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A passagem apagada de Cobi Jones pelo Vasco da Gama

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

O meia estadunidense pouco jogou pelo Vasco

Cobi N'Gai Jones, conhecido simplesmente como Cobi Jones, foi um jogador que construiu praticamente toda a sua carreira nos Estados Unidos, ficando onze temporadas. Antes de atuar no EUA, ele teve uma passagem apagada pelo Brasil, jogando pelo Vasco da Gama, mas foram apenas 4 partidas. 

O jogador nasceu em Detroit, nos Estados Unidos, no dia 16 de junho de 1970, e começou a sua carreira na Inglaterra, atuando pelo Coventry City. Em 1994 foi convocado para a Copa do Mundo, o que deu muito destaque para ele, começando a chamar a atenção de alguns clubes no futebol sul-americano. 

Depois da Copa do Mundo alguns clubes procuraram o jogador e em 1995 foi contratado para atuar no Brasil, no Vasco da Gama. Ele chegou com muita expectativa, mas desde o começo não conseguiu atuar, foi jogando em amistosos, mas não teve nenhum destaque e acabou ficando de lado no clube: 

O seu futebol acabou não agradando a comissão técnica, e ele foi ficando afastado e atuando só em amistosos. Ainda em 1995 ele jogou na Copa Rio, onde as equipes grandes disputavam a competição na época com o time B, por isso ele atuou, mas foram pouquíssimos jogos. Ele não conseguiu agradar ninguém e ficou de fora dos planos da equipe.. 


Sem atuar, ele procurou outro clube e acabou deixando o Vasco em 1996, indo atuar no Los Angeles Galaxy, na então recém-criada Major League Soccer, onde construiu uma grande carreira e foi um dos ídolos da equipe. Pelo Vasco foram quatro jogos e nenhum gol.

A trajetória do meia Souza pelo Corinthians

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Souza teve um excelente trajetória com a camisa do Timão

Nesta segunda-feira, dia 6 de junho de 2024, o ex-meia José Ivanildo de Souza, popularmente conhecido apenas como Souza, comemora 49 anos de idade. Nos primeiros anos de sua carreira como profissional, o atleta teve uma grande trajetória pelo Corinthians entre a primeira e a segunda metade da década de 90.

Revelado pelo América de Natal, o jogador chegou ao clube Alvinegro do Parque São Jorge em 94. Sua estreia com a camisa corintiana foi realizada no dia 11 de junho de 1994, como titular, num jogo que o Time do Povo disputou um amistoso com o São Paulo no gramado do Pacaembu e empatou em 0 a 0.

Até 98, ano no qual trocou o Coringão pelo Tricolor do Morumbi, conquistou cinco títulos pelo clube. Foram dois Campeonatos Paulistas (1995 e 1997); um Troféu Ramón de Carranza (1996); uma Copa do Brasil (1995) e uma Copa Bandeirantes (1994). 

Além disso, é o 94º jogador que mais atuou pelo Timão, o 19º meia que mais atuou no Todo Poderoso, o 86º maior artilheiro da história alvinegra, o 26º meia que mais marcou gols pelo com a camisa corintiana e o 91º jogador que mais venceu troféus pela agremiação.


Sua despedida do clube aconteceu no dia 18 de julho, quando o Corinthians perdeu de 3 a 2 para o Bahia, num jogo válido pelo Torneio Maria Quitéria de 98. Na ocasião, Souza iniciou a partida entre os titulares.

Ao todo, o meia disputou 209 partidas e fez 32 gols pelo Coringão, segundo o site Meu Timão.

Cris e sua trajetória pelo Corinthians

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

zagueiro começou a sua carreira no Timão

Cristiano Marques Gomes, ex-zagueiro popularmente conhecido apenas como Cris, está completando 47 anos de idade nesta segunda-feira, dia 3 de junho de 2024. No início de sua vida como atleta, o defensor central atuou muito bem com as cores do Corinthians durante a década de 90, quando começou a carreira.

O cria da base do Coringão recebeu a sua primeira oportunidade como profissional no dia 23 de julho de 95 quando tinha apenas 18 anos. Na ocasião, o Timão bateu o Santos por 4 a 2 no Estádio Major Levy Sobrinho, em Limeira, num jogo válido pelo Campeonato Paulista daquele ano.

Até deixar o clube paulistano algumas temporadas mais tarde, o jogador foi importante em conquistas de três títulos estaduais (1995, 1997 e 1999) e um Brasileirão (1999). Atualmente, ocupa o posto de 36º zagueiro que mais atuou pelo Time do Povo e o 14º defensor que mais fez gols com o manto alvinegro.


Sua despedida aconteceu em 10 de julho de 1999, num amistoso em que o Corinthians jogou contra a Seleção de São Roque num amistoso disputado no Estádio Quintino de Lima, e venceu por 3 a 0. Pouco tempo depois, Cris, que tinha 22 anos, foi envolvido numa troca por João Carlos com o Cruzeiro.

De acordo com o site Meu Timão, o beque disputou 115 partidas e anotou nove tentos pelo Coringão ao longo de seus quatro anos no clube.

