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A passagem de Rúben Baraja pelo Valencia

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Baraja jogou no Valência por uma década

Rubén Baraja Vegas, ex-meio campista espanhol popularmente conhecido apenas como Rúben Baraja, completa 49 anos de idade nesta quinta-feira, dia 11 de julho de 2024. No decorrer de sua carreira como atleta, o meia teve uma longeva e excelente trajetória pelo Valência, onde se tornou ídolo durante a primeira década dos Anos 2000.

Revelado nas categorias de base do Real Valladolid, o jogador chegou aos Che vindo do Atlético de Madrid, após ser rebaixado pelos Colchoneros. Apesar disso, mostrou seu cartão de visita em sua primeira temporada, sendo peça fundamental na campanha da equipe Valacentista que foi à final na Liga dos Campeões da Europa, mas acabou perdendo do Bayern de Munique na disputa de pênaltis.

Em 2001/02, Baraja conquistou o seu primeiro troféu, inclusive, marcando gols já no final da La Liga. Além disso, terminou como artilheiro dos Murciélagos com sete gols marcados em apenas 17 partidas do campeonato, depois de se recuperar de uma grave lesão no joelho. 

Na temporada 2003/04 continuou com altíssimo rendimento e ajudou o Valência a vencer o campeonato nacional anotando oito tentos em toda a La Liga. Conquistou também a Copa da UEFA, batendo o Olympique de Marselha pelo placar de 2 a 0 na grande decisão.

Em 2006-07, Baraja acabou disputando somente 14 partidas com a camisa dos Che, que terminaram o campeonato espanhol em quarto. Nos anos seguintes, continuou tendo diversos problemas físicos e perdeu muitos jogos por ficar afastado.

Depois de duas temporadas jogando junto com ninguém menos do que David Albelda, antigo companheiro do jogador no meio-campo, Rúben voltou a sofrer com uma nova série de lesões em 2009/10. Tanto é, que participou de apenas 18 partidas, sendo que duas foram completas.


Baraja concluiu o seu vínculo no Estádio Mestalla no dia 16 de maio de 2010, completando uma década de Valência. Por isso, recebeu diversas homenagens antes da bola começar a rolar e depois do triunfo por 1 a 0 sobre o Tenerife, jogando em casa. Foi substituído aos 89' sendo ovacionado de pé pela torcida Valacentista.

Depois de se aposentar, se tornou treinador e chegou a comandar os times juvenis do Valência entre 2012 e 2014. Na sequência, rodou por alguns clubes do futebol espanhol até retornar aos Che para ocupar o cargo técnico do elenco profissional de 2023 até os dias de hoje.

A passagem de Doriva pelo Celta de Vigo

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Doriva atuando no Celta

Conhecido atualmente principalmente pelas suas passagens como treinador, o paulistano Doriva, que hoje trabalha ao lado de Sylvinho na Seleção Albanesa que conquistou a histórica vaga na Eurocopa, teve também uma longa carreira como jogador profissional de futebol, sendo m volante que muitas vezes tinha de fazer o "trabalho sujo" em seus times. Ao longo da sua carreira nas quatro linhas, teve uma passagem no Celta de Vigo

Nasico em 28 de maio de 1972, Doriva surgiu para o esporte bretão no espetacular São Paulo da década de 1990, o histórico time de Telê Santana, sendo importante nos títulos da parte final daquele time histórico, entre 1993 e 1994. Rodou por alguns outros clubes antes de ir parar no Porto em 1997 e então começar sua trajetória no futebol europeu. Chegou ao Celta após deixar a Sampdoria no início da temporada 2000/2001. 

No Celta, começou atuando com alguma constância no primeiro turno de La Liga, depois, porém, perdendo espaço após sofrer com lesões, que aliás, atrapalharam sua trajetória na Espanha. Acabou, porém, jogando bastante, numa temporada que viu o time de Vigo fazer uma grandiosa campanha e terminar a La Liga na sexta colocação, conseguindo uma histórica vaga na Copa da UEFA. Doriva marcou seu primeiro e único gol diante do Numancia. ainda no primeiro turno.


Na sua segunda temporada pelo clube, mais uma vez seguiu atuando esporadicamente, vindo na maior parte dos jogos do banco de reservas e sofrendo com lesões quando conseguia começar a se firmar no clube. Acabou atuando em menos jogos ainda na temporada 2002/2003, quando ainda no meio daquele biênio foi emprestado ao Middlesbrough, encerrando assim sua passagem por Vigo e também pela La Liga.

No total, em dois anos no Celta, Doriva esteve em campo em 41 partidas pelo clube, marcando um único gol. Ele esteve em atividade no futebol até 2007, quando pendurou as chuteiras atuando pelo Mirassol, que ainda estava longe de ser o clube que é hoje. 

