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Morre Jair da Costa, campeão da Copa de 1962 com a Seleção Brasileira

Com informações da ESPN
Foto: arquivo

Jair da Costa foi revelado pela Portuguesa

Morreu neste sábado (26), em Osasco, o ex-atacante Jair da Costa, ponta-direita que fez história no futebol nacional e internacional. A morte do ex-jogador, que estava com 84 anos, foi confirmada pela Portuguesa, equipe que revelou o atleta e que ele defendeu entre 1960 e 1962.

Enquanto jogador da Lusa, Jair fez parte do elenco que conquistou a Copa do Mundo de 1962, no Chile, com a Seleção Brasileira. Posteriormente, ele teria uma carreira extremamente vitoriosa no futebol italiano, atuando pela Inter de Milão e pela Roma.

O brasileiro é um dos maiores ídolos da história nerazzurra, tendo feito parte do esquadrão que ganhou oito grandes títulos entre 1962 e 1971. Jair foi duas vezes campeão europeu, também duas vezes campeão mundial e ainda tetracampeão do Campeonato Italiano.


Seu momento mais marcante foi na final da Champions 1964/65: foi dele o gol da vitória por 1 a 0 sobre o Benfica que valeu a taça. Ao todo, foram 266 partidas pela Inter, com 70 gols marcados.

Na parte final de sua ilustre trajetória, ele regressou ao Brasil e jogou pelo Santos entre 1972 e 1974, sendo campeão paulista em 1973.

A ótima passagem de Cafu pela Roma

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Cafu quando defendeu a Roma

Um dos maiores laterais do futebol mundial e brasileiro, Marcos Evangelista de Morais, conhecido como Cafu, conquistou seu sucesso na Europa atuando pela Roma, ganhando muito destaque e reconhecimento na Itália, e depois acabou sendo negociado com o Milan. 

O lateral-direito nasceu em Itaquaquecetuba, em São Paulo, no dia 7 de junho de 1970, e começou a sua carreira atuando na base do Nacional, depois foi para a Portuguesa, até chegar no São Paulo, clube pelo qual foi revelado em 1989.

Foram alguns anos atuando com a camisa tricolor, fazendo grandes jogos e conquistando muitos títulos pelo clube. Depois de cinco anos jogando pelo São Paulo e já tendo convocações para a Seleção Brasileira, foi vendido para o Zaragoza, da Espanha, após o título da Copa do Mundo em 1994, no qual ainda era reserva.

Porém, acabou não conseguindo ter muito sucesso na equipe, ficando apenas uma temporada e atuando apenas em 17 partidas. No meio do semestre de 1995, o jogador retornou ao Brasil, para atuar no Juventude, que era patrocinado pela Parmalat, a mesma patrocinadora do Palmeiras.

Por causa de uma cláusula com o São Paulo, o jogador não poderia voltar para o Brasil e atuar diretamente em um rival, por causa disso acabou tendo que passar pelo Juventude. A sua passagem pelo Palmeiras foi muito boa, fez parte da equipe campeã paulista conhecida pelo ataque de mais de 100 gols na competição. 

Foram um ano e meio atuando pelo clube em alto nível, por causa disso começou a receber novas propostas da Europa. No início da temporada europeia, a Roma ofereceu uma boa proposta e Cafu se transferiu para o futebol italiano. 

O seu estilo se casou muito bem com o da equipe, pois Cafu tinha muita força física e sempre foi muito importante taticamente. Além isso, o lateral era muito diferente tecnicamente, ajudando o time na parte ofensiva, por isso o lado direito ficou muito forte. 


O jogador foi ganhando muito destaque atuando pela Roma, fazendo jogos excelentes, ajudando muito a equipe. Cafu ganhou o apelido Il Pendolino ('o trem expresso') dos torcedores, sendo muito ovacionado no estádio a cada jogo. 

A sua melhor temporada pelo clube foi em 2000-01, quando a equipe conseguindo conquistar o Scudetto, que é o título nacional do futebol italiano, e na época a liga mais forte do mundo. Cafu foi um dos grandes destaques do time durante a campanha. 

O jogador permaneceu no clube até o final da temporada de 2002-03, foram quase 8 anos atuando pela Roma, fazendo 219 jogos e marcando 8 gols, além de um título conquistado. Em 2003, Cafu foi contratado pelo Milan.

Zagueiro sofre mal súbito e interrompe partida entre Udinese e Roma pelo Italiano

Com informações da Agência Estado
Foto: reprodução

Ndicka passou mal durante jogo do Italiano

O zagueiro Evan Ndicka, da Roma, sofreu um mal súbito neste domingo durante o duelo com a Udinese, pela 32ª rodada do Campeonato Italiano. O jogador caiu no gramado e foi atendido por paramédicos, que o direcionaram até o hospital. Com isso, o jogo acabou sendo suspenso.

“Após um mal súbito sofrido por Evan Ndicka em campo, Udinese x Roma foi suspenso. O jogador está consciente e foi transportado ao hospital para exames. Vamos Evan, estamos todos com você”, publicou a Roma em suas redes sociais.

Segundo a “Sky Sport”, o primeiro eletrocardiograma apresentou um quadro preocupante, que fará com que o jogador continue internado em Udine. Ainda segundo o jornal, a delegação da Roma está se organizando para permanecer na cidade para dar apoio ao zagueiro.

Evan Ndicka caiu no gramado aos 27 minutos do segundo tempo, quando foi rapidamente socorrido pelos médicos da partida. De acordo com o “Corriere Dello Sport”, o pedido para o jogo ser suspenso partiu do técnico De Rossi, após o mesmo ver o estado do seu atleta no vestiário. A Udinese aceitou o pedido prontamente, assim como a equipe de arbitragem.


Ainda segundo as informações, o pronto atendimento foi essencial para que o zagueiro deixasse o estádio lúcido e fazendo um sinal positivo. Evan Ndicka aguarda os resultados dos próximos exames para definir os próximos passos de sua carreira.

