Mostrando postagens com marcador Clássico. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Clássico. Mostrar todas as postagens

No Morumbi, São Paulo e Palmeiras empatam Choque-Rei pelo Paulistão

Foto: Guilherme Veiga / Ag. Paulistão

Partida foi no Morumbi

Na noite deste domingo, dia 3, no Morumbi, São Paulo e Palmeiras fizeram o clássico Choque-Rei pela 11ª e penúltima rodada da primeira fase do Campeonato Paulista. Jogo equilibrado entre as duas equipes, que terminou empatado em 1 a 1.

As duas equipes jogaram no meio de semana, pelo Paulistão, em jogos que estavam atrasados. No Canindé, o Palmeiras, já classificado, derrotou a Portuguesa pelo placar de 1 a 0. Já o São Paulo encarou a Internacional, em Limeira, e venceu por 3 a 0.

Precisando vencer para ir à ultima rodada precisando apenas de um empate para avançar, o São Paulo começou o jogo pressionando e abriu o marcador aos 24'. Richard Ríos errou na saída de bola, Pablo Maia conseguiu roubar a bola e tocar para Lucas, que serviu Ferreira pela esquerda. O camisa 47 rolou para trás, Lucas não conseguiu o domínio, mas Alisson chegou para finalizar rasteiro, com força: 1 a 0 para o Tricolor e com este placar terminou o primeiro tempo.

O Palmeiras voltou com tudo no segundo tempo. Aos 6', Zé Rafael balançou as redes, mas o lance foi anulado por impedimento. Já aos 12', saiu o empate: Rafael fez falta em Murilo na área e o pênalti foi marcado após consulta ao VAR. Raphael Veiga foi para a cobrança, deslocou o goleiro Tricolor e deixou tudo igual no Morumbi.

O São Paulo foi para a pressão, tentando ficar na frente no placar. Aos 22', o VAR chamou o árbitro para um possível pênalti para o Tricolor, sobre Luciano, mas não foi confirmado. Depois, as chances rarearam para os dois times e o jogo terminou empatado em 1 a 1.


A última rodada da primeira fase do Campeonato Paulista Série A1 será toda ela no próximo domingo, dia 10, com as partidas começando às 16 horas. No Estádio Novelli Júnior, em Itu, o São Paulo encara o Ituano. Já na Arena Barueri, o Palmeiras tem pela frente o Botafogo de Ribeirão Preto.

Na Vila Belmiro, Santos vence o clássico contra o Corinthians pelo Paulistão

Por Lucas Paes
Foto: Raul Baretta / Santos FC

Disputa pelo alto

O Santos venceu p primeiro clássico em 2024. Pelo Paulistão, o Alvinegro Praiano bateu o Corinthians pelo placar mínimo, na noite desta quarta, dia 7. O duelo ocorreu na Vila Belmiro, em Santos. O gol foi de João Scmidt. O resultado ampliou ainda mais a já imensa crise corintiana. O Peixe segue com a melhor campanha do torneio até aqui. 

Na rodada anterior, no domingo, o Santos venceu o Guarani, na Vila Belmiro, pelo placar de 2 a 0. Já o Corinthians, mesmo na Neo Química Arena, foi derrotado pelo Novorizontino por 3 a 1, resultado que derrubou o treinador Mano Menezes.

O jogo começou com o Santos tentando pressionar. O time da casa parecia em um ritmo completamente diferente do rival. Cássio tentava desacelerar em reposições lentas. Aos 16' o Peixe assustou numa cabeçada de João Schmidt para fora. Aos 21', o Santos pulou na frente: João Schmidt subiu sozinho no escanteio e botou nas redes. Aos 29' o segundo quase veio numa cabeçada de Aderlan. 

O Corinthians tentava sair mais naquele momento, mas esbarrava na defesa santista. Aos 34', Wesley obrigou João Paulo a trabalhar. Com a bola no chão, os santistas chegavam com alguma facilidade e até criaram chances, mas o placar ficou mesmo em 1 a 0. 


A etapa final, o Peixe voltou em cima. O alvinegro praiano controlava melhor o jogo. Aos poucos, o time corintiano tentava sair mais, com muitas dificuldades. Aos 27', Aderlan tentou um "chutamento" e quase marcou, acertando o travessão. Mesmo mais presente no ataque, o Timão via o Alvinegro Praiano ser mais perigoso. A partir dos 30 minutos, o Santos recuou perigosamente e deixou o time corintiano com a bola. O Corinthians assustou duas vezes no final, mas o placar ficou em 1 a 0

As duas equipes voltam a campo no domingo de carnaval, dia 11 de fevereiro. Às 16 horas, na Neo Química Arena, em São Paulo, o Corinthians recebe a Portuguesa. Já às 18 horas, o Santos encara o Mirassol, na casa do adversário, no Estádio José Maria de Campos Maia.

São Paulo vence o Corinthians na Neo Química Arena pelo Paulistão

Com informações do São Paulo FC
Foto: Rubens Chiri / saopaulofc.net

Comemoração em um dos gols do São Paulo

Em partida válida pela quarta rodada do Campeonato Paulista, que aconteceu nesta terça-feira (30), o São Paulo venceu o Corinthians por 2 a 1, na Neo Química Arena. Os gols são-paulinos foram marcados por Calleri e Luiz Gustavo.

No início do Majestoso, aos 15 minutos, Calleri chegou com perigo pela direita e cruzou na área, mas a bola foi para escanteio. No minuto seguinte, após cobrança de escanteio por Wellington Rato, a bola desviou em Arboleda e sobrou para a finalização de Luciano, que bateu de primeira, sem sucesso.

Aos 19, Rato deu um passe preciso para Calleri, que correu e, na saída do goleiro adversário, tocou para o fundo do gol. 1 a 0 para o Tricolor no Itaquerão. Aos 35 minutos, Luciano teve boa chance de ampliar o placar, depois de receber a bola de Lucas, mas não teve êxito. Aos 42, o Corinthians ficou com um jogador a menos, após expulsão de Caetano.

Na volta do intervalo, logo aos 5 minutos, Wellington Rato cobrou escanteio e Luiz Gustavo, bem posicionado, cabeceou de forma certeira e ampliou o placar, encaminhando a vitória tricolor. Aos 45, o Corinthians descontou, com Arhur Souza, mas não evitou o resultado positivo para os comandados de Thiago Carpini.


O próximo desafio do Tricolor também será um clássico, desta vez contra o Palmeiras, no domingo (04), às 16h, no Mineirão, pela Supercopa do Brasil. Já o Corinthians faz um jogo pelo Paulistão também no domngo, só que às 11 horas, contra o Novorizontino, na Neo Química Arena, em São Paulo.

