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Geoff Hurst e seu começo no West Ham

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Geoff escreveu uma linda história nos Hammers

O lendário ex-atacante inglês Geoffrey Charles Hurst, campeão do mundo em 66, está comemorando 82 anos de vida nesta sexta-feira, dia 8 de dezembro de 2023. No começo de sua trajetória como jogador, o avançado escreveu uma belíssima história no West Ham United, clube onde atuou entre o fim dos anos 50 e início da década de 70.

Essa sua passagem pelos Hammers começou em 58, depois de jogar nas categorias de base dos Irons. Com seu espaço já conquistado no elenco, ajudou o time da capital a vencer os títulos da FA Cup em 1964 e da European Cup Winners' Cup no ano seguinte.

Suas grandes atuações lhe renderam, em meio à toda esta caminhada, um espaço na Seleção Inglesa. Logo no início de sua trajetória pelo selecionado, conquistou a Copa do Mundo de 66, sediada na Terra da Rainha. Inclusive, foi ele o grande responsável pelo único título Mundial do English Team, marcando um hat-trick na vitória por 4 a 2 sobre a Alemanha Ocidental, na grande decisão.


Ao todo, Geoff disputou pouco mais de 500 partidas pelo time londrino em todos estes anos. É, até os dias de hoje, um dos 10 jogadores que mais jogaram pela equipe.

Na sequência de sua carreira, Hurst ainda rodaria por clubes como Stoke City, Cape Town, West Bromwich, Cork Celtic e Seattle Sounders, até se aposentar em 1979, quando jogava no Telford United.

O início de Ferdinand no West Ham

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Ferdinand atuando no West Ham

Neste dia 7 de novembro completa 44 anos um dos maiores nomes defensivos da história do futebol inglês e europeu. Zagueiro de grande capacidade defensiva e ídolo absoluto do Manchester United, Rio Ferdinand marcou uma década no futebol devido ao seu futebol e foi referência de toda uma geração de torcedores ingleses. Seu começo de carreira, porém, foi junto de Lampard no West Ham United. 

Ferdinand é natural de uma região de londres e desde pequeno sempre foi uma criança muito inquieta. Agitado, não só jogava bola, como também fazia ballet e praticava ginástica, sendo inclusive atleta da modalidade em sua época de escola. Aos poucos se focou no futebol e aos 14 anos passou a fazer parte das categorias de base do West Ham United. A partir daí começou a escalar os times de base. 

Estreou no time profissional dos Hammers na temporada 1995/1996, na última rodada diante do Sheffield Wednesday. Começou a temporada 1996/1997 atuando no clube, mas foi emprestado até o final do ano para o Bournemounth, porém retornou já em janeiro e passou a atuar mais regularmente. Marcou seu primeiro gol pouco depois de retornar, em jogo diante do Blackburn, marcando outro diante do Conventry. Terminou a temporada como titular.

A partir da temporada 1997/1998 passou a atuar regularmente e ser o titular da zaga dos Hammers. No final de 1997 foi convocado pela primeira vez pela Seleção Inglesa, estreando em um amistoso diante de Camarões. Constantemente presente, se tornou uma referência do time londrino e fez parte do time que conquistou a UEFA Intertoto Cup em 1999. Foi seu primeiro título na carreira. 

Seguiu atuando pelo clube nas temporadas seguintes. Era zagueiro de um time que apesar de não chegar no topo da classificação da Premier League, constantemente ficava em posições tranquilas na classificação, vencendo alguns jogos interessantes ao longo de sua trajetória. Não a toa virou presença constante também na seleção nacional e foi convocado para a Copa do Mundo já em 1998, porém não jogou na França. 


Ficou na capital inglesa até a metade da temporada 2000/2001, quando acabou contratado pelo Leeds United por 18 milhões de libras, num valor que era recorde para a época e foi durante muito tempo o maior valor pago para a transferência de um zagueiro na história. Encerrou sua estadia no West Ham com 158 jogos e aqueles dois gols da temporada 1996/1997.