Carlos Secretário e sua apagada trajetória no Real Madrid

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Carlos Secretário jogou no Real Madrid por uma temporada

O ex-lateral direito português Carlos Alberto de Oliveira Secretário, popularmente conhecido apenas como Carlos Secretário, celebra o seu 54º aniversário neste domingo, dia 12 de maio de 2024. No decorrer de sua carreira, o defensor, que jogou por vários clubes do seu país de origem, teve uma passagem discreta pelo Real Madrid na segunda metade da década de 90.

Revelado pelo Gil Vicente em 88, o lateral chegou ao time Merengue vindo tradicionalíssimo Futebol Clube do Porto, onde atuou por três anos. Suas apresentações com a camisa dos Dragões chamaram a atenção da equipe espanhola, que veio a contratá-lo em 96.


Todavia, Carlos não conseguiu repetir as suas boas partidas no futebol luso e acabou deixando os Blancos após uma temporada. Ao todo, Secretário disputou 17 gols pelo time madridista em 96/97.

Após não conseguir vingar na Espanha, o lateral direito ainda retornou ao Porto, onde permaneceria até 2004. Encerrou a sua carreira em 2005, jogando pelo Maia.

A trajetória de Esquerdinha pelo Real Zaragoza

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Esquerdinha jogou no Zaragoza por uma temporada

José Marcelo Januário de Araújo, ex-lateral esquerdo paraibano popularmente conhecido pela sua alcunha de Esquerdinha, estaria celebrando o seu 52º aniversário nesta segunda-feira, dia 6 de maio de 2024, se ainda estivesse vivo. No decorrer de sua carreira, o atleta teve uma curta passagem pelo Real Zaragoza logo no início dos Anos 2000.

Revelado pelo Botafogo da Paraíba em 92, o defensor desembarcou na Espanha em 2001, vindo do tradicional Futebol Clube do Porto, onde conquistou quatro títulos nacionais. Chegou como uma das grandes contratações da equipe no verão europeu.

Apesar de ainda ter mais dois anos de vínculo, Jorge Mendes, que era o agente do jogador na época, acertou a rescisão de contrato junto aos Blancos e Esquerdinha veio a ficar sem clube a partir de junho de 2002. Com isso, acabou acertando seu retornou ao futebol português, mas para atuar pelo Académica. 


De acordo com o site ogol.com, o paraibano disputou um total de 27 partidas e marcou um gol com a camisa dos Blanquillos ao longo da temporada. Ainda antes de se aposentar, Esquerdinha ainda veio a atuar no Goiás e no Botafogo paraibano.

Seu trágico falecimento aconteceu no dia 31 de outubro de 2018. O ex-jogador sofreu um infarto fulminante após jogar futebol junto dos amigos.

A boa passagem do nigeriano Finidi George pelo Real Betis

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Finidi George quando defendeu o Betis

Finidi George foi um dos melhores jogadores da história da Nigéria, tendo passagens por alguns times grandes do futebol europeu, além de disputar duas Copas do Mundo. O jogador foi revelado pelo Ajax e na sequencia contratado pelo Real Betis, onde se tornou um dos principais atletas da equipe. 

O jogador nasceu em Port Harcourt, na Nigéria, no dia 15 de abril de 1975, e começou a atuar em alguns clubes do seu país. Fez praticamente toda a sua base na Nigéria, até conseguir fazer sucesso no Sharks, onde ficou durante dois anos. 

Aos 18 anos, depois de chamar a atenção na base, foi levado por olheiros ao Ajax. Em 1993 foi contratado pela equipe, porém no começo teve pouco espaço, atuando pouquíssimas vezes e estava também se adaptando ao futebol profissional e a equipe. 

O meio-campista precisava se adaptar a equipe, já que chegou a um dos maiores times da Holanda. Depois de uma temporada apagada, Finidi começou a ganhar espaço a partir de 1994, quando consegue se consolidar no time principal e se torna peça importante. 

Foi um dos protagonistas em títulos importantes, fazendo grandes jogos pelo Ajax, chamando a atenção de todos. Porém, depois de uma ótima temporada, começou a perder espaço, principalmente no começo do ano de 1996, quando fica muitos jogos no banco de reserva. 

Sem grandes oportunidades acabou sendo negociado com o Real Betis, onde teria mais oportunidades. Finidi se adaptou rapidamente ao futebol espanhol, caindo nas graças dos torcedores alviverdes, que se surpreenderam com suas ótimas atuações.

A sua velocidade e faro de gols impressionavam a todos, por isso ganhou muito espaço na equipe e se tornou a estrela daquele elenco. Mesmo o Betis não disputando muitos os títulos, o jogador conseguiu ter muito destaque, principalmente nas duas primeiras temporadas. 


Porém, com o passar do tempo, o jogador foi perdendo um pouco o brilhantismo, mas permaneceu na equipe titular, passando a ser contestado por alguns torcedores. 

A partir de 1999, começou a perder mais espaço e frequentou mais o banco de reserva. Com a perca de titularidade absoluta, Fenidi começou a cogitar deixar o clube e isso ocorreu ao final da temporada, quando acabou se transferindo para o inexpressivo Mallorca. 

Mesmo sem conquistar títulos, a sua passagem foi boa pelo clube espanhol, principalmente as duas primeiras temporadas. Ao todo foram 141 jogos e 42 gols marcados pelo Real Betis.

