Mostrando postagens com marcador Gamarra. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Gamarra. Mostrar todas as postagens

A curta passagem de Gamarra pelo Independiente

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Gamarra no Rojo

Completando 52 anos neste dia 17, o zagueiro Carlos Alberto Gamarra ficou conhecido no futebol brasileiro pelas ótimas passagens por Inter e Corinthians, principalmente e pelo ótimo desempenho exercido por ele na Copa do Mundo de 1998. Antes de fazer sucesso em terras tupiniquins e marcar seu nome na história do Brasileirão, o defensor teve uma curta passagem por um dos maiores times da América do Sul: o Independiente de Avellaneda.

Gamarra havia começado sua trajetória no Cerro Porteño, em 1991 e recebia chances esporádicas, apesar de já mostrar qualidade, quando foi emprestado ao Independiente. Chegava ao time argentino podendo ganhar experiência, mas também para tentar melhorar a performance defensiva dos Diablos, numa transação que era boa para os dois lados na época.

Chegava ao Rojo com o tarimbo de já estar atuando pela Seleção Paraguaia, mesmo que se tratasse da olímpica. Gamarra era parte da equipe paraguaia que disputou os jogos de Barcelona em 1992, quando a seleção tricolor foi até as quartas de final, quando acabou caindo diante de Gana, que terminaria o torneio com a medalha de bronze. Chegava já tendo uma experiência maior que muitos jogadores de 21 anos na época.


Acabou ficando pouco no maior campeão da Libertadores. Gamarra permaneceria por apenas uma temporada, sem atuar em muitas partidas pelo clube de Avellaneda. Segundo números do portal ogol, esteve em campo em apenas 10 partidas com a camisa do Independiente, sem marcar nenhum gol pelo clube. Se despediria no final da temporada, retornando novamente ao Cerro Porteño.

Sua carreira no futebol se estendeu até 2007, quando pendurou as chuteiras, curiosamente atuando pelo Olímpia, maior rival do Cerro Porteño. Recentemente, o ex-zagueiro voltou ao noticiário devido a treinamentos que está fazendo para iniciar uma carreira de lutas no MMA, mesmo aos 52 anos.

Gamarra e sua boa passagem pelo Benfica, mas com saída complicada

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Gamarra com a camisa do Benfica

Um dos grandes zagueiros da América do Sul completa hoje 50 anos. Carlos Alberto Gamarra Pavón, mais conhecido como Gamarra, nasceu no dia 17 de fevereiro de 1971, no Paraguai. O grande jogador fez histórias na maioria dos times que passou e sua primeira passagem na Europa foi boa pelo Benfica, mas acabou saindo de uma forma ruim do clube.

O grande zagueiro central, que não tinha uma estatura muito alta, mas tinha uma impulsão surreal e fez sucesso no futebol brasileiro e paraguaio. Com as ótimas temporadas, Gamarra chamou a atenção do Benfica, que era uma porta muito boa na Europa e em 1997 se transferiu para o clube.

Gamarra chegou com um contrato de quatro anos, o que seria algo ruim no final da sua passagem, mas no começo chegou para solucionar e ajudar a defesa do Águias, e conseguiu. Logo quando chegou, o zagueiro se tornou titular absoluto do Benfica e não deixou dúvidas que sua contratação foi certa.

As boas atuações chamaram a atenção da torcida, mas a equipe não o ajudou a manter o alto nível e não conseguiu conquistar nenhum título na temporada de 1997 e 1998. Chegando na na temporada de 98/99, Gamarra vendo as repercussões das suas partidas, começou a contestar o seu baixo salário e a partir desse momentos as coisas começaram a mudar fora de campo.

O atleta não estava contente, pois como ele próprio disse a Globo, jovens que tinham acabado de subir estavam ganhando mais que ele e não rendiam como ele. Com o contrato de quatro anos, não tinha como Gamarra conseguir aumentar seu salário e por isso deixou claro para seu empresário que gostaria de sair se chegasse alguma proposta.


Em 1998 chegou uma proposta do Corinthians, para voltar ao Brasil e o grande zagueiro aceitou, tornando-se ídolo no Timão e iniciando uma era vitoriosa no Alvinegro. Gamarra encerrou sua primeira passagem na Europa com 17 jogos e um gol.