A passagem de Dodô pelo São Paulo

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Dodô teve grande passagem pelo Tricolor

Ricardo Lucas Figueredo Monte Raso, ex-atacante e atual membro da equipe de comentaristas do Grupo Globo popularmente conhecido apenas como Dodô, celebra o seu 50º aniversário nesta sexta-feira, dia 2 de maio de 2024. No decorrer de sua carreira, o 'artilheiro dos gols bonitos' teve uma boa passagem pelo São Paulo entre a metade e o fim da década de 90.

Paulistano de nascimento, o avançado chegou ao Tricolor em 95, mas só ganhou espaço de fato após ficar um período emprestado ao Paraná em 1996. Neste retorno ao clube do Morumbi, fez uma belíssima dupla de ataque junto do colombiano Víctor Aristizábal.

Em 97, viveu o auge de sua carreira: no Paulistão de 97, se sagrou artilheiro com 19 gols. Em 98, mesmo ano em que também fez parte elenco bicampeão Estadual, foi o maior goleador do Torneio Rio-São Paulo do ano seguinte, tendo balançado as redes em cinco oportunidades. 

Ainda no seu segundo ano vestindo o manto são paulino, o atacante se sagrou recordista de gols pela equipe em um mesmo ano marcando 54 gols em 69 jogos. Suas boas atuações o levaram a ser convocado para defender a Seleção Brasileira, comandada pelo treinador Zagallo, e anotou dois tentos pela Amarelinha.


De acordo com o site Dodo Soccer Academy, disputou em 169 jogos pelo São Paulo entre 95 e 99. Marcou um total de 94 gols pelo clube tricolor.

Na sequência de sua carreira, ainda rodou por vários clubes do Brasil e alguns times do exterior. Encerrou a sua carreira em 2014, quando jogava pelo Barra da Tijuca.

A trajetória de Roberto Ayala no Napoli

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Ayala defendeu o Napoli por três anos

O ex-zagueiro argentino Roberto Fabián Ayala, popularmente conhecido apenas como Roberto Ayala, comemora o seu 51º aniversário neste domingo, dia 14 de abril de 2024. No decorrer da década de 90, o defensor albiceleste teve uma passagem de três anos pela equipe do Napoli, onde inclusive, começou a sua trajetória no futebol do velho continente.

Sua chegada aos Azzurri foi concretizada em 95, depois de ser revelado pelas categorias de base do Ferro Carril Oeste, onde se profissionalizou, e passar também pelo River Plate por dois anos. Desembarcou na Itália para substituir ninguém menos do que Fabio Cannavaro, o defensor italiano, que era peça fundamental para o time, mas acabou sendo vendido ao Parma para 'desafogar' o clube napolitano na parte financeira.

Vestindo a camisa dos Partenopei, se destacou tanto que até passou a receber chances na Seleção Argentina. Posteriormente, chamou a atenção do Milan, que acabou contratando El Ratón em 98. 


De acordo com o site ogol.com, Ayala disputou um total da 93 partidas e marcou um gol ao longo dos três anos que defendeu o clube Azzurro. 

Assim que deixou o time Rossonero, Roberto ainda atuou em equipes como Valência e o Real Zaragoza. Anunciou a sua aposentadoria em 2011, depois de defender as cores do Racing Santander, da Espanha.

A trajetória de Roberto Carlos pelo Palmeiras

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Roberto Carlos jogou no Verdão entre 93 e 95

Roberto Carlos da Silva Rocha, um dos melhores laterais esquerdos da história do futebol brasileiro e campeão mundial com a Amarelinha em 2002, completa 51 anos de idade nesta terça-feira, dia 9 de abril de 2024. Entre o começo e a metade da década de 90, o defensor teve uma boa passagem pelo Palmeiras, onde conquistou títulos importantes e alavancou na carreira.

Se transferiu para o Verdão em 1993, quando a equipe alviverde tinha o poderosíssimo patrocínio da Parmalat, que injetou bastante dinheiro no clube e montou times muitos fortes em sequência. Logo em sua primeira temporada, foi peça fundamental para o time que ganhou o Campeonato Paulista e colocou fim a um longo jejum de 16 anos sem títulos. A conquista, inclusive, teve um gosto especial, já que a taça foi vencida em cima do Corinthians. 

Antes de rumar para a Internazionale, equipe na qual iniciou sua trajetória no futebol do velho continente, ainda ajudou o clube paulistano a ser campeão de outras duas competições. Foram elas: o Torneio Rio-São Paulo em 93 e mais dois Brasileirões em 93 e 94.


De acordo com o site oficial do Palmeiras, Roberto Carlos disputou um total de 185 partidas com a camisa palmeirense. Apesar de atuar em uma posição de defesa, fez valer a sua valência ofensiva e marcou 15 gols pelo Verdão.

Depois de atuar pelos Nerazurri, o lateral ainda veio a jogar em times como Real Madrid, Fenerbahçe e o Corinthians. Encerrou a sua vitoriosa carreira em 2011, quando atuava pelo Anzhi, da Rússia.

As passagens de Leandro Machado pelo Internacional

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo / Revista Placar

Leandro Machado teve duas passagens pelo Colorado

Nesta sexta-feira, dia 22 de março de 2024, o ex-atacante catarinense Leandro Machado, está completando 48 anos de vida. No decorrer de sua carreira como atleta, o avançado teve duas passagens pelo Internacional de Porto Alegre entre a metade da década de 90 e o início dos Anos 2000.