Athletic Bilbao volta a ser campeão depois de 40 anos e retoma posto de segundo maior vencedor da Copa do Rei

Por Lucas Paes
Foto: Getty Images

Bilbao conquistou a Copa do Rei

O Athletic Bilbao é um dos casos mais interessantes de todo o futebol mundial. Fundado em 1898, é um dos clubes mais antigos do futebol espanhol e desde o seu surgimento até os dias atuais jamais abandonou seus ideais e a defesa do País Basco, só tendo em seu elenco atletas nascidos no País Basco ou com ascendência local. Foi dessa forma que o time se mantém na primeira divisão espanhola desde sempre e é dessa forma que a equipe fez história, bateu o Mallorca nos pênaltis e conquistou seu 24º título da competição em Sevilla.

O Bilbao sempre foi um dos protagonistas do futebol, mesmo escolhendo se limitar a jogadores bascos. Os Leones sempre valorizaram muito suas categorias de base e dela vieram os principais e maiores talentos que a equipe formou ao longo de sua história. Atualmente, o clube tem vivido momentos positivos com classificações a Liga dos Campeões e diversas batidas na trave da conquista da Copa do Rei. Dessa vez, o título não escapou, numa competição que tem gerado finais diferentes em quase todos os anos.

O título veio com muito sofrimento. A equipe dos Leones saiu atrás, levando um belo gol de Daniel Rodriguez e ficou atrás até o final da primeira etapa e já voltou para o segundo tempo contando com milagre de Aguirrezabala para evitar o segundo. Porém, no primeiro ataque que encontrou na etapa final, o Athletic chegou lá com Sancet e o placar permaneceu assim durante o segundo tempo e a prorrogação, onde o time basco perdeu várias chances. Nos pênaltis, Aguirrezabala foi herói e o título veio depois de 40 anos.

O Athletic chegou a 24ª conquista da Copa do Rei e matou um jejum de 40 anos sem conquistas da competição. A equipe tinha vários vices recentes, incluindo um extremamente doloroso para a Real Sociedad na edição de 2020. Dessa vez, mesmo com muito sofrimento, o título não escapou das mãos bascas. O treinador campeão foi Ernesto Valverde, outrora praticamente "chutado" do Barcelona devido aos vários problemas que o time catalão enfrentou no começo da década de 2020.


Agora, os Leones ainda sonharão ao fim da temporada com uma vaga na Liga dos Campeões, já que estão a apenas dois pontos do Atlético de Madrid, quarto colocado. Ao Mallorca restará confirmar a permanência na primeira divisão, já que a equipe tem alguma folga quanto a zona de rebaixamento e precisa de poucas vitórias para garantir a permanência.

Ao Athletic, continua o orgulho de dizer que a equipe jamais precisou abandonar seu orgulho basco para se manter relevante, já que mesmo só com jogadores nascidos ou de origem local a equipe se mantém forte no futebol espanhol e segue conseguindo títulos. Foi mais uma grande conquista para a conta do gigante basco, que segue sendo um dos maiores clubes do país, sem jamais mudar sua defesa histórica.

A história de Morientes com o Real Madrid

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Morientes com a camisa merengue

Jogar no Real Madrid é um marco na carreira de qualquer atleta profissional, já que o time merengue de certa forma é uma espécie de "Monte Olimpo" do futebol, onde todos almejam chegar um dia. Existem, porém, diferenças entre você passar apenas de passagem pelo time merengue, jogar num time apenas mediano da equipe ou ser um jogador histórico do clube. Completando seus 48 anos neste dia 5, Morientes está na última categoria.

Nascido em Cáceres, Morientes começou sua trajetória no mundo da bola no Albacete, modesto time espanhol e em 1995 foi parar no Real Zaragoza, que na época vivia grandes momentos de sua história. Em duas temporadas nos Blanquillos, o futebol espetacular de Morientes por lá fez com que o Real Madrid pagasse na época 6 milhões de euros para contar com os serviços do jogador.

Cogitado como um coadjuvante desde o início de sua passagem no Bernabéu, já que chegou com Suker e Mihjatovic, Morientes desde o início "não aceitou" esse papel e foi muito além. Já em sua primeira temporada foi um dos artilheiros do time e teve papel importante no título da Liga dos Campeões do biênio 1997/1998, quebrando um jejum longo de quase 40 anos, já o colocando na história merengue para sempre. 

Na temporada 1998/1999, o fato dele sair dela sem títulos foi um pecado, pois Morientes foi o destaque absoluto do Real Madrid naquele ano. Foram incríveis 25 gols do atacante naquele ano, vivendo seu auge e sendo um dos artilheiros de La Liga. O Madrid, porém, passou em branco na temporada, perdendo inclusive a Supercopa e não atuando no título do Mundial devido a uma lesão que sofreu antes da competição. Na Euro, ele também não conseguiu levar a Espanha ao título.