Zagueiro emprestado pelo Corinthians ao Sub-18 da Roma dá primeira assistência na Itália

Foto: @martinacutrona

João Gabriel arrancou do meio de campo, driblou dois e passou de calcanhar dentro da área

Recentemente, o Corinthians acertou o empréstimo de uma de suas joias da base para um dos principais palcos do futebol europeu: a Itália. O nome negociado foi o de João Gabriel, zagueiro de 16 anos que chegou no Timão em 2019 e fez um total de 63 jogos pelo clube (sendo 56 como titular), passando pelas categorias sub-14, sub-15, sub-16 e sub-17.
 
O jogador foi emprestado à Roma por um período de um ano e seis meses, com possibilidade de compra ao fim do contrato. Por possuir passaporte italiano, João pôde mudar para a Itália antes mesmo dos 18 anos e, inclusive, já fazendo duas partidas no Campeonato Italiano pela categoria sub-18. No último final de semana, o zagueiro contribuiu com sua primeira assistência pela Roma após arrancar do meio de campo, driblar dois jogadores e passar de calcanhar dentro da área. 


Antes de migrar para a Europa, porém, o Corinthians concretizou a assinatura do primeiro contrato profissional do defensor, visando não perder o atleta de graça no futuro. Enquanto esteve no clube paulista, João Gabriel foi campeão da Copa Votorantim, uma das mais importantes competições de categorias de base do Brasil. O feito ocorreu em 2022, onde atuou em seis partidas (todas como titular), e liderou uma defesa que passou 50% dos jogos sem ser vazada, com apenas três gols sofridos.

Além da vida de atleta de futebol, João Gabriel prática Kung-Fu. Ele está na faixa marrom ponta preta e possui diversas medalhas por competições estaduais e brasileiras. A próxima “graduação” dentro da modalidade é a de faixa preta. Além disso, de forma extracurricular, fala inglês, italiano e espanhol.

Eusebio Di Francesco e sua boa passagem pela Roma

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Di Francesco teve uma grande passagem pela Roma

Eusebio Luca Di Francesco, ex-meia italiano conhecido apenas como Eusebio Di Francesco, está celebrando o seu 54º ano de vida nesta sexta-feira, dia 8 de setembro de 2023. Ao longo de sua carreira, o atleta teve uma boa trajetória pela Roma entre o fim dos Anos 90 e começo dos Anos 2000.

Antes de se tornar jogador do clube Giallorrossi, o meia já havia colecionado passagens pelas categorias de base e no time profissional do Empoli, e jogado também Lucchese e Piacenza. Foi jogando no time Biancorrossi, que o futebolista consegui se destacar e acabar sendo contratado pela Lupa em 97.

Na Roma, ele teve a oportunidade de dividir o vestiário lendas romanistas como Aldair, Gabriel Batistuta. Vincenzo Montella, Francesco Totti e , Damiano Tommasi. Nos seus dois primeiros anos de clube, conseguiu se espaço no time titular, que ficou na 4ª e na 5ª posições do Campeonato Italiano, respectivamente, mas acabou sendo eliminado na fase de quartas de final da Copa Uefa da temporada 1998-99. 

No primeiro ano de Capello na capital, Di Francesco também tinha lugar entre os 11 iniciais e pôde ajudar os Luppi a ficar em 6º da Serie A e avançar aos mata-matas da Copa Uefa e da Coppa Italia. Indo muito bem no clube, chegou a receber oportunidades frequentes de defender a Azzurra, mas não conseguiu garantir o seu espaço.


Na temporada 2000-01, que acabou sendo a última de Eusebio pelos Giallorrossi tinha de tudo para ser melancólica, uma vez que o meia disputou apenas cinco jogos e foi titular em apenas uma ocasião. Entretanto, já perto de completar 32 anos, Eusebio teve a felicidade de conquistar pode comemorar o seu único titulo como jogador e encerrou o seu ciclo no clube após disputar 129 jogos e marcar 16 gols.

Depois de aposentado, o ex-atleta voltou a Roma, mas para assumir o cargo de treinador. Comandou os Lupetti entre 2017 e 2019.

A chegada de Falcão na Roma em 1980

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Falcão no Coliseu

Há 43 anos Paulo Roberto Falcão era anunciado como a nova contratação da Roma, da Itália. Lembrando que na época não era muito comum transações internacionais, mas o jogador foi contratado por US$ 4 milhões junto ao Inter, uma quantia gigantesca pelo volante brasileiro para o momento.

O volante que nasceu em Abelardo Luz, em Santa Catarina, no dia 16 de outubro de 1953, começou sua carreira no Internacional. O jogador era forte fisicamente e colocava uma intensidade muito forte no meio-campo, tomando conta da posição e mostrando todo seu potencial.

Desde jovem, Falcão nunca se intimidou, mostrando toda sua classe e categoria no meio-campo. O volante era um grande marcador, passar por ele era um desafio, mas, também, se destacava na saída de bola, tinha habilidade, diferente dos volantes clássicos da época.

As suas ótimas atuações chamaram a atenção de muita gente, tanto que, não demorou muito para ser convocado para a Seleção Brasileira. Em 1972 já fazia parte do Brasil Sub-23, e em 1973 foi quando subiu para o profissional do Internacional. Três anos depois, foi quando teve sua oportunidade da seleção principal.

Após sua convocação para a seleção, o jogador começou a ser olhado por outros continentes, pois estava encantando as suas atuações. O jogador mostrava muita classe e jogava de ‘terno’. Após sete anos no Internacional, Falcão começou a receber diversas propostas, e estava difícil a diretoria colorada segurá-ló.

Em 1980, recebeu algumas propostas, mas aceitou o da Roma, pois era uma grande oportunidade, e foi anunciado no dia 25 de julho. Mesmo com suas atuações e convocações para a seleção, o jogador não era muito conhecido pelos torcedores e pela mídia, tanto que, Zico e Rivellino foram especulados no clube antes do volante.

Mesmo sem ser muito conhecido, Falcão chegou sendo muito importante para o elenco, ganhando a posição de titular rapidamente. O volante, em sua primeira temporada, já ajudou o time a conquistar a Copa da Itália.

Na temporada seguinte, a equipe acabou não conquistando nenhum título, mas fez uma temporada regular, com Falcão mantendo suas ótimas atuações. Em 1982-83, foi a principal temporada do volante pelo clube, onde o clube fez grandes jogos e teve uma grande conquista.

