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Marco Antônio Boiadeiro e sua trajetória pelo Vasco

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Boiadeiro jogou no Vascão entre 89 e 90

Nesta quinta-feira, dia 13 de junho de 2024, Marco Antônio Ribeiro, ex-jogador popularmente conhecido como Marco Antônio Boiadeiro, está completando 59 anos de idade. Ao longo de sua carreira, o meia, que foi ídolo em vários clubes que atuou, chegou a defender as cores do Vasco da Gama entre fim da década de 80 e começo dos Anos 90.

Revelado pelo Botafogo de Ribeirão Preto em 85, o Boiadeiro chegou ao Cruzmaltino em 89, após se destacar com a camisa do Guarani de 86 a 88. Fez parte da histórica SeleVasco, que conquistou títulos no cenário nacional e internacional.

Em 89, foi peça fundamental na conquista do Brasileiro e também ajudou a equipe carioca a conquistar o tricampeonato do Troféu Ramon de Carranza, disputado na Espanha, ao bater o Nacional do Uruguai pelo placar de 2 a 0. Já em 90, ano de sua despedida, teve a oportunidade de levantar o troféu da Taça Guanabara. 

Neste período atuando no Vasco, disputou 58 partidas e fez quatro gols. Na temporada seguinte, rumou para o Cruzeiro, onde permaneceu até 93, conquistando quatro canecos.


Na sequência de sua carreira, Boiadeiro ainda jogou em times como Flamengo, Corinthians, Rio Branco-SP, Anápolis, América Mineiro, Atlético Mineiro, União Barbarense e chegou a encerrar a trajetória de atleta no Grêmio São-Carlense em 2000. Porém, alguns anos depois, voltou da aposentadoria e atuou no Tanabi.

A curta passagem de Jorge Mendonça pelo Vasco

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Jorge Mendonça atuando no Vasco

O futebol brasileiro era lotado de atacantes de extrema qualidade em tempos mais antigos. Muitos se lembram dos gloriosos anos 1990 e começo dos anos 2000, quando nomes como Luisão, Amoroso, Élber, Jardel e diversos outros sequer conseguiam atuar muito na seleção devido a existência de sujeitos como Ronaldo e Romário. Nos anos 1970 e 1980, porém, o Brasil também tinha muitos bons atacantes. Um deles foi o infernal Jorge Mendonça, ídolo do Palmeiras, que também passou pelo Vasco.

Exímio finalizador e também veloz, Jorge nasceu em Silva Jardim, no estado do Rio de Janeiro, em 6 de junho de 1954. Começou sua trajetória no Bangu e passou pelo Náutico antes de fazer história jogando pelo Palmeiras. Foi ao fim da passagem no Verdão, após um atrito com Telê Santana devido a fugir da concentração para curtir a noite do Rio de Janeiro que ele chegou ao Cruzmaltino. 

Na época, a missão de Jorge era duríssima: substituir o eterno ídolo Roberto Dinamite, que havia ido tentar a sorte no futebol europeu, mais precisamente no Barcelona. Na época, chegou para a disputa do Brasileirão, que era jogado no primeiro semestre e então acabou estreando em uma partida diante do America, do Rio de Janeiro, em 3 de fevereiro daquele ano que na época jogava o nacional. Nesse jogo, Jorge marcou o gol da vitória do Vasco.

Seguiu sem marcar nos 4 jogos seguintes, fez um belíssimo gol de cabeça em seu quinto jogo, diante do Grêmio, sendo seu segundo pelo Vasco. Voltou a marcar diante do Santa Cruz, fazendo dois, logo depois de uma derrota diante do Atlético Goianiense.  Depois disso, outros quatro jogos sem marcar e fez diante do Vitória, seguindo por um jogo sem marcar e outro gol diante do Náutico. Seu primeiro gol em um jogo que não era do Brasileirão veio na Libertadores, numa belíssima cobrança de falta diante do Inter.


Entre abril e o começo de maio, entrou numa sequência de quatro jogos seguidos fazendo gol, interrompida naquela que seria sua última partida pelo Vasco, diante do São Paulo. Acabou se despedindo do clube ao fim da campanha no Brasileirão, onde o Cruzmaltino foi até a terceira fase. Não foram números ruins, já que ele fez 11 gols em 22 jogos em São Januário, mas acabou não seguindo no clube, indo ao Guarani

Jorge Mendonça pendurou as chuteiras em 1990, atuando pelo Paulista de Jundiaí. Ele é um dos vários nomes que foi jogar no time dos eternos. O ex-atacante nos deixou em 2006, vítima de problemas cardíacos que o atormentavam a alguns anos na época. 

A história de Alfinete no Vasco

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Alfinete atuando no Vasco

Muitos jogadores fizeram história vestindo a camisa do Vasco da Gama. Se hoje o Cruzmaltino amarga um de seus períodos mais críticos, parecendo ter acostumado a conviver com rebaixamentos, um dia o alvinegro carioca foi um dos grandes clubes do futebol brasileiro, protagonista de grandes partidas e de grandes títulos. Um dos nomes que fez história em São Januário foi o lateral Paulo Cesar Barreiro, que ficou mais conhecido pelo apelido de Alfinete.

Nascido em 30 de maio de 1949, Alfinete, que era natural do Rio de Janeiro, surgiu para o futebol nas divisões de base do Olaria, por onde jogou durante alguns anos, passando também pela Lusa nesse meio tempo. Em 1971, seu bom futebol chamou a atenção do Vasco, que o contratou para aquela temporada, dando a primeira chance de Alfinete em um time grande.

