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A estreia com gol de Rivellino pelo Timão

Com informações do Corinthians
Foto: Arquivo

Rivellino tinha 19 anos quando estreou pelo Timão

Um dos maiores ídolos da história do Corinthians, Roberto Rivellino está completando 78 anos neste 1º de janeiro de 2023. No dia 13 de janeiro de 1965, aos 19 anos de idade, o Reizinho do Parque estreava profissionalmente pelo Corinthians com gol na partida diante do Santa Cruz, no estádio dos Aflitos, em Recife.

O jogo foi 12 dias depois da então promessa coritiana ter completado 19 anos. E, naquele 13 de janeiro de 1965, iniciava-se uma das histórias mais belas de um craque na história do Timão. Rivelino marava o primeiro de seus 144 gols pelo Corinthians.

A equipe alvinegra, sob o comando de Oswaldo Brandão, entrou em campo para enfrentar os pernambucanos com Cabeção; Amaro, Cláudio, Clóvis e Oreco; Dino Sani, Rivellino, Ferreirinha e Ney; Bazani e Flávio. Os gols da vitória por 3 a 0 foram marcados por Flávio e Bazani, além do próprio Rivellino.


Formado no antigo terrão do Parque São Jorge, o Reizinho do Parque participou de 474 jogos com a camisa do Corinthians e marcou 144 gols, na passagem que durou até 1974. Na inauguração da Arena Corinthians em 2014, coube a Rivellino fazer o primeiro gol da casa alvinegra, em jogo realizado entre ídolos da história corinthiana.

Os jogos e gols marcados por Rivellino em Copas do Mundo

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Rivellino disputou três Copas do Mundo pela Seleção Brasileira

Neste 1º dia de janeiro do ano de 2022, Roberto Rivellino, popularmente conhecido apenas como Rivellino, está completando 76 anos de idade. Por isso, neste sábado, vamos relembrar as três Copas do Mundo que o meia participou defendendo a camisa da Seleção Brasileira.

O primeiro mundial que Riva disputou foi o de 1970, disputado no México, quando estava no Corinthians. Jogando junto de craques como Tostão, Gérson, Pelé, Jairzinho, Carlos Alberto Torres e tantos outros excelentes jogadores, Bigode conseguiu ser um dos grandes destaques daquela equipe vestindo a camisa 11. Suas vítimas foram Tchecoslováquia na vitória por 4 a 1 na estreia, Peru nas quartas de final e Uruguai nas semifinais.

Além de somar três gols ao longo de toda a campanha do tricampeonato da Amarelinha, ganhou uma grande legião de fãs que não eram brasileiros. Inclusive, encantou ninguém mais ninguém menos do que Maradona, o maior jogador da história da Seleção da Argentina, por conta de suas belíssimas jogadas com a perna esquerda, já que Diós também era canhoto. Outros pontos que também chamaram a atenção do craque argentino foram a postura do brasileiro dentro de campo e sua vasta cabeleira.

Na Copa de 1974, realizada na Alemanha Ocidental, Rivellino já tinha mais experiência e com isso, recebeu mais uma oportunidade de jogar pelo Brasil, atuando ainda no clube do Parque São Jorge. Bigode, dessa vez, dividiu o protagonismo junto de Jairzinho, fazendo belíssimos gols. Um deles, foi em cima dos anfitriões através de uma linda cobrança de falta, aproveitando brecha da barreira de alemães que se abriu graças à Jairzinho, que se agachou quando a bola tomava rumo.

Porém, a seleção acabou não conseguindo acompanhar o rendimento do craque e ficou apenas na quarta colocação daquele mundial. Aquela edição foi vencida pela própria Alemanha Ocidental, que bateu o Carrossel Holandês liderado por Johan Cruijff, na grande decisão. Riva encerrou sua participação na competição com sete partidas disputadas e três gols marcados, como em 1970.

Por fim, na Copa do Mundo de 1978, disputada na Argentina, Rivellino não teve o mesmo rendimento e número de jogos em relação às edições anteriores. Bigode passou a maior parte do torneio no banco de reservas, já que havia se contundido antes do mundial, defendendo as cores do Fluminense. Considerado substituto imediato de Zico, participou de três partidas na edição em que o Brasil ficou com a terceira melhor campanha do torneio.


Até os dias de hoje, esta é considerada uma das Copas mais polêmicas da história, já que a Argentina estava vivendo um período de ditadura no país. Com isso, há suspeitas de que a seleção anfitriã foi favorecida pela arbitragem para ser a campeã da competição.

