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Bruninho Alex: A Paixão pelo Futebol e a Visão Empreendedora que Transforma Sonhos em Realidade

Foto: arquivo pessoal

Fora do futebol, Bruninho se aventura no mundo dos negócios

Diretamente de Piracicaba, interior de São Paulo, o jogador de futebol Bruninho Alex vem se destacando tanto dentro dos gramados quanto fora deles. No campo, sua dedicação e paixão pelo esporte são evidentes, investindo a maior parte de seu tempo e energia para alcançar a excelência em cada partida.

Fora do futebol, Bruninho se aventura no mundo dos negócios, investindo na sua própria assessoria de marketing, a Imperium Mídia Assessoria. Essa iniciativa tem chamado a atenção pelo seu desenvolvimento inovador e pela crescente parceria com o programa Conexão São Paulo. Apresentado pela renomada jornalista Emanuele Martins, o programa tem dado visibilidade a projetos que aliam esporte e empreendedorismo, reforçando a credibilidade da assessoria no mercado.

Durante sua participação, Bruninho destacou não apenas sua paixão pelo futebol, mas também a importância de investir em novos desafios. Em suas palavras, ele compartilhou uma mensagem inspiradora que reflete sua filosofia de vida e negócios:

“Não tem limite para sonhar ou investir . O sucesso é treinável, com trabalho e dedicação chegamos a vitória. O segredo é correr atrás, por mais óbvio que seja muitos não fazem o pódio não vai vir atrás de mim então vamo nessa ”


Essa frase resume o espírito de Bruninho Alex: uma determinação inabalável para transformar cada sonho em realidade, seja em campo ou no mundo dos negócios. Sua trajetória é um exemplo de como a combinação de paixão, trabalho e visão pode abrir caminhos e criar oportunidades, mostrando que o sucesso está ao alcance de quem se dedica intensamente aos seus objetivos.

Cirurgia de Evaristo de Macedo é concluída com sucesso após sofrer tombo em casa

Com informações da Agência Estado
Foto: divulgação

Evaristo de Macedo passou por uma cirurgia neste domingo, no hospital Unimed, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro

Aos 91 anos, o ex-jogador e treinador Evaristo de Macedo passou por uma cirurgia neste domingo, no hospital Unimed, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, após sofrer um tombo na noite da última sexta-feira, resultando em fraturas no fêmur e no quadril. O procedimento, que foi um sucesso, foi confirmado nas redes sociais do ex-flamenguista, através de seus filhos. Não há ainda informações sobre uma possível alta.

“Bom dia! Em nome de nosso pai, comunicamos aos amigos que a cirurgia de reparação da fratura do fêmur e quadril terminou. Sucesso! Preocupava muito pela idade dele. Mas o velho é forte. Agora é se recuperar! Muito obrigado pelo carinho! Abraço.”

No sábado, o próprio Evaristo havia revelado o acidente. Segundo o ex-treinador, a dor era ‘insuportável’. “Ontem à noite (sexta), tombo bobo em casa e a fratura no fêmur com o quadril. Dor insuportável! Aguardando parecer dos médicos, mas tudo leva a crer em cirurgia. Muito cuidado com seus idosos em casa. Chinelos e tapetes são um perigo para nós. Abraços.”

Carreira - Evaristo tem uma das carreiras mais vitoriosas do futebol nacional e espanhol. No Brasil defendeu as cores do Flamengo como jogador e na Espanha é um dos raros atletas que virou ídolo tanto do Real Madrid como do Barcelona.


Revelado pelo Madureira, chegou ao Flamengo com 19 anos e conquistou, sendo protagonista, o tricampeonato carioca (1953, 1954 e 1955). O atacante marcou 103 gols em 182 jogos com a camisa rubro-negra. Na Europa, conquistou quatro títulos do Espanhol: dois pelo Barcelona (58/59 e 59/60) e dois pelo Real (62/63 e 63/64). Encerrou a carreira como jogador no Flamengo, em 1966.

Como técnico, Evaristo ganhou destaque no Bahia, ao ganhar, além de seis Estaduais, o Brasileiro de 1988. No Grêmio foi campeão da Copa do Brasil em 1997. Teve uma breve passagem pela seleção brasileira, em 1985.

Luto! Morre no interior mineiro o ex-técnico Othon Valentim

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: arquivo pessoal

Othon Valentim estava com 79 anos

O ex-jogador e ex-treinador Othon Valentim morreu nesta quarta-feira aos 79 anos em sua cidade natal de Leopoldina, no interior de Minas Gerais. Othon Valentim dirigiu vários times do Brasil e do Exterior, tendo sido campeão goiano em 1996 no comando do Goiás-GO.

Batizado Othon Valentim Filho e nascido em Leopoldina-MG no dia 18 de dezembro de 1944, sua carreira como jogador foi iniciada no interior de Minas Gerais até chegar ao Botafogo-RJ nos anos 1960, onde atuou ao lado de grandes craques como Garrincha, Didi e Gérson.

Atacante clássico que jogava pela esquerda, Othon passou pelas Seleções de Base do Brasil e também jogou no Inter-RS, Bahia-BA, Olaria-RJ, Ypiranga-BA, Uberlândia-MG, no extinto Campinas de Goiás e no Goiânia-GO, onde encerrou a carreira em 1974. Othon também emprestou seu talento a equipes do Exterior.

Após encerrar a carreira de atleta profissional, Othon Valentim passou a ser treinador de sucesso tendo comandado importantes equipes do futebol brasileiro e trabalhado no Exterior. No Brasil comandou Goiás-GO, Goiânia-GO, Joinville-SC, Botafogo-RJ, Fluminense-RJ, América Mineiro-MG e Ribeiro Junqueiro-MG. Em São Paulo, teve uma passagem pelo São José.


Mas os melhores e mais duradouros trabalhos de Othon Valentim foram nos Emirados Árabes, Kuwait e Arábia Saudita, onde ficou por várias temporadas.

Ultimamente vivia tranquilamente em sua cidade natal, Leopoldina. Othon Valentim está sendo sepultado na Capela Mortuária Lions Clube, anexa ao Cemitério de Leopoldina, onde será sepultado nesta quinta-feira às 10 horas.