Violência no futebol também é um problema na Europa

Por Lucas Paes
Foto: Reprodução

Ônibus do Lyon foi apedrejado em Marseille

Uma das falas mais comuns, ou melhor, uma das comparações mais comuns usadas por veículos brasileiros ao falar sobre os inúmeros problemas que enfrentamos de violência entre torcidas é citar "como as coisas são diferentes na Europa". A verdade para quem conhece o cenário do futebol do velho mundo é que a situação por lá é tão tensa quanto na América Latina, apesar do número bem mais baixos de mortes envolvendo o esporte. Na tarde deste domingo, a violência voltou a ser notícia no velho mundo com o ônibus do Lyon sendo apedrejado e cancelando o clássico entre eles e o Marseille.

No que se refere a assunto de violência entre torcedores ou de torcedores, entre os países mais desenvolvidos a França é provavelmente o que mais sofre com a situação junto da Itália. Na mesma medida em que várias torcidas francesas dão shows nas arquibancadas, os episódios de violência ocorrem com uma frequência alarmante no país. Hoje rico, o PSG já foi "dono" de uma torcida temida por toda a europa. Lyon, Marseille e até mesmo times como Lille e Nantes não ficam para trás e possuem Ultras com vários episódios de violência em suas histórias.

O apedrejamento ao ônibus do Lyon, que cancelou o clássico contra o Olympique de Marseille neste domingo é apenas mais um na grande conta de problemas que a França enfrenta com seus torcedores. O duelo acabou adiado após o treinador Fábio Grosso, que já foi inclusive um tremendo lateral esquerdo, ser atingido por uma das pedras que atingiu o ônibus e se ferir. Recentemente, a mesma torcida do Marseille paralisou um jogo de Liga Europa ao arremessar sinalizadores no campo. 

Engana-se, porém, quem pensa que a França é o único entre os países desenvolvidos que enfrenta problemas com a violência entre suas torcidas. A Itália também sofre muito na mão de seus ultras e é outro local onde são relativamente comuns os episódios envolvendo brigas entre torcidas, mesmo entre os clubes mais conhecidos. O clássico entre Juventus e Internazionale, por exemplo, dificilmente acontece sem problemas entre Curva Nord e Drughi. Se você colocar na conta o Derby da capital entre Roma e Lazio, a conta explode.

Além destes, outros dos países mais conhecidos ainda passam por problemas, casos como a Alemanha, onde há uma melhor contenção da violência entre torcedores, porém as vezes ela ainda ocorre; Espanha, que mesmo banindo alguns grupos ainda tem seus problemas, Holanda, onde Ajax e Feyenoord jogam com torcida única devido ao histórico violento do confronto e, é claro, Reino Unido, que contém melhor os problemas na soma de punição e ingressos caros, mas ainda sofre com brigas pequenas relativamente comuns entre os resquícios dos Hooligans. Além de paraísos como Suíça, Finlândia, Suécia e até a Noruega e a Dinamarca.


Se passarmos para o lado mais "underground" da Europa aí a situação é quase equivalente aos piores clássicos sul-americanos. É até desnecessário tecer comentários sobre o incendiário (às vezes literalmente) duelo entre Estrela Vermelha e Partizan. O leste europeu é tomado por confrontos pesados entre torcedores, desde a Polônia e a Grécia e seu clássicos de torcida única, que nem são tão leste assim, até Bósnia, Bulgária e diversos outros integrantes da antiga Iugoslávia, sem esquecer, é claro, da Rússia. 

Em resumo, o triste episódio deste domingo com o ônibus do Lyon mostra o quão grande e "globalizado" o problema da violência no futebol ainda é, por mais que há quem diga que este é um problema exclusivo sul-americano. A discussão sobre as brigas no esporte bretão não pode ser separada do que é a sociedade como um todo. Tanto quanto nós sul-americanos, os europeus também tem as brigas de torcida para chamarem de suas. 

O gol de calcanhar de Mirandinha, pelo Paraná, contra o Athletico em 1995

Por Victor de Andrade
Foto: arquivo

Momento logo após ao calcanhar, com a bola indo para o fundo das redes

Isailton Ferreira da Silva, o ex-atacante Mirandinha, está completando 52 anos neste 13 de novembro de 2022. Conhecido por passagens por Paysandu e Corinthians, seu gol mais bonito na carreira foi de calcanhar, pelo Paraná Clube, em um clássico contra o Athletico (na época Atlético), no Campeonato Paranaense de 1995.

Nascido em Palmares, estado de Pernambuco, Mirandinha começou no Sport, onde em 1990 estreou nos profissionais. Sem conseguir se firmar no Leão, passou por Noroeste de Bauru e Central de Caruaru, até chegar no Ceará, em 1993. No ano seguinte, se destacou no Paysandu, principalmente no Brasileirão, e chamou a atenção de vários clubes.

O Paraná Clube, naquele meio dos anos 90, dominava o futebol estadual, conquistando diversos Campeonatos Paranaense e ainda sendo o único representante de Curitiba, por várias temporadas, na Série A do Campeonato Brasileiro. Na época vivendo bom momento financeiro, o Tricolor conseguiu vencer a concorrência e contratou o jogador, na época com 24 anos.

Mirandinha, em boa forma, fazia um bom Campeonato Paranaense, mas nem ele imaginava o que iria fazer naquele 26 de março. A tabela marcava o clássico entre Paraná Clube e Atlético no Couto Pereira. O Tricolor era favorito e logo quando a bola rolou, parecia que ia vencer o jogo. No primeiro tempo, mais precisamente aos 7 minutos, Saulo o grande artilheiro paranista da fase áurea do clube, abriu o marcador.

O belo gol marcado por Mirandinha

Mas o belo lance aconteceu aos 20 minutos do segundo tempo. O atacante Mirandinha recebeu a bola dentro da área, de costas para as traves. Na hora de dominar, a "pelota" deu uma escapada e o jogador, conhecido pela velocidade, se virou dando um calcanhar, balançando as redes do Couto Pereira: um golaço!

Enquanto os paranistas comemoravam, boa parte da torcida do Atlético Paranaense teve uma atitude rara, mas que comprova o belo lance que aconteceu no Couto Pereira: eles levantaram e aplaudiram o belíssimo gol de Mirandinha. No dia seguinte, o atacante recebeu diversas homenagens e uma placa do clube

O jogo ficou mesmo nos 2 a 0 e fez parte da caminhada do Paraná Clube na conquista de seu quarto título paranaense em cinco anos. O Tricolor havia vencido em 1991 e depois emendou uma série que começou em 1993 e só foi terminar em 1997. Sim, os paranistas, que vão jogar a Segunda Divisão Paranaense em 2023, foram pentacampeões estaduais.