Na soma das três Copas do Mundo que Rivellino disputou, participou de 15 jogos. Somou ao todo seis gols pela Seleção Brasileira nos três mundiais em que recebeu oportunidades de mostrar o seu futebol.

A passagem de Rivellino pelo Al-Hilal

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Rivellino jogou pelo Al-Hilal no final de sua carreira

O Mundo Árabe é hoje um dos destinos mais comuns de jogadores de futebol pelo mundo todo. Numa era onde o dinheiro do petróleo tem ajudado o futebol local, times da Arábia Saudita, Emirados Árabes, Catar, etc. Tem atraído jogadores do mundo todo com a soma que pagam aos atletas, conseguindo inclusive um desses locais ser sede de uma Copa do Mundo (a próxima será no Catar.). Muito antes de ser um destino conhecido, o craque brasileiro Roberto Rivellino, que completará 75 anos neste primeiro dia de 2021, jogou pelo Al-Hilal, da Arábia Saudita.

Rivellino chegou ao clube em 1979, já no final de sua carreira, num futebol que na época ainda engatinhava no profissionalismo. Rivo, como foi apelidado, pediu como primeiro presente aos príncipes donos do clube uma Mercedes, algo que, como contou em entrevista a Folha de São Paulo, fez com que os donos do clube dessem risada, já que por lá "a Mercedes era como um Fusca". 

Dentro de campo, apesar da adaptação difícil ao seco clima árabe, o craque brasuca rapidamente caiu nas graças da torcida. Fazendo uma ótima dupla com o tunisiano Liman, ajudou a equipe a conquistar dois campeonatos sauditas em sequência, em 1979, 1980. Ainda conquistou uma Copa da Arábia Saudita, ao longo dos três anos em que ficou no clube.


Acabou por deixar o clube em 1981, tendo desavenças com o príncipe Kaled. No total, segundo a maior parte das fontes, foram 23 gols em 57 jogos. Ao fim de sua estadia no país se tornou um dos maiores ídolos da história do Al-Hilal, posto que ocupa até hoje. O clube, por sua vez, acabou se tornando ao longo dos anos o maior campeão saudita e o maior time do país.

Antes de encerrar a carreira, ainda deu tempo de Rivellino disputar um amistoso entre São Paulo e a Seleção da Arábia Saudita vestindo a camisa do Tricolor Paulista. No caso do Al-Hilal, o craque brasuca abriu portas que seguem sendo aproveitadas até hoje, sendo o Al-Hilal um comum destino para jogadores sul-americanos por onde já passaram diversos outros nomes, seja dentro de campo ou no comando do clube.

Rivellino jogando pelo São Paulo em 1981

Foto: arquivo
Colaboração: João Paulo Afonso

Rivellino no único jogo em que atuou pelo São Paulo

O título não está errado. Foi apenas um jogo, mas a história é real. Em 22 de setembro de 1981, Roberto Rivellino, um dos maiores jogadores da história do Corinthians, atuou pelo São Paulo em um amistoso no Morumbi contra a Arábia Saudita, onde o tricolor venceu por 5 a 1. Porém, esta história não foi para frente por conta de um clube do mesmo país.

A historia do Rivellino tricolor começou em maio daquele ano. O "ex-Reizinho do Parque" teve o vínculo com o Al-Hilal, clube que ele foi defender em 1979, depois da passagem pelo Fluminense, findado. Como o jogador teve problemas com o presidente da agremiação, o príncipe Kaled, ele não quis renovar o contrato, voltou ao Brasil e chegou até anunciar o fim da carreira.


Mas, com 35 anos, ele imaginava que poderia ainda mostrar o seu talento nos gramados. E foi assim que começou as conversas com o São Paulo, já que treinava no clube social do Tricolor, pois, na época morava próximo às instalações do Clube da Fé.

Naturalmente, Rivellino e os dirigentes são-paulinos da época se aproximaram e surgiu a ideia de ele vestir a camisa do clube. Mas havia um grande obstáculo: Riva ainda tinha ligações contratuais com os sauditas, que não iriam facilitar a transferência. Vale ressaltar que na época existia a Lei do Passe e os jogadores, mesmo sem contrato, ficavam presos ao clube. Como o jogador saiu brigado do Al-Hilal, o time saudita não facilitou a sua liberação.

