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A passagem curta de Riquelme pelo Barcelona

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Riquelme durante sua passagem pelo Barcelona

Juan Román Riquelme é um dos maiores ídolos da história do Boca Juniors e foi um meio-campista espetacular, tendo grandes temporadas e títulos importantíssimos. O jogador em grandes clubes na Europa, como o Barcelona, mas pelo time catalão não conseguiu desempenhar seu máximo. 

O jogador nasceu em San Fernando, em Buenos Aires, na Argentina, no dia 24 de junho de 1978, e começou a sua carreira na base do Argentino Juniors em 1992. Depois de três anos na categoria de base do clube, o meio-campista foi levado para o Boca Juniors em 1996. 

Riquelme ficou apenas uma temporada atuando na base do Boca, pois conseguiu impressionar a todos rapidamente e mostrou ter muito potencial. Rapidamente subiu para o profissional, mas nos primeiros anos acabou tendo um pouco de dificuldade com a adaptação. 

Porém, depois tornou-se a grande peça da equipe e ajudou o clube a conquistar muitos títulos importantes. As boas atuações renderam convocações para a Seleção Argentina, o deixou os clubes europeus cada vez mais interessados. 

Depois de algumas temporadas e títulos pelo Boca Juniors, a equipe não conseguiu segurar mais o atleta, até porque estava recebendo ótimas propostas. Em 2002, Riquelme se transferiu para o Barcelona, chegando com muitas expectativas ao clube espanhol. 


Porém, a equipe acabou não vivendo um bom momento na temporada e isso prejudicou muito a adaptação do meio-campista no futebol espanhol. Mesmo sem desempenhar o máximo, Riquelme foi titular praticamente em toda a temporada, mas não conseguiu ajudar muito. 

A diretoria não teve muita paciência com o Argentina e depois da temporada ruim da equipe em geral, que afetou muito no desempenho de Riquelme, acabou decidindo negociar o atleta com o Villarreal.

Pelo Barcelona foram 42 jogos e apenas 6 gols, e foi negociado com o Villarreal, onde conseguiu ser protagonista e levou o clube ao terceiro lugar inédito no Campeonato Espanhol.

O início de carreira de Xavi pelo Barcelona

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo / Barcelona

Xavi começou novo no Barcelona

Xavier Hernández Creus, conhecido simplesmente como Xavi, foi um dos maiores meio-campistas da história do Barcelona e da Espanha, conquistando todos os títulos possíveis. O jogador chegou ao Barça muito jovem e viveu praticamente toda a sua carreira no clube espanhol. 

O jogador nasceu em Terrassa, Catalunha, na Espanha, no dia 25 de janeiro de 1980, e Xavi chegou no Barcelona aos 11 anos de idade. Ainda muito novo, o meio-campista viveu toda sua base no clube, conseguindo se desenvolver e aos 17 anos foi para o Barcelona B.

Com as boas atuações no Barcelona B, na temporada 1997-98, o atleta conseguiu ter muito destaque, mostrando toda sua habilidade e potencial. O técnico Louis van Gaal começou a ficar de olho no atleta, e pediu para que Xavi fizesse parte do seu elenco a partida do segundo semestre de 1998.

Xavi fez a sua estreia no profissional no dia 18 de agosto de 1998, na final da Supercopa da Espanha contra o Mallorca. O jogador entrou no segundo tempo e conseguiu fazer um gol na decisão, sendo decisivo na sua primeira partida no time principal. 

Durante toda a temporada foi reserva do Pep Guardiola, que futuramente acabou tornando-se treinador do jogador. Todo viam um grande potencial no Xavi, tanto que esteve presente em grande parte dos jogos, principalmente entrando durante os jogos. 

O jogador acabou sendo muito utilizado, porque Guardiola sofreu com algumas lesões, abrindo espaço para o jovem espanhol. Em 2001, Pep acabou deixando o Barcelona, e Xavi ficou sem concorrência, ganhando a posição de titular absoluto do time. 


O jovem conseguiu se tornar peça fundamental no meio-campo da equipe, atuando em todas as partidas da La Liga naquela temporada. Depois desse início, Xavi só demonstrou toda a sua habilidade, conquistando todos os  títulos possíveis pelo clube espanhol. 

Ele ficou marcado na história do clube como um dos principais jogadores, fazendo parte do time que encantou o mundo. Xavi que chegou no clube com 11 anos, só deixou o Barcelona aos 35 anos, quando foi para o Al-Sadd. Pelo Barça foram 769 jogos e 86 gols marcados.

A história de Sergi Barjuán com o Barcelona

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Barjuan atuando no Barça

A história do Barcelona é tomada por diversos nomes que marcaram suas trajetórias no clube após saírem das laureadas categorias de base azulgranas. La Masía é praticamente uma grife de formação de atletas que já trazia vários canteranos ao time principal muito antes da brilhante geração de Messi. Foi neste contexto que surgiu um dos grandes laterais da história barcelonista: Sergi Barjuán, que completa 53 anos neste dia 28 e foi produto da base mais famosa do futebol espanhol.

Nascido na Catalunha, Barjuán chegou muito cedo a base do Barça e rapidamente galgou uma ascensão no clube. Passou primeiro pelos times C e B do clube, tendo uma temporada muito boa pela equipe B antes de ascender ao time principal, sob o comando do lendário Johan Cruyff. Sua estreia no time principal azulgrana ocorreu em um jogo da Liga dos Campeões diante do Galatasaray. A partir daí, não sairia mais do time.

Titular já a partir de novembro de 1993, marcou seu primeiro gol no clube em uma partida diante do Sporting Gijón, pela Copa do Rey. Dono de enorme qualidade, foi peça chave no elenco que levou o Barça até a final daquela Liga dos Campeões, além de ajudar a equipe numa campanha que culminou no título do Campeonato Espanhol daquele ano. Convocado pela seleção da Espanha em fevereiro, disputaria a Copa do Mundo de 1994 como titular da Fúria.


A partir daí, a carreira do lateral só se expandiu, com Barjuán sendo peça chave da equipe barcelonista nos anos seguintes e seguindo com presença constante na Seleção Espanhola, onde disputou a Eurocopa de 1996. Na temporada 1996/1997, a chegada de Ronaldo ao Camp Nou fez com que a equipe ficasse ainda mais forte. Naquele ano, o Barça conquistou um doblete de copas, sendo campeão da Copa do Rei e da Recopa Europeia, que o time só disputou devido ao fato do Atlético de Madrid, campeão da Copa do Rei, ser também campeão de La Liga.