Alfinete chegou ao Vasco num período que se tornaria "complicado" para o time de São Januário. Campeão estadual em 1970, a equipe tentava manter a força que tinha no estado quando contratou o lateral do Olaria, já que ele havia se destacado no estadual daquele ano. Ganhou espaço aos poucos no time cruzmaltino, passando a jogar de maneira constante a partir do ano seguinte, principalmente na campanha do nacional.

Seguiu no Vasco no ano seguinte, sendo titular absoluto durante as campanhas de 1973 e além de tudo deixando também seus gols em algumas partidas. Em 1973, foram incríveis cinco gols do lateral esquerdo, o que o tornou um dos artilheiros da equipe na campanha do Brasileirão. Seu grande ano, porém, viria em 1974, quando o Vasco escreveria uma das páginas mais bonitas de sua história, sendo campeão brasileiro pela primeira vez.


No título de 1974, Alfinete fez parte de um senhor time do Vasco, que contava na frente com um tal de Roberto Dinamite e também com nomes como Andrada e Ademir. Alfinete, além de toda a contribuição defensiva, foi decisivo na final diante do Cruzeiro, marcando o gol de empate no jogo de ida, no Mineirão, o que facilitou o título do Vasco na volta. 

Permaneceu como jogador do clube até o final de 1975, quando acabou negociado com o modesto Democrata, de Governardor Valadares. Dentro de campo, Alfinete vestiu a camisa cruzmaltina em 288 oportunidades, marcando um total de doze gols pelo clube. Voltou como funcionário do clube anos depois, fazendo de tudo, tendo uma vida ligada ao Vasco, time que é torcedor.  

Há 71 anos, goleiro Barbosa sofria grave lesão em um Vasco x Botafogo

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Barbosa sofreu uma grave contusão neste jogo diante do Fogão

Nesta quinta-feira, 16 de maio de 2024, se completam 71 anos do histórico clássico carioca entre Vasco da Gama e Botafogo, válido pelo extinto Torneio Rio-São Paulo de 1953. Naquela ocasião, o duelo entre o Gigante da Colina e o clube Alvinegro de General Severiano terminou empatado sem gols, mas acabou ficando marcado por um momento que chocou o país.

No decorrer desta fatídica partida, o goleiro Barbosa, que foi muito perseguido pela falha na final da Copa do Mundo de 1950 diante do Uruguai em pleno Maracanã e defendia as cores do Vasco na época, sofreu uma lesão gravíssima. Ele acabou se envolvendo num lance com Zezinho, atacante do Fogão, e fraturou tanto a tíbia, quanto o perônio de uma das pernas.

O momento causou uma grande comoção. Apenas conseguiu se recuperar quando começaram a fazer filas no Hospital dos Acidentados para todos os cidadãos que tivessem vontade de visitar o arqueiro vascaíno.


Foi exatamente naquele momento que o goleiro Cruzmaltino passou a ter um sentimento especial. Afinal, ele começou a se sentir uma pessoa muito querida pelo torcedor dos times de futebol em geral.

Além de ter perdido o resto da campanha no Torneio Rio-São Paulo, que acabou sendo vencido pelo Corinthians sobre o Vascão na final, o guarda-redes foi impedido de ir ao Mundial de 54. Posteriormente, o goleiro nunca mais voltou a defender a Seleção Brasileira na sequência da carreira.

Arturzinho e sua trajetória no Vasco

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Arturzinho atuou no Vasco em 1984

Nesta segunda-feira, dia 13 de maio de 2024, Artur dos Santos Lima, ex-jogador popularmente conhecido pela sua alcunha de Arturzinho, está comemorando 68 anos de idade. No decorrer de sua longeva carreira como atleta, o meio campista teve uma curta, mas muito memorável passagem pelo Vasco da Gama em 1984.

Chegou ao Cruzmaltino ostentando a fama de 'Rei Artur', apelido recebido quando ainda atuava com a cores do Bangu. Apesar de ter visto o seu time perder o título do Campeonato Brasileiro daquele ano para o Fluminense, foi uma peça importante para o elenco durante toda a campanha, Afinal, acabou sendo um dos artilheiros daquela edição com 14 tentos marcados. Ficou atrás de ninguém menos do que Roberto Dinamite, que balançou as redes em 16 oportunidades.

Seu grande rendimento no Vascão lhe rendeu muitas coisas boas. Entre elas, uma chance de jogar pela Seleção Brasileira. 


De acordo com o site Netvasco.com, o meia disputou um total de 28 jogos e marcou 16 gols pelo clube de São Januário. Ainda naquele ano, se transferiu para o Corinthians, onde permaneceria até 85.

Posteriormente, Arturzinho ainda deu sequência a sua carreira profissional jogando por clubes tradicionais do futebol brasileiro. Anunciou a sua aposentadoria em 97, após passar pelo Fluminense.

Alcir Portella e sua história no Vasco

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Alcir é um dos grandes ídolos da história vascaína

Nesta quinta-feira, dia 9 de maio de 2024, Alcir Pinto Portella, eternamente marcado como um dos maiores ídolos da história do Vasco da Gama por tamanha identificação, estaria comemorando 80 anos de idade, caso ainda estivesse vivo. Enquanto atleta, dedicou a maior parte da sua carreira ao Cruzmaltino, clube onde atuou entre o começo da década de 60 e a metade dos Anos 70.

