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Freddy Rincón e suas passagens pelo Palmeiras

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Rincón teve duas passagens pelo Verdão nos Anos 90

Freddy Eusébio Gustavo Rincón Valencia, ex-volante e meio campista colombiano, estaria comemorando o seu 56º aniversário nesta segunda-feira, dia 14 de agosto de 2023. No decorrer de sua carreira, o atleta teve duas trajetórias no Palmeiras no durante os Anos 90.

Anunciado ainda em 1993, Rincón, que somava passagens por Tolima, Independiente e América de Cali, era considerado a grande contratação do Palmeiras para a temporada de 1994. Mesmo sem ter muito brilho, ganhou a posição de Edilson e foi o camisa 10 do Verdão no Paulistão de 1994, quando foi campeão.

Porém, após a Copa do Mundo de 1994, onde a Seleção Colombiana decepcionou, Rincón foi cedido pela Parmalat ao Real Madrid, onde não foi muito bem. Chegou a ser emprestado para o Napoli e voltou ao time espanhol, sem ter muitas chances. Após uma excursão do Real Madrid pelo Brasil, Rincón nem voltou à Espanha, e acabou retornando ao Palmeiras.

O Verdão vinha do espetacular título do Paulistão de 1996, batendo vários recordes, mas tinha decepcionado ao perder a final da Copa do Brasil para o Cruzeiro. No segundo semestre de 1996, o time não foi bem e ficou no meio do mata-mata do Brasileirão.

Em 1997, no Paulista, Rincón foi perdendo espaço e, na chegada de Felipão no Verdão, acabou sendo dispensado. Segundo o site oficial do Verdão, o colombiano disputou 76 partidas com a camisa alviverde e marcou 22 gols. Seu único título pela equipe paulistana foi o do Paulista de 1994.

Na sequência de sua carreira, Freddy ainda veio a se transferir para o Corinthians, onde teve os melhores momentos no país, e posteriormente colecionou passagens por Santos e Cruzeiro, mas sem muito brilho. Aposentado, no Timão, em 2004, tornou-se treinador e comandou Iraty, São Bento, São José, o time Sub-20 do Corinthians e o Flamengo de Guarulhos. Em 2010, trabalhou como auxiliar técnico no Atlético Mineiro.


Rincón, com a Seleção Colombiana, ainda disputou três Copas do Mundo: 1990, 1994 e 1998. O ex-jogador veio a falecer no dia 13 de abril de 2022, em decorrência de um acidente de trânsito ocorrido durante a madrugada do dia 11, em Cali, na Colômbia.

Rincón e o grito de gol mais alto da história colombiana

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Foi um belo gol de Rincón

O mundo começou o dia 14 de abril com a triste notícia da morte de Freddy Rincón, ex-volante colombiano que é ídolo do Corinthians e tem diversas passagens no futebol brasileiro. Um dos maiores jogadores da história do país, ele tinha apenas 55 anos. Antes de se redescobrir com um técnico jogador de meia cancha graças a Vanderley Luxemburgo, Rincón jogava mais à frente do campo e foi assim que marcou o gol que a Colômbia mais comemorou em sua história, contra a Alemanha em 1990.

A imagem recente da Seleção Colombiana é positiva, já que a equipe passou a recente impressão de ser uma força do futebol sul-americano que inclusive surpreendeu ao não ir para a Copa do Mundo. Em 1990, a Colômbia tinha o que era sua melhor geração historicamente (há quem discuta que talvez não seja mais depois dos feitos de James Rodriguez e sua turma) e a equipe chegou a última rodada da fase de grupos com chance de classificação.

O palco do jogo era o San Siro, em Milão. Aos sul-americanos, pelo menos o empate era necessário, já que o time havia perdido para a Iugoslávia. O jogo foi apertado e extremamente disputado, com a técnica colombiana se saindo bem e obrigando Ilgner a trabalhar, mas com o futebol força alemão, na época pelo menos, também obrigando Higuita a fazer algumas defesas. O primeiro tempo seguiu assim e ficou em zero, placar que era favorável ao time colombiano e que obviamente não mudaria muita coisa para a Alemanha.