Então, para tentar sensibilizar o príncipe Kaled, o São Paulo teve uma ideia: marcar um amistoso, no Morumbi, contra a Seleção da Arábia Saudita, que tinha como treinador Rubens Minelli, campeão brasileiro com o Tricolor em 1977.

Imagem

Era uma fria noite de terça-feira e apenas 2.522 pessoas testemunharam Rivellino com a camisa listrada do São Paulo. O SBT também transmitiu ao vivo. A Arábia Saudita não ofereceu nenhuma resistência e acabou goleada por 5 a 1. Apesar de estar sem ritmo e não ter deixado o seu golzinho, Riva mostrou muita classe e elegância. “Rivelino, ainda um grande futebol”, estampou o Estadão, no dia seguinte ao jogo – ver abaixo.

No fim, a diretoria do São Paulo não dobrou o príncipe e a história de Rivellino no clube durou apenas uma efêmera noite. Ele penduraria definitivamente as chuteiras tempos depois. Alguns anos mais tarde, se tornaria comentarista e também brilharia na seleção brasileira de Masters de Luciano do Valle.

A estreia de Rivellino pelo Fluminense

Foto: arquivo Fluminense

Rivellino comemorando um dos gols em sua estreia pelo Fluminense

Neste 1º de janeiro de 2019, o meia Roberto Rivellino completa 74 anos de vida. Um dos maiores jogadores da história do futebol brasileiro e campeão do mundo pela Seleção em 1970, Riva foi um grande ídolo do Corinthians, mas em 1975 ele trocou o Timão pelo Fluminense e sua épica estreia foi justamente contra o antigo clube.

Apesar de ser considerado um dos maiores jogadores da história do Corinthians e ídolo da torcida, no final de 1974 houve uma injusta campanha contra Rivellino no Timão. A equipe vivia o período da fila e o craque foi acusado de não jogar tudo o que sabe na final do Paulista daquele ano, justamente contra o rival Palmeiras, que ficou com o título. Chateado, Riva acabou saindo do Timão sem levantar uma taça, fora o Torneio Rio-São Paulo, e foi vendido para o Fluminense, em uma das maiores transações da história do futebol brasileiro.

O Tricolor das Laranjeiras estava montando uma verdadeira seleção para a temporada de 1975 e a vinda de Rivellino seria a "cereja do bolo". Mas o presidente do clube, Francisco Horta, quis chamar ainda mais a atenção da contratação e acabou marcando a estreia do craque em um amistoso no dia 8 de fevereiro daquele ano, um sábado de carnaval, e justamente contra o ex-clube do "Bigode": o Corinthians.

Pois naquele sábado de Carnaval, mais de 40 mil pessoas foram ao Maracanã e viram um verdadeiro show de Rivellino, que pareceu até estar botando toda a sua mágoa para fora. Aos 25 minutos, ele abria o marcador. Ele parecia impossível naquele dia e faria o segundo aos 36'. No minuto seguinte, Lance diminuía a contagem para o Timão e o primeiro tempo terminava com o placar de 2 a 1 para o Flu.

Os gols do jogo

Na segunda etapa, Rivellino continuou com seu show. Aos 18', ele faria o terceiro dele e do Fluminense. Sairia de campo aos 25 minutos, ovacionado pelos presentes no Maracanã. O Flu ainda faria o quarto, com Búfalo Gil, de pênalti, aos 33', e aquele sábado de Carnaval ficou marcado para sempre na memória de todos que viram a partida.

No Fluminense, Roberto Rivellino faria 158 jogos e marcaria 53 gols, conquistando os estaduais de 1975 e 1976. Porém, ainda em 1976, o Flu, com Rivellino em campo, seria eliminado na semifinal do Brasileirão pelo Corinthians, no dia da famosa invasão da Fiel Torcida no Maracanã, nas penalidades, depois de um empate em 1 a 1 no tempo normal. Riva sairia do Flu em 1979, indo jogar no Al-Hilal, da Arábia Saudita, onde encerrou a carreira em 1981.

O último gol de Rivellino pelo Corinthians

Com informações do site oficial do Corinthians
Foto: Lemyr Martins / Revista Placar

Rivellino comemorando gol. O último dele pelo Corinthians foi em 12/12/1974

Um dos grandes jogadores da história do Corinthians, Roberto Rivellino completa 73 anos neste 1 de janeiro de 2019. O Reizinho do Parque marcou época com a camisa do Timão e deixa saudade nos torcedores corintianos. Vale lembrar que Rivellino atuou pelo Timão entre os anos de 1965 e 1974.

