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A trajetória de Edmílson pelo Lyon

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Edmílson jogou no Lyon por quatro anos

O ex-zagueiro José Edmílson Gomes de Moraes, popularmente conhecido apenas como Edmílson, está celebrando o seu 48º aniversário nesta quarta-feira, dia 10 de maio de 2024. No decorrer de sua carreira, o defensor, campeão do mundo com Seleção Brasileira em 2002, teve um trajetória memorável pelo Olympique Lyonnais no começo do atual milênio

Revelado pelo XV de Jaú, o atleta chegou ao velho continente após se destacar pelo São Paulo entre 94 e 2000. No clube de Rhône-Alpes, atuou por quatro temporadas, período no qual conquistou três edições de Ligue 1 e uma Copa da Liga. 

Demonstrando um altíssimo rendimento em 2001, chegou a receber algumas ofertas do Barcelona. Porém, o time francês recusou todas elas, e o jogador permaneceu até 2004.

Com isso, foi para o Mundial de 2002 como atleta do Lyon e retornou para as suas duas últimas temporadas como pentacampeão mundial. Ao longo da campanha vitoriosa, marcou um golaço contra a Costa Rica na última rodada da fase de grupos.


Segundo o site ogol.com, Edmílson disputou 145 jogos e anotou quatro tentos com a camisa do OL até 2004. Logo após encerrar seu vínculo, se transferiu para o Barcelona.

Na sequência de sua jornada no futebol, o brasileiro ainda defendeu times como Villarreal, Palmeiras e Real Zaragoza. Seu último clube na carreira foi o Ceará, em 2011.

A passagem de Cláudio Caçapa pelo Lyon

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Caçapa atuou por seis anos no Lyon

O ex-zagueiro brasileiro Cláudio Roberto da Silva, popularmente conhecido como Cláudio Caçapa, completa 48 anos de idade nesta quarta-feira, dia 29 de maio de 2024. No decorrer de sua carreira como atleta, o defensor teve uma longeva e memorável passagem pelo Olympique Lyonnais no começo dos Anos 2000.

Revelado pelo Atlético Mineiro, o jogador mineiro chegou ao Lyon em 2001, onde foi muito importante na conquista inédita da Ligue 1 de 2001/02. Nos anos seguintes, ajudou ainda fez parte do elenco que venceu os campeonatos franceses de 2002/03, 2003/04, 2004/05, 2005/06 e 2006/07.

Além de todos estes títulos, ganhou também as Supercopas da França em 2002, 2003, 2004, 2005 e 2006. Em 2000/01, foi campeão da Copa da Liga Francesa.

Deixou o Olympique Lyonnais no verão europeu de 2007, logo após seu contrato terminar. Segundo o site ogol.com, Caçapa disputou 165 partidas pelo clube e marcou oito gols ao longo dos seus seis anos defendendo os Gones.


Antes de se aposentar, o Deus da Zaga ainda jogou em times como Newcastle, Cruzeiro, Évian e Avaí. Depois de pendurar as chuteiras, passou a trabalhar como auxiliar técnico e exerceu tal função no próprio Lyon entre 2016 e 2023.

Jean Djorkaeff e seu começo de carreira pelo Lyon

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Jean Djorkaeff atuando pelo Lyon

Jean Djorkaeff foi um bom jogador francês, que teve passagens por grandes clubes do seu país no século passado, conquistando alguns títulos. O lateral, pai de Youri Djorkaeff, construiu uma bela história, principalmente pelo Lyon, onde começou a sua carreira, e depois no Olympique.

O jogador nasceu em Charvieu-Chavagneux, da França, no dia 27 de outubro de 1939, e começou a sua carreira aos 19 anos de idade. O lateral teve seu início no Lyon, uma equipe grande do país, mas que não estava passando por uma fase vitoriosa.

Rapidamente Jean tornou-se titular da equipe, conseguindo mostrar um grande potencial. O jogador ainda era jovem e precisava se desenvolver mais, mas mostrava evolução a cada jogo, sendo muito importante nas partidas para a sua equipe, principalmente nas construções de jogadas pelas beiradas.

Uma das suas grandes virtudes era a qualidade ofensiva, o que o diferenciava do restante dos jogadores da mesma posição. Na época, os laterais eram muito mais defensivos, e pouco passava do meio de campo, mas Jean era completamente diferente.

O jogador tornou-se muito importante para a equipe, e era um pilar defensivo e ofensivo. O seu primeiro título pelo clube foi na temporada de 1963-64, quando o clube foi campeão da Copa da França, um título que significou uma nova era dentro do Lyon.

A equipe se fortaleceu muito com o título, montando um grande time e começando a brigar mais por títulos. A partir de 1964, Jean começou a ser convocado para a Seleção Francesa, o que deu mais relevância para o seu futebol, já que estava em um grande momento.


O jogador acabou não conquistando mais nenhum título pelo Lyon, e acabou deixando a equipe ao final da temporada de 1965-66. Jean foi contratado pelo Olympique, uma das maiores equipes do país, e seria uma grande oportunidade para conquistar mais títulos.

Pelo Lyon foram 155 jogos e marcou 18 gols, números muito expressivos para um lateral, e por isso chamou a atenção dos outros clubes. Depois, jogou no Olympique, Paris Saint Germain e Paris FC, onde encerrou a carreira em 1974. Ele fez 48 jogos pela Seleção Francesa, onde seu filho Youri foi campeão do mundo em 1998.

