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Sidney Riquetto, ex-presidente do Santo André morre aos 78 anos

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: reprodução

Sidney Riquetto tinha 78 anos

O Santo André informou neste sábado o falecimento do ex-presidente, conselheiro vitalício e atual vice-presidente administrativo do clube, Sidney Riquetto, aos 78 anos. Não há informações sobre a causa da morte do ex-dirigente.

O clube divulgou também que o velório acontecerá neste domingo, das 8h até as 12h, no Cemitério Vila Assunção, na Avenida das Saudades, em Santo André. Estadão presentes amigos, familiares e dirigentes da agremiação.

“O Santo André, através da diretoria e seus colaboradores, transmitimos a família os nossos mais sinceros sentimentos de pesar nesse momento de tristeza e consternação. Seu legado e amor ao Santo André jamais serão esquecidos. Descanse em paz. Obrigado por tanto, presidente”, disse o clube em nota.

Nascido em Santo André, 78 anos, administrador, apaixonado e o maior historiador do Ramalhão, Sidney teve longa trajetória e dedicação ao Santo André. Ele era presidente em 2019, quando o clube conquistou o acesso na Série A2 do Campeonato Paulista.


O Santo André não divulgou, mas deve homenagear o ex-presidente neste sábado, às 18h, no confronto contra o Água Santa, no Distrital do Itamar, em Diadema. O Ramalhão é o quarto colocado do Grupo A7 da Série D do Campeonato Brasileiro, com 14 pontos, atrás de Maringá (23), Inter de Limeira (20) e Costa Rica-MS (14).

A passagem Fabio Capello pela Juventus como jogador

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Fabio Capello quando jogava pelo Milan

Fabio Capello foi um grande volante italiano, com passagens pela Seleção Italiana e por gigantes clubes nacionais. Ele construiu uma belíssima história em seu país, principalmente quando viveu seu auge atuando pela Juventus por sete temporadas.

O jogador nasceu em San Canzian d'Isonzo, na Itália, no dia 18 de junho de 1946, e começou a sua carreira na base do SPAL, um time pequeno nacional. Capello ficou apenas uma temporada com a equipe de base e, rapidamente, ganhou destaque para subir para o profissional.

Em 1964 estreou no profissional, mas no inicio acabou tendo poucas oportunidades na equipe. Capello foi consegui se firmar no time em 1966, quando passou a atuar com mais frequência e tomou conta do meio-campo do SPAL.

Por conta das boas atuações foi contratado pela Roma em 1967. Foram três temporadas de alto nível pela equipe, fazendo valer o investimento feio no jovem meio-campista.

Pela Roma, o jogador conseguiu conquistar seu primeiro título no profissional, que foi a Taça da Itália em 1968-69, e essa foi sua última temporada pelo clube. Em 1969, Capello acabou sendo contratado pela Juventus, um dos maiores clube do continente e do mundo.

Capello conseguiu conquistar sua posição e viveu sua melhor fase na carreira atuando pela Velha Senhora. No inicio acabou não conquistando títulos, ficou em branco algumas temporadas, mas isso terminou em 1971.

Na temporada 1971-72, a equipe da Juve fez grandes atuações e conquistou o Campeonato Italiano. O time fez uma excelente campanha, ganhando com muito merecimento o Scudetto e colocando o clube de volta ao caminho dos grandes títulos.

O momento continuou na outra temporada, 1972-73, e a equipe novamente fez excelentes atuações e conquistou o bicampeonato italiano. Porém, na temporada seguinte, o clube não conseguiu manter o ritmo e acabou passando em branco.


Para a alegria dos torcedores da Velha Senhora, a equipe voltou a ter grandes atuações e voltou a conquistar mais uma vez o Campeonato Italiano, o terceiro na prateleira de Capello. Porém, na temporada 1975-76, a sua última pelo clube, ele acabou caindo de rendimento e perdendo um pouco de espaço, ficando alguns jogos no banco de reservas.

Ao final da temporada, Capello acabou sendo negociado com o Milan e deixou a equipe da Juventus. Pela Velha Senhora foram 209 jogos e 33 gols marcados, além dos três títulos nacionais.

A passagem de Dadá Maravilha pelo Flamengo

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Dadá Maravilha em sua fase pelo Flamengo

Dário José dos Santos, mais conhecido como Dadá Maravilha, foi um dos grandes centroavantes do século passado. O jogador é um dos maiores ídolos do Atlético Mineiro, clube que deu visibilidade a ele, fazendo ser contratado por grandes times como o Flamengo.