Aos 43' do segundo tempo, quando parecia que o jogo ficaria no zero, a Alemanha pulou na frente com Littbarski. Porém, a equipe cafetera não perdeu a cabeça e aos 47', o cabeludo Valderrama recuperou uma bola e começou uma das jogadas mais bonitas que a Copa do Mundo já viu, a Colômbia rodou a bola pra lá, rodou a bola pra cá, Valderrama fintou três tedescos no meio disso e ela chegou a Rincón, que saiu na cara de Ilgner e tocou com categoria por baixo das pernas do goleiro, explodindo um país inteiro num grito de gol.

A Colômbia avançou como uma das melhores terceiras colocadas e foi até as oitavas para enfrentar outra surpresa, a ótima seleção camaronesa de Roger Milla que acabou eliminando os cafeteros na prorrogação e só não foi semifinalista da Copa do Mundo por azar, já que cairia para os ingleses. Rincón ficou marcado na história do futebol de seu país por fazer o gol que a Colômbia mais alto comemorou em sua história, uma marca que deve ser lembrada no dia em que o meiocampista foi jogar no time dos eternos.

Morre Freddy Rincón, ídolo da Seleção Colombiana e com passagem marcante pelo Brasil

Com informações do GE.com
Foto: Getty Images.com

Rincón na Copa do Mundo de 1998

O ex-jogador colombiano Freddy Rincón morreu no fim da noite desta quarta-feira em Cali (já início da madrugada de quinta pelo horário de Brasília) vítima de um grave acidente na cidade colombiana. A confirmação do falecimento veio através de uma coletiva de imprensa na clínica onde o ex-jogador estava internado.

"A Clínica Imbanaco, com prévia autorização e em companhia dos familiares, se permite informar à opinião pública que, apesar de todos os esforços realizados por nosso corpo médico e assistencial, o paciente Freddy Eusebio Rincón Valencia faleceu no dia de hoje 13 de abril de 2022. Lamentamos profundamente este sensível acontecimento, enquanto estendemos nossas mais profundas condolências à família, amigos, parentes e seguidores. Jamais haverá forma de expressar o que isto significa realmente para nós. Convidamos a todo o país a recordá-lo com alegria por tudo o que nos brindou em vida com suas conquistas desportivas".

O carro dirigido pelo ex-meia do Corinthians e Palmeiras foi atingido por um ônibus na madrugada da última segunda-feira. Com traumatismo craniano, Rincón chegou a ser operado, mas não resistiu.

Freddy Eusébio Gustavo Rincón Valencia nasceu na cidade de Buenaventura, Colômbia, em 14 de agosto de 1966. Começou a jogar futebol no Atlético Buenaventura, clube pequeno de sua cidade natal. De lá, rumou para o Deportes Tolima e depois ganhou o mundo. Quando ainda atuava no país, fez dois gols na histórica goleada da Colômbia sobre a Argentina por 5 a 0, no Monumental de Núñez, nas Eliminatórias da Copa de 1994.

Sua primeira experiência fora da Colômbia foi no Palmeiras, ao qual chegou no início de 1994, já como uma estrela da seleção de seu país. Destacou-se no título paulista daquele ano ao lado de nomes como Roberto Carlos, César Sampaio, Zinho, Edílson, Edmundo e Evair. Seis meses depois da chegada, durante a parada para a Copa do Mundo, transferiu-se para o Napoli.

Um ano depois, chegou ao todo-poderoso Real Madrid, mas não obteve o mesmo sucesso na Espanha e voltou ao Palmeiras no meio de 1996. Ao todo, fez 76 jogos e 22 gols pelo Verdão. Em 1997, o Corinthians colocou a mão no bolso e investiu na compra do colombiano por cerca de US$ 1,3 milhão. Rincón, que era meia, virou volante e se tornou um dos maiores da história do clube.

Ao lado de Vampeta, formou dupla inesquecível. O quarteto de meio-campo, que contava ainda com Ricardinho e Marcelinho Carioca, se eternizou. Eles foram bicampeões brasileiros (1998/99), venceram o Paulistão de 99 e o Mundial de Clubes de 2000. Ríncon, capitão da equipe, ergueu a taça do mundo.

Pouco depois, recebeu uma ótima oferta salarial do Santos e trocou o Corinthians pelo Peixe, num período sem títulos. Atuaria ainda pelo Cruzeiro, em 2001, antes de voltar ao Timão em 2004, aos 37, para uma passagem apagada. Fez 158 jogos no Corinthians e 11 gols.


