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O último gol de Wilson Mano pelo Corinthians

Com informações do Corinthians
Foto: arquivo

Wilson Mano atuando pelo Timão

No dia 9 de agosto de 1994, o ídolo do Timão nos anos 80 e 90, Wilson Mano, que está completando 59 anos neste 23 de maio de 2023, fazia seu último gol com a camisa corinthiana. O ex-jogador, que era volante de origem, mas também atuou pelas duas laterais, na zaga, no meio campo e também no ataque, abriu a contagem na vitória sobre o Santos por 6 a 3, no estádio do Morumbi, em partida válida pela Copa Bandeirantes.

Neste dia, o técnico corinthiano Jair Pereira escalou o Timão para iniciar a partida com Ronaldo; Wilson Mano, Gralak, Henrique e Elias; Zé Elias, Ezequiel, Marcelinho e Souza; Viola e Marques. Durante a partida, entraram: Tupãzinho e Casagrande. Além de Wilson Mano, Tupãzinho, Marcelinho, Viola (2) e Marques, marcaram para o Corinthians.

Wilson Mano teve alguns momentos marcantes com a camisa alvinegra. Durante o segundo jogo da final do Paulista de 1988, Wilson Mano arriscou um chute que, desviado pelo atacante Viola, garantiu o gol do título sobre o Guarani, em Campinas. Já o lance considerado mais importante de sua carreira foi durante a final do Campeonato Brasileiro de 1990, contra o São Paulo. Na primeira partida da decisão, Wilson Mano marcou um gol de joelho, após cobrança de falta de Neto, encaminhando o primeiro título Brasileiro do Timão.


Em 1993, teve passagem por dois times do Japão (Yamaha e Bellmare), retornando ao Timão no início de 1994. Wilson Mano ainda passou pelo Bahia, antes de encerrar sua carreira no XV de Jaú.

Wilson Mano disputou 405 partidas pelo Corinthians, sendo o 18º jogador que mais vestiu a camisa do Coringão até o hoje, e marcou 34 gols. Campeão Paulista (1988) e Brasileiro (1990), foi decisivo na conquista de seus dois títulos pelo Alvinegro.

O último gol da carreira de Garrincha

Com informações do GE.com
Foto: Joster Barbosa/Arquivo pessoal

Garrincha, após o jogo, com repórteres e fãs

Em 22 de março de 1972, há exatos 51 anos, no estádio Palma Travassos, em Ribeirão Preto, Garrincha, atuando pelo Olaria contra o time da casa, o Comercial, balançou as redes pela última vez como profissional.

A partida era amistosa. Na época, o Olaria aproveitou a presença de Mané em seu elenco e fez um tour pelo Brasil. A cidade do interior paulista ficou com o privilégio de ver o craque, então com 38 anos, por 90 minutos, e ainda fazer um gol na Joia, apelido do estádio comercialino.

O Bafo vencia o jogo por 2 a 0, mas o clube carioca diminuiu com Fernando e chegou ao empate com Garrincha, já no segundo tempo. O lance ainda está bem vivo na memória de quem, das arquibancadas da Joia, acompanhou a visita ilustre do Mané a Ribeirão Preto e presenciou o feito histórico.

Depois de uma falta, Paschoalin, goleiro do Comercial na época, rebateu, foi uma falta difícil. O Garrincha fez o gol de rebote. Foi um gol histórico, colocou também o Comercial na história. O carisma de Garrincha, bem demonstrado na foto, ajuda a explicar o tamanho do ídolo para o futebol brasileiro. Naquela noite, há 50 anos, o “Anjo Torto” que tantas vezes subverteu a lógica, conseguiu mais uma vez, ao fazer um gol que até a torcida adversária comemorou.

Em 2012, o ex-goleiro Fernando Paschoalin, que sofreu o último gol de Garrincha, deu entrevista ao Esporte Espetacular e recordou com orgulho ter feito parte do episódio histórico ao futebol brasileiro. "O Garrincha não parecia ser jogador, uma pessoa famosa. Hoje, eu fico feliz de ter tomado um gol dele. Ele tinha a condição técnica dentro de si, mas já não tinha corpo para aquilo. Mas o pouquinho que ele fez, foi o bastante para podermos rever o que ele tinha feito", disse Paschoalin, que morreu em 25 de abril de 2017 por complicações de uma cirurgia bariátrica.