Na temporada seguinte, Morientes viveu seu grande momento como jogador do Real Madrid. Foram menos gols do espanhol, que fez "apenas" 16 e ficou abaixo de um certo Raul, mas foi extremamente decisivo no título da Liga dos Campeões, já que marcou duas vezes na vitória por 3 a 0 sobre o Valencia na decisão. Esses gols colocaram de vez o atacante no coração dos torcedores madridistas.

Seguiu bem no bênio 2000/2001, quando mesmo atrapalhado por lesões ajudou a equipe a conquistar o título de La Liga, sua primeira com a camisa Merengue. Em 2001/2002, viveu outro grande ano com a camisa Merengue, sendo um dos destaques do time que foi campeão de mais uma Liga dos Campeões da UEFA. Foi nesta temporada que Fernando teve um dos grandes momentos de sua trajetória profissional, quando marcou singelos cinco gols diante do Las Palmas por La Liga.


A chegada de Ronaldo na temporada 2002/2003 tira um pouco o espaço de Morientes, que joga menos e acaba emprestado durante a temporada de 2003/2004 para o Mônaco, onde é um dos grandes nomes da campanha que leva os monegascos a decisão da Liga dos Campeões. Volta a Madrid durante a temporada 2004/2005, mas acerta com o Liverpool durante a janela de dezembro, encerrando sua passagem pelos Merengues.

No total, em sete anos de Real Madrid, Morientes marcou 100 gols com a camisa do clube, que ocorreram em 272 partidas pelos merengues. Preterido em muitas memórias por nomes como Raul e Zidane, é um dos jogadores mais amados pelos torcedores madridistas, sendo considerado com justiça como uma lenda do clube. 

A passagem de Iván Helguera pelo Espanyol

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Helguera jogando no Espanyol

A era dos Galácticos foi, apesar do nome, um período de altos e baixos da história recente do Real Madrid. Entre o final dos anos 1990 e a primeira metade dos anos 2000, o time merengue teve uma porção de jogadores históricos, obtendo alguns sucessos, mas também tendo problemas quando a equipe ficou muito estrelada. Um dos jogadores que passou pelo time no período foi o defensor Helguera, que antes teve uma passagem interessante pelo Espanyol. 

Nascido num 28 de março como hoje, só que em 1975, Helguera ficaria ao longo de sua carreira reconhecido, talvez de maneira até injusta, como um dos jogadores mais comuns daquele período em que jogou no Real Madrid. Porém, o atleta, nascido em Santánder, começou sua carreira no Racing B e passou por alguns clubes menores antes de desembarcar já com alguma experiência na catalunha em 1998, no início da temporada 1998/1999.

Na época, o que talvez tenha mudado a carreira do zagueiro espanhol seja passar pelas mãos do histórico Marcelo Bielsa. Já em pouco tempo foi possível ver qualidade no jogador, que em alguns momentos jogava até como primeiro volante na mão do treinador argentino. Titular absoluto em todos os jogos praticamente, Helguera rapidamente foi um dos nomes que caiu nas graças da torcida, de um time que fazia boa campanha na competição.

O Espanyol, que ainda avançaria até as quartas de final da Copa do Rei e teria a segunda melhor defesa do Campeonato Espanhol daquela temporada, teve em Helguera um de seus pilares naquele momento. Seu bom desempenho chamou a atenção do Real Madrid, que antes sequer da temporada chegar ao final já chegou a um acordo com o clube da Catalunha para a transferência do defensor para o Bernabéu. Marcou seus dois gols pelo clube em jogos sequenciais, contra La Coruña e Villareal, na 23ª e 24ª rodada.


Helguera só foi deixar de jogar um jogo pelos Periquitos em La Liga na 23ª rodada. Foi a única partida que perdeu no campeonato todo pelo clube. Se despediu do clube em uma vitória diante do Real Oviedo, na última rodada ,que garantiu ao Espanyol a vaga na maluquíssima Copa Intertoto da UEFA, com a sétima colocação do campeonato. 

Ele se despediu do clube com 40 jogos disputados e dois gols marcados, para fazer parte a partir de então do elenco do Real Madrid. Pelos Merengues, faria história. Pendurou as chuteiras na temporada 2007/2008, atuando pelo Valencia. 

A história de Roberto Acuña com o Zaragoza

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Acuña atuando no Zaragoza

Um dos grandes nomes do ótimo período que viveu a seleção do Paraguai entre o final dos anos 1990 e começo dos anos 2000, o ex-meia Roberto Acuña, que completa 52 anos neste dia 25, foi naquele período um meia de grande qualidade que fez muito sucesso em sua carreira futebolística. Nascido na Argentina, ele se naturalizou paraguaio e passou por diversos clubes ao longo de sua carreira, com uma grande história vestindo a camisa do Real Zaragoza.

Em 1997, ele chegou ao Zaragoza depois de uma ótima passagem pelo Independiente de Avellaneda, último clube dos anos que passou naquele momento atuando no futebol argentino. Desde o começo foi tratado como um dos grandes reforços da equipe naquele momento, chegando num time que viveria também grandes momentos no final da década de 1990 e início dos anos 2000.