A Roma conquistou o ‘Scudetto’, que é o Campeonato Italiano. O título foi muito importante para o clube, que não o conquistava desde 1942, e foi muito comemorado por todos. Falcão teve uma participação muito boa, sendo o dono do meio-campo da equipe.


Na temporada seguinte, veio mais um título, novamente a Copa da Itália, mostrando a força da equipe em mata-mata. Após essa temporada, Falcão foi para seus últimos meses no clube, onde acabou não conquistando nenhum título.

Com o fim da temporada de 1984-85, após algumas desavenças com o presidente do clube, Dino Viola, Falcão resolveu deixar a equipe e voltar para o futebol brasileiro. O volante foi contratado pelo São Paulo.

Na equipe italiana, o jogador foi o mais remunerado do campeonato nacional, recebendo mais de mil milhões de liras por ano. Falcão atuou em 153 jogos e marcou 29 gols.

Nos pênaltis, Sevilla bate Roma e é campeão da Liga Europa pela 7ª vez

Com informações da Gazeta Esportiva
Foto: Attila Kisbenedek / AFP

Sevilla levou a melhor sobre a Roma

O Sevilla conquistou sua sétima Liga Europa e se isola mais ainda como o maior vencedor do torneio. Na Puskás Arena, em Budapeste, na Hungria, nesta quarta-feira, dia 31, os espanhóis venceram a Roma nos pênaltis, por 4 a 1, após empate por 1 a 1. Com a conquista, o time espanhol acabou com a invencibilidade de Mourinho, que tinha ganhado todas as competições europeias que chegou à final até então.

O Sevilla expandiu sua liderança no ranking de maiores vencedores da Liga Europa. O clube já havia vencido a competição nas temporadas 2005/2006, 2006/2007, 2013/2014, 2014/2015, 2015/2016 e 2019/2020. Além disso, a derrota da Roma impediu o hexacampeonato continental de José Mourinho, técnico da Roma. Seria a terceira vez que o português venceria a Liga Europa, as outras duas foram com o Porto e o Manchester United.

A primeira grande oportunidade da partida saiu aos 11 minutos do primeiro tempo, com a Roma no ataque. Dybala fez bela jogada individual pela direita e, da linha de fundo, cruzou rasteiro para trás. Spinazzola apareceu livre para finalizar, porém bateu em cima do goleiro Bono, que espalmou com tranquilidade. O Sevilla não teve um bom início de jogo e apresentou dificuldades para chegar com perigo à meta italiana.

Aos 34, a Roma conseguiu abrir o placar. Mancini tocou para Dybala na entrada da área. O meia disparou até a cara do gol, de onde finalizou na saída de Bono. O goleiro passou perto de impedir o tento com os pés, mas não foi rápido o suficiente. Nos acréscimos, aos 50, o Sevilla teve sua melhor chance da primeira etapa. Rakitic soltou uma bomba de fora da área, que parou na trave direita.

A segunda etapa começou melhor para o Sevilla, que conseguiu o empate aos 9 minutos. Jesús Navas tentou o cruzamento pela direita buscando En-Nesyri dentro da área. Antes do atacante, o zagueiro Mancini, da Roma, apareceu para tentar tirar, mas pegou mal e desviou contra a própria meta.

A Roma respondeu aos 21. Após cobrança de falta, a bola ficou viva na pequena área. Desequilibrado, Abraham tentou empurrar para o gol, mas parou em uma defesa milagrosa de Bono. A defesa afastou mal e Ibañez mandou a oportunidade para a linha de fundo. Aos 29, um pênalti foi assinalado para o Sevilla, porém o árbitro foi ao VAR e voltou atrás na decisão. Com o placar empatado ao final dos 90 minutos, a partida foi para a prorrogação.


Na prorrogação, nenhuma das equipes conseguiu oferecer perigo e, com isso, o duelo foi para os pênaltis. na disputa, a Roma errou sua segunda cobrança. Mancini parou em Bono, que defendeu com os pés no lado direito. O Sevilla converteu com Rakitic e os italianos voltaram a errar, dessa vez com Ibañez. O brasileiro mandou no pé da trave esquerda. Na cobrança final, Montiel mandou pela primeira vez na trave, porém o árbitro mandou voltar, já que Rui Patrício estava adiantado. Na segunda oportunidade, o argentino mudou o canto e converteu.

A Roma volta a campo no domingo para seu último jogo oficial da temporada, contra o Spezia, pelo Campeonato Italiano. O Sevilla fará sua última partida pela La Liga também no domingo, contra o Real Sociedad.

O volante Lima e sua passagem pela Roma

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Lima está completando 52 anos

Francisco Govinho Lima, mais conhecido como Lima, nasceu em Manaus, no dia 17 de abril de 1971, e teve passagens por alguns clubes gigantes do futebol nacional e internacional. O volante chegou a ser contratado como uma boa expectativa para o meio de campo da Roma no início dos anos 2000.

O jogador começou sua carreira em em 1990, atuando pelo Ferroviário, uma equipe do nordeste. Por lá, o volante ficou quatro anos, tendo um empréstimo nesse tempo para o Sul América e logo depois foi para uma equipe gigante do futebol brasileiro.

Em 1994 foi contratado pelo São Paulo, uma equipe que vivia um grande momento, levantou títulos importantes, e que enxergou no volante uma grande opção para o meio-campo. O jogador chamava a atenção pela sua raça e seu porte físico, pois conseguia manter a intensidade por muito tempo.

Pelo São Paulo participou do título da Libertadores em 1994, mas também ficou marcado por um momento ruim, que acabou nem sendo sua culpa. Ele causou a eliminação do tricolor da Copa do Brasil de 1996, porque foi escalado de forma irregular.

O jogador começou a rodar por alguns clubes, já tinha sido emprestado duas vezes pelo São Paulo, mas depois de 1996 foi para a Europa. O volante passou por algumas equipes menores no outro continente, mas teve boas atuações em alguns deles.

Em 2001, a Roma desembolsou 3,7 milhões de libras pelo volante, que chegava para ser um jogador importante no meio-campo do time italiano. Lima tinha uma grande expectativa em suas costas, até porque seu porte físico combinava com o futebol italiano, que na época tinha a liga mais forte do mundo.