Garrincha se despediu do futebol em 7 de setembro de 1972, em um amistoso entre Olaria e Caldense. Em 1973, uma partida festiva foi organizada no Maracanã, entre a seleção brasileira e um combinado estrangeiro. Mané Garrincha morreu em 1983, aos 49 anos, vítima do alcoolismo. Seu legado, porém, prossegue na viva memória de quem aprecia o futebol.

O último gol de Basílio pelo Corinthians

Com informações do Corinthians
Foto: arquivo Corinthians

Basílio fez seu último gol pelo Timão contra o paranaense Pinheiros

Um dos maiores ídolos da história do Corinthians balançava a rede pela última vez com a camisa do clube há exatos 40 anos. Basílio, grande nome da conquista do título do Campeonato Paulista de 1977, contribuiu para uma vitória do Timão ocorrida no dia 19 de fevereiro de 1981.

Em partida válida pelo Campeonato Brasileiro daquele ano, a equipe corinthiana enfrentou o paranaense Pinheiros, uma das agremiações que deram origem ao Paraná Clube, no Morumbi. O técnico Oswaldo Brandão escalou Basílio como titular na meia. Seu onze inicial foi: Solitinho; Luís Cláudio, Amaral, Djalma e Wladimir; Caçapava, Biro-Biro e Basílio; Vaguinho, Geraldão e Wilsinho.

O Coringão venceu o jogo por 2 a 0, com gols de Djalma (pênalti) e Basílio. Assim, o lendário camisa 8 – e que chegou a usar a 10 e a 7 em diferentes ocasiões, atuando em quase todas as posições do meio-campo e do ataque – marcava seu último gol pelo Timão, e encerraria sua passagem como atleta do clube semanas depois.

João Roberto Basílio anotou aquele que é considerado por muitos o mais importante gol da história alvinegra. Em 13 de outubro de 1977, pôs fim ao sufoco de quase 23 anos sem títulos de expressão ao marcar o tento da vitória por 1 a 0 sobre a Ponte Preta no terceiro jogo da final do Paulistão daquele ano.


Com a camisa alvinegra, Basílio anotou 29 gols em 253 jogos disputados entre 1975, ano em que foi comprado junto à Portuguesa, e 1981. Mas sua passagem pelo Coringão não se encerrou ali: como técnico, ele comandou o alvinegro em 116 partidas, com quatro passagens: em 1985, 1987, de 1989 a 1990 e em 1992. Pelas suas contribuições, o ídolo integra a calçada da fama do clube.

O último gol de Neto no Brasil

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: Alexandre Battibugli / Revista Placar

Neto defendeu o Etti Jundiaí entre 1998 e 1999

José Ferreira Neto, ou simplesmente Neto, está completando 54 anos neste 9 de setembro de 2000. Uma das grandes revelações do Guarani, medalha de prata pela Seleção nas Olimpíadas de Seul, em 1988, ídolo do Corinthians e um dos poucos jogadores que defendeu os quatro grandes do futebol paulista, Neto fez o seu último gol atuando no Brasil em 1999, defendendo o Etti Jundiaí.

Depois de ter defendido várias equipes, entre grandes e pequenas, tendo defendido até o colombiano Millonarios, Atlético Mineiro e o paranaense Matsubara, Araçatuba e Osan Indaiatuba, além de voltas rápidas no Guarani e Corinthians, o meia, que nasceu em Santo Antônio da Posse, desembarcou no Etti Jundiaí em 1998.

Mas aqui vai um adendo. O Paulista de Jundiaí foi um dos pioneiros em aderir às parcerias com empresas e em 1995 uniu-se à empresa de fios e cabos elétricos Lousano (que patrocinou também Guarani, Santos e Vasco), passando a se chamar Lousano-Paulista.

Em 1998, nova mudança: a Parmalat, conhecida pelas co-gestões no Palmeiras e Juventude, negociou com a Lousano e assumiu a equipe, resolvendo colocar o nome da fabricante de molhos de tomate de sua propriedade cuja a fábrica ficava em Jundiaí. Assim nascia o Etti Jundiaí e, ficar com os torcedores ao seu lado, manteve o Galo no escudo e contratou um jogador conhecido: ele era Neto!

Um ano depois de sua chegada ao clube do interior, disputou a Série A2 do Paulista. A competição era composta por 16 equipes. Na primeira fase, foram divididos dois grupos com oito times, classificando-se para segunda fase, apenas os quatro primeiros de cada chave. Já na segunda fase, com quatro clubes em cada grupo, somente os líderes se classificavam, decidindo assim, os clubes que subiriam de divisão, além da final do campeonato.