A primeira delas, aconteceu entre 1994 e 1996, quando apareceu como uma revelação vinda das categorias de base do Colorado. Seu grande desempenho durante este período acabou lhe rendendo convocações para a Seleção principal e a Pré-Olímpica.

Já a segunda passagem do atacante pelo Inter ocorreu em 2001, quando foi emprestado pelo Flamengo. Neste curto espaço de tempo, disputou o Brasileirão pela equipe gaúcha.

Somando estas duas trajetórias no time de Ases Celeiro, foram 104 partidas disputadas e 52 gols marcados, de acordo com o site ogol.com. Conquistou um Campeonato Gaúcho em 94 e a Mercosul em 96.


Após defender as cores do Internacional, Leandro Machado seguiu sua carreira e veio a jogar em clubes como Dínamo Kiev, Santa Clara, Querétaro, Gallos Blancos, Santos, Olímpia e Ulsan Hyundai. Pendurou as chuteiras em 2008, depois de ganhar a Copa do Brasil pelo Sport Recife.

A estreia de Juninho Pernambucano pelo Vasco

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Juninho estreou pelo Vasco no Brasileirão de 1995

O ex-meio campista Antônio Augusto Ribeiro Reis Júnior, popularmente conhecido pela alcunha de Juninho Pernambucano, está completando 49 anos de idade nesta terça-feira, dia 30 de janeiro de 2024. Em agosto de 95, o jogador fez o seu primeiro jogo com a camisa do Vasco da Gama num duelo diante do Santos, na Vila Belmiro, pelo Brasileirão daquele ano e contribuiu com a vitória do Cruzmaltino por 5 a 3 marcando um gol.

O fatídico embate foi válido pela 2ª rodada da 1ª fase do Nacional. Tanto o Peixe, que veio a ser o vice campão brasileiro daquele ano, quanto o Gigante da Colina, se encontravam no Grupo B, junto com outras 10 agremiações.

A equipe Santista, treinada por Joãozinho Rosa, foi a campo com Edinho; Marquinhos Capixaba, Jean Cerezo e Piá; Gallo. Pintado, Giovanni e Marcelo Passos; Jamelli e Macedo. Já o time vascaíno, dirigido por Jair Pereira, iniciou a partida com Carlos Germano; Pimentel, Tinho, Ricardo Rocha e Jefferson; Charles Guerreiro, Nelson, Juninho Pernambucano e Yan; Leonardo e Valdir.

Antes de Juninho deixar a sua marca, o Alvinegro Praiano chegou a abrir uma vantagem de 2 a 0 com gols de Pintado e Macedo. Leonardo, que também estava estreando pelo clube carioca, buscou o empate e Valdir virou o jogo: 3x2 Vascão.


O gol do meia enfim saiu na marca dos 27' da etapa complementar. Na jogada, o pernambucano aproveitou sobra do arremate travado de Yan e, sem dominar, acertou um balaço de fora da área para superar o goleiro Edinho e marcar o quarto do time carioca na partida.

Na sequência da partida, Jamelli veio a descontar para o Santos, mas já no fim da partida, Valdir anotou o quinto do Vasco e deu números finais ao duelo. 5x3 para o time de São Januário.

A passagem de Francesco Coco pelo Milan

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

O italiano passou muitos anos no Milan

O ex-lateral esquerdo italiano Francesco Coco celebra o seu 47º ano de vida nesta segunda-feira, dia 8 de janeiro de 2024. No decorrer de sua carreira como profissional, o defensor teve uma trajetória não muito memorável pela equipe do Milan entre a segunda metade da década de 90 e começo dos Anos 2000.

Sua trajetória no clube Rossonero começou em 1993, quando começou a jogar nas categorias de base do clube. Dois anos depois, passou a atuar com o time principal, e logo na sua primeira temporada, foi campeão da Serie A.

Com isso, passou a ser emprestado para diversos times de menor expressão do futebol italiano como Vicenza e Torino. Em seu retorno, fez parte do elenco que ganhou o Campeonato Italiano de 1998/99. Perto do fim de seu contrato, foi emprestado para o Barcelona, mas posteriormente, não foi reaproveitado.


Durante o período em que defendeu o Milan, Francesco disputou 78 partidas pelos Diabos Vermelhos e marcou cinco gols pela equipe. Na sequência de sua carreira, Coco ainda defendeu clubes como Internazionale, Livorno e Torino. Teve de abandonar a carreira precocemente aos 30 anos para virar ator.

Há 28 anos, Botafogo conquistava título do Brasileirão em jogo polêmico

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Túlio Maravilha fez o gol em posição irregular, mas validado

Há 28 anos, o Botafogo empatou com o Santos em jogo polêmico e conquistou o título do Campeonato Brasileiro de 1995. Em uma campanha regular, a Estrela Solitária conseguiu chegar na decisão e venceu o Santos, no Pacaembu, em um jogo que até hoje é lembrado pelos erros do árbitro Márcio Rezende de Freitas.