Também trabalhou no Brasil como treinador e chegou a comandar São Bento, São José, Iraty e Flamengo-SP entre 2006 e 2011. Nesse período, também foi técnico das categorias de base do Corinthians e Atlético-MG.

Na seleção colombiana, marcou 17 gols em 84 partidas. Disputou três Copas do Mundo: 90, 94 e 98. Com personalidade forte, Rincón ficou marcado pelo perfil de liderança e foi capitão em diversos times durante a carreira. Ele deixa dois filhos, Sebástian Rincón, de 28 anos, que também é jogador de futebol profissional (atua pelo Barracas, da segundona argentina), e Freddy Stiven.

Rincón se envolve em acidente de carro na Colômbia e está em estado crítico

Com informações da Agência FI
Foto: arquivo

Rincón foi o capitão do Corinthians no Mundial de 2000

Ídolo do Corinthians e da seleção colombiana, o ex-jogador Freddy Eusebio Rincón se envolveu em grave acidente de carro. Segundo a imprensa local, o carro de Rincón bateu em um ônibus na cidade de Cali, na Colômbia.

O médico Laureano Quintero, em entrevista coletiva, afirmou que Rincón, de 55 anos, teve traumatismo craniano grave e que a situação é ‘muito crítica‘.

“Com autorização prévia dos familiares, informamos que Freddy Eusebio Rincón foi internado esta manhã vítima de traumatismo craniano grave.Suas condições são muito críticas, por uma decisão interdisciplinar de toda nossa equipe, ele foi levado para a área do centro cirúrgico onde irá para a área de terapia intensiva. Todos os cuidados pertinentes serão aplicados e toda nossa equipe de especialistas estará implantando tudo o que for necessário. A situação é crítica”, disse o médico

As autoridades locais investigam as causas da colisão. Imagens divulgadas nas redes sociais mostram a lateral do veículo, no lado do carona, completamente destruída. A parte frontal do ônibus também ficou bastante danificada com o choque. Ainda não é possível afirmar que Rincón conduzia o carro no momento da batida nem o estado dos ocupantes no que diz respeito ao uso de bebidas alcoólicas.


Mais sobre ele - Rincón é conhecido como um dos grandes jogadores da história do futebol colombiano, com três Copas do Mundo no currículo. No Brasil, foi campeão mundial pelo Corinthians, em 2000, além de ter conquistado duas vezes o Campeonato Brasileiro e um Estadual com a camisa alvinegra. Também acumula passagens por Palmeiras, Santos e Cruzeiro.

Aos 55 anos, Rincón atualmente trabalha como comentarista esportivo na Colômbia. Ele ganhou notoriedade mundial ao marcar o gol contra Alemanha na Copa da Itália, em 1990, que garantiu a seleção colombiana a se classificar pela primeira vez na história às oitavas de final de um Mundial.

A passagem de Rincón pelo América de Cali

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Rincón jogou por três anos em Cali

O colombiano Freddy Rincón, que completa 45 anos neste dia 14 de agosto, foi durante sua carreira profissional um dos grandes volantes no futebol sul-americano. Dono de categoria imensa e de boa visão de jogo, além de imposição física, o ídolo corintiano teve várias passagens interessantes ao longo de sua carreira dentro das quatro linhas, seja no Brasil ou até na Europa, onde chegou a atuar por Napoli e Real Madrid. Nos anos 1990, jogou por três anos no América de Cali, de seu país natal.

Rincón começou sua trajetória profissional no Atlético Buenaventura e chamou a atenção do Santa Fé, que o contratou no final da década de 1980. Depois de jogar bem pelo Santa Fé, Rincón acabou contratado a peso de ouro pelos Diablos Rojos no ano de 1990. Na época, o tradicional time de Cali era "patrocinado" pelo cartel do tráfico de drogas local, sob a batuta dos irmãos Rodríguez Orejuela, num período onde a própria liga de futebol colombiana virou uma plataforma de lavagem de dinheiro dos cartéis.

Dentro de campo, Rincón rapidamente se encaixou dentro do América, se tornando quase que instantaneamente um dos grandes nomes da equipe nas competições disputadas pelo Diablo. Em seu primeiro ano, já foi crucial na conquista do Campeonato Colombiano, que acabou sendo o primeiro grande título de sua carreira como atleta de futebol. Fazia parte do time que chegou as quartas de final da Libertadores em 1991.

