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Mozer e sua passagem vitoriosa pelo Olympique de Marseille

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Mozer atuando pelo Olympique

Um dos grandes zagueiros brasileiro do século passado completa 62 anos hoje. José Carlos Nepomuceno Mozer, mais conhecido como Mozer, nasceu no dia 19 de setembro de 1960, no Rio de Janeiro. O jogador teve passagens por grandes clubes e foi muito vitorioso em praticamente todos, como no Olympique de Marseille.

O jogador surgiu como jogador no Flamengo, clube no qual foi revelado e fez uma linda história no clube carioca. Mozer conquistou muitos títulos e se destacou muito, tanto que chamou a atenção de grandes clubes europeus, em uma época que isso não era comum.

Depois de sete temporadas no Rubro-Negro, ele foi contratado pelo Benfica, um dos maiores clubes de Portugal. Por lá ele também teve um ótimo desempenho e continuou chamando a atenção, ficou no clube três temporadas e ganhou vários títulos.

Depois das três temporadas, em 1989 ele foi contratado na época pelo maior time do futebol francês da época, o Olympique de Marseille. O zagueiros chegou com uma moral altíssima, pois em todos os clubes que passou tinha ganho títulos e conquistado o coração dos torcedores.

A expectativa era enorme em torno do zagueiro, que conseguiu suprir tudo isso e continuou em alto nível. Na época a sua equipe era a melhor do país, tinha grandes investimentos e um elenco invejável na França, por isso conseguiu conquistar títulos consecutivos. Vale lembrar que como jogador do Olympique, ele esteve na Copa do Mundo de 1990 defendendo a Seleção Brasileira.

O zagueiro viveu grandes momentos na equipe francesa e até recebeu apelidos da torcida. Mozer começou a ser chamado de muralha, pois era um zagueiro que perdia poucas divididas, tinha um posicionamento incrível e a bola parada ele era um gigante dentro da área.

Mozer ajudou muito o sistema defensivo da equipe francesa nas três temporadas que esteve por lá. O jogador auxiliou sua equipe dentro e fora de campo com a sua liderança. Tudo que foi demonstrado pela equipe acabou se transformando em títulos, a equipe conquistou tricampeonato consecutivo do Campeonato Francês (1989-90, 90-91 e 91-92).


Depois das três temporadas na equipe, o zagueiro deixou o clube para retornar ao futebol português. Mozer voltou ao Benfica, clube em qual já era ídolo e tinha uma forte identificação com a torcida. Ainda jogaria pelo Kashima Antlers, do Japão, onde encerrou a carreira em 1996.

Fabien Barthez e sua primeira passagem pelo Olympique de Marseille

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Barthez em sua primeira passagem pelo Olympique

Um dos maiores goleiros franceses completa 51 anos. Fabien Alain Barthez, que nasceu em Lavelanet, na França, no dia 28 de junho de 1971, foi um grande arqueiro, inclusive defendendo times de seu país, como o Olympique de Marseille, cuja primeira passagem foi entre 1992 e 1995.

O jogador iniciou profissionalmente em 1990 quando subiu pelo Toulouse, ganhou destaque na equipe e foi contratado pelo Olympique de Marseille. Em 1992 chegou na equipe, que na época era o time mais forte do país, e brigava por todos os títulos nacionais e continentais.

Logo quando chegou foi se tornando importante e com pouco tempo conseguiu vaga na equipe titular. Mesmo muito jovem, tinha uma segurança muito grande e passava confiança para seus companheiros. Ele tinha uma agilidade muito grande e fazia ótimas defesas.

Logo em sua primeira temporada, conseguiu vencer os campeonatos mais importantes para a equipe. A equipe Francesa foi campeã da Liga Francesa e também da Champions League, e o goleiro sendo um dos grandes destaque da competição, fazendo ótimas atuações, e sendo o goleiro mais novo a conquistar, que foi batido em 2000 pelo Íker Casillas.

Mas as coisas acabaram mudando, em 1993 depois da final da Champions, foi descoberto manipulação nos jogos do Olympique e por conta disso acabou perdendo o título da competição. Além da perda do título, a equipe acabou sendo rebaixada e jogando pela segunda divisão.

Mesmo sendo um ótimo goleiro e tendo grandes propostas, ele preferiu continuar na equipe na segunda divisão e ajudou o time a subir, sendo campeão com tranquilidade na temporada 1993-94. Na próxima, o Olympique queria forma uma equipe forte para voltar a brigar por títulos grandes, mas para isso precisava vender jogadores.


