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O último gol da carreira de Garrincha

Com informações do GE.com
Foto: Joster Barbosa/Arquivo pessoal

Garrincha, após o jogo, com repórteres e fãs

Em 22 de março de 1972, há exatos 51 anos, no estádio Palma Travassos, em Ribeirão Preto, Garrincha, atuando pelo Olaria contra o time da casa, o Comercial, balançou as redes pela última vez como profissional.

A partida era amistosa. Na época, o Olaria aproveitou a presença de Mané em seu elenco e fez um tour pelo Brasil. A cidade do interior paulista ficou com o privilégio de ver o craque, então com 38 anos, por 90 minutos, e ainda fazer um gol na Joia, apelido do estádio comercialino.

O Bafo vencia o jogo por 2 a 0, mas o clube carioca diminuiu com Fernando e chegou ao empate com Garrincha, já no segundo tempo. O lance ainda está bem vivo na memória de quem, das arquibancadas da Joia, acompanhou a visita ilustre do Mané a Ribeirão Preto e presenciou o feito histórico.

Depois de uma falta, Paschoalin, goleiro do Comercial na época, rebateu, foi uma falta difícil. O Garrincha fez o gol de rebote. Foi um gol histórico, colocou também o Comercial na história. O carisma de Garrincha, bem demonstrado na foto, ajuda a explicar o tamanho do ídolo para o futebol brasileiro. Naquela noite, há 50 anos, o “Anjo Torto” que tantas vezes subverteu a lógica, conseguiu mais uma vez, ao fazer um gol que até a torcida adversária comemorou.

Em 2012, o ex-goleiro Fernando Paschoalin, que sofreu o último gol de Garrincha, deu entrevista ao Esporte Espetacular e recordou com orgulho ter feito parte do episódio histórico ao futebol brasileiro. "O Garrincha não parecia ser jogador, uma pessoa famosa. Hoje, eu fico feliz de ter tomado um gol dele. Ele tinha a condição técnica dentro de si, mas já não tinha corpo para aquilo. Mas o pouquinho que ele fez, foi o bastante para podermos rever o que ele tinha feito", disse Paschoalin, que morreu em 25 de abril de 2017 por complicações de uma cirurgia bariátrica.


Garrincha se despediu do futebol em 7 de setembro de 1972, em um amistoso entre Olaria e Caldense. Em 1973, uma partida festiva foi organizada no Maracanã, entre a seleção brasileira e um combinado estrangeiro. Mané Garrincha morreu em 1983, aos 49 anos, vítima do alcoolismo. Seu legado, porém, prossegue na viva memória de quem aprecia o futebol.

Há 40 anos, Garrincha, o "Anjo das Pernas Tortas", nos deixava

Com informações do Botafogo
Foto: arquivo

Garrincha brilhou no Botafogo e na Seleção Brasileira

Manuel dos Santos nasceu dia 18 de outubro de 1933, em Pau Grande (RJ). Ponta-direita de dribles desconcertantes, jogou no Botafogo de 1953 a 1965. Estreou no Botafogo Campeonato Carioca de 1953, marcando pênalti o gol de empate com o Bonsucesso, que vencia por 2 a 1. Considerado o mais habilidoso jogador de futebol de todos os tempos, dono de uma incrível capacidade de driblar sempre para o mesmo lado, ele é até hoje o símbolo máximo da Estrela Solitária.

O curioso é que, após ser rejeitado no Vasco e no São Cristóvão, por causa de suas pernas tortas e do desvio na coluna lombar, Garrincha foi treinar no Botafogo. Em sua primeira jogada, pôs a bola entre as pernas do lendário Nilton Santos e acabou contratado a pedido do próprio lateral.

Pelo Botafogo, disputou 612 partidas e marcou 245 gols. Conquistou três Campeonatos Cariocas (57, 61 e 62) e dois Torneios Rio-São Paulo (62 e 64). Titular da Seleção Brasileira da Copa de 58, além de ter sido o principal responsável pela conquista do bicampeonato mundial no Chile (62), Garrincha detém até hoje a impressionante marca: perdeu apenas uma das 61 partidas que fez com a camisa do Brasil. Pela Seleção, disputou 60 jogos, marcando 17 gols.


Vítima de cirrose hepática, morreu no Rio, dia 20 de janeiro de 1983. Em 1998, foi escolhido, em votação de jornalistas do mundo inteiro, para a seleção de todos os tempos da Fifa. Garrincha teve passagens discretas por Corinthians, Portuguesa (RJ), Atlético Júnior, da Colômbia, Flamengo e Olaria. Seus principais títulos: Copa do Mundo (1958 e 1962), Campeonato Carioca (1957, 1961 e 1962) e Rio-São Paulo (1962, 1964 e 1966).

Garrincha - O Anjo das Pernas Tortas por 45 minutos no Cruzeiro

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Garrincha jogou pelo Cruzeiro em 1973

Um dos maiores atacantes da história do futebol brasileiro completaria 89 anos hoje. Manoel Francisco dos Santos, mais conhecido como Garrincha, nasceu em Magé, no Rio de Janeiro, no dia 28 de outubro de 1933. O jogador fez história em diversos clubes, mas tem uma história curiosa com o Cruzeiro, pelo qual o jogador fez uma partida.

