança.

Pernambuco - Apesar de ter aumentado a rigidez na quarentena, o Governo de Pernambuco não paralisou o futebol no estado.

Piauí - Com restrições de público, o Campeonato Piauiense continua.

Rio Grande do Norte - O maior imbróglio no futebol brasileiro. O Governo do Estado paralisou o futebol local e a Federação, que pedia ajuda ao Poder Público, resolveu cancelar o campeonato após a negativa.

Sergipe - Competição segue com restrições de acesso ao estádio.

REGIÃO CENTRO-OESTE

Distrito Federal - O Campeonato Candango chegou a ficar paralisado, com os últimos jogos sendo realizados no dia 6 de março. Porém, a bola já tem data para voltar a rolar: no próximo dia 30.

Goiás - O Campeonato Goiano está paralisado até o dia 1º de abril.

Mato Grosso - Campeonato acontece com restrição de público.

Mato Grosso do Sul - Um Decreto Estadual publicado na última quarta-feira, dia 24, paralisa as atividades esportivas no estado até 4 de abril. Porém, a Federação vem tentando manter os jogos. Algumas cidades seguiram o decreto a cancelaram as partidas. Outras, como Aquidauana, confirmou partida para este domingo.

REGIÃO SUDESTE

Espírito Santo - Futebol está paralisado desde o último dia 19. Retorno está prevista para 10 de abril. Antes da paralisação, o Espírito Santo sediou jogos de times de outros estados pela Copa do Brasil.

Minas Gerais - Futebol em Minas Gerais foi paralisado após a rodada do último final de semana e já tem data para voltar: 1º de abril. Há uma proibição específica para jogos de times de outros estados, que começou antes da paralisação.

Rio de Janeiro - Há uma proibição de eventos esportivos na capital e Niterói. Os times estão jogando nos estádios do interior. Aliás, estes mesmos campos vêm recebendo jogos da Copa do Brasil e até do Paulistão.

São Paulo - Novo decreto estendeu a paralisação de eventos esportivos até o dia 11 de abril. A FPF vem brigando para que o futebol volte e chegou a realizar dois jogos da A1 em Volta Redonda. A2 e A3 paralisadas até o momento.


REGIÃO SUL

Paraná - O Governo do Estado não decretou a paralisação, mas como vários municípios proibiram jogos, a própria Federação resolveu adiar o Campeonato por alguns dias e depois voltou com as partidas, marcando-as em cidades onde o futebol está liberado. A capital Curitiba, por exemplo, está com eventos esportivos paralisados.

Rio Grande do Sul - Jogos acontecem apenas com restrição de público. Não há jogos atrasados.

Santa Catarina - No dia 3 de março, a Federação Catarinense paralisou o campeonato, por causa de um pedido de vários municípios. Porém, oito dias depois, a bola voltou a rolar.

FPF convoca nova reunião sobre futuro do Paulistão

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: divulgação FPF

Futebol paulista continua paralisado

A Federação Paulista de Futebol (FPF) convocou nesta sexta-feira os clubes para uma nova reunião de emergência na próxima segunda-feira. O tema será resolver o calendário do Campeonato Paulista diante de uma nova restrição feita pelo governo de São Paulo para combater a pandemia da covid-19. A fase emergencial e de proibição das atividades esportivas coletivas não vai mais durar só até 30 de março. O período foi prorrogado agora até 11 de abril.

A Federação Paulista de Futebol se reunirá, de forma on-line, com os clubes do Campeonato Paulista A1, A2 e A3 na próxima segunda-feira, dia 29, às 10 horas, 15 horas e 17h30, respectivamente, para discutir as competições.

A restrição em vigor desde o último dia 15 levou a FPF a se mobilizar para manter a disputa do Estadual em outros Estados. A entidade realizou duas partidas em Volta Redonda, no Rio de Janeiro, nesta semana para escapar das restrições e chegou a marcar um jogo entre Ponte Preta e Santos no Rio. Porém, o compromisso foi desmarcado pela prefeitura da capital carioca.