O goleiro era uma grande oportunidade para fazer dinheiro, e por isso, a equipe decidiu aceitar a oferta do Monaco, um rival francês. Mas Barthez só foi para o clube em 1995, e deixou a equipe após vários jogos e com um título importante no currículo, mas foi brilhar em outra equipe, conseguindo ser campeão nas outras temporadas.

No Monaco, teve a primazia de ser titular da Seleção Francesa campeã do mundo em 1998. Isto chamou a atenção de clubes de outros países ele acabou indo para a Inglaterra, onde defendeu o Manchester United entre 2000 e 2003. Voltou ao Olympique, onde jogou mais três anos e foi vice-campeão do mundo pela seleção de seu país em 2006, ano que deixou Marseille e foi para o Nantes, onde encerrou a carreira no ano seguinte.

Paulo Cézar Caju e sua passagem pelo Olympique de Marseille

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Caju atuando no futebol francês

Um dos grandes jogadores brasileiros do século passado completa 73 anos hoje. Paulo Cézar Lima, mais conhecido como Paulo Cézar Caju, nasceu no Rio de Janeiro, no dia 16 de junho de 1949. O ponta esquerda passou por grandes times nacionais, conquistando títulos importantes e por isso chegou no futebol europeu.

Naquela época não era comum grandes jogadores saírem do Brasil para a Europa, poucos faziam isso. Caju se consagrou nacionalmente, principalmente pelos times cariocas e foi por conta do Botafogo e Flamengo que o jogador conseguiu chamar a atenção.

Além das grandes temporadas por esses clubes, o jogador teve uma passagem pela seleção brasileira. Em 1970 foi campeão mundial, ainda sem grande destaque, pois Zagallo (técnico da seleção) não conseguiu encaixar ele na equipe junto com Pelé, por conta disso acabou ficando na reserva.

Em 1974 foi titular na Copa do Mundo, acabou não conseguindo o título, mas se destacou pela Amarelinha. Após a competição, Caju foi vendido para o Olympique de Marseille e deixou o Flamengo. O ponta chegou como grande destaque da equipe Francesa, junto com outro grande craque brasileiro, Jairzinho.

Logo quando chegou já se tornou titular da equipe, que na época brigava pelo título nacional. O time era muito bom e Caju chegou com status de cereja do bolo, era o que faltava na equipe para conseguir ser campeão, já que nas últimas temporadas tinha sempre ficado entres os primeiros, mas não conseguia conquistar a competição.

O jogador foi muito importante na temporada, mas não conseguiu ajudar a equipe no principal objetivo, que era o título. Novamente o Olympique brigou pelo campeonato, mas não conseguiu dar o passo final, acabou ficando com o vice-campeonato.


Com o final da temporada, o ponta esquerda acabou retornando ao Brasil, novamente para jogar no futebol carioca, mas dessa vez para vestir o manto do Fluminense. Caju deixou a equipe Francesa com o vice-campeonato e 18 gols marcados, sendo destaque da competição.

Em boa fase na França, zagueiro Luan Peres sonha com oportunidade na Seleção Brasileira

Foto: divulgação Olympique de Marseille

Luan Peres vem tendo bom desempenho na França

Vice-líder do campeonato francês, o Olympique de Marseille segue lutando por uma vaga direta da fase de grupos da Liga dos Campeões. Restando duas rodadas para o término da Ligue 1, a equipe comandada por Jorge Sampaoli possui 68 pontos, três a mais que o Monaco.

“Os dois primeiros colocados garantem a vaga direta na Liga dos Campeões e esse está sendo o nosso maior objetivo no momento. Acredito que estamos fazendo uma excelente temporada. Perdemos apenas oito partidas no campeonato, atrás apenas do PSG que perdeu 4. Chegamos às semifinais da Conference League e às quartas da Copa da França”, destacou o brasileiro Luan Peres.

No útlimo fim de semana, jogando fora de casa, o Olympique goleou o Lorient por 3 a 0 com direito a assistência do zagueiro brasileiro.

“Eu acompanhei uma boa jogada do Gerson pela esquerda e consegui fazer o passe para o Guendouzi marcar o nosso segundo gol na partida. O Sampaoli sabe que pode me utilizar dessa forma, auxiliando na parte ofensiva. No Santos joguei muitas vezes dessa maneira, até mesmo como lateral-esquerdo. Tive a felicidade de ajudar nessa partida e conquistamos mais um grande resultado”, analisou.