A passagem de Edmilson pelo Lyon

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Edmilson durante a passagem pelo Lyon

José Edmílson Gomes de Moraes, ex-volante e zagueiro campeão do mundo com a Seleção Brasileira em 2002, está celebrando o seu 47º ano de vida nesta segunda-feira, dia 10 de julho de 2023. No decorrer de sua boa carreira de jogador, ele teve uma boa trajetória no Lyon no começo dos anos 2000.

Esta passagem do brasileiro pelo Olympique Lyonnais aconteceu de 2000 a 2004, depois de ser revelado pelo XV de Jaú e brilhar no São Paulo. Nos Les Gones, conseguiu ter bons números e conquistou a simpatia do torcedor da equipe francesa.

Segundo o site ogol.com, Edmílson disputou 145 jogos com a camisa do OL e balançou as redes adversárias em quatro oportunidades. Foi defendendo o Lyon que Edmilson foi convocado para a Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2002, tornando-se um dos pentacampeões, fazendo, inclusive um golaço contra a Costa Rica.


Neste período, ele ajudou a agremiação à conquistar três Campeonatos Franceses (2001-02, 2002-03 e 2003-04); três Supercopas da França (2002, 2003 e 2004) e uma Copa da Liga Francesa (2000-01). Na sequência de sua carreira, o defensor ainda veio a jogar por equipes como Barcelona, Villarreal, Palmeiras e Real Zaragoza. Pendurou as chuteiras em 2011, após atuar no Ceará.

A histórica e vitoriosa passagem de Juninho Pernambucano pelo Lyon

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Juninho teve uma excelente passagem pelo Lyon

Nascido em Recife, Antônio Augusto Ribeiro Reis Júnior, popularmente conhecido como Juninho Pernambucano, está completando 48 anos de idade nesta segunda-feira, dia 30 de janeiro de 2023. Em sua carreira como atleta profissional, ele teve uma passagem de grande destaque pelo Lyon, já que ajudou o clube a mudar de patamar e conquistar vários títulos na primeira década dos anos 2000.

Revelado nas categorias de base do Sport Recife, Juninho foi promovido ao time profissional do Leão da Ilha , onde atuou entre 1993 e 1995. Em seguida, o meio campista se transferiu para o Vasco, clube no qual atuou até 2001, e também foi muito bem. Seus bons números com a camisa Cruzmaltina chamou a atenção do Lyon, que o contratou para reforçar a sua equipe.

Apesar de ter saído do Gigante da Colina pela "porta dos fundos" e ter ficado fora dos gramados por um tempo, Juninho foi convocado para defender Seleção Brasileira na Copa América de 2001 e chegou com confiança no clube francês, que mesmo sendo o atual vice-campeão nacional da época, não era um time muito conhecido do Brasil e nem na Europa. 

Seu principal objetivo era somente se estabelecer no no velho continente, algo que realmente aconteceu na sua primeira temporada: no meio de uma equipe bem limitada, o Reizinho da Colina vestiu a camisa 12 e foi muito importante na conquista do primeiro título da Ligue 1 da história do Lyon, em 2001-02. Logo depois, ajudou a agremiação da Auvérnia-Ródano-Alpes a vencer a Supercopa da França de 2002, com uma goleada para cima Lorient pelo placar de 5 a 1.

Seu ano seguinte foi ainda melhor: usando agora a camisa 8 que tanto gostava, foi bicampeão da Ligue 1, além de ter sido o artilheiro e líder de assistências da equipe, tanto no campeonato, quanto na temporada. Na Supercopa da França de 2003, deu dois passes para gol na vitória por 2 a 1 sobre o Auxerre, garantindo o mais um título ao Lyon.

Na temporada 2003-04, o OL venceu o terceiro troféu da Ligue 1. Dessa vez, Juninho não foi o artilheiro do time, mas se sagrou como o principal jogador daquela conquista e também foi o segundo goleador do time dos Gones no campeonato nacional. 

Depois deste ano, Juninho foi eleito o melhor estrangeiro de 2004 do futebol francês, registrado na seleção do torneio pela revista France Football, além de também ter sido considerado a personalidade do ano na cidade de Lyon. Na Supercopa da França, o troféu veio no jogo diante do Paris Saint-Germain, após disputa de pênaltis. Nesse mesmo ano, começou a campanha do quarto consecutivo da Ligue 1, chegando no mesmo recorde  do Saint-Étienne e do Marseille, sendo que no final da campanha, Juninho foi o artilheiro do time na liga e acabou sendo colocado na seleção do torneio novamente.

Como os outros times tradicionais estavam em baixa no cenário nacional, O Olympique Lyonnais não teve muitas dificuldades para bater o recorde de títulos consecutivos da Ligue 1. E isso aconteceu na temporada de 2005–06, uma das melhores do Pernambucano no clube, sendo eleito o melhor atleta da mesma e, pelo quinto ano seguido, integrou a seleção do torneio. Sua fase no Lyon lhe deu uma vaga na Seleção Brasileira que disputaria a Copa das Confederações em 2005 e a Copa do Mundo de 2006.

O domínio no futebol francês durou mais duas temporadas, com as conquistas da Ligue 1 de 2006–07 e 2007–08. Mesmo nessas últimas duas temporadas, o capitão e já considerado ídolo, Juninho tinha ultrapassado a marca dos 32 anos de idade, mas ainda assim, foi destaque com seus passes para gol e cobranças de falta. Foi indicado a lista de 30 jogadores para o prêmio de melhor jogador do mundo pela FIFA em 2007, mas ficou apenas na 20ª colocação. 