Edno Roberto deixa comando do Bela Vista

Com informações da Folha do Bico
Foto: divulgação / Bela Vista FC

Edno dirigiu o Bela Vista em três jogos

O técnico e jogador Edno Roberto anunciou neste domingo, 11, seu desligamento do Bela Vista de Cachoeirinha, time do Bico do Papagaio que disputa o Campeonato Tocantinense de Futebol. Edno, que acumulou duas derrotas e uma vitória em três rodadas no comando da equipe, também marcou um gol atuando como jogador.

Edno foi contratado para exercer as duas funções no clube. Gilberto Macena, CEO do time e também jogador, informou que a saída de Edno se deve à sua ausência durante toda a semana por conta de compromissos em Santa Catarina. No entanto, devido ao desempenho do time na competição, Edno resolveu deixar o clube.

“Não esperávamos estar em uma situação delicada como esta. Então, em comum acordo a gente preferiu finalizar nosso trabalho. Pois ficaria difícil um treinador ausente em um período decisivo como agora”, disse Gilberto Macena.


"Hoje eu finalizo mais uma etapa em minha vida que vou levar pra sempre comigo com muito carinho. Gostaria de agradecer a todos os funcionários, comissão técnica, ao grupo de atletas, e claro, a toda torcida", disse Edno, em nota nas mídias sociais. A diretoria do Bela Vista de Cachoeirinha deve anunciar o substituto de Edno Roberto na área técnica durante a semana.

Edno dirigiu a equipe em três partidas: estreou sendo derrotado pelo União Atlético Clube, por 1 a 0, depois venceu o Batalhão por 2 a 0, jogo onde Edno entrou como jogador e marcou gol, e no último sábado perdeu para o Tocantinópolis por 2 a 1.

Edno, pelo Bela Vista, deixa área técnica, entra em campo, mas não evita revés no Tocantinense

Com informações do ge.globo
Foto: arquivo pessoal

Edno voltou a ser jogador, mas não evitou a derrota do Bela Vista

O ex-atacante Edno Roberto, 40 anos, ex- Portuguesa, Corinthians, entre outros, assumiu recentemente o cargo de treinador do Bela Vista. Mas neste sábado (27), na estreia do Campeonato Tocantinense, o treinador surpreendeu os seus comandados quando resolveu ir para campo aos 18 da complementar. O Bela Vista perdia o jogo, por 1 a 0, para o União.

Incomodado com o desempenho da equipe, o veterano não pensou duas vezes e entrou no lugar de Dodo. O treinador/jogador atuou a reta final da partida ao lado o presidente do time, Gilberto Macena, de 39 anos. O mandatário tem carreira ativa no futebol. Na temporada passada defendeu as cores do Tocantinópolis, no Brasileiro Série D.

Apesar da experiência de Edno e Gilberto, a equipe não evitou a derrota, por 1 a 0, para o União. A partida foi disputada no Mirandão, em Araguaína. O União é comandado por Luiz Carlos Prima, preparador físico da seleção de 1994. O atual presidente da equipe é o ex-jogador Tiba, campeão paulista com o Bragantino 1990.


Na segunda rodada, o Bela Vista recebe o Batalhão, no estádio Batistão, em Luzinópolis, no sábado (3), às 16h. Já o União encara o Tocantins EC, na mesma data e horário, no estádio Castanheirão, em Miracema do Tocantins.

15 anos sem Friaça

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Friaça faleceu no dia 12 de janeiro de 2009

Nesta sexta-feira, dia 12 de janeiro de 2023, se completam 15 anos da morte do ex-atacante Albino Friaça Cardoso, que enquanto jogador, fez história vestindo a camisa do Vasco da Gama entre as décadas de 40 e 50. Além de estar presente em conquistas marcantes do Cruzmaltino ao longo de sua carreira, o avançado também chegou a defender as cores da Seleção Brasileira.

Desde o início de sua trajetória no futebol, Friaça foi um centroavante que tinha velocidade, pontaria e potência nas finalizações, além de também ser versátil e cumprir qualquer função na linha ofensiva. Por conta de tudo isso, acabou se tornando um dos maiores artilheiros do Vascão, clube onde colecionou três em um período de onze anos, fez mais de cem gols e em quase duzentas partidas disputadas pela equipe de São Januário.

A primeira vez que o jovem Friaça deixou o Rio de Janeiro foi na década de 30, quando rumou à Carangola (MG), para estudas. Foi defendendo o Ipiranga num amistoso do Município diante do Vasco em 43, que ele chamou a atenção do Gigante da Colina e no fim acabou sendo contratado pelo treinador Ondino Vieira. 

Nas suas primeiras temporadas, Friaça jogou mais pelo Expressinho, apelido dado ao time misto do Vasco, que jogava amistosos por todo o território nacional, além de disputar e conquistar campeonatos como o Torneio Relâmpago e Torneio Municipal. Até porque, em 47, o atacante ganhou a titularidade no 'Expresso da Vitória', revezando com Dimas, que também era jovem e considerado muito promissor, já que também vinha se destacando. Assim, foi um dos grandes destaques na conquistas do Torneio Municipal de 46 e 47, do Torneio Relâmpago de 46, do Campeonato Carioca de 47 e do Campeonato Sul-Americano de Clubes de 48 - os dois últimos como invicto.

Em 49, Friaça se transferiu para o São Paulo. Logo que chegou, foi campeão paulista e artilheiro do campeonato. Depois de jogar na Ponte Preta em 50, voltou ao Vasco no ano seguinte e foi mais uma vez campeão carioca. Sua terceira e última passagem pelo Vascão ocorreu após um breve período emprestado ao Guarani.

Autor do único gol do Brasil no fatídico Maracanaço no Mundial 50, Friaça explorou sua velocidade e força nos chutes. Depois de se aposentar, o ex-atacante ainda foi dono de uma loja de materiais de construção, mas quem administrava eram seus filhos. 


Mesmo se mostrando uma pessoa de constante bom humor, ficou completamente debilitado por conta da morte de um de seus filhos, que acabou se envolvendo num acidente de asa delta durante a metade dos Anos 90. 

Após esse trágico momento, não se privou de fumar cigarro e consumir bebidas, itens que acabaram comprometendo o seu quadro de saúde. Enfim, no dia 12 de janeiro de 2009, Friaça acabou tendo uma falência multipla dos órgãos no Hospital São José do Avaí, em Itaperuna (RJ), onde e veio a falecer após uma internação que durou 45 dias.

