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Após levar 8 do Flamengo, Vitória anuncia a saída do treinador Fábio Carille

Foto: Victor Ferreira/ECV

Carille dirigiu o Vitória por nove jogos

Após a humilhante derrota por 8 a 0 para o Flamengo nesta segunda-feira, dia 25, pela 21ª rodada do Brasileirão, no Maracanã, o Vitória demitiu o técnico Fábio Carille. Curiosamente, a decisão da diretoria dos baianos já estava tomada após o apito final. No entanto ela manteve a participação do treinador na entrevista coletiva pós-jogo. Contudo, Carille estava visivelmente desanimado e dando sinais de que sabia que não continuaria no cargo.

"O que o presidente Fábio Mota decidir, eu respeito. É um cara muito sincero e verdadeiro. O que ele decidir, está decidido", disse Carille, pouco antes de ser desligado oficialmente. Em seu lugar assume interinamente o comandante do Sub-20, Rodrigo Chagas.

Fábio Carille no Vitória - Essa é a segunda demissão de Carille no Brasileirão 2025. Há cerca de três meses, ele havia caído no comando do Vasco, após uma derrota para o Cruzeiro. O Vitória o anunciou em 9 de julho, como substituto de Thiago Carpini, que não conseguiu bons resultados nem mesmo com o período de paralisação da competição por causa do Mundial.


Em pouco menos de dois meses à frente do Rubro-Negro baiano, Carille comandou a equipe em nove partidas, com apenas uma vitória, quatro empates e três derrotas. Embora,o time momentaneamente saíra da zona de rebaixamento, os tropeços nas rodadas passadas recolocaram o time no Z4.

E a goleada histórica sofrida no Maracanã piorou a situaçãona tabela. Esta foi a pior derrota da história do Vitória nos Campeonatos Brasileiros — e também a maior goleada da era dos pontos corridos. E a pior da carreira de Carille,agora ex-Vitória e duplamente demitido neste brasileiro.

Carille pede sabedoria para Santos reagir na Série B e se vê na berlinda

Com informações da Agência Estado
Foto: Raul Baretta / Santos FC

Carille balança no cargo do Santos

Fora da zona de acesso, com quatro derrotas seguidas e em queda livre na classificação. A situação do Santos na Série B é complicada, a torcida pressiona o elenco e Fábio Carille parece cada vez mais na berlinda. O treinador assume que a equipe não vem respondendo em campo, admite que os desfalques estão fazendo muita falta e pede sabedoria por reação e também pela manutenção do cargo.

Nesta sexta-feira, após o revés de 1 a 0 em Ponta Grossa, diante do Operário, o técnico achou o resultado injusto pela pressão nos minutos finais. Revelou, ainda, que a tendência é a equipe voltar a jogar bem com Furch, Pedrinho e Guilherme, recuperados de lesão, ganhando ritmo. Na quarta-feira, o Santos recebe o Goiás.

“Futebol é resultado, sabemos disso. Tenho uma diretoria próxima e que acompanha tudo que faço, o que se passa e isso importante, mas futebol é resultado e não tem outro caminho”, admitiu Carille, ao ser questionado se vê seu cargo ameaçado. “Mas hoje o time também merecia sorte melhor pelo final do jogo, pelo segundo tempo. Brazão não trabalhou e a gente estava jogando, errando, mas tentando”, explicou.

“O trabalho segue a mesma linha, mas perdemos jogadores que a gente sabe que é muito importante no setor ofensivo. Hoje trouxemos jogadores que nem eram para estar aqui pelo tempo ausente, casos de Pedrinho, Furch e Guilherme. Vieram pela necessidade do resultado”, afirmou Carille. “Tomamos um gol, de bola parada, que sabemos que define. Até conseguimos desviar, depois não sei o que aconteceu, não tive visão legal. Nos perdemos no primeiro tempo, não sei se bateu nervosismo”, lamentou.

E explicou o que faltou. “A gente poderia ter trocado passe com mais qualidade e não conseguiu. No segundo tempo fomos para o abafa, a bola passou muito na área do adversário, com Gil, Furch, Serginho, Joaquim acertou na trave… Mas, infelizmente, o time não conseguiu o gol para sair com um pontinho daqui.”