A competição tinha um formato diferente, contava com 24 equipes, dividido em 12 clubes em cada chave. Na primeira fase, os times de cada grupo se enfrentavam entre si, os primeiros colocados se classificavam para a semifinal. Na segunda fase, as equipes jogavam contra o outro grupo, e os líderes da chave passavam também para a semifinal. 

Caso houvesse o mesmo líder nas duas fases, o segundo colocado passava também para a fase de mata-mata. Na primeira etapa, Cruzeiro e Fluminense fizeram ótimas campanhas e conseguiram garantir a vaga. Na segunda etapa, Santos e Botafogo foram muito regulares e conquistaram a classificação para o mata-mata. 

A classificação geral, com os pontos somados, teve o Santos como líder, Botafogo, Cruzeiro e Fluminense. Os dois primeiros colocados tinham a vantagem do empate no agregado e de decidir a segunda partida em casa. 

Na semifinal, o Botafogo enfrentou o Cruzeiro e teve muita dificuldade para conseguir a classificação. Foram dois jogos muito pegados e sem muito brilhantismo por ambos os times. No jogo de ida, com mando do Cruzeiro, a partida acabou terminando empatada em 1 a 1. 

No segundo jogo, com mando do Botafogo, o jogo terminou empatado sem gols, e por ter a vantagem, a Estrela Solitária passou para a grande final. Do outro lado da chave, Santos e Fluminense se enfrentaram em dois jogos alucinantes. No jogo de ida o Flu ganhou por 4 a 1, mas na volta o Peixe ganhou por 5 a 2, e por também ter a vantagem do empate no agregado foi para a final. 

O primeiro jogo da final aconteceu no dia 14 de dezembro de 1995, no Maracanã, para mais de 53 mil pessoas. O Botafogo precisando do resultado em casa, sabendo que o Santos tinha a vantagem do empate, foi para cima buscando o gol a todo momento. 

Aos 18 minutos, Wilson Gottardo abriu o placar para o Botafogo, mas o Santos empatou aos 38 minutos com Giovanni. Porém, ainda no primeiro tempo, Túlio aos 44 minutos marcou o segundo, dando números finais a partida. 

Mesmo com a vitória no jogo de ida, a final ainda estava muito aberta, pois era apenas um gol de diferença. O jogo da volta foi no dia 17 de dezembro, no Pacaembu, para mais de 31 mil pessoas, que apoiaram o Peixe em busca da virada.

O Santos começou a decisão colocando pressão, já que precisava do resultado, mas a partida acabou sendo muito prejudicada pela arbitragem de Márcio Rezende. Os erros do juiz começaram ainda no primeiro tempo, quando Túlio, aos 24 minutos, abriu o placar para o Botafogo, o gol foi validado mesmo o jogador estando impedido. 

Mesmo fazendo o gol irregular, o Botafogo continuou com uma postura defensiva, deixando o Santos criar milagres de chances, mas não aproveitou. No início do segundo tempo, no primeiro minuto, a bola sobrou para Marcelo Passos na área empatar o jogo para o Santos, porém a bola bateu no braço do Capixaba, atleta do Santos, mas o juiz não viu e validou o gol. 


Com o empate, o Santos cresceu no jogo e precisava de um gol para conseguir o título. Aos 35 minutos, em uma cobrança de falta, Camanducaia subiu livre e fez o gol que dava o título ao Santos, porém o árbitro assinalou impedimento, mas não estava. O único gol regular do jogo foi invalidade, mostrando a péssima arbitragem de Márcio Rezende. 

O Botafogo conseguiu segurar o empate até o final da partida, consagrando-se campeão Brasileiro de 1995, o seu segundo e último título da competição. Mas, se o único gol legal do jogo fosse validado, a história seria diferente.

Tomas Brolin e sua passagem pelo Leeds United

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Tomas teve uma trajetória discreta no Leeds

O ex-meia atacante sueco Per Tomas Brolin, popularmente conhecido apenas como Tomas Brolin, celebra o seu 56 aniversário nesta quarta-feira, dia 29 de novembro de 2023. Ao longo de sua carreira profissional, o atleta nórdico teve uma passagem não muito memorável pelo futebol inglês, vestindo a camisa do Leeds United na segunda metade da década de 90.

Sua chegada a Inglaterra aconteceu em 1995, depois que o jogador já colecionava passagens por três clubes suecos, sendo eles o Näsvikens IK, o Sundsvall e o IFK Norrköping, além de um time italiano: o Parma. Inclusive, nos Ducali sofreu uma grave lesão que acabou o impedindo de voltar a jogar em alto nível como antes.

Apesar de apresentar um pouco mais de condições de jogar, não conseguiu ter uma boa trajetória em solo britânico. Isso porque, além de diversos problemas físicos, também se desentendeu com o técnico Howard Wilkinson, e com isso, não teve espaço no time. 

Esta série de fatores fizeram com que a diretoria do Leeds o colocasse a lista de transferências e ele acabou indo para o FC Zürich já que ninguém se habilitou para contratá-lo. Mesmo com seu insucesso na Suíça, George Graham, que assumiu o cargo técnico do Leeds United, solicitou o retorno de Brolin, porém o sueco recusou.