Como foi - Na ocasião, o Etti Jundiaí acabou se classificando para a segunda fase, na quarta colocação do Grupo 1. Na segunda fase, ficou próximo de classificar, somando os mesmos 13 pontos que o líder de seu grupo, Ponte Preta, que avançou à próxima fase devido o saldo de gols superior.

Ainda na primeira fase Neto marcou seu último gol em terras tupiniquins. O jogador marcou um dos gols na vitória de sua equipe sobre o Juventus, por 3 a 2, no dia 18 de abril de 1999. O ex-jogador ainda defendeu o Deportivo Italia, da Venezuela, antes de se aposentar dos gramados de forma oficial e fez o seu último gol.

O último gol de Roberto Carlos pelo Palmeiras

Com informações da FPF
Foto: Alexandra Battibugli / Placar

Roberto Carlos em ação pelo Palmeiras

Há 25 anos, Roberto Carlos marcava o seu último gol com a camisa do Palmeiras. Integrante do time que quebrou um jejum de 16 anos sem títulos, o ex-lateral deixou a sua marca com a camisa alviverde antes de fazer história no futebol europeu pelo Real Madri e pela Seleção Brasileira.

Oriundo de Garça, interior de São Paulo, Roberto Carlos iniciou a sua trajetória no mundo da bola com a camisa do União São João, na temporada de 1991. No ano seguinte, chegou a atuar pelo Atlético-MG, mas não permaneceu em solo mineiro. O seu destino em 1993 seria o Palmeiras, onde marcaria o seu nome na galeria de grandes ídolos do clube.

Com a camisa do Palmeiras, Roberto Carlos participou do histórico elenco que derrubou um tabu de 16 anos sem títulos. Ao todo, pelo clube de Palestra Itália, o jogador levantou cinco taças: o bicampeonato brasileiro e paulista em 1993 e 1994, além do Torneio Rio-São Paulo, em 1993.

Durante a sua passagem pelo Palmeiras, Roberto Carlos atuou por 185 partidas, colecionando 114 vitórias, 42 empates e 29 derrotas, com 18 gols no total. O último dos 18 aconteceu exatamente há 25 anos, em vitória por 2 a 0, diante do América, pelo segundo turno do Campeonato Paulista de 1995.

Após deixar o Palmeiras, em 1995, atuou pela Internazionale-ITA, mas permaneceu por apenas um ano, acertando a sua ida ao Real Madri. De 1996 a 2007, Roberto Carlos fez história com a camisa madrilenha, conquistando três Liga dos Campeões, duas vezes o Mundial de Clubes, e quatro campeonatos Espanhol.


Pela Seleção Brasileira, foi titular em três Copas do Mundo -1998, 2002 e 2006- alcançando o vice-campeonato mundial na França, em 1998, e o título na Coréia e Japão em 2002, escrevendo de vez o seu nome na galeria de grandes jogadores do futebol mundial. Ainda venceu duas edições de Copa América (1997 e 1999) e a Copa das Confederações (1997).

Roberto Carlos ainda retornaria ao futebol paulista, em 2009, quando atuou pelo Corinthians por um ano e meio até se acertar com Anzhi, da Rússia, antes de pendurar as chuteiras como atleta do Delhi Dynamus, da Índia.

Último gol - A última vez que Roberto Carlos foi às redes com a camisa do Palmeiras aconteceu no dia 22 de maio de 1995, pelo segundo turno do Campeonato Paulista, contra o América de São José do Rio Preto. Na oportunidade, pouco mais de duas mil pessoas estiveram no antigo Palestra Itália para ver os donos da casa vencerem com gols dos laterais Índio e Roberto Carlos. O centroavante Magrão ainda desperdiçou um pênalti. O time alviverde avançaria para a fase final e faria a decisão contra o rival Corinthians. Após dois empates, o Alvinegro conquistou o título na prorrogação com gol de Elivélton.

Bentinho marcava seu último gol pela Lusa há 20 anos

Por Natanael Oliveira / FPF
Foto: arquivo

Bentinho sendo apresentado para a sua última passagem pela Portuguesa

Antônio Bento dos Santos. Esse nome pertence a um dos principais atacantes dos anos 1990. Conhecido apenas como Bentinho, o jogador fez história principalmente com a camisa da Portuguesa, time onde marcou seu último gol em solo brasileiro, há exatas duas décadas.