Em todo este período defendendo a camisa vascaína, o volante ocupa a 4ª colocação no ranking de jogadores que mais atuaram pelo clube com 511 jogos disputados segundo o site netvasco.com. No decorrer desta sua brilhante trajetória, participou de diversos momentos gloriosos: esteve no time campeão Carioca de 70, e posteriormente, conduziu o forte elenco do Vascão que conquistaria o Brasileirão de 74, ambos como capitão.

Ainda em 74, recebeu o Prêmio Belfort Duarte, que tinha como objetivo homenagear o atleta que ficasse dez anos sem ser expulso, tendo atuado em pelo menos 200 jogos fossem eles de nível nacional ou internacional.


Após pendurar as chuteiras, ainda retornou ao Vasco e conquistou outros três títulos nacionais 1989, 1997 e 2000 na função de auxiliar técnico. Com isso, se tornou o primeiro personagem a estar presente em todos os títulos brasileiros da equipe.

O trágico falecimento do ídolo aconteceu no dia 29 de agosto de 2009, quando tinha 64 anos de idade e morava no Leme. O ex-jogador teve falência múltipla dos órgãos. Alcir também vinha de uma longa batalha de oito anos contra um câncer de próstata.

A história de Géder no Vasco da Gama

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Geder atuando pelo Vasco

Antônio Géder Mota Camilo, mais conhecido Géder, foi durante sua carreira futebolística um zagueiro de atuações boas e discretas pela grande maioria dos clubes onde passou. Nascido em 23 de abril de 1978, o defensor teve uma carreira que terminou relativamente cedo para um jogador da sua posição, mas viveu bons momentos em sua trajetória futebolística. Boa parte dos grandes momentos vividos em sua carreira foi atuando pelo Vasco, clube pelo qual começou sua trajetória profissional.

Nascido em Recreio, no estado de Minas Gerais, Géder deu seus primeiros passos no futebol no tradicional Serrano, do Rio de Janeiro antes de ser observado pelos juniores do Vasco da Gama, clube que o trouxe ainda naquela categoria antes de alçar o zagueiro ao time profissional. Ele chega ao clube em 1996 e em 1997 faz sua estreia pelo Cruzmaltino, ainda que ali fosse apenas uma partida.

Géder começa a jogar mais regularmente em 1998, vindo do banco num time que tinha uma defesa formada pelos históricos Odvan e Mauro Galvão, dois dos maiores nomes da história cruzmaltina na posição. Na conquista da Libertadores vive inclusive o seu primeiro grande momento pelo clube, quando faz boa partida diante do Grêmio, na fase de grupos e marca o gol da vitória vascaína no 1 a 0 sobre o Tricolor em São Januário, seu primeiro pelo Vasco. Também faz parte do elenco campeão carioca.

Atua em mais jogos durante o ano de 1999, seguindo como um reserva que atuava com certa constância na equipe. Faz parte do elenco campeão do Torneio-Rio São Paulo em cima do Santos, ainda que sem atuar na competição e também da equipe que conquista a Taça Rio. Acaba entrando em campo em 28 jogos naquele ano, sem marcar nenhum gol, seguindo na reserva dos históricos Odvan e Mauro Galvão, que pouco espaço davam a qualquer concorrente.

Em 2000, mais uma vez é parte do elenco campeão da Mercosul e do Brasileirão, atuando em apenas onze jogos naquele ano, que ocorreram todos no segundo semestre. Com isso, acaba inclusive atuando na equipe que é campeã do Brasileirão e da Mercosul, ainda que novamente principalmente como reserva. A partir de 2001, passaria a atuar mais constantemente no time titular.


Seus dois últimos anos no Vasco são de mais atuações, mas as glórias já passam a escapar mais de São Januário. Era parte do elenco que sofreu a traumática derrota para o Flamengo na final do Campeonato Carioca, com o gol de falta histórico de Petkovic no finalzinho. Era titular na campanha do Brasileirão de 2001, onde o Cruzmaltino não vai ao mata-mata. Segue no clube em 2002, também sendo titular na maioria dos jogos, em outro ano onde o alvinegro não consegue muita coisa, inclusive ficando a precisos seis pontos da zona de rebaixamento e da zona de classificação ao mesmo tempo no Brasileirão.

Encerra sua passagem pelo Vasco em 2003, quando é negociado com o Saturn, modesto clube do futebol russo. No total, em seus cinco anos pelo clube, esteve em campo em 156 partidas, marcando um total de quatro gols. Pendurou a chuteira em 2012, no Olaria. 

A história de Mazinho com o Vasco

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Mazinho atuando no Vasco

Um dos grandes nomes da volância e também da lateral direita do futebol brasileiro nos anos 1980 e 1990, o paraibano Mazinho, que completa seus 58 anos neste dia 8 de abril, teve uma carreira com diversas grandes passagens e histórias pelos clubes onde jogou, sendo inclusive pai dos ótimos Rafinha e Thiago Alcântara, que nasceram quando ele jogava na Espanha. Antes do sucesso em terras europeias, porém, ele viveu grandes momentos atuando pelo Vasco da Gama.

Chegou ao Cruzmaltino ainda nas categorias de base, depois de passar alguns anos no modesto Santa Cruz, do seu estado. Ficou pouco tempo nas canteiras de formação do Vasco antes de estrear no profissioanl, fato que viria a ocorrer ainda em 1985. Desde o início mostrava um bom futebol e não demorou muito para começar a conquistar seu espaço dentro de São Januário. 