Na temporada 1997/1998, mais uma vez ajudou o Barça na conquista de dois títulos, desta vez da Copa do Rei e de La Liga, além de cimentar mais uma vez o caminho para disputar outra Copa do Mundo pela Espanha. Na temporada 1998/1999, mais uma vez ajudou o Barça na conquista de um título da La Liga, que acabaria por ser seu último troféu vestindo a camisa azulgrana. Ainda disputaria a Eurocopa de 2000 como jogador do Barça. 

Sua passagem como jogador pelo Camp Nou se encerraria na temporada 2001/2002. Perdeu espaço com a chegada de Van Gaal e acabou optando por uma negociação, sendo então contratado pelo Atletico de Madrid. Foram 382 partidas pelos azulgranas, marcando 11 gols ao longo desses jogos, em quase 10 anos no time profissional. Teve algumas passagens por categorias inferiores do clube como treinador e hoje coordena a base barcelonista. 

Cria de Xerém e com passagem pelo Barcelona, meia Robert quer voltar a jogar

Foto: arquivo

O meia não entra em campo há dois anos, mas revela que está em negociação para retomar o futebol

Aos 20 anos, Robert foi emprestado pelo Fluminense e chegou a Espanha, onde defenderia o Barcelona. O menino de xerém, mostrava um futuro promissor, após grandes atuações nas categorias de base, e também no elenco profissional do tricolor carioca.

Pela equipe da Catalunha, Robert não conseguiu o mesmo desempenho positivo, então retornou ao Fluminense, e ganhou mais experiência em outras equipes, tendo passagens pelo Paysandu e Boavista.

“Eu não tava acreditando, quando cheguei lá estava com futebol de Barcelona, e a cabeça de Fluminense. Eu era cercado de pessoas boas, foram poucas vezes que eu me dispersar no caminho, eu sempre fui um cara que sempre soube controlar tudo”, explicou o meia.

Sem atuar desde 2021, quando defendeu o São Gonçalo, Robert contou sua história em entrevista ao canal Cartoloucos, e comparou sua situação com a de outra joia do Fluminense, John Kennedy:

“Eu não sei muito da história dele, já ouvi de muitas pessoas que ele tem um caminho no futebol muito parecido comigo em alguns pontos, e eu fui atrás e me amarrei na história dele. Ele teve um pilar dentro do clube, um apoio forte, alguém que acreditou nele, e mesmo tendo todos os pesares, colocaram ele pra jogar, e hoje ele tá aí brilhando”, comentou Robert.


O meia também explicou que na sua época, eram outros tempos, em um momento onde o clube estava cortando gastos, e por isso, não teve esse mesmo apoio. Entretanto, o menino de xerém, hoje aos 27 anos, mais experiente, e com outra maturidade, já enxerga os próximos passos no futebol, e revela que retornará aos gramados em 2024, defendendo uma equipe carioca.

Morre aos 80 anos o inglês Terry Venables, ex-técnico do Barcelona

Com informações do UOL Esporte
Foto: arquivo

Terry Venables estava com 80 anos

Terry Venables, que levou a Inglaterra às semifinais da Eurocopa de 1996 e foi técnico do Barcelona nos anos 1980, morreu aos 80 anos, anunciou sua família em um comunicado. "Estamos completamente devastados com a perda de nosso maravilhoso marido e pai, que faleceu em paz ontem após uma longa enfermidade", informou a família de Venables neste domingo (26).

Após uma carreira de sucesso como jogador, principalmente no Chelsea (1960-1966), Tottenham (1966-1969) e Queens Park Rangers (1969-1974), com uma FA Cup pelos 'Spurs' em 1967 como principal conquista, Venables iniciou sua etapa como treinador.

Depois de comandar Crystal Palace (1976-1980) e QPR (1980-1984), foi contratado pelo Barcelona, que levou em sua primeira temporada ao título do Campeonato Espanhol, algo que o clube não conseguia desde 1974.

Mas a passagem de Venables pelo Barça foi marcada pela final da Copa da Europa de 1986 (atualmente Liga dos Campeões), na qual o time espanhol, que nunca tinha sido campeão do torneio, foi surpreendentemente derrotado nos pênaltis pelo Steua Bucaresti, da Romênia.

Depois de deixar o Barcelona, em setembro de 1987, Venables retornou ao futebol inglês para dirigir o Tottenham, com o qual voltaria a vencer a FA Cup, em 1991, com Paul Gascoigne como principal jogador do time. "O clube está profundamente triste ao saber da morte do ex-jogador e treinador Terry Venables", reagiram os 'Spurs' em um comunicado.


Duas vezes convocado pela seleção da Inglaterra como jogador, em 1994 foi técnico dos 'Três Leões' e levou a equipe às semifinais da Euro 1996, perdendo nos pênaltis para a Alemanha, posteriormente campeã.

"Devastado ao saber que Terry Venables faleceu. O melhor e mais inovador dos treinadores com quem tive o privilégio e o prazer de trabalhar", publicou na rede social X o ex-atacante Gary Lineker, que foi jogador de Venables no Barcelona, no Tottenham e na seleção inglesa.

Ronaldo e sua passagem goleadora pelo Barcelona

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Ronaldo foi goleador na única temporada que fez no Barcelona

Ronaldo Luís Nazário de Lima, mais conhecido como Ronaldo Fenômeno, foi um dos maiores atacantes do futebol mundial, conquistando diversos títulos e prêmios. O jogador teve passagens por times gigantes, sendo reconhecido em todos, mas foi no Barcelona onde ganhou a sua primeira Bola de Ouro. 

O Fenômeno nasceu em Itaguaí, no Rio de Janeiro, no dia 18 de setembro de 1976, e começou no esporte muito cedo. Aos 13 anos já estava jogando futsal pelo Valqueire, logo depois foi para o Social Ramos, mas só foi para o futebol em 1990, quando chegou no São Cristóvão. 

Depois de três anos no clube, o jogador foi para o Cruzeiro, em 1993, e no mesmo ano subiu para o profissional da equipe mineira. O atacante mostrou rapidamente todo seu talento, chamando a atenção de todos, mostrando que tinha um grande potencial. 

Depois de uma temporada no profissional, já foi vendido para o futebol europeu, sendo contratado pelo PSV, da Holanda. Mesmo muito jovem, com apenas 18 anos, Ronaldo conseguiu se destacar, se tornado um artilheiro na equipe, marcando 54 gols em 57 jogos no campeonato nacional. 

Seus números eram impressionantes, pois tinha um grande faro de gol e um arranque surreal. Era difícil para o jogador, era muito rápido e inteligente dentro de campo, tendo uma grande visão de jogo, sabendo se posicionar para receber a bola da melhor maneira possível. 

