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A passagem de Wladimir pela Ponte Preta

Por Ricardo Pilotto
Foto: arquivo / Gazeta Press

Wladimir teve boa passagem pela Macaca no fim dos Anos 80

Wladimir Rodrigues dos Santos, ex-lateral esquerdo conhecido popularmente apenas como Wladimir, está comemorando o seu 69º ano de vida nesta terça-feira, dia 29 de agosto de 2023. Durante a sua trajetória futebolística de sucesso, o atleta defendeu a Ponte Preta já no fim dos anos 80.

Antes de chegar no clube de Campinas, o renomado atleta já havia escrito uma linda história vestindo a camisa do Corinthians, onde foi revelado e jogou profissionalmente de 72 a 85, e se tornou ídolo da torcida Alvinegra do Parque São Jorge. Posteriormente, ainda defendeu o Santo André em 86, antes de rumar à Macaca naquele mesmo ano.

A equipe do interior paulista o adquiriu por conta do seu estilo de jogo. Sua característica de demostrar tamanha garra e segurança para marcar os adversários atuando pela Veterana lhe renderam algumas oportunidade de atuar na Seleção Brasileira.

Assim como em times como Corinthians, Santo André e Santos, que viria a defender posteriormente, o defensor marcou presença na lista dos jogadores que mais estiveram em ação. Encerrou a sua trajetória na Ponte Preta em 87, ano em que voltou ao Coringão, onde passaria a jogar em uma nova função: a de quarto-zagueiro.


Segundo o site ogol.com, Wladimir disputou um total de 24 partidas com a camisa ponte-pretana e anotou dois tentos. Na sequência de seu estrelato, rodou por agremiações renomadas do futebol brasileiro, como Santos e Cruzeiro.

Um show com Rita Lee, Casão, Sócrates e Wladimir

Foto: arquivo

Rita Lee, com a camisa do Corinthians, entre os jogadores

Neste 9 de maio de 2023, a música brasileira e, especialmente, o rock, ficou mais triste. Morreu Rita Lee, aos 75 anos. Corintiana, ela fez questão que em um show no Ibirapuera, em 1982, subissem no palco Wladimir, Sócrates e Casagrande, que faziam parte do time que dominava o futebol paulista na ocasião.

Em novembro de 1982, o Ginásio do Ibirapuera seria palco de um grande show da Rita Lee. Corintiana fanática, a cantora, que é conhecida como a Rainha do Rock no Brasil, convidou os jogadores do Timão a irem no show. Casagrande, é claro, não só aceitou o convite, como prometeu: "vou te dar uma camisa autografada".

No dia do show, Casão, Sócrates e Wladimir foram juntos para o concerto. Chegando no Ibirapuera, um olhou pro outro e se tocaram que tinham esquecido a camisa da Rita Lee. A saída, o próprio Casagrande contou em uma participação no programa Arena SporTV.

Trecho do show

"Eu tinha falado com a Rita e prometi que ia levar uma camisa número 9. Jogamos à tarde, fomos para casa, chegamos no ginásio do Ibirapuera e eu pergunto para o Magrão (Sócrates): 'Está tudo certo, né? Você trouxe a camisa?' Ele disse que não. Wlad (Wladimir) também não. Então vimos um cara que estava com a namorada vendo o show com a camisa do Corinthians. Fui lá e ele disse: 'Casão, meu ídolo, Magrão, Wladimir, que prazer'. Eu falei: 'Você pode dar a sua camisa? Prometi para a Rita'. Ainda falei para ele: 'pode passar no Parque São Jorge que te dou outra autografada'. Nem sei nem se ele passou depois", disse o Casão.

Os três jogadores foram convidados pela cantora a subirem no palco. Casagrande deu a camisa para Rita Lee e ainda participaram do show. "Aproveitei e convidei a Rita para assistir a final do Campeonato Paulista, no dia 12 de dezembro".


O atacante fez um dos gols da vitória sobre o São Paulo por 3 a 1. "Eu também prometi fazer o Gol Rita Lee. O Osmar Santos estava na Rádio Globo e eu comentei com ele, que faria o Gol Rita Lee. Foi o único gol em que eu coloquei nome, em que eu homenageei alguém".

Casagrande foi o artilheiro do Campeonato Paulista de 1982, com 28 gols. No ano seguinte, o clube seria bicampeão estadual, vencendo novamente o São Paulo na decisão.