O início de Lampard no West Ham

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Lampard atuando no West Ham

Intimamente ligado ao Chelsea durante a maior parte de sua carreira, o meia inglês Frank Lampard foi um dos melhores jogadores de sua posição nos anos 2000. Dono de um chute potente e de uma categoria rara, o craque, que se tornou o maior artilheiro da história do Chelsea e que completa 44 anos neste dia 20 de junho começou sua trajetória no futebol em outro time de Londres: o West Ham United. 

Lampard chegou aos Hammers jácom idade quase profissional, com 16 anos, tendo jogando antes por times e seleções escolares. Tinha como seu herói de juventude o atacante McAvennie e seu pai, que havia jogado por lá, também fazia parte da direção do clube. Subiu aos 17 anos para o time profissional, em 1995 e acabou emprestado ao Swansea. Seus 9 bons jogos atuando pelo time alvinegro foram o suficiente para o West Ham lhe trazer de volta e o colocar em campo já na temporada 1995/1996, estreando diante do Conventry City, em 31 de janeiro de 1996.

Foi a partir da temporada 1996/1997 que Lampard, que era treinado por seu tio Harry Redknapp na equipe, começou a ocupar espaço no time titular dos Hammers. Já atuou em 16 jogos naquela temporada, começando a deixar sua marca com boas atuações no time. Seu primeiro gol, porém, viria só na temporada 1997/1998, quando na abertura da Premier League deixou sua marca numa vitória por 2 a 1 sobre o Barnsley. Em novembro de 1997 marcou o primeiro hattrick de sua carreira, fazendo três gols diante do Walsall na Copa da Liga. 


Depois disso, virou presença constante no time titular do West Ham. Tímido como seu time na temporada 1998/1999, no biênio seguinte marcou 14 gols ao longo da temporada, uma marca expressiva para um meia e levou os Hammers ao título da Intertoto, uma das mais bizarras competições da UEFA. A partir dali, começava a chamar a atenção de outros clubes grandes da Inglaterra e até de fora do país. O momento ruim vivido pela equipe na temporada 2000/2001, que fez com que Redknapp e seu pai deixassem seus cargos na instituição fez com que quisesse deixar o West Ham. 

Acabou contratado pelo Chelsea no final da temporada 2000/2001 por uma alta soma para a época de 11 milhões de libras. A partir daí, o resto é uma das histórias mais conhecidas do futebol mundial. No total, atuou em 187 jogos e marcou 39 gols com a camisa dos Hammers, ao longo de seis anos no profissional do clube. 

Sem Barcelona, o grande favorito, Europa League chega as semifinais com forças inglesas

Por Lucas Paes
Foto: Sportsviews.com

Troféu da Europa League

Não é só a Liga dos Campeões que chega nas suas fases mais agudas e decisivas. A Europa League, a segunda grande competição europeia, também está chegando em sua fase semifinal e decisiva nesta quinta-feira, dia 28. A grande surpresa foi a queda do favoritaço Barcelona, atropelado por uma invasão alemã do Frankfurt no Camp Nou. Por sinal, existe a chance de uma final alemã em Sevilha, mas é o que veremos.

WEST HAM X EINTRACHT FRANKFURT: o duelo de alemães e ingleses bota lado a lado duas das grandes histórias dessa competição. O West Ham quebra a geral linha de ingleses não levarem tão a sério a Europa League, o que aliás tem virado mito nos últimos anos, enquanto o Frankfurt simplesmente dilacerou o Barcelona dentro de um Camp Nou tomado por mais de 30 mil torcedores do time visitante que simplesmente invadiram Barcelona. 

O West Ham, por sua vez, tem campanha consistente no mata-mata e atropelou o Lyon fora de seus domínios. Os Hammers fazem ótima Premier League e inclusive causaram uma das duas derrotas do Liverpool na competição no primeiro turno. Existe sim um certo favoritismo ao time de David Moyes, que de certa forma é inclusive favorito ao título, mas o Franfkurt já deixou um favorito pelo caminho e não se incomodará nem um pouco em fazê-lo novamente, desta vez decidindo em casa. 