O jogador nasceu no Rio de Janeiro, no dia 4 de março de 1946, e teve uma infância sofrida, mas conseguiu se tornar um vencedor na vida, deixando os problemas de lado e mostrando todo seu talento no futebol.

Passou por muitas peneiras, e só foi aceito depois de algum tempo pelo Campo Grande. Foi contratado em 1965 pela equipe e começou a atuar profissionalmente em 1966, onde deu início a sua grande história no futebol.

Conseguiu mostrar todo seu talento em campo, e em um jogo contra o São Cristóvão, no Maracanã, o vice-presidente do Galo estava no estádio para observar um meia do time do São Cristóvão, mas quem brilhou foi Dadá Maravilha, encantando a todos. 

No ano seguinte, em 1968, foi contratado pelo Atlético Mineiro, mas acabou demorando um pouco para se firmar na equipe, só conseguiu é tornar titular em 1969, e não saiu mais. 

Dadá se tornou o principal atleta do time, sendo decisivo nos jogos e deu o primeiro título do Campeonato Brasileiro ao clube, fazendo um gol histórico contra o Botafogo. 

Depois de alguns anos no clube, sendo o grande destaque, o jogador acabou sendo negociado com o Flamengo em 1973. Chegou novamente ao Rio de Janeiro, mas dessa vez muito mais conhecido e com grande expectativa sobre ele, já que era um dos principais atacantes do país. 


Rapidamente tornou-se titular da equipe e foi importante nos jogos, ajudando a equipe a conquistar a Taça Guanabara em 1973. A sua passagem pelo Flamengo era boa, mas não tinha a mesma identificação que criou com o Galo. 

Em 1974 continuou sendo importante e foi decisivo na conquista do Campeonato Carioca, mas ainda na temporada resolveu retornar ao Galo. A sua pelo Flamengo foi muito rápida, disputando 76 jogos e marcando 36 gols.

Luto! Morre a lenda do futebol alemão Franz Beckenbauer

Foto: arquivo

Beckenbauer estava com 78 anos

O ex-jogador de futebol alemão Franz Beckenbauer morreu nesta segunda-feira (8), informou a DPA, agência de notícias do país. O ex-zagueiro foi campeão da edição de 1974 da Copa do Mundo como jogador e de 1990 como treinador.

Um comunicado da família foi divulgado pela imprensa alemã, sem detalhes sobre a causa da morte, apenas indicando que o ex-atleta morreu dormindo. Ele estava com problemas de saúde nos últimos meses.

"É com profunda tristeza que anunciamos que meu marido e nosso pai, Franz Beckenbauer, faleceu pacificamente enquanto dormia ontem, domingo, cercado por sua família. Pedimos que você possa lamentar em silêncio e abster-se de fazer qualquer pergunta”, disse o comunicado.


Beckenbauer foi um dos três no mundo a ganhar uma Copa como jogador e técnico (na Copa da Alemanha em 1974 e da Itália em 1990). Os outros dois são Zagallo, que morreu no último sábado (6) e o Didier Deschamps (1998, na França, e 2018 na Rússia). Zagallo ganhou como jogador as Copas de 1958 e 1962, como técnico a de 1970 e era coordenador em 1994.

A estreia com gol de Rivellino pelo Timão

Com informações do Corinthians
Foto: Arquivo

Rivellino tinha 19 anos quando estreou pelo Timão

Um dos maiores ídolos da história do Corinthians, Roberto Rivellino está completando 78 anos neste 1º de janeiro de 2023. No dia 13 de janeiro de 1965, aos 19 anos de idade, o Reizinho do Parque estreava profissionalmente pelo Corinthians com gol na partida diante do Santa Cruz, no estádio dos Aflitos, em Recife.

O jogo foi 12 dias depois da então promessa coritiana ter completado 19 anos. E, naquele 13 de janeiro de 1965, iniciava-se uma das histórias mais belas de um craque na história do Timão. Rivelino marava o primeiro de seus 144 gols pelo Corinthians.

A equipe alvinegra, sob o comando de Oswaldo Brandão, entrou em campo para enfrentar os pernambucanos com Cabeção; Amaro, Cláudio, Clóvis e Oreco; Dino Sani, Rivellino, Ferreirinha e Ney; Bazani e Flávio. Os gols da vitória por 3 a 0 foram marcados por Flávio e Bazani, além do próprio Rivellino.