O jogador ficou duas temporadas na equipe, e em 1996 foi vendido por 20 milhões de dólares ao Barcelona. A expectativa em cima do atleta era gigantesca, mas ele não sentiu a pressão, conseguindo se adaptar rapidamente, e continuando seu grande momento. 

Mesmo com apenas 6 meses de clubes em 1996, ele marcou 16 gols em vinte partidas, números impressionantes. Por causa do seu grande ano, que foi dividido em PSV e Barcelona, o jogador disputou o prêmio de melhor do mundo, e conquistou a Bola de Ouro pela primeira vez, sendo o jogador mais jovem a ganhar, com apenas 20 anos. 

O jogador impressionava dentro de campo, fez gols memoráveis, que são lembrados até hoje, pela plasticidade das jogadas. A cada partida que passava, Fenômeno evoluia cada vez mais, mostrando toda sua versatilidade. 


O jogador foi importante na conquista da Copa do Rei e também da Recopa, fazendo um dos gols da decisão contra o Paris Saint-Germain. A sua temporada foi perfeita, com grandes números e atuações, mas acabou faltando a conquista da título espanhol, que acabou ficando nas mãos do Real Madrid por dois pontos de diferença. 

Mesmo sem o título nacional, o jogador foi o artilheiro com 34 gols em 37 jogos, levando a Chuteira de Ouro da UEFA. No final da temporada, o jogador acabou sendo vendido a Internazionale por 32 milhões de dólares, que era o valor da sua multa. 

O motivo da negociação foi por causa que o presidente do Barça não quis aumentar o seu salário, e isso não agradou o jogador. Ronaldo foi muito feliz na Inter,  onde recebeu o apelido de Fenômeno.

Clement Lenglet está de saída do Barcelona


O Barcelona continua trabalhando arduamente no mercado de transferências - como afirma as notícias da Europa - com a esperança de fazer contratações sólidas e se livrar de jogadores periféricos que Xavi não precisa em seu elenco.

Um dos jogadores na lista de saída é Clement Lenglet, já que o Barça busca concluir sua saída, o que economizaria muito dinheiro para o clube - algo que agita o cenário das apostas esportivas, o que deixa torcedores ansiosos para apostar na equipe espanhola.

O objetivo era transferi-lo para o Al Nassr, com o clube da Arábia Saudita oferecendo um contrato de €12 milhões por ano.
Lenglet aguardando o Tottenham

No entanto, de acordo com o SPORT, Lenglet descartou a rota saudita, e sua recusa em se juntar ao Oriente Médio até agora obrigou o clube a procurar outras opções.

A postura inflexível de Lenglet faz o Barcelona temer que o francês priorize seu retorno ao Tottenham, após ter passado um ano emprestado lá, e esteja disposto a esperar que eles o chamem.

O problema para o Barça é que o clube inglês não considera pagar os €15 milhões pedidos por Lenglet.

De fato, o Tottenham não estaria disposto a pagar nada em taxa de transferência pelo defensor, embora quase atendendo aos seus salários atuais. Isso deixaria o Barça sem receita com a venda, embora eles se livrassem do salário dele.

Pau Barrena/AFP

É provável que a operação não seja descartada até os últimos dias do mercado, se essa abordagem for considerada e o Barça estiver pressionado pelo tempo.

Ao contrário de Sergino Dest, que o Barcelona também está tentando vender incansavelmente, o salário de Lenglet consome grande parte das finanças dos catalães.

Economizar através da redução do salário do francês permitiria ao clube registrar possíveis novas contratações, como os frequentemente mencionados João Cancelo, Ivan Fresneda e João Félix.

Lenglet recusou a opção de jogar na Arábia Saudita, uma mudança que poderia ter beneficiado muito o Barcelona, e resta saber como as coisas se desenrolarão nos próximos dias.

Gundogan é o mais novo grande nome da tentativa de reconstrução do Barcelona

Por Lucas Paes
Foto: Divulgação/Barcelona

Gundogan apresentado pelo Barcelona 

O Barcelona viveu recentemente um dos momentos mais tensos e críticos de sua história. A administração caótica de José Bartomeu colocou o gigante catalão numa situação inacreditável financeira e organizacionalmente falando. O Barça quase fechou as portas devido a bizarra falta de cuidado financeiro de sua administração e ainda está tentando reconstruir o que já foi um dia no futebol mundial. Aos poucos, o tradicionalíssimo time espanhol tenta voltar ao padrão normal e Gungogan é mais um nome dessa tentativa de reconstrução.

O meia turco era há alguns anos o destaque de um Manchester City que ganhou tudo no futebol. Ele foi essencial na conquista da Liga dos Campeões na temporada passada e na anterior resgatou um time que ia inevitavelmente perder a Premier League na última rodada marcando os três gols da virada do City sobre o Aston Villa. Tinha ainda inclusive vaga no time de Guardiola, que certamente teria zero problema em mantê-lo na equipe, mas o jogador acabou optando por sair, buscando novos desafios. 

O Barça, este sim, tem um desafio imenso em suas mãos. Ao mesmo tempo em que vive um momento de tentar se reconstruir após quase acabar (e não, isso não é força de expressão), vê seu rival viver um de seus melhores momentos desde que simplesmente girou sua política de contratações em 360º, enchendo seu elenco de jovens peças promissoras que inevitavelmente criarão uma era de ouro na capital espanhola. O clube catalão não tem força para competir mais com o arquirrival a nível continental, apesar de ter conseguido o título da La Liga.


A reconstrução do Barça, a nível continental pelo menos, ainda demorará. Na Liga dos Campeões da última temporada, estava junto a Bayern e Pilzen no grupo que tinha a Inter, e, como inclusive foi cantado por este que vos escreve, foi eliminado. Ainda não é um time capaz de competir com a elite continental, da qual inclusive sua algoz faz parte, já que não seria nenhum absurdo caso a Inter tivesse terminado a temporada frustrando sonhos ingleses. 

Riquelme no Barcelona

Com informações do Lance!
Foto: arquivo

Riquelme teve uma passagem curta pelo Barcelona

Um dos argentinos mais icônicos da história recente do futebol, Juan Roman Riquelme, que completa 45 anos neste 24 de junho de 2023, teve uma passagem rápida e conturbada pelo Barcelona. Após ser contratado em 2002, depois de cinco boas temporadas pelo Boca Juniors, o meio-campista passou por alguns problemas desde a sua chegada. De treinadores a jogadores, o atleta não agradou o vestiário, apesar do bom futebol.

Assim que chegou com toda a pompa de ter sido o melhor jogador da América do Sul em 2001, a chegada de Riquelme não agradou Van Gaal, pois não foi um pedido do técnico holandês. Apesar de liderar a equipe na Liga dos Campeões, o argentino não era muito bem aproveitado no Campeonato Espanhol.