Também foi muito importante na campanha do título da Copa da França na temporada 2007–08. Marcou o gol que levou o time para a decisão na vitória sobre o Sedan, pelo placar magro de 1 a 0 na semifinal. Na final, o Lyon bateu o Paris Saint-Germain e, Juninho, com a faixa de capitão Juninho, ergueu a taça. O OL havia feito até ali, com o auxílio do ídolo, o que nunca havia sido visto na história do futebol francês: o clube do brasileiro acabou conquistando o título nacional pela sexta vez seguida e depois ganhou mais uma Supercopa da França.

Em termos individuais, era difícil Juninho não se destacar, já que articulava e construía as jogadas ofensivas da equipe. Além disso, fazia gols contra times poderosos do futebol europeu como Real Madrid, Barcelona, Bayern de Munique e outras. Mesmo assim, o time francês não conseguia repetir os feitos do futebol nacional no cenário internacional.


No seu último ano na equipe de Lyon, Juninho teve atuações destacas, porém, desta vez, o clube não terminou pela primeira vez desde sua chegada, na primeira colocação da liga nacional. Seu time terminou na terceira posição na classificação geral, perdendo o título para o Bordeaux. Sua última partida com a camisa do Lyon aconteceu no triunfo sobre o Caen, realizado no dia 23 de maio de 2009, quando ele anotou o seu último e centésimo gol com a camisa do Lyon. Até os dias de hoje, Juninho é considerado pela torcida como o maior ídolo e jogador da história do clube. 

Após 343 partidas, 100 gols marcados e 14 títulos conquistados pelo time francês, Juninho Pernambucano ainda jogou em clubes como Al-Gharafa, o Vasco da Gama e o New York Red Bulls. Encerrou a sua carreira como jogador de futebol profissional em 2012, após sua terceira passagem pelo Vascão, onde também foi ídolo.

Barça terá que provar favoritismo numa Europa League de bons jogos

Por Lucas Paes
Arte por O Curioso do Futebol

UEFA Europa League tem confrontos definidos

Um sorteio na manhã desta sexta-feira, dia 18 de março, definiu os confrontos das quartas de final da UEFA Europa League. O Barcelona é o favorito ao título, porém terá de se provar em meio a ótima ascensão que vivem na La Liga, porém em uma competição onde os catalães sofreram contra o Galatasaray, o Barça terá jogos difíceis até a final. Além dos espanhois, outros times podem surgir como forças, principalmente Atalanta e Leipzing, que curiosamente se enfrentam.

O sorteio na manhã desta sexta definiu também os confrontos da Liga dos Campeões da UEFA, que já foram analisados em um artigo postado mais cedo. Além disso, teremos ainda os confrontos da Conference League, a nova competição de clubes da entidade máxima do futebol europeu.

RB LEIPZIG X ATALANTA: dois dos grandes favoritos ao título, Atalanta e Leipzig duelarão num confronto sem favoritos. A Dea é um dos melhores times da Itália e possuem sob o comando de Gasperini um dos melhores ataques do continente, porém vivem um momento claudicante. Já o time da Red Bull vem bem na Bundesliga e como um dos eliminados da Liga dos Campeões já entrou na Europa Liga como um dos favoritos. A decisão será na casa da Atalanta e o primeiro jogo, obviamente na Alemanha. É impossível apontar um neste confronto, onde o vencedor enfrentará o Rangers ou o Braga. 

EINTRACHT FRANKFURT X BARCELONA: tecnicamente, aqui o Barcelona entra com amplo favoritismo. Porém, os Culés já passaram por isso na fase anterior e sofreram mais do que se imaginava contra o Galatasaray. O Eintracht tem um time interessante e fez bons jogos diante do Bétis nas oitavas, mas não faz lá grande temporada na Bungesliga e tem na Liga Europa a chance de redenção da temporada. O time alemão já foi campeão da Europa League uma vez, em 1980. Já o Barça tem três títulos da competição, todos nos anos 1950 e 1960. O vencedor do confronto, que será decidido na Espanha, enfrentará West Ham ou Lyon nas semis.

WEST HAM X LYON: com certeza o confronto mais equilibrado desta fase, o duelo entre Lyon e West Ham não tem nenhum grande favorito de véspera, como é o caso de Barça e Frankfurt. Os Hammers eliminaram o Sevilla, o super titã da competição e chegam com muita moral as quartas, vivendo ótima Premier League sob o comando de David Moyes. Já o Lyon tem um bom time, contando com um Lucas Paquetá inspiradíssimo e deixaram para trás o excelente Porto, que quase tirou o Atletico de Madrid da Liga dos Campeões. Com a decisão rolando na França, muita coisa no duelo dependerá do que o time inglês fizer em Londres. 


RANGERS X BRAGA: confronto aberto entre "underdogs" da competição, o jogo entre Glasgow Rangers e Braga promete duas partidas muito interessantes. Em outro caso onde a Liga Europa é chance de salvação da temporada de ambos os times, o confronto entre Glasgow Rangers e Braga é completamente aberto e muito dependerá de como o time português se sairá no jogo de ida, quando atua em casa. Os escoceses já tiraram o bom time do Borussia Dortmund da competição, mas possuem limitações e o Braga pode aproveitá-las. Como já citado, o vencedor terá um duríssimo adversário no jogo das semifinais, seja Atalanta ou Leipzig.