Formado no antigo terrão do Parque São Jorge, o Reizinho do Parque participou de 474 jogos com a camisa do Corinthians e marcou 144 gols, na passagem que durou até 1974. Na inauguração da Arena Corinthians em 2014, coube a Rivellino fazer o primeiro gol da casa alvinegra, em jogo realizado entre ídolos da história corinthiana.

Beckenbauer - O maior jogador da história do Bayern de Munique

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Beckenbauer é o maior jogador da história do Bayern

Ídolo eterno do Bayern de Munique e um dos maiores jogadores da história do futebol alemão, Franz Anton Albert Beckenbauer, ex-jogador renomado popularmente conhecido apenas como Franz Beckenbauer, está celebrando o seu 78º aniversário nesta segunda-feira, dia 11 de setembro de 2023. No decorrer de sua carreira de atleta, a lenda germânica fez história no atual undecacampeão consecutivo da Bundesliga, entre os Anos 60 e 70.

Natural de Munique, Franz cresceu no bairro de Giesing, na fortaleza do Munique 1860, clube pelo qual passou a torcer. Entretanto, perdeu o seu encanto com a equipe depois de enfrentá-la defendendo um outro time num torneio da categoria sub-14 e acabar sendo agredido por um jogador adversário. Com isso, preferiu se transferir para o time juvenil do Bayern de Munique, com apenas 14 anos de idade.

Quando criança, Beckenbauer também tinha o costume jogar tênis, e acabou se tornando amigo Sepp Maier, que também praticava o esporte. Após muita relutância de Franz, Maier foi persuadido a também virar jogador futebol porque era "mais fácil", e até indicou que seu parceiro fosse goleiro. Convencer Sepp, que também veio a jogar profissionalmente no Bayern, foi até fácil para quem já havia batido de frente com o próprio pai, que, aposentado por conta dos ferimentos que sofreu na Segunda Guerra Mundial, não era adepto a ideia de que o futuro Kaiser usasse o único par de sapatos que tinha para jogar bola.

Com 18 anos, Beckenbauer quase abandonou a carreira de jogador por ter se recusado a se casar em 1963, quando a federação alemã suspendeu-o depois que sua namorada, grávida, com quem Franz não queria manter união estável, prestar queixa. O jovem só pode voltar a treinar depois que Dettmar Cramer interviu, e em alguns meses depois, pôde estrear pelo Bayern de Munique, num jogo diante do Stuttgarter Kickers.

Na época em que Beckenbauer e Maier foram promovidos ao time principal em 65, o Munique 1860, rival direto dos bávaros, vivia o melhor momento da sua história: havia sido vice-campeão da Recopa Europeia recentemente e conquistado a Copa da Alemanha em 1964, pela segunda vez. Por outro lado, o Bayern tinha como principais títulos a copa alemã de 59, um longínquo Campeonato Alemão lá em 1932e havia acabou de subir para a elite. O também bávaro Nuremberg, ocupava o status de maior vencedor, com então sete títulos do campeonato. Naquele momento, Franz encontrou Gerd Müller.

No seu primeiro ano atuando como profissional, Beckenbauer teve de acompanhar o rival 1860 vencer a Bundesliga e empatar o número de conquistas do seu time, que ainda ainda não tinha expressão no cenário internacional. Apesar do Bayern ter ficado em terceiro no campeonato, a com três pontos a menos que o campeão, conquistou a Copa da Alemanha pela equipe vermelha de Munique. Sua grande performance o levou à Seleção Alemã-Ocidental, que o convocou para a Copa do Mundo FIFA de 1966, ao final da temporada 1965/66. Junto com ele, Maier foi levado como terceiro goleiro, mas Beckenbauer já seria titular.

Os dois amigos retornaram da Inglaterra tendo sido vice-campeões para os próprios ingleses, algo que pareceu ter sido positivo para a carreira dos jogadores e também para o clube. Na temporada seguinte, Franz e Maier ganharam com o Bayern o mesmo título que rival havia perdido em um passado recente: a Recopa Europeia, que acabou sendo o primeiro troféu internacional do clube. A taça veio com um triunfo pelo placar magro de 1 a 0 na prorrogação em cima do Rangers da Escócia. Futuramente, os Roten também se sagraram bicampeões da Copa da Alemanha.