Após a troca no comando da equipe e a chegada de Radomir Antic, as primeiras palavras do técnico foram as de que o meio-campista seria chave na recuperação do Barcelona na temporada. Tudo ocorreu na apresentação do sérvio no vestiário diante do então presidente Joan Gaspart e de todos os jogadores.

Após a esperança em ser titular e ganhar espaço com a chegada de um novo comandante, alguns capitães blaugranas foram conversar com Antic e dizer que Riquelme, depois de uma derrota por 3 a 0 para o Sevilla em casa, se recusou a viajar para enfrentar o Mallorca, em que o Barça ganhou por 4 a 0 sem o argentino.


O técnico entendeu o recado do vestiário e pouco utilizou o meia que na temporada seguinte foi transferido para o Villarreal. Na outra equipe espanhola, o argentino recuperou o bom futebol, chegando a levar a equipe a uma semifinal de Champions League, ficando no Submarino Amarelo até 2007.

Evaristo de Macedo - Os 90 anos de um gigante do futebol

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Evaristo treinando a Seleção Brasileira em 1985

O Brasil é berço de diversos nomes gigantescos na história do futebol. Desde o maior de todos, como Pelé até estrelas atuais como Vinicius Júnior e Rodrygo, o apelido de "País do Futebol" não vem a toa. Um dos grandes nomes da história ludopédica na terra cinco vezes campeã da Copa do Mundo é o de Evaristo de Macedo, jogador e treinador de grande história que está completando seus 90 anos neste dia 22 de junho. 

Nascido no Rio de Janeiro, Evaristo teve desde pequeno a vida muito ligada ao futebol e já muito jovem era parte do time do Madureira. Aos 19 anos, já fazia parte da equipe principal do Flamengo, onde começaria a escrever uma bonita história no esporte bretão, sendo tricampeão carioca no rubro-negro, onde ficou por quatro anos de sua carreira antes de fazer o incomum na época caminho de ir jogar na Europa, passando a fazer parte do Barcelona.

Curiosamente, na Seleção Brasileira não teve o mesmo grande sucesso que teve em clubes, muito disso abreviado pelo fato da equipe canarinho não convocar em sua época jogadores que jogavam fora do Brasil. Porém, tem um recorde bastante interessante vestindo a camisa amarelinha: é o jogador que mais marcou gols em um único jogo pela seleção, balançando a rede cinco vezes contra a Colômbia, no ano de 1957. Acabou não jogando a Copa do Mundo por justamente estar na época no Barça. 

Em Barcelona, Evaristo fez história. Atuou por cinco anos nos Culés e por lá ganhou praticamente tudo o que poderia vencer, incluindo dois campeonatos espanhóis, Copa do Rey, na verdade faltou apenas a Liga dos Campeões, na época a Copa Européia. Curiosamente, depois de sair do Barça passou também pelo Real Madrid, onde até ganhou títulos, mas marcou menos que o Barça, apesar dos vários gols que marcou pelos Merengues em clássicos diante de seu ex-clube. Encerrou sua trajetória como jogador no Flamengo. 

Como treinador, Evaristo teve ainda um sucesso bastante grande em diversos clubes. Passou por várias instituições enormes do futebol brasileiro, pela Seleção Brasileira, em 1985, e até pelo futebol estrangeiro, ficando marcado nas suas idas pela seleção do Catar, onde foi campeão do Mundial de Júniores e pelo Iraque, além de fazer história em clubes, como no Barcelona, onde foi campeão da Copa do Rei e, é claro, no Bahia, seu melhor momento como treinador, quando foi campeão do Brasileirão com o Tricolor de Aço em 1988, seu maior título na "casamata".


Evaristo hoje curte o merecido descanso da aposentadoria após dedicar uma vida ao esporte mais popular de todos. É considerado um dos maiores ídolos da história do Barcelona, além de estar entre os 20 maiores goleadores da história do Flamengo. Recentemente, inclusive, foi homenageado pelo rubro-negro antes de um jogo pelo Brasileirão no Maracanã. 

Em amistoso na Espanha, Seleção Brasileira vence Guiné

Por Emerson Gomes
Foto: Lucas Figueiredo / CBF

O "Raio" marcou o segundo gol

A Seleção Brasileira venceu a primeira em 2023 ao fazer 4 a 1 em Guiné, em amistoso realizado na tarde deste sábado, dia 17, no Estádio Cornellà-El Prat, em Barcelona. Os gols foram marcados por Joelinton, Rodrygo, Éder Militão e Vini Jr para a Amarelinha e Guirassy para os africanos.

Ainda sendo comandada pelo treinador interino Ramón Menezes, a Seleção Brasileira vinha de derrota para o Marrocos, por 2 a 1, no primeiro jogo depois da Copa do Mundo. Já Guiné vinha de derrota para o Egito, em jogo pelas Eliminatórias para a Copa Africana das Nações.

A partida começou e os brasileiros pela primeira vez usavam uniforme preto, em campanha contra o racismo. Os primeiros minutos foram animados, e a primeira chegada foi de Guiné con Guirassy. Rodrygo e Vinícius Júnior tentavam atacar pelas pontas, mas ainda paravam an forte marcação africana.

A partida seguia amarrada até que aos 25' após cobrança de escanteio, a bola sobrou para o estreante Joelinton marcar, 1 a 0 Brasil.  A seleção melhorou e aos 28' Rodrygo entrou na área e ampliou, 2 a 0. A partida ficou animada e aos 35' Guirassy subiu muito alto e diminuiu, 2 a 1. E este foi o resultado ao intervalo.

O Brasil começou o segundo tempo já marcando, com gol de Éder Militão, após cruzamento de Lucas Paquetá, no primeiro minuto. Depois do terceiro tento Canarinho, o jogo caiu de ritmo, com as duas seleções tento poucas ações no ataque.

Momento de emoção foi acontecer novamente apenas aos 31', e com Guiné. Ederson espalmou chute de Sylla e pegou de pé esquerdo a batida de Kanté, no rebote. Em seguida, Richarlison perdeu a chance de fazer o quarto do Brasil. Já aos 38', foi a vez de Vini Jr fazer grande jogada, mas finalizar para fora.

O Brasil voltou a crescer nos momentos finais. Aos 40 minutos, após tabela, Malcom foi derrubado na área e a arbitragem marcou pênalti. Vini Jr foi para a cobrança e mandou a bola no cantinho, marcando o quarto gol da Canarinho. Final de jogo e vitória brasileira por 4 a 1.