Por lá, ele subiu numa geração de grandes nomes vascaínos, como Romário, Mário Tilico e Lira. Na época, atuava como lateral direito. Estreou em novembro de 1985 e em dezembro já havia marcado seu primeiro gol, em um amistoso diante do Nova Venécia. As poucas atuações em 1985 foram suficientes para garantir que fosse titular absoluto do time a partir do ano seguinte, função onde permaneceria durante praticamente toda a sua passagem.


Em 1987, foi um dos destaques do time em seu primeiro título com a camisa do Vasco, ajudando a equipe a conquistar o Campeonato Carioca daquele ano, repetindo a dose em 1988. Sua maior conquista com o Vasco, porém, viria em 1989, quando foi um dos destaques do título do Brasileirão, conquistado em cima do São Paulo em uma final dentro do Morumbi. Ganhou a Bola de Prata da revista placar em 1987, 1988 e 1989.

Encerrou sua passagem no Vasco em 1990, quando acabou negociado com o modesto Lecce, que na época era parte da badalada Série A italiana. No total, em cinco anos pelo Vasco, atuou em 232 partidas, marcando 17 gols, segundo números da Wikipedia. 

A curta trajetória de Dener pelo Vasco da Gama

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Dener atuou no Vascão em 1994

Dener Augusto de Sousa, ex-meio campista popularmente conhecido apenas como Dener, completaria 53 anos de idade nesta terça-feira, dia 2 de abril de 2024, caso ainda estivesse vivo. Pouco antes de falecer, o jovem atleta chegou a defender o Vasco da Gama por um curto período no começo da década de 90.

Cria das categorias de base da Portuguesa, o meia chegou ao Crumaltino em 1994, pouco depois de ser emprestado ao Grêmio no ano anterior. o Seu início no clube carioca foi promissor, já que com suas grandes atuações, ajudou a equipe de São Januário a conquistar a Taça Guanabara.

No decorrer de sua passagem, Dener ainda participou de uma excursão que o Gigante da Colina pela Argentina. Em campo, jogou tão bem no amistoso disputado contra o Newell's Old Boys, que foi elogiado por ninguém menos do que Maradona. O craque, inclusive, fez de tudo para cumprimentar o brasileiro logo após o apito final

Suas excelentes atuações com a camisa vascaína fizeram com que o meia se tornasse um verdadeiro xodó da torcida. para homenageá-lo, criaram o nada modesto grito dizendo que "Dener era a mistura do Garrincha com o Pelé".

No dia 17 de abril de 94, o jovem disputou a sua última partida pelo Vascão: o empate em 1 a 1 com o Fluminense, pelo quadrangular final do Campeonato Carioca. Naquele jogo, Dener acabou sendo expulso e voltou de carro para São Paulo em meio a sua folga.

O meio campista veio a falecer dois dias depois, e com isso, acabou perdendo a comemoração do tricampeonato carioca.


No contrato feito entre a Portuguesa e Vasco havia uma cláusula que obrigava a cessionária 'a fazer um seguro de vida e acidentes pessoais ao atleta, que deveria dar cobertura até o término do empréstimo por um valor total de US$ 3 milhões'. 

Entretanto, o clube carioca não cumpriu o acordo, e deu início a uma briga que durou anos para a Lusa e a família do atleta receberem o dinheiro.

Dener se envolveu num acidente de trânsito em 19 de abril de 94, exatamente 17 dias depois de completar 23 anos de idade. Naquela época, o jogador estava próximo de acertar a sua transferência para o futebol alemão, onde atuaria no Stuttgart, junto de Dunga.

Odvan e suas passagens pelo Vasco da Gama

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Odvan, ex-zagueiro, teve duas passagens pelo Cruzmaltino

O ex-zagueiro Odvan Gomes Silva Nascimento, popularmente conhecido apenas como Odvan, completa 50 anos de vida nesta terça-feira, dia 26 de março de 2024. No decorrer de sua carreira como atleta, o defensor teve duas passagens pelo Vasco da Gama, onde fez muito sucesso e ajudou o clube de São Januário a conquistar vários títulos entre o fim da década de 90 e começo dos Anos 2000.

Na primeira delas, teve a oportunidade de formar dupla de zaga junto do já experiente Mauro Galvão. Pelo Cruzmaltino, Caveirão fez parte dos elencos campeões dos Campeonatos Brasileiros de 97 e 2000, do Carioca de 98, da Libertadores de 98, do Torneio Rio-São Paulo de 99 e da Copa Mercosul de 2000.

Seu grande desempenho com a camisa do Gigante da Colina o levou a ser convocado para defender a Seleção Brasileira, treinada por ninguém menos do que Vanderlei Luxemburgo, entre 97 e 98. Neste período jogando pela Amarelinha, disputou 12 jogos.


A sua segunda e última trajetória pelo Vascão aconteceu em 2008, depois de rodar por vários clubes do Brasil e duas agremiações do exterior. Na ocasião, Odvan retornou à equipe carioca para atuar ao lado de Edmundo e Pedrinho, com quem venceu o Brasileirão de 97. A tarefa era salvar o time do rebaixamento, mas o clube carioca não conseguiu fazer uma boa campanha e acabou sofrendo o descenso para a Série B.

Pouco depois da queda, Odvan encerrou o seu vínculo com o time do Rio de Janeiro após 280 partidas disputadas e 13 gols marcados pelo clube ao longo das duas passagens.

Em São Januário, Água Santa é eliminado da Copa do Brasil nos pênaltis pelo Vasco

Foto: Alan Araújo / @a5_fotografia

Empate em 3 a 3 no tempo normal

Uma noite de quinta-feira, dia 7, de muito nervosismo em São Januário, no Rio de Janeiro. Gols, viradas, expulsões e pênaltis. E assim, depois de um empate em 3 a 3 no tempo normal, o Água Santa, que chegou a sentir o cheiro da classificação no tempo normal, perdeu para o Vasco da Gama, por 4 a 1 nas penalidades, e foi eliminado da Copa do Brasil.