Vivendo grande momento no futebol francês, Luan Peres não esconde o desejo de receber uma oportunidade de representar a seleção brasileira. Presente em 32 dos 36 jogos do Olympique no campeonato francês, o zagueiro é peça fundamental no sistema defensivo de Sampaoli.


“Todo jogador sonha em defender o seu país em algum momento. Acredito que estou vivendo a melhor fase da minha carreira e acredito muito que um dia essa oportunidade pode chegar. Essa é a minha segunda passagem no futebol europeu e se tivesse essa chance, estaria pronto para representar a seleção”, finalizou o jogador, que acumula 48 jogos oficiais pelo Olympique, com 24 vitórias, 14 empates e apenas 10 derrotas.

Dono da segunda melhor defesa da Ligue 1 com apenas 36 gols sofridos, o Olympique enfrenta o Rennes, fora de casa, no próximo sábado (14), e fecha sua participação contra o Strasbourg, diante dos seus torcedores, no dia 21 de maio.

Luan Peres valoriza bom momento pelo Olympique de Marseille

Foto: Divulgação/Olympique de Marseille

Luan Peres em ação pelo Olympique

A temporada europeia está na sua reta final, e o Olympique de Marseille segue em busca de feitos importantes. O time é o vice-líder do Campeonato Francês, posição que garante vaga direta na próxima Champions, e está nas quartas de final da Conference League, novo torneio de clubes da UEFA.

Presente em 40 dos 45 jogos oficiais que o OM fez na temporada, 88% do total, Luan Peres valoriza o momento da equipe. O zagueiro chegou ao time francês em julho de 2021, após defender o Santos.

“Estamos chegando na reta final da temporada, um momento decisivo. Fico feliz por conseguir ajudar a equipe até aqui, atuar em 40 dos 45 jogos que disputamos. Espero seguir contribuindo para que possamos alcançar os nossos objetivos”, disse o brasileiro, de 27 anos.

Luan Peres também avalia a sua primeira temporada na França. Versátil, o zagueiro atuou como lateral-esquerdo na maioria dos jogos, e tem a segunda melhor média de desarmes da equipe no Campeonato Francês, com dois por partida. As estatísticas são da plataforma SofaScore.

“Vinha de um grande momento quando cheguei ao clube. Me sinto totalmente adaptado, dentro e fora de campo, e a temporada tem sido muito boa. Joguei a maioria das partidas como lateral-esquerdo, uma função que não era acostumado a fazer, mas sempre busco dar o meu máximo para ajudar a equipe”, concluiu.


O Olympique de Marseille volta a campo no domingo (10), quando recebe o Montpellier, em partida da 31ª rodada do Campeonato Francês. Pela Conference League, a equipe vem de vitória na ida das quartas de final — 2 a 1 sobre o PAOK, da Grécia, na última quinta-feira (7).

Favoritos se enfrentam nas alternativas quartas da UEFA Conference League

Por Lucas Paes
Arte por O Curioso do Futebol

Confrontos da Conference League

A mais alternativa das competições do futebol europeu está afunilando e chegou as quartas de final. A recém criada UEFA Conference League dá a chance de protagonismo à alguns times diferentes no velho continente, mas chega as suas quartas de final com um confronto entre os dois grandes favoritos e com outro deles, se passar das quartas, enfrentando-se nas semifinais. O sonho do campeão diferente, porém, ficou meio complicado, já que boa parte dos times que chegaram é minimamente conhecido no continente.

O sorteio da Conference League foi o último numa manhã de sexta-feira que teve já os sorteios da Liga dos Campeões e da Europa League. Nos dois casos tivemos partidas interessantes e a terceira competição de clubes da UEFA não foge da raia e também tem bons jogos,

BODO/GLIMT X ROMA: é o terceiro confronto entre os dois times na competição, já que se enfrentaram na fase de grupos. Atual campeão norueguês, um campeonato que possuí um calendário muito semelhante ao do Brasileirão, começando em abril e terminando em novembro, o Bodo chegou a enfiar 6 a 1 nos Giallorossi na fase de grupos. Porém, o favoritismo do confronto é agora da Roma, que vive momento relativamente bom na temporada e tem um time melhor. O time italiano é favorito inclusive ao título e decidirá o confronto em casa. O vencedor enfrentará Leicester City ou PSV nas semis. 