Marcelo Dijan - Um dos primeiros brasileiros no Lyon

Por Lucas Paes
Foto: Getty Images

Dijan foi o segundo brasileiro à vestir a camisa do Lyon

O Olympique de Lyon é um clube que tem imensas ligações com o futebol brasileiro. O maior ídolo da história do clube é Juninho Pernambucano, destaque do melhor time que os franceses montaram em sua história e principal nome dos sete títulos franceses do clube. Além dele, nomes como Sonny Anderson, Cláudio Caçapa, Cris e outros fizeram sucesso pelos Gones. Atualmente, o elenco conta com cinco jogadores brasileiros e o time tem já alguns anos uma ligação especial com o país. Um dos pioneiros na equipe, antes de Juninho, Anderson e cia. Foi o zagueiro Marcelo Dijan, que completa 53 anos neste dia 6 de novembro. Ele foi o segundo brasileiro à jogar pelo clube.

Brasileiro de descendência Armênia, Dijan começou no Corinthians em 1987 e ficou no time até 1993, sendo Campeão Brasileiro pelo clube em 1990. Em 1993, seu futebol foi suficiente para chamar atenção do Lyon, que na época era apenas um time pequeno da França. Ele desembarcou na França em 1993 e logo assumiu a titularidade na equipe francesa, onde faria uma boa passagem ao longo dos quatro anos seguintes.

Entre 1993 e 1997, Dijan vestiu a camisa do Lyon, num periodo que antecedeu a época gloriosa do clube. Nesse periodo, os Gones foram vice-campeões franceses na temporada 1994/1995, perdendo o título para o Nantes. Na temporada 1995/1996, apesar de uma campanha ruim no Campeonato Francês, o Lyon chega à final da Copa da Liga contra o Metz. Nos pênaltis, a equipe acaba derrotada, sendo que Marcelo perdeu um dos pênaltis. Porém, já na época era um dos ídolos da torcida, algo que não diminuiu com o vice-campeonato.


Se despede do Lyon na temporada 1996/1997. Encerra sua passagem pelo clube na última rodada da Ligue 1, em um dia onde a equipe simplesmente estraçalha o Olympique de Marseille por 8 a 0 em Gerland. Marcelo é aplaudido de pé quando é substituido, demonstrando todo o moral e respeito que tinha com o torcedor do Lyon. Foram 114 jogos e apenas um gol com a camisa dos Gones. Passaria depois por Cruzeiro e Galo antes de encerrar a carreira. 

Foi provavelmente responsável direto pela abertura maior de portas a jogadores brasileiros nos anos seguintes no Lyon. Tal fato seria decisivo na fase áurea do clube, por motivos óbvios. Dijan permanece respeitado pelo torcedor até hoje, mesmo que abaixo de nomes como Cris, Anderson e, obviamente, da praticamente divindade Juninho Pernambucano. Porém, o pioneirismo de Dijan seria essencial para o sucesso dos diversos ídolos brasileiros do Lyon, numa relação com o país que segue viva até os dias de hoje.

1991 - 1999 - 2015 - 2019 - Quatro vezes Estados Unidos

Foto: Getty Images.com/Fifa.com

Jogadoras dos Estados Unidos levantam a taça: campeãs do mundo pela quarta vez

Os Estados Unidos conquistaram o quarto título da história da Copa do Mundo Feminina. A final da edição de 2019 do torneio foi realizada neste domingo, dia 7, no Stade de Lyon, na França, e as norte-americanas dominaram praticamente todo o jogo e venceram pelo placar de 2 a 0. Os gols da partida, marcados por Rapinoe, de pênalti, e Lavelle, saíram no segundo tempo.

A decisão colocava frente a frente os Estados Unidos, três vezes campeões mundiais, inclusive a última edição, contra a Holanda, que pela primeira vez chegava à final de uma Copa do Mundo Feminina, mas que ostentava ser a atual campeã europeia. As norte-americanas chegaram à decisão batendo a Inglaterra na semi, por 2 a 1. Já a Holanda passou pela Suécia, vencendo por 1 a 0 na prorrogação.

No início de jogo, a Holanda mudou a disposição tática de três jogadoras, se fechou na defesa e impôs dificuldades ao setor de criação norte-americano. Quando os Estados Unidos arranjavam espaço, lá estava a goleira Van Veenendaal para evitar os gols. No final da primeira etapa, os EUA aumentaram a pressão, mas o time laranja conseguiu segurar o 0 a 0.

Na segunda etapa, os Estados Unidos foram para "tudo ou nada" e deu certo. Aos 12', Van der Gragt levantou demais o pé e acertou Morgan dentro da área. Após consulta ao VAR, Stephanie Frappart marcou pênalti, que Rapinoe cobrou bem, sem chance para Van Veenendaal, que vinha fazendo uma partida impecável até ali: 1 a 0 para as norte-americanas.

O gol fez com que a Holanda fosse para cima, deixando o contra-ataque para os Estados Unidos, que chegou ao segundo gol desta forma. Aos 23', Lavelle carregou a bola com liberdade pelo meio-campo, gingou para a esquerda e chutou forte, no cantinho, fazendo 2 a 0 para as norte-americanas, que depois controlaram a partida até o apito final: quarto título mundial para os EUA.