Ídolo paraguaio, ex-zagueiro Gamarra anuncia carreira no MMA aos 50 anos

Com informações do UOL
Foto: reprodução

Gamarra no evento de MMA em Assunção

Carlos Gamarra participou do evento de MMA 'CTF 4: Vencer ou Morrer', no ginásio Team Force, em Assunção, no Paraguai. Em entrevista à 'GEN', o ex-zagueiro paraguaio revelou que dará início a sua carreira no mundo das lutas.

"Estou treinando e praticando todos os dias (...) É um sonho que tenho. Estou pronto para lutar", disse ele, durante o evento.

Atualmente, com 50 anos, o ex-capitão do Paraguai surpreendeu a todos com a novidade. Seu último trabalho no esporte foi a passagem pelo Olímpia entre 2007 e 2008, depois disso anunciou sua aposentadoria dos gramados.

Além de uma carreira vasta pela seleção de seu país e na Europa, por onde passou por times como Benfica e Internazionale, Gamarra teve passagens expressivas por quatro clubes brasileiros: Internacional, Corinthians, Flamengo e Palmeiras.


Uma das principais características de jogo de Gamarra era seu estilo combativo de jogo, porém, conhecido por não fazer muitas faltas. Na Copa do Mundo de 1998, por exemplo, ele não cometeu nenhuma infração. Um zagueiro clássico, que não era botinudo, agora entrando par ao mundo das lutas. Não deixa de ser irônico.

Gamarra no Internacional

Matéria reproduzida da Revista do Inter nº 35
Foto: Revista Placar

Gamarra em ação pelo Internacional. Já fez fama de grande zagueiro pelo colorado

Durante o ano de 1997, com seus 88 anos de história, o Sport Club Internacional apresentava à torcida um time promissor, dotado de inegáveis virtudes. No gol, tinha a segurança de André, nas laterais as presenças de Luciano e Enciso, no meio – campo os incansáveis Fernando e Anderson, aliados à criatividade de Sandoval. A dupla infernal, Fabiano e Christian, completavam a equipe colorada. Porém, meses antes das camisas 7 e 9 virarem a febre vermelha em Porto Alegre, o torcedor já idolatrava a número 4, que pertencia a ninguém menos que Carlos Alberto Gamarra Pavón. Mais um grande zagueiro na vida do Internacional.

O magnetismo que existe entre a Academia do Povo e defensores estrangeiros não é novidade para os colorados. O Clube já conviveu com o chileno Figueroa, nos anos 70 e o uruguaio Oscar Aguirregaray, na década de 80. O primeiro fez o gol iluminado contra o Cruzeiro, que deu o primeiro título em Brasileiros para o Internacional. O segundo integrou a equipe que venceu o Gre-Nal do Século. Gamarra surgiu em 1996 apenas para confirmar isso. O paraguaio chegou ao Inter sem muito alarde, depois de ter sido contratado junto ao Cerro Porteño.

Na época com 25 anos, Gamarra desembarcou bem recomendado por Paulo César Carpegianni e de forma tímida jogou para se eternizar no coração dos colorados. A estréia aconteceu no confronto entre Internacional e Goiás, pelo Campeonato Brasileiro de 1996. O resultado foi 1x1, mas os milhares de torcedores que tomaram o Gigante testemunharam o nascimento de uma nova idolatria. 

Dali adiante, Gamarra já mostrava as credenciais que o levariam para a Seleção do Paraguai e em pouco tempo conquistou para si a braçadeira de capitão. Dentro de campo demonstrava força e alta qualidade técnica que o transformariam num dos defensores mais leais do futebol mundial. Possuía imposição na bola aérea e facilidade para sair com a bola dominada. Atualmente, em conversas de futebol, Gamarra é alçado como parâmetro para definir a qualidade de um zagueiro. Em 1997, o Internacional conquistou o Campeonato Gaúcho contra o Grêmio. Fabiano Souza aparece para os holofotes com um belíssimo gol em cima de Danrlei. Aquele jogo, ao seu final, expressava dois extremos: a alegria pelo título e a consternação pela saída ídolo paraguaio do Clube.