Para viabilizar os jogos em Volta Redonda, a FPF doou ao município dez respiradores e dez monitores para o tratamento de pacientes com a covid-19. Com a nova determinação do governo estadual, a FPF terá novo trabalho para repensar o cronograma de jogos do Campeonato Paulista. A entidade contava com o retorno do futebol no dia 31 de março, ao fim do período emergencial.

Enquanto o Campeonato Paulista batalha para continuar, um técnico da competição tenta se recuperar da covid-19. Paulo Roberto Santos, do Santo André, está internado desde a terça-feira em Sorocaba. O treinador de 60 anos está no quarto, sem febre, com boa evolução e sob cuidados para realizar atividades de fisioterapia respiratória.


A interrogação sobre os Estaduais atinge vários torneios pelo Brasil. Dos 27 campeonatos, apenas nove são hoje disputados sem nenhum tipo de restrição. No Rio, Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, o calendário continua, mas alguns times precisam jogar fora das respectivas cidades por causa de proibições das prefeituras.

Nesta semana o Campeonato Potiguar foi até cancelado. A federação local tomou a decisão depois de desistir de convencer o governo estadual a permitir a continuidade do futebol.

Governo de São Paulo estende fase emergencial e futebol no estado continuará paralisado

Com informações do UOL
Foto: divulgação Governo SP

Informação foi dada pelo vice-governador Rodrigo Garcia

O vice-governador de São Paulo, Rodrigo Garcia, anunciou, em coletiva realizada no Palácio do Bandeirantes nesta sexta-feira, dia 26, a extensão da fase emergencial no estado, por conta da Covid-19. Com esta decisão, o futebol paulista e outros eventos esportivos continuaram paralisados até 11 de abril.

Com esta decisão, os jogos do Campeonato Paulista, nas séries A1, A2 e A3, continuam sem poder serem realizados nos estádios no Estado de São Paulo. Além disso, os jogos dos times paulistas em outras competições, como Copa do Brasil e Libertadores, terão que ser em outros locais.

A Federação Paulista de Futebol (FPF) tentará continuar mandando jogos do Paulistão em outros estados neste período. Dois embates foram realizados no Rio de Janeiro, mas há uma questão: a cada dia que passa, outros estados ampliam as restrições e também paralisação o futebol. Clubes e FPF devem ter encontro nos próximos dias para discutir qual estratégia a ser tomada.

Fase emergencial - O anúncio foi feito na coletiva de imprensa desta sexta, dia 26, no Palácio dos Bandeirantes. Nesta fase, todos os serviços não essenciais ficam fechados e há uma espécie de toque de recolher a partir das 20 horas.

A ampliação do período, calculado inicialmente para 15 dias, já era considerada pelo governo paulista. São Paulo passa pelo pior momento da pandemia desde março do ano passado, com recorde de mortes em 24 horas nesta semana, e índice de ocupação de UTI (unidade de terapia intensiva) em quase 92%.

Na avaliação do Centro de Contingência do Coronavírus, o período de restrição de circulação de pessoas é essencial para a redução dos altos índices da pandemia. As duas últimas semanas, no entanto, não registraram queda na escalada de casos, mortes e internações por covid.


'Espécie de lockdown' - O objetivo da medida é prorrogar essa restrição por mais tempo para chegar ao resultado necessário. Os membros se referem à fase emergencial como uma espécie de lockdown, em que a circulação de pessoas não é proibida, mas restrita ao máximo.

O termo "lockdown", antes rejeitado taxativamente pela gestão de João Doria (PSDB), começou a ser considerado com o agravamento da situação. Algumas cidades, como Santos, no litoral, o Campinas, no interior, passaram a adotar a medida.

