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A trajetória de Marcelinho Paraíba pelo Grêmio

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

O meia jogou no Imortal Tricolor em 2001

O ex-meio campista Marcelo dos Santos, popularmente conhecido como Marcelinho Paraíba, celebra o 49 anos de idade nesta sexta-feira, dia 17 de maio de 2024. Ao longo de sua carreira, o atleta, que atuou por vários clubes do futebol brasileiro, teve uma trajetória muito boa pelo Grêmio no começo dos Anos 2000.

Chegou ao imortal Tricolor em 2001, após defender o Olympique de Marseille por um ano. Neste seu retorno ao Brasil, viveu alguns de seus melhores momentos como profissional. Não à toa, o meia paraibano ganhou a alcunha de "Marcelinho Paraúcho" pela torcida gremista, se tornando um ídolo no clube.

Foi campeão estadual daquele ano como artilheiro, e posteriormente se despediu do clube porto alegrense vencendo a Copa do Brasil em cima do Corinthians. Pouco tempo após a conquista, foi contratado pelo Hertha Berlin e acabou não disputando o Brasileirão de 2001.


Segundo o site ogol.com, Marcelinho deixou o time gaúcho após 23 partidas e fez 16 gols com a camisa do Tricolor.

Na sequência de sua carreira como profissional, o meia ainda defenderia muitas agremiações de diversos estados do Brasil. Encerrou a sua jornada em 2020, atuando pelo Treze da Paraíba.

O sucesso de Marcelinho Paraíba na curta passagem pelo Grêmio

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Marcelinho Paraíba passou pelo Grêmio em 2001

Aniversariante nesta terça-feira, dia 17 de maio de 2022, Marcelo dos Santos, popularmente conhecido como Marcelinho Paraíba, está completando 47 anos de idade. Por isso, hoje iremos relembrar quando o meia teve uma curta passagem, mas de bastante sucesso pelo Grêmio em 2001.

Nascido em Campina Grande, cidade localizada no estado da Paraíba, Marcelinho iniciou sua carreira como jogador de futebol profissional no Campinense em 1991. Depois de rodar por equipes como Paraguaçuense, Santos, Rio Branco-SP, São Paulo e Olympique de Marseille, o atleta chegou em Porto Alegre para acertar com o Imortal Tricolor no início de 2001

Foi justamente nessa época que o paraibano começou a viver o auge de sua carreira. Por começar a jogar muito bem no começo de sua trajetória pelo clube, a torcida gremista começou a lhe chamar de 'Marcelinho Paraúcho' e logo se tornou um ídolo.

Antes de deixar o Grêmio e rumar para o futebol alemão, foi campeão estadual sendo o artilheiro do campeonato. De quebra ainda ajudou a equipe a conquistar também o título da Copa do Brasil daquele ano, fazendo o gol do título na partida de volta da grande decisão do torneio. Na ocasião, o Imortal Tricolor bateu o Corinthians placar de 3 a 1.


Após jogar no clube gaúcho, atuou na Europa por sete anos. Após passar pelo velho continente, voltou ao Brasil e rodou por diversos clubes até encerrar a sua carreira como jogador profissional defendendo as cores do Treze da Paraíba em 2020. Atualmente, ele é treinador do Galo da Borborema.

Marcelinho Paraíba no Olympique de Marseille

Por Lucas Paes

Marcelinho em ação pelo Olympique de Marseille: apenas 19 jogos pelo clube

Aos agora 44 anos, completados neste 17 de maio de 2019, Marcelinho Paraíba é um dos mais velhos jogadores em atividade no mundo. Atualmente no Treze, o meia é praticamente uma divindade para a torcida do Hertha Berlin e entre outros times teve passagens ainda por São Paulo, Flamengo, Grêmio e Wolfsburg. Entre suas andanças no mundo bola, passou, em 2001, pelo Olympique de Marseille, da França. 

Após iniciar carreira no Campinense e passar por Paraguaçuense, Santos e Rio Branco, o “interminável”, ainda jovem, teve boa passagem pelo São Paulo, onde ganhou o Paulistão duas vezes, uma delas em cima do Santos. Se destacando no Tricolor Paulista, acabou negociado com o Olympique de Marseille, onde teria sua primeira grande experiência internacional no futebol. 