Ainda antes de se tornar Kaiser, o habilidoso meia de futebol vigoroso, de grande liderança, que dava passes precisos tanto de curta quanto de longa distância e capaz de executar desarmes perfeitos sem cometer faltas, recebeu o apelido de "brasileiro da Alemanha". Além disso, o atleta também tinha como características a elegância, seu porte ereto, suas passadas larga, a cabeça erguida e a sua excelente visão de jogo.

Na temporada de 1968/69, o Bayern ganhou a Bundesliga e voltou a vencer um campeonato nacional que já não vinha desde 32. Esta conquista conseguiu apagar a decepção que a Alemanha Ocidental proporcionou país aos ser desclassificada nas Eliminatórias da Eurocopa 68 ao não sair do empate com a Albânia.

Depois do título, Beckenbauer firmou sua vaga na Seleção, juntamente com Maier e Müller. Com o tempo, o Bayern conseguiu se desvencilhar da rivalidade com o 1860 e formou uma com o tradicional Borussia Mönchengladbach, que ganhou as duas Bundesligas seguintes com o time bávaro sendo o vice. O time da Bavária respondeu com um tricampeonato nacional seguido iniciado em 1971. O outro tricampeonato consecutivo aconteceu em 1974, 1975 e 1976, no torneio de clubes mais importante do cenário europeu, a Liga dos Campeões, título que nenhum clube alemão havia vencido até então. Na ocasião, o clube Bayern de Munique repetiu o feito do Ajax de Johan Cruijff. A conquista de 76 o levou a levar a sua segunda Bola de Ouro, quatro anos depois da primeira, recebida em 72.


A primeira final foi a mais emocionante: o Atlético de Madrid abriu vantagem faltando seis minutos para o fim da prorrogação, mas nos últimos segundo, o lateral Hans-Georg Schwarzenbeck igualou o marcador e forçou um jogo-extra. Os alemães acabaram fazendo os espanhóis se tornarem presa fácil e aplicar uma goleada por 4 a 0 poucas semanas antes do início Copa do Mundo FIFA de 1974. No Mundial, o Bayern foi base da Seleção, tendo sete jogadores dos 11 titulares na grande decisão.

As outras duas conquistas continentais, contra o Leeds United e o Saint-Étienne, aconteceram quando o time vinha perdendo espaço na Bundesliga. Neste período, o Mönchengladbach aproveitou e igualou o tricampeonato nacional seguido. Quando tinha 33 anos, líder do Bayern desde de que tinha 22, Franz optou por aceitar a proposta do New York Cosmos, que contratou também outras estrelas internacionais, como o italiano Giorgio Chinaglia e o renomado Carlos Alberto Torres.

Encerrou a sua trajetória no time bávaro como um dos grandes responsáveis por mudar o status do clube, que veio a se tornar maior time do futebol alemão. Ajudou a ofuscar a rivalidade com Munique 1860 e ainda despertou outras por outros cantos do país.

A passagem de Pablo Forlán pelo Nacional

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Pablo Forlán defendeu o Nacional na fase final da carreira

Pablo Justo Forlán Lamarque, ex-lateral direito uruguaio, pai de Diego Forlán, está celebrando o seu 78º ano de vida nesta segunda-feira, dia 14 de julho de 2023. No decorrer de sua boa carreira de jogador, ele chegou a defender o Nacional de Montevidéu no fim dos Anos 70.

Esta passagem do defensor pelos Bolsos aconteceu entre 1977 e 1978, depois de ser revelado pelo Peñarol, onde se sagrou ídolo da torcida auri-negra, e também jogar em clubes como São Paulo e Cruzeiro aqui no Brasil.

Chegou ao clube alguns anos depois de disputar a Copa de 74 pelo Uruguai. Na sequência de sua carreira, o lateral ainda veio a jogar por equipes como o Sud America e se aposentou em 1983, após defender o Defensor Sporting.


Após pendurar as chuteiras, passou a trabalhar como treinador e comandou alguns clubes. Seu primeira passou neste novo ramo foi nas categorias de base do São Paulo. Posteriormente, Defensor Sporting ainda treinou clubes como Central Español, Al-Watani e finalizou seu vínculo com o futebol após ocupar o cargo técnico do time profissional do São Paulo em 1990.