Estados Unidos e Holanda decidem a Copa do Mundo Feminina


A Copa do Mundo Feminina de 2019, que está sendo realizada na França, está chegando na grande decisão da competição. Neste domingo, dia 7, às 12 horas (de Brasília), no Stade de Lyon, Estados Unidos e Holanda fazem a final da competição. Confira o caminho de cada seleção até aqui:

Os Estados Unidos, campeões mundiais em 1991, 1999 e 2015, esteve no Grupo F na primeira fase da competição. Estreou fazendo uma sonora goleada sobre a Tailândia, por 13 a 0. Depois, a equipe norte-americana venceu o Chile, por 3 a 0, e a Suécia, por 2 a 0, fechando a chave em primeiro lugar, com nove pontos.

Nas oitavas de final, os Estados Unidos tiveram pela frente a Espanha, e venceram pelo placar de 2 a 1, fazendo os dois gols de pênalti. Nas quartas, a adversária foi a França, dona da casa, e outra vitória pelo placar de 2 a 1. Já na semifinal, a Inglaterra foi a vítima e o placar foi o mesmo: 2 a 1.

Já a Holanda, atual campeã europeia, esteve no Grupo E da primeira fase do torneio. Na estreia, as holandesas venceram a Nova Zelândia pelo placar de 1 a 0. Em seu segundo jogo, vitória sobre Camarões por 3 a 1. Fechando a etapa inicial, o time laranja bateu o Canadá por 2 a 1, assegurando o primeiro lugar da chave, com nove pontos.

Nas oitavas, a Holanda eliminou o Japão, campeão em 2011 e vice na última edição, vencendo por 2 a 1. Nas quartas, a vítima foi a Itália, com o time laranja vencendo por 2 a 0. A vaga na final veio com uma vitória contra a Suécia por 1 a 0, na prorrogação, depois de 0 a 0 no tempo normal.

Vale lembrar que no sábado, dia 6, às 12 horas (de Brasília), no Stade de Nice, Suécia e Inglaterra decidem o terceiro lugar da competição.

Holanda faz gol na Suécia na prorrogação e está na final da Copa do Mundo Feminina

Foto: Getty Images.com/Fifa.com

Holandesas comemoram a classificação ao fim da prorrogação

A Holanda está na final da Copa do Mundo Feminina de 2019, onde vai encarar os Estados Unidos. A classificação holandesa veio na partida semifinal que foi realizada nesta quarta-feira, dia 3, no Stade de Lyon, contra a Suécia. No tempo normal, a partida terminou com o placar de 0 a 0, mas com um gol aos 8 minutos do primeiro tempo da prorrogação, a equipe laranja conseguiu sua vaga na decisão.

Para chegar à semifinal, a Holanda, que é a atual campeã europeia, havia encarado a Itália nas quartas e venceu pelo placar de 2 a 0. Já a Suécia, que foi medalha de prata nas últimas Olimpíadas, ganhou de virada da favorita Alemanha e chegou à semifinal.

O primeiro tempo do jogo desta quarta feira teve com donas as suecas. A equipe de azul teve as melhores chances, mas a defesa holandesa, bem postada, conseguia segurar o ímpeto das adversárias. A Suécia tentou abrir o marcador até o último momento, mas a partida foi para o intervalo com o placar de 0 a 0.

Na segunda etapa, a Holanda melhorou e passou a ditar o ritmo da partida. Porém a Suécia continuou tendo chances. Cada equipe acertou a trave uma vez, para ver o equilíbrio de forças que estava a partida. Porém, como ninguém marcou, a partida foi para a prorrogação.

Na prorrogação, as holandesas brilharam. Aos 8 minutos, após passe pelo meio para Miedema, Sembrant se antecipou, mas e tocou errado. Porém, Groenen pegou a sobra e chutou da entrada da área, cruzado, sem chance para Lindahl. Depois, a Suécia foi para o tudo ou nada, mas a defesa do time laranja segurou o resultado, cravando o seu lugar na decisão.

Holanda e Estados Unidos se enfrentam no próximo domingo, em Lyon, às 12 horas (de Brasília), na grande decisão do torneio. As norte-americanas são as atuais campeãs mundiais. Um dia antes, no sábado, A Suécia enfrenta a Inglaterra em Nice, também às 12 horas. A partida vai decidir quem fica com a terceira colocação do Mundial.

Estados Unidos batem Inglaterra e estão na final da Copa do Mundo Feminina

Foto: Getty Images.com/Fifa.com

Norte-americanas comemoram a classificação à final

Os Estados Unidos são a primeira seleção a se garantir na decisão da Copa do Mundo Feminina de 2019, que está sendo realizada na França. Em partida realizada no Stade de Lyon, pela semifinal da competição, as norte-americanas encararam a Inglaterra e venceram por 2 a 1, cravando o seu lugar na grande final do torneio, onde vão tentar o quarto título mundial.

Para chegar à semifinal, os Estados Unidos tiveram pela frente a França, time da casa. Porém, as norte-americanas impuseram o seu jogo e venceram por 2 a 1. Já a Inglaterra encarou a tradicional Noruega e fez um grande jogo, vencendo por 3 a 0.

Antes de iniciar o jogo, uma surpresa: Rapinoe, uma das melhores jogadoras do mundo, não estava no time titular dos Estados Unidos. Porém, as norte-americanas começaram melhor e abriram o marcador aos 10 minutos. Heath avançou pela direita e tocpi para Lavelle, que fez o corta-luz para O'Hara. O cruzamento foi perfeito na cabeça de Press, na segunda trave. A substituta de Rapinoe cabeceou sem chance para Telford.