Nada de achar que tudo foi errado, porém. O técnico até gostou da apresentação após as mudanças na segunda etapa. “O time lutou e isso não se pode reclamar. Tentamos o empate, se a gente faz um gol poderia até brigar pela vitória. Agora é ter sabedoria, mostrar o que já fez de bom para ganhar confiança e dentro de casa reverter essa situação.”

Na visão de Carille, o Santos completo retomará o padrão das rodadas iniciais, quando ganhou bem e liderou a Série B. “Perdemos alguns jogadores importantes, contra Amazonas (derrota por 1 a 0) a equipe não teve o Gil, depois ficamos sem Guilherme, Furch e Pedrinho. O João (Schmidt) também ficou alguns jogos fora. É momento de ter sabedoria, saber o que já fez e o que pode e passar confiança para entrar em campo e fazer o melhor.”

Santos anuncia a contratação do técnico Fábio Carille

Com informações do GE.com
Foto: divulgação

Fábio Carille e Marcelo Teixeira

O Santos anunciou nesta terça-feira a contratação do técnico Fábio Carille. Através de uma rede social, o presidente eleito Marcelo Teixeira confirmou a chegada do treinador. "Demos início à reconstrução do Santos: Fábio Carille será nosso comandante no caminho de volta às conquistas e dias de alegria, a partir do começo de 2024".

"Em sua segunda passagem pelo Santos e com um ótimo histórico, Carille chega com a função de rever e redefinir o elenco dentro das novas normas e diretrizes que estamos implantando. O Santos grande de novo", disse Teixeira.

Aos 50 anos, o treinador, que estava no V-Varen Nagasaki, do Japão, desde 2022, volta ao Peixe para a sua segunda passagem pelo clube: ele dirigiu a equipe da Vila Belmiro de setembro de 2021 a fevereiro de 2022. No fim da manhã, Carille esteve no CT Rei Pelé, onde se reuniu com a diretoria santista. Ele assinou contrato que será válido por uma temporada, com a opção de renovação por mais um ano.

Rebaixado para a Série B do Campeonato Brasileiro, enxugando a folha salarial, reformulando o elenco e em grave crise financeira, o Peixe não tem dinheiro em caixa neste momento. Carille é visto com o perfil ideal para esse processo de reformulação.


Ao longo da temporada 2023, o Santos teve quatro treinadores: Odair Hellmann, Paulo Turra, Diego Aguirre e o interino Marcelo Fernandes.

Odair Hellmann foi o único que conseguiu trabalhar por um semestre inteiro no Peixe. Desde a saída de Jorge Sampaoli, que conduziu o Santos ao vice-campeonato do Brasileirão de 2019, o clube não tem conseguido regularidade com um treinador.

A passagem de Fábio Carille como jogador do XV de Jaú

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Carille jogando no XV de Jaú

Hoje um conceituado treinador, com conquista de título brasileiro no Corinthians e procurado recentemente pelo desesperado Santos, que ajudou a salvar do descenso em 2021, Fábio Carille é um dos nomes mais promissores entre os técnicos brasileiros, com uma carreira ainda muito inicial e já curiosamente laureada. Antes de ser treinador, Carille, que está completando seus 50 anos neste dia 26, atuou como defensor, tendo uma passagem pelo XV de Jaú no início de carreira.

O Galo verde e amarelo foi o segundo clube da trajetória profissional de Carille. Natural da capital paulista, ele fez a base no Sertãozinho e se tornou profissional no próprio Touro, ainda muito jovem, no ano de 1990. Em 1993 acabou contratado para os times juvenis do Galo da Comarca, quando ainda era um jogador de pouca experiência no futebol. 

Carille acabou naquele primeiro momento rodando por empréstimos, algo muito comum a jogadores jovens. Passou de maneira discreta pela Lusa em 1994, depois de atuar pelo XV de Jaú na Série A2 daquele ano em algumas poucas partidas. Retornaria ao time verde e amarelo no ano seguinte, quando seria parte importante de um dos times que marcou a história do Galo da Comarca na Série A2 do Campeonato Paulista.