Em seu primeiro ano, ajudou a equipe a conquistar a Supercopa Italiana, mas o atleta não conseguiu manter um grande desempenho e acabou ficando algumas partidas no banco. Porém, era muito utilizado, principalmente no segundo tempo ou quando o clube mesclava o time para alguma partida.


O jogador ficou muito tempo por lá, sendo importante quando entrava, pois conseguia ajudar a equipe. Lima acabou não conseguindo conquistar a titularidade absoluta, mas sempre foi um cara fundamental no vestiário e nos momentos em que estava em campo.

Pelo clube italiano fez 88 jogos em três temporadas, sempre sendo um cara importante e muito útil para a equipe. Em 2004 acabou deixando o time para atuar no Lokomotiv Moscou, e depois ficou rodando por alguns clubes pelo mundo.

O início do goleiro Angelo Peruzzi na Roma

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Peruzzi iniciou a sua carreira na Roma

Nascido em Viterbo, ex-goleiro italiano Angelo Peruzzi está completando 53 anos de idade nesta quinta-feira, 16. Sua trajetória no futebol começou quando vestia a camisa da Roma já no fim da década de 80 e começo dos Anos 90.

Sua estreia aconteceu pelo time Giallorossi em 1987, num jogo contra o Milan, mas por uma situação de urgência. Isso porque, o goleiro titular Franco Tancredi acabou sendo atingido por dois rojões vindos da torcida rossonera e teve de ser encaminhado para um hospital. Na ocasião, o time da capital italiana perdeu por 1 a 0, mas por conta do incidente que envolveu o arqueiro da equipe derrotada, os Lupetti ficaram com a derrota pelo placar de 2 a 0.

Depois disso, o Peruzzi continuou sem muito espaço, mas ainda assim, o jovem passou a ser convocado para a Seleção de base da Itália com uma certa frequência. Percebendo que não seria viável manter um guarda redes de tão bom nível como Angelo como reserva, emprestou o atleta para a equipe do Verona em 1989.

Apesar de ter tido um bom desempenho, o goleiro não conseguiu evitar o rebaixamento do time Gialloblú. Logo em seguida retornou a Roma e com uma chance de ser titular, mas um exame acabou apontando que Peruzzi usou uma substância ilegal para diminuir o apetite. Como punição, o arqueiro ficou foi punido com um ano de punição por doping.


Pouco depois, o time romano acertou a venda do arqueiro com a Juve, clube onde deu a volta por cima e construiu uma grande trajetória no futebol. Após jogar na Vecchia Signora, Angelo ainda defendeu clubes como a Internazionale e a Lazio, antes de se aposentar em 2007, sem antes fazer parte da Seleção Italiana campeã do mundo em 2006.

Após título da J-League, Anderson Lopes comenta experiência em amistoso contra a Roma

Foto: Divulgação/Yokohama F-Marinos

Anderson Lopes na partida contra a Roma

Campeão japonês de 2022, o Yokohama F-Marinos enfrentou a Roma na última segunda-feira, dia 28. O amistoso entre as equipes aconteceu no Estádio Nacional do Japão, em Tóquio, e terminou empatado em 3 a 3. Atacante do Marinos, Anderson Lopes valoriza a experiência contra os comandados de José Mourinho. O brasileiro também elogia a atuação da sua equipe diante da Roma.

“Tivemos a oportunidade de enfrentar um dos grandes clubes do futebol europeu. Foi uma experiência única. Acredito que a nossa equipe fez um bom jogo, ainda mais levando em conta que eles estão no meio da temporada e acabamos de chegar ao final da nossa. O grupo está de parabéns”, disse o jogador, de 29 anos, revelado pelo Avaí.

O duelo contra a Roma marcou o fim da temporada para o Yokohama F-Marinos em 2022. Desde 2016 no futebol asiático, onde também passou por Coreia do Sul e China, Anderson Lopes encerra um ano vitorioso no Japão.


“Foi uma temporada incrível, coroada com o título da J-League. Agora é o momento de recarregar as energias para fazer um ano ainda melhor em 2023”, concluiu o atacante, que no Brasil também atuou pelo Athletico Paranaense.

Amarildo, o Possesso, na Roma

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Amarildo ficou uma temporada na Roma

Um dos grandes jogadores da história do futebol brasileiro completa 83 anos hoje. Amarildo Tavares Silveira nasceu no dia 29 de julho de 1939, em Campos de Goytacazes, no Rio de Janeiro. O atacante começou em um clube de sua cidade e se transformou em um dos principais jogadores do século passado, conquistando grandes títulos e recebeu o apelido de possesso após a grande Copa do Mundo que fez em 1962. Já na tenmporada 1971-1972, ele defendeu a Roma.

O atacante passou por grandes times, passou pelo Flamengo, não tendo muitas chances e quase desistiu de sua carreira, mas depois foi para o Botafogo e se tornou ídolo da equipe carioca. Pelo Fogão, o jogador foi chamado para a Seleção Brasileira e conseguiu carregar a equipe junto com seu companheiro de time Garrincha, conquistando a Copa do Mundo de 1962.

Amarildo já chamava a atenção de todos nacionalmente, sua habilidade era impressionante, era um atacante rápido e que tinha muita categoria na hora de finalizar, marcando mais gols pelo Botafogo. Depois que ganhou a Copa chamou a atenção de mais clubes internacionais e foi vendido para a Itália.

O seu primeiro clube na Itália foi o Milan e por lá teve mais sucesso, conseguiu atuar em mais partidas sendo titular, foi muito importante para a equipe e ficou por quatro temporadas na equipe. Depois do Milan, o atacante foi contratado pela Fiorentina, mais uma equipe Italiana e por lá ficou três temporadas.

Já no seu final de carreira, não estava mais no auge, não conseguia reproduzir as mesmas atuações do passado. Mesmo não estando na sua melhor fase, o jogador continuou no futebol Italiano, foi contratado por mais uma equipe gigante do país, dessa vez foi a Roma, para jogar a temporada 1971-1972.

O jogador chegou para ser titular na equipe, que precisava de um jogador rápido e matador dentro da área, por isso chegou na grande equipe. Ele se tornou titular, mas não tinha mais o físico de alguns anos atrás e não aguentava por muito tempo, mas conseguiu fazer algumas boas partidas.