A passagem curta de Wladimir no Cruzeiro

Por Fabio Rocha
Foto: Juha Tamminnen

Wladimir em sua passagem pelo Cruzeiro

Um dos ídolos da história do Corinthians é um líder da democracia da equipe, completa 68 anos. Wladimir Rodrigues dos Santos nasceu no dia 29 de agosto de 1954, em São Paulo, e se tornou um grande lateral esquerdo. Porém, sua carreira não foi apenas na capital paulista que o jogador atuou, após muitos anos do Timão, o atleta começou a rodar mais pelo Brasil.

A sua vida no Corinthians foi muito boa, se tornando o jogador que mais vestiu a camisa do clube, participando de um dos capítulos mais importante da história do clube, que foi a democracia, e ganhou alguns títulos com sua equipe. Por lá, o lateral ficou 12 anos e depois saiu da equipe, mas depois acabou retornando parar ficar mais uma temporada.

Em 1985, ele deixou o clube para começar a rodar pelo Brasil, o primeiro clube foi o Santo André, depois foi a Ponte Preta, mas logo depois voltou para o Corinthians, ficando mais uma temporada e a sua última no Timão. Em 1988, ele chegou ao Cruzeiro, mais um time grande em sua carreira.

Entretanto, o jogador não tinha mais o físico do seu começo é meio de carreira, então teve muito mais dificuldade para atuar. Já com 34, o lateral começou a sofrer mais, lembrando que tinha um porte físico espetacular, tanto que ficou 161 jogos atuando consecutivamente, sem contusões ou suspensões.

Porém, a idade chega para todos e com isso acaba pesando, ainda mais para um lateral, que corre a todo momentos. Tudo isso prejudicou o jogador no Cruzeiro, mas que mesmo assim, conseguiu jogar vários jogos em alto nível e ajudou sua equipe enquanto pode.


Wladimir ficou apenas uma temporada no clube mineiro e logo depois deixou o clube para atuar em outra equipe gigantesca. O lateral foi atuar no rival do Corinthians, o Santos, mas também ficou por pouco tempo e logo depois se aposentou, em 1991, na Central Brasileira de Cotia.

Wladimir - Um ídolo corintiano com a camisa do Santos

Por Lucas Paes
Foto: GazetaPress

Wladimir atuando pelo Santos em 1989

Completando 66 anos neste dia 29 de agosto, o lateral Wladimir é o jogador que mais vestiu a camisa do Corinthians na história do clube de Parque São Jorge. Depois de vários anos representando o Timão, já em final de carreira, à exemplo de Sócrates, outro ídolo corintiano, ele foi contratado pelo Santos, no ano de 1989. Os dois chegaram inclusive a atuar juntos pelo Alvinegro Praiano. 

O Peixe vivia uma época de vacas magras e buscava em jogadores já consagrados uma sustentação para buscar raros bons resultados naquele momento. O lateral consagrado no Timão chegou a Vila Belmiro para jogar o Campeonato Paulista, trazido diretamente do Cruzeiro. Foi desde o início da campanha titular absoluto, marcando inclusive um gol na competição, mas o Alvinegro da Vila Belmiro terminou o campeonato apenas na sexta colocação.


Seguiu como titular nas excursões feitas pelo Santos naquele ano. Atuou em 18 amistosos durante o ano, com o clube passando por países como Jamaica, China e Estados Unidos. Também foi titular na estréia da Supercopa Libertadores, quando o Peixe perdeu do Independiente de Avellaneda, na Argentina, mas acabou não jogando a volta. Naturalmente, seguiu sendo titular da equipe durante o Brasileirão, sendo presença constante nas partidas.

Terminou a passagem pelo Santos com 42 jogos oficiais vestindo a camisa alvinegra e marcando um único gol pelo clube, no Campeonato Paulista, em jogo contra o São José. Foi um dos destaques da equipe, que apesar de ter bons nomes não conseguiu fazer um grande ano, tendo um desempenho muito claudicante e perdendo muito tecnicamente após a saída de Sócrates do clube.


Depois de deixar o Santos, Wladimir só retornou ao futebol em 1991, jogando pela Central Brasileira, da cidade de Cotia, último clube de sua carreira, que jogava na época a Segunda Divisão Paulista, equivalente a atual Série A2. A camisa santista foi a última de um time grande que o lateral vestiu em sua carreira.