Já a vida de Mirandinha no Paraná Clube durou pouco. O gol de calcanhar rodou o mundo e o suíço Sion fez uma bela proposta pelo atacante, que foi para a Europa ainda no meio de 1995. Ele voltaria para o Brasil em 1996, para defender o Corinthians. Teve uma bela fase no título Paulista de 1997, caiu de produção no ano seguinte e ainda defenderia Juventude e América Mineiro, onde encerrou a carreira em 2001.

The Strongest e Bolívar fazem clássico alucinante pelo Clausura do Campeonato Boliviano

Com informações do Los Tiempos
Foto: APG

Houve confusão no fim da partida

Em um clássico impróprio para os fracos de coração, o The Strongest não conseguiu manter a vantagem de 3 a 0 e acabou empatando em 4 a 4 com o Bolívar, em jogo pela 22.ª jornada do Campeonato Clausura. A partida, realizada na quarta-feira, dia 12, no Estádio Hernando Siles, teve quatro expulsos.

Na partida, Bolívar foi o mais incisivo no ataque para abrir o placar o mais rápido possível, mas faltou eficácia contra Guillermo Viscarra, que defendeu tudo. O goleiro do Tigre desviou primeiro um cabeceamento de César Martins (aos 12') com os dedos. Cinco minutos depois, evitou o gol de Javier Uzeda (17') após um chute da pequena área.

Quando parecia que Bolívar abriria o placar a qualquer momento, veio o gol de The Strongest, que fez 1 a 0 em sua primeira entrada arriscada no gol de Rubén Cordano. A cobrança de falta de Fernando Saucedo foi recebida por Ismael Benegas, que surpreendeu Rubén Cordano (31') com um cabeceamento.

Quatro minutos depois, César Martins derrubou Enrique Triverio na área e o juiz Gaad Flores não hesitou em sancionar a infração com a pena máxima. Foi Michael Ortega quem, aos 38', converteu a grande penalidade em 2 a 0.

No segundo tempo, The Strongest ampliou a vantagem para 3 a 0 com um gol de Saúl Torres, que rematou da beira da meia-lua que escorregou no canto superior esquerdo do gol de Rubén Cordano (10'). Quando parecia que The Strongest venceria o clássico sem maiores inconvenientes, o desconto de Bolívar chegou, aos 14', com um cruzamento de Patricio Rodríguez, que escorregou ao lado do poste esquerdo.

O The Strongest queria fechar o clássico e começou a retirar suas linhas para cuidar do resultado, mas nunca acreditou que Bolívar acordaria e viraria o jogo. O 3-2 chegou aos 40' com golo de Moisés Villarroel, que resgatou uma bola na pequena área, após ressalto de Viscarra.

Quatro minutos depois, um cruzamento de falta de Leonel Justiniano foi penteado por César Martins e surpreendeu o guarda-redes, fazendo o 3 a 3, aos 44'. Patricio Rodríguez silenciou todos os adeptos das listras de tigre em Hernando Siles quando aos 52' marcou o 3 a 4, de cabeça.

Quando as Celestes já comemoravam a vitória, aos 57', uma mão na bola de Roberto Fernández na área foi sancionada com pênalti, que aos 64' Enrique Trivero converteu no gol do empate final, 4 a 4. Jair Reinoso e Ismael Benegas em The Strongest; Gabriel Villamil e Francisco da Costa viram o cartão vermelho ontem, após os incidentes de violência que foram registrados nos últimos minutos do clássico.


Perto do fim do campeonato, o Tigre conseguiu quatro pontos de vantagem sobre o Always Ready e seis sobre o Bolívar, mas quis fechar a partida muito cedo e acabou resgatando um empate que lhe permitiu seguir na liderança do Clausura com 50 pontos, mas a diferença foi reduzida para 2 sobre o Milionário (48) e 3 com a Academia (47). Com os resultados de ontem, a luta pelo título do Clausura continua entre três equipes: The Strongest, Always Ready e Bolívar.

Com Suárez marcando belo gol, Nacional vence o Peñarol no clássico pelo Clausura Uruguaio

Com informações do GE.com e UOL
Foto: divulgação CNF

Suárez marcou um belo gol de fora da área

No seu primeiro clássico desde que voltou ao Uruguai, Luis Suárez brilhou. O atacante marcou um belo gol de fora da área na vitória do Nacional por 3 a 1 sobre o Peñarol, neste domingo, pela sexta rodada do Torneio Clausura do Campeonato Uruguaio. O jogo foi no Gran Parque Central, a casa do Bolso.

O Nacional foi melhor no primeiro tempo, criou chances, mas não conseguiu abrir o marcador. O primeiro gol da partida saiu apenas aos 46 minutos. Após cobrança de escanteio pela direita, a defesa do Peñarol marcou bobeira e Laborda, de cabeça, não desperdiçou: 1 a 0 para o Bolso.

Aos sete minutos do segundo tempo, saiu o gol de Luis Suárez. Ele recebeu um arremesso pela meia direita, e, com a bola no ar, acertou um belíssimo chute de canhota para vencer Kevin Dawson, que não alcançou a bola. O gol levou o Estádio Gran Parque Central abaixo.

O Peñarol ainda reduziu aos 16 minutos do segundo tempo, com Kevin Méndez. Logo depois do gol, porém, o jogo foi paralisado devido a um conflito entre torcedores dos dois times nas arquibancadas. Sinalizadores foram jogados no gramado.

Após alguns minutos de paralisação, o jogo foi reiniciado, e o Nacional definiu o triunfo, com Cándido, aos 30 minutos. O zagueiro recebeu de Trezza na área e chutou no canto direito para confirmar a vitória dos donos da casa.


O triunfo deixou o Nacional na liderança provisória do Clausura. O time soma 15 pontos em seis jogos, e agora precisa secar o River Plate, que tem a mesma pontuação e ainda joga na rodada. O Peñarol está na oitava posição, com oito pontos.

Re-Pa pelo Brasileirão Série C termina empatado em 2 a 2

Com informações do O Liberal
Foto: Samara Miranda/Ascom Remo

Muitos gols e 2 a 2 no Baenão

Pênalti polêmico, frango de Vinícius, estreia de Leandro Carvalho, gols...Teve de tudo no Re-Pa válido pelo Brasileirão Série C, realizado neste domingo, dia 3, no Baenão, em Belém. O clássico paraense terminou empatado em 2 a 2. Foi um jogo muito disputado, as duas equipes estavam muito intensas na marcação.