Em 1995, foi titular do ótimo time do Galo comandado pelo argentino José Poy, que terminou com o vice-campeonato da A2 e levou o clube de volta a primeira divisão do futebol paulista. Regular e vivendo um ótimo momento fisicamente, o jovem Fábio jogou na época 42 dos 44 possíveis jogos naquela campanha do Paulistão da A2, sendo posteriormente emprestado ao Corinthians para a sequência da temporada.

Em 1996, encerrou sua passagem pelo XV, sendo negociado então com o Iraty, passando então a rodar por vários clubes nos anos seguintes. Carille pendurou as chuteiras em 2007, no Grêmio Barueri e dez anos depois pintou em seu primeiro grande trabalho na área técnica, comandando o Corinthians, após passar anos como auxiliar na comissão técnica fixa do clube. 

Fábio Carille não é mais treinador do Santos

Com informações do GE.com
Foto: Ivan Storti / Santos FC

Fábio Carille deixa o Santos

Fábio Carille não é mais técnico do Santos. Em reunião nesta sexta-feira, a diretoria do Peixe, junto do Comitê de Gestão do clube, decidiu, em comum acordo com Carille, encerrar o vínculo por conta do começo ruim de temporada. Na quinta-feira, o Santos perdeu do Mirassol por 3 a 2, fora de casa, pela sétima rodada do Campeonato Paulista.

No estadual, o Santos aparece na segunda colocação do Grupo D com nove pontos, quatro a menos do que o líder Red Bull Bragantino. São duas vitórias, três empates e duas derrotas em sete partidas.

Mais ainda do que os resultados, o que incomodou a direção do Peixe foi a falta de evolução da equipe ao longo dos jogos. Como admitido pelo próprio Fábio Carille, o time oscila demais de um tempo para o outro. Diante do Mirassol, por exemplo, foi para o intervalo perdendo de 3 a 0.


Contratado pelo Santos em setembro do ano passado, para o lugar de Fernando Diniz, Carille ajudou o time na luta contra o rebaixamento no Campeonato Brasileiro e, por isso, ganhou um voto de confiança para esta temporada. Mas não conseguiu fazer o time engrenar até agora.

Ao todo, Carille comandou o Santos em 27 partidas, com nove vitórias, 10 empates e oito derrotas (45,6% dos pontos. Agora, a diretoria vai ao mercado em busca de um substituto.

Carille tem aproveitamento de rebaixado e repete Cuca de 2008 no Santos

Com informações do UOL
Foto: Ivan Storti / Santos FC

Carille tem apenas 25,5% de aproveitamento

Fábio Carille foi anunciado como técnico do Santos há 47 dias. Chegou com a missão de evitar o inédito rebaixamento do Peixe no Campeonato Brasileiro, mas os números apresentados até agora apontam que a situação está difícil. Em nove jogos no comando, sendo um deles pela Copa do Brasil, o treinador ganhou 25,5% dos pontos disputados. O aproveitamento só é superior ao de um time do Brasileirão: a Chapecoense.

Com apenas uma vitória, Carille ainda tem em seu retrospecto quatro empates e quatro derrotas. A última delas no sábado, dia 23, para o América Mineiro, em uma Vila Belmiro com cerca de 7 mil torcedores. O Peixe marcou apenas três gols e sofreu dez sob sua gestão.

O desempenho de Carille é parecido com o de Cuca nos primeiros nove jogos de sua passagem pelo Santos em 2008. Na época, ele assumiu o time de Vila Belmiro em um momento de reconstrução, convivendo com as proximidades da zona de rebaixamento, e só somou sete pontos no mesmo período. Melhorou o desempenho na sequência, mas não teve força e nem apoio para se manter no cargo, sendo demitido cinco partidas depois.

É difícil encontrar um técnico que teve no Santos aproveitamento pior que o de Carille neste início de passagem no clube. O próprio Cuca, em 2008, foi demitido com 31% dos pontos conquistados. Neste século, o pior de todos (entre os trabalhos encerrados) foi Nelsinho Baptista, que em 2005 acumulou três vitórias, três empates e sete derrotas, com aproveitamento de 30,7%.


Na temporada atual, Carille é o terceiro técnico a comandar o Santos. Seus antecessores não conseguiram alcançar nem sequer metade dos pontos que disputaram. O argentino Ariel Holán, que foi o comandante no início da temporada, pediu demissão com 41,6%. Na sequência, veio Fernando Diniz, que deixou a Vila Belmiro ao fim do primeiro turno do Brasileirão com 45,6% de aproveitamento.

