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Presidente do Olympique de Marselha acusa arbitragem francesa de corrupção

Com informações da Agência Estado
Foto: Divulgação/olympiquedemarseille

Torcida do Olympique

Depois de o Real Madrid detonar uma crise no futebol espanhol com duras críticas à arbitragem e à Real Federação Espanhola de Futebol (RFEF) em uma carta aberta, o presidente do Olympique de Marselha, Pablo Longoria, acusou os árbitros franceses de corrupção em um amargo discurso depois da derrota de sua equipe por 3 a 0 para o Auxerre, pelo Campeonato Francês, neste sábado.

Longoria se mostrou profundamente frustrado após a quinta derrota do Olympique na liga nacional, que pode deixar o vice-líder 13 pontos atrás do Paris Saint-Germain, caso o time da capital derrote o Lyon neste domingo. Não foi a primeira vez que o clube de Marselha reclama, mas nunca havia ido tão longe nas acusações.

O dirigente não aceitou a expulsão de Derek Cornelius, quando sua equipe perdia por 1 a 0, nem um suposto pênalti sobre Quentin Merlin, ignorado pelo juiz Jérémy Stinat. O zagueiro brasileiro Jubal marcou mais dois gols para o Auxerre nos 15 minutos finais da partida.

“Não há justificativa, temos de ser justos em tudo. Há pênalti sobre o Merlin, ouvi quatro árbitros europeus que me disseram que devia ter sido assinalado pênalti. Está tudo feito. É um campeonato de m…”, irritou-se Longoria. “Se o Marselha tiver uma proposta para a Superliga, deixamos o Campeonato Francês imediatamente. É a verdadeira corrupção”, acusou, referindo-se à proposta da criação de uma Superliga europeia com 96 clubes em quatro divisões.

O técnico Roberto De Zerbi admitiu que sua equipe não jogou bem, mas considerou a expulsão “escandalosa”. “O árbitro não estava sereno durante a partida”, disse De Zerbi à DAZN. “Talvez controvérsias passadas tenham influenciado suas decisões. Nenhum dos árbitros estava à altura de um jogo deste nível. Espero que o cartão vermelho de Cornelius não seja visto fora da França porque dá uma imagem ruim do futebol francês.”


Federação - Neste domingo, Philippe Diallo, presidente da Federação Francesa de Futebol (FFF), defendeu a arbitragem e reagiu às críticas de Pablo Longoria. O sindicato dos árbitros (SAFE) afirmou que pedirá uma investigação e que moverá ações judiciais por difamação.

“Condeno nos termos mais fortes possíveis as observações feitas pelo presidente e pelos dirigentes do Olympique de Marselha contra a arbitragem francesa em geral e o árbitro da partida de ontem, Jérémy Stinat, em particular, a quem ofereço meu total apoio”, disse Diallo, em um comunicado. “Colocar em dúvida a integridade dos nossos árbitros é difamatório, inaceitável e repreensível”, acrescentou.

Violência no futebol também é um problema na Europa

Por Lucas Paes
Foto: Reprodução

Ônibus do Lyon foi apedrejado em Marseille

Uma das falas mais comuns, ou melhor, uma das comparações mais comuns usadas por veículos brasileiros ao falar sobre os inúmeros problemas que enfrentamos de violência entre torcidas é citar "como as coisas são diferentes na Europa". A verdade para quem conhece o cenário do futebol do velho mundo é que a situação por lá é tão tensa quanto na América Latina, apesar do número bem mais baixos de mortes envolvendo o esporte. Na tarde deste domingo, a violência voltou a ser notícia no velho mundo com o ônibus do Lyon sendo apedrejado e cancelando o clássico entre eles e o Marseille.

No que se refere a assunto de violência entre torcedores ou de torcedores, entre os países mais desenvolvidos a França é provavelmente o que mais sofre com a situação junto da Itália. Na mesma medida em que várias torcidas francesas dão shows nas arquibancadas, os episódios de violência ocorrem com uma frequência alarmante no país. Hoje rico, o PSG já foi "dono" de uma torcida temida por toda a europa. Lyon, Marseille e até mesmo times como Lille e Nantes não ficam para trás e possuem Ultras com vários episódios de violência em suas histórias.