A Seleção Brasileira volta a campo na terça-feira, dia 20, às 16 horas (horário do Brasília), no Estádio José de Alvalade, em Lisboa, em Portugal, quando enfrenta a Seleção Senegalesa. Já Guiné joga apenas em 4 de setembro, contra Malawi, pela Copa Africana das Nações, como visitante, em local e horário a ainda serem confirmados.

Barcelona segue sendo o terror madridista

Por Lucas Paes
Foto: Divulgação/FC Barcelona

Barça venceu outro El Classico

Nos últimos anos, poucos destinos podem ser mais implacáveis e cruéis para um time de futebol europeu do que pegar o Real Madrid numa noite de Liga dos Campeões. Implacável, a "besta" Merengue é um predador voraz que é pouco piedosa e isso vale também para muitos times na Espanha, exceto um: o Barcelona, que venceu outro clássico e segue sendo o pior pesadelo do time que é o pior Bicho Papão de outros clubes do continente, mas segue vendo os Culés como seu terror particular.

O maior clássico da Espanha (e do mundo) virou praticamente um martírio para o Real Madrid neste século. A quantidade de épicos escritos por tumes azulgranas desde 2000 supera muito as páginas escritas pelos Merengues. Além dos momentos onde esteve melhor, o Barcelona também encaixou seu jogo contra o Madrid mesmo quando este está em momento mais positivo,como há quem possa argumentar que é o que ocorre atualmente, o que não é verdade em La Liga, ainda que seja no continente e nas noites "de Champions". 

Não são só as vitórias que deixam a era recente desse duelo pior para o lado madridista, são principalmente a alarmante quantia de goleadas que os barcelonistas fizeram em jogos com o rival desde os anos 2000: desde o "baile" de Ronaldinho até os atropelos impostos pela era Messi e a relativamente recente goleada em Bernabeu, quase todo time montado pelos catalães recentemente teve o privilégio de aplicar uma goleada de pelo menos 4x0 no arquirrival, feito apenas conseguindo há mais de uma década pelo lado madridista, que até vence e seguia vencendo clássicos, mas nunca goleando, nem mesmo em momentos melhores do maior clube do planeta. 

Um nome em particular protagonizava este pesadelo e o personificava: Leonel Messi, que fez tantos gols no Real Madrid que se tornou o maior goleador do duelo se fez com que a torcida azulgrana apelidasse o Bernabeu de "BernaLeo".O baixinho argentino foi protagonista em várias dessas goleadas recentes, além de ter sido o nome que desequilibrou e decidiu o confronto na Liga dos Campeões na década passada. Numa era onde o Real Madrid ainda buscava obsessivamente o décimo título europeu, que viria só em 2014, sem mudar a realidade dura dos confrontos quando o "Super Clássico" impunha ao Real Madrid, que começava a vitoriosa era recente. 


A vitória por 3 a 1 do Barça neste domingo colocou uma mão e meia do time na taça da La Liga, que deverá ser vencida novamente pelo Barcelona. Com tantas vitórias recentes, resta também aos Culés entenderem o que falta para que o time volte a ser também uma força na Liga dos Campeões, onde têm falhado para ir ao mata-mata. Mas, nada disso muda o que o Barça tem feito nos clássicos, o pior pesadelo do torcedor acostumado a vitórias e taças do Real Madrid, que pela primeira vez em sua história chega a uma centena de derrotas para um adversário. O clássico continua sendo o cenário dos sonhos para o Barça, que em breve será campeão espanhol. 

Derrota no clássico mostra que existe ainda uma grande diferença entre Real Madrid e Barcelona

Por Lucas Paes
Foto: Getty Images

O Real venceu mais um El Clássico

Ao longo dos últimos anos desde a virada do século, o El Clássico já viveu diversos momentos onde um lado era sabidamente superior ao outro, estes, porém, favoreceram principalmente o Barcelona, que deu algumas goleadas sobre seu rival mesmo dentro de Madrid, como no último jogo em Bernabéu. Este, porém, cada vez mais parece ter sido um acidente, pois cada duelo entre os dois maiores da Espanha parece cada dia mais favorecer o Real Madrid. Neste domingo, no Bernabéu, os Merengues venceram com alguma facilidade, mostrando que existe ainda uma gigantesca diferença entre os dois rivais.

O Barcelona viverá em algumas semanas um dia decisivo para o clube na Liga dos Campeões da Europa, quando pela penúltima rodada deverá pelo menos vencer o Bayern de Munique e ainda assim talvez o resultado não sirva para se classificar ao mata-mata da Liga dos Campeões. O Real Madrid, atual campeão, vive situação tranquila e parece ter se consolidado como time depois da difícil vitória na final da última edição da maior competição de clubes do velho continente diante do Liverpool. Neste clássico, muitos apontavam o time de Ancelotti como favorito, mas as lembranças ainda eram da última goleada surpreendente em favor catalão.

Pois a verdade é que quem poderia ter goleado neste domingo é o Real Madrid. Os Merengues foram dominantes desde o início jogando em sua casa, abriram o placar cedo com Benzema, montaram uma vantagem de 2 a 0 também ainda muito cedo com Valverde e viam o time visitante chegar periodicamente. É verdade que Lewandowski perdeu um gol feito, mas a impressão do primeiro tempo era que o placar era ainda muito pequeno pelo que fazia em campo o atual campeão europeu. No segundo tempo, os Culés foram dominados, chegaram a levar o terceiro, mais um de Benzemá, bem anulado, conseguiram diminuir com Torres, no momento onde o time da casa foi mais vulnerável no jogo, mas Rodrygo, o Rayo, apareceu para sofrer um pênalti, bater e decidir o duelo em 3 a 1.

A vitória deixou claro quanta diferença ainda existe entre os dois rivais espanhóis. Por mais que os azulgranas tenham contratado bons reforços a um preço arriscadíssimo, o Real parece muito mais forte em sua filosofia de contratações. A equipe madridista reforça seu time com jovens jogadores que se consolidam com a camisa blanca e darão anos de domínios aos Merengues, enquanto o Barça tenta reforços caros que estão acima do seu orçamento para igualar o rival. Ainda vivendo reflexos da crise, o time Culé tem um futuro muito comprometido se cair de fato na fase de grupos da Liga dos Campeões. Algo que este que vos escreve cantou: "a Inter, mesmo tropeçando, é hoje um projeto de um time mais concreto".
 

O Barcelona terá que caminhar muito para igualar novamente o nível de seu maior rival, que parece caminhar para se manter, como sempre esteve desde meados de 2010, na elite do futebol europeu, mas, com reflexos de uma crise que ainda tem cicatrizes não curadas, pode chegar a um ponto de não retorno se essa melhora não acontecer logo.