Mineiro nascido na cidade de Montes Claros, Bentinho teve inspiração familiar para virar jogador de futebol. Irmão mais novo de Bento, volante que também jogou pela Portuguesa, o atacante deu seus primeiros chutes na base ao lado de um dos maiores ídolos da equipe lusitana, o também atacante Dener.

O destaque na categoria de base da Portuguesa fez o jogador despontar como profissional em 1988. Apesar de atuar como atacante centralizado, talento não faltava para Bentinho, que chamava a atenção por sua versatilidade, velocidade com a bola no pé e posicionamento.

Ficando na equipe lusitana até o final de 1993, Bentinho se despediu da primeira passagem pela Portuguesa com 62 gols feitos. O seu destino seria do outro lado do mundo: o Japão.

Experiência na Ásia e retorno ao futebol nacional - Após uma rápida passagem pelo Verdy Kawasaki-JAP, onde marcou 16 vezes, Bentinho retornou ao Brasil. O destino do atacante seria o São Paulo, onde ficou por apenas um semestre, mas sem antes brilhar com a camisa tricolor. Disputando o Campeonato Paulista de 1995, o atacante marcou 20 gols e se sagrou artilheiro do estadual –juntamente com Paulinho McLaren, da Portuguesa.

Logo depois da rápida, mas ótima passagem pelo Tricolor do Morumbi, Bentinho retornou à Ásia para fechar o ano de 1995. Novamente desembarcando no Japão, o rápido atacante terminou o ano atuando pelo Kashiwa Reysol-JAP.

Novamente de volta ao Brasil, desta vez, Bentinho se aventurou no futebol carioca, onde ganhou seu único título com a camisa do Botafogo. Com 51 gols oficiais marcados em seus dois anos no clube, o atleta conquistou o Campeonato Carioca de 1997. Depois de rápidas passagens por Cruzeiro-MG e novamente Kashiwa Reysol-JAP, Bentinho voltou ao clube que o revelou.


Último gol pela Portuguesa - Já se aproximando do final de carreira, Bentinho voltou ao time lusitano para disputar o Campeonato Paulista de 2000, não demorando muito para ser um dos goleadores da equipe. Com 14 gols, o atacante liderou o time até a terceira fase do estadual, após boas campanhas nas etapas anteriores.

No dia 17 de maio de 2000, exatamente 20 anos atrás, Bentinho deixou a sua marca pela última vez com a camisa da Portuguesa. Em partida válida pela terceira fase, o adversário foi o São Paulo, que acabou derrotando o time lusitano pelo placar de 4 a 2, no Morumbi. O revés não foi suficiente para manchar a história do jogador, que marcou o último dos seus 75 gols pela Portuguesa.

Após se despedir do futebol nacional, Bentinho ainda teve passagens novamente pelo Japão, vestindo as camisas do Oita Trinita, Kawasaki Frontale e Avispa Fukuoka. O ídolo da Portuguesa se aposentou em 2004, deixando saudades aos torcedores que admiravam seu futebol versátil, veloz e habilidoso.

O último gol de Dinei pelo Corinthians

Com informações do Corinthians
Foto: arquivo Corinthians

Dinei, atuando pelo Corinthians, nas finais do Brasileiro de 1998

Um dos atletas mais vencedores com a camisa do Corinthians marcava seu último gol pelo clube há 20 anos. O atacante Dinei balançaria a rede em 16 de Maio de 2000 em uma vitória alvinegra que começou a construir, em confronto válido pelo Campeonato Paulista daquele ano.

Na ocasião, o Timão enfrentava a Ponte Preta no estádio do Morumbi em partida pela terceira fase do torneio. Comumente reserva, Dinei havia sido escalado como titular naquele dia por Oswaldo de Oliveira, que levou a campo: Dida; Daniel, Batata, Fábio Luciano, Índio; Vampeta, Gilmar, Marcos Senna, Marcelinho; Edílson e Dinei. Entraram também Kleber, Marcio Costa e Andrezinho.

O atacante, então com a camisa 18 que envergou em seu retorno ao clube, marcou o segundo gol do jogo aos nove minutos – Edílson abriria o placar três minutos antes. Marcelinho duas vezes e Edílson completaram o marcador.