LEICESTER CITY X PSV EINDHOVEN: confronto entre dois favoritos ao título, o duelo entre ingleses e holandeses bota frente a frente duas equipes favoritíssimas. Os Foxes não estão bem na Premier League deste ano e buscam na Conference League um prêmio de consolação que é ao mesmo tempo um inédito título continental para a equipe de Brendan Rodgers. Se priorizar a competição, a equipe tem certo favoritismo diante de um bom time do PSV, que disputa ponto a ponto com o Ajax o título nacional na Eredvisie e que vê na Conference a chance de uma glória continental. O bônus para os holandeses é que o confronto será decidido em Eindhoven, mas é importante levar um placar reversível para a volta.

FEYENOORD X SLAVIA PRAGA: genuinamente um dos confrontos mais equilibrados e portanto mais interessantes destas quartas, o duelo entre o tradicionalíssimo time holandês e o vice-líder do campeonato da República Checa, atual tricampeão no país, bota frente a frente um time que não se vê mais vivo no seu campeonato nacional e tem na Conference League uma salvação para temporada e outro que pode embalar um título nacional e um continental inédito no mesmo ano. Há um ligeiro favoritismo para o lado do Feyenoord, muito mais pelo nome que possuí, mas é perfeitamente plausível que o Slavia passe. O duelo será decidido em Praga e o vencedor enfrentará Marseille ou PAOK nas semis.


OLYMPIQUE DE MARSEILLE X PAOK SALÔNICA: um dos confrontos mais diferentes desta fase, coloca frente a frente o time mais tradicional da França contra uma das forças do futebol grego. O duelo é tão interessante fora quanto dentro de campo, já que coloca nas aquibancadas as duas torcidas mais quentes do duelo, com a sensacional Gate 21 do PAOK frente a Commando Ultras do Marseille. Dentro de campo, os franceses tem ligeiro favoritismo, mas o time grego tem suas qualidades e pode surpreender, principalmente porque decide no caldeirão que é o Toumba, seu estádio. Se trouxer um bom resultado para a Grécia, o PAOK pode sim tirar o Marseille, mas o favoritismo é francês. 

A passagem do atacante Dill pelo Olympique de Marseille em 2001

Por Emerson Gomes
Foto: divulgação

Dill, pelo Olympique de Marseille, enfrentando o Bordeaux

Elpídio Barbosa Conceição, ou Dill, como ficou conhecido nacionalmente, completa 48 anos hoje, dia 04 de março. Chegou ainda garoto e se tornou um atacante que marcou época no Goiás. No ano 2000 ele atingiu seu auge sendo artilheiro do Campeonato Goiano com 29 gols e da Copa João Havelange, com 20 gols. Tantos gols não ficariam sem ser vistos pelo futebol Europeu, e em março de 2001 o Olympique de Marseille anunciou a compra dos direitos de Dill por 2 milhões de dólares.

Dill chegou para a temporada 2001/2022 a Marseille com um Olympique vindo de uma péssima temporada, sendo o 15º colocado na temporada anterior e passando por uma total reformulação. Nomes como Frank Leboeuf, Daniel Van Buyten, Ibrahim Bá, Eduardo Tuzzio e Joseph Yobo também chegavam para reforçar o elenco e tentar retomar os melhores dias da equipe.

A estreia de Dill na Ligue 1 foi entrando na segunda etapa na primeira rodada contra o Montpellier, partida que terminou com empate em 1 a 1. A atuação na partida e nos treinos agradou o técnico Jose Anigo e o atacante assumiu a titularidade nas partidas seguintes, mas sem marcar gols após quatro rodadas o atleta voltou a figurar entre os suplentes. A equipe também não conseguiu engrenar, e passou a figurar na parte de baixo da tabela, terminando o campeonato na nona posição.


A temporada atribulada e a diferença tática e de posicionamento dificultou a adaptação do atacante no futebol Francês, e após 5 partidas o atacante foi emprestado ao Servette, da Suiça e depois teve seus direitos comprados pelo São Paulo, ainda em 2001. Dill ainda passou por Botafogo, Flamengo, Bahia, Brasiliense e também fez carreira em Portugal, passando por Penafiel, Aves e Famalicão, encerrando a carreira e fixando moradia em terras lusitanas, hoje ele é agente de gestor de carreira de atletas.