Mas em 12 de dezembro de 1974, o Corinthians enfrentava o Guarani, que foi marcado pelo último gol de Rivellino enquanto atleta do Timão. Na ocasião, os times se enfrentaram no estádio do Pacaembu e empataram por 1 a 1, em partida válida pelo segundo turno do Campeonato Paulista de 1974.

O time comandado Sylvio Pirillo foi campo escalado com: Buttice; Zé Maria, Brito, Ademir e Ojeda; Dirceu Alves, Vaguinho e Rivellino; Lance, Zé Roberto e Peri. O ponta Pita entrou no decorrer da partida, que acabou ficando na história.

Após sair atrás na partida, por sofrer um gol nos últimos minutos da primeira etapa, o Timão buscou o empate aos 34 minutos do segundo tempo, quando o ´Reizinho do Parque´ empatou o marcador para o Alvinegro. Ainda em 1974, o dono da "patada atômica" encerrou seu ciclo de dez anos no Coringão e se transferiu para o Fluminense.

A estreia, com gol, de Rivellino pelo Corinthians

Com informações do site oficial do Corinthians
Foto: arquivo Corinthians

Rivellino, no início, sem ostentar o bigode que o seguiu durante a carreira

Um dos maiores ídolos da história do Corinthians, Roberto Rivellino fez a primeira partida como profissional no dia 13 de janeiro de 1965. Aos 19 anos de idade, o Reizinho do Parque estreava com gol na partida diante do Santa Cruz, no estádio dos Aflitos, em Recife.

Rivellino já era considerado uma das grandes promessas do Parque São Jorge. Nos jogos da base e nos aspirantes, o meia corintianos já mostrava ter uma grande habilidade com a canhota, além do chute fortíssimo, que ficou conhecido como "a patada atômica".

Naquele 13 de janeiro, a equipe alvinegra, sob o comando de Oswaldo Brandão, entrou em campo para enfrentar os pernambucanos com Cabeção; Amaro, Cláudio, Clóvis e Oreco; Dino Sani, Rivellino, Ferreirinha e Ney; Bazani e Flávio. Os gols da vitória por 3 a 0 foram marcados por Flávio e Bazani, além do próprio Rivellino.

Formado no antigo terrão do Parque São Jorge, o Reizinho do Parque participou de 474 jogos com a camisa do Corinthians e marcou 144 gols, na passagem que durou até 1974. Na inauguração da Arena Corinthians em 2014, coube a Rivellino fazer o primeiro gol da casa alvinegra, em jogo realizado entre ídolos da história corinthiana.

Pelas mídias sociais, Fiel escolhe a seleção dos 108 anos do Corinthians

Com informações da Agência Corinthians

Cássio, Zé Maria, Rinón, Paulinho, Gamarra e Balbuena, em pé. Tévez, Ronaldo, Sócrates, Rivellino e Wladimir, sentados, com Tite como treinador. A seleção escolhida pelo torcedor
(crédito: reprodução)

Neste sábado (01), o Sport Club Corinthians Paulista completa 108 anos de fundação. Para comemorar este importante dia, o Corinthians apresenta uma seleção dessa história centenária, com 11 craques e o treinador, escolhidos pela Fiel. A iniciativa foi do clube em conjunto com o Almanaque do Timão.

A equipe foi formada a partir de enquete realizada no perfil oficial do Corinthians no Twitter, nas últimas segunda e terça-feira, dias 27 e 28 de agosto. Foram mais de 150 mil votos, que formaram um verdadeiro esquadrão: Cássio, Zé Maria, Gamarra, Balbuena e Wladimir; Rincón, Paulinho, Sócrates e Rivellino; Tevez e Ronaldo. No banco, o técnico Tite.

No gol, o atual arqueiro corinthiano teve 61% dos votos, superando Ronaldo Giovanelli, Dida e Gilmar dos Santos Neves, outros grandes defensores da meta alvinegra. Pelo lado direito, Zé Maria teve 46% dos votos da Fiel, numa escolha com Alessandro, Fagner e Idário. Na esquerda Wladimir, jogador que mais vezes vestiu a camisa alvinegra, foi escolhido com 74% dos votos, numa enquete que trazia, também, Kleber, Dino Pavão e Oreco.

Na zaga, dois ídolos paraguaios. O zagueiro central Gamarra, campeão brasileiro com o Timão em 1998, teve 56% dos votos, superando Chicão, Gil e Domingos da Guia. O quarto zagueiro escolhido pela Fiel foi Balbuena, bicampeão paulista (17-18) e campeão brasileiro (17) pelo Timão. O paraguaio teve 71% dos votos, em escolha com Amaral, Goiano e Luis Carlos.

