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Conmebol celebra 108 anos

Com informações da CBF
Foto: divulgação / Conmebol

Atual sede da Conmebol em Luque, no Paraguai

A Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol), fundada em 9 de julho de 1916, celebra nesta terça-feira 108 anos de histórias. Com sede em Luque, no Paraguai, a entidade tem dez filiadas espalhadas pelo continente: além da CBF, as federações nacionais de futebol da Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela.

O presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, compõe o Conselho Consultivo da Conmebol e foi aclamado por esse colegiado em novembro de 2023, por unanimidade, como membro permanente do Conselho da Fifa.

Entre as competições mais conhecidas organizadas pela Conmebol estão a Libertadores (feminina e masculina), a Copa Sul-Americana e a Copa América – esta disputada em 2024 pelas dez seleções da América do Sul e outras vinculadas à Concacaf.

Em 1916, após o sucesso de uma competição realizada na Argentina, em razão do centenário da independência do país, e que contou com a presença das seleções do Chile, Uruguai e Brasil, além da anfitriã, o dirigente uruguaio Héctor Rivadavia Gómez propôs a criação de uma entidade que representasse a América do Sul.


Assim, em 9 de julho daquele ano, as confederações (federações) de Brasil, Argentina, Chile e Uruguai fundaram a Conmebol.

A Confederação Sul-Americana de Futebol ostenta entre seus filiados dez títulos da Copa do Mundo organizada pela Fifa, cinco deles conquistados pelo Brasil. Atualmente a Conmebol é dirigida pelo paraguaio Alejandro Domínguez.

Jabaquara e os 108 anos de sua fundação

Com informações do Jabaquara Atlético Clube
Foto: reprodução

Estádio Espanha, a casa do Leão da Caneleira

O Jabaquara Atlético Clube, fundado a 15 de novembro de 1914, está completando 108 anos de fundação. Suas cores são amarelo e vermelho. A agremiação, anteriormente chamada de Hespanha, é um dos membros fundadores da Federação Paulista de Futebol. Disputou a Primeira Divisão estadual (atual A-1) entre os anos de 1927 a 1963, com sete ausências. Atualmente, disputa a Segunda Divisão do Campeonato Paulista de Futebol, organizado pela FPF.

Um grupo de jornaleiros espanhóis, ou “tribuneiros”, como eram conhecidos, com a união de associações ou agremiações esportivas dos imigrantes europeus na região de Santos do início do século 20, e o interesse na nova modalidade esportiva, reuniam-se em torno do atual bairro do Jabaquara. Para dar nome à nova equipe foram dadas várias sugestões, entre elas Nova Cintra e Jabaquara. Foi quando um senhor negro, ex-escravo, entrou e propôs: Espanha, que foi logo aceito por todos, e fundaram o Hespanha Foot Ball Club, conforme denominavam em 15 de novembro de 1914.

A sua primeira partida oficial ocorreu em 1916, contra o Clube Afonso XIII, em um resultado de 1 a 1, numa ocasião em que foi levantado o primeiro pavilhão do clube. Surpreendeu com uma gloriosa vitória e arrecadação contra o SPR no ano seguinte, onde festejaram e conquistaram diversos associados e atenção na cidade.

Nos anos de 1918 a 1920, conquistou a “Taça Grande Café D’Oeste” e participou como convidado na inauguração do estádio da Associação Atlética Portuguesa. O seu crescimento foi tamanho a partir de então, que em 1924 foi construído um estádio maior, localizado no bairro do Macuco como “Estádio Antonio Alonso”, que levou o nome do seu proprietário, passando a ser chamado o time popularmente como o “Leão do Macuco”. Em 1930, o Hespanha enfrenta seu primeiro adversário internacional com uma vitória de 3×2 contra a Seleção de Buenos Aires.

Com a fundação da Federação Paulista de Futebol, esteve presente o Hespanha nos campeonatos oficiais de São Paulo na divisão principal. No início da década de 1940, em decorrência da Segunda Guerra Mundial, houve a necessidade de mudança do Hespanha, pois levava nome de país, o que não era permitido a partir de um decreto de lei, passando a denominar-se após votação como Jabaquara Atlético Clube em homenagem ao seu bairro de origem, gerando o popularizado apelido de “Jabuca”.


Em 1944 o time atingiu o seu auge com o melhor ataque do futebol paulista. Foi no período entre 1940 e 1957 que o clube revelou vários craques, com o técnico Arnaldo de Oliveira, popularmente conhecido como Papa. As maiores estrelas reveladas foram o goleiro Gilmar, com passagem pelo Sport Club Corinthians Paulista e campeão mundial pelo Santos Futebol Clube e Seleção Brasileira de Futebol, e Osvaldo da Silva, conhecido como Baltasar, que era o nome do seu irmão que jogava no Santos FC. Outros craques formados: Marcos (revelado para o Corinthians); Feijó, Getúlio, Ramiro e Álvaro (para o Santos); Célio (para o Vasco da Gama, no Rio de Janeiro); e Melão, (do Santos para o SPAL na Itália).