Luan Peres ultrapassa marca de 60 jogos no ano e exalta momento pelo Olympique




Foto: divulgação Olympique de Marseille

Luan Peres em ação na França

Contratado junto ao Santos, Luan Peres foi daquelas peças que logo se encaixou com facilidade no Olympique de Marseille. Os números ajudam a entender o carinho conquistado de maneira tão rápida com os torcedores do clube francês.

É que, desde que desembarcou em Marseille, Luan Peres é titular absoluto do time comandado por Sampaoli. O defensor, aliás, é o líder do time em jogos oficiais na temporada, com 21. Somando o ano inteiro, o zagueiro já tem 61 compromissos, sua maior marca da carreira.

"É um ano especial, é a melhor temporada da minha carreira. As coisas aconteceram muito rápido, mas eu sabia que estava preparado, que estava me dedicando. Tenho pouco tempo aqui de Olympique, mas me sinto em casa, todos me tratam muito bem, o torcedor me abraçou também o que foi importante. Contente também por essa sequência grande de jogos, em poder ajudar o clube", afirmou o jogador, com boas passagens no Brasil por Fluminense e Santos.

Se na Liga Europa o time não tem mais chances, no Campeonato Francês o OM vem bem. Atualmente é o terceiro na tabela de classificação, com 29 pontos em 16 duelos. Tem dois pontos a menos que o Rennes, que já jogou 17 vezes. Luan Peres confia no potencial da equipe. "Estamos tendo uma boa temporada, mas queremos mais, sabemos que podemos evoluir. Estamos numa sequência pesada de jogos, mas a confiança no trabalho realizado é grande, então sabemos que não podemos parar. Queremos coisas grandes para o Olympique", finalizou o defensor brasileiro de 27 anos.


Nesta semana, o Olympique de Marseille tem mais dois compromissos pela frente. Na quinta-feira recebe o Lokomotiv Moscou, pela Europa League, e no domingo duela fora de casa com o RC Strasbourg, o sexto colocado do Campeonato Francês.

Luan Peres estreia com vitória no Campeonato Francês pelo Olympique de Marseille

Foto: Divulgação/Olympique de Marseille

Luan Peres em ação pelo Olympique de Marseille

Anunciado como novo reforço do Olympique de Marseille no mês passado, o zagueiro Luan Peres fez sua estreia oficial pela nova equipe na vitória sobre o Montpellier por 3 a 2, fora de casa, no último domingo, dia 8, na primeira rodada do campeonato francês.

“Fizemos uma partida de recuperação espetacular. Fomos para o intervalo perdendo pelo placar de 2×0, mas voltamos com determinação e conseguimos uma virada sensacional. Foi um jogo difícil, mas para nos encher de moral para a sequência da competição”, revelou o zagueiro.

Um dos grandes destaques do Santos nas últimas temporadas, Luan Peres comentou o reencontro com o ex-treinador santista Jorge Sampaoli.

“O professor Jorge é uma pessoa ímpar. Tem o seu jeito peculiar, mas o meu sentimento é de gratidão. Foi o grande responsável pela minha contratação. Aprendi e aprendo muito com ele a cada dia. Espero poder ajudar da melhor maneira possível por aqui”, destacou Luan Peres.


Aos 27 anos, essa será a segunda passagem do defensor pelo continente europeu. De 2018 a 2019, Luan Peres defendeu o Club Brugge, da Bélgica, tendo disputado, inclusive, a Liga dos Campeões da Europa.

O próximo compromisso do Olympique de Marseille será contra o Bordeaux, dia 15, no estádio Orange Vélodrome.

As experiências de Beckenbauer como treinador

Por Lucas Paes
Foto: Imago

Beckenbauer treinando o Bayern de Munique

Completando 75 anos neste dia 11 de setembro, Franz Beckenbauer, vulgo o Kaiser (Imperador em alemão) é um dos maiores nomes da história do futebol germânico. Dono de diversos feitos dentro de campo vestindo a camisa do Bayern e do Nationalelf, ele teve também uma carreira relativamente "curta", porém de sucesso como treinador, marcada principalmente por suas passagens pela Alemanha e pelo Bayern de Munique.