Aos 92 anos, morre Zagallo, uma das maiores lendas do futebol

Com informações do UOL Esporte
Foto: arquivo

Zagallo na Copa do Mundo de 1998

Morreu, aos 92 anos, Mário Jorge Lobo Zagallo. Um dos maiores nomes da história do futebol viu o apito final de sua vida ser dado. O anúncio foi feito no perfil de uma rede social do tetracampeão. A causa da morte não foi divulgada.

Zagallo ganhou o mundo com o futebol — seja dentro de campo ou fora dele. O Velho Lobo é, até hoje, o maior vencedor de Copas do Mundo, com dois títulos como jogador, um como treinador e um como coordenador técnico.

Além das quatro façanhas, ele treinou o Brasil nas edições de 1974 e 1998 e fez parte da comissão técnica no mundial de 2006, ao lado do também multicampeão Carlos Alberto Parreira.

A vitoriosa carreira rendeu a Zagallo a mais alta honraria da Fifa: o prêmio de Ordem de Mérito da entidade, concedido em 1992. O brasileiro, aliás, tornou-se o primeiro esportista da história a receber a condecoração.

O alagoano-carioca que viu o Maracanazo de perto - Mário Jorge nasceu em 9 de agosto de 1931 e, com menos de um ano, passou a morar no Rio de Janeiro. Foi no bairro da Tijuca que ele deu seus primeiros passos, e o primeiro time não poderia ser outro: o América.

O tradicional clube da zona norte recebeu o jovem canhoto, que demonstrou habilidade na peneira e passou, mesmo com a inicial desaprovação do pai, a integrar as equipes de base já adolescente. Em meio ao futebol, Zagallo passou a atuar como soldado da Polícia do Exército e, aos 19 anos, participou de sua primeira Copa do Mundo — mesmo que indiretamente.

O então soldado estava no Maracanã no fatídico 16 de julho de 1950, quando Ghiggia calou um Maracanã abarrotado e tirou o mundial do Brasil, no episódio que é conhecido por "Maracanaço".

Os lencinhos brancos que a torcida acenou para receber a seleção na saída do vestiário para o jogo serviram para enxugar as lágrimas depois da derrota. Mas eu não chorei, mantive a postura de um soldadoZagallo, em 2014.

O ponta do Flamengo, do Botafogo e da seleção - O ano de 1950 também serviu para Zagallo deixar o América rumo ao Flamengo. Com o ponta-esquerda — que ficou conhecido como "Formiguinha — no elenco, o clube faturou o tricampeonato carioca (53, 54 e 55).

Ele ficou no rubro-negro até 1958, assinou com o Botafogo e ganhou uma série de outros títulos, encerrando sua trajetória vencedora como atleta entre 1965 e 1966. A cereja do bolo do atleta Zagallo ficou com o bicampeonato mundial: o ponta fez parte das seleções que conquistaram o mundo tanto em 1958 quanto em 1962 e fez, ao lado de Pelé, história — das grandes.


O técnico de (quase) todos - Aos 34 anos, o jogador do Botafogo virou treinador... do Botafogo. Ele iniciou sua triunfal carreira no clube carioca e acumulou dezenas de trabalhos. Além de comandar os quatro times do Rio, Zagallo se aventurou no Kuwait, na Arábia Saudita e nos Emirados Arábes entre o fim dos anos 70 e início dos anos 90.

Foi na seleção, no entanto, a maior identificação. Apaixonado pela amarelinha, o alagoano-carioca comandou o histórico esquadrão da Copa de 1970 e tornou-se o técnico que mais vezes dirigiu o Brasil. O amor pela camisa brasileira rendeu mais um título: em 1994, ele atuou como coordenador técnico do elenco que tornou-se tetracampeão mundial.

Zagallo Eterno: 13 letras - Zagallo deixa quatro filhos, além de netos, bisnetos e uma legião de brasileiros que tornaram-se fãs do esporte que tem o alagoano-carioca como um dos gigantes de sua história. A estátua do Velho Lobo, no entanto, será eterna: ele ganhou, nos últimos anos, homenagens tanto do Botafogo quanto da CBF e já faz parte da galeria dos imortais do futebol.

Luto! Ídolo do Ceará, Dimas Filgueiras, o eterno Soldado Alvinegro, morre aos 79 anos

Com informações de Diário do Nordeste
Foto: Igor de Melo

Dimas Filgueiras durante atividade no CT do Ceará

Dimas Filgueiras, ex-jogador e treinador do Ceará, faleceu nesta sexta-feira (22), aos 79 anos. A informação foi divulgada por uma das filhas, Vânia Filgueiras, em uma rede social. O eterno 'Soldado Alvinegro' sempre é lembrado quando o assunto é "ídolos do Ceará". Foram mais de 46 anos trabalhando pelo Vovô. Dimas se afastou do Alvinegro por completo em janeiro de 2018. Nos últimos anos, o ídolo do Ceará vinha lutando contra a doença de Alzheimer ao lado da sua família. Dimas deixa uma esposa e as duas filhas. O local do velório e do enterro ainda não foram divulgados.

O eterno 'Soldado Alvinegro' - O "Soldado Alvinegro", como é conhecido pela torcida, disputou mais de 600 jogos pelo clube, como jogador e como técnico, em 46 anos de serviços ao Vovô.

O carioca de 76 anos chegou à capital cearense em 1971 para jogar pelo Fortaleza, mas se transferiu no ano seguinte para o Ceará, clube pelo qual defendeu até 1976, quando pendurou as chuteiras. Porém, fora de campo, continuou atuando no Vovô em outras funções e, com frequência, era "convocado" para assumir o comando técnico do time de forma interina.


Além dos títulos estaduais dentro e à beira do gramado, Dimas ainda figura como o técnico com mais partidas na história do Vovô: 504 jogos (239 vitórias, 152 empates e 109 derrotas) e o único a ter conseguido duas classificações para competições internacionais (Copa Conmebol de 1995 e Copa Sul-Americana de 2011).

O velório terá início ao meio-dia, na Funerária Ethernus, localizada na Rua Padre Valdevino, 1688, no bairro Aldeota, em Fortaleza. A missa será às 20h, no mesmo local.

O primeiro aniversário sem Rubens Minelli

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Minelli completaria 95 anos de idade

Rubens Francisco Minelli, ex-ponta esquerda, treinador e comentarista conhecido popularmente como Rubens Minelli, estaria completando 95 anos de idade nesta terça-feira, dia 19 de dezembro de 2023, se estivesse vivo. No decorrer de sua vida no meio esportivo, ele teve uma curta carreira como jogador e depois trabalhou na função de treinador e comentarista em rádio. 