O Paysandu entrou em campo como o segundo colocado da Série C, com 22 pontos, e vinha de um empate em 1 a 1 com o Brasil de Pelotas, na Curuzu. Já o Remo era o 11º, com 17 pontos, e em sua última partida também foi uma igualdade: 0 a 0 com o Figueirense, em Florianópolis.

Os minutos iniciais do Re-Pa foi marcado pelo equilíbrio. O Clube do Remo foi o primeiro a tentar as jogadas de ataque. Aos 9 minutos, após cobrança de lateral pela esquerda, Marlon avançou para o cruzamento, deixando Toscano bem perto da finalização. Dois minutos depois veio a resposta azulina, com bola cruzada na área, sobrando para Fernandinho, que fez o cabeceio, mas Mikael, em cima da linha, evitou o primeiro gol azulino.

Com os dois trocando bastante passes, o Paysandu conseguiu avançar com Marlon pela esquerda e após o cruzamento, Toscano novamente aproveitou para arrematar a bola, passando muito perto do gol de Vinícius. Aos 32, em boa jogada dos bicolores, Marlon recebeu para o chute, que explodiu no travessão. As emoções do Re-Pa ficaram ainda maiores, quando aos 40 minutos, o árbitro viu toque de bola no braço de Marlon, e assinou a penalidade, convertida por Fernandinho, abrindo o placar no Baenão em favor do Remo.

A alegria da torcida azulina, no entanto, durou pouco. Já nos acréscimos, escanteio foi cobrado na área azulina, que afastou o perigo. Na sobra, José Aldo fez o domínio, se livrou da marcação e chutou rasteiro, no canto do goleiro Vinícius, decretando o empate em 1 a 1.

Na volta do intervalo, o técnico Gerson Gusmão promoveu as primeiras alterações no time azulino. Entraram Bruno Alves e Igor Moraes, nos lugares de Fernandinho e Daniel Felipe, mas coube ao Paysandu a primeira boa chance de gol, aos nove minutos. Novamente Toscano surgiu na área para completar cruzamento, mas a bola saiu pela linha de fundo.

Novamente dois minutos depois, aos 10 minutos, em novo cruzamento e bate-rebate, Anderson Uchôa ficou de cara com o gol e completou num chute rasteiro, deixando o Remo novamente na frente do placar, 2 a 1. No Papão, Márcio Fernandes fez as primeiras mudanças, com a entrada de Robinho no lugar de Mikael. O lá e cá deixou a partida emocionante, e Robinho, que havia acabado de entrar, entrou pela direita para fazer o cruzamento, contando com a bondade do goleiro Vinícius, que na defesa acabou resvalando a bola para dentro da própria meta, marcando gol contra e empatando a partida em 2 a 2.

Com a partida empatada, os dois times passaram a estudar bastante as jogadas, com o Remo caindo mais pela lateral, enquanto o Paysandu explorava os contra-ataques. Aos 25 o Paysandu tentou novamente, mas Vinícius se redimiu do frango ao evitar a finalização de Serginho. Foi então que Gerson Gusmão fez nova alteração, promovendo a estreia de Leandro Carvalho, no lugar de Rodrigo Pimpão.

Do outro lado, Márcio Fernandes tirou Marlon para a entrada de Danrlei. Após os 30 minutos, o equilíbrio se instalou em campo, com novas substituições dos dois lados e a frequente troca de passes no meio-campo. Aos 39, Genílson fez falta na intermediária e Bruno Alves foi à cobrança, mas a bola passou por cima da meta bicolor.

A resposta bicolor veio em outro lance de falta na intermediária azulina, aos 44 do segundo tempo. Robinho foi para a cobrança, mas a bola acertou a barreira. Assim, a partida foi encerrada aos 50 minutos, pelo árbitro cearense Marcelo de Lima Henrique.


O empate beneficiou principalmente o Paysandu, que se manteve na vice-liderança da Série C, com 23 pontos. A equipe bicolor terá pela frente na próxima rodada a equipe do Confiança, em Belém, atual 16ª colocado na tábua de classificação. Já os azulinos amargaram o empate que pareceu com sabor de derrota. O time luta para retornar ao G8 da competição, mas saiu de campo com um ponto, que o deixou na nona posição, com 18 pontos. Na rodada seguinte, os azulinos enfrentam o lanterna da Série C, Atlético-CE, no estádio Presidente Vargas, em Fortaleza.

Ônibus do Grêmio é alvo de pedradas na chegada ao Beira-Rio e Gre-Nal é suspenso

Com informações do GE.com
Foto: Grêmio/Divulgação

Paraguaio Villasanti ficou ferido por pedrada

O ônibus do Grêmio foi recebido a pedradas ao chegar ao Beira-Rio para o clássico Gre-Nal deste sábado, dia 26. no Beira-Rio, em Porto Alegre, pelo Campeonato Gaúcho. Segundo a assessoria de imprensa do clube, alguns jogadores foram atingidos. O paraguaio Villasanti está recebendo atendimento. Com isto, o Tricolor decidiu não jogar a partida e o clássico foi supenso.

Nas imagens divulgadas pelo clube, o volante aparece com ferimentos acima e abaixo do olho esquerdo. Ele recebe atendimento médico no ônibus do clube e aguarda a chegada de uma ambulância para ser conduzido a um hospital.

Em entrevista na entrada do vestiário do clube no Beira-Rio, o mandatário tricolor afirmou que o paraguaio ficou tonto e por pouco "não morreu". O clube já avisou o presidente da Federação Gaúcha de Futebol (FGF), Luciano Hocsman, que não vai jogar e aguardou a escolta da Brigada Militar para deixar o estádio.


"Não vamos jogar. Não nos sentimos seguros. Há um desequilíbrio técnico tremendo por que o jogador estava escalado para a partida. Tem vários jogadores que foram tomar banho, estão cheios de vidro. Não há condições técnicas e psicológicas para fazer a partida", explicou o mandatário do Tricolor.

Ainda segundo o clube, o incidente ocorreu na Avenida Edvaldo Pereira Paiva, nas imediações do estádio. Torcedores do Inter arremessaram pedras contra o veículo.