No meio, o colombiano Freddy Rincón, capitão na conquista do primeiro título mundial, em 2000, foi escolhido como primeiro volante, com 57% dos votos, superando Ralf, Roberto Belangero e Brandão. Ao lado de Rincón, um dos ídolos recentes da história alvinegra forma a dupla de volantes da seleção corinthiana dos 108 anos. Selecionado com 51% dos votos, Paulinho deixou para trás outros ídolos, como Vampeta, Elias e Christian.

Entre os meias, Sócrates, o eterno doutor, foi escolhido com 56% dos votos para ocupar o lado direito, superando Marcelinho Carioca, Neco e Luizinho. Pela esquerda, o Reizinho do Parque, Rivellino, recebeu 54% dos votos da Fiel, vencendo Neto, Danilo e Zenon, outros grandes canhotos da história alvinegra.

Na frente, uma dupla para atormentar qualquer zaga. Campeão brasileiro pelo Timão em 2005, o argentino Carlitos Tevez foi o mais lembrado pela torcida, com 37% dos votos, superando Edílson Capetinha, Emerson Sheik e Cláudio. Entre os centroavantes, o Fenômeno Ronaldo foi o escolhido com 72% dos votos, em enquete que trazia também Casagrande, Baltazar e Teleco – ídolos de diferentes gerações de torcedores corinthianos.

Comandando a seleção dos 108 anos do Timão, no banco, Adenor Leonardo Bacchi, o Tite, treinador com mais títulos na história alvinegra, foi o escolhido, com 89% dos votos, superando Oswaldo Brandão, Rato e Fabio Carille. Pelo Timão, o gaúcho – hoje treinador da seleção brasileira – conquistou o Mundial de Clubes (12), a Libertadores (12), a Recopa (13), dois títulos brasileiros (11 e 15) e um Campeonato Paulista (13).

25 anos de "Mundo da Lua" e o Brasil enfrentando a Gormânia

Cena do fictício jogo entre Brasil e Gormânia, com Lucas Silva e Silva com a bola

Nesta quinta-feira, dia 6 de outubro, está completando 25 anos da estreia de "Mundo da Lua". Produzida e exibida incialmente pela TV Cultura, em parceria com o Fiesp, a série, criada por Flávio de Souza, contava a vida do menino Lucas Silva e Silva (Luciano Amaral), falando da relação com a família, amigos, suas brincadeiras e imaginações, que eram sempre contados em um gravador antigo dado pro seu avô paterno Orlando (Gianfrancesco Guarnieri), como presente de aniversário.

Mas por que "Mundo da Lua" está em um site sobre futebol? Simples! Há um episódio em que o tema foi abordado. "Brasil, Tetra Campeão", foi a 49ª das 52 produções da série. Exibido originalmente em 6 de setembro de 1992, o episódio, com autoria de Fernando Bonassi e direção de Roberto Vignati, conta a história da família Silva e Silva acompanhando a final da Copa do Mundo.

Luciano Amaral era Lucas

O episódio começa com Lucas chegando em casa, mancando devido à um machucado no joelho. Ele tinha jogado futebol com o seu time de amigos e tomado uma lavada de 6 a 0. Triste, ele foi socorrido pela empregada Rosa (Anna D'Lira) e pela avó materna Ivone (Liana Duval). Depois, chega o seu avô Orlando, que pede para ele se alegrar, pois logo mais o Brasil iria disputar a final da Copa do Mundo.

O adversário na final vale um destaque. Como o autor não queria citar um outro país real em uma história fictícia, foi criada a Seleção da Gormânia. Pois bem, Lucas, Orlando, Ivone e Rosa se juntaram ao pai de Lucas, Rogério (Antônio Fagundes) e a mãe Carolina (Mira Haar) para assistir ao jogo.

A família da série Mundo da Lua

No jogo fictício, que foi filmado no Estádio Ícaro de Castro Melo, o Ibirapuera, com jogadores da equipe de base do São Paulo FC da época, Brasil e Gormânia fizeram um jogo disputado, com muitas chances, mas que terminou com o placar de 0 a 0. Nas penalidades, a Gormânia ganhou a Copa do Mundo. Todos ficaram tristes, mas o que irritou Lucas foi a irmã Juliana (Mayara Blum), que chegou atrasada na sala e saiu perguntando de o Brasil tinha ganho.