Sua caminhada no futebol começou quando jogava na função de ponta-esquerda e passou por dois clubes paulistas: o Ypiranga e o Nacional, . Defendendo o São Bento num jogo amistoso diante do União Mogi, em 1956, sofreu um fratura na perna esquerda que o forçou a abandonar a trajetória de jogador quando tinha apenas 27 anos de idade. A única conquista de Minelli como jogador ocorreu em 1954, quando venceu a Segundona Paulista pelo Taubaté.

Posteriormente, começou sua carreira como treinador comandando os times da Faculdade de Ciências da USP e da Seleção da Federação Universitária Paulista de Esportes, conhecida também como FUPE. Através de Canhotinho, comandado por Rubens no time da faculdade, chegou a treinar as categorias de base do Palmeiras de 58 a 63. Logo depois, se tornou técnico do time profissional do América de São José do Rio Preto. 

Em seu debute como profissional, realizado no dia 31 de março de 63, conquistou uma vitória magra por 1 a 0 sobre a equipe do XV de Jaú. No Mecão, conquistou a Série A2 naquele mesmo ano e em 1964 foi campeão do interior.

Em 66, foi para o Botafogo de Ribeirão Preto, onde permaneceu por quatro meses. Com o Pantera, Minelli fez uma excursão pela América Central, e sofreu somente uma derrota em 17 partidas disputadas. No fim daquele mesmo ano, voltou ao América para ocupar o posto deixado pelo argentino Filpo Núñez.

Treinando o Sport, se sagrou vice-campeão pernambucano de 67 e foi campeão do Torneio Início. Retornou ao futebol paulista para comandar a Francana, que viria a ser vice-campeã estadual da segunda divisão em 68. Após estar a frente do Guarani, Rubens retornou ao Palmeiras, desta vez para treinar o time principal, sucedendo novamente Filpo Núñez. No Verdão, excursionou à Europa em 69 e venceu o Troféu Ramón de Carranza, na Espanha. No mesmo ano, ainda conduziu o Alviverde à conquista do Campeonato Brasileiro.

Após comandar vários clubes brasileiros, trabalhou também no Al-Hilal e na Seleção da Arábia Saudita. Seu auge foi na década de 70, quando montou o histórico time do Internacional com craques como Falcão, Figueroa e Carpegiani. No Colorado, Minelli se sagrou tricampeão brasileiro, em 1975 e 1976 pelo Clube do Povo e em 1977 no São Paulo.

Além disso, venceu também quatro títulos gaúchos sendo 1974, 1975 e 1976 pelo Inter, 1985 pelo Grêmio), quatro Campeonatos Paranaenses (1994, 1995, 1996 e 1997 pelo Paraná Clube), um Campeonato Saudita e uma Copa do Rei no comando do Al-Hilal, em 80.

Na sequência de sua trajetória ainda treinou clubes como Corinthians, Santos, Portuguesa, América-SP, Guarani, Ponte Preta, Rio Branco de Americana, Ferroviária de Araraquara, Atlético Mineiro e também o Coritiba.


Ficou marcado por ter sido o primeiro treinador da história do Paraná Clube, que em seu ano de fundação, jogou a terceira divisão nacional em 90, e se classificou para a Série B de 91.

Logo depois de colocar um ponto final na sua trajetória como técnico, Minelli passou a ser dirigente e trabalhou em clubes como São Paulo, Atlético Paranaense, Paraná e Avaí. Cumpriu também a função de superintende no Furacão em 98 e no Avaí em 2003. Alguns anos depois, passou a comentar futebol na Rádio Jovem Pan.

No dia 23 de novembro de 2023, quando tinha 94 anos, Rubens teve uma grave infecção e veio a falecer em São Paulo.

Livro biográfico do treinador Caio Júnior será lançado quinta em Curitiba

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: divulgação


A biografia do treinador Caio Júnior, morto no acidente da Chapecoense, será lançada nesta quinta-feira em Curitiba-PR. Escrito pelo jornalista Adriano Rattmann, a obra “Caio Júnior – O ídolo, o ser humano e sua inesquecível jornada” terá seu lançamento oficial neste próximo dia 14 de dezembro, a partir das 17 horas, na Biblioteca Pública do Paraná, onde o autor e familiares de Caio Júnior estarão presentes.

A obra aborda, desde a infância em Cascavel, no interior do Paraná, até os últimos momentos em vida, dentro da aeronave da empresa boliviana LaMia, há sete anos.

Revelado pelo Grêmio, Caio Júnior foi artilheiro do Gauchão aos 20 anos e vivenciou a efervescência cultural dos anos 80 em Porto Alegre. Realizou o sonho de jogar na Europa onde passou oito temporadas em Portugal.

Depois de ter a carreira quase interrompida devido a uma lesão, ressurgiu nos gramados para entrar na história do Paraná Clube como um dos principais jogadores na conquista do pentacampeonato paranaense em 1997.

Após aposentar as chuteiras, experimentou a função de cronista esportivo, professor de escolinha, coordenador técnico e auxiliar, até se firmar como uma das revelações entre os treinadores brasileiros no início do século XXI.

Os surpreendentes trabalhos no modesto Cianorte e no Paraná Clube, abriram possibilidades nos maiores mercados do futebol brasileiro, comandando equipes como o Palmeiras, Flamengo-RJ, Botafogo-RJ, Grêmio-RS, Vitória-BA, entre outros.

Fora do Brasil, viveu momentos de glória principalmente no Qatar e nos Emirados Árabes, onde conquistou títulos e sua independência financeira. Na Chapecoense, vivia um momento mágico, demonstrando uma paz cristalina e satisfação pessoal e profissional, a ponto de afirmar que “se morresse, morreria feliz porque conseguiu tudo que quis na vida”.


Com artes criadas pelo filho mais velho de Caio Júnior, Matheus Saroli, o livro mostra os sistemas de jogos e esquemas táticos utilizados pelo treinador, oferecendo uma compreensão mais aprofundada das estratégias empregadas por ele ao longo de sua carreira em suas equipes.