Logo após sofrer o gol, as inglesas acordaram e foram para cima, conseguindo o empate aos 19'. Mead recebeu pela esquerda e cruzou para White, que se antecipou à marcação na área e completou para o gol, deixando tudo igual. Ainda no primeiro tempo, mais precisamente aos 31', os Estados Unidos fizeram o segundo. Horan cruzou na área e Morgan se antecipou à zaga para cabecear à queima-roupa, sem chance para Telford: 2 a 1 no placar.

No segundo tempo, a Inglaterra foi para cima, tentando marcar o gol de empate. E as inglesas tiveram a grande chance aos 37 minutos. Sauerbrunn deu um leve toque em Whit, quando ela ia finalizar, quase na pequena área. Depois de consulta ao VAR, a brasileira Edina Alves marcou pênalti. Porém, Houghton bateu fraco e Naeher caiu no canto direito para fazer a defesa. E assim os Estados Unidos cravaram o seu lugar na final.

Agora, os Estados Unidos aguardam a vencedora do duelo entre Suécia e Holanda, que acontece nesta quarta-feira. A grande final, em Lyon, está marcada para o domingo, às 12 horas (de Brasília). No mesmo horário, só que no sábado, em Nice, a Inglaterra decide o terceiro lugar contra o perdedor do jogo entre suecas e holandesas.

Sole Jaimes jogará no Lyon

Por Lucas Paes
Foto: divulgação Lyon

A artilheira estava na China e vai para o Lyon emprestada

Artilheira do time feminino do Santos em 2017, quando ganhou destaque inclusive aqui no site, como atleta do ano, Sole Jaimes acaba de acertar sua transferência por empréstimo para o Lyon, da França, gigante no cenário do futebol feminino europeu. Um passo enorme na carreira da jogadora argentina, hoje integrante da seleção da Argentina, pela qual deve jogar a Copa do Mundo Feminina de 2019. O Lyon é o atual campeão francês e europeu feminino e possui três títulos da Liga dos Campeões da categoria.

Sole chega ao clube francês com 29 anos, depois de uma carreira de percalços, sim, mas de sucessos recentes. Ela começou sua trajetória no Boca Juniors e passou também pelo River Plate antes de desembarcar no Foz Cataratas. No futebol brasileiro, rival histórico do futebol de sua terra natal, Sole encontrou seu caminho e seu rumo. Passou pelo time feminino do São Paulo antes de desembarcar no Santos, em 2015. 

Em 2015 ela jogou relativamente pouco, marcando sete gols em 13 jogos. Em 2016 já melhorou o desempenho e foi a artilheira do Campeonato Paulista Porém, em 2017, a atacante argentina voou. Foram 18 gols em 19 jogos, artilharia da equipe alvinegra. Sole, mesmo na China, ainda recebe muitos comentários de torcedores santistas em sua conta no Instagram e já cansou de declarar em entrevistas seu carinho pelo Alvinegro Praiano. No inicio de 2018, acabou acertando como futebol chinês, indo jogar no Dalian Quanjian. Depois de um ano na China, acabou despertando a atenção do Lyon, gigante do futebol feminino, que fechou com a argentina neste último dia 9 de janeiro. 

Sole agora pode iniciar uma caminhada histórica. No Lyon, terá a chance de ser protagonista no futebol europeu. O Lyon, como dito lá em cima, é como um Barcelona do futebol feminino. Protagonista de troféus tanto em sua terra natal como nos campos europeus, pode alçar Sole ao olimpo do futebol feminino. Do time que teve a “Pelé de saias”, talvez tenha saído também a Messi.

A carreira do centroavante Élber

Por Lucas Paes

Elber ao lado de Zé Roberto, outro ídolo bávaro. (Foto: Getty Images)

Neste dia 23 de Julho, o ex-atacante Giovane Élber completa 45 anos. Natural de Londrina, o jogador teve uma carreira sólida na Europa, principalmente na Alemanha, e é o maior artilheiro estrangeiro da história do Bayern de Munique.

Élber começou no Londrina e foi vendido novo para o Milan, clube no qual nunca atuou. Foi emprestado ao Grasshoper, da Suíça, e depois passou por Stturtgart, Bayern de Munique, o francês Lyon, Borussia Monchgladbach e Cruzeiro, além de Seleção Brasileira. Confira como foi sua carreira.

Londrina

Elber, agachado ao centro, no Londrina 
(Foto: Folha Londrinense)

No Tubarão, Élber já chamava a atenção de quem acompanhava futebol, mas ficou pouquíssimo tempo. Além de um bom começo de carreira, ele foi o destaque da Seleção Brasileira que conquistou o vice-campeonato do Mundial de Juniores em 1991. O centroavante chamou a atenção de vários clubes, mas o Milan levou a melhor e o contratou.

Milan

Com a camisa do MIlan, onde sequer chegou a jogar

Élber partiu muito cedo do Londrina para a Europa, onde foi jogar no Milan. Apesar do esforço Rossonero para contratá-lo, acabou nunca disputando um jogo oficial pela equipe, foi para o Grasshoper, da Suíça, inicialmente por empréstimo e depois em definitivo, onde começaria a fazer sucesso no futebol do velho continente.

Grasshoper

Em ação pelo time suíço 

Na Suíça, Élber fez números ótimos entre os anos de 1991 e 1993, marcando 41 gols em 69 jogos. Fez uma grande partida contra o Sporting de Portugal, pela Copa da Uefa, quando foi o principal responsável por seu time reverter o resultado de 2 a 1 para um 4 a 3. Pelo clube suíço, conquistou uma Copa nacional. Chamou a atenção do VFB Stuttgart, da Alemanha, para onde fim ao fim da temporada.