No quarto, lacrimejando, Lucas Silva e Silva pegou o gravador e começou a contar uma nova história para a final entre Brasil e Gormânia. O próprio garoto era o camisa 10 da Seleção, mas como estava com uma contusão no joelho, ele iniciou a partida no banco de reservas.

Episódio completo

O jogo ficou no 0 a 0 até o início do segundo tempo, quando Lucas, aos gritos da torcida, foi para o jogo. E assim ele decidiu o jogo, marcando o gol do título. Após a partida, uma mesa redonda, com participação de Roberto Rivellino e Emerson Leão, comentavam o quanto Lucas Silva e Silva foi importante para o título. Após o sonho, Lucas conversa com o pai e o avô, que estão tristes, mas os três acabam se consolando.

"Mundo da Lua" foi um grande sucesso. A princípio, a TV Cultura só passava a série aos domingos e, atendendo a pedidos, teve que criar horários durante a semana com reprises. Além disso, a Rede Globo, que cedeu alguns atores para o elenco e participações especiais, exibiu a série em 1993. Vira e mexe, os episódios são reprisados na TV Rá Tim Bum, canal de televisão a cabo para crianças da Cultura.

Rivellino jogando pela Lusa e fazendo gol com a perna direita

Rivellino comemora o gol que fez com a camisa da Lusa contra o Zeljeznicar

Roberto Rivellino, um dos maiores jogadores da história do futebol brasileiro e mundial, ídolo do Corinthians e Fluminense e dono de um dos chutes mais fortes de canhota já jogou pela Lusa. Você sabia? Tudo bem que foi só por um jogo, mas, mesmo assim, ainda deixou uma grande marca: fez um gol de perna direita depois de um lindo elástico.

No início de 1972, a Portuguesa fez uma série de amistosos para inaugurar a sua nova casa, o Estádio Independência (atual Osvaldo Teixeira Duarte), o Canindé. Na primeira partida, em 9 de janeiro, a Lusa perdeu para o Benfica por 3 a 1. Uma semana depois, a equipe Rubro Verde enfrentaria o Zeljeznicar, da antiga Iugoslávia. Para esta partida, o Corinthians cedeu um importante reforço: o meia esquerda Rivellino.

A camisa da Portuguesa caiu bem no craque

A Portuguesa tinha um bom time, mas os adversários que vieram para os amistosos eram fortes. A inciativa de trazer Rivellino partiu do jornalista e torcedor lusitano Orlando Duarte, que era amigo do então presidente do clube, Osvaldo Teixeira Duarte. Eles fizeram contato com o Corinthians, que liberou o atleta. A intenção era também chamar outro jogador tri-campeão do mundo, o lateral Carlos Alberto, que por problemas de agenda, não pôde estar presente.

Pois bem, no dia 16 de janeiro, a Lusa entrou em campo para enfrentar o Zeljeznicar reforçado de Roberto Rivellino. E ele jogou um bolão! Em 40 minutos em campo, fez lances de efeito, passes de rosca (uma de suas características) e um belo gol: deu um lindo elástico no marcador iugoslavo e balançou as redes após finalizar com a perna direita, que ele mesmo dizia que só servia para subir no ônibus, em seu último lance na partida.

A Lusa venceu o Zeljeznicar por 2 a 0, além do gol de Riva, aos 39, Valdomiro tinha aberto o placar sete minutos antes, a torcida comemorou muito a vitória e o fato de que Rivellino havia se juntado a Julinho Botelho, Ivair, Djalma Santos e outros grandes jogadores que vestiram o manto Rubro Verde, mesmo que por apenas um jogo.


Lusa venceu o amistoso por 2 a 0

Ficha Técnica

PORTUGUESA 2 X 0 ZELJZNICAR

Data: 16 de janeiro de 1972
Local: Estádio Independência (atual Osvaldo Teixeira Duarte) - Canindé - São Paulo-SP

Gols: Valdomiro, aos 32', e Rivellino, aos 39' do primeiro tempo.

Portuguesa: Aguillera; Cardoso, Marinho, Calegari e Fogueira; Lorico e Rivelino (Ibanez); Xaxá, Valdomiro, Basílio e Piau (Luizinho).

Zeljeznicar: Janjuz; Narvat, Katalinski, Nadiabdill e Beckzpanic; Bratic e Jankovic; Seluslz, Bukai (Kojovic), Sprecco e Depakovic (Luzic)
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