Amarildo ficou apenas uma temporada na Roma, pois não conseguiu se manter em alto nível, o atacante entrou em campo em 33 partidas e marcou dez gols, são bons números, mas mesmo assim não foi o suficiente para ele continuar no futebol italiano.

Logo quando terminou seu contrato na Itália, o atacante retornou ao Brasil e assinou com mais uma equipe carioca, dessa vez com o Vasco. Amarildo não se manteve no mesmo nível e atuou poucas vezes pela equipe vascaína, logo depois se aposentou dos gramados.

A boa passagem de Paulo Sérgio pela Roma

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Paulo Sérgio atuando na Roma

Completando 53 anos neste dia 2 de junho, o ex-atacante Paulo Sérgio foi dentro de campo um rápido e habilidoso jogador que atuava pelos flancos do campo via de regra municiando jogadores de ataque dos times onde jogava. Entre as diversas boas passagens que teve em sua carreira dentro das quatro linhas, viveu dois bons anos jogando pela Roma, no final da década de 1990, época onde o futebol italiano era a elite do mundo.

Ele chegou aos Giallorrossi depois de uma passagem marcante de muitos anos pelo Bayer Leverkusen, time que de certa forma abriu as portas da Bundesliga aos atletas brasileiros. Seu bom futebol nas terras tedescas chamou a atenção de clubes da badalada Série A e na época quem acabou pagando sua multa rescisória e com isso o tirando de Leverkusen foi a Roma, time da capital italiana que começava a arquitetar uma das grandes equipes de sua história.

Não precisou de adaptação na Itália. Já em sua primeira temporada, mostrou o bom futebol que lhe caracterizou na Alemanha. Fez com um promissor jovem chamado Francesco Totti uma dupla infernal naquela Série A. Seu primeiro gol foi acontecer apenas em novembro diante da Udinese na Copa Itália, mas foi um tento que emplacou uma sequência de quatro jogos seguidos marcando gol. Balançou a rede no derby diante da Lazio na Coppa e ainda fez gol também em uma goleada histórica de 5 a 0 sobre o Milan. A equipe da capital terminou a Série A na quarta posição.


No biênio seguinte, seguiu como um dos grandes destaques da equipe, marcando alguns gols importantes e principalmente sendo um ótimo criador de jogadas para Totti finalizar. Nesta temporada, acabou marcando pelo menos um gol em todos os três gigantes da Série A, incluindo o da vitória sobre o futuro campeão Milan. 

Deixou a capital italiana ao fim da temporada 1998/1999, sendo negociado com o Bayern de Munique. No total, foram 77 jogos vestindo a camisa giallorrossa e 26 gols marcados. Na Baviera, Paulo faria história e estaria num dos maiores times de toda a trajetória gigantesca bávara, sendo inclusive campeão europeu.  

Roma vence Feyenoord pelo placar mínimo em Tirana e conquista a Conference League

Por Lucas Paes
Foto: 
REUTERS/Marko Djurica

A Roma foi campeã da Conference

Estádio Olímpico, 1984 contra o Liverpool, Liga dos Campeões: não deu. Ida e volta contra a Inter, em 1991, Copa da UEFA: não deu. Depois de tantos anos engasgado, o grito de um título internacional com chancela da UEFA para a Roma finalmente saiu da garganta do seu torcedor. Fazendo história, os Giallorrossi venceram o Feyenoord pelo placar mínimo, na Arena Kombetare, em Tirana, na tarde desta quarta, dia 25, e conquistaram a primeira edição da Liga Conferência da UEFA. José Mourinho, sempre polêmico, porém inquestionável, entra na história de mais um clube italiano, além de todo o amor que possui da torcida da Inter, agora será para sempre um dos mais amados pela fanática e machucada, hoje felicíssima torcida da Roma.

Ambos os times estavam na competição desde seu princípio e passaram pela fase de grupos para chegar até aqui. A Roma, inclusive, chegou a ser goleada pelo Bodo/Glimt por 6 a 1. No mata-mata, passou por Vitesse, pelo próprio Bodo e pelo Leicester para chegar até Tirana. Já o Feyenoord passou por Partizan, Slavia Praha e Olympique de Marseille para chegar até a decisão.

Antes sequer do jogo começar, Tirana já tinha virado cena de brigas entre ultras de Feyenoord e Roma, que possuem duas das torcidas mais violentas da Europa. Com a bola rolando, muito estudo nos primeiros momentos, tendência que se estendeu durante o primeiro tempo de um jogo de pouquíssimas chances. A Roma tinha mais a bola, mas pouco conseguia criar. Na primeira que a Roma criou, Zaniolo explodiu os Giallorossi com um belo gol aproveitando falha da defesa. A partida seguiu o tom equilibrado, o que favorecia a Roma, que em vantagem, conseguiu segurar o 1 a 0 até o fim do primeiro tempo.

Na etapa final, o Feyenoord voltou metendo uma bola na trave após uma defesaça de Rui Patrício. O time de Roterdã seguiu em cima e pressionando, mas parou diversas vezes na defesa romanista. Já a equipe italiana quase chegou ao segundo já na metade da etapa final, obrigando o goleiro à fazer uma defesa espetacular. A partir daí, a equipe de Mourinho passou a se defender e deixar os holandeses com a bola, "estacionando o ônibus. Aos 40', Pellegrini perdeu a chance do gol do título romanista. No apagar das luzes, os holandeses quase empataram. Quase. O título, no fim das contas, ficou com a Roma. É mais uma conquista na coleção do Special One. 


 A Roma até tinha um título continental: a Taça das Cidades com Feiras, muito antes dela ser a Copa da UEFA e a Liga Europa. A Liga Conferência, porém, é o primeiro título da Loba com chancela da UEFA. Este dia 25 de maio ficará marcado no coração da torcida romanista, de todos que foram a Tirana, num dia que não vai acabar tão cedo na capital da Itália. 

UEFA Conference League chega as semifinais com único italiano sobrevivente e confrontos interessantes

Por Lucas Paes
Foto: Divulgação/UEFA

O troféu da Conference League

Além da Champions League e da Europa League, outro campeonato chegando em sua fase decisiva é a recém criada UEFA Conference League. Montada com o intuito de dar chances a times mais periféricos de sonharem com troféus europeus, a competição chegou a sua fase semifinal com confrontos com cara de Copa da UEFA (e até de Liga dos Campeões) entre times tradicionais incluindo no pote dois campeões europeus. A competição também é a única com um italiano sobrevivente, a Roma e tem confrontos interessantes. Os jogos serão nesta quinta-feira, dia 28.