A trajetória de Franz na casamata começa já ao final de sua carreira, com o ex-craque sendo chamado para a "bucha" de dirigir o selecionado da Alemanha Ocidental no ciclo rumo a Copa do Mundo de 1986. Fez já de cara um trabalho elogiável, levando os tedescos ao México e conseguindo um vice-campeonato, perdendo na final para a Argentina de um tal de Diego Maradona. Com a confiança da confederação local, seguiu no comando do time.

O ciclo para a Eurocopa de 1988, disputada em casa, acabou sendo de certa forma decepcionante, já os alemães caíram apenas na semifinal, mesmo jogando a competição em casa, acabando por ver a Holanda levar o título, após eliminar os mandantes. Porém, com o trabalho sendo mantido, montou um ótimo time, que contava com valores como Brehme, Voller, Matthaus e Klinnsmann para se vingar da Argentina e vencer a Copa do Mundo de 1990, conquistando o sonhado terceiro título mundial, igualando assim o número de conquistas de Brasil e Itália. 

Assumiu em 1990 o comando do Olympique de Marseille, mas não deu certo a frente do gigante francês, deixando o clube no meio da temporada. Três anos depois, em 1993, assumiu em meio a temporada, mais precisamente no final de dezembro, o comando técnico do Bayern de Munique, ao mesmo tempo em que seguia como presidente do clube e acabou ajudando a equipe a se recuperar e buscar o título alemão, num biênio em que o clube assumiu a ponta na 23ª rodada e não largou mais.


Acabou voltando para aquela que seria sua última experiência como treinador pouco tempo depois nos próprios bávaros. Essa foi por sinal extremamente curta. Antes comandado por Otto Rehhagel, os gigantes de Munique tinham um bom elenco, mas que vivia em rota de colisão com as maluquices de seu treinador e com o próprio jeito de comandar a equipe. O fim da linha para o ex-técnico do Werder chegou apenas no final de abril, quando Beckenbauer assumiu novamente o posto e acabou levando o título da Copa da UEFA, conquistado com um placar de 5 a 1 no agregado, com duas vitórias, uma por 2 a 0 em Munique e outra por 3 a 1 na França. Foi um encerramento com chave de ouro para a trajetória do Kaiser como treinador.

Apesar dos poucos anos em clubes e dos relativamente poucos títulos comparados ao que fizera dentro de campo, Beckenbauer tem a marca de ser um dos poucos campeões da Copa do Mundo como treinador e como jogador. Hoje o alemão tem o cargo de dirigente de honra nos Bávaros, sendo respeitado como um dos maiores, se não o maior, ídolos da história do clube.

Marcelinho Paraíba no Olympique de Marseille

Por Lucas Paes

Marcelinho em ação pelo Olympique de Marseille: apenas 19 jogos pelo clube

Aos agora 44 anos, completados neste 17 de maio de 2019, Marcelinho Paraíba é um dos mais velhos jogadores em atividade no mundo. Atualmente no Treze, o meia é praticamente uma divindade para a torcida do Hertha Berlin e entre outros times teve passagens ainda por São Paulo, Flamengo, Grêmio e Wolfsburg. Entre suas andanças no mundo bola, passou, em 2001, pelo Olympique de Marseille, da França. 

Após iniciar carreira no Campinense e passar por Paraguaçuense, Santos e Rio Branco, o “interminável”, ainda jovem, teve boa passagem pelo São Paulo, onde ganhou o Paulistão duas vezes, uma delas em cima do Santos. Se destacando no Tricolor Paulista, acabou negociado com o Olympique de Marseille, onde teria sua primeira grande experiência internacional no futebol. 

Porém, a passagem de Marcelinho pelos Olympiens acabou sendo bem abaixo do que se esperava. Sem conseguir se firmar na equipe, acabou atuando apenas 19 vezes pela equipe de Velódrome, marcando três gols. Acabou voltando ao Brasil menos de um ano após desembarcar na França, indo jogar no Grêmio, onde foi campeão da Copa do Brasil. No Tricolor, fez o terceiro gol do segundo jogo da decisão da Copa do Brasil, em cima do Corinthians no Morumbi. 

Após o Grêmio, chegaria ao Hertha, onde virou um ídolo. Marcelinho teve diversas andanças pelo futebol antes de estar hoje no Treze, onde o “Imortal” continua desfilando seu futebol, já sem o mesmo rigor físico de antes. Em 2001, também chegou a jogar seis vezes pela Seleção Brasileira, marcando um gol.
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