Num último esforço, os colorados em coro pediam que Gamarra permanecesse no Internacional. A taça já não importava mais e sim a preservação de um futebol aguerrido e de qualidade, algo poucas vezes visto quando fala-se em zagueiros no Brasil. Após a passagem pelo Internacional, Gamarra esteve na Copa de 1998, defendendo seu país. Mostrou ao mundo como se joga 360 minutos de uma competição sem cometer uma única falta. Enfrentou, com o braço machucado, a pressão da seleção francesa composta Zinedine Zidane, Barthez e Thuram. Ao longo da carreira, ele acumula passagens por grandes times brasileiros, como Flamengo, Corinthians e Palmeiras, entretanto, ele se diz torcedor de apenas dois Clubes: Cerro Porteño e Sport Club Internacional.

Gamarra no Corinthians

Gamarra ficou um ano e meio no Corinthians (foto: acervo pessoal)

Neste sábado, dia 2, completam-se 21 anos da estreia do zagueiro Gamarra pelo Corinthians. Paraguaio, Carlos Alberto Gamarra Pavón atuou pelo Timão em 80 partidas e anotou sete gols vestindo o manto alvinegro. Sua estreia foi contra a Ponte Preta, em amistoso disputado na cidade de Serra Negra-SP e que terminou empatado em 1 a 1.

O paraguaio chegou ao clube do Parque São Jorge em 1998. Já era considerado um grande zagueiro, que era titular da Seleção de seu país e ainda pela grande passagem pelo Internacional. Além do Colorado, Gamarra defendeu as camisas de Cerro Porteño, do Paraguai, Independiente, da Argentina, e Benfica, de Portugal, último clube do zagueiro antes de ir para o Timão.

Ao longo da temporada de 1998 tornou-se titular absoluto e capitão da equipe campeã brasileira naquele ano. Gamarra foi considerado o melhor zagueiro atuando no futebol brasileiro e ganhou todos os prêmios na posição. Com técnica apurada e muita dedicação, o zagueiro de 1,79 metros é considerado um dos melhores da posição na história do Timão. Decisivo, parecia antecipar as jogadas adversárias, sempre desarmando o adversário sem falta. 

Como atleta do Corinthians, ele foi convocado por Paulo César Carpegiani para defender o Paraguai na Copa do Mundo de 1998. Suas atuações no Mundial foram ótimas e completou 724 minutos, o equivalente a oito partidas, sem cometer uma única falta.

Gamarra ficou no Corinthians até o meio de 1999, conquistando ainda o Campeonato Paulista daquele ano. Ele deixou a equipe e foi para o Atlético de Madrid. Depois, ainda defendeu Flamengo, AEK Atenas, Internazionale, Palmeiras e Olimpia, onde encerrou a carreira em 2008.

Pelas mídias sociais, Fiel escolhe a seleção dos 108 anos do Corinthians

Com informações da Agência Corinthians

Cássio, Zé Maria, Rinón, Paulinho, Gamarra e Balbuena, em pé. Tévez, Ronaldo, Sócrates, Rivellino e Wladimir, sentados, com Tite como treinador. A seleção escolhida pelo torcedor
(crédito: reprodução)

Neste sábado (01), o Sport Club Corinthians Paulista completa 108 anos de fundação. Para comemorar este importante dia, o Corinthians apresenta uma seleção dessa história centenária, com 11 craques e o treinador, escolhidos pela Fiel. A iniciativa foi do clube em conjunto com o Almanaque do Timão.

A equipe foi formada a partir de enquete realizada no perfil oficial do Corinthians no Twitter, nas últimas segunda e terça-feira, dias 27 e 28 de agosto. Foram mais de 150 mil votos, que formaram um verdadeiro esquadrão: Cássio, Zé Maria, Gamarra, Balbuena e Wladimir; Rincón, Paulinho, Sócrates e Rivellino; Tevez e Ronaldo. No banco, o técnico Tite.

No gol, o atual arqueiro corinthiano teve 61% dos votos, superando Ronaldo Giovanelli, Dida e Gilmar dos Santos Neves, outros grandes defensores da meta alvinegra. Pelo lado direito, Zé Maria teve 46% dos votos da Fiel, numa escolha com Alessandro, Fagner e Idário. Na esquerda Wladimir, jogador que mais vezes vestiu a camisa alvinegra, foi escolhido com 74% dos votos, numa enquete que trazia, também, Kleber, Dino Pavão e Oreco.