O apedrejamento ao ônibus do Lyon, que cancelou o clássico contra o Olympique de Marseille neste domingo é apenas mais um na grande conta de problemas que a França enfrenta com seus torcedores. O duelo acabou adiado após o treinador Fábio Grosso, que já foi inclusive um tremendo lateral esquerdo, ser atingido por uma das pedras que atingiu o ônibus e se ferir. Recentemente, a mesma torcida do Marseille paralisou um jogo de Liga Europa ao arremessar sinalizadores no campo. 

Engana-se, porém, quem pensa que a França é o único entre os países desenvolvidos que enfrenta problemas com a violência entre suas torcidas. A Itália também sofre muito na mão de seus ultras e é outro local onde são relativamente comuns os episódios envolvendo brigas entre torcidas, mesmo entre os clubes mais conhecidos. O clássico entre Juventus e Internazionale, por exemplo, dificilmente acontece sem problemas entre Curva Nord e Drughi. Se você colocar na conta o Derby da capital entre Roma e Lazio, a conta explode.

Além destes, outros dos países mais conhecidos ainda passam por problemas, casos como a Alemanha, onde há uma melhor contenção da violência entre torcedores, porém as vezes ela ainda ocorre; Espanha, que mesmo banindo alguns grupos ainda tem seus problemas, Holanda, onde Ajax e Feyenoord jogam com torcida única devido ao histórico violento do confronto e, é claro, Reino Unido, que contém melhor os problemas na soma de punição e ingressos caros, mas ainda sofre com brigas pequenas relativamente comuns entre os resquícios dos Hooligans. Além de paraísos como Suíça, Finlândia, Suécia e até a Noruega e a Dinamarca.


Se passarmos para o lado mais "underground" da Europa aí a situação é quase equivalente aos piores clássicos sul-americanos. É até desnecessário tecer comentários sobre o incendiário (às vezes literalmente) duelo entre Estrela Vermelha e Partizan. O leste europeu é tomado por confrontos pesados entre torcedores, desde a Polônia e a Grécia e seu clássicos de torcida única, que nem são tão leste assim, até Bósnia, Bulgária e diversos outros integrantes da antiga Iugoslávia, sem esquecer, é claro, da Rússia. 

Em resumo, o triste episódio deste domingo com o ônibus do Lyon mostra o quão grande e "globalizado" o problema da violência no futebol ainda é, por mais que há quem diga que este é um problema exclusivo sul-americano. A discussão sobre as brigas no esporte bretão não pode ser separada do que é a sociedade como um todo. Tanto quanto nós sul-americanos, os europeus também tem as brigas de torcida para chamarem de suas. 

Mozer e sua passagem vitoriosa pelo Olympique de Marseille

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Mozer atuando pelo Olympique

Um dos grandes zagueiros brasileiro do século passado completa 62 anos hoje. José Carlos Nepomuceno Mozer, mais conhecido como Mozer, nasceu no dia 19 de setembro de 1960, no Rio de Janeiro. O jogador teve passagens por grandes clubes e foi muito vitorioso em praticamente todos, como no Olympique de Marseille.

O jogador surgiu como jogador no Flamengo, clube no qual foi revelado e fez uma linda história no clube carioca. Mozer conquistou muitos títulos e se destacou muito, tanto que chamou a atenção de grandes clubes europeus, em uma época que isso não era comum.

Depois de sete temporadas no Rubro-Negro, ele foi contratado pelo Benfica, um dos maiores clubes de Portugal. Por lá ele também teve um ótimo desempenho e continuou chamando a atenção, ficou no clube três temporadas e ganhou vários títulos.

Depois das três temporadas, em 1989 ele foi contratado na época pelo maior time do futebol francês da época, o Olympique de Marseille. O zagueiros chegou com uma moral altíssima, pois em todos os clubes que passou tinha ganho títulos e conquistado o coração dos torcedores.