ROMA X LEICESTER CITY: dois dos grandes favoritos ao título, os dois chegam com a Conference League como prêmio de consolação numa temporada abaixo do esperado. A Roma dificilmente irá a Liga dos Campeões do ano que vem e ainda briga por competições europeias na Série A, enquanto os Foxes decepcionaram e ficaram apenas no meio de tabela da Premier League, sem grandes aspirações além da Conference, que aliás é um prêmio de consolação após má campanha na Liga Europa para os ingleses.

Não há como apontar um favorito neste jogo. O time inglês não joga um grande futebol em 2022, mas possui ótimos nomes e um bom trabalho, podendo perfeitamente conquistar a competição. A Roma também tem um time interessante e chega com o peso de ter em seu currículo da Taça das Cidades com Feiras, considerada equivalente a Copa da UEFA e Liga Europa. A equipe italiana tem vantagem de decidir em casa, mas o jogo promete boas emoções. 

FEYENOORD X OLYMPIQUE DE MARSEILLE: o duelo envolve dois campeões europeus, o Feyenoord em 1970 e o Marseille em 1993. O time de Sampaoli será o vice-campeão no Campeonato Francês e chega na fase decisiva da Conference League após decepcionar na Liga Europa. Fez boas partidas no mata-mata da competição e conta com bons jogadores em seu elenco, sonhando assim com a possibilidade de mais uma taça continental para se somar ao seu glorioso histórico. 


Já o Feyenoord não conquistou nenhum troféu na temporada e tem na Conference League a sua chance de ouro. O time holandês, a despeito de ser hoje uma espécie de terceira força do futebol local, é tradicionalíssimo e inclusive foi o último do país a conquistar um título continental com a Liga Europa, na época Copa da UEFA de 2002. Terá, porém, que enfrentar o Velódrome lotado na partida decisiva para seguir sonhando com mais um título para sua galeria.

A Conference League, assim como a Liga Europa, é transmitida no Brasil pelos canais ESPN. Os dois jogos ocorrerão neste dia 28 às 16 horas. A decisão da Conference League será em Tirana, na Albânia.  

A passagem de Toninho Cerezo pela Roma

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Toninho Cerezo jogou na Roma entre 1983 e 1986

Antônio Carlos Cerezo, popularmente conhecido apenas pela sua alcunha de Toninho Cerezo, está celebrando o seu 67º aniversário nesta quinta-feira, dia 21 de abril de 2022. Por isso, hoje relembraremos a passagem do meia pela equipe da Roma, que aconteceu entre 1983 e 1986.

Após ser revelado pelo Atlético Mineiro e defender o Galo de 72 a 83, tendo sido emprestado para o Nacional de Manaus entre 73 e 74, a equipe da Roma comprou Cerezo, junto ao Galo por 10 milhões de dólares. Na época, a transferência do brasileiro ao futebol italiano igualou a de Zico quando foi vendido para a Udinese.

Com a camisa Giallorossi, Toninho demorou para se adaptar ao clima da capital. Apesar do frio, um dos fatores determinantes para que o jogador demorasse a se acostumar com sua nova casa, conseguiu vencer dois títulos ao longo de sua passagem.

Mesmo tendo mostrado um excelente futebol enquanto atuava no clube alvinegro de Belo Horizonte, sua condição de titular se devia muito pela questão das frequentes contusões do italiano Carlo Ancelotti. Conseguiu ter uma excelente sequência dentro de campo ao atuar nas 50 partidas disputada pela Roma na temporada e ainda ser um dos grandes destaques do time amarelo e vermelho da capital italiana. E detalhe que, por conta de alguns problemas físicos, teve de jogar na base do sacrifício, já que vinha de uma meia temporada enquanto defendia o Atlético Mineiro.

A melhor memória que a torcida da Lupa guarda sobre o Patrão da Bola foi o gol que garantiu o título da Coppa Itália em 1986, conquista essa que já havia acontecido dois anos atrás. Cerezo chegou a ser convocado para defender a Amarelinha na Copa do Mundo do México, mas teve de ser cortado por conta de uma grave lesão. Apesar disso, ele retornou a Itália e disputou a final do torneio. Pouco tempo depois, foi vendido à Sampdoria no meio de 86.


Na sequência de sua carreira como jogador, defendeu também São Paulo, Cruzeiro, Lousano Paulista e ainda voltar ao Tricolor Paulista, antes de pendurar as chuteiras após defender o clube que o consagrou para o futebol entre 1996 e 1997. Aposentado, continuou no meio do futebol e se tornou treinador. Atlético Mineiro, Vitória, Kashima Antlers, Guarani, Al-Hilal, Al-Shabab, Al-Ain e Sport foram os time treinados por Toninho.

Favoritos se enfrentam nas alternativas quartas da UEFA Conference League

Por Lucas Paes
Arte por O Curioso do Futebol

Confrontos da Conference League

A mais alternativa das competições do futebol europeu está afunilando e chegou as quartas de final. A recém criada UEFA Conference League dá a chance de protagonismo à alguns times diferentes no velho continente, mas chega as suas quartas de final com um confronto entre os dois grandes favoritos e com outro deles, se passar das quartas, enfrentando-se nas semifinais. O sonho do campeão diferente, porém, ficou meio complicado, já que boa parte dos times que chegaram é minimamente conhecido no continente.

O sorteio da Conference League foi o último numa manhã de sexta-feira que teve já os sorteios da Liga dos Campeões e da Europa League. Nos dois casos tivemos partidas interessantes e a terceira competição de clubes da UEFA não foge da raia e também tem bons jogos,

BODO/GLIMT X ROMA: é o terceiro confronto entre os dois times na competição, já que se enfrentaram na fase de grupos. Atual campeão norueguês, um campeonato que possuí um calendário muito semelhante ao do Brasileirão, começando em abril e terminando em novembro, o Bodo chegou a enfiar 6 a 1 nos Giallorossi na fase de grupos. Porém, o favoritismo do confronto é agora da Roma, que vive momento relativamente bom na temporada e tem um time melhor. O time italiano é favorito inclusive ao título e decidirá o confronto em casa. O vencedor enfrentará Leicester City ou PSV nas semis. 