Barcelona apostou alto na janela e qualquer erro em campo pode custar a sobrevivência do clube

Por Lucas Paes
Foto: Divulgação/Barcelona

Raphinha agora atuará pelo Barça

O Barcelona surpreendeu o mundo do futebol recentemente com os anúncios quase sequenciais do ótimo atacante Raphinha, destaque do Leeds na Premier League e de Lewandowski, melhor camisa 9 do planeta. As duas transferências de jogadores badalados surpreendem pois a situação financeira do Barça não é exatamente a melhor possível neste momento. Afundado em dívidas, os catalães tem economizado o almoço pra pagar a janta. Portanto, com estes gastos maiores os Culés não poderão cometer erros em campo, ou o futuro do clube pode ser comprometido.

Conforme Marcelo Bechler descreveu em entrevista ao Podcast Podpah, disponível no Youtube, a situação do clube catalão é bizarra. O Barça comprometeu metade da sua licença de marketing e ainda comprometeu mais de 20 anos de receitas de televisão para que pudesse pagar a inscrição de jogadores. Os azulgranas cometeram erros em renovações de contrato que custaram caro e enforcaram os cofres do clube e tiveram de negociar alguns jogadores para inscreverem os nomes mais novos do time. 

Os nomes contratados pelo Barcelona nesta janela reforçarão muito bem o elenco a ser comandado por Xavi. "La Xavineta" terá em sua linha de frente a combinação do voraz, arisco e feroz Raphinha e do matador imperdoável Lewandowski, porém, ambos terão de jogar bem para que o sonho barcelonista de ter dois craques incríveis não vire um pesadelo que torne a situação do clube insustentável, o que pode se tornar caso continue errando. 

O comprometimento de gastos do Barcelona é no momento quase total. A equipe catalã, como é comum a gigantes, tem uma arrecadação assustadora, porém, diferente de outros gigantes, como Liverpool, Mamcheser United, Real Madrid e tantos outros, o Barça compromete quase 90 por cento do que ganha com gastos de futebol. Já se complicou em 2020, quando a torneira dos ganhos do Camp Nou fechou e tornou a situação do clube insustentável, em uma avalanche de tragédias administrativas que geraria, entre tantos outros problemas, o fim da passagem de Messi pelo clube. Sem parecer aprender a lição, comprometeu de novo muitas receitas.


A aposta alta do Barcelona fará com que o gigante espanhol tenha de responder em campo. Não se trata apenas de não poder ser eliminado da Liga dos Campeões na fase de grupos devido ao nome, mas sim devido a necessidade que o dinheiro vindo dos mata-matas entre no clube. É necessário que os Culés busquem La Liga. O Barça não poderá errar dentro de campo, pois uma simples eliminação muito cedo na maior competição de clubes da Europa pode literalmente comprometer o futuro e até a existência do Barça.

Prudente ou não, a atitude do Barcelona está tomada. Os Blaugranas apostaram alto, jogaram todas as suas fichas e deram praticamente um "All in" antes do início da temporada 2022/2023 e agora terão de justificar esse gasto, pois se a mesa não mostrar cartas que combinem com as lançadas pelo gigante da Espanha, talvez a nossa geração testemunhe não necessariamente o fim como deixar de existir, mas o fim como conhecemos de uma das maiores instituições do futebol.

O Barcelona está mais brasileiro no futebol feminino

Por Edson de Lima
Fotos: Acervos pessoais

As brasileiras do Barça

O Barcelona, atual tricampeão espanhol, movimentou o mercado de transferências no futebol feminino europeu. Trouxe a zagueira Laia Codina (ex- Milan da Itália), a lateral esquerda Nuria Rábano (ex- Real Sociedad), ambas espanholas e a lateral direita inglesa Lucy Bronze (ex- Manchester City).

Mas as atenções estão todas voltadas para o reforço trazido para comando do ataque blaugrana. Trata-se da brasileira Geyse Ferreira, proveniente do Madrid CFF e presença constante nas convocações da Seleção Brasileira sob o comando da técnica sueca Pia Sundhage.

A carreira de Geyse - Nascida em Maragogi no estado de Alagoas, sempre com um futebol que alia força, técnica e velocidade, Geyse destacou-se na UDA no ano de 2015. Já em 2016 chega ao Centro Olímpico de São Paulo, onde entremeou partidas das categorias adulto e de base.

Já em 2017, passa a defender o Audax Corinthians (vice-campeão brasileiro) daí parte para carreira internacional. No inicio da temporada 2017/2018, passa a defender o Madrid CFF da Espanha, passando posteriormente para o Benfica de Portugal na temporada 2018/2019, voltando ao Madrid CFF (2020) de onde chega agora para o Barça. No Madrid CFF foram 75 jogos e marcou 37 gols

Pelo Benfica de Portugal foram 39 jogos e inacreditáveis 59 gols marcados, 1 campeonato nacional da II divisão, 1 campeonato nacional da I divisão, 1 Taça de Portugal, 1 Taça da Liga e 1 Super Taça de Portugal. Números e conquistas marcantes nas duas temporada s que defendeu o clube português.

Elas triunfaram na Catalunha - Com a chegada de Geyse, a história de jogadoras brasileiras no século XXI tem prosseguimento. Desde Andressa Alves (meia atacante, que joga atualmente na Roma da Itália) que chegou na temporada 2016/2017 vinda do Montpellier da França e é a brasileira com mais partidas com a camisa azul e grená, foram 81 jogos e 29 gols.

Passando por Fabiana Simões (ala direita), atualmente jogando pelo S.C.Internacional de Porto Alegre, que esteve no Barcelona na temporada 2017/2018 (proveniente do Audax Corinthians) e atuou em 11 partidas marcando 1 gol.


Até a jovem atacante Giovana Queiroz, atualmente no Levante da Espanha e que pelo Barça fez parte do elenco principal nas temporadas 2019/2020 e 2020/2021 (vinda do Madrid CFF) atuando apenas em jogos amistosos, pré temporada e na base.

A alagoana Geyse tem pela frente não só um histórico favorável de suas colegas brasileiras que a antecederam no Barcelona, todas assim como ela, com participação na Seleção Brasileira em competições internacionais como os Jogos Olimpicos, entre outros.

Agora é Visca Barça!

Barcelona dirá não, caso Messi queira voltar ao time

Foto: Juan Manuel Serrano Arce/Getty Images

Messi com a camisa da Seleção Argentina

O jornalista europeu, Samuel Marsden, mencionou que se Lionel Messi quisesse voltar a Barcelona em 2023 e seu salário não fosse um problema, seria difícil para o clube dizer não ao argentino.