Considerando apenas os jogos do Brasileirão, a situação de Carille dá uma ligeira melhorada, com os mesmos sete pontos em 24 disputados, aproveitamento de 29,1%. Para se ter uma ideia, esses números são muito próximos do que fez a lanterna Chapecoense nas últimas oito partidas. O time catarinense somou seis pontos, o que representa 25% de aproveitamento.

"Os números são muito ruins, é algo que incomoda. Temos que achar soluções o quanto antes", sintetizou Carille, depois da derrota para o América Mineiro. "O campeonato vai ser decidido nas últimas rodadas, e o Santos só depende dele. Precisamos achar soluções melhores para os jogadores se sentirem confortáveis e para que os resultados positivos apareçam", declarou, em tom otimista.

Embora o discurso seja de esperança, Carille precisa de agilidade para afastar o Santos das últimas colocações. Nenhum dos outros 19 times tem um aproveitamento de pontos tão ruim quanto o dele. O Grêmio, penúltimo colocado, ganhou 34,7% dos pontos disputados, enquanto o Sport, que está logo à frente, tem 33,3% de aproveitamento.

Sem tempo para Carille trabalhar, o Santos tem apenas dois dias para se preparar para seu próximo compromisso, que acontece na quarta-feira (27), às 20h30, na Vila Belmiro, contra o Fluminense. A preocupação é grande porque o Tricolor vive boa fase e tenta se aproximar da zona de classificação para a Libertadores.


No curto prazo, a solução, segundo Carille, é ajustar a parte psicológica de seu elenco. "É um grupo que considero qualificado. O problema é no momento mais o mental do que outra coisa. Tem que ter sabedoria sobre isso. O time começa a errar passes, vem o incômodo, vem uma sequência de erros. É muito psicológico. Temos que trabalhar esse lado do atleta".

Sobre o confronto em si, Carille deseja tratá-lo como mais uma final para o Santos. "Quarta-feira será mais uma decisão. São 11 jogos para o fim do campeonato, e temos que tratar todo jogo assim, não tem outro caminho. Tem que estar mais ligado. Meu trabalho tem que ser melhor, o dos jogadores tem que ser melhor para encarar mais uma decisão na quarta-feira".

O Santos entrará em campo na zona de rebaixamento. Com 29 pontos, o Peixe ainda poderá cair mais duas posições nesta segunda-feira, dia 25. Para isso, o Grêmio teria de ganhar do Atlético Goianiense, em Goiânia, e o Sport precisaria vencer o Palmeiras no Allianz Parque.

Santos contrata Fábio Carille como novo treinador

Foto: Divulgação/Al-Ittihad

Fábio Carille foi escolhido pela diretoria do Santos para comandar o time

O Santos definiu o novo treinador para a sequência do Campeonato Brasileiro de 2021. O Alvinegro Praiano acertou com Fábio Carille, consagrado pela passagem no Corinthians, onde foi campeão do Brasileirão de 2017 e do Paulistão de 2019, onde eliminou o Santos de Sampaoli, acabou escolhido pelo Comitê Gestor em detrimento a Rogério Ceni, outro nome cogitado pela diretoria alvinegra. O contrato será até o final de 2022, mas não possuí multa para demissão de treinador. 

Depois da saída de Fernando Diniz, a diretoria santista já começou a trabalhar imediatamente na busca de um substituto. Foram especulados vários nomes, desde o contratado Fábio Carille até Dorival Júnior, Guto Ferreira e estrangeiros como Fábio Repetto, ex-LDU. A prioridade foi definir rapidamente o novo nome, já que o campeonato está em curso e a posição alnegra é perigosa. 


Carille fez um trabalho bem interessante no Al-Ittihad, da Arábia Saudita. Contratado para livrar os aurinegros do rebaixamento, foi além e chegou a decisão da Copa dos Campeões da Ásia, onde acabou derrotado na final. Acabou deixando a equipe por problemas e brigas com a diretoria, não necessariamente pelos resultados, que não eram ruins. 