Seguiu como titular nos anos seguintes em 1992 foi novamente um dos destaques de uma conquista nacional pelos Rojos. Também era um dos destaques da equipe nas ótimas campanhas continentais de 1992 e 1993, anos em que o Diablo Rojo só foi parado nas semifinais da Copa Libertadores, sempre figurando junto aos rivais do Atlético Nacional como forças do país na América do Sul, ainda que sem chegar a decisão.


Acabou chamando a atenção do futebol brasileiro, mais especificamente do endinheirado Palmeiras da Parmalat, que o tirou do América em 1994. Fechou sua passagem pelos Diablos Rojos com ótimos números, marcando 54 gols ao longo de 177 jogos vestindo a camisa vermelha.

Os dois primeiros gols de Rincón pelo Corinthians

Foto: arquivo Corinthians

Rincón marcou os seus dois primeiros gols pelo Corinthians contra o Mogo Mirim

O meia Freddy Rincón chegou ao Corinthians no segundo semestre de 1997 e fez sua estreia com a camisa alvinegra no dia 14 de setembro, contra a Portuguesa, no Canindé, em jogo válido do Brasileirão. Mas os primeiros tentos dele pelo Alvinegro só sairiam no ano seguinte. E foi logo no mesmo jogo!

Seus dois primeiros gols com a camisa do Timão saíram cerca de oito meses depois de sua estreia. O jogo ocorreu na noite do dia 2 de abril de 1998, quando o Corinthians recebeu a equipe do Mogi Mirim, no Pacaembu. Rincón marcou o segundo e o quarto gol do Coringão, que venceu a equipe do interior por 5 a 2.

Após conquistar vários títulos na carreira em seu país, no Real Madrid e no Napoli, Rincón chegou ao Corinthians para viver seu melhor momento. Durante a sua trajetória como jogador de futebol, ele jogou como meia ofensivo, mas no Corinthians foi recuado e se deslocou para a posição de volante, onde jogou com grande êxito e com características essenciais de um volante que são a marcação forte e o espírito de raça, que todo corinthiano gosta de ver, além das cobranças de pênaltis perfeitas e os chutes de fora da área.

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Ao lado de Vampeta, formou a melhor dupla de volantes do futebol brasileiro e uma das melhores do mundo na época. Contou também com a companhia de Marcelinho e Ricardinho no meio campo. Era um time que fez grandes campanhas naquela época.

O gol mais importante de Rincón no Corinthians foi o gol que garantiu a classificação para a final do Mundial de 2000. O camisa 8 marcou o segundo gol do Timão na vitória por 2 a 0 sobre o Al Nassr, da Arábia Saudita. O tento marcado fez com que o Corinthians chegasse a quatro gols de saldo, contra três do Real Madrid, com ambos empatados em 7 pontos no grupo A.


No Corinthians, Rincón disputou 158 jogos e marcou 11 gols. Conquistou quatro títulos, são eles: Brasileiro (1998 e 1999), Paulista (1999) e o primeiro Mundial de Clubes da FIFA (2000). Nesse último, foi ele quem levantou a taça de campeão. 

Rincón teve duas passagens pelo Corinthians. A primeira foi de 1997 até 2000 e a segunda foi no ano de 2004, onde ficou apenas um semestre e disputou 21 partidas. Foi também técnico nas categorias de base do clube em 2009.

A passagem de Rincón no Santos FC

Por Lucas Paes

Rincón, pelo Santos, atuando contra o Corinthians (foto: Gazeta Press)

O volante colombiano Freddy Rincón foi um dos principais nomes do futebol brasileiro nos anos 1990 e 2000. Ídolo da torcida do Corinthians, o colombiano passou por times como Palmeiras e Cruzeiro também. Numa das tentativas do Santos de acabar com a “fila” de títulos no começo dos anos 2000, o Alvinegro Praiano tirou o volante colombiano do Corinthians. A transferência quase melou devido a problemas na justiça e só aconteceu após um acordo entre os dois clubes. 