Porém, a passagem de Marcelinho pelos Olympiens acabou sendo bem abaixo do que se esperava. Sem conseguir se firmar na equipe, acabou atuando apenas 19 vezes pela equipe de Velódrome, marcando três gols. Acabou voltando ao Brasil menos de um ano após desembarcar na França, indo jogar no Grêmio, onde foi campeão da Copa do Brasil. No Tricolor, fez o terceiro gol do segundo jogo da decisão da Copa do Brasil, em cima do Corinthians no Morumbi. 

Após o Grêmio, chegaria ao Hertha, onde virou um ídolo. Marcelinho teve diversas andanças pelo futebol antes de estar hoje no Treze, onde o “Imortal” continua desfilando seu futebol, já sem o mesmo rigor físico de antes. Em 2001, também chegou a jogar seis vezes pela Seleção Brasileira, marcando um gol.

Marcelinho Paraíba no Santos FC

Por Victor de Andrade


Após o fim do Campeonato Paulista de 1994, o Santos FC, que havia ficado em quarto lugar no estadual, começou a se preparar para a disputa do Brasileirão, e passou a apresentar alguns reforços. O maior deles era o meia Neto, ex- Corinthians e com passagem pela Seleção Brasileira, que vinha de um primeiro semestre fraco pelo Atlético Mineiro.

No meio destas contratações, os dirigentes do Alvinegro trouxe também um jogador chamado Marcelinho, que vinha de um Corinthians. Alguns acharam que era o que recebeu a alcunha de Carioca, que já estava no clube do Parque São Jorge fazendo belos gols de falta. Porém, na verdade, o jogador que veio era o que depois seria conhecido como Marcelinho Paraíba, cujo passe estava atrelado ao Corinthians Alagoano.

Marcelo dos Santos, nascido em 17 de maio de 1975, tinha começado a carreira na Campinense, de sua terra natal, Campina Grande. No início de 1994, empresários o contrataram, amarraram o seu passe junto ao Corinthians Alagoano e o mandaram para São Paulo, onde jogou a Divisão de Acesso pela Paraguaçuense. O Santos o viu atuar e resolveu contratá-lo junto com o zagueiro Narciso. Ambos vieram por empréstimo para a Vila Belmiro.

Marcelinho Paraíba tinha uma concorrência de meias conhecidos no futebol brasileiro, como o próprio Neto, Ranielli e Paulinho Kobayashi e, por isto era pouco aproveitado no Santos. "Era muito jovem. No Paraguaçuense, fiz 11 gols, fui o melhor jogador da equipe e acabei emprestado ao Santos, junto com o volante Narciso. Tive dificuldade por ser inexperiente e nordestino. Há 20 anos, os nordestinos sofriam uma barreira nos clubes do Sudeste e do Sul. Fiquei meio escanteado, quase não jogava", disse ele, em entrevista.

Porém, ainda durante o Brasileirão, chegou ao Peixe um meia que começou a atuar bem com no clube: Giovanni. Como na competição o Santos ficou apenas em nono, houve uma limpa no elenco para 1995 e o clube resolveu dispensar alguns atletas, entre eles Marcelinho Paraíba. Narciso, que tinha vindo com ele da Paraguaçuense, e Giovanni ficaram para o ano seguinte e viraram principais jogadores da equipe vice-campeã nacional de 1995. Aliás, o meia acabou se tornando um dos grandes ídolos da história do clube.

Muitos disseram que o Marcelinho Paraíba tinha talento, mas que a camisa do Peixe havia pesado, o que foi negado pelo atleta. "Eu precisava de um período de adaptação, mas a camisa não pesou. Admito que fiquei admirado em entrar no vestiário que Pelé , Coutinho e tantos outros estiveram, foi emocionante", explicou. No total, o meia fez 16 jogos pelo clube.

Marcelinho Paraíba saiu do Santos e foi para o Rio Branco de Americana, onde foi bem e acabou sendo contratado pelo São Paulo em 1997, onde foi bem. O meia também teve boas passagens por Grêmio e no futebol alemão, e chegou até a Seleção Brasileira, onde disputou jogos das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2002, ficando de fora da lista final de Felipão para o Mundial, não estando entre os 23 do penta. O jogador vem atuando ainda, mesmo com mais de 40 anos, e defendeu o Treze, também de Campina Grande, no Paraibano de 2018.
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