14 de abril de 1912 - O nascimento do Santos FC

Com informações do Santos FC
Foto: Arquivo Santos FC

Um dos primeiros times da história do Santos FC

Em 14 de abril de 1912, nascia na cidade de Santos, no litoral paulista, um clube que passaria a fazer parte dos grandes do futebol brasileiro. Aliás, seria o que teria mais glórias fora de um capital estadual. Sim, estamos falando do Santos Futebol Clube, que está completando 108 anos de fundação.

Havia quase 10 anos que Henrique Porchat de Assis, o Dick Martins, tinha trazido duas bolas de São Paulo e o primeiro jogo de futebol em Santos se realizara na praia da Barra, atual praia do Embaré, em 1º de novembro de 1902. No ano seguinte surgiram o Clube Atlético Internacional e o Sport Clube Americano e o futebol cresceu na cidade. Mas, no começo de 1912, a situação era desanimadora e um grupo de jovens estudantes e comerciários resolveu criar um novo clube de futebol em Santos.

Os líderes Raymundo Marques, Mário Ferraz e Argemiro de Souza Junior percorreram o comércio convidando cerca de 200 jovens para o evento de fundação do novo clube, marcado para um domingo, 14 de abril de 1912, às 14 horas, na sede do Club Concórdia, à Rua do Rosário, 18, atual João Pessoa, 10 (o prédio, de dois andares, existe até hoje e abriga uma loja Proplastic. O salão do Club Concórdia ficava na sobreloja).


Trinta e nove jovens compareceram à reunião. Após as explanações iniciais de Raymundo Marques, procedeu-se à escolha do nome da nova agremiação. As denominações “África”, “Brasil” e “Concórdia” foram rejeitadas, mas quando Edmundo Jorge de Araújo sugeriu “Santos Foot Ball Club”, em homenagem à cidade, todos aprovaram entusiasticamente e uma salva de palmas saudou o novo time de futebol que nascia.

Como era Santos em 1912 - Quando o Santos foi fundado o prefeito da cidade era Belmiro Ribeiro de Moraes e Silva, do Partido Republicano Paulista (PRP). Nascido em Santos, Belmiro era um empresário e político empenhado em acabar com os cortiços da cidade. A Vila Operária, cujas terras pertenciam a ele, receberia o nome de Vila Belmiro em sua homenagem.

Santos se urbanizava. Fundada pelo fidalgo português Brás Cubas, a cidade crescia rápido desde a inauguração da Estrada de Ferro São Paulo Railway, em 1867. O toque decisivo do progresso veio em 1892, quando se iniciou a exportação pelo porto. Um censo de 1912 constatou que Santos possuía exatos 88.967 habitantes e era uma das cidades mais populosas do Brasil.


Desde 1910, com a construção dos hotéis Internacional e Parque Balneário, a cidade se tornou um ponto turístico obrigatório. E para pôr fim ao crônico problema de saneamento básico, prosseguia a construção dos canais projetados pelo engenheiro sanitarista Saturnino de Brito. Dos sete previstos, os dois primeiros já tinham sido entregues.

Muitas personalidades já tinham deixado seu nome na história da cidade, como o cientista Bartolomeu de Gusmão, o “Padre Voador”; seu irmão Alexandre de Gusmão, autor da Carta Geográfica do Brasil; João de Menezes e Souza, o barão de Paranapiacaba; os poetas Vicente de Carvalho, Rui Ribeiro Couto, Xavier da Silveira e Martins Fontes; e os ilustres irmãos Andrada, com destaque para o “Patriarca da Independência”, José Bonifácio de Andrada e Silva.

Santos já nasceu predestinado - Quantos clubes do mundo podem dizer que entre seus fundadores já havia dois adolescentes que, dois anos depois, seriam titulares da primeira seleção de seu país? Pois é. O ponta-direita Adolpho Millon, com 16 anos, e o ponta-esquerda Arnaldo Silveira, com 17, fundaram o Santos em abril de 1912 e em setembro de 1914 jogaram as duas primeiras partidas oficiais da Seleção Brasileira, contra a Argentina, conquistando a Copa Roca, o primeiro troféu do futebol brasileiro.


Em Santos, o time não tinha adversários, e no Campeonato Santista de 1913 goleou os outros três adversários nos dois turnos: a Escolástica Rosa por 5 a 1 e 5 a 0; o América por 5 a 2 e 7 a 1, e o Atlético Santista por 6 a 3 e 7 a 0.