Pedra jogada no ônibus do Grêmio

Marília e Noroeste empatam no clássico regional válido pelo Paulistão A3

Com informações do GE
Foto: Lucas Daquino / Marília AC

Jogo foi no Bento de Abreu, em Marília

Marília e Noroeste ficaram no empate por 1 a 1 no clássico regional disputado na tarde deste sábado, dia 22, no estádio Bento de Abreu, em Marília, válido pela 14ª e penúltima rodada da Série A3 do Campeonato Paulista. O resultado deixa o Norusca na liderança da competição e o MAC dependendo só de si para avançar para as quartas.

Líder antes da 14ª rodada começar, com 24 pontos, e já garantido nas quartas da competição, o Noroeste vinha de uma vitória fora de casa sobre o Batatais, por 2 a 1. Já o Marília, oitavo, com 19 pontos, empatou em casa na sua última partida: 0 a 0 com o Comercial.

O Norusca abriu o placar logo aos nove minutos, com Alecsandro aproveitando rebote e tocando de cabeça. Foi o terceiro gol do camisa 9 na competição. O MAC, porém, foi atrás do empate ainda na primeira etapa: aos 34, Gustavo Nescau tabelou com Wendel e, dentro da área, fuzilou Pablo para deixar tudo igual, marcando pela sexta vez na A3.

O resultado acaba sendo pior para o Marília, que embora ganhe uma colocação - agora é o sétimo, com 20 pontos -, terá que decidir a classificação ao mata-mata jogando fora de casa na última rodada. Já o Noroeste se segura na ponta da tabela, com 25 pontos e depende apenas dos próprios esforços para garantir a melhor campanha da primeira fase.


A última rodada da fase de classificação será na terça-feira, dia 25, às 15 horas. O Marília vai Lins, onde enfrenta o Linense no Estádio Municipal Gilberto Siqueira Lopes. Já o Noroeste recebe o Rio Preto no Estádio Alfredo de Castilho, em Bauru.

Edina Alves será a primeira mulher a apitar um Corinthians x Palmeiras

Foto: Rodrigo Corsi / FPF

Edina Alves vai trabalhar como árbitra no Corinthians x Palmeiras

A árbitra Edina Alves segue fazendo história na arbitragem. Em escala divulgada pela FPF nesta segunda-feira (1º), ela foi escalada para comandar o jogo entre Corinthians e Palmeiras na próxima quarta-feira (3), tornando-se a primeira mulher na história a apitar o Derby.

Edina vem de outra marca histórica: em janeiro, ela fez parte do primeiro trio de arbitragem feminino da história do Mundial de Clubes, disputado no Catar. Ela apitou um jogo e integrou a equipe de arbitragem da final, entre Bayern-ALE e Tigres-MEX. 

Além disso, quebrou um "jejum" de mulheres na arbitragem na Série A do Campeonato Brasileiro, já que em 2019, comandou o jogo entre CSA-AL e Goiás-GO, o que não acontecia desde o ano de 2005, com Silvia Regina, também árbitra do quadro paulista.


O Derby, que reedita a última decisão, acontece pela segunda rodada do Paulistão Sicredi 2021, às 19h, na Neo Química Arena. O Corinthians vem de empate com o Red Bull Bragantino por 0 a 0, enquanto o Palmeiras fará sua estreia na competição estadual.

100º dérbi entre Rio Branco e União Barbarense acontecerá na Segundona Paulista de 2020

Foto: divulgação

Clássico envolve muita rivalidade entre as duas equipes

Após 105 anos da realização do primeiro confronto entre Rio Branco e União Barbarense, o tradicional clássico atingirá a marca dos três dígitos em quantidade de jogos. O centésimo dérbi da história acontecerá no dia 18 de novembro, às 15 horas, no estádio Décio Vitta, pela última rodada da 1ª fase do Campeonato Paulista da Segunda Divisão Sub-23, que começa no próximo final de semana.

O primeiro confronto entre as agremiações aconteceu em 3 de maio de 1915 e fez parte das festividades do evento de inauguração do sistema de luz elétrica em Santa Bárbara d'Oeste. O placar registrado foi de 0 a 0. A primeira vitória registrada foi em 17 de outubro de 1915, quando o União Barbarense bateu o então denominado Sport Club Arromba (posteriormente o Rio Branco) por 3 a 1, no campo da Rua 12 de Novembro, na Villa Americana. O Tigre só venceu pela primeira vez o seu rival no terceiro confronto: no dia 8 de janeiro de 1922, por 2 a 0, em partida válida pelo Campeonato do Interior de 1921.

A maior vitória registrada na história do clássico aconteceu em 19 de julho de 2006, pelo Campeonato Brasileiro da Série C: 6 a 0 para o Rio Branco, no estádio Antônio Lins Ribeiro Guimarães. Esta também é a maior vitória fora de casa de um time na história da Série C e a maior derrota já imposta ao União em sua casa. Os maiores triunfos unionistas foram em 21 de setembro de 1980 e em 9 de fevereiro de 2011, ambos pela Segunda Divisão de SP (a atual A-2) e por 4 a 1.

O maior artilheiro do clássico é Fabrício Carvalho, que jogou unicamente pelo União Barbarense, com cinco gols. Ele é seguido por Alberto, que atuou exclusivamente pelo Tigre, com quatro tentos.


As maiores invencibilidades são unionistas. Por duas vezes o Leão emplacou uma sequência de 11 jogos sem perder para o rival (entre 1953 e 1981, e 2013 e 2018). Por outro lado, a maior sequência de vitórias é do Tigre: sete, entre 1922 e 1925.

Os 98 confrontos até hoje resultam no seguinte retrospecto: 29 vitórias do Rio Branco, 28 empates e 41 vitórias do União. 128 gols anotados pelo Tigre, 129 pelo Leão da Treze. O palco do jogo nº 100, o estádio Décio Vitta, inaugurado em 1977, já presenciou 33 dérbis com 9 vitórias do RB, 13 empates e 11 vitórias do UAB. O Tigre não vence o seu arquirrival em casa desde 2013.

No Morumbi, Palmeiras leva a melhor no clássico contra o Santos

Foto: Ivan Storti / Santos FC

Kaio Jorge tenta passar pelo marcador palmeirense

Na tarde fria no Morumbi, em São Paulo, neste domingo, dia 23, o Palmeiras levou a melhor no clássico sobre o Santos, válido pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro Série A 2020, e venceu pelo placar de 2 a 1. É a segunda vitória do Verdão e a segunda derrota do Peixe na competição.