Desde o começo, Acuña foi titular e rapidamente caiu nas graças da torcida devido a seu ótimo futebol. Na época, foi peça chave para a campanha que permitiu ao Zaragoza permanecer em La Liga sem grandes sofrimentos em sua primeira temporada. Já no ano seguinte, era titular absoluto do time a grande referência da meia cancha, voltando com muito prestígio da excelente impressão que o Paraguai deixou na Copa do Mundo de 1998.


Na temporada 1999/2000, ajudou os Blanquillos numa campanha histórica, onde a equipe ficou no quarto lugar em La Liga e com isso se classificou a disputa da Copa da UEFA do ano seguinte. A temporada 2000/2001 viu o Zaragoza sofrer em La Liga, mas conseguir uma conquista histórica, vencendo a Copa do Rei, muito graças a grandes atuações de Acuña. 

Em sua última temporada em La Romareda, não conseguiu impedir o rebaixamento do Zaragoza, que caiu na última colocação. Acabou sendo a temporada que encerrou sua passagem pelo clube, já que foi negociado com o Deportivo La Coruña ao fim da temporada. No total, segundo números do Ogol, Acuña atuou em 165 jogos pelo Zaragoza, com 22 gols marcados. 

Cádiz quebra jejum de meses sem vitória ao bater o Atlético de Madrid

Por Lucas Paes
Foto: Divulgação/Cádiz

O Cádiz venceu o Atleti em casa

O Atlético de Madrid ligou o sinal de alerta na temporada. Eliminado recentemente da Copa do Rey com um atropelo sofrido diante do Bilbao, o Atleti pareceu entrar em um certo parafuso depois de ser derrotado por 1 a 0 pela Inter no San Siro, pela Liga dos Campeões. Com uma vitória em 4 jogos, o time de Simeone conseguiu uma proeza neste fim de semana, para felicidade do Cádiz, que voltou a vencer depois de três meses e mantém esperanças de permanecer na primeira divisão espanhola, batendo os colchoneros por 2 a 0 no Nuevo Mirandilla.

A vitória melhorou ligeiramente a situação dos Piratas. O modesto time espanhol agora está a apenas dois pontinhos do Celta, primeiro time fora da zona de rebaixamento. Foi apenas a terceira vitória do Cádiz no campeonato, numa competição que tem equipes com campanhas abissalmente ruins na briga contra a queda, incluindo o Mallorca, que parece não conseguir refletir o bom futebol da copa no campeonato. Eram 23 jogos sem vitória do Cádiz, que havia batido o Villareal em setembro. 

O Atlético vive fase claudicante depois da derrota por 1 a 0 contra a Inter no San Siro pela Liga dos Campeões, resultado que aliás ficou barato para os colchoneros. Depois de jogo com os nerazzurri, só um jogo terminou com vitória dos comandados de Simeone, quando bateram o Bétis em casa pela La Liga. Antes haviam empatado com o Almeria fora de casa e na Copa do Rei, levaram um 3 a 0 para o Bilbao. 

O resultado preocupa pois o Atlético claramente cai de produção as vésperas do jogo mais importante da temporada até aqui, ao passo que o adversário parece imparável e segue sem saber o que é derrota em 2024. Griezzman ainda é duvida para o duelo, que ocorrerá na próxima quarta, dia 13 de março, às 17 horas, no Wanda Metropolitano. Simeone terá que quebrar a cabeça e pensar num time que possa bater a Inter.


Já o Cádiz não tem nada a ver com as preocupações do Atlético e segue tentando a missão que parecia impossível de permanecer na primeira divisão. Em meio a um campeonato onde as campanhas ruins são realmente ruins, o time encostou no Celta e já liga os faróis no retrovisor do time de Vigo. Na tabela, confrontos contra Granada, Mallorca, Sevilla (que também está mal) e Almería permitem a equipe sonhar com a permanência.

A apagada passagem de Bebeto no Sevilla

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Bebeto atuando no Sevilla

Conhecido principalmente pela histórica dupla que formou com o baixinho Romário na Copa do Mundo de 1994, o atacante Bebeto, que está completando 60 anos neste dia 16, foi um dos maiores nomes do futebol brasileiro enquanto esteve em atividade durante as décadas de 1980 e 1990, principalmente. Reconhecido por muitos pelos seus gols de voleio, o atacante soteropolitano não viveu só flores em sua carreira, tendo uma passagem apagada pelo Sevilla no final dos anos 1990.

Chegou ao Ramón Sanchez Pizjuán depois de fracassar em um retorno ao Flamengo pelo Flamengo no ano de 1996, não conseguindo ajudar o rubro-negro a fazer uma campanha digna naquela edição do Brasileirão. Sofrendo com a implicância da torcida devido a passagem recente pelo Vasco e não conseguindo mostrar seu melhor futebol, ele acabou negociado com o Sevilla.