Luto! Morre o cronista esportivo Paulo Roberto Martins, o Morsa

Com informações do G1
Foto: reprodução

Paulo Roberto Martins estava com 78 anos

O jornalista Paulo Roberto Martins, o Morsa, morreu aos 78 anos. A informação foi confirmada na manhã desta terça-feira (20). De acordo com familiares, Morsa passou mal no último domingo (18) e precisou ser levado ao hospital, onde foi diagnosticado com um princípio de infarto. Ele passou por uma angioplastia na última segunda-feira (19) e não resistiu.

Morsa nasceu no dia 18 de janeiro de 1945, em Santos. Começou sua carreira na Rádio Universal e foi plantão esportivo na Rádio Atlântica, já na Equipe Fórmula 1. No final dos anos de 1970, se transformou no comentarista mais polêmico da Baixada Santista.

Conhecido por seus comentários fortes, brilhou nas Rádios Atlântica, Cacique e na Super Cultura de Santos, onde atuou em 1983 e 1884, durante uma grande fase do Santos Futebol Clube. Também foi comentarista na Globo / CBN e trabalhou no Grupo Bandeirantes de Comunicação, entre 2014 e 2021, participando dos debate do 'Jogo Aberto'. Em 2015, venceu o prêmio da Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo como o melhor comentarista esportivo da TV Aberta.

Nos últimos anos, Morsa foi comentarista de Éder Luiz na Rádio Transamérica de São Paulo. Além de comentarista, Paulo Roberto Martins era um profissional atento ao mercado e sempre incentivou o lançamento de muitos jovens na profissão. Ele marcou época no rádio e TV de São Paulo e do Brasil por quase 50 anos.


Nas redes sociais, o Santos Futebol Clube lamentou a morte do jornalista. "O Santos FC lamenta profundamente o falecimento do jornalista Paulo Roberto Martins, o Paulo Morsa. Grande santista, o ex-comentarista sempre respeitou e exaltou o 'Peixão' em suas participações no rádio e televisão. Desejamos muita força aos parentes e amigos".

O velório de Morsa ocorre no Parque das Flores, em Atibaia, no interior de São Paulo. Já o sepultamento está programado para às 16h.

César Maluco e seu começo de carreira pelo Flamengo

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

César Maluco no Flamengo

César Augusto da Silva Lemos, mais conhecido como César Maluco, nasceu em Niterói, no dia 17 de maio de 1945, e foi um grande centroavante. O jogador teve passagens por equipes gigantes, e escreveu uma linda história do Palmeiras, mas o seu início de carreira ocorreu no Flamengo.

Tudo começou em 1965, quando estreou pelo profissional do Flamengo, onde atuaram seus outros dois irmãos, Caio Cambalhota e Luizinho Lemos. Sua família já tinha uma história dentro do clube, e César Maluco queria começar a escrever a sua no Rubro-Negro.

Logo em que estreou no profissional, já começou a ganhar seu espaço, mas ainda sem atuar em muitas partidas. Entrava em alguns jogos menores, mas já consegui mostrar toda sua categoria e o faro de gol, chamando a atenção da comissão técnica do clube.

O jovem estava lutando para cavar seu espaço na equipe titular, mas não estava conseguindo, porém, aos poucos foi ganhando mais minutagem e mostrando que teria qualidade para merecer mais oportunidades.

Em sua primeira temporada na equipe profissional, César Maluco já participou da conquista do Campeonato Carioca, mas ainda sem ser protagonista, apenas atuando alguns minutos.

Em 1966, o centroavante já estava pedindo passagem e queria ter mais minutos em campo. E, aos poucos, foi ganhando mais espaços e atuando em mais partidas, mas ainda não era o suficiente para ele. Além disso, a comissão Rubro-Negra achava que ele deveria ganhar mais bagagem.


Por isso, em 1967, acabou sendo emprestado para o Palmeiras, onde conseguiu uma belíssima temporada e foi muito importante para o alviverde. As suas atuações impressionaram a todos, e no ano seguinte retornou ao Flamengo.

Em sua volta, ganhou mais espaço e se tornou titular da equipe. O centroavante fez jogos espetaculares pelo Rubro-Negro, mas o clube aceitou negociá-lo novamente com o Palmeiras. Após alguns meses, ele voltou ao Alviverde, clube onde entrou para a história e é considerado um dos grandes atacantes da história do clube.