Ainda na luta pela classificação no Paulistão, o Netuno vinha de derrota para o São Bernardo FC, no Primeiro de Maio, por 2 a 0. Já o Vasco vinha de goleada sobre a Lusa Carioca no estadual, jogando em seus domínios. Na Copa do Brasil, o Água Santa havia eliminado a Jacupiense, com uma vitória por 2 a 1, enquanto o Vasco eliminou o Marcílio Dias, vencendo por 3 a 1, fora de casa. 

O Vasco iniciou o primeiro tempo  com tudo. Rapidamente, o time encontrou os espaços na defesa do Água Santa e não demorou para abrir o marcador. Galdames abriu o placar logo aos três minutos, aproveitando a sobra de um chute de Payet.

A pressão continuou intensa, pois o Água Santa pouco ameaçou. Aos 15', depois de uma bela troca de passes, Vegetti aumentou de cabeça, em cruzamento de Paulo Henrique. Payet comandou ainda outros bons ataques que poderiam ter aumentado o placar.

O Água Santa só levou perigo na reta final do primeiro tempo. Artur, Júnior Todinho e Robles tiveram boas chances, acertando inclusive a trave, mas Neilton foi mais preciso e conseguiu diminuir a vantagem do Vasco no último lance do primeiro tempo.

Na segunda etapa, o Netuno cresceu e chegou ao empate aos 13 minutos. Luan Dias cobrou falta, Robles ganhou de Medel e fez, de cabeça, o segundo gol do Água Santa, empatando o jogo. Depois do gol do time visitante, o jogo ficou truncado.

Mas, quem acabou marcando foi o Água Santa. Aos 42 minutos, Ronald recebeu pelo meio, se livrou de Piton e tocou para Luan Dias conduzir a bola e tocar por cima de Léo Jardim para virar o jogo: 3 a 2 para o Netuno.


Mas o Vasco acordou e empatou novamente aos 47 minutos. Payet cobrou falta jogando a bola na área, Piton cabeceou para baixo e empatou novamente o jogo. Após o gol, confusão entre jogadores das duas  equipes. Com o resultado de 3 a 3, a vaga para a terceira fase da Copa do Brasil foi para as penalidades.

Nas penalidades, o Água Santa teve Robles e Bruno Mezenga perdendo, com Alex conferindo. Já o Vasco marcou com Payet, Piton, Sforza e Verreti, venceu por 4 a 1 e conseguiu a classificação para a terceira fase do certame.

Agora, o Netuno volta a campo no domingo, às 16 horas, quando recebe o Corinthians, no Primeiro de Maio, em São Bernardo do Campo. Já o Vasco joga também no domingo, mas às 18h30, quando enfrenta o Nova Iguaçu, no Maracanã, pelas semifinais do Campeonato Carioca. Na Copa do Brasil, o Vasco agora aguardará sorteio para conhecer seu adversário na próxima fase.

15 anos sem Friaça

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Friaça faleceu no dia 12 de janeiro de 2009

Nesta sexta-feira, dia 12 de janeiro de 2023, se completam 15 anos da morte do ex-atacante Albino Friaça Cardoso, que enquanto jogador, fez história vestindo a camisa do Vasco da Gama entre as décadas de 40 e 50. Além de estar presente em conquistas marcantes do Cruzmaltino ao longo de sua carreira, o avançado também chegou a defender as cores da Seleção Brasileira.

Desde o início de sua trajetória no futebol, Friaça foi um centroavante que tinha velocidade, pontaria e potência nas finalizações, além de também ser versátil e cumprir qualquer função na linha ofensiva. Por conta de tudo isso, acabou se tornando um dos maiores artilheiros do Vascão, clube onde colecionou três em um período de onze anos, fez mais de cem gols e em quase duzentas partidas disputadas pela equipe de São Januário.

A primeira vez que o jovem Friaça deixou o Rio de Janeiro foi na década de 30, quando rumou à Carangola (MG), para estudas. Foi defendendo o Ipiranga num amistoso do Município diante do Vasco em 43, que ele chamou a atenção do Gigante da Colina e no fim acabou sendo contratado pelo treinador Ondino Vieira. 

Nas suas primeiras temporadas, Friaça jogou mais pelo Expressinho, apelido dado ao time misto do Vasco, que jogava amistosos por todo o território nacional, além de disputar e conquistar campeonatos como o Torneio Relâmpago e Torneio Municipal. Até porque, em 47, o atacante ganhou a titularidade no 'Expresso da Vitória', revezando com Dimas, que também era jovem e considerado muito promissor, já que também vinha se destacando. Assim, foi um dos grandes destaques na conquistas do Torneio Municipal de 46 e 47, do Torneio Relâmpago de 46, do Campeonato Carioca de 47 e do Campeonato Sul-Americano de Clubes de 48 - os dois últimos como invicto.

Em 49, Friaça se transferiu para o São Paulo. Logo que chegou, foi campeão paulista e artilheiro do campeonato. Depois de jogar na Ponte Preta em 50, voltou ao Vasco no ano seguinte e foi mais uma vez campeão carioca. Sua terceira e última passagem pelo Vascão ocorreu após um breve período emprestado ao Guarani.