Na zaga, dois ídolos paraguaios. O zagueiro central Gamarra, campeão brasileiro com o Timão em 1998, teve 56% dos votos, superando Chicão, Gil e Domingos da Guia. O quarto zagueiro escolhido pela Fiel foi Balbuena, bicampeão paulista (17-18) e campeão brasileiro (17) pelo Timão. O paraguaio teve 71% dos votos, em escolha com Amaral, Goiano e Luis Carlos.

No meio, o colombiano Freddy Rincón, capitão na conquista do primeiro título mundial, em 2000, foi escolhido como primeiro volante, com 57% dos votos, superando Ralf, Roberto Belangero e Brandão. Ao lado de Rincón, um dos ídolos recentes da história alvinegra forma a dupla de volantes da seleção corinthiana dos 108 anos. Selecionado com 51% dos votos, Paulinho deixou para trás outros ídolos, como Vampeta, Elias e Christian.

Entre os meias, Sócrates, o eterno doutor, foi escolhido com 56% dos votos para ocupar o lado direito, superando Marcelinho Carioca, Neco e Luizinho. Pela esquerda, o Reizinho do Parque, Rivellino, recebeu 54% dos votos da Fiel, vencendo Neto, Danilo e Zenon, outros grandes canhotos da história alvinegra.

Na frente, uma dupla para atormentar qualquer zaga. Campeão brasileiro pelo Timão em 2005, o argentino Carlitos Tevez foi o mais lembrado pela torcida, com 37% dos votos, superando Edílson Capetinha, Emerson Sheik e Cláudio. Entre os centroavantes, o Fenômeno Ronaldo foi o escolhido com 72% dos votos, em enquete que trazia também Casagrande, Baltazar e Teleco – ídolos de diferentes gerações de torcedores corinthianos.

Comandando a seleção dos 108 anos do Timão, no banco, Adenor Leonardo Bacchi, o Tite, treinador com mais títulos na história alvinegra, foi o escolhido, com 89% dos votos, superando Oswaldo Brandão, Rato e Fabio Carille. Pelo Timão, o gaúcho – hoje treinador da seleção brasileira – conquistou o Mundial de Clubes (12), a Libertadores (12), a Recopa (13), dois títulos brasileiros (11 e 15) e um Campeonato Paulista (13).

As passagens do paraguaio Gamarra no futebol brasileiro

Por Victor de Andrade


Durante várias fases do futebol brasileiro, sempre houve um zagueiro que era quase unanimidade entre os torcedores, por ser um marcador implacável, mas sem abusar do jogo bruto, e com a bola no pé parecia mais um meio-campista. Entre a segunda metade dos anos 90 e os anos 2000, o nome que sempre era citado nas conversas sobre o esporte não era de um atleta tupiniquim e sim do paraguaio Gamarra.

Carlos Alberto Gamarra Pavón, nascido em Ypacaraí, no Paraguai, em 17 de fevereiro de 1971, foi profissionalizado no futebol pelo Cerro Porteño, em 1991. Em 1992, ele tem uma rápida passagem pelo Independiente, da Argentina, volta ao time paraguaio e em 1995 faz sua estreia no futebol brasileiro.

INTERNACIONAL

Fama de grande zagueiro por estas terras começa no Inter

Sem muito alarde, o Colorado traz o zagueiro paraguaio para a disputa do Brasileirão de 1995, bem na época onde o time do momento do Rio Grande do Sul era o Grêmio, que contava com os compatriotas Arce e Rivarola. Apesar de não ser uma das melhores fases do Inter, Gamarra se destaca e começa a ser reconhecido como um dos melhores zagueiros atuando no futebol brasileiro.

Com Gamarra em campo, o torcedor do Inter já sabia que na defesa estava segura. E assim, ele conquistou diversos prêmios individuais, sendo considerado o melhor zagueiro do Campeonato Brasileiro, na Bola de Prata da Revista Placar, nos anos de 1995 e 1996. Em 1997, ajuda o Inter a quebrar uma seqüência de dois títulos estaduais do rival e conquista o Gauchão daquele ano. Depois, ele é negociado com o Benfica.