O Garrincha já tinha encerrado sua carreira, em 1972, e já não era mais o mesmo jogador dos seus grandes momentos. Mas, mesmo assim, ainda era muito amado e todos paravam para vê-lo, por isso em 30 de janeiro de 1973 ele foi convidado para participar de um jogo e nessa partida ocorreu uma história curiosa.

O Cruzeiro estava disputando a Taça Minas Gerais com a sua equipe principal, mas acabou recebendo uma proposta para participar de um jogo festivo contra o Democrata, que comemoraria os 35 anos da emancipação política de Governador Valadares.

O jogador foi convidado para ser a principal atração do jogos e acabou mobilizando a torcida e as pessoas que gostavam do jogador. Garrincha tinha sido chamado para jogar pelo Democrata e os torcedores da equipe estavam completamente entusiasmados para o jogo, mesmo não valendo nada.

Porém, nesse momento a história começou a ficar confusa e algumas coisas mudaram. Porém, o técnico do Pantera, disse que não usaria Garrincha porque o jogador não tinha feito nenhum treino com a equipe, mas há um outro lado nessa história.

Há boatos que alguns dirigentes da equipe teriam dito que não pagariam para o jogador atuar pelo time e por isso acabou não sendo escalado pelo técnico. Porém, como a principal atração, o jogador não podia ficar de fora da partida pois os torcedores iriam ficar bravos e frustados.

Sabendo disso, os organizadores começaram pensar uma outra maneira que encaixar o ex-jogador na partida e isso ocorreu. Uma pequena comitiva foi até o hotel onde a equipe cruzeirense estava e fez uma breve reunião para colocar o atacante no time.

Os dirigentes cruzeirenses aceitaram na hora, não houve nenhuma negativa e tudo acabou dando certo para os organizadores. A partida ocorreu e Garrincha entrou em campo com a camisa da Seleção Brasileira para fazer um suspense, logo em sua entrada foi ovacionado pelos torcedores.


Quando o atleta tirou a camisa e entregou para Luizinho, capitão da equipe do Democrata, e os torcedores viram para qual time ele jogador houve uma vaia para os dirigentes do seu clube, pois ocorreu uma grande frustração, já que as rádios divulgaram que o atleta jogaria pelo Pantera.

Garrincha jogou apenas o primeiro tempo e mesmo já estava aposentado e fora de ritmo, fez dois cruzamentos que resultaram em dois gols de Evaldo, ambos de cabeça. O meia Aender fez o terceiro do jogo. A partida acabou terminando 3 a 0 para o Cruzeiro é essa foi a única partida que o grande atacante fez defendo a equipe mineira.

88 anos de Mané Garrincha

Com informações da CBF
Foto: arquivo

Garrincha em ação pela Seleção Brasileira

Ele poderia ser só folclore. O homem de pernas tortas que desafiava a física com a bola nos pés e driblava adversários com maestria e elegância. Mas foi gênio. Palpável, visível. Por vezes, inacreditável. Foi incrível. O maior de todos os dribladores no futebol. Pela mão do poeta virou anjo. De apelido inspirado em um pássaro comum a seu lugar de origem, o distrito de Pau Grande, em Magé, região metropolitana do Rio de Janeiro, Garrincha ou Manuel Francisco dos Santos completaria 85 anos de idade nesta quinta-feira, dia 28 de outubro.

Ídolo do Botafogo Futebol Clube, o ponta-direita atrevido e irreverente encantou o mundo com a camisa da Seleção Brasileira e dividiu com Pelé, o Rei do Futebol, o protagonismo em muitas partidas. Com os dois juntos em campo, a equipe Canarinho nunca perdeu.

Garrincha foi bicampeão do mundo (58 e 62), sendo destaque nas duas campanhas. Ainda disputou um terceiro mundial em 1966. Foram 10 anos defendendo as cores verde e amarela. Fez 60 jogos. Venceu 52 vezes, empatou sete e só perdeu uma. Marcou 17 gols, sendo cinco deles em Copas do Mundo.

No mundial do Chile, em 1962, Garrincha foi um dos grandes nomes da equipe brasileira, marcando quatro gols importantes, dois nas quartas de final, contra a Inglaterra (3 a 1), e dois na semifinal, contra os donos da casa (4 a 2). Garrincha faleceu aos 49 anos em 20 de janeiro de 1983, vítima de cirrose hepática.

O último gol pela Seleção - O primeiro jogo da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1966, na Inglaterra, ficou marcado na história. Em razão de várias circunstâncias, que estavam longe de serem previstas à época. Naquele 12 de julho de 1966, no Estádio Goodison Park, em Liverpool, o Brasil venceu a Bulgária por 2 a 0, com gols de Pelé e Garrincha.


O torcedor brasileiro assistiu, então, à despedida do Gênio das Pernas Tortas da Seleção Brasileira. Neste jogo, Garrincha fez também o seu último gol com a camisa amarela. Jogou, igualmente, a última partida com Pelé no ataque. Com os dois em campo, o Brasil jamais foi derrotado. A Seleção Brasileira jogou com Gilmar, Djalma Santos, Bellini, Altair, e Paulo Henrique; Denílson e Lima; Garrincha, Alcindo, Pelé e Jaiirzinho.
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