RANGERS X RB LEIPZIG: mesmo sem Gerrard no comando, o ano do Rangers é bastante interessante. Finalista da Copa Nacional, o tradicional time de Glasgow provavelmente não será campeão nacional, mas segue competindo também na Liga Europa num confronto acessível. O time escocês fez ótima partida diante do Braga nas quartas e perdeu diversas chances na vitória por 3 a 1 sobre os portugueses. O Rangers foi vice-campeão na temporada 2008, quando perdeu para o Zenit na decisão. 


Do outro lado, o Leipzig chega com algum pequeno favoritismo após ter eliminado uma das sensações do futebol europeu que, para ser justo, não faz grande temporada, a Atalanta. A Dea jogava tudo praticamente na Liga Europa e acabou derrotada pelo ótimo time alemão dentro de seus domínios. O time da Red Bull faz grande mata-mata e chega com boas chances de buscar um título inédito e que seria histórico, mas terá de, além de ter um bom resultado em casa, enfrentar o inferno do Ibrox na volta. 

Os jogos da Liga Europa acontecem nesta quinta-feira e são transmitidos pelos canais ESPN. Ambas as partidas ocorrerão as 16 horas. 

Barça terá que provar favoritismo numa Europa League de bons jogos

Por Lucas Paes
Arte por O Curioso do Futebol

UEFA Europa League tem confrontos definidos

Um sorteio na manhã desta sexta-feira, dia 18 de março, definiu os confrontos das quartas de final da UEFA Europa League. O Barcelona é o favorito ao título, porém terá de se provar em meio a ótima ascensão que vivem na La Liga, porém em uma competição onde os catalães sofreram contra o Galatasaray, o Barça terá jogos difíceis até a final. Além dos espanhois, outros times podem surgir como forças, principalmente Atalanta e Leipzing, que curiosamente se enfrentam.

O sorteio na manhã desta sexta definiu também os confrontos da Liga dos Campeões da UEFA, que já foram analisados em um artigo postado mais cedo. Além disso, teremos ainda os confrontos da Conference League, a nova competição de clubes da entidade máxima do futebol europeu.

RB LEIPZIG X ATALANTA: dois dos grandes favoritos ao título, Atalanta e Leipzig duelarão num confronto sem favoritos. A Dea é um dos melhores times da Itália e possuem sob o comando de Gasperini um dos melhores ataques do continente, porém vivem um momento claudicante. Já o time da Red Bull vem bem na Bundesliga e como um dos eliminados da Liga dos Campeões já entrou na Europa Liga como um dos favoritos. A decisão será na casa da Atalanta e o primeiro jogo, obviamente na Alemanha. É impossível apontar um neste confronto, onde o vencedor enfrentará o Rangers ou o Braga. 

EINTRACHT FRANKFURT X BARCELONA: tecnicamente, aqui o Barcelona entra com amplo favoritismo. Porém, os Culés já passaram por isso na fase anterior e sofreram mais do que se imaginava contra o Galatasaray. O Eintracht tem um time interessante e fez bons jogos diante do Bétis nas oitavas, mas não faz lá grande temporada na Bungesliga e tem na Liga Europa a chance de redenção da temporada. O time alemão já foi campeão da Europa League uma vez, em 1980. Já o Barça tem três títulos da competição, todos nos anos 1950 e 1960. O vencedor do confronto, que será decidido na Espanha, enfrentará West Ham ou Lyon nas semis.

WEST HAM X LYON: com certeza o confronto mais equilibrado desta fase, o duelo entre Lyon e West Ham não tem nenhum grande favorito de véspera, como é o caso de Barça e Frankfurt. Os Hammers eliminaram o Sevilla, o super titã da competição e chegam com muita moral as quartas, vivendo ótima Premier League sob o comando de David Moyes. Já o Lyon tem um bom time, contando com um Lucas Paquetá inspiradíssimo e deixaram para trás o excelente Porto, que quase tirou o Atletico de Madrid da Liga dos Campeões. Com a decisão rolando na França, muita coisa no duelo dependerá do que o time inglês fizer em Londres. 