Stuttgart

Balakov, Bobic e Elber: o Triângulo Mágico

Na sua primeira temporada em terras germânicas, marcou apenas oito vezes. Aquela seria a única temporada em que ele faria uma contagem de gols de apenas um dígito em muito tempo. A partir de sua segunda temporada, começaria a fazer história no futebol alemão.

Nas duas temporadas seguintes, faria 36 gols pelo Stuttgart, totalizando 44 gols em 95 jogos. Na sua última temporada, marcou 20 gols, sendo que dois deles valeram o título da DFB Pokal. Fez parte de um trio que ficou conhecido como Triângulo Mágico, quando jogou ao lado de Balakov e Bobic. Ao final da temporada, foi jogar no Bayern.

Bayern de Munique


Gol de Élber contra o Real Madrid

Em Munique, Élber não só jogaria bem como faria história e entraria para os anais do maior clube da Alemanha. Jogou seis temporadas completas nos Bávaros, além de alguns jogos na temporada 2003/2004, antes de deixar o clube. Se tornou o maior artilheiro estrangeiro da história do Bayern, com 139 gols em 235 jogos, o recorde inclusive deve ser batido por Robben, que está a oito gols do brasileiro.

Apesar de sua melhor temporada ter sido a de 2002/2003, quando marcou 31 gols em 48 partidas, foi entre 2000 e 2001 que Elber entrou definitivamente na história do gigante alemão. Em estado de graça, junto a um grande time, ele foi um dos grandes responsáveis pelo doblete conquistado pelo Bayern. Entre os gols marcados, se destaca o importantíssimo tento diante do Real Madrid, em pleno Bernabeu. 

Além da Liga dos Campeões e da Bundesliga da temporada 2000/2001, Elber ainda conquistou outros três títulos alemães, três titulos da DFB Pokal (Copa da Alemanha), quatro títulos da extinta Copa da Liga Alemã e um Mundial Interclubes. Foi artilheiro da Bundesliga na temporada 2002/2003.

Lyon

Elber em ação pelo Lyon

Após seis temporadas de sucesso na Baviera, partiu no início da temporada 2003/2004 rumo ao Lyon, da França. Nos Gones, jogando ao lado de Juninho Pernambucano, fez uma boa temporada, marcando 13 gols e ajudando na conquista de mais um Campeonato Francês. Na temporada seguinte, após 4 jogos e 2 gols, teve uma seríssima lesão na tíbia e na fíbula, que o deixou mais de um ano sem jogar.

Borussia Monchengladbach

Apenas cinco jogos

Em 2005, passou a jogar nos Potros. Com a camisa do Borussia pouco fez, jogando apenas cinco vezes e não marcando nenhum gol. Naquele momento, Elber viu que era hora de voltar ao Brasil e jogar em um grande time da sua terra, algo que não tinha feito até ali.

Cruzeiro

Jogando pelo Cruzeiro, em 2006

Após uma breve e pouco marcante passagem pelo Borussia, voltou ao Brasil, para jogar no Cruzeiro. Pela Raposa, foi Campeão Mineiro em 2006. Fez números relativamente bons pela equipe mineira, marcando 18 gols em 40 jogos. Acabou encerrando sua passagem relativamente cedo, pois em setembro, após a morte de seu pai e com as continuas dores no local da antiga lesão, decidiu se aposentar.

Seleção Brasileira

Foi pouco aproveitado na seleção

Pela Seleção Brasileira, Élber não teve muitas chances, apesar de ter sido cotado para a Copa de 1998 e ter tido uma contusão às vésperas do Mundial. Convivendo em um período onde o Brasil era um celeiro absurdo de bons atacantes, acabou jogando pouco com a camisa canarinho. Foram 15 partidas e 7 gols. Após a aposentadoria, trabalhou como comentarista na Record e na Eurosport. Hoje, além de ser diretor esportivo da GM Sports, em Londrina, trabalha como olheiro do Bayern no Brasil.

O golaço de falta de Roberto Carlos contra a França em 1997

Roberto Carlos marcou um gol em 3 de junho de 1997 que nem a física explica

Estádio Gerland, Lyon, dia 3 de junho de 1997. A Seleção Brasileira enfrentava os franceses na abertura do Torneio da França, uma espécie de preparatório para a Copa do Mundo, que seria realizada no país no ano seguinte. Quando aos 21 minutos, em cobrança de falta, o lateral-esquerdo Roberto Carlos marcou um golaço de falta, que a curva que a bola fez ninguém conseguiu explicar, nem a física.

Pois é, está fazendo 20 anos daquele chutaço de um dos maiores laterais da história do time canarinho. Aquela batida na bola chamou a atenção de todos, inclusive do próprio Roberto Carlos, que sempre admitiu não tentar novamente bater uma falta daquele jeito, pois sabia que a probabilidade de acertar novamente era mínima.

No gol, uma das reações mais espetaculares foi do goleiro francês, Fabian Barthez. Atônito, ele nem esboçou qualquer tipo de reação. Só olhou a bola bater em sua trave esquerda e, ainda com muita potência, balançar as redes do Estádio Gerland.

Brasileiros comemoram o golaço de falta do lateral

O gol marcou aquele jogo. Porém, a Seleção Brasileira não venceu aquela partida. Na segunda etapa, mais precisamente aos 10 minutos, Keller, que havia entrado no lugar de Pires, empatou o jogo, dando os números finais: 1 a 1.