Depois de terminar mal o Paulistão e não ter tido um bom início de Brasileiro, o Santos, sob o comando de Cuca, iniciou uma reação e vem de duas vitórias, sendo a última contra o Sport, fora de casa, por 1 a 0. A equipe era a quinta colocada, com sete pontos. Já o Palmeiras, mesmo com o título estadual, sofre pressão da torcida por causa do desempenho dentro de campo. Em seu último jogo, o Verdão, 10º, com cinco pontos e uma partida a menos, bateu o Athletico Paranaense, fora de casa, por 1 a 0.


O primeiro tempo foi fraco tecnicamente, mas o Palmeiras foi um pouco melhor, mas abriu o marcador somente no último lance da etapa inicial. Em cobrança de falta de Bruno Henrique, Alisson, que estava na barreira, colocou a mão na bola: pênalti! Luiz Adriano foi para a cobrança e, apesar de João Paulo ter acertando o canto, balançou as redes: 1 a 0 para o Verdão.

O Palmeiras nem curtiu tanto a vantagem no marcador, já que o Santos empatou a partida logo aos 2 minutos da segunda etapa. Sánchez cobrou falta na área, Jobson desviou de cabeça e Ramires tentou cortar a bola, mas acabou mandando contra o próprio gol: 1 a 1.


Com o empate, o Santos até melhorou, mas depois foi caindo de produção e o Palmeiras voltou a dominar as ações, chegando ao segundo gol aos 27'. Jobson tentou virar o jogo, mas entregou no pé de Lucas Lima. O Palmeiras armou o ataque, a bola sobrou com William e ele deu um belo passe, por cima, para Patrick de Paula chegar invadindo a área e, de primeira, marcar um golaço! Verdão 2 a 1.

Apesar de tentar buscar o empate, o Santos esbarrava na má produção da tarde. Assim, o Palmeiras conseguia segurar o resultado. No fim da partida, o Peixe ainda perdeu Alisson, expulso ao tomar o segundo amarelo. Com isto, o Verdão ficou com a vitória.


O Palmeiras volta a campo no próximo sábado, dia 29, quando terá pela frente o Bahia, às 19 horas, no Pituaçu, em Salvador. Já o Santos joga no domingo, dia 30, às 16 horas, contra o Flamengo, na Vila Belmiro, no encontro que coloca frente a frente campeão e vice do ano passado.

Juventude leva a melhor no CaJu e vence por 2 a 0

Foto: Arthur Dallegrave/EC Juventude

O Juventude foi melhor durante boa parte do jogo

O retorno do Juventude ao Campeonato Gaúcho, depois da paralisação por conta da quarentena de coronavírus, foi com o pé-direito. No clássico contra o Caxias, na manhã desta quinta-feira, dia 23, no Alfredo Jaconi, o time verde da cidade levou a melhor e venceu pelo placar de 2 a 0.

O Juventude precisava da vitória a qualquer custo, pois tinha feito apenas um ponto em três jogos neste segundo turno do Gauchão, onde as equipes de um grupo enfrentam as do outro, e ainda deixaria a equipe na briga pela zona de classificação na chave A. Já para o Caxias, os três pontos colocaria a equipe na segunda colocação do Grupo B, passando o Esportivo de Bento Gonçalves, que empatou com o Ypiranga na quarta.

A partida começou truncada, com muita movimentação no meio de campo. Porém, aos poucos, o Juventude passou a fazer valer o fator casa, mesmo sem a presença de público das arquibancadas do Alfredo Jaconi, criando oportunidades.

O maior volume de jogo do time alviverde foi premiado aos 15 minutos. Igor invadiu a área e chutou cruzado. A bola bateu no goleiro Marcelo Pitol e foi parar no fundo das redes: 1 a 0 no marcador. Depois de sofrer o gol, o Caxias até equilibrou as ações, mas o primeiro tempo terminou com a vantagem do Juventude.

Se a intenção do Caxias era armar uma reação logo no início do segundo tempo, a intenção foi por "água abaixo" logo aos 3 minutos. Juliano perdeu bola no meio, Breno arrancou para o ataque, chutou e a bola desviou, encobrindo Marcelo Pitol: 2 a 0 para o Juventude.


Aos 6', o Caxias até balançou as redes. Tilica recebeu em impedimento, cruzou e Igor desviou, mandando contra o próprio patrimônio. Porém, a arbitragem sinalizou a posição irregular. O Juventude, passou a controlar a velocidade da partida, para garantir o resultado e o Caxias chegou a marcar com Jean, de cabeça, aos 41', mas o lance foi anulado novamente por impedimento. Assim, o Juventude ficou com a vitória por 2 a 0.

As equipes voltam a campo no próximo domingo, dia 26, ambas jogando às 16 horas, pela quinta rodada do segundo turno do Gauchão. O Juventude encara o Brasil de Pelotas no estádio do Vale, em Novo Hamburgo, enquanto o Caxias recebe o Pelotas no Centenário, em Caxias do Sul.

O último gol de Pelé em clássicos

Foto: arquivo
Com informações da FPF

Pelé fez o seu último gol em um clássico em 20 de abril de 1974

Fazer gol em clássico sempre fica marcado na trajetória de qualquer jogador. Durante toda a sua carreira, Pelé balançou as redes de diversos rivais, mas um gol ficará guardado na memória do ‘Rei do Futebol’: contra o Palmeiras, pelo Campeonato Brasileiro de 1974, o seu último tento em clássicos vestindo a camisa do Santos.

Comandado por Pepe, Pelé marcou o seu último gol em clássicos pelo Santos diante do Palmeiras, atual bicampeão brasileiro na época. O confronto histórico aconteceu no Pacaembu, onde mais de 20 mil espectadores testemunharam o tento do ‘Rei’ na segunda etapa, o terceiro da goleada por 4 a 0.


Após deixar o Santos, clube pelo qual ostenta marcas e títulos expressivos como o pentacampeonato nacional de forma consecutiva e 10 vezes o título paulista, Pelé se transferiu para o New York Cosmos, dos Estados Unidos. Pela Seleção Brasileira, Pelé alcançou o tricampeonato mundial -1958, 1962 e 1970. 

Números - Ao todo, Pelé marcou 1281 gols ao longo de sua carreira. O 'Rei' é o maior artilheiro da história do Campeonato Paulista, com 470 gols. O ex-jogador também ostenta a marca de ser o principal goleador estadual por 11 vezes, sendo nove de forma consecutiva, além de ser o maior artilheiro de uma única edição com 58, em 1958.


Ficha técnica
Santos 4 x 0 Palmeiras

Local: Pacaembu, em São Paulo;
Data: 20 de abril de 1974;
Renda: Cr$ 182.116,00;
Público: 23.139.
Árbitro: Dulcídio Vanderlei Boschilia.