Autor do único gol do Brasil no fatídico Maracanaço no Mundial 50, Friaça explorou sua velocidade e força nos chutes. Depois de se aposentar, o ex-atacante ainda foi dono de uma loja de materiais de construção, mas quem administrava eram seus filhos. 


Mesmo se mostrando uma pessoa de constante bom humor, ficou completamente debilitado por conta da morte de um de seus filhos, que acabou se envolvendo num acidente de asa delta durante a metade dos Anos 90. 

Após esse trágico momento, não se privou de fumar cigarro e consumir bebidas, itens que acabaram comprometendo o seu quadro de saúde. Enfim, no dia 12 de janeiro de 2009, Friaça acabou tendo uma falência multipla dos órgãos no Hospital São José do Avaí, em Itaperuna (RJ), onde e veio a falecer após uma internação que durou 45 dias.

Luís Carlos Winck e sua passagem pelo Vasco

Por Ricardo Pilotto
Foto: Juha Tamminen

Winck teve duas passagens como jogador no Vasco

Luís Carlos Coelho Winck, ex-lateral direito que atualmente trabalha como treinador, comemora o seu 60º aniversário nesta sexta-feira, dia 5 de janeiro de 2024. No decorrer de sua carreira profissional, o defensor teve duas passagens pelo Vasco da Gama durante o fim dos Anos 80 e o começo da década de 90.

A primeira delas aconteceu entre 1989 e 1990, vindo do Internacional, clube onde jogou nas categorias de base e atuou por oito anos no time principal. Seu início no Cruzmaltino foi muito bom e chegou até a ser cotado para disputar a Copa do Mundo de 90, mas acabou sofrendo uma grave fratura que o tirou do torneio.

Recuperado, retornou ao Colorado em 91, e no ano seguinte, voltou ao Gigante da Colina, onde brilhou durante a sua segunda passagem. Nela, pôde contribuir bastante para que o time carioca tivesse sucesso ao conquistar títulos.

De acordo com o site ogol.com, disputou 111 partidas pelo Vascão, somando as duas trajetórias pela equipe. Além disso, com o manto vascaíno, venceu um Campeonato Brasileiro (1989), um Campeonato Carioca (1992), um Troféu Ramón de Carranza (1989), duas Taças Guanabara (1990 e 1992), Taça Rio (1992) e uma Copa Rio Estadual (1992).


Após deixar o Vasco da Gama, ainda rodou por grandes clubes do futebol brasileiro como Grêmio, Corinthians, Atlético Mineiro, Botafogo e Flamengo. Para encerrar a carreira profissional, retornou ao Rio Grande do Sul e pendurou as chuteiras em 1996, após defender o São José-RS.

Joel Santana e sua passagem como jogador do Vasco

Por Felipe Roque
Foto: arquivo

Joel Santana marcando Pelé quando defendia o Vasco

Joel Natalino Santana, conhecido no mundo do futebol simplesmente como Joel Santana, é uma figura icônica que deixou sua marca tanto como jogador quanto como treinador no futebol brasileiro e completa hoje 75 anos. 

Como jogador do Vasco da Gama, Joel Santana viveu momentos emocionantes e contribuiu para a rica história do clube. Sua trajetória no Vasco se deu durante os anos 60 e início dos anos 70, período em que o clube carioca consolidava sua reputação como um dos gigantes do futebol brasileiro.

Joel atuava como lateral-direito, demonstrando grande habilidade técnica e inteligência tática em campo. Sua dedicação e comprometimento com a equipe o transformaram em um jogador respeitado pelos companheiros de time e admirado pelos torcedores vascaínos.

Ao vestir a camisa cruzmaltina, Joel Santana conquistou oito títulos, sendo o Brasileirão de 1974 o mais importante deles. Sua presença em campo era marcada pela raça e determinação, características que mais tarde seriam refletidas em sua carreira como treinador.

Apesar de sua sólida contribuição como jogador, Joel Santana encontraria seu verdadeiro chamado no mundo do futebol quando decidiu se dedicar à carreira de treinador. Seu estilo descontraído, expressões características e vasta experiência fizeram dele uma figura única e respeitada no cenário esportivo brasileiro.

Como treinador, dirigiu o Vasco em 10 títulos, sendo campeão do Brasileirão também como treinador, feito que poucos conseguiram. As conquistas de Joel Santana dirigindo o Cruzmaltino foram: Brasileiro e Copa Mercosul em 2000, Carioca de 92 e 93, Copa Rio em 92, Copa Ouro (EUA), Copa TAP, tricampeão da Taça Rio, bicampeão da Taça Guanabara, Campeonato de Capital e Torneio Juiz de Fora.


Ao relembrar a passagem de Joel Santana pelo Vasco como jogador, os torcedores não apenas celebram as vitórias e conquistas, mas também agradecem por terem testemunhado a trajetória de um verdadeiro ícone do futebol brasileiro, cujo legado perdura no coração dos apaixonados pelo esporte, que representou o Vasco dentro e fora das quatro linhas.

Vasco da Gama e o título brasileiro de 1997

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Edmundo foi o principal jogador do Vasco no Brasileirão de 97

Há exatos 23 anos atrás, o Vasco da Gama conquistava o seu terceiro brasileiro dentro do estádio do Maracanã. O Cruzmaltino havia feito uma primeira fase impecável, ficando na liderança com 54 pontos somados, depois de desafiar os 26 clubes que disputaram o campeonato.

O Gigante da Colina, que tinha um ataque muito forte, não teve muitos problemas para se classificar ao mata-mata. Na segunda fase, o Vascão garantiu a sua vaga para a final junto ao Palmeiras, que foi o líder do Grupo B, com uma goleada por 4 a 1 sobre o Flamengo.