A expectativa era enorme em torno do zagueiro, que conseguiu suprir tudo isso e continuou em alto nível. Na época a sua equipe era a melhor do país, tinha grandes investimentos e um elenco invejável na França, por isso conseguiu conquistar títulos consecutivos. Vale lembrar que como jogador do Olympique, ele esteve na Copa do Mundo de 1990 defendendo a Seleção Brasileira.

O zagueiro viveu grandes momentos na equipe francesa e até recebeu apelidos da torcida. Mozer começou a ser chamado de muralha, pois era um zagueiro que perdia poucas divididas, tinha um posicionamento incrível e a bola parada ele era um gigante dentro da área.

Mozer ajudou muito o sistema defensivo da equipe francesa nas três temporadas que esteve por lá. O jogador auxiliou sua equipe dentro e fora de campo com a sua liderança. Tudo que foi demonstrado pela equipe acabou se transformando em títulos, a equipe conquistou tricampeonato consecutivo do Campeonato Francês (1989-90, 90-91 e 91-92).


Depois das três temporadas na equipe, o zagueiro deixou o clube para retornar ao futebol português. Mozer voltou ao Benfica, clube em qual já era ídolo e tinha uma forte identificação com a torcida. Ainda jogaria pelo Kashima Antlers, do Japão, onde encerrou a carreira em 1996.

A passagem do atacante Dill pelo Olympique de Marseille em 2001

Por Emerson Gomes
Foto: divulgação

Dill, pelo Olympique de Marseille, enfrentando o Bordeaux

Elpídio Barbosa Conceição, ou Dill, como ficou conhecido nacionalmente, completa 48 anos hoje, dia 04 de março. Chegou ainda garoto e se tornou um atacante que marcou época no Goiás. No ano 2000 ele atingiu seu auge sendo artilheiro do Campeonato Goiano com 29 gols e da Copa João Havelange, com 20 gols. Tantos gols não ficariam sem ser vistos pelo futebol Europeu, e em março de 2001 o Olympique de Marseille anunciou a compra dos direitos de Dill por 2 milhões de dólares.

Dill chegou para a temporada 2001/2022 a Marseille com um Olympique vindo de uma péssima temporada, sendo o 15º colocado na temporada anterior e passando por uma total reformulação. Nomes como Frank Leboeuf, Daniel Van Buyten, Ibrahim Bá, Eduardo Tuzzio e Joseph Yobo também chegavam para reforçar o elenco e tentar retomar os melhores dias da equipe.

A estreia de Dill na Ligue 1 foi entrando na segunda etapa na primeira rodada contra o Montpellier, partida que terminou com empate em 1 a 1. A atuação na partida e nos treinos agradou o técnico Jose Anigo e o atacante assumiu a titularidade nas partidas seguintes, mas sem marcar gols após quatro rodadas o atleta voltou a figurar entre os suplentes. A equipe também não conseguiu engrenar, e passou a figurar na parte de baixo da tabela, terminando o campeonato na nona posição.


A temporada atribulada e a diferença tática e de posicionamento dificultou a adaptação do atacante no futebol Francês, e após 5 partidas o atacante foi emprestado ao Servette, da Suiça e depois teve seus direitos comprados pelo São Paulo, ainda em 2001. Dill ainda passou por Botafogo, Flamengo, Bahia, Brasiliense e também fez carreira em Portugal, passando por Penafiel, Aves e Famalicão, encerrando a carreira e fixando moradia em terras lusitanas, hoje ele é agente de gestor de carreira de atletas.

Zagueiro Luan Peres fala sobre primeiras semanas no Olympique

Foto: divulgação Olympique

Luan Peres já está fazendo amistosos pelo clube francês

O zagueiro brasileiro Luan Peres começa a dar os seus primeiros passos na França. A estreia oficial ainda não aconteceu, já que a temporada só começa, de fato, na próxima semana. No dia 8 de agosto, o Olympique de Marseille enfrenta fora de casa o Montpellier, pela 1ª rodada da Ligue 1.

O período, no entanto, vem sendo importante para Luan Peres, que já disputou dois amistosos preparatórios, contra Benfica e Braga.