Em relação ao estilo de futebol praticado, Carille é conhecido pejorativamente por ser um "retranqueiro", imagem que ficou muito definida após o passeio que seu Corinthians levou do Santos na semifinal do Paulistão de 2019, que acabou não se convertendo em gols, mas seus times já mostraram também capacidade de vencer jogos como protagonistas da partida, como esta mesma semifinal no primeiro jogo, buscando explorar os pontos fracos do adversário, como no duelo com o Palmeiras no Brasileirão de 2017, entre outras situações. Ele já declarou em entrevista que é preciso trabalhar de acordo com características do elenco. 


O novo treinador já deve assumir o Santos a partir do próximo compromisso, o jogo contra o Bahia no sábado, o que dificultará uma avalição rápida inicial do trabalho. A intenção inicial da diretoria santista é claramente escapar de um trágico rebaixamento, que complicaria muito a situação financeira do clube, além de todo o fator negativo histórico, já que o Peixe nunca caiu.

A 'verdade' tem pernas curtas

Por Felipe Saúda 

Depois de até chamar a imprensa de mentirosa, Fábio Carille aceitou a proposta dos árabes

Não falou-se em outra coisa durante a última semana aqui no futebol brasileiro. Fábio Carille teria recebido uma proposta milionária do mundo árabe. 

Foram vários dias de debates intensos em torno do assunto, e aquela expectativa, será que o grande mentor do Corinthians campeão brasileiro em época de vacas magras, iria deixar o Timão? 

Veículos cravavam a existência da proposta. Dirigentes do Corinthians falavam em tom de despedida, e em meio a isso tudo, Fábio Carille mantinha-se em um incólume silêncio. 

O timão foi a Venezuela enfrentar o Deportivo Lara, em um jogo que muitos afirmavam ser a despedida do técnico. Goleada por 7 a 2, e a cada gol corintiano o semblante de Carille escancarava o ar de Adeus. 

Para reforçar os rumores, seu pai, Joaquim, deu uma entrevista a imprensa, dizendo que o filho havia lhe contado que tinha uma proposta irrecusável. Mesmo assim, nenhum piu! 

O fato do Al-Hilal, time que inicialmente iria contrata-lo, fazer a opção pelo português Jorge Jesus, foi o estopim para que o até então, tranquilo técnico, se voltasse contra a imprensa. Carille foi enfático ao dizer: “grande parte da imprensa mente”. Ah! Como eu gostaria de estar presente nesta entrevista para retruca-lo com uma única pergunta: “que parte é essa, cara pálida”? “Dê nome aos bois”! 

Esse tom agressivo beirou a irresponsabilidade, afinal, trata-se de uma figura pública que até então, falava em nome de uma nação de mais de 25 milhões de pessoas. O mesmo cuidado que um jornalista tem de ter ao se referir a uma figura, ou apurar um fato, deveria nortear as atitudes de um individuo tão relevante. A declaração generalizada colocou a imprensa toda no mesmo balaio, sendo que em qualquer área de atuação existem bons e maus profissionais. Definitivamente faltou tato.

Mídias sociais do Al-Wehda confirmaram a contratação

Nada como um dia após o outro para desmascarar alguém. Exatamente dois dias após destilar o seu veneno contra os supostos mentirosos, o Corinthians anuncia que Carille irá treinar o Al-Wehda. 

Mais do que deixar o Corinthians a ver navios em meio a uma temporada tão importante, Carille conseguiu algo que até então parecia impossível perante a tantas façanhas que ele havia alcançado. Sua entrevista desastrosa, disparando contra a imprensa e sendo desmentido pelos fatos arranhou consideravelmente sua imagem profissional imaculada. 

É bem verdade que trata-se de um outro time, portanto uma outra negociação, mas por mais que Carille tentasse tapar o sol com a peneira, todos sabíamos que a negociação com o Al-Hilal de fato aconteceu, e não é porque não houve acerto que a imprensa é mentirosa. 

Em tempos em que o media-training impera, é inconcebível que um cidadão ocupante de um cargo tão relevante demonstre tamanho despreparo perante aos microfones. 

Sinceramente espero que este episódio ensine a Carille o que um homem da idade dele já deveria saber a muito tempo: Nada como um dia após o outro!
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