Messi partiu de Barcelona em 2021, juntando-se a Paris Saint-Germain em um contrato de dois anos. Agora, há alegações de que ele poderia retornar ao Barcelona uma vez que seu contrato atual expirasse, mas essa decisão cabe exclusivamente a Xavi.

Mas neste momento vale ressaltar que Xavi está tentando construir a equipe a partir do zero, o que significa que há expectativas definidas de cada jogador. Ele quer jogadores que representam um futuro melhor e Messi certamente não se encaixa nos critérios. Mas, no final das contas, Messi tem uma grande história no clube e certamente ainda pode jogar em alto nível.

A situação é um pouco semelhante à mudança de Cristiano Ronaldo para o Manchester United. Nem todos esperavam que ele partisse imediatamente, mas, para surpresa de todos, ele o fez.

A situação do Barcelona, no entanto, é totalmente diferente. Eles já estão trabalhando sob um conjunto fixo de restrições financeiras e embora ninguém ousasse dizer não, há um forte sentimento dentro do clube de que a jornada de Messi como jogador do Barcelona já chegou ao seu fim.

Messi será sempre recebido no Barcelona de braços abertos, mas sem atuar como jogador. O argentino já mencionou que gostaria de atuar como diretor esportivo, algo que até poderia virar realidade. Mas como atacante, Messi não teria nenhuma prioridade ou opção dentro do clube. O presidente do Barça, Joan Laporta, já mencionou no passado que Messi ‘só pode retornar se for de graça’. Apesar de ser um grande jogador, amado pela torcida e por fãs ao redor do mundo, o Barcelona parece determinado em recusar uma possível volta do argentino. De qualquer forma, os próximos anos de Messi ainda proporcionarão grandes jogadas e partidas, além de muitas chances para os fãs do mundo bet (apostas), assim como para toda a indústria global do iGaming.

Maxi Rolón, ex-Santos e Barcelona, morre em acidente de carro na Argentina

Foto: divulgação Santos FC

Maxi Rolón defendeu o Santos em 2016

Notícia muito triste! Os jogaores irmãos argentinos Maxi, este ex-Santos e Barcelona, e Ariel Rolón morreram neste sábado, dia 14. Eles foram vítimas de um acidente de carro na Rota 33 da Argentina, perto da cidade de Casilda, na província de Santa Fé.

De acordo com as primeiras informações da polícia e dos bombeiros, os irmãos Maximiliano e Ariel Rolón estavam viajando de carro neste sábado por volta das 8h30 da manhã, quando por motivos que tentavam estabelecer saíram da Rota 33 e colidiram de frente com uma árvore. Ambos morreram devido aos ferimentos causados ​​pelo impacto.

Na região houve grande tristeza e comoção , pois trata -se de dois jovens conhecidos no meio futebolístico. Jogaram na Liga Casildense, nos dois clubes Chabás: Ariel no Huracán e Maxi no Atlético. Seu irmão mais velho, "Chicho", também joga na Liga, pelo Huracán, e é um dos futebolistas mais reconhecidos da Liga regional por seu talento e carreira.

Maxi, que estava com 27 anos fez as categorias de base no Vélez Sarsfield e teve uma experiência no Barcelona há algum tempo e até, dividindo o gramado com Lionel Messi. Em 2016, o jogador passou pelo Santos FC, mas não foi bem.


De acordo com as primeiras investigações, os irmãos viajavam de Chabás para Rosário neste sábado e quando chegaram à curva entre o Casilda Golf Club e o antigo posto de pedágio, perderam o controle do carro e colidiram de frente com uma árvore.

Diante dessa tragédia que enluta a região e principalmente o futebol da região, a Liga Casildense suspendeu a primeira e reserva data que seria disputada neste domingo. Enquanto isso, os inferiores foram disputados neste sábado e um minuto de silêncio foi feito antes de cada jogo.

Goleada sobre o Real Madrid expõe o renascimento do Barcelona com Xavi

Por Lucas Paes
Foto: Reuters

O Barça goleou no Bernabéu

Glorioso e forte nos últimos anos, o Barcelona viveu um assustador e lento processo de "morte". O time que dava show, que encantava o mundo com Guardiola, que assustava defesas com o trio MSN, se viu incapaz de bater de frente com equipes fortes e chegou nesta temporada sem perspectiva. Caiu na fase de grupos da Liga dos Campeões, estava fora do G4 da La Liga, parecia destinado a nada. Trocou de treinador, Koeman deu lugar a Xavi e o time foi se acertando, vencendo e renascendo. Neste domingo, dia 20 de março, deu a prova definitiva de seu renascimento, ao golear o Real Madrid por 4 a 0 dentro da casa Merengue.

O processo do fim das glórias do Barcelona foi assustador. Começou ainda na época do trio MSN, quando o time se mostrou incapaz de avançar na Liga dos Campeões após o título de 2014/2015. Teve seus capítulos mais tristes, porém, a partir de 2018. Primeiro, uma eliminação inacreditável para a Roma, depois a virada sofrida contra o Liverpool, culminando no desastroso 8 a 2 do Bayern. Messi, maior jogador da história do clube, saiu e a perspectiva era terrível para os azulgranas.

Depois de um início tão ruim com Koeman, a volta de Xavi ao clube, desta vez como técnico, pareceu uma solução desesperada. Poucos, porém, conseguem entender tão bem o que é o Barça como o histórico meia espanhol. Em pouco tempo, o antes visionário centrocampista mudou completamente o ambiente, potencializou os ótimos jovens do elenco, reforçou com jogadores pontuais os setores e fez com que os Culés jogassem um futebol que voltou a encantar o continente. Na Europa League, esse ponto se mostrou na trauletada sobre o Napoli em pleno San Paolo. Porém, nacionalmente, ainda faltava uma consagração.

É claro que alguém pode contextualizar que no clássico deste domingo, onde estranhamente o Real Madrid jogava de preto em casa e mais bizarramente ainda o Barça veio de amarelo e vermelho, os Merengues vinham sem Benzema, mas isso não tira o mérito da partidaça que fez o Barcelona no território inimigo. Os azulgranas, que não venciam um clássico desde 2019, quebraram a marca em grande estilo. 

Ancelotti errou, escalou muito mal o Real Madrid. O líder do campeonato deu espaços que os ótimos jovens do Barcelona aproveitaram e jogaram como gente grande. O experiente Aubameyang desfilou seu futebol sob o solo do Bernabéu como se fora Messi há alguns anos. Pedri, tão novo, parecia um craque experiente e jantava toda a meia cancha madridista, inoperante. Militão, Alaba e todo o setor defensivo do time da capital espanhola não conseguiam entender o passeio que sofriam dentro de casa. 