A biografia vai além das quatro linhas, mostrando o amigo, o pai, o marido e o ser humano que enfrentou e superou uma das principais doenças do século: a depressão. Adriano Rattmann se aprofundou em estudos e pesquisas para trazer os bastidores da tragédia na Colômbia que vitimou 71 pessoas entre jogadores, dirigentes, comissão técnica, jornalistas e convidados. Autor do livro, Adriano Rattmann é jornalista e atuou como assessor de imprensa de Caio Júnior por 13 anos.

SERVIÇO

Livro “Caio Júnior – O ídolo, o ser humano e sua inesquecível jornada”
Autor: Adriano Rattmann
Vendas pelo site: www.caiojunior.com.br

Luto! Sepultado em Natal ex-jogador e treinador Erandyr Montenegro

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: reprodução

Erandyr Montenegro estava com 77 anos

O futebol do Nordeste perdeu um personagem importante nessa semana. Faleceu Erandyr Montenegro, que foi um atacante de destaque e depois fez sucesso como treinador. Erandyr morreu nesta quinta-feira, aos 77 anos, em Natal-RN, em razão de um câncer, tendo sido sepultado no sábado na capital potiguar.

Nascido em Bananeiras, no interior da Paraíba, no dia 24 de abril de 1946, Erandyr Pereira Montenegro destacou como atacante nos anos 1960, chegando a jogar no Vasco da Gama-RJ, mas fez muito sucesso no Nordeste vestindo as camisas de Campinense-PB, Central-PE e Santa Cruz-PE, mas foi no Ceará onde teve seus melhores momentos jogando nas três principais equipes; Fortaleza, Ceará e Ferroviário, onde encerrou a carreira em 1976. Ainda teve uma passagem pelo futebol português.

Como atleta, entrou para a história do futebol cearense ao marcar o primeiro gol no Estádio Castelão, quando o Ceará venceu o Vitória-BA por 1 a 0, em 1973. Ao parar de atuar como jogador, Erandyr Montenegro passou a ser treinador de sucesso dirigindo as mais diferentes equipes do Nordeste, onde comandou várias equipes e conquistou títulos importantes.


Atuando principalmente em Estados como Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte, Erandyr Montenegro comandou equipes de expressão como ABC-RB, América-RN, Alecrim-RN, Botafogo-PB, Treze-PB, Fortaleza-CE, Ceará-CE, Icasa-CE, CRB-AL, CSA-AL, Sampaio Corrêa-MA, Santa Cruz-PE, Confiança-SE, entre várias outras.

Nos últimos anos, já enfermo, estava afastado do futebol.

Aimé Jacquet e a sua história vencedora pelo Saint-Étienne

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Aimé Jacquet atuando pelo Saint-Étienne

Aimé Jacquet foi um bom jogador francês, e foi o técnico da primeira conquista mundial da seleção francesa, em 1998, sobre o Brasil na final. Mas a sua carreira como atleta foi muito boa, ficando quase toda a sua carreira no Saint-Étienne, conquistando diversos títulos. 

O jogador nasceu em Sail-sous-Couzan, na França, no dia 27 de novembro de 1941, e começou a sua carreira aos 19 anos de idade, quando estreou como volante do Saint-Étienne. 

Após sua estreia em 1960, o jogador não saiu mais do time, conseguindo ganhar sua vaga na equipe, que vivia uma época irregular, com altos e baixos. Tanto que a equipe estava na segunda divisão francesa, e só retornou na temporada de 1962-63, quando foi campeão da Ligue 2.

Mas antes disso, foi campeão da Copa da França, na temporada de 1961-62, o que mostra a irregularidade que a equipe vivia. Porém, isso passou quando o time voltou à primeira divisão, pois começou a ter um time melhor e muito mais regular, que brigava por todos os títulos. 

Jacquet foi um grande nome nessa retomada da equipe, sendo muito importante, era um pilar e líder no meio-campo. Em 1961 ainda conquistou a Supercopa da França.

No seu retorno à primeira divisão, a equipe voltou em grande estilo, conquistando o título da Ligue 1, em 1963-64. Após isso, o clube viveu três anos sem nenhuma conquista, mas voltou a sua melhor fase a partir de 1967, levando diversos títulos nacionais. 

Na temporada de 1966-67, o time voltou a vencer a Ligue 1, e no ano seguinte teve muito brilhantismo no cenário nacional. Em 1967 começou ganhando a Supercopa da França, depois levantou o troféu da Copa da França e para fechar a grande temporada, conquistou novamente a Ligue 1. 

A equipe conseguiu conquistar todos os títulos disputados no cenário nacional, mostrando a força do seu elenco. Em 1969 manteve o grande desempenho, e novamente venceu a Ligue 1 e a Supercopa da França. 


Mas não acabou aí, em 1969, a equipe voltou a conquistar a tríplice coroa, ganhando a Ligue 1, Copa da França e Supercopa da França, e esses foram os últimos títulos do jogador pelo clube. 

Após essas grandes temporadas, o clube acabou vivendo anos irregulares na sequência, não conseguindo brigar por títulos. Jacquet acabou deixando a equipe em 1973, como um dos maiores jogadores da história do clube, e foi contratado pelo Lyon, clube em qual encerrou a sua carreira dois anos depois.

Luto! Morre Geraldo do Carmo, jogador que passou por Ponte Preta e Guarani

Com informações da Agência Futebol Interior
Foto: reprodução

Geraldo do Carmo estava com 96 anos e era filho de Migué do Carmo

Morreu na noite desta quinta-feira (28) o ex-jogador de futebol Geraldo do Carmo, aos 96 anos de idade, filho de Miguel do Carmo, este conhecido por ser o primeiro jogador de futebol negro da história do Brasil, nos anos de 1900, quando fundou a Associação Atlética Ponte Preta.

Geraldo seguiu a mesma carreira do pai e se tornou jogador do esporte que antecessor fez história, principalmente por ter sido um atleta negro praticando um esporte popularmente de brancos. O filho nasceu em 18 de novembro de 1926, era o ex-atleta bugrino mais velho ainda vivo, e então foi velado e enterrado no Cemitério da Saudade, em Campinas, sua cidade natal, das 12h às 15h desta sexta.

O ex-atleta, que atuou como zagueiro e volante, iniciou sua carreira em 1945 no EC Mogiana, um antigo e extinto clube da cidade, conquistou a Taça Cidade de Campinas pelo tricolor ferroviário quatro anos depois. Em 1950 se mudou para o Guarani, que disputava o Campeonato Paulista da 1ª Divisão de Profissionais, onde permaneceu também nos dois anos seguintes.