Santos: Cejas; Hermes, Bianchi, Vicente e Zé Carlos; Nelsi e Brecha; Fernandinho, Nenê (Adílson), Pelé e Mazinho. Técnico: Pepe.

Palmeiras: Sérgio; Eurico, Polaco, João Carlos e Zeca; Dudu e Jair Gonçalves; Edu, Careca, Celo (De Rossis) e Nei. Técnico: Osvaldo Brandão.

Gols: Brecha, Nenê, Pelé e Fernandinho.

No Pacaembu, Santos e Palmeiras ficam no 0 a 0

Foto: Ivan Storti / Santos FC

Felipe Melo deu uma entrada 'criminosa' em Yuri Alberto e só levou amarelo

O Santos FC fez o clássico contra o Palmeiras, no estádio do Pacaembu, na tarde deste sábado, dia 29, em partida válida pela oitava rodada do Campeonato Paulista, e empatou pelo placar de 0 a 0. O resultado mantém o Peixe na liderança do Grupo A, agora com 12 pontos conquistados.

A partida começou com o Peixe pressionando a equipe rival. O primeiro lance de perigo dos comandados de Jesualdo Ferreira ocorreu aos 7 minutos, quando Carlos Sánchez cobrou escanteio venenoso e Eduardo Sasha, após desvio, quase completou para a meta verde. No lance seguinte, polêmica: Felipe Jonatan passou por Gabriel Menino e cruzou na área; Sasha, no ato da conclusão, acabou sendo tocado por Gustavo Gómez e caiu na área, mas a arbitragem não enxergou irregularidade.


O Peixe seguiu criando boas oportunidades contra o adversário e, aos 16 minutos, após belo lance de Sasha em cima de Bruno Henrique, Alison tentou aproveita a sobra, mas isolou. Soteldo, no lance seguinte, teve boa oportunidade, mas a conclusão também acabou passando perto. Carlos Sánchez, Pará e Yuri Alberto tiveram novas oportunidades ao longo da primeira etapa, mas nenhuma se configurou em gol. O melhor lance dos 45 minutos iniciais saiu dos pés de Sánchez, aos 35 minutos, em chute forte, cruzado, que obrigou Weverton a fazer grande defesa.

Mais equilibrada, a segunda etapa ficou marcada por chances perigosas para as duas partes, mas nenhuma suficiente para mover o placar. O Peixe novamente foi quem mais chegou com perigo, com destaque para um chute de Sasha, aos 18 minutos, que por muito pouco não entrou no canto esquerdo de Weverton. O Palmeiras teve seu principal lance com Bruno Henrique, aos 23′, quando arriscou em cobrança de falta e ela foi por cima. O rival também teve um gol anulado aos 33 minutos.


O próximo desafio do alvinegro praiano será contra o Defensa y Justicia, nesta terça, dia 3, fora de casa, em oportunidade que marcará sua estreia na fase de grupos da Copa Libertadores 2020. Posteriormente, pela competição estadual, o Peixe voltará a campo contra o Mirassol, no sábado, dia 7, na Vila Belmiro, às 19h30.

Já o Palmeiras também tem a Libertadores no meio da semana Na quarta, dia 4, o Verdão encara o Tigre, fora de casa, estreando na competição. Pelo Campeonato Paulista, o Alviverde joga no sábado, dia 7, contra a Ferroviária, às 17 horas, no Allianz Parque, em São Paulo.

Ponte Preta vence o Dérbi de Campinas e resultado classifica Novorizontino

Com informações do site oficial da FPF
Foto: Rodrigo Corsi/FPF

Thales abriu o marcador para a Ponte Preta

Pela 11ª rodada do Paulistão, a Ponte Preta fez 3 a 0 e venceu o Guarani no Dérbi de Campinas, no estádio Moisés Lucarelli. Os gols de Thalles, Diego Renan e Gerson Magrão serviram para eliminar de forma matemática as chances dos bugrinos de avançarem às quartas de final.

Sem chance de classificação, a Ponte Preta chega aos 19 pontos, em terceiro lugar no Grupo A. O Guarani, por sua vez, se manteve com 14, em terceiro no Grupo B, e também não tem mais chances de alcançar o Novorizontino, que se classificou com 19.

Como não poderia deixar de ser, o primeiro tempo do dérbi campineiro teve todos os ingredientes de um clássico: nervosismo, disputa e muita emoção. Em meio às disputadas de bola, o Guarani foi quem criou a primeira chance de gol, quando Diego Cardoso, após cobrança de escanteio e saída errada de Ivan, testou para fora.

O lance animou o time alviverde, que tentou aproveitar a superioridade. Os veteranos Anselmo Ramon e Thiago Ribeiro finalizaram com perigo, mas a defesa da Ponte Preta se segurou como podia para manter o empate. Aos poucos, no final do primeiro tempo, os donos da casa começaram a sair mais para o jogo.

Aos 32 minutos, Matheus Oliveira teve a primeira chance de finalizar, após tentativa de Thalles, mas acabou travado. Na sequência, aos 38, Thalles converteu cobrança de pênalti, sofrido por Edson, e abriu o placar. Ainda antes do intervalo, Giovanni evitou o segundo gol alvinegro fazendo linda defesa em chute de Diego Renan.

No começo do segundo tempo, porém, o goleiro bugrino não pode evitar o segundo gol alvinegro. Em nova finalização firme, Diego Renan acertou o cantinho para marcar. O tento tranquilizou os pontepretanos, que passaram a administrar o duelo, esfriando qualquer tentativa de reação dos adversário.

Mesmo mexendo nas peças de ataque, o Guarani teve dificuldades para voltar a chegar ao gol de Ivan. A Ponte Preta, por outro lado, foi mortal quando foi ao ataque. Aos 25 minutos, em contra-ataque, Gerson Magrão recebeu de Matheus Oliveira e finalizou de perna esquerda para marcar.

Os dois times encerram a primeira fase na próxima quarta-feira (20), às 21h30. A Ponte Preta visita o Palmeiras, no Allianz Parque, em São Paulo, enquanto o Guarani recebe o Red Bull, no Brinco de Ouro, em Campinas.

Próximo do clássico Bra-Pel, Germano valoriza momento do Pelotas

Foto: divulgação Pelotas

Germano em ação pelo Pelotas diante do Caxias

A tarde do próximo domingo (17) será agitada na cidade de Pelotas, no Rio Grande do Sul. Às 16 horas, Brasil e Pelotas se enfrentam no estádio Bento Freitas, pela décima rodada do Campeonato Gaúcho da elite, fazendo o famoso clássico Bra-Pel.