Faltava ao Barcelona uma atuação de gala desse estilo contra o maior rival. Quase todos os times históricos recentes azulgranas tiveram em algum momento um desfile humilhante diante do maior rival, muitos deles no Bernabéu. Quase todos eles tiveram em comum atuações magistrais de Messi. Neste domingo, o conjunto de Xavi provou que não só há vida sem o argentino como essa vida pode ser muito feliz para sua torcida. O resultado deixa, ainda que esta seja uma disputa mais difícil, o campeonato espanhol aberto. Dá para sonhar, ainda que a vantagem madridista seja imensa.


O mais importante do El Clássico desde domingo, porém, foi mostrar ao mundo que, ainda que talvez não ao nível do clube da elite que inclui Manchester City, Liverpool, Chelsea e Bayern, o Barcelona está renascendo. Toda a volta tem de ter seu primeiro passo e uma goleada sobre o maior rival dentro da casa dele é um passo enorme rumo a volta do Barça ao lugar que ocupou durante a maior parte deste milênio: o topo.

Barça terá que provar favoritismo numa Europa League de bons jogos

Por Lucas Paes
Arte por O Curioso do Futebol

UEFA Europa League tem confrontos definidos

Um sorteio na manhã desta sexta-feira, dia 18 de março, definiu os confrontos das quartas de final da UEFA Europa League. O Barcelona é o favorito ao título, porém terá de se provar em meio a ótima ascensão que vivem na La Liga, porém em uma competição onde os catalães sofreram contra o Galatasaray, o Barça terá jogos difíceis até a final. Além dos espanhois, outros times podem surgir como forças, principalmente Atalanta e Leipzing, que curiosamente se enfrentam.

O sorteio na manhã desta sexta definiu também os confrontos da Liga dos Campeões da UEFA, que já foram analisados em um artigo postado mais cedo. Além disso, teremos ainda os confrontos da Conference League, a nova competição de clubes da entidade máxima do futebol europeu.

RB LEIPZIG X ATALANTA: dois dos grandes favoritos ao título, Atalanta e Leipzig duelarão num confronto sem favoritos. A Dea é um dos melhores times da Itália e possuem sob o comando de Gasperini um dos melhores ataques do continente, porém vivem um momento claudicante. Já o time da Red Bull vem bem na Bundesliga e como um dos eliminados da Liga dos Campeões já entrou na Europa Liga como um dos favoritos. A decisão será na casa da Atalanta e o primeiro jogo, obviamente na Alemanha. É impossível apontar um neste confronto, onde o vencedor enfrentará o Rangers ou o Braga. 

EINTRACHT FRANKFURT X BARCELONA: tecnicamente, aqui o Barcelona entra com amplo favoritismo. Porém, os Culés já passaram por isso na fase anterior e sofreram mais do que se imaginava contra o Galatasaray. O Eintracht tem um time interessante e fez bons jogos diante do Bétis nas oitavas, mas não faz lá grande temporada na Bungesliga e tem na Liga Europa a chance de redenção da temporada. O time alemão já foi campeão da Europa League uma vez, em 1980. Já o Barça tem três títulos da competição, todos nos anos 1950 e 1960. O vencedor do confronto, que será decidido na Espanha, enfrentará West Ham ou Lyon nas semis.

WEST HAM X LYON: com certeza o confronto mais equilibrado desta fase, o duelo entre Lyon e West Ham não tem nenhum grande favorito de véspera, como é o caso de Barça e Frankfurt. Os Hammers eliminaram o Sevilla, o super titã da competição e chegam com muita moral as quartas, vivendo ótima Premier League sob o comando de David Moyes. Já o Lyon tem um bom time, contando com um Lucas Paquetá inspiradíssimo e deixaram para trás o excelente Porto, que quase tirou o Atletico de Madrid da Liga dos Campeões. Com a decisão rolando na França, muita coisa no duelo dependerá do que o time inglês fizer em Londres. 


RANGERS X BRAGA: confronto aberto entre "underdogs" da competição, o jogo entre Glasgow Rangers e Braga promete duas partidas muito interessantes. Em outro caso onde a Liga Europa é chance de salvação da temporada de ambos os times, o confronto entre Glasgow Rangers e Braga é completamente aberto e muito dependerá de como o time português se sairá no jogo de ida, quando atua em casa. Os escoceses já tiraram o bom time do Borussia Dortmund da competição, mas possuem limitações e o Braga pode aproveitá-las. Como já citado, o vencedor terá um duríssimo adversário no jogo das semifinais, seja Atalanta ou Leipzig.

A passagem de Triguinho pelo Barcelona

 Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Triguinho junto a Emmanuel Petit no Barça

Lateral reconhecido pela brilhante careca e pelo apelido inusitado, Luciano da Silva, mais conhecido como Triguinho, foi um andarilho ao longo de sua carreira, atuando em diversos clubes e se destacando principalmente na passagem pelo São Caetano. Completando 43 anos neste dia 25 de fevereiro, o lateral paulista chegou a atuar pelo Barcelona, onde esteve mais tempo no time B.

Triguinho surgiu bem no Guaratinguetá no ano de 1999, demonstrando qualidade e bom futebol mesmo jogando em divisões inferiores do estado de São Paulo. Na época, o meia Rivaldo, craque do Barcelona, era um dos donos do Guaratinguetá, viu talento no lateral e acabou levando ele para atuar pela equipe B do Barça, no ano de 20001.

O lateral, porém, pouco conseguiu se firmar jogando pelo clube espanhol. A Catalunha se mostrou uma dificuldade muito grande, seja por aspectos técnicos ou adaptativos. Ele atuou em apenas uma partida pelos azulgranas, em um amistoso. Segundo contou em entrevista em 2007, porém, ele "aprendeu bastante" naquele período onde esteve na Espanha. 

Deixou o Barça para voltar ao Brasil e atuar pelo Figueirense, primeiro clube onde efetivamente atuou constantemente. Voltaria a atuar na Europa apenas em 2007, quando atuou pelo Anderlecht, da Bélgica. Fora esta passagem, fez sua carreira no Brasil e ficou marcado em 2009 pelo envolvimento no gol histórico de Ronaldo na Vila Belmiro na final do Paulistão, quando tomou um drible incrível do camisa 9 do Timão na época.

Triguinho pendurou as chuteiras em 2014, jogando o Paulistão da Segunda Divisão pelo Manthiqueira, da cidade de Guaratinguetá. Sua maior conquista na carreira foi a Série B de 2010 atuando pelo Coritiba. 

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