De acordo com o site ogol.com, Tomas disputou 22 partidas e marcou quatro gols pelos Whites. Após encerrar seu vínculos com a equipe inglesa anda tornou a defender o Parma e também jogou no Crystal Palace, antes de se aposentar em 1998, no Hudiksvalls ABK, da Suécia.

Sergio Vázquez e sua passagem pela Universidad Católica

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Sergio Vázquez teve boa passagem pelo futebol chileno

O ex-zagueiro argentino Sergio Fabián Vázquez, popularmente conhecido apenas como Sergio Vázquez, está completando o seu 58º aniversário nesta quinta-feira, dia 23 de novembro de 2023. No decorrer de sua trajetória como atleta, o defensor teve uma boa passagem pelo Universidad Católica do Chile entre a primeira e a segunda metade da década de 90.

Esta sua chegada a UC aconteceu em 1993 e perdurou até 1996. Na época, o jogador albiceleste já tinha uma certa bagagem por passado por equipes como Ferro Carril Oeste de 85 a 91, e também pelo Racing Club e o Rosário Central, ambos em 92. 

Logo na primeira temporada no clube chileno, fez parte do elenco que acabou sendo vice-campeão da Copa Libertadores em 1993, ao perder a final para o São Paulo. Suas boas atuações pela Católica naquele ano lhe renderam uma convocação para a Seleção Argentina que disputou a Copa do Mundo de 1994. 


Neste mesmo ano em que disputou o Mundial, em 1995 e em 1996, também esteve no elenco que ficou na segunda colocação do campeonato chileno. Seus dois títulos pelos Cruzado vieram em 94 com a Copa Interamericana e a Copa Chile de 1995.

Depois de encerrar seu ciclo na Cato, voltou para a Argentina para defender o Banfield e pendurou as chuteiras no ano seguinte, jogando no Avispa Fukuoka, do Japão.

A dobrada de Radomir Antić como treinador do Atlético de Madrid em 1995/96

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Radomir fez sucesso no comando do Atleti em 1995/96

Radomir Antić, ex-treinador iugoslavo, estaria comemorando o seu 74º ano de vida nesta quarta-feira, dia 22 de novembro de 2023, caso ainda fosse vivo. Ao longo de sua carreira como treinador, ele fez sucesso no comando técnico do Atlético de Madrid na temporada 1995/96, quando os Colchoneros viveram uma temporada mágica.

Isso porque, neste ano o técnico treinou a equipe Rojiblanca que conquistou o Campeonato Espanhol e a Copa do Rei. Foi o responsável também por trazer Christian Vieri, Diego Simeone e Juninho como principais contratações do clube da capital espanhola, além de também ter tentado contratar Ronaldo, antes do Fenômeno se transferir ao Barcelona.

Sua passagem principal no comando do Atleti terminou ao final da temporada 1997/98. Em 1999 e 2000, Antić ainda passou duas vezes pelo cargo técnico do Atlético, mas não teve os mesmos bons resultados. Inclusive, nesta sua última trajetória no time de Madrid, os Indios acabaram sendo rebaixados para a segunda divisão espanhola.


Após seu ciclo ser encerrado no clube, Radomir ainda treinou Oviedo, Barcelona, Celta de Vigo e o Shandong Luneng, além da Seleção Sérvia. Seu último time foi o Hebei Zhongji da China, em 2015. Antić veio a falecer no dia 6 de abril de 2020, em Madrid. O ex-técnico tinha 71 anos de idade.

Maniche e suas passagens pelo Benfica

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Maniche colecionou duas passagens pelas Águias

Nuno Ricardo de Oliveira Ribeiro, ex-atacante português popularmente conhecido como Maniche, está comemorando o seu 46º ano de vida neste sábado, dia 11 de novembro de 2023. Em sua carreira de atleta, o avançado teve duas passagens pelo Benfica, antes de fazer sucesso no arquirrival Porto alguns anos depois.

A primeira delas, aconteceu entre 1995 e 1996, logo depois de atuar nas categorias de base das Águias por um longo período. Logo após o fim da temporada, o jogador luso se transferiu para outro clube de Portugal: o Alverca.

Depois de três anos defendendo a equipe de Alverca do Ribatejo, Maniche retornou o time de Lisboa, em 1999, para a sua segunda passagem. Desta vez, teve uma boa sequência nos Encarnados e permaneceu no clube da capital portuguesa até 2002.


Deixou o Benfica após 69 partidas disputadas e 14 gols marcados, de acordo com o site ogol.com, somando as duas trajetórias do atleta pela agremiação.

Até o fim de sua carreira, Maniche ainda defendeu clubes como FC Porto - onde conquistou Copa da UEFA em 2002/03 e a Liga dos Campeões da UEFA de 2003/04 -, Dínamo de Moscou, Chelsea, Atlético de Madrid, Internazionale e Köln. Se aposentou em 2011, após jogar no Sporting por uma temporada.

Robert Jarni e sua passagem rápida pela Juventus

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Robert Jarni em ação pela Juventus

O croata Robert Jarni foi um bom lateral, que teve passagens por diversos clubes importantes do futebol europeu, mas acabou não tendo sucesso em alguns deles. O jogador chegou a atuar pela Juventus, em 1994, mas não conseguiu mostrar um bom desempenho, atuando em poucas partidas. 