Titular em todas as partidas que o Pelotas disputou neste Gauchão, o volante Germano revela as suas expectativas para o clássico Bra-Pel. "O Bra-Pel é um clássico muito disputado, que envolve equipes tradicionais e torcidas apaixonadas. Acredito que teremos uma partida difícil pela frente, até pelo fato de estarmos atuando fora de casa. Mesmo assim, creio que chegamos fortes. Trabalhamos bem ao longo da semana e sinto que estamos prontos para este desafio", comentou o jogador, de 24 anos.

Sétimo colocado do Campeonato Gaúcho, com 12 pontos, o Pelotas pode garantir uma vaga nas quartas de final do torneio em caso de triunfo sobre o Brasil. De olho na classificação, Germano elogia o desempenho do Lobo na primeira fase do estadual.

"Temos um grupo trabalhador e que merece estar brigando na parte de cima da tabela. Seria muito bom garantir uma vaga nas quartas de final com uma rodada de antecedência, mas o nosso foco principal é realizar um bom jogo no domingo. Um passo de cada vez e poderemos alcançar grandes objetivos", concluiu o volante.

Zico em atuação magistral em Fla-Flu de 1986

Foto: arquivo Flamengo

Zico comandou o Flamengo na vitória sobre o Fluminense em 1986

Neste sábado, dia 9, Flamengo e Fluminense fazem mais um Fla-Flu na história, válido pelas semifinais da Taça Guanabara, o primeiro turno do Campeonato Carioca. O clássico mais charmoso do futebol carioca tem duelos históricos, entre eles o que aconteceu em 16 de fevereiro de 1986, onde Zico, que voltava de contusão, mostrou que poderia defender a seleção e levou o Rubro-Negro à goleada de 4 a 1.

Se recuperando de lesão e sob forte desconfiança se ainda era o Zico de outrora, o maior artilheiro do clássico Fla x Flu entrou em campo naquele 16 de fevereiro de 1986 para calar o Maracanã, em partida válida pela abertura do Carioca. Marcando três gols, Zico fez a torcida adversária engolir a seco os gritos de “Bichado!”, “Bichado!”. Foi assim que momentos antes da bola rolar, os tricolores receberam o craque rubro-negro no gramado.

No primeiro tempo, o camisa 10 da Gávea marcou de peixinho após ótimo cruzamento de Adílio. E os gritos de bichado sumiram. Quem assou a gritar foi a torcida do Flamengo. O Fluminense ainda marcou com Leomir, cobrando pênalti, ao fim da primeira etapa. 

Foi no segundo tempo, que Zico de uma vez por todas silenciou a torcida adversária. Aos 26, o Galinho recebeu falta dupla na risca da grande área e foi para a cobrança. Restou ao goleiro do Fluminense apenas rezar, por que a bola tinha endereço certo e morreu no fundo das redes. Após a pintura assinada por Zico, Bebeto fez o terceiro do Mengão. Cara a cara com Vica, o camisa 7 encheu o pé em chute cruzado. Para sacramentar a grande partida que vinha fazendo, Zico cobrou pênalti sofrido por Bebeto e deu números finais à partida: Flamengo 4 a 1 Fluminense!

De virada, Flamengo vence o Botafogo por 2 a 1

Por Diely Espindola, direto do Estádio Nilton Santos
Fotos: Vitor Silva/SS Press/Botafogo

No primeiro clássico carioca do ano, o Rubro-Negro virou e venceu o Fogão

Botafogo e Flamengo se enfrentaram neste domingo, no estádio Nilton Santos, em partida válida pela terceira rodada da Taça Guanabara, fazendo o primeiro clássico carioca do ano. De virada, o Flamengo venceu por 2 a 1 e conquistou a liderança do grupo C.

O primeiro tempo da partida teve predominância rubro-negra. Mantendo a bola a maior parte do tempo no ataque, já aos 5 minutos o Flamengo chega à área com uma cobrança de escanteio curto que deixa Rodrigo Caio livre pra cabecear, e obriga Gatito a fazer a primeira defesa do jogo. Aos 8 minutos, outro susto. Vitinho tenta cruzamento que acaba indo direto em direção a meta alvinegra, mas explode no travessão.

Apesar do Botafogo estar bem posicionado e com um time mais entrosado do que nas partidas anteriores, levava pouco perigo ao gol de Diego Alves. O Flamengo, por outro lado, chegava cada vez mais. Aos 14 minutos o Rubro-Negro desperdiça grande chance com Vitinho, que recebe de Uribe mas manda a bola pela linha de fundo.

A reação do Botafogo viria aos 24 minutos. Jean arrisca pedrada de fora da área, mas João Paulo desvia e deixa Diego Alves sem chance de defesa. Apesar do Flamengo ter mais posse de bola, mais volume de jogo e atacar mais, é o Alvinegro quem abre o placar. Aos 31 minutos o Botafogo assusta novamente com uma bomba lançada de fora da área por Alex Santana, que obriga Diego Alves a fazer grande defesa.

No segundo tempo, o Botafogo já começa pressionando. Aos 3 minutos Kieza deixa Erik com espaço para devolver a bola para o camisa 9, que em lance rápido acerta a trave. No entanto não leva muito tempo para que o time se mostre cansado.

Aos 7 minutos, uma falta em Bruno Henrique origina lance que poderia resultar no empate. Diego cobra fechado mas Gatito afasta. Aos 18 minutos Bruno Henrique recebe cruzamento de Uribe, mas Jean chega antes. E manda pra escanteio. Na cobrança novamente Bruno Henrique recebe e empata para o Rubro-Negro.

O Flamengo passa a ter novamente maior volume de jogo e pressiona o Botafogo atrás do gol de virada, que viria aos 26 minutos. Mais um gol do estreante Bruno Henrique, que aproveita o rebote da zaga alvinegra e marca o segundo gol, que dá a vitória ao time da Gávea.

O próximo adversário do Flamengo na competição é o Boavista, vice-líder do grupo, na próxima terça, 21. Já o Botafogo se prepara para encarar o Resende na próxima quinta, 31. Confira aqui o regulamento da competição.
Proxima  → Inicio

O Curioso do Futebol

O Curioso do Futebol
Site do jornalista Victor de Andrade e colaboradores com curiosidades, histórias e outras informações do mundo do futebol. Entre em contato conosco: victorcuriosofutebol@gmail.com

Twitter

YouTube

Aceisp

Total de visualizações