Morre, aos 78 anos, Dietrich Mateschitz, fundador da Red Bull

Com informações do Red Bull Bragantino e Victor de Andrade
Foto: reprodução

Dietrich Mateschitz tinha 78 anos

Dietrich Mateschitz morreu aos 78 anos neste sábado, dia 22, após longa luta com uma doença terminal não revelada. O empresário ficou conhecido ao ajudar a fundar a empresa de energético que se tornou uma das mais famosas do mundo: a Red Bull, que investe em vários esportes, inclusive no futebol.

Atualmente, a Red Bull é proprietária de cinco times ao redor do mundo, dois deles no Brasil. Confira a história delas:

Red Bull Salzburg (Áustria) - Para falar sobre o Red Bull Salzburg, é preciso voltar algumas décadas. O time que deu origem aos Bullen - Touros, em português - é o SV Austria Salzburg, fundado em 1933. Antes de virar Red Bull Salzburg, em 2005, o clube ganhou outros três batismos. Atualmente é o terceiro maior vencedor da liga austríaca, com 16 títulos, mas desde 2014 nenhum outro time lhe tira o posto de campeão nacional. Em 2006, o Red Bull Salzburg inovou ao colocar duas lendas do futebol, o alemão Lotthar Matthäus e o italiano Giovanni Trapattoni, para comandar a equipe. Seu segundo maior artilheiro é um brasileiro, Alan, hoje na China, com 93 gols.

New York Red Bulls (EUA) - Nosso segundo time mais antigo é o New York Red Bulls. Tudo começou com o MetroStars, fundado em 1994 e um dos pioneiros da Major League Soccer. Lá no início, reunia jogadores-símbolo do Mundial dos EUA, como os americanos Tony Meola, Alexi Lalas, Tab Ramos e o brasileiro Branco. Em 1997, chegou a ser treinado brevemente por Carlos Alberto Parreira. Os dois touros desembarcaram em Nova York em 2006, período em que o francês Djorkaeff era o craque do time e MVP da liga. Em 2010, o clube tirou Henry do Barcelona, naquela que foi sua contratação mais bombástica. O melhor resultado da equipe na MLS foi um vice-campeonato em 2008. Bradley Wright-Phillips é disparado o maior goleador do clube, com 125 gols.

Red Bull Brasil (Brasil) - Com sede em Jarinu, interior de São Paulo, o Red Bull Brasil inaugurou suas atividades em novembro de 2007. Dois anos mais tarde, rolou a primeira comemoração, o título da segunda divisão paulista. Era o início de uma cruzada que teria o seu ápice em 2014, com o vice estadual da Série A2 e o inédito acesso à elite. O ano de 2015 teve calendário cheio. No Paulistão, um surpreendente sexto lugar, melhor resultado do Toro Loko até hoje na competição. Além disso, a equipe estreou numa competição nacional, o Brasileiro da Série D. Em março de 2019, a Red Bull fechou parceria com o Bragantino e passou a estampar pela primeira vez os dois touros na Série B do Brasileiro. Depois de ganhar a Série B do Brasileirão, o Massa Bruta passou a se chamar Red Bull Bragantino e o Red Bull Brasil passou a ser uma espécie de equipe B da empresa, estando hoje na Série A3 do Campeonato Paulista.

Red Bull Bragantino (Brasil) - Campeão Paulista em 1990 e vice do Brasileirão 1991, o Bragantino estava entre as séries B e C nacionais quando a Red Bull chegou no Clube, no meio de 2019. Ainda com o nome original, mas já com os dois touros na camisa, o time foi campeão da Série B e voltou à elite nacional após 22 anos. Em 1º de janeiro de 2020, um anúncio informou a mudança de nome: Red Bull Bragantino. Em 2021, a equipe chegou à final da Copa Sul-Americana e em 2022, disputou pela primeira vez a fase de grupos da Libertadores da América.


RB Leipzig (Alemanha) - Quer saber como subir um time da quinta para a primeira divisão em apenas sete anos? O RB Leipzig te explica. A escalada rumo ao topo começou em 2009, quando o SSV Markranstädt virou Red Bull Leipzig. Foram dois títulos, da quinta e da quarta divisões alemã, num intervalo de três temporadas. Em 2014, acesso da terceira para a segunda. A cereja do bolo veio em 2015/2016, com o vice-campeonato da Bundesliga II e a promoção à elite. De cara, o RBL beliscou o vice-campeonato da primeira divisão e, assim, se classificou para a Liga dos Campões. Já estabelecido na Bundesliga, o Leipzig é agora figurinha carimbada na Champions. Na temporada 2021/2022, a equipe conquistou o seu primeiro título na elite, a Copa da Alemanha.