Depois de uma passagem pelo XV de Jaú, em 1952 transferiu-se para o CA Linense, onde foi campeão da 2ª Divisão, ao lado de Dito Brás. Foram cinco anos pelo clube, onde se tornou ídolo.


Geraldo chegou a lembrar de como foi sua chegada ao Guarani, em entrevista concedida em 2011: “Eu havia acertado, em uma sexta-feira, com o Moyses Lucarelli (então homem forte no clube) para jogar pela Ponte Preta. Mas, no dia seguinte, o Guarani apareceu na minha casa e me levou para São Paulo. No domingo, entrei em campo. Fui contratado para resolver os problemas da defesa do Guarani. Mas na estreia, perdemos de 10 a 0.”

A estreia que o ex-jogador fez referência aconteceu no dia 11 de novembro de 1950, quando o Bugre visitou o São Paulo na 11ª partida do Campeonato Paulista daquele ano, e acabou sofrendo a goleada fora de casa, com cinco gols de Augusto, três de Teixeirinha e dois de Leopoldo.

A passagem de Fábio Carille como jogador do XV de Jaú

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Carille jogando no XV de Jaú

Hoje um conceituado treinador, com conquista de título brasileiro no Corinthians e procurado recentemente pelo desesperado Santos, que ajudou a salvar do descenso em 2021, Fábio Carille é um dos nomes mais promissores entre os técnicos brasileiros, com uma carreira ainda muito inicial e já curiosamente laureada. Antes de ser treinador, Carille, que está completando seus 50 anos neste dia 26, atuou como defensor, tendo uma passagem pelo XV de Jaú no início de carreira.

O Galo verde e amarelo foi o segundo clube da trajetória profissional de Carille. Natural da capital paulista, ele fez a base no Sertãozinho e se tornou profissional no próprio Touro, ainda muito jovem, no ano de 1990. Em 1993 acabou contratado para os times juvenis do Galo da Comarca, quando ainda era um jogador de pouca experiência no futebol. 

Carille acabou naquele primeiro momento rodando por empréstimos, algo muito comum a jogadores jovens. Passou de maneira discreta pela Lusa em 1994, depois de atuar pelo XV de Jaú na Série A2 daquele ano em algumas poucas partidas. Retornaria ao time verde e amarelo no ano seguinte, quando seria parte importante de um dos times que marcou a história do Galo da Comarca na Série A2 do Campeonato Paulista.


Em 1995, foi titular do ótimo time do Galo comandado pelo argentino José Poy, que terminou com o vice-campeonato da A2 e levou o clube de volta a primeira divisão do futebol paulista. Regular e vivendo um ótimo momento fisicamente, o jovem Fábio jogou na época 42 dos 44 possíveis jogos naquela campanha do Paulistão da A2, sendo posteriormente emprestado ao Corinthians para a sequência da temporada.

Em 1996, encerrou sua passagem pelo XV, sendo negociado então com o Iraty, passando então a rodar por vários clubes nos anos seguintes. Carille pendurou as chuteiras em 2007, no Grêmio Barueri e dez anos depois pintou em seu primeiro grande trabalho na área técnica, comandando o Corinthians, após passar anos como auxiliar na comissão técnica fixa do clube. 

A passagem de Abel Braga pelo Cruzeiro como jogador

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Abelão não teve uma boa passagem pelo Cabuloso

Abel Carlos da Silva Braga, ex-zagueiro e ex-treinador conhecido também apenas como Abel Braga, está celebrando o seu 71º ano de vida nesta sexta-feira, dia 1º de setembro de 2023. No decorrer de sua jornada como atleta, Abelão chegou a jogar pelo Cruzeiro no começo dos Anos 80.

Esta trajetória do defensor pela equipe mineira aconteceu de 1981 a 1982. Ele foi revelado nas categorias de base do Fluminense, clube no qual se profissionalizou, e passou pelo Vasco da Gama antes de rumar para o velho continente em 79, para jogar no Paris Saint-Germain. Chegou ao Cabuloso em junho de 81, após um grande imbróglio entre as diretorias do time brasileiro e da agremiação francesa, já que ambos os lados haviam feito um acordo, mas a raposa não pagou o valor que havia sido combinado.

Além do conturbado cenário que gerou sua transferência, Abel ainda teve problemas extra-campo: chegou lesionado e teve de ficar afastado por cerca de 100 dias por conta de uma séria lesão no joelho. Quando voltou, se envolveu em uma confusão com o treinador Yustrich e acabou sendo vendido ao Botafogo no mês de agosto do ano seguinte.

Em pouco mais de uma temporada no Zeiro, o zagueiro disputou um total de 29 partidas e anotou três gols, segundo o site mg.superesportes.com.br.


Na sequência de sua carreira, depois de deixar o fogão, Abelão ainda veio a jogar no Goytacaz, onde se aposentou em 85. De chuteiras penduradas, se tornou treinador e rodou por vários, inclusive pelo próprio Cruzeiro, até assumir o cargo de diretor técnico no Vascão.

Luto! Morre o ex-jogador e treinador André Oliveira

Com informações do NetBafo
Foto: arquivo

André Oliveira quando dirigiu a Francana

Luto no futebol paulista! O ex-jogador e treinador Andrelino Thomaz de Oliveira, também conhecido como André Oliveira, morreu nesta quinta-feira (27), aos 66 anos, em São José do Rio Preto, vítima de parada cardíaca.

Como jogador teve passagem pelo Rio Preto na década de 1980. Além do Verdão da Vila Universitária, atuou no Barretos em 1989 e também no América de São José do Rio Preto, e teve algumas passagens como treinador sendo a última em 2013.

André Oliveira treinou Barretos, este em 2013, Gêmio Osasco, Sport Barueri, Batatais, Rio Preto, Francana e XV de Jaú. Foi o técnico do Comercial no Paulistão A3 de 2010. Nos últimos anos, após encerrar a carreira de treinador, vinha atuando em escolinhas de futebol e projetos de Rio Preto.


O corpo de André Oliveira está sendo velado na Capelas Prever de Rio Preto e o enterro foi realizado às 9 horas desta sexta-feira, dia 28, no cemitério São João Batista, em São José do Rio Preto. Nossos sentimentos a toda família e amigos.