A troca de times aconteceu pois Rincón ainda não tinha renovado com o Corinthians. Após a conquista do Mundial de Clubes de 2000, o jogador tinha acertado pré-contrato com o Timão, mas o Santos, que contava com parceria com a CIE/Octagon ofereceu um aumento de mais de 65 por cento com relação ao que ele ganharia no Corinthians, e então Rincón trocou a capital paulista pela Baixada Santista. 

Foi um dos destaques do Santos que foi vice-campeão paulista em 2000. Marcou 5 gols no total daquela temporada. O Peixe, apesar de boa campanha no Paulistão, foi mal no Brasileirão. Na Copa do Brasil foi até longe, mas “morreu” para o Cruzeiro, eterno problema no horizonte do Alvinegro Praiano quando se trata de mata-mata. A temporada foi frustrante para os santistas. 

Em 2001, Rincon demorou a se reapresentar ao Santos. Isso ocorreu devido a problemas com relação ao valor de salários. A diretoria do Alvinegro Praiano queria reduzir o salário do colombiano, que não aceitou e acabou ficando encostado enquanto rolavam as negociações. Rincón volta a jogar apenas no meio do Campeonato Paulista e participou da fatídica semifinal contra o Corinthians. Faria apenas 9 jogos pelo clube na temporada. Deixou o Peixe ao fim do estadual, rumando ao Cruzeiro.

Rincón usando a camisa 3+5 em 2001 (foto: Revista Placar)

Uma curiosidade no ano de 2001. Como Rincón acertou sua volta com o campeonato em andamento, o número 8 já estava sendo usado. Com isto, o colombiano acabou escolhendo o número 35 com um sinal de mais no meio, ficando 3+5. 

Rincón fez parte de um período de vacas magras do Santos, antes da ressurreição inesperada naquele ano de 2002. Era parte do elenco que perde de maneira traumática uma semifinal de estadual para o Corinthians, nos últimos segundos. Marcou cinco gols pelo Peixe, fez números longe de serem ruins, mas processos futuros ao clube e a saída também polêmica fizeram com que não ficasse marcado na memória do clube.

Felipe Aguilar é o nono colombiano da história do Santos

Com informações do site oficial do Santos FC
Foto: divulgação Atlético Nacional

Felipe Aguilar segue os passos de nomes como Aristizábal, Rincón e Molina

O zagueiro Felipe Aguilar Mendoza, contratado do Atlético Nacional, é o nono jogador colombiano a vestir a camisa do Santos. Com 1,90m, 83 quilos, destro, 26 anos a serem comemorados neste domingo, Felipe Aguilar tem passagens pela Seleção da Colômbia e é o primeiro zagueiro deste país a jogar no Santos.

Até 1996 nenhum jogador colombiano tinha envergado a sagrada camisa alvinegra da Vila. Naquele ano foi contratado o atacante Usuriaga (Albeiro Usuriaga López), que permaneceu apenas uma temporada no Santos, pelo qual fez três partidas (sendo dois amistosos) e marcou um gol (o rapaz morreria sete anos depois, em Cali, assassinado por um marido ciumento).

O segundo colombiano foi Aristizábal (Víctor Hugo Aristizábal), meia atacante que nas temporadas de 1998/1999 fez 23 partidas e marcou cinco gols pelo Alvinegro Praiano. Logo em seguida, em 2000, chegou o afamado meia Freddy Rincón (Freddy Eusébio Gustavo Rincón Valencia), ídolo di futebol colombiano. Ele realizou 54 jogos pelo Santos e marcou seis gols.

Em 2005 o clube apostou no goleiro Henao (Juan Carlos Jenao), que tinha sido campeão da Copa Libertadores pelo Once Caldas. No Santos ele fez apenas 13 partidas. Nas temporadas de 2008 e 2009 o Santos contou com o atacante Molina (Mauricio Alejandro Molina Uribe), um canhoto que marcou 17 gols em 78 partidas.

Seis anos depois, em 2015, o clube contratou o volante Valencia (Edwin Armando Valencia Rodríguez), que entre 2015 e 2016 participou de 28 partidas e não marcou nenhum gol. Em 2016 chegou o atacante Copete (Jonathan Copete Valencia), canhoto, que teve uma ótima temporada em 2016. Ele continua no Santos, pelo qual jogou 121 partidas e marcou 25 gols, tornando-se o estrangeiro com mais gols na história santista.