LEICESTER CITY X PSV EINDHOVEN: confronto entre dois favoritos ao título, o duelo entre ingleses e holandeses bota frente a frente duas equipes favoritíssimas. Os Foxes não estão bem na Premier League deste ano e buscam na Conference League um prêmio de consolação que é ao mesmo tempo um inédito título continental para a equipe de Brendan Rodgers. Se priorizar a competição, a equipe tem certo favoritismo diante de um bom time do PSV, que disputa ponto a ponto com o Ajax o título nacional na Eredvisie e que vê na Conference a chance de uma glória continental. O bônus para os holandeses é que o confronto será decidido em Eindhoven, mas é importante levar um placar reversível para a volta.

FEYENOORD X SLAVIA PRAGA: genuinamente um dos confrontos mais equilibrados e portanto mais interessantes destas quartas, o duelo entre o tradicionalíssimo time holandês e o vice-líder do campeonato da República Checa, atual tricampeão no país, bota frente a frente um time que não se vê mais vivo no seu campeonato nacional e tem na Conference League uma salvação para temporada e outro que pode embalar um título nacional e um continental inédito no mesmo ano. Há um ligeiro favoritismo para o lado do Feyenoord, muito mais pelo nome que possuí, mas é perfeitamente plausível que o Slavia passe. O duelo será decidido em Praga e o vencedor enfrentará Marseille ou PAOK nas semis.


OLYMPIQUE DE MARSEILLE X PAOK SALÔNICA: um dos confrontos mais diferentes desta fase, coloca frente a frente o time mais tradicional da França contra uma das forças do futebol grego. O duelo é tão interessante fora quanto dentro de campo, já que coloca nas aquibancadas as duas torcidas mais quentes do duelo, com a sensacional Gate 21 do PAOK frente a Commando Ultras do Marseille. Dentro de campo, os franceses tem ligeiro favoritismo, mas o time grego tem suas qualidades e pode surpreender, principalmente porque decide no caldeirão que é o Toumba, seu estádio. Se trouxer um bom resultado para a Grécia, o PAOK pode sim tirar o Marseille, mas o favoritismo é francês. 

Alcides Ghiggia e sua grande passagem pela Roma

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Ghiggia em sua passagem pela Roma

O autor do gol do título da Copa do Mundo de 1950, no famoso Maracanaço, completaria hoje 95 anos de vida. Alcides Ghiggia, ponta, nasceu no dia 22 de dezembro de 1926 em Montevidéu, no Uruguai, e faleceu no dia 16 de julho de 2015 (no aniversário do título). O jogador teve passagens por grandes clubes na carreira, tanto no seu país nacional, atuando pelo Penarol, e pela Itália, onde jogou pela Roma e Milan.

Depois do grande jogo de sua carreira, que é conhecido até hoje, o jogador passou a ter mais reconhecimento, merecido, por seu grande futebol. E três anos depois, foi contratado pela Roma, que havia acabado de subir após sua única passagem pela segunda divisão, e precisava de um grande jogador para formar um time que pudesse brigar. Ao lado de Giacomo Losi e do brasileiro Dino da Costa, eram os melhores jogadores do elenco, e tentavam ajudar o clube no caminho das vitórias.

Ghiggia, era um ponta atual jogando na década 1950, ele se preocupava muito em recompor a linha defensiva, ajudando a equipe, mas que tinha uma habilidade fora do comum. Diferente dos atletas antigos, ele era um cara que ajudava na criação de jogadas, com muitos cruzamentos pelo lado do campo, e com isso acaba não se sobressaindo em número de gols.

Na sua primeira temporada pelo clube, o jogador não precisou de muito tempo para se adaptar, e logo caiu nas graças da torcida. Criando muitas oportunidades para o time, começava a chamar a atenção. O ponta marcou quatro gols em seu primeiro ano na Itália.

Com a boa temporada, foi chamado para jogar a Copa do Mundo de 1954, o que poderia ser algo históricos, pois ele seria o primeiro jogador de fora do Uruguai a ser convocado, mas isso não ocorreu, pois a Roma não liberou o atleta.

Nos 8 anos jogando pelo clube (1953-1961), a melhor Roma foi a de 1955, e o jogador novamente teve destaque. O clube foi terceiro lugar do Campeonato Italiano, sendo que era algo muito difícil, pois tinha que bater a trinca de Juventus, Internazionale e Milan, mas os giallorossi conseguiram brigar na parte de cima.


A partir da sua quarta temporada pelo clube, o ponta se tornou capitão e começou a ser convocado para atuar pela seleção italiana. Ghiggia já começava a viver um momento de caminhar para o final de sua carreira, e começou a ter uma liderança muito grande dentro do clube.

Já nas suas últimas temporadas no clube, Ghiggia começou a perder espaço para Alberto Orlando. Mesmo não sendo titular absoluto, o ponta ainda pode desfrutar de um grande momento na Roma. Em seu último ano de clube, o jogador ajudou o time, junto a Juan Alberto Schiaffino, a conquistar a Taça da Cidade com Feiras, precursora da Copa UEFA, e depois da Liga Europa da UEFA. Já com 35 anos, Ghiggia saiu do clube e acabou se transferindo para o Milan.

O ex-meia Vágner na Roma

Por Kauan Sousa
Foto: arquivo

Vágner teve poucas chances na Roma

Neste dia 19 de março, o ex-meio-campista, que também chegou a atuar como lateral-direito, Vágner completa 48 anos de idade. O ex-jogador, conhecido por ter defendido Santos, Vasco da Gama e São Paulo, teve uma passagem pelo futebol italiano, mais precisamente pela Roma, entre 1997 e 1998.

Vágner iniciou sua carreira em 1989, no Arapongas, clube do interior do Paraná e passou pelo Paulista e o União São João antes de chegar no Santos, em 1995. No time da Vila Belmiro, o ex-jogador se destacou jogando ao lado de Giovanni, Jamelli e Robert, sendo vice-campeão brasileiro em 1995. Dois anos depois, ainda defendendo o Peixe, acabou chamando a atenção do Roma.