A grande decisão daquele Brasileirão ficou marcada por dois jogos equilibrados que acabaram empatadas. Entretanto, quem levou a melhor foi o clube carioca, que jogava por resultados iguais para se sagrar campeão. A partida de ida foi realizada no dia 14 de dezembro, no Morumbi, com cerca de 55 mil alviverdes presentes nas arquibancadas.

O fato curioso deste jogo foi que Edmundo, o grande nome do Vasco na época e que viria a ser artilheiro com 29 gols no campeonato, levou o terceiro amarelo e foi persuadido por Eurico Miranda a ser expulso. Pouco antes do último duelo, o time Cruzmaltino entrou com efeito suspensivo e o atacante pôde disputar a segunda metade do confronto de 180 minutos.


Na volta, realizada em 21 de dezembro, o Maracanã contou com quase 97 mil torcedores, sendo 89 mil pagantes e a maioria era vascaína. No fim da campanha, quem teve o privilégio de ficar com o título brasileiro daquele ano foi a equipe de São Januário.

O Vasco da Gama campeão brasileiro de 1989

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

O Cruzamaltino venceu o Brasileirão de 89

Neste dia 16 de dezembro de 2023, se completam 34 anos que o Vasco da Gama conquistou o Brasileirão de 1989. Naquele ano, o Gigante da Colina chegou ao seu segundo troféu da competição mais importante do futebol diante do São Paulo, em pleno estádio do Morumbi.

Naquela época, o Campeonato Brasileiro era disputado em um formato completamente diferente do qual conhecemos hoje. Ele era dividido por fases da seguinte maneira:

Na primeira, 22 equipes foram divididas em dois grupos com onze, e todas se digladiavam num único turno dentro da mesma chave. Os oito primeiros de cada grupo avançavam a fase seguinte, enquanto os três últimos de cada chave participavam de um Torneio de Rebaixamento.

Com seis clubes a menos, a segunda fase contava com 16 agremiações, que acabaram sendo divididas em dois grupos de oito e tinham de medir forças com os times que compunham na outra chave. Além disso, os pontos eram agregados aos que cada equipe somava fase anterior. Chagavam a final, os dois líderes de cada grupo.

Naquele ano, a decisão foi realizada no dia 16 de dezembro e colocou dois gigantes do futebol brasileiro frente a frente: o Vasco da Gama e o São Paulo. O Gigante da Colina, que fez a melhor campanha geral, tinha a vantagem na final. O clube carioca, que poderia conquistar o título com dois empates ou apenas uma vitória, também teve o direito de escolher aonde seria a partida. Para evitar que a competição em um único confronto, o time carioca optou por jogar a ida na casa do Tricolor: o Morumbi.



O Cruzmaltino não encarou a escolha como um menosprezo ao bom time são paulino, mas sim como algo estratégico. Isso porque, na época, os dirigentes vascaínos, principalmente Eurico Miranda, pensavam que se o Vasco vencesse o jogo, garantiria o campeonato. Caso contrário, se o Vascão não ganhasse a partida, teria chances de não só reverter a eventual desvantagem no Maracanã, mas também teria uma belíssima renda.

No fim, acabou não sendo necessário o jogo na Cidade Maravilhosa. Quem marcou o gol do título do Vasco da Gama foi Sorato, que aproveitou um cruzamento na medida do lateral direito Luiz Carlos Winck, ex-jogador do Internacional.

O meia Válber e sua passagem pelo Vasco da Gama em 1996

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Válber teve boa trajetória pelo Vascão em 96

O ex-meia atacante Válber da Silva Costa, conhecido apenas como Válber, está comemorando o seu 52º ano de vida nesta quarta-feira, dia 6 de dezembro de 2023. Ao longo de sua carreira como profissional, o atleta teve uma rápida, mas boa passagem pelo Vasco da Gama no ano de 1996.

Antes de chegar à São Januário, o maranhense já colecionava trajetórias em clubes como Santa Cruz, Mogi Mirim - onde iniciou uma belíssima parceria com Rivaldo, que continuaria em outros clubes, e o Corinthians. Do Coringão foi para o Japão, para defender as cores do Yokohama Flügels. Entretanto, sem muito espaço no clube nipônico, foi emprestado à times como Palmeiras e Internacional em 95.

No Vascão, teve a oportunidade de jogar junto de Juninho Pernambucano. Seu começo de trajetória foi empolgante, inclusive, marcou gol logo no seu primeiro jogo. Porém, a fase que o clube carioca vivia acabou não colaborando com o seu desempenho e isso acabou culminando com sua saída do Cruzmaltino após 48 jogos e 15 gols marcados


Com o fim de sua passagem pelo time carioca, retornou de empréstimo ao Flügels em 97, pouco antes da equipe passar a se chamar Yokohama Marinos. Na sequência de sua carreira, Válber voltou a Brasil e jogou no Atlético-PR, no Mogi Mirim até se aposentar em 2004, quando atuava no Santa Cruz.

Léo Moura e sua curta passagem pelo Vasco da Gama

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Léo Moura teve uma rápida passagem pelo Vascão em 2002

O ex-lateral direito Leonardo da Silva Moura, popularmente conhecido apenas como Léo Moura, completa 45 anos de idade nesta segunda-feira, dia 23 de outubro de 2023. Antes de fazer sucesso na sua longeva trajetória de 10 anos jogando no Flamengo, o defensor teve uma rápida passagem pelo Vasco da Gama durante o ano de 2002.