O jogador nasceu em Čakovec, na Iugoslávia, no dia 26 de outubro de 1968, e começou sua carreira no profissional aos 16 anos de idade. Jarni fez toda a sua base no Čakovec, clube da sua cidade natal, e em 1986 chegou ao Hajduk Split, onde estreou profissionalmente.

O jogador ficou 5 anos no clube, ganhando muita experiência, até começar a chamar atenção de outros clubes no futebol europeu. Em 1991, foi contratado pelo Bari, da Itália, e seria uma grande oportunidade para evoluir na sua carreira, e isso ocorreu. 

Depois de duas temporadas na equipe, o jogador fez 52 partidas e marcou três gols, e acabou sendo contratado pelo Torino, uma equipe superior e onde teria uma visibilidade maior. 

No Torino, o jogador acabou ficando apenas uma temporada, atuando em 23 partidas, conseguindo se destacar. Jarni foi muito bem na equipe, e isso impressionou os maiores clubes do futebol italiano, que começaram a fazer propostas. 

Em 1994 foi contratado pela Juventus, um dos maiores clubes do futebol italiano, uma grande oportunidade para o lateral. Porém, Jarni não conseguiu manter o mesmo desempenho, e acabou sofrendo muito na equipe, perdendo espaço no time titular. 


Depois de alguns jogos, o jogador não conseguiu se adaptar, e fez partidas ruins, não mostrando seu talento. Sem atuar bem, o jogador acabou sendo negociado rapidamente, deixando o clube antes do final da temporada, o que o deixou decepcionado com ele próprio. 

No começo de 1995 foi vendido para o Betis, da Espanha, uma nova experiência para a sua carreira. O jogador fez apenas quinze partidas pela Juventus, deixando muito a desejar.

A passagem de Paul Ince pela Internazionale

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Paul Ince teve boa passagem pela Internazionale

O ex-volante inglês Paul Emerson Carlyle Ince, popularmente conhecido apenas como Paul Ince, celebra o seu 56º aniversário neste sábado, dia 21 de outubro de 2023. No decorrer de sua jornada como profissional, o jogador do Reino Unido passou um grande período atuando em solo britânico, exceto entre 1995 e 1997, quando teve uma passagem pela Internazionale.

Antes de chegar à Bota, o meio campista, que foi revelado nas categorias de base do West Ham, vinha de sete temporadas defendendo as cores do Manchester United. Seus bons números nos Diabos Vermelhos chamaram a atenção da Beneamata, que teve de desembolsar cerca de sete milhões de libras para contratá-lo.

Apesar do fato de ter participado de quase todas as partidas da Inter e jogado bem em algumas oportunidades, o clube de Milão fez uma má campanha no Campeonato Italiano, terminando na 7ª colocação. 


Na temporada 1996/97, melhorou ainda mais o seu desempenho e ajudou os Nerazzurri a ficar na 3ª posição da Serie A, além de também ter feito parte do elenco que ficou com o vice campeonato da Copa da Uefa. Foi justamente após perder o título internacional, que Paul preferiu retornar à Inglaterra, se transferindo para o Liverpool.

O ciclo do volante inglês com a Internazionale foi encerrado após 73 partidas disputadas e 13 gols marcados, segundo informações do site ogol.com.

Clemer e sua passagem pelo Remo

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Clemer em seus tempos de Remo

Clemer Melo da Silva foi um bom goleiro, que depois acabou se tornando preparador de goleiro e na sequência treinador. Como jogador, ele teve passagens por vários clubes, mas foi no Remo que começou a se destacar e mostrar seu talento. 

O goleiro nasceu em São Luís, no Maranhão, no dia 20 de outubro de 1968, e começou sua carreira profissional aos 17 anos, quando estreou pelo Tupan. No início, Clemer acabou rodando por diversos clubes menores, buscando ter mais minutos em campo, para se desenvolver cada vez mais. 

Ele passou por Esportiva Guaratinguetá, Santo André, Catanduvense, Maranhão, Moto Clube e Ferroviário, até chegar em 1994 para o Remo. No Leão conseguiu ter um grande destaque, tornando-se titular da equipe e mostrou todo seu potencial, passando muita segurança aos seus companheiros.

No seu primeiro ano na equipe, o goleiro já foi muito importante, ajudando o clube a conquistar o título do Campeonato Paraense. Clemer teve um grande destaque, fazendo defesas fundamentais durante a campanha, sendo uma das estrelas na conquista. 

O goleiro a cada jogo mostrava mais talento embaixo das traves, conseguindo se desenvolver. Clemer tornou-se um gigante no Leão, caindo nas graças dos torcedores e da diretoria, e foi no clube que conseguiu ganhar mais destaque no cenário nacional. 

O seu bom momento se confirmou na temporada seguinte, quando o jogador manteve o alto desempenho e, mais uma vez, ajudou a equipe a conquistar o título do Campeonato Paraense. 


Depois do bicampeonato, o jogador começou a receber algumas propostas, e balançou a cabeça do goleiro, pois eram clubes maiores. O jogador poderia ter mais visibilidade e, por isso, tomou a decisão de deixar o Remo, ainda no meio da temporada. 