Ainda em 1913, sem passar por barragens – ao contrário de outros clubes oriundos da várzea paulistana – o Santos entrou direto na divisão principal da Liga Paulista de Futebol, na sua primeira participação em um Campeonato Paulista.

Só que todos os jogos foram na capital, e sem dinheiro para as passagens de trem e os lanches da equipe, contando apenas com o entusiasmo dos jogadores e do técnico-jogador Urbano Caldeira, o clube acabou desistindo da competição. Mas sua única vitória revelou-se profética: goleou o Corinthians por 6 a 3, naquele que entrou para a história como o primeiro clássico paulista.

Pelas mídias sociais, Fiel escolhe a seleção dos 108 anos do Corinthians

Com informações da Agência Corinthians

Cássio, Zé Maria, Rinón, Paulinho, Gamarra e Balbuena, em pé. Tévez, Ronaldo, Sócrates, Rivellino e Wladimir, sentados, com Tite como treinador. A seleção escolhida pelo torcedor
(crédito: reprodução)

Neste sábado (01), o Sport Club Corinthians Paulista completa 108 anos de fundação. Para comemorar este importante dia, o Corinthians apresenta uma seleção dessa história centenária, com 11 craques e o treinador, escolhidos pela Fiel. A iniciativa foi do clube em conjunto com o Almanaque do Timão.

A equipe foi formada a partir de enquete realizada no perfil oficial do Corinthians no Twitter, nas últimas segunda e terça-feira, dias 27 e 28 de agosto. Foram mais de 150 mil votos, que formaram um verdadeiro esquadrão: Cássio, Zé Maria, Gamarra, Balbuena e Wladimir; Rincón, Paulinho, Sócrates e Rivellino; Tevez e Ronaldo. No banco, o técnico Tite.

No gol, o atual arqueiro corinthiano teve 61% dos votos, superando Ronaldo Giovanelli, Dida e Gilmar dos Santos Neves, outros grandes defensores da meta alvinegra. Pelo lado direito, Zé Maria teve 46% dos votos da Fiel, numa escolha com Alessandro, Fagner e Idário. Na esquerda Wladimir, jogador que mais vezes vestiu a camisa alvinegra, foi escolhido com 74% dos votos, numa enquete que trazia, também, Kleber, Dino Pavão e Oreco.

Na zaga, dois ídolos paraguaios. O zagueiro central Gamarra, campeão brasileiro com o Timão em 1998, teve 56% dos votos, superando Chicão, Gil e Domingos da Guia. O quarto zagueiro escolhido pela Fiel foi Balbuena, bicampeão paulista (17-18) e campeão brasileiro (17) pelo Timão. O paraguaio teve 71% dos votos, em escolha com Amaral, Goiano e Luis Carlos.

No meio, o colombiano Freddy Rincón, capitão na conquista do primeiro título mundial, em 2000, foi escolhido como primeiro volante, com 57% dos votos, superando Ralf, Roberto Belangero e Brandão. Ao lado de Rincón, um dos ídolos recentes da história alvinegra forma a dupla de volantes da seleção corinthiana dos 108 anos. Selecionado com 51% dos votos, Paulinho deixou para trás outros ídolos, como Vampeta, Elias e Christian.

Entre os meias, Sócrates, o eterno doutor, foi escolhido com 56% dos votos para ocupar o lado direito, superando Marcelinho Carioca, Neco e Luizinho. Pela esquerda, o Reizinho do Parque, Rivellino, recebeu 54% dos votos da Fiel, vencendo Neto, Danilo e Zenon, outros grandes canhotos da história alvinegra.

Na frente, uma dupla para atormentar qualquer zaga. Campeão brasileiro pelo Timão em 2005, o argentino Carlitos Tevez foi o mais lembrado pela torcida, com 37% dos votos, superando Edílson Capetinha, Emerson Sheik e Cláudio. Entre os centroavantes, o Fenômeno Ronaldo foi o escolhido com 72% dos votos, em enquete que trazia também Casagrande, Baltazar e Teleco – ídolos de diferentes gerações de torcedores corinthianos.

Comandando a seleção dos 108 anos do Timão, no banco, Adenor Leonardo Bacchi, o Tite, treinador com mais títulos na história alvinegra, foi o escolhido, com 89% dos votos, superando Oswaldo Brandão, Rato e Fabio Carille. Pelo Timão, o gaúcho – hoje treinador da seleção brasileira – conquistou o Mundial de Clubes (12), a Libertadores (12), a Recopa (13), dois títulos brasileiros (11 e 15) e um Campeonato Paulista (13).
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