Definindo a si mesmo como um segundo-atacante, Dinei marcou ali o último dos seus 34 gols com a camisa do Timão. Ele viveu duas passagens pelo clube: a primeira durou de 1990 a 1992, e a segunda de 1998 a 2000. A última das suas 194 partidas pelo clube seria seis meses depois, em 16 de novembro daquele ano.

O último gol de Pelé em clássicos

Foto: arquivo
Com informações da FPF

Pelé fez o seu último gol em um clássico em 20 de abril de 1974

Fazer gol em clássico sempre fica marcado na trajetória de qualquer jogador. Durante toda a sua carreira, Pelé balançou as redes de diversos rivais, mas um gol ficará guardado na memória do ‘Rei do Futebol’: contra o Palmeiras, pelo Campeonato Brasileiro de 1974, o seu último tento em clássicos vestindo a camisa do Santos.

Comandado por Pepe, Pelé marcou o seu último gol em clássicos pelo Santos diante do Palmeiras, atual bicampeão brasileiro na época. O confronto histórico aconteceu no Pacaembu, onde mais de 20 mil espectadores testemunharam o tento do ‘Rei’ na segunda etapa, o terceiro da goleada por 4 a 0.


Após deixar o Santos, clube pelo qual ostenta marcas e títulos expressivos como o pentacampeonato nacional de forma consecutiva e 10 vezes o título paulista, Pelé se transferiu para o New York Cosmos, dos Estados Unidos. Pela Seleção Brasileira, Pelé alcançou o tricampeonato mundial -1958, 1962 e 1970. 

Números - Ao todo, Pelé marcou 1281 gols ao longo de sua carreira. O 'Rei' é o maior artilheiro da história do Campeonato Paulista, com 470 gols. O ex-jogador também ostenta a marca de ser o principal goleador estadual por 11 vezes, sendo nove de forma consecutiva, além de ser o maior artilheiro de uma única edição com 58, em 1958.


Ficha técnica
Santos 4 x 0 Palmeiras

Local: Pacaembu, em São Paulo;
Data: 20 de abril de 1974;
Renda: Cr$ 182.116,00;
Público: 23.139.
Árbitro: Dulcídio Vanderlei Boschilia.

Santos: Cejas; Hermes, Bianchi, Vicente e Zé Carlos; Nelsi e Brecha; Fernandinho, Nenê (Adílson), Pelé e Mazinho. Técnico: Pepe.

Palmeiras: Sérgio; Eurico, Polaco, João Carlos e Zeca; Dudu e Jair Gonçalves; Edu, Careca, Celo (De Rossis) e Nei. Técnico: Osvaldo Brandão.

Gols: Brecha, Nenê, Pelé e Fernandinho.

O último gol de Neto com a camisa do Timão

Foto: arquivo pessoal

Foto autografada por Neto da comemoração de seu último gol pelo Timão

Em 13 de novembro de 1996, a Fiel Torcida vivia pela última vez a emoção de comemorar um gol do meia Neto, eterno ídolo do Bando de Loucos. No empate em 1 a 1 com o Goiás, no Morumbi, em jogo válido pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro daquele ano, o ‘Xodó da Fiel’ fez o gol que garantiu o empate para o Timão, já na segunda etapa.

Com Neto ainda no banco de reservas, o Corinthians saiu atrás, com gol de Lúcio para o Goiás. Porém, no intervalo, o técnico Nelsinho Baptista colocou o craque no lugar de Romerito e mudou a história do jogo. Vestindo a camisa 17, Neto cobrou falta com a categoria de sempre e colocou no ângulo aos 12 minutos da segunda etapa.

Neto ainda jogaria pelo Timão até 1997, mas já em fim de carreira e muitas vezes fora de forma, era pouco utilizado pelos treinadores que passaram pelo clube nesta época. Até por isto o último gol dele com a camisa do Timão tenha sido em 1996. Mesmo assim, quando estava no banco, a torcida sempre pedia para ele entrar no jogo.

Neto foi jogador do Corinthians em duas passagens (1989 a 1993 e 1996/1997), tendo entrado em campo 228 vezes e balançado a rede 80 vezes. Com o manto alvinegro, foi o destaque da conquista do primeiro Campeonato Brasileiro, em 1990, sendo considerado o jogador mais importante atuando no país na época, e campeão do Paulistão de 1997.