No segundo semestre de 1995, o jogador acabou sendo contratado pelo Goiás, uma equipe que poderia dar mais visibilidade para Clemer, e sua aposta acabou dando muito certo.

Wim Jonk e sua trajetória pela Internazionale

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Wim Jonk teve uma bonita passagem pela Internazionale

Wilhelmus Maria Jonk, ex-volante holandês conhecido mundialmente apenas como Wim Jonk, celebra o seu 57º ano de vida nesta quinta-feira, dia 12 de outubro de 2023. Ao longo de sua carreira, o atleta neerlandês teve uma passagem pela Internazionale de Milão no começo da década de 90 e foi muito importante para o clube italiano em uma conquista internacional.

Este novo desafio para o meio campista começou no fim de agosto de 93, num jogo da 1ª rodada da Serie A, diante do Reggiana. Na marca dos 14 minutos, foi ele quem abriu a vitória nerazzurri por 2 a 1, com um balaço no ângulo e, posteriormente serviu Salvatore Schillaci com uma belíssima assistência para sacramentar a vitória. Entretanto, Osvaldo Bagnoli, treinador da Inter na época, demonstrou muitas dificuldades de fazer seus comandadas renderem desde o período de pré-temporada.

Um dos problemas era que Jonk e Antonio Manicone tinham características muito similares e ambos se atrapalhavam em campo. Por conta disso, o treinador teve de ir em busca de soluções, mas nenhuma agradava. Uma delas, foi fazer um rodízio ou posicionar o holandês para exercer uma função que o fazia render menos. Spijker não gostava de atuar perto do centroavantes, já que preferia reger o meio de campo.

Os meses subsequentes acabaram sendo ruins, tanto para a Inter quanto para Jonk. Isso porque, o holandês sofreu uma grave lesão que o fez perder todos os jogos da Internazionale em dezembro de 1993 e algumas outras partidas em janeiro do ano seguinte. O meio campista neerlandês retornou bem aos gramados e ajudou a equipe de Milão nas vitórias contra a Foggia e Cremonese marcando três gols, sendo que dois aconteceram diante da Cremo. 

No começo de fevereira, Bagnoli foi demitido e Wim evoluiu bastante sendo comandado por Gianpiero Marini, ex-volante que havia feito muito sucesso na Beneamata. Seguindo as orientações do tricampeão mundial com a Seleção Italiana, Jonk se tornou um ídolo para os nerazzurri, assim como Dino Baggio era para a Juventus e Demetrio Albertini era para o arquirrival Milan.

Em contrapartida, a Inter acabou tendo problemas para se encontrar na Serie A, e isso fez com que a equipe terminasse a temporada na 13ª colocação apenas um ponto acima da zona de rebaixamento, além de também ter feito a pior campanha da sua história na era dos pontos corridos. Por outro lado, via-se na Copa da Uefa, uma luz no fim de um túnel, mesmo com a pressão que o time sofria por conta da má campanha no Italiano. Liderada por por Wim e Bergkamp, a Inter foi avançando na competição continental mesmo não demonstrando que poderia de fato bater de frente com Juventus e Borussia Dortmund, que eram os grandes favoritos ao título.

Foi na fase de quartas de final, depois de despachar Rapid Bucareste, Apollon Limassol e Norwich, que os Nerazzurri tiveram o desafio de enfrentar o fortíssimo clube auri-negro. Mesmo com o excelente adversário, Spijker descomplicou o jogo demonstrando demasiada frieza e muita capacidade de surpreender os alemães. Demonstrando o seu poder de decisão, marcou dois jogos na partida de ida. realizada na Alemanha, e ajudou os italianos a levarem uma belíssima vantagem de 3 a 1. Na volta, a Inter perdeu, mas conseguiu se classificar.

Na fase seguinte, Jonk também fez balançou as redes diante do Cagliari, e marcou um golaço de cavadinha no jogo de volta contra o Casino Salzburg. Com as duas vitórias sobre os austríacos pelo placar mínimo, a Biscione se tornou a segunda equipe italiana a conquistar a taça da Copa Uefa. Nesta mesma época, a dupla holandesa se firmou de vez: Bergkamp terminou como o maior artilheiro da competição, com oito gols marcados, enquanto Wim, fez cinco. Ao longo de toda a temporada, o volante neerlandês fechou a temporada com 11 tentos anotados.

Valorizado pelos bons números que colecionava na Inter em 94, Jonk foi convocado para defender a Holanda na Copa do Mundo, sendo considerado titular inquestionável. E isso se concretizou: participou dos 90 minutos de todos os cinco jogos da Laranja Mecânica e foi um dos melhores jogadores holandeses no mundial. Na estreia, Wim fez um golaço contra a Arábia Saudita e marcou um outro arrematando de fora da área e contando também com um frango de Pat Bonner, goleiro da Irlanda. Entretanto, nas quartas de final contra o Brasil, cometeu a falta que originou o golaço de falta de Branco e eliminou a Holanda da Copa.