A estreia de Wladimir pelo Corinthians

Com informações do site oficial do Corinthians
Foto: acervo Corinthians

Wladimir estreou pelo Corinthians em 1972, antes de completar 18 anos

O primeiro dia do mês de junho de 1972 marcou o início de uma era chamada Wladimir no Corinthians. A estreia do atleta pelo Timão aconteceu em amistoso internacional contra o Besiktas, da Turquia, que terminou com vitória alvinegra por 3 a 0. E esta seria a história mais longa de um jogador com a camisa do Timão.

Em 105 anos de história do Sport Club Corinthians Paulista, ninguém vestiu o manto alvinegro mais vezes do que Wladimir. Ao todo, foram 805 jogos com a camisa do Timão, 199 vezes mais do que Luizinho, segundo jogador dessa lista. Um dado muito interessante: seu primeiro jogo com o uniforme alvinegro do time principal foi com 17 anos, já que ele nasceu em 29 de agosto de 1954.

O ex-lateral esquerdo foi revelado pelo próprio Corinthians. Além de ser o jogador que mais vezes usou o manto preto e branco, Wladimir é o atleta que detém o recorde de atuações seguidas pelo Coringão. Foram 161 jogos sem uma única ausência, durante dois anos, um mês e 23 dias.

Wladimir atuou pelo Corinthians de 1972 a 1985 e teve segunda passagem em 1987. Até o momento longe de ser batida, a marca de 805 jogos com o Timão rendeu, durante a primeira passagem, a conquista de quatro títulos do Campeonato Paulista, incluindo o mais importante de todos, em 1977, que acabou com o jejum de quase 23 anos sem conquistas do Alvinegro. Os outros foram em 1979 e o bicampeonato de 1982/1983.

Pelas mídias sociais, Fiel escolhe a seleção dos 108 anos do Corinthians

Com informações da Agência Corinthians

Cássio, Zé Maria, Rinón, Paulinho, Gamarra e Balbuena, em pé. Tévez, Ronaldo, Sócrates, Rivellino e Wladimir, sentados, com Tite como treinador. A seleção escolhida pelo torcedor
(crédito: reprodução)

Neste sábado (01), o Sport Club Corinthians Paulista completa 108 anos de fundação. Para comemorar este importante dia, o Corinthians apresenta uma seleção dessa história centenária, com 11 craques e o treinador, escolhidos pela Fiel. A iniciativa foi do clube em conjunto com o Almanaque do Timão.

A equipe foi formada a partir de enquete realizada no perfil oficial do Corinthians no Twitter, nas últimas segunda e terça-feira, dias 27 e 28 de agosto. Foram mais de 150 mil votos, que formaram um verdadeiro esquadrão: Cássio, Zé Maria, Gamarra, Balbuena e Wladimir; Rincón, Paulinho, Sócrates e Rivellino; Tevez e Ronaldo. No banco, o técnico Tite.

No gol, o atual arqueiro corinthiano teve 61% dos votos, superando Ronaldo Giovanelli, Dida e Gilmar dos Santos Neves, outros grandes defensores da meta alvinegra. Pelo lado direito, Zé Maria teve 46% dos votos da Fiel, numa escolha com Alessandro, Fagner e Idário. Na esquerda Wladimir, jogador que mais vezes vestiu a camisa alvinegra, foi escolhido com 74% dos votos, numa enquete que trazia, também, Kleber, Dino Pavão e Oreco.

Na zaga, dois ídolos paraguaios. O zagueiro central Gamarra, campeão brasileiro com o Timão em 1998, teve 56% dos votos, superando Chicão, Gil e Domingos da Guia. O quarto zagueiro escolhido pela Fiel foi Balbuena, bicampeão paulista (17-18) e campeão brasileiro (17) pelo Timão. O paraguaio teve 71% dos votos, em escolha com Amaral, Goiano e Luis Carlos.

No meio, o colombiano Freddy Rincón, capitão na conquista do primeiro título mundial, em 2000, foi escolhido como primeiro volante, com 57% dos votos, superando Ralf, Roberto Belangero e Brandão. Ao lado de Rincón, um dos ídolos recentes da história alvinegra forma a dupla de volantes da seleção corinthiana dos 108 anos. Selecionado com 51% dos votos, Paulinho deixou para trás outros ídolos, como Vampeta, Elias e Christian.

Entre os meias, Sócrates, o eterno doutor, foi escolhido com 56% dos votos para ocupar o lado direito, superando Marcelinho Carioca, Neco e Luizinho. Pela esquerda, o Reizinho do Parque, Rivellino, recebeu 54% dos votos da Fiel, vencendo Neto, Danilo e Zenon, outros grandes canhotos da história alvinegra.