CORINTHIANS

Provavelmente, teve o seu auge atuando pelo Corinthians

Depois de um semestre atuando no futebol português, o Corinthians, em parceria com o Banco Excel Econômico, contrata o zagueiro paraguaio no início de 1998, no plano de montar um super-time e Gamarra não decepcionou, pelo contrário! Jogando firme, conquistou a torcida do Timão, mesmo que em seu primeiro campeonato, o Paulistão, perdeu a final para o São Paulo.

O Jogador foi convocado para disputar a Copa do Mundo de 1998, disputada na França, e atinge, naquele momento, o auge na carreira. Passou as quatro partidas do Paraguai na Copa do Mundo sem sequer cometer uma falta, entrou na seleção do Mundial para muitos e a clássica cena dele com o braço enfaixado, contra a França, devido ao deslocamento do ombro, entrou para a história das Copas.

Voltando ao Corinthians, foi importantíssimo na conquista do Campeonato Brasileiro de 1998, onde novamente ganhou a Bola de Prata da Revista Placar, e no Paulista de 1999. Com vontade de vencer no futebol europeu, aceitou uma proposta do Atlético de Madrid e foi para a Espanha. Seu último jogo pelo Timão foi justamente a final do estadual, que ficou famosa pelas embaixadinhas do Edilson.

FLAMENGO

Gamarra atuando pelo Flamengo, contra o River Plate, pela Copa Mercosul

Depois de uma passagem pelo Atlético de Madrid não muito boa, contando até com o rebaixamento no Espanhol, Gamarra aceita entrar em mais um projeto de super-time no futebol brasileiro e foi contratado pelo Flamengo, para a disputa da Copa João Havelange de 2000, em parceria com a ISL, mas desta vez não deu muito certo. Nem tanto pelas atuações do zagueiro dentro de campo, mas sim pelas trapalhadas da diretoria do Flamengo. Em uma equipe com ele, Denilson, Alex  e Petkovic, o Flamengo foi mal no segundo semestre de 2000 e o pior: atrasava o salário dos atletas.

Com problemas, para 2001, alguns atletas saíram e Gamarra até ficou. Em seu período no Rubro Negro, fez grande dupla de zaga com Juan, mas a administração do clube não ajudava. Mesmo assim, ganhou o Carioca e a Copa dos Campeões pelo clube em 2001, ajudando a equipe a se classificar para a Libertadores do ano seguinte. Porém, os constantes atrasos fizeram com que ele aceitasse uma proposta do AEK e partiu para a Grécia em 2002, onde foi convocado para a Copa do Mundo daquele ano. Podemos dizer que no Flamengo, Gamarra teve o seu desempenho mais baixo no futebol brasileiro, mesmo sendo muito longe de ter sido ruim.

PALMEIRAS

Atuando pelo Verdão, na Libertadores de 2006

Depois de jogar no AEK, Gamarra ficou três temporadas na Internazionale de Milão e no meio de 2005 aceitou um proposta de voltar para o futebol brasileiro, desta vez para jogar no Palmeiras. Com 34 anos, o zagueiro não tinha o mesmo vigor de antes, mas sua técnica refinada permanecia a mesma e o zagueiro fez um grande Campeonato Brasileiro naquele ano, ajudando o Verdão a conquista a vaga na Copa Libertadores e ganhando a sua quarta Bola de Prata da Revista Placar.

Em 2006, continuou fazendo boas atuações e foi para a sua terceira Copa seguida, que foi disputada no Paraguai. A sua seleção, não fez um bom torneio e, para piorar, em sua volta, mesmo ainda atuando bem pelo Verdão, foi dispensado devido ao alto salário. Com isto, Gamarra voltou ao futebol paraguaio e encerrou a carreira no Olímpia, em 2008.
Proxima  → Inicio

O Curioso do Futebol

O Curioso do Futebol
Site do jornalista Victor de Andrade e colaboradores com curiosidades, histórias e outras informações do mundo do futebol. Entre em contato conosco: victorcuriosofutebol@gmail.com

Twitter

YouTube

Aceisp

Total de visualizações