“Como eu já vinha jogando normalmente no Brasil, esse momento aqui de pré-temporada está sendo mais importante para o entrosamento em campo, para conhecer melhor o clube e os companheiros. A adaptação ao país está bem tranquila, já tinha jogado fora do Brasil em 2018/2019, na Bélgica. E assim como a Bélgica, a França é um ótimo lugar para se viver, já deu para sentir isso aqui nas primeiras semanas. Estou gostando bastante”, revelou o defensor, que completou 27 anos de idade na última semana.


Antes do início da Ligue 1, o Olympique fará mais dois amistosos. Enfrenta o Saint-Étienne amanhã (28) e o Villarreal no sábado (31).

“Como eu falei na minha chegada, estar aqui é mais um sonho se realizando. Estou muito feliz e motivado com esse novo desafio. A expectativa é a melhor possível, estou trabalhando para dar o meu melhor em campo e construir uma grande temporada com essa camisa”, concluiu.

Passagem de Fernandão no Olympique de Marselha

Por Luiz Lordello
Foto: arquivo Olympique de Marselha

Ronaldinho Gaúcho, pelo PSG, observa Fernandão atuando pelo Olympique

Um dos grandes atacantes deste século, Fernando Lúcio da Costa, popularmente conhecido como Fernandão, é visto como ídolo para torcida do Internacional, e, também, pelos apaixonados por futebol no Brasil. Porém, o ex-atacante, que faria 43 anos neste 18 de março de 2021, se estivesse vivo, não deixou sua marca apenas no território nacional, depois de ser revelado no Goiás, foi atuar na Europa, mais precisamente na França, sendo transferido para o Olympique de Marselha em 2001.

Nascido em Goiânia, Fernandão começou a dar seus primeiros passos na carreira defendendo o Goiás, em 1997. Pela equipe que o revelou, conquistou títulos: o Campeonato Brasileiro da Série B de 1999 e foi cinco vezes campeão estadual (1996, 1997, 1998, 1999 e 2000). As conquistas e atuações pelo esmeraldino, chamaram a atenção do Olympique de Marseille-FRA, onde ficou por três temporadas, de 2001 até 2004. Durante a passagem na Europa, defendeu também outro time Francês, o Toulouse.

O ex-centroavante desembarcou na Europa jovem, com 23 anos, atuava como meia, posição que fez sucesso na sua primeira passagem no Goiás. Na França, fez um bom inicio defendendo o time de Marselha, mas se lesionou e, quando voltou a ter condições de jogo, acabou perdendo espaço no time. Foram nove gols em 74 partidas.

Após duas temporadas medianas no Olympique, foi emprestado ao Toulouse, que disputava a permanência na principal divisão do Campeonato Francês de 2003/2004. Fernandão foi um dos responsáveis pela continuidade na elite da francesa, desta vez, atuando como atacante, marcou três gols em um semestre pelo Toulouse, dois foram na reta final, sendo um exatamente contra o Olympique de Marselha, na vitória por 2 a 1.

Em junho de 2004, o Internacional buscou sua contratação, marcando o retorno do ex- atleta ao Brasil, Fernandão fez história com o Colorado. Estreou marcando o gol de número 1000 do Gre-Nal, em 10 de julho. Com a camisa 9 do inter, conquistou sete títulos, entre eles, as conquista de 2006, sendo um dos protagonistas na Libertadores e Mundial.


Após colecionar títulos como jogador do Internacional, o ex-centroavante teve passagem pelo São Paulo e retornou ao Goiás. Em 2011, voltou ao Inter, mas, assumindo o cargo de dirigente. Um ano depois, foi técnico do clube, função que demorou menos de uma temporada, quando foi demitido após derrota diante do Corinthians, no Beira-Rio.

No dia 7 de julho de 2014, faleceu, aos 36 anos, na queda de um helicóptero. Após o fato trágico, Fernandão recebeu diversas homenagens, entre elas, a estátua no pátio do Beira-Rio, inaugurada em 17 de dezembro do mesmo ano.
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