Além de Brasil e França, Itália e Inglaterra participaram do quadrangular. O time que fizesse mais pontos, seria o campeão. O Brasil, além da igualdade com a França, empatou com a Itália em 3 a 3, em um grande jogo, e venceu a Inglaterra por 1 a 0. Porém, o 'English Team' foi o campeão, com seis pontos, pois venceu as duas outras seleções.

E, no ano seguinte, todos sabem a história: o Brasil até chegou à final da Copa do Mundo, mas enfrentando uma França embalada e com o problema de saúde de Ronaldo na véspera, foi derrotada por 3 a 0, que era, até então, a maior derrota do time canarinho em mundiais, superada pelo 7 a 1.

Veja vídeo mostrando o gol e estudos

Ficha Técnica
FRANÇA 1 x 1 BRASIL

Local: Estádio Gerland, em Lyon-FRA
Data: 3 de junho de 1997, quinta-feira
Público: 28.193 torcedores
Árbitro: Kim Milton Nielsen (DIN)

Cartões amarelos
França: Lizarazu e Deschamps
Brasil: Dunga, Mauro Silva e Cafu

Gols
França: Keller, aos 10 minutos do segundo tempo
Brasil: Roberto Carlos, aos 21 minutos do primeiro tempo

Brasil: Taffarel; Cafu, Célio Silva, Aldair (Gonçalves) e Roberto Carlos; Mauro Silva, Dunga, Giovanni (Djalminha) e Leonardo; Ronaldo e Romário (Paulo Nunes) - Técnico: Zagallo

França: Barthez; Candela, Blanc, Desailly (Thuram) e Lizarazu; Deschamps, Karembeu (Vieira), Ba, Zidane e Pires (Keller); Maurice - Técnico: Aimé Jacquet

As camisas de Juninho Pernambucano


Nascido em Recife, no dia 30 de janeiro de 1975, em Recife, o meio-campista Juninho Pernambucano foi um dos melhores batedores de falta da história do futebol brasileiro, além de ter uma técnica fora do comum. Seu belo futebol pôde ser visto pelos amantes do esporte bretão no Brasil, França, Qatar e Estados Unidos.

Vamos conferir quais as camisas que o atleta usou durante a carreira:

SPORT


Quando ainda não tinha o 'sobrenome' Pernambucano, Juninho começou no futebol no Sport de Recife, onde foi lançado com menos de 20 anos no time principal do Rubro Negro. Seu grande ano foi em 1994, quando tinha apenas 19 anos e conquistou o Estadual e a Copa do Nordeste no clube. Além disso, fez um grande Brasileirão, chamando a atenção de várias equipes e indo para o Vasco no meio de 1995, junto com o atacante Leonardo. Pelo Sport, Juninho fez 89 jogos e 27 gols.

VASCO DA GAMA


Se no Sport ele já demonstrava um talento acima da média, no Vasco ele virou ídolo, conquistando vários títulos com a camisa cruzmaltina. Aliás, foi dele o gol mais importante no jogo mais difícil na maior conquista da história do clube, a Libertadores de 1998. O lance virou música e é cantada até hoje pela torcida. Virou Juninho Pernambucano com a chegada de outro meia Juninho, ex-São Paulo, que passou a ser chamado de Juninho Paulista. Foi vendido para o Lyon em 2001 e depois voltou ao clube carioca em mais duas oportunidades: entre 2011 e 2012 e depois em 2013, quando encerrou a carreira. No Vasco, onde fez 496 jogos e 101 gols, ele conquistou os Brasileiros de 97 e 2000, a Libertadores de 1998, o Rio São Paulo de 1999 a Mercosul de 2000 e o Carioca de 1998.

LYON


Podemos dividir a história do Lyon em duas fases: uma antes e outra depois de Juninho Pernambucano. Não é exagero nenhum falar que na França ele virou rei. Um time que nunca havia conquistado o campeonato nacional, ganhou o heptacampeonato entre 2002 e 2008, além do hexa da Supercopa da França (entre 2002 e 2007) e a Copa da França de 2008. No Lyon, onde é considerado um dos melhores da história, fez 344 jogos e 100 gols.

AL-GHARAFA


Após a grande passagem pelo futebol francês, Juninho Pernambucano foi para o Qatar, onde defendeu o Al-Gharafa, onde no primeiro ano, 2010, conquistou três títulos: a Qatari Stars Cup, a Liga e a Qatar Crown Prince Cup, torneio este em que foi campeão no ano seguinte. Pelo Al-Gharafa, o jogador fez 77 jogos e 17 gols.

NEW YORK RED BULLS


Depois de uma segunda passagem pelo Vasco da Gama, Juninho Pernambucano desembarcou nos Estados Unidos para defender o New York Red Bulls no primeiro semestre de 2013. Porém, neste momento, o atleta já dava sinais que estava no fim de sua carreira. Pelos lados norte-americanos, Juninho fez apenas 13 jogos e não marcou gols. Depois, acabou voltando ao Brasil para encerrar a carreira no Vasco.

SELEÇÃO BRASILEIRA


Juninho Pernambucano estreou na Seleção Brasileira em 1999, quando o técnico era Vanderlei Luxemburgo. Foi convocado várias vezes naquela época, mesmo com as trocas de treinadores (Leão e Felipão), mas ficou de fora da lista final da Copa do Mundo de 2002, competição em que ele foi jogar somente em 2006, quando marcou um gol, na partida contra o Japão. Pela 'amarelinha', Juninho fez 40 jogos e marcou 10 gols, tendo conquistado a Copa das Confederações de 2005.
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