FPF desiste de brigar contra a paralisação e Paulistão A1 volta dia 31


Em reunião virtual realizada nesta segunda-feira, dia 22, a Federação Paulista de Futebol e os clubes da Série A1 estadual definiram que vão acatar a paralisação dos eventos esportivos decretado pelo Governo de São Paulo, por conta do aumento de casos e mortes por Covid-19, e que a competição volta em 31 de março, caso o decreto não seja estendido.

"A Federação Paulista de Futebol e os 16 clubes decidiram por unanimidade suspender a realização das rodadas do período de Fase Emergencial no Estado de São Paulo, especificamente das rodadas 5, 6 e 7 da competição, cujos jogos serão reagendados e publicados em momento oportuno", diz a nota publicada pela entidade.

Segundo a FPF, haverá adequações na agenda de jogos. "Diante dessas suspensões, a FPF estudou a realidade de calendário dos clubes e apresentou aos participantes. Todos estão de acordo que serão necessários esforços para adequar o agendamento dos jogos".

A entidade argumenta ainda que, mesmo acatando a paralisação, o protocolo é seguro. "O Comitê Médico da FPF, composto por profissionais da federação e dos clubes, reitera a segurança do protocolo de saúde elaborado e aprovado por todos os órgãos competentes".

"A FPF e os clubes, por meio de seus departamentos de Comunicação e Marketing, se reunirão com o propósito de intensificar as campanhas relativas aos cuidados de higiene, isolamento social e vacinação, visando amplificar as informações sobre medidas sanitárias de combate à pandemia", diz a nota.


De acordo com a nota, o campeonato vai terminar na data prevista. "Por fim, a FPF e todos os clubes participantes reiteram publicamente que o Paulistão Sicredi será retomado a partir do dia 31 de março e o término da competição acontecerá na data prevista, 23 de maio".

FPF desiste de jogos em outros estados e adia rodada do Paulistão


Depois de ver diminuindo as opções de sediar jogos e outros estados e verificar a dificuldade com o custo da logística de toda essa transferência, a Federação Paulista de Futebol (FPF) decidiu adiar a rodada da Série A1 do estadual, marcada para o final de semana, e da ideia de procurar outras localidades para as partidas. Esta definição foi tomada em reunião nesta quinta-feira, dia 18, com os 16 clubes da competição.

A entidade ainda desistiu temporariamente de acionar a Justiça para reverter a paralisação decretada pelo Governo de São Paulo por conta do aumento de casos e mortes por Covid-19, além da saturação no uso de leitos hospitalares.

A reunião desta quinta-feira foi convocada com urgências. Às 10h30, foi mandando um e-mail para os representantes dos 16 clubes participantes do Paulistão A1 e o encontro, realizado de forma virtual, começou ao meio-dia.

Não houve um acordo sobre a questão do custo da logística, onde não se definiu quem iria custear os gastos. No São Bento x Palmeiras, que estava marcado para Belo Horizonte, na quarta-feira, dia 17, mas cancelado por conta do aumento das restrições do Governo de Minas Gerais, a FPF só iria bancar as passagens, com os custos de hospedagem e alimentação ficando para os clubes. O time de Sorocaba reclamou do gasto a mais, antes do cancelamento.

Porém, a FPF também começou a ficar sem opções de locais para mandar as partidas. Depois da negativa do Rio de Janeiro e do aumento de restrições em Minas Gerais e Espírito Santo, este segundo começando na sexta-feira, dia 19, a opção era o Mato Grosso do Sul, que também negou em sediar os jogos. Vale lembrar que o Paraná, apesar de não ter uma restrição estadual, tem limites em vários municípios.


Justiça - Segundo a FPF, O advogado Rui Fragoso, do escritório Fragoso Advocacia, apresentou para avaliação de todos os clubes o conceito de judicialização do caso. Embora tenham argumentos jurídicos e científicos que sustentem a segurança do Protocolo de Saúde do futebol, FPF e clubes decidiram por não ingressar neste momento com Mandado de Segurança.