Estreou no dia 16 de novembro, em uma partida em casa diante do Real Madrid onde os Palangas foram derrotados pelos Merengues por 3 a 1. Deixou o campo nos 15 minutos finais sem conseguir fazer muito para evitar a derrota. Seguiu atuando como titular nas partidas seguintes, sem conseguir mostrar um futebol parecido com o que havia o tornado ídolo do Deportivo La Coruña alguns anos antes. 


Se despediu do Ramón Sanchez Pizjuán em janeiro, após jogar apenas 70 minutos diante do Real Oviedo, sendo negociado com o Vitória, que recebia naquele período investimentos do Banco Excel. No total, esteve em campo em apenas seis partidas pelos rojiblancos, sem marcar gols pelo clube, uma marca negativa inédita em sua carreira. 

Ainda atuou profissionalmente até 2002, quando pendurou as chuteiras atuando na Arábia Saudita, pelo Al-Ittihad. Depois da passagem pelo Sevilla, ainda conseguiu se recuperar ao ponto de jogar a Copa do Mundo de 1998, quando era jogador do Botafogo, mas não era mais o mesmo atacante infernal de anos anteriores. 

Ladislao Mazurkiewicz e sua modesta passagem pelo Granada

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Ladislao teve uma passagem modesta pelo Granada durante a década de 70

Ladislao Mazurkiewicz Iglesias, ex-goleiro uruguaio e um dos maiores ídolos da história Peñarol, clube onde foi multi-campeão, estaria celebrando o seu 79º aniversário nesta quarta-feira, dia 14 de fevereiro de 2024. No decorrer de sua carreira profissional, o arqueiro teve uma trajetória não muito brilhante pelo Granada entre a primeira e a segunda metade da década de 70.

Sua primeira e única chegada ao velho continente aconteceu depois de ser revelado nas categorias de base do Racing, clube no qual veio a se profissionalizar. Posteriormente, passou também por clubes como Peñarol e Atlético Mineiro.

Chamou a atenção da equipe espanhola, que o contratou logo depois de disputar a Copa do Mundo de 74 pela Celeste. Entretanto, o guarda redes não conseguiu conquistar o seu espaço no time titular e acabou tendo uma passagem muito modesta pelos Granadinistas. Com isso, permaneceu nos Rojiblancos Horizontales até 1976, quando retornou ao time Aurinegro de Montevidéu. 


Na sequência de sua jornada como goleiro, ainda colecionou trajetórias por clubes como o Cobreloa, o América de Cali e o Pelotas. Além disso, teve outras três idas ao Peñarol, onde fez história.

Já aposentado, Ladislao Mazurkiewicz teve problemas respiratórios e renais aos 67 anos de idade e acabou vindo a falecer em um hospital de Montevideo na madrugada do dia 2 de janeiro de 2013.

A passagem de Quique Flores pelo Valência

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Quique Flores jogou no Valência por dez temporadas

O ex-lateral direito e atual treinador do Sevilla, Enrique Sánchez Flores, popularmente conhecido como Quique Flores, está comemorando o seu 59º ano de vida nesta sexta-feira, dia 2 de fevereiro de 2024. No princípio de sua carreira como atleta, o defensor teve uma longeva passagem pela equipe do Valência, que aconteceu entre o início década de 80 e começo dos Anos 90.

Sua chegada aos Murciélagos aconteceu em 84/85, quando já era profissional. Em sua segunda temporada, os Che fizeram uma péssima campanha que acabou culminando para o rebaixamento à Segunda Divisão nacional.

Mesmo com o descenso, continuou no clube e fez parte do elenco que conquistou o acesso de volta à La Liga em 86/87. Apesar do Valência ter ficado em 14º no primeiro ano após o retorno à elite, os Valacentistas nunca ficaram abaixo da sétima posição na tabela de classificação com Quique sendo titular até 94, quando fez sua última temporada nos Morcegos.


De acordo com o site ogol.com, Quique Flores disputou um total de 215 partidas pelo Valência e conseguiu, mesmo não tendo tal característica, marcar 12 gols. Seu único título pelo clube foi o da Segunda Divisão em Divisão em 86/87.

Na sequência de sua carreira como profissional, o lateral ainda defendeu o Real Madrid de 94 a 96, e o Zaragoza, de 96 a 97. Aposentado, virou treinador e chegou a dirigir o Valência entre 2005 e 2007.

Maxi Rodríguez e sua passagem pelo Espanyol

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Maxi Rodríguez ficou marcado na história do Espanyol

Maximiliano Rubén Rodríguez, ex-meia argentino conhecido popularmente como Maxi Rodríguez, comemora o seu 42º ano de vida nesta terça-feira, dia 2 de janeiro de 2024. Ao longo de sua memorável carreira por clubes, o atleta teve uma boa trajetória vestindo a camisa do Espanyol de Barcelona no começo dos Anos 2000.

Revelado pelo Newell's Old Boys em 99, o atleta albiceleste disputou três edições de Campeonato Argentino antes de chegar ao time catalão em 2002. Sua estreia pelo novo clube aconteceu no dia 2 de setembro daquele mesmo ano, num jogo diante do contra do Real Madrid. Naquela ocasião, Maxi viu seu time ser derrotado pelos Galacticos pelo placar de 2 a 0.