Finalmente, o último colombiano antes de Felipe Aguilar foi Wladimir Henandez (Wladimnir Javier Hernández Rivero), um meia atacante contratado no início de 2017, que logo em sua estreia, contra o Kenitra, do Marrocos, marcou um gol de bicicleta. Hernandez participou de 28 partidas e anotou dois gols pelo Santos.

Pelas mídias sociais, Fiel escolhe a seleção dos 108 anos do Corinthians

Com informações da Agência Corinthians

Cássio, Zé Maria, Rinón, Paulinho, Gamarra e Balbuena, em pé. Tévez, Ronaldo, Sócrates, Rivellino e Wladimir, sentados, com Tite como treinador. A seleção escolhida pelo torcedor
(crédito: reprodução)

Neste sábado (01), o Sport Club Corinthians Paulista completa 108 anos de fundação. Para comemorar este importante dia, o Corinthians apresenta uma seleção dessa história centenária, com 11 craques e o treinador, escolhidos pela Fiel. A iniciativa foi do clube em conjunto com o Almanaque do Timão.

A equipe foi formada a partir de enquete realizada no perfil oficial do Corinthians no Twitter, nas últimas segunda e terça-feira, dias 27 e 28 de agosto. Foram mais de 150 mil votos, que formaram um verdadeiro esquadrão: Cássio, Zé Maria, Gamarra, Balbuena e Wladimir; Rincón, Paulinho, Sócrates e Rivellino; Tevez e Ronaldo. No banco, o técnico Tite.

No gol, o atual arqueiro corinthiano teve 61% dos votos, superando Ronaldo Giovanelli, Dida e Gilmar dos Santos Neves, outros grandes defensores da meta alvinegra. Pelo lado direito, Zé Maria teve 46% dos votos da Fiel, numa escolha com Alessandro, Fagner e Idário. Na esquerda Wladimir, jogador que mais vezes vestiu a camisa alvinegra, foi escolhido com 74% dos votos, numa enquete que trazia, também, Kleber, Dino Pavão e Oreco.

Na zaga, dois ídolos paraguaios. O zagueiro central Gamarra, campeão brasileiro com o Timão em 1998, teve 56% dos votos, superando Chicão, Gil e Domingos da Guia. O quarto zagueiro escolhido pela Fiel foi Balbuena, bicampeão paulista (17-18) e campeão brasileiro (17) pelo Timão. O paraguaio teve 71% dos votos, em escolha com Amaral, Goiano e Luis Carlos.

No meio, o colombiano Freddy Rincón, capitão na conquista do primeiro título mundial, em 2000, foi escolhido como primeiro volante, com 57% dos votos, superando Ralf, Roberto Belangero e Brandão. Ao lado de Rincón, um dos ídolos recentes da história alvinegra forma a dupla de volantes da seleção corinthiana dos 108 anos. Selecionado com 51% dos votos, Paulinho deixou para trás outros ídolos, como Vampeta, Elias e Christian.

Entre os meias, Sócrates, o eterno doutor, foi escolhido com 56% dos votos para ocupar o lado direito, superando Marcelinho Carioca, Neco e Luizinho. Pela esquerda, o Reizinho do Parque, Rivellino, recebeu 54% dos votos da Fiel, vencendo Neto, Danilo e Zenon, outros grandes canhotos da história alvinegra.

Na frente, uma dupla para atormentar qualquer zaga. Campeão brasileiro pelo Timão em 2005, o argentino Carlitos Tevez foi o mais lembrado pela torcida, com 37% dos votos, superando Edílson Capetinha, Emerson Sheik e Cláudio. Entre os centroavantes, o Fenômeno Ronaldo foi o escolhido com 72% dos votos, em enquete que trazia também Casagrande, Baltazar e Teleco – ídolos de diferentes gerações de torcedores corinthianos.

Comandando a seleção dos 108 anos do Timão, no banco, Adenor Leonardo Bacchi, o Tite, treinador com mais títulos na história alvinegra, foi o escolhido, com 89% dos votos, superando Oswaldo Brandão, Rato e Fabio Carille. Pelo Timão, o gaúcho – hoje treinador da seleção brasileira – conquistou o Mundial de Clubes (12), a Libertadores (12), a Recopa (13), dois títulos brasileiros (11 e 15) e um Campeonato Paulista (13).