Na frente, uma dupla para atormentar qualquer zaga. Campeão brasileiro pelo Timão em 2005, o argentino Carlitos Tevez foi o mais lembrado pela torcida, com 37% dos votos, superando Edílson Capetinha, Emerson Sheik e Cláudio. Entre os centroavantes, o Fenômeno Ronaldo foi o escolhido com 72% dos votos, em enquete que trazia também Casagrande, Baltazar e Teleco – ídolos de diferentes gerações de torcedores corinthianos.

Comandando a seleção dos 108 anos do Timão, no banco, Adenor Leonardo Bacchi, o Tite, treinador com mais títulos na história alvinegra, foi o escolhido, com 89% dos votos, superando Oswaldo Brandão, Rato e Fabio Carille. Pelo Timão, o gaúcho – hoje treinador da seleção brasileira – conquistou o Mundial de Clubes (12), a Libertadores (12), a Recopa (13), dois títulos brasileiros (11 e 15) e um Campeonato Paulista (13).

Rock e Futebol - Rita Lee, Casão, Sócrates e Wladimir

Sócrates, Rita Lee, Wladimir e Casão: tabelinha entre futebol e rock

Podemos dizer que no ano de 1982 teve início um dos movimentos mais marcantes do futebol brasileiro: a Democracia Corintiana. Em uma época em que o país vivia o período de ditadura militar, falar em democracia por aqui era um risco grande. Por isso, o elenco corintiano da primeira metade da década de 80 marcou época, inclusive participando do movimento Diretas Já, além de algumas atitudes no relacionamento com a diretoria do clube.

Uma das atitudes democrática do Corinthians dos anos 80 foi incentivar a população a votar em 15 de novembro de 1982, a primeira eleição para governadores dos estados em anos. O Timão entrou em campo em alguns jogos com os seguintes dizeres: "Dia 15 Vote". Esta história já foi contada por O Curioso do Futebol.

Mas o que a Democracia Corintiana tem haver com o Rock? Simples: um dos líderes do movimento, Casagrande, roqueiro assumido, batia cartão nos shows em São Paulo das principais bandas e cantores do estilo.

Em novembro, o Ginásio do Ibirapuera seria palco de um grande show da Rita Lee. Corintiana fanática, a cantora, que é conhecida como a Rainha do Rock no Brasil, convidou os jogadores do Timão a irem no show. Casagrande, é claro, não só aceitou o convite, como prometeu: "vou te dar uma camisa autografada".

Parte do documentário sobre a Democracia Corintiana

No dia do show, Casão, Sócrates e Wladimir foram juntos para o concerto. Chegando no Ibirapuera, um olhou pro outro e se tocaram que tinham esquecido a camisa da Rita Lee. A saída, o próprio Casagrande contou em uma participação no programa Arena SporTV.

"Eu tinha falado com a Rita e prometi que ia levar uma camisa número 9. Jogamos à tarde, fomos para casa, chegamos no ginásio do Ibirapuera e eu pergunto para o Magrão (Sócrates): 'Está tudo certo, né? Você trouxe a camisa?' Ele disse que não. Wlad (Wladimir) também não. Então vimos um cara que estava com a namorada vendo o show com a camisa do Corinthians. Fui lá e ele disse: 'Casão, meu ídolo, Magrão, Wladimir, que prazer'. Eu falei: 'Você pode dar a sua camisa? Prometi para a Rita'. Ainda falei para ele: 'pode passar no Parque São Jorge que te dou outra autografada'. Nem sei nem se ele passou depois", disse o Casão.

Os três jogadores foram convidados pela cantora a subirem no palco. Casagrande deu a camisa para Rita Lee e ainda participaram do show. "Aproveitei e convidei a Rita para assistir a final do Campeonato Paulista, no dia 12 de dezembro".

O atacante fez um dos gols da vitória sobre o São Paulo por 3 a 1. "Eu também prometi fazer o Gol Rita Lee. O Osmar Santos estava na Rádio Globo e eu comentei com ele, que faria o Gol Rita Lee. Foi o único gol em que eu coloquei nome, em que eu homenageei alguém".

Casagrande foi o artilheiro do Campeonato Paulista de 1982, com 28 gols. No ano seguinte, o clube seria bicampeão estadual, vencendo novamente o São Paulo na decisão.

Gol Rita Lee com narração de Osmar Santos
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