Evaristo de Macedo - Os 90 anos de um gigante do futebol

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Evaristo treinando a Seleção Brasileira em 1985

O Brasil é berço de diversos nomes gigantescos na história do futebol. Desde o maior de todos, como Pelé até estrelas atuais como Vinicius Júnior e Rodrygo, o apelido de "País do Futebol" não vem a toa. Um dos grandes nomes da história ludopédica na terra cinco vezes campeã da Copa do Mundo é o de Evaristo de Macedo, jogador e treinador de grande história que está completando seus 90 anos neste dia 22 de junho. 

Nascido no Rio de Janeiro, Evaristo teve desde pequeno a vida muito ligada ao futebol e já muito jovem era parte do time do Madureira. Aos 19 anos, já fazia parte da equipe principal do Flamengo, onde começaria a escrever uma bonita história no esporte bretão, sendo tricampeão carioca no rubro-negro, onde ficou por quatro anos de sua carreira antes de fazer o incomum na época caminho de ir jogar na Europa, passando a fazer parte do Barcelona.

Curiosamente, na Seleção Brasileira não teve o mesmo grande sucesso que teve em clubes, muito disso abreviado pelo fato da equipe canarinho não convocar em sua época jogadores que jogavam fora do Brasil. Porém, tem um recorde bastante interessante vestindo a camisa amarelinha: é o jogador que mais marcou gols em um único jogo pela seleção, balançando a rede cinco vezes contra a Colômbia, no ano de 1957. Acabou não jogando a Copa do Mundo por justamente estar na época no Barça. 

Em Barcelona, Evaristo fez história. Atuou por cinco anos nos Culés e por lá ganhou praticamente tudo o que poderia vencer, incluindo dois campeonatos espanhóis, Copa do Rey, na verdade faltou apenas a Liga dos Campeões, na época a Copa Européia. Curiosamente, depois de sair do Barça passou também pelo Real Madrid, onde até ganhou títulos, mas marcou menos que o Barça, apesar dos vários gols que marcou pelos Merengues em clássicos diante de seu ex-clube. Encerrou sua trajetória como jogador no Flamengo. 

Como treinador, Evaristo teve ainda um sucesso bastante grande em diversos clubes. Passou por várias instituições enormes do futebol brasileiro, pela Seleção Brasileira, em 1985, e até pelo futebol estrangeiro, ficando marcado nas suas idas pela seleção do Catar, onde foi campeão do Mundial de Júniores e pelo Iraque, além de fazer história em clubes, como no Barcelona, onde foi campeão da Copa do Rei e, é claro, no Bahia, seu melhor momento como treinador, quando foi campeão do Brasileirão com o Tricolor de Aço em 1988, seu maior título na "casamata".


Evaristo hoje curte o merecido descanso da aposentadoria após dedicar uma vida ao esporte mais popular de todos. É considerado um dos maiores ídolos da história do Barcelona, além de estar entre os 20 maiores goleadores da história do Flamengo. Recentemente, inclusive, foi homenageado pelo rubro-negro antes de um jogo pelo Brasileirão no Maracanã. 

A carreira de Bert van Marwijk como jogador

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Bert van Marwijk como jogador

Lambertus van Marwijk, mais conhecido como Bert van Marwijk, nasceu em Deventer, na Holanda, no dia 19 de maio de 1952, e treinou grandes times, inclusive levou sua seleção ao vice-campeonato da Copa do Mundo, mas, também, teve uma carreira como jogador.

Sua carreira começou quando ainda tinha 17 anos, atuando pelo Go Ahead Eagles, um time da Holanda. Em 1969 iniciou sua carreira e ficou no clube até 1975, sendo muito importante, mas acabou fazendo poucos gols, porém ajudava muito na criação das jogadas.

Pelo clube construiu uma boa história, atuando durante seis anos e sendo muito importante. Em 1975, foi contratado pelo AZ Alkmaar, outro time Holandes, e também teve uma boa passagem, com números melhores do que na equipe anterior.

O número melhorou, fazendo mais gols em muito menos jogos, e conquistou seu primeiro título em sua carreira. Em 1977-78, foi campeão da KNVB Cup, que é a Copa do país, o segundo campeonato mais importante do futebol holandes.

Dentro desse período, em 1975, acabou sendo convocado para a Seleção Holandesa, onde atuou apenas uma vez e nunca mais teve oportunidade. O atacante ficou no AZ até 1978, quando decidiu deixar o clube e foi atuar no MVV Maastricht, mas no clube seu desempenho acabou caindo um pouco e teve números baixos.

Bert van Marwijk, ficou muitos anos no clube, e acabou vivendo momentos ruins junto com a equipe. Durante o período, o atacante não conseguiu ajudar muito e foi rebaixado, mas conseguiu retornar com o título da Eerste Divisie. Após oito temporadas no clube, com 225 jogos e 11 gols, o clube que defendeu e atuou por mais vezes, deixou a equipe. Já em uma fase final de carreira, o atacante foi para o Fortuna Sittard.


Em sua nova equipe ficou apenas uma temporada, atuando em 11 jogos e marcando um gol. Logo na sequência foi para o FC Assent, um time da Bélgica, e também só ficou um ano, jogando em 17 oportunidades.

Após essas rápidas passagens, o jogador resolveu encerrar sua carreira como atleta de futebol. Mas logo depois já iniciou sua carreira como treinador, onde teve mais sucesso e com passagens por grandes times, inclusive sendo técnico da Seleção Holandesa e conquistando o vice-campeonato da Copa do Mundo de 2010.

Luto! Morre João Carneiro, ex-jogador e dirigente do Vila Nova

Com informações do Vila Nova FC
Foto: arquivo

João Carneiro estava com 87 anos

Notícia triste para os torcedores do goiano Vila Nova. Faleceu na sexta-feira, dia 30, João Carneiro, ex-jogador e principal dirigente da história do Tigre, aos 87 anos. Ele nasceu 24 de junho de 1935, na cidade de Morrinhos, interior do Estado de GO. Dentista por formação, chegou ao Vila Nova F.C. no final da década de 50 como jogador. Era ponta-direita e, dos gramados, por sua habilidade de se relacionar com pessoas, saltou direto para os quadros de diretoria e administração do clube. Tanto era grande seu poder de relacionamento que ficou conhecido no futebol goiano como Comendador, alusão que ganhou ainda mais força devido à sua característica voraz de defender os interesses do Vila Nova nos bastidores.