Rincón no Cruzeiro

Por Lucas Paes

Em 2001, Rincón teve apagada passagem no Cruzeiro

Neste dia 14 de agosto, Freddy Rincón, famoso meio-campista colombiano, completa 51 anos. Atualmente sendo um treinador sem clube, o colombiano teve diversas passagens por clubes brasileiros e até uma pelo Real Madrid. Hoje vamos relembrar a época em que esteve no Cruzeiro. 

Rincón foi para o time celeste mineiro contratado junto a reforços de peso como Edmundo e Luisão. Foi apresentado na Toca da Raposa em julho de 2001 e estreou no mesmo mês em um amistoso diante do Villa Nova, de Minas Gerais. A estréia oficial ocorreu em jogo diante do Independiente, na Argentina, no dia 24 daquele mês, valido pela Mercosul. Ficou apenas 33 minutos em campo e acabou expulso.

Dois meses depois, em jogo contra o Juventude, no Mineirão, marca seu único gol com a camisa cruzeirense. O time vivia momentos turbulentos após diversas trocas de técnicos e não conseguia se firmar no Brasileirão. Já Rincón ficava marcado pelo número alto de cartões e até por uma suspensão de três jogos sofrida durante a competição.

Em ação diante do Grêmio

Em Outubro, discorda de uma multa que recebeu após obter a terceira expulsão no clube mineiro. Critica publicamente a decisão da diretoria de rescindir com Edmundo as vésperas do clássico com o Atlético Mineiro. No dia 28, acaba disputando aquela que seria sua última partida pela Raposa, em derrota para o Botafogo, em Taquaritinga, por 3 a 0. 

Já em Novembro, após não ser relacionado por Marco Aurélio, critica publicamente o treinador. Pouco depois, o técnico cruzeirense avisa que com ele, Rincón não jogaria mais. Tem seu contrato rescindido. Pelo Cruzeiro, fez 22 jogos e um gol. 

A fracassada passagem de Rincón pelo Real Madrid

Por Lucas Paes

Rincón não teve uma passagem feliz pelo Real Madrid

Freddy Rincón foi um meio-campista colombiano que atuou durante muito tempo no futebol brasileiro. Marcado pela passagem no Corinthians, jogou também no Santos, no Palmeiras e no Cruzeiro. Também passou a maior parte de sua carreira sendo constante presença na Seleção Colombiana. Em 1996, o já experiente meia colombiano foi contratado pelo Real Madrid.

Rincón passou os sete primeiros anos de sua carreira jogando no futebol colombiano. Saiu apenas aos 26, para jogar no Palmeiras. Fez boa passagem pelo alviverde e foi contratado pelo Napoli, onde jogou pouco, mas fez boas partidas. O Real Madrid então foi atrás do colombiano e trouxe ele para a temporada 1995/1996.

O colombiano em sua apresentação nos Merengues

A passagem de Rincon pelo Real, porém, foi longe de ser boa. Sem muitas chances e sem corresponder quando entrava em campo, o meia colombiano fez apenas 21 jogos pelos Merengues e saiu marcando apenas um gol.

No meio de 1996, o Real Madrid veio fazer uma excursão no Brasil com um time misto, já que a maioria de seus grandes atletas estavam disputando a Eurocopa. Mesmo assim, Rincón era reserva nesta equipe e logo em seguida. Ele voltaria ainda em 1996 ao Palmeiras e depois teria um dos períodos mais brilhantes de sua carreira (se não o mais brilhante) no Corinthians.

Rincón fazendo o único gol com a camisa do Real Madrid

Em entrevista realizada em 2012 para o Marca, Rincón revelou que sofreu racismo no Real Madrid e atribuiu sua passagem falha a outros fatores internos no clube, além do preconceito da torcida madridista. A acusação de Rincón não é de toda infundada, já que os Ultras Sur, principal grupo ultra dos Merengues, tem um histórico enorme de acusações de racismo e é assumidamente neonazista. No começo da década de 1990, eles viviam seu auge.

Os anos 1990 e o começo dos anos 2000 foram um período de algumas passagens apagadas de jogadores consagrados no Brasil pelo Real Madrid. Além de Rincón, outro estrangeiro que passou sem grande sucesso pelo clube foi Petkovic, ídolo flamenguista. Já o país teve jogadores como César Prates, Júlio César e Rodrigo Fabri vestindo a camisa do maior campeão europeu.
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