Morre, aos 78 anos, o comentarista Silvio Lancellotti

Com informações da ESPN
Foto: reprodução

Silvio Lancellotti em uma de suas últimas aparições

Morreu nesta terça-feira Silvio Lancellotti, ex-comentarista dos canais ESPN e Bandeirantes, além de pioneiro do futebol italiano no Brasil, aos 78 anos. Silvio foi um dos principais jornalistas do Brasil. Fez parte da equipe que fundou a Revista Veja, ainda na década de 60, quando o país sofria com a censura em sua imprensa. Ainda fez parte dos principais jornais do país.

Mas foi na televisão onde ficou nacionalmente conhecido. Quem tem mais de 40 anos com certeza se lembra dos domingos. Antes da macarronada da mamma, era hora do futebol italiano na TV aberta. E era pela voz de Silvio Lancellotti que o Brasil ouvia as melhores histórias do Calcio. Do Napoli de Maradona e Careca ao Milan dos holandeses.

Em meio aos jogos, ainda brindava o público - e aos companheiros de redação – com as melhores receitas da culinária italiana. Nos canais ESPN, chegou no ano de 2003, convidado para comentar beisebol nos Jogos Pan-Americanos. E, claro, se tornou rapidamente o maior especialista da casa em futebol italiano. Nos abrilhantou com suas análises e histórias do Calcio por uma década, até sair da empresa em 2012, quando assumiu uma coluna no Portal R7.


Mas Silvio era mais que um jornalista brilhante. Ele se formou primeiro em arquitetura. Era também um exímio escritor. Fez muitos livros de culinária, seu grande hobby. Mas entre suas grandes obras está o livro “Honra ou Vendetta”, que fala sobre os braços da máfia italiana em terras brasileiras.

Silvio nos deixa aos 78 anos de idade. Mas as nossas lembranças dele serão eternas – e para sempre seremos gratos por ele nos fazer apaixonar pelo Calcio.

Morre Andrew Jennings, jornalista que denunciou esquemas de corrupção da Fifa

Com informações do R7
Foto: arquivo

Andrew Jennings tinha 78 anos

O jornalista britânico Andrew Jennings, que jogou luz sobre atos de corrupção nas principais estruturas de poder do futebol e do esporte, morreu no dia 8 de janeiro, aos 78 anos, vítima de "uma doença repentina e breve", segundo as redes sociais do próprio repórter. A morte foi confirmada nesta segunda-feira (10).

Jennings, ao longo de sua vida, investigou os bastidores da corrupção na Fifa e no COI, além do envolvimento britânico no Irã, a máfia na Chechênia e outros temas polêmicos. Nascido em 3 de setembro de 1943, o primeiro trabalho de grande impacto do jornalista foi uma grande reportagem sobre a Scotland Yard, a polícia de elite do Reino Unido.

Trabalhando com esporte, Jennings deu uma nova cara a um jornalismo que antes só se preocupava em entreter os milhões de torcedores espalhados pelo mundo. Um de seus trabalhos, inclusive, foi a denúncia de um esquema de corrupção montado pelo brasileiro João Havelange na Fifa, que após a denúncia do repórter passou a ser investigado. Outro brasileiro "alvo" de Jennings foi o ex-presidente da CBF Ricardo Teixeira.

Na CPI do Futebol, em 2015, o jornalista afirmou que "a Fifa e a CBF são entidades podres e que precisam urgentemente de um novo estatuto para que elas não tomem mais o dinheiro das pessoas".


Muito antes disso, há praticamente 30 anos, Jennings expôs os bastidores do COI, sacudindo a família olímpica e gerando até a queda de alguns cartolas. Em seu livro "The Lords of the Rings: Power, Money and Drugs in the Modern Olympics", o repórter jogou luz ao que ocorria nas entranhas da principal entidade esportiva do mundo e obrigou a instituição a realizar reformas profundas.

Nesta segunda-feira (10), o perfil oficial de Andrew Jennings confirmou a morte do repórter que inspirou toda uma geração de jornalistas.

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