RANGERS X BRAGA: confronto aberto entre "underdogs" da competição, o jogo entre Glasgow Rangers e Braga promete duas partidas muito interessantes. Em outro caso onde a Liga Europa é chance de salvação da temporada de ambos os times, o confronto entre Glasgow Rangers e Braga é completamente aberto e muito dependerá de como o time português se sairá no jogo de ida, quando atua em casa. Os escoceses já tiraram o bom time do Borussia Dortmund da competição, mas possuem limitações e o Braga pode aproveitá-las. Como já citado, o vencedor terá um duríssimo adversário no jogo das semifinais, seja Atalanta ou Leipzig.

A história de Bobby Moore com o West Ham

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Bobby Moore passou quase 20 anos no West Ham

Apesar de inventores do futebol, os ingleses não são famosos ao longo da história por um futebol muito técnico. Ainda assim, a Terra da Rainha trouxe vários bons nomes para o esporte bretão ao longo da história, ainda que em quantidade menor que Brasil, Argentina, Alemanha e Itália por exemplo. Um dos grandes nomes do futebol inglês, que completaria 80 anos neste dia 12, foi o zagueirão Bobby Moore, temido até pelo Rei Pelé, um dos grandes capitães da história do futebol britânico.

Moore nasceu em Barking, na região de Essex e já na escola começou a praticar o futebol junto aos estudos. Aos 14 anos, entrou nas categorias de base do West Ham e em 1958, com apenas 17, estreou pelo clube, em uma partida diante do Manchester United. Substituiu Malcom Allison, mentor de seu jogo que estava fora devido à uma tuberculose. Ao mesmo tempo, jogava também críquete pelo Essex Club.

Rapidamente, ascendeu a titularidade e virou uma estrela dos Hammers. Apesar de não ser um craque com a bola nos pés, tinha uma ótima capacidade de leitura de jogo que o permitia antecipar os movimentos de adversários e com isso era uma marcador implacável, porém leal, raramente apelando para carrinhos ou lances ríspidos. Em 1960, já era convocado pela Seleção Inglesa e em 1962 disputou a Copa do Mundo por seu país, eliminado nas quartas pelo Brasil, que seria campeão.

Em 1963, com apenas 22 anos, se tornou capitão do English Team. No final daquele biênio, ajudou o West Ham a conquistar o título da FA Cup da temporada 1963/1964. Seguia como titular e capitão dos Three Lions e mais uma vez foi um dos destaques dos Hammers num dos maiores, se não o maior, títulos da história do clube, quando ganharam a Recopa Europeia na temporada 1964/1965. No ano de 1966, quase ficou fora da Copa do Mundo, já que teve problemas para acertar um novo contrato com o West Ham, mas uma intervenção de diretores resolveu a situação e o resto foi história, já que Moore foi o capitão do único título mundial da Inglaterra.

Seguiu sendo capitão e pilar do West Ham nos anos seguintes, além dos Three Lions. Jogou a Copa do Mundo de 1970, quando a Inglaterra caiu diante do Brasil e também a Eucopa de 1968, que os ingleses terminaram no terceiro lugar. Seguiu como titular e ídolo da torcida dos Hammers durante toda a década de 1960, mesmo com os títulos não chegando para o time londrino.


Permaneceu no clube até o ano de 1974. Seu último jogo pelo time foi em janeiro daquele ano, num duelo da FA Cup. Lesionou-se nesta partida e acertou sua saída ainda em março. Encerrou sua trajetória no Upton Park com 647 partidas, se tornando o jogador com mais jogos com a camisa dos Hammers e 27 gols, seu recorde depois seria batido por Billy Bonds e Frank Lampard Sr. Pai do craque inglês que se tornou ídolo do Chelsea na década de 2000 e 27 gols marcados ao longo dos 16 anos em que permaneceu no time profissional.

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