Naquela época, o Campeonato Italiano ainda era considerado o mais forte do mundo, seja no jogo, como economicamente, mas não com tanta força como nos anos 80 e primeira metade da década 90, já que naquela época começava a sofrer a concorrência do futebol espanhol.

Na equipe italiana, chegou em um time com estrelas como Totti, Aldair, Cafu e companhia. Apesar de muito técnico e habilidoso, acabou não sendo muito aproveitado. No clube, atuou apenas 16 jogos e não marcou nenhum gol.

Com um contrato de três anos no Roma, após uma temporada na Itália, Vágner foi emprestado ao Vasco da Gama em 1998. No clube carioca, participou da maior conquista da história do clube, o da Copa Libertadores daquele ano.


Após a passagem pelo Vasco da Gama, o ex-jogador de personalidade forte foi para o São Paulo, também emprestado pela Roma. Em seguida, o time italiano o negociou com o Celta de Vigo, da Espanha, e em 2005, com 31 anos de idade se aposentou do futebol, por conta de uma lesão. Em 2010 virou diretor do Londrina, sendo essa sua última experiência com o futebol.

A boa passagem de Lima pela Roma

Por Lucas Paes
Foto: Getty Images

Lima jogou três anos na Loba

Francisco Govinho Lima, conhecido como Lima, foi enquanto jogador um volante de qualidade que passou por diversas equipes brasileiras e europeias. Depois de passar um tempo na Turquia e uma boa temporada no Bologna, o já experiente volante chamou a atenção da Roma, que o contratou em 2001, com um contrato de três anos, logo depois de conquistar o título italiano da temporada 2000/2001. O ex-volante completa 49 anos neste 17 de abril de 2020.

Chegou a Roma para tentar ajudar o time da capital da Itália à manter o padrão de conquistas do ano anterior. Veio a Loba como o sexto brasileiro a chegar ao clube naquele momento. Os Giallorrossi já contavam com Aldair, Antônio Carlos, Cafu, Marcos Assunção e Emerson. Na equipe, o titular entre os volantes naquele momento era Marcos Assunção, que fazia muitas vezes dupla com Tommasi.

Lima foi reserva durante a Supercopa Italiana, quando a Loba conquistou o título diante da Fiorentina, naquela que seria sua única conquista pela equipe da capital. Jogaria um total de 42 jogos naquela primeira temporada com a equipe, ajudando no vice-campeonato da Série A, competição que os romanistas perderam para a Juventus de Turim, numa emocionante disputa que ainda envolveu a Inter, que perdeu o título na última rodada para a Juve, após derrota para a Lazio, no Olimpico.

Seguiu como titular na temporada 2002/2003, onde fez mais 44 jogos pela equipe, assim como em 2003/2004. Encerrou aquela temporada com um total de 131 jogos com a camisa romanista, em três anos no clube, mas acabou fechando seu ciclo, mesmo com a titularidade. Não fez nenhum gol pela Roma, não sendo essa muito a sua função, já que terminou a carreira com  pouquíssimos gols. Aos 33 anos, deixou a Lupa e foi jogar em Moscou, no Lokomotiv.


Lima jogou até 2016, com 45 anos, quando se aposentou no Fast Club, após a disputa da Copa Verde. No ano seguinte, começou a jogar pela Roma Legends, participando inclusive de uma partida contra o Real Madrid Legends. Tem certa idolatria pelos torcedores gialorrossi, mas não conseguiu entrar ainda no Hall da Fama da Roma, muito disso devido a ausência de títulos maiores pelo clube, já que esteve em um período de entressafra, mesmo ganhando o respeito e admiração da torcida.

Júlio Sérgio e sua passagem pelo futebol italiano

Por Lucas Paes
Fotos: Getty Images


Júlio Sérgio atuando pela Roma 

Completando 41 anos neste dia 8, o atual treinador e ex-goleiro Júlio Sérgio ficou marcado no futebol brasileiro principalmente pela sua passagem pelo Santos, saindo do banco e sendo importante durante a lesão de Fábio Costa no Brasileirão de 2002. Depois da passagem pelo Peixe, Júlio passou por Juventude e América de Rio Preto antes de chegar à itália, para defender a Roma.

A jornada de Júlio pela Roma não foi exatamente simples. Inicialmente terceira opção, amargou bons anos no banco antes de ter a chance de atuar pelo time titular da Loba. Quando conseguiu atuar, caiu nas graças da torcida com boas atuações e grandes defesas. Conquistou dois títulos pela equipe romana, sendo duas Copas Itália, ambas, porém, como o terceiro goleiro da equipe, praticamente sem jogar.

Passou a ser "titular" da Roma apenas na temporada 2009/2010, curiosamente uma das mais tristes para os romanistas, que, mesmo depois de vencerem o confronto direto com a Inter já no final do campeonato italiano, viram o Scudetto escapar para os Nerazzurri e ainda acabaram derrotado pelos interistas na final da Copa Itália. Júlio, porém, acabou ganhando notoriedade com atuações sensacionais nos derbys contra a Lazio, incluindo a defesa de um pênalti no segundo turno, em vitória de virada da Roma por 2 a 1, quando o jogo estava 1 a 0 para os laziales. Começou a temporada 2010/2011 como titular, mas uma lesão o afastou das traves. Porém, no jogo em que se lesionou, teve de se manter em campo mesmo machucado, ganhando o respeito do torcedor giallorrosso.

Julio Sergio também passou pelo Lecce na Itália

Porém, acabou perdendo espaço depois da compra da Roma por donos americanos em 2011. Na temporada 2011/2012, acabou emprestado ao Lecce, onde começou como titular, mas acabou tendo lesão mais séria no joelho e acabou jogando apenas 11 partidas. Não conseguiu ajudar a evitar o rebaixamento de sua equipe. Retornou a Roma e, sem receber oportunidades, encerrou sua passagem de forma amigável, rescindindo com a equipe ao final de 2013. Ainda passou pelo Comercial em 2014, em curto período, antes de aposentar-se. 

Hoje, investe na carreira de treinador. Seu último trabalho foi pelo Linense, de onde saiu na série A2 deste ano. Além do trabalho como treinador, Júlio também tem uma empresa na area financeira, onde ele trabalha como agente de investimentos. 
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