Essa sua curta história no Cruzmalmaltino veio acontecer depois que o atleta surpreendeu todos ao optar por não renovar o seu contrato com o Botafogo, clube onde jogou as categorias de base de 97 a 98 e retornou como profissional em 2001, vindo do ADO Den Haag, da Holanda.

Além de ter um ótimo desempenho pelo Gigante da Colina, conseguiu criar um ótimo entrosamento com Romário e Euller, que formavam a dupla de ataque vascaína na época. Entretanto, no decorrer da mesma temporada, o defensor recebeu uma proposta do Palmeiras e deixou o clube ainda em 2002 para assinar com a equipe paulista.

Segundo o site ogol.com, o lateral disputou um total de 30 partidas com a camisa Cruzmaltina e marcou seis gols. Este curto período jogando no clube de São Januário culminou para que o jogador carioca não conquistasse nenhum título pelo Vascão.


Depois de defender o Verdão, Léo Moura ainda jogou em equipes como São Paulo, Fluminense, Braga, Flamengo, Fort Lauderdale Strikers, Goa, Metropolitano, Santa Cruz e Grêmio. Anunciou a sua aposentadoria em 2020, quando atuava no Botafogo da Paraíba.

A história de Pai Santana com o Vasco

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Pai Santana num ritual famoso pré jogo no Cruzmaltino

No futebol os olhares dos torcedores, da mídia e de grande parte do público estão sempre voltados as figuras centrais do jogo: jogadores, principalmente, mas também treinadores, dirigentes e empresários são figuras mais conhecidas quando se fala no esporte bretão, assim como alguns jornalistas (como por exemplo o repórter Fabrízio Romano). Outras figuras centrais ao jogo, tão importante para o clube quantos os atletas, por vezes ficam no anonimato, mas às vezes também consegue virar personagens do ludopédio, como é o caso de Eduardo "Pai" Santana, massagista com uma hstória enorme ligada ao Vasco.

Pai Santana foi na sua juventude um promissor pugilista que prometia conseguir lutar nos mais conhecidos circuitos do seu esporte, mas acabou não conseguindo, numa era muito mais complicada, transformar seu talento em ganha pão. Acabou estudando e virando massagista e, apesar de passagens por clubes como Fluminense e até pela Seleção Brasileira, se tornou figura conhecida e até ídolo da torcida vascaína. 

Todo o carinho da nação cruzmaltina veio ao longo das várias décadas em que Santana esteve servindo o clube. Fortemente ligado a Umbanda, matriz religiosa de cunho africano, Santana dirigia ritos dentro dos cultos e por isso era chamado de Pai. O apelido, porém, fez até certo jus com alguns jogadores, já que ele também chegou a ser figura paterna para sujeitos como Edmundo e até para Dinamite. O massagista fazia de tudo para recuperar os jogadores o mais rápido possível.

As funções, porém, que o levaram a ter o carinho da torcida cruzmaltina, tinham a ver com o folclore e com o sentimento que possuía pelo clube. Antes dos jogos, Santana era anunciado após os jogadores na escalação e entrava em campo com um fraque e uma bandeira vascaína, a colocando no gramado e beijando, num ritual que fez com que os torcedores ao longo dos anos cantassem seu nome e que virasse até bandeira da Força Jovem, maior organizada do Cruzmaltino. 


Santana inclusive criou uma mística ligada a sua religiosidade, já que fazia trabalhos para que jogadores adversários não fossem bem diante do Vasco, com o objetivo de que o Cruzmaltino vencesse, inclusive tendo feito alguns contra Pelé e Zico. Sua figura foi tão mística com o Vasco que virou inclusive parte do enredo da Imperatriz Leopoldinense que homenageou o clube no Carnaval de 2000. 

Santana trabalhou no Vasco até meados de 2006 e pouco depois de deixar o clube teve um AVC que o deixou muito mal. Faleceu em 2011, deixando órfã uma enorme torcida e virando uma figura mística do Vasco, com direito a seção na parte de ídolos do site e lembranças até os dias atuais. Seu filho, por exemplo, chegou a repetir o gesto de beijar a bandeira no gramado que o pai fazia em 2021.   

A passagem de Jair Pereira pelo Vasco

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Jair Pereira foi jogador e treinador do Vasco

Jair Pereira da Silva, ex-jogador carioca e atual Coordenador Técnico do Operário de Ponta Grossa, está completando o seu 77º ano de vida nesta segunda-feira, dia 29 de maio de 2023. No decorrer de sua carreira, o meia defendeu as cores do Vasco nos Anos 70, como jogador, e também em nos anos 90, na função de treinador.

Esta trajetória do jogador pelo Gigante da Colina aconteceu entre 1994 e 1997, depois de ser revelado no Madureira, onde também se profissionalizou, e também passar por Flamengo, Bonsucesso, Olaria e Santa Cruz. Voltou à sua terra natal para viver as suas últimas temporadas como atleta.

Segundo o site ogol.com, o meia disputou 29 partidas e balançou as redes adversárias em cinco ocasiões. Neste período em que esteve dentro das quatro linhas com o uniforme vascaíno, venceu o Campeonato Brasileiro de 74 e o Campeonato Carioca de 77.


Na sequência de sua carreira, Jair Pereira ainda vestiu a camisa do Bangu até 88, ano no qual se aposentou. Algum tempo depois, voltou para o Vascão em 1994 e 1995, mas como técnico. À beira do campo, o seu título mais expressivo à beira do campo pelo Cruzmaltino foi o Campeonato Carioca na sua primeira passagem.
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