Como presidente executivo, ocupou o cargo por diversas oportunidades. Em 78 e 79, carrega em sua biografia as conquistas do bi e do tri-campeonato Goiano na sequência do Tetra (77/78/79 e 80), tendo participado da montagem do elenco e de boa parte da campanha do quarto título. Em 2002, a passagem foi breve. Devido a problemas de saúde em um dos joelhos, renunciou ao cargo para priorizar seu tratamento. Entre idas e vindas em cargos formais e participação no Conselho Deliberativo, João Carneiro tem mais de 50 anos de atuação ativa no clube.

Sua última passagem oficial em cargo de gestão foi no ano de 2007, como diretor de futebol. A convite do então presidente executivo Carlos Alberto Barros, o Comendador foi o responsável por montar a equipe que subiu o Tigrão da Série C para a Série B naquele ano.

Além de jogador, conselheiro, presidente executivo e diretor de futebol, João Carneiro também foi presidente do Conselho Deliberativo. E se engana quem pensa que sua gestão se resumiu aos muros do Onésio Brasileiro Alvarenga. Ele extrapolou e ocupou o cargo de vice-presidente da Federação Goiana de Futebol (FGF) por ocasião de três presidentes: Baltazar de Castro, Gilberto Alves e Edmundo de Morais - tendo assumido a presidência do órgão interinamente por diversas oportunidades.

Um fato curioso e marcante do Comendador em sua história no futebol goiano foi o relacionamento com a família Pinheiro, mandatária do rival Goiás E.C. Atuantes no mesmo período, João Carneiro é lembrado como um dos personagens que mais fez frente aos Pinheiro, tanto nos bastidores como nos times montados e nos campeonatos disputados. Quando se fala em futebol goiano, a memória coletiva imediatamente é remetida à família Pinheiro, no Goiás, e a João Carneiro, no Vila Nova. O que muita gente não sabe, contudo, é que as famílias eram pessoalmente amigas. Edmo Pinheiro, principalmente, era frequentador assíduo da casa de João Carneiro - e vice-versa. Até nos negócios tinham afinidades. O colorado largou o ofício de dentista e se dedicou em boa parte da vida profissional como comerciante de automóveis.

Quem chega na sede social do Vila Nova, no Estádio Onésio Alvarenga, se depara logo na entrada com uma placa de identificação do prédio, que leva o nome de João Carneiro. E não por acaso. Foi nas mãos do dirigente, durante sua gestão na presidência do clube nos anos de 78 e 79, que as obras da sede foram iniciadas. Antes disso, toda a parte administrativa do clube funcionava na parte de cima do OBA, onde hoje funciona a loja Nação Colorada e o bar Resenha Colorada.


Apesar de uma vida inteira dedicada ao Vila Nova, João Carneiro soube separar sua vida familiar de sua vida no clube. Fato que, de filhos, netos e irmãos, apenas Júlio César Carneiro, irmão, e Anderson, neto, entraram para a política do clube como conselheiros. O restante da família ficou restrita às arquibancadas, como torcedores comuns.

O Comendador lutava contra as sequelas de dois infartos e um acidente vascular cerebral e, hoje, desncansou nos braços de Deus. Aos familiares, amigos e à Nação Colorada, desejamos conforto neste momento de dor.

Luto! Morre Sinisa Mihajlovic, ex-jogador e treinador, após luta contra leucemia

Com informações do GE.com e Placar
Foto: EFE/EPA/Giorgio Benvenuti

Mihajolovic vinha lutando contra a leucemia em meio ao trabalho no Bologna

O ex-jogador e treinador Sinisa Mihajlovic morreu nesta sexta-feira aos 53 anos, depois de anos de uma luta contra a leucemia. Ele estava internado em uma clínica em Roma e não resistiu aos problemas decorrentes da grave doença. O anúncio foi feito pela família de Mihajlovic, que emitiu nota oficial.

"A esposa Arianna, com seus filhos Viktorija, Virginia, Miroslav, Dusan e Nikolas, sua neta Violante, sua mãe Vikyorija e seu irmão Drazen, em dor comunicam a morte injusta e prematura de seu marido, pai, filho e irmão exemplar, Sinisa Mihajlovic. Um homem único, um profissional extraordinário, disponível e bom para todos. Lutou corajosamente contra uma doença horrível", diz a nota, com agradecimento a médicos que acompanharam Mihajlovic.

O treinador descobriu que tinha leucemia no fim de 2019, quando já estava no comando do Bologna. Em julho daquele ano, resolveu se afastar do comando da equipe para se dedicar ao tratamento da doença e projetou que iria "vencer a leucemia". O Bologna decidiu manter o treinador formalmente no cargo, apenas com uma substituição temporária.

Mihajlovic se internou e passou mais de 40 dias no hospital. Ao receber alta, decidiu retomar as atividades e voltou a comandar o Bologna à beira do campo - sendo recebido com grande festa pela torcida, em cenas eternizadas na segunda rodada do Campeonato Italiano.

O treinador precisou ser internado mais uma vez em setembro daquele ano e passou a acompanhar treinamentos através de câmeras no CT do clube, passando orientações pelo telefone. Em outubro, mais uma vez voltou ao trabalho com o time no campo.

Mihajlovic conseguiu permanecer trabalhando sem novas internações até março deste ano, quando precisou voltar ao hospital. Na ocasião, ele afirmou que o novo tratamento seria para evitar o risco de a doença aparecer novamente. Dois meses depois, mais uma vez retomou o comando do time, no fim da temporada 2021/22. Em setembro, após um mau começo de temporada, ele acabou demitido do cargo.


Como jogador -
Conhecido pela categoria nos passes e pelas potentes cobranças de falta, Mihajlovic apareceu para o futebol mundial ao ser campeão europeu pelo Estrela Vermelha, time da então Iugoslávia, em 1991, aos 22 anos. Depois disso, fez carreira no futebol italiano, onde atuou por Roma, Sampdoria, Lazio e Inter de Milão, conquistando dois campeonatos nacionais e quatro Copas da Itália.

O versátil jogador, que podia jogar como zagueiro, lateral-esquerdo ou volante, defendeu a Iugoslávia na Copa do Mundo de 1998, mesmo tendo nascido em Vukovar, na Croácia, quando a seleção caiu nas oitavas de final para a Holanda. Ele fez um gol de falta contra o Irã na fase de grupos, garantindo a vitória por 1 a 0.
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