Spijker retornou dos Estados Unidos à Itália e presenciou o início de mais uma reformulação na Inter. A primeira grande mudança havia sido no comando técnico, que agora pertencia a Ottavio Bianchi. O treinador fez um time com uma proposta mais reativa e orientou que Jonk aparecesse menos no campo de ataque, até porque Nicola Berti, que sofreu uma grave contusão que o fez perder quase toda a temporada 1993/94, já havia recuperado a sua melhor forma. Fazendo uma função diferente da qual já estava habituado, o neerlandês seguiu como titular e anotou dois tentos, nos triunfos contra o Torino e no Derby della Madonnina diante do Milan.

Foi então, que no verão de 95, a Inter deu sequência ao seu processo de renovação e Jonk, junto com seu compatriota holandês Bergkamp, acabaram sendo vendidos. Nesta sua saída, Wim deixou o clube nerazzurri após 67 jogos e 13 gols marcados pela Beneamata, segundo o site calciopedia.com.

A boa passagem de Kennet Andersson pelo Bari

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Andersson jogando no Bari

Conhecido por ser o goleador do histórico time da seleção da Suécia de 1994, o atacante grandalhão Kennet Andersson, que está chegando aos 56 anos neste dia 6, foi um dos grandes nomes do futebol local durante os anos 1980 e 1990. Dono de grande capacidade de fazer "parede" para seus companheiros e de um ótimo desempenho dentro da área, o sueco chegou ao auge de sua carreira já mais velho, quando desembarcou na Itália em 1995, para jogar pelo Bari.

Andersson foi trazido aos Galetti depois de ter um bom desempenho jogando no futebol francês, onde jogou bem no Caen, mas seu desempenho acabou sendo insuficiente para segurar o time na Ligue 1. No clube, encontrou seu companheiro de seleção Inglesson, além de fazer dupla com Igor Protti, que era um ídolo da torcida, apelidade de Czar. 

No Bari, fez com Igor uma dupla de ataque que infernizou muitas das defesas as quais enfrentou na sua temporada de estreia na Série A. A altura de mais de 1,90m do sueco foi chave para que armasse gols para seus companheiros, fosse Igor ou algum outro, através de jogadas de casquinha ou então segurando o zagueiro no pivô. É claro que, além disso, marcou ao longo da temporada seus gols para tentar ajudar o Bari a ficar na primeira divisão.


No total, em seu único ano pelo clube, Andersson marcou 12 gols nos 33 jogos onde esteve presente dentro de campo durante os 34 possíveis naquela temporada da Série A. Os gols dele vieram principalmente em jogadas onde deu até dois toques na bola nas imediações da grande-área, além de outros dois que vieram em cobranças de falta, um curioso aspecto positivo de seu jogo. 

Apesar de ajudar o Bari a ter o oitavo melhor ataque da competição, o sueco não conseguiu evitar o rebaixamento do clube, que sofria na defesa. Após marcar 12 vezes em 33 jogos com a camisa biancorrossa, acabou negociado ao fim da temporada com o Bologna, seguindo no na época badalado Campeonato Italiano. Acabaria por se tornar ídolo no seu clube seguinte.

Renato Gaúcho e sua passagem pelo Fluminense como jogador

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Renato Gaúcho comemorando o histórico gol de barriga contra o Flamengo que deu o título do Carioca de 1995 ao Fluminense

Ídolo eterno da torcida gremista, Renato Portaluppi, ex-ponta direita popularmente conhecido como Renato Gaúcho, está comemorando o seu 61º ano de vida neste sábado, dia 9 de setembro de 2023. No decorrer de sua carreira de atleta, o atacante de beirada jogou no Fluminense entre 1995 e 1997.

Antes de chegar ao Tricolor das Laranjeiras, o avançado já havia colecionado passagens por Botafogo, Flamengo, Atlético Mineiro e Cruzeiro. Na sua temporada de estreia, a dupla Fla-Flu chegou até a última rodada do octogonal final como os únicos postulantes à conquista do Campeonato Carioca. 

No clássico que definiria o título, o Fluzão abriu dois a zero, mas cedeu o empate do clube rubro-negro ainda antes do intervalo. Já na reta final da partida, Renato marcou um gol salvador de barriga e deu o título ao Nense. Ainda em 95, o ponta de lança ajudou o Fluminense a chegar nas semifinais do Brasileirão. 

Entretanto, no ano seguinte, o Fluminense não fez uma boa campanha no Campeonato Brasileiro. Com problemas de lesão, Renato pouco jogou e na reta final da campanha até chegou a ter sua primeira experiência como treinador. Porém, o time carioca não se salvou acabou sendo rebaixado para a Série B.


Renato Portaluppi deixou o Tricolor em 1997, após disputar o Campeonato Carioca e sem saber que o Fluminense escaparia do rebaixamento com uma 'virada de mesa', que também salvaria o Bragantino, devido ao caso Ives Mendes. Porém, o Flu, já sem Renato, também cairia em 1997.

Renato Gaúcho fez 66 partidas pelo Flu e marcou 26 gols, segundo o site ogol.com. Na sequência de sua jornada como atleta, Renato Gaúcho ainda teve uma quarta passagem pelo Flamengo, e encerrou a carreira no Bangu. Aposentado, se tornou treinador e teve quatro passagens pelo comando técnico do Time de Guerreiros. Em uma delas, conquistou a Copa do Brasil em 2007 e foi vice da Libertadores em 2008.
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