Ficou marcado na história dos Pericos por fazer o gol de número 2000 do time como mandante pela La Liga. Permaneceu na equipe catalã até 2005, quando acertou a sua transferência para o Atlético de Madrid.


De acordo com o site ogol.com, o meia disputou um total de 111 partidas pelo Espanyol e marcou 26 gols com a camisa do time.

Na sequência de sua carreira, Rodríguez ainda veio a defender várias outras agremiações. Entre elas, Liverpool, Newell's Old Boys, Peñarol e ainda teve uma outra terceira e última passagem Newell's Old Boys, onde apareceu para o mundo do futebol.

A história de Sergi Barjuán com o Barcelona

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Barjuan atuando no Barça

A história do Barcelona é tomada por diversos nomes que marcaram suas trajetórias no clube após saírem das laureadas categorias de base azulgranas. La Masía é praticamente uma grife de formação de atletas que já trazia vários canteranos ao time principal muito antes da brilhante geração de Messi. Foi neste contexto que surgiu um dos grandes laterais da história barcelonista: Sergi Barjuán, que completa 53 anos neste dia 28 e foi produto da base mais famosa do futebol espanhol.

Nascido na Catalunha, Barjuán chegou muito cedo a base do Barça e rapidamente galgou uma ascensão no clube. Passou primeiro pelos times C e B do clube, tendo uma temporada muito boa pela equipe B antes de ascender ao time principal, sob o comando do lendário Johan Cruyff. Sua estreia no time principal azulgrana ocorreu em um jogo da Liga dos Campeões diante do Galatasaray. A partir daí, não sairia mais do time.

Titular já a partir de novembro de 1993, marcou seu primeiro gol no clube em uma partida diante do Sporting Gijón, pela Copa do Rey. Dono de enorme qualidade, foi peça chave no elenco que levou o Barça até a final daquela Liga dos Campeões, além de ajudar a equipe numa campanha que culminou no título do Campeonato Espanhol daquele ano. Convocado pela seleção da Espanha em fevereiro, disputaria a Copa do Mundo de 1994 como titular da Fúria.


A partir daí, a carreira do lateral só se expandiu, com Barjuán sendo peça chave da equipe barcelonista nos anos seguintes e seguindo com presença constante na Seleção Espanhola, onde disputou a Eurocopa de 1996. Na temporada 1996/1997, a chegada de Ronaldo ao Camp Nou fez com que a equipe ficasse ainda mais forte. Naquele ano, o Barça conquistou um doblete de copas, sendo campeão da Copa do Rei e da Recopa Europeia, que o time só disputou devido ao fato do Atlético de Madrid, campeão da Copa do Rei, ser também campeão de La Liga.

Na temporada 1997/1998, mais uma vez ajudou o Barça na conquista de dois títulos, desta vez da Copa do Rei e de La Liga, além de cimentar mais uma vez o caminho para disputar outra Copa do Mundo pela Espanha. Na temporada 1998/1999, mais uma vez ajudou o Barça na conquista de um título da La Liga, que acabaria por ser seu último troféu vestindo a camisa azulgrana. Ainda disputaria a Eurocopa de 2000 como jogador do Barça. 

Sua passagem como jogador pelo Camp Nou se encerraria na temporada 2001/2002. Perdeu espaço com a chegada de Van Gaal e acabou optando por uma negociação, sendo então contratado pelo Atletico de Madrid. Foram 382 partidas pelos azulgranas, marcando 11 gols ao longo desses jogos, em quase 10 anos no time profissional. Teve algumas passagens por categorias inferiores do clube como treinador e hoje coordena a base barcelonista. 

Pachín, uma lenda no Real Madrid

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Pachín se tornou um ídolo no clube Merengue

Enrique Pérez Díaz, ex-zagueiro e lateral direito espanhol conhecido comente como Pachín, estaria celebrando o seu 84º aniversário nesta quinta-feira, dia 28 de dezembro de 2023, caso estivesse vivo. Durante sua maravilhosa trajetória como atleta, o defensor fez história jogando com a camisa do Real Madrid entre o fim dos Anos 50 e toda a década de 60.

Sua chegada ao clube Merengue aconteceu em 59, depois de atuar o CA Osasuna, que disputava a Segunda Divisão do futebol espanhol. Sua estreia na La Liga foi realizada no dia 11 de setembro de 60, num Derby de Madri contra o Atlético, disputado na casa colchonera. Na ocasião, os madridistas perderam pelo placar magro de 1 a 0. 

A partir daquele momento, conquistou o seu espaço e se tornou titular absoluto nas quatro temporadas subsequentes.

Ao longo dessa sua passagem pelo time da capital espanhola, disputou 218 jogos oficiais. Fez parte de 11 conquistas importantes, sendo sete campeonatos nacionais e duas Copas da Europa. Em 60 e 66, contribuiu jogando oito partidas, somando 32 durante sua jornada como jogador.