"Para as demais rodadas deste período da Fase Emergencial, a FPF permanece em contato com autoridades estaduais, municipais, federações e CBF para tentar viabilizar a realização dos jogos da próxima semana", diz a nota da FPF.

Já estamos nos acréscimos no país do futebol

*Por Camila Ahrens
Foto: divulgação


Em uma partida de futebol, o intervalo entre o primeiro e segundo tempo é fundamental para que os jogadores dos dois times tomem um ar, recuperem a energia e avaliem com o técnico as melhores táticas para ganhar o jogo. A pandemia da Covid-19, agora, nos obriga a dar mais do que esse intervalo. Caminhamos rapidamente para os 300 mil mortos, em pouco mais de 365 dias, e continuamos nos recusando a trancar a porta, mesmo depois de ela ter sido arrombada duas vezes.

Manter os campeonatos de futebol rodando passa uma imagem de que o vírus não é sério. De que a doença não é mortal também para jovens e atletas. As pessoas não têm a dimensão do risco e da gravidade da situação.

Não respeitar esse "intervalo", fazer jogadores viajarem para outras cidades - e até mesmo estados do outro lado do país - no momento em que deveriam estar isolados em casa, é muito mais do que perder por 7 a 1. O Brasil bate recordes diários de mortes, com UTIs públicas e privadas lotadas e profissionais exauridos. Como cidadã e médica infectologista, afirmo que não há a menor possibilidade de as partidas continuarem.

Quem fala diferente, não tem a dimensão do risco que estamos correndo. Um jogo de futebol não se restringe aos 90 minutos de bola rolando. Muitas vezes, para assistir a uma partida, as pessoas fazem um churrasco, chamam os amigos e, por mais que isso signifique reunir apenas aquele grupinho seleto que torce pelo mesmo time, isso acelera a proliferação do vírus. Isso quando não vão para a frente dos estádios ou para as ruas, para comemorar a vitória ou mostrar a indignação pela derrota. Se quem assiste o jogo com você não mora na sua casa, é uma chance a mais que você dá para o vírus contaminar quem você ama.

Entendo que os brasileiros são apaixonados pelo futebol, mas futebol sem vida não é nada. A Covid-19 é o rival mais perigoso para qualquer time. Ele não apenas rebaixa, ele mata!

O que acontece no futebol está em sintonia com o que acontece nos hospitais. Assim como o Brasil é o país mais apaixonado pela bola na rede, somos o local que mais tem transmissão do vírus neste momento. E a possibilidade de reinfecção é ainda maior com a nova variante do vírus, que já foi detectada em todo território nacional.

O futebol não é uma programação engessada e precisa parar por umas semanas, um mês ou talvez um pouco mais. A paralisação dos campeonatos deve ser vista como uma forma de conscientizar a população. E, assim como no ano passado, voltar quando tivermos uma condição sanitária melhor, quando entendermos mais a variante, quando tivermos um número maior de pessoas vacinadas e, principalmente, vagas nos hospitais.


Eu concordo com a importância do entretenimento, ainda mais o futebol que é tão democrático. Mas, nesse contexto de cansaço e falta de soluções, estamos perdendo a sensibilidade. Precisamos definitivamente compreender que falamos de vidas perdidas. Qualquer medida para salvar uma vida, já vale muito. Essa vida é de um pai, de uma mãe, de um filho... que nunca mais vai poder comemorar um gol. E que vai embora sem aquele abraço, sem a despedida.

O estado é de calamidade. Sem dúvida, estamos no momento mais crítico desde o início da pandemia. Já estamos nos acréscimos e perdendo esse jogo. De goleada. Enquanto a vacina não chega para todos, o jeito é aceitar esse cartão vermelho e sair de campo por um tempo para colocar a cabeça no lugar e diminuir o número de casos ativos em todo país.

*Camila Ahrens, infectologista do Hospital Marcelino Champagnat

O Curioso do Futebol

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