O último gol de Rivellino pelo Corinthians

Com informações do site oficial do Corinthians
Foto: Lemyr Martins / Revista Placar

Rivellino comemorando gol. O último dele pelo Corinthians foi em 12/12/1974

Um dos grandes jogadores da história do Corinthians, Roberto Rivellino completa 73 anos neste 1 de janeiro de 2019. O Reizinho do Parque marcou época com a camisa do Timão e deixa saudade nos torcedores corintianos. Vale lembrar que Rivellino atuou pelo Timão entre os anos de 1965 e 1974.

Mas em 12 de dezembro de 1974, o Corinthians enfrentava o Guarani, que foi marcado pelo último gol de Rivellino enquanto atleta do Timão. Na ocasião, os times se enfrentaram no estádio do Pacaembu e empataram por 1 a 1, em partida válida pelo segundo turno do Campeonato Paulista de 1974.

O time comandado Sylvio Pirillo foi campo escalado com: Buttice; Zé Maria, Brito, Ademir e Ojeda; Dirceu Alves, Vaguinho e Rivellino; Lance, Zé Roberto e Peri. O ponta Pita entrou no decorrer da partida, que acabou ficando na história.

Após sair atrás na partida, por sofrer um gol nos últimos minutos da primeira etapa, o Timão buscou o empate aos 34 minutos do segundo tempo, quando o ´Reizinho do Parque´ empatou o marcador para o Alvinegro. Ainda em 1974, o dono da "patada atômica" encerrou seu ciclo de dez anos no Coringão e se transferiu para o Fluminense.

Contra o Rio Negro, em 1974, o último gol de Pelé na Vila Belmiro

Pelé marcou o seu último gol no Urbano Caldeira em 2 de maio de 1974, contra o Rio Negro

Tudo o que envolve o nome de Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, vira um grande acontecimento, maior jogador da história do Santos FC e um dos melhor do mundo, se não for o melhor, ele talvez tenha sido a pessoa mais conhecida no planeta Terra no século XX. Porém, vamos falar do que aconteceu no dia 2 de maio de 1974, quando Pelé marcou o seu último gol na Vila Belmiro.

Naquele dia, o Santos enfrentava o amazonense Rio Negro, pelo Campeonato Brasileiro. Com um time mais ajustado que o dos manauaras, o Peixe foi logo para cima e aos 4 minutos, Pelé abriu o marcador. Até aquele momento, nada de anormal, era mais um gol dele, que já tinha passado dos mil a quase cinco anos, na carreira.

Porém, as 12.790 pessoas que pagaram ingresso para vê-lo jogar naquele dia, mal sabiam que aquela lance do Rei que balançou as redes seria histórico. Ninguém mais veria um gol de Pelé na Vila Belmiro, pois aquele foi o último.

O jogo continuou normalmente e aos 27 minutos, Brecha aumentava a vantagem dos santistas. A verdade era que o Rio Negro pouco via a bola e tomava um grande sufoco do Alvinegro Praiano. Na segunda etapa, ainda no primeiro minuto, Brecha, novamente, balançou as redes e deu números finais à partida: 3 a 0 Santos. Porém, tempos depois é que saberiam que o jogo seria histórico, pois Pelé nunca mais marcou na vila famosa.

O Rei Pelé, jogando no Estádio Urbano Caldeira, marcou 288 gols em 210 partidas, tendo o Santos FC vencido 172 partidas empatado 19 e perdido 19. A primeira partida do Rei na Vila Belmiro foi no dia 15 de novembro de 1956, na vitória diante do Jabaquara por 4 a 2 com Pelé marcando um gol.

Foram 288 vezes em 210 partidas que esta cena foi vista na Vila Belmiro

Ficha Técnica
SANTOS FC 3 X 0 RIO NEGRO-AM

Data: 2 de maio de 1974
Local: Vila Belmiro - Santos-SP
Público: 12.790 pagantes
Renda: Cr$ 124.784,00
Árbitro: Maurílio José Santiago

Gols
Santos FC: Pelé, aos 4 minutos, e Brecha, aos 27 minutos do primeiro tempo; Brecha, a 1 minuto do segundo tempo.

Santos FC: Cejas; Hermes, Vicente, Bianchi e Zé Carlos; Léo Oliveira e Brecha; Fernandinho, Nenê, Pelé (Adilson) e Mazinho - Técnico: Tim

Rio Negro-AM: Borracha; Cabral, Zé Carlos, Biluca e Almir; Sabará, Jorge Cuíca, Alberi (Orauge) e Serginho; Jorge Demolidor (Naldo) e Zezinho - Técnico: José Maria Morais
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