Assim que encerrou o seu vínculo com o Real Madrid, Pachín ainda se transferiu para Sevilla, onde defendeu as cores do Real Betis, pouco antes de pendurar as chuteiras. Depois de aposentado, se tornou treinador, e chegou a dirigir o time de base dos Blancos entre 1973 e 1974.

O ex-defensor veio a falecer em 10 de fevereiro de 2021 em Madrid, quando tinha 82 anos de idade. Ele teve problemas de saúde e chegou ficar internado por um mês Hospital HM Sanchinarro.

A trajetória de Curro Torres pelo Valencia

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Curro teve um longo vínculo com o Valencia

O ex-lateral direito espanhol Cristóbal Emilio Torres Ruiz, conhecido apenas como Curro Torres, comemora o seu 47º ano de vida nesta quarta-feira, dia 27 de dezembro de 2023. Ao longo de sua carreira como profissional, o defensor chegou a ter um longevo vínculo com a equipe do Valencia no entre o fim da década de 90 e início do atual século.

Sua trajetória pelo clube espanhol começou no Valencia CF B, onde foi titular por duas temporadas. Para ganhar experiência, acabou sendo emprestado para dois clubes do mesmo país: o Recreativo Huelva em 1999 e o CD Tenerife no ano seguinte. 

Ao lado de Mista e Luis García, Curro foi treinado por Rafael Benítez. No Riqui-Rca, parte do elenco que conquistou o acesso a La Liga em 2001.

Em sua volta aos Murciélagos, foi novamente comandado por Benítez. Se tornou titular absoluto da equipe valenciana e foi fundamental para as conquistas dos título da La Liga e a Copa da UEFA, ambos em 2004. Naquele que seria o fim de sua passagem pela equipe, acabou sendo negociado com o Real Mursia, por empréstimo.


De acordo com o site ogol.com, Torres disputou um total de 162 partidas pelo Valencia e teve a oportunidade de balançar as redes adversárias em duas oportunidades, mesmo não tendo cacoete de atacante.

Na sequência de sua trajetória como profissional, Curro Torres ainda veio a defender o Gimnàstic por duas temporadas antes de se aposentar em 2009.

A passagem de Matías Almeyda pelo Sevilla

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo 

Almeyda no Sevilla

Hoje treinador do AEK Atenas, onde aliás conquistou o último campeonato grego, o argentino Matías Almeyda, que está chegando aos 50 anos neste dia 21, foi um brilhante volante argentino dentro de campo, uma das boas peças produzidas pela seleção local na função. Depois de um começo de carreira incrível no River, onde fez parte de uma das mais lembradas equipes que o Millonario já montou em sua história, o argentino passou com sucesso pelo na época modesto Sevilla.

Sua chegada coincidiu com a época onde os Palanganas começaram a fazer mais investimentos altos em sua equipe, que nos anos 1990 distava muito do sucesso atual que possuí o time considerado "dono" da Liga Europa. Ele chegou ao clube por um valor recorde para o futebol argentino na época de 9 milhões de euros. Chegava para um Sevilla que tentava se estabelecer em La Liga.

Dono de ótimo futebol e de grande categoria na posição de volante, Almeyda foi titular dos Blanquirrojos desde o início de sua trajetória. Estreou em uma derrota por 2 a 1 para o Zaragoza, numa temporada que se seguiria muito ruim para o time, que a despeito das ótimas atuações do volante, que inclusive o levaram a Seleção Argentina, não conseguia vencer de forma regular na competição, sofrendo muito durante o campeonato.


Presença constante em jogos do Sevilla, o argentino chamava a atenção de clubes maiores de vários polos devido ao fato de ser um dos poucos que se salvava em um time que pouquíssimo conseguia produzir de fato dentro de campo. Acabou se salvando da campanha que levou o time ao descenso na 20ª posição, num campeonato que na época tinha 22 times. Acabaria não permanecendo para a segundona, o que criou uma corrida por seus serviços.

Deixou o Sevilla ao fim da temporada 1996/1997, rumando para a Lazio, que disputava o que na época era o campeonato mais importante do planeta: a Série A italiana (algo como o que é a Premier League hoje). No total, em uma temporada no Ramón Sánchez-Pizjuán, disputou 32 jogos com a camisa rojiblanqua, sem marcar nenhum gol nesse tempo.

A passagem de Saviola pelo Barcelona

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Saviola teve uma boa trajetória pelo Barça

Javier Pedro Saviola Fernández, ex-atacante argentino e atual jogador de futsal conhecido popularmente apenas como Saviola, celebra o seu 42º aniversário nesta segunda-feira, dia 11 de dezembro de 2023. Após ser revelado pelo River Plate, o avançado começou a sua trajetória pelo futebol europeu no começo dos Anos 2000, jogando pelo Barcelona.

Essa sua chegada a Catalunha aconteceu em julho de 2001 por cerca de 35,9 milhões de euros pela contratação após se destacar no Mundial Sub-20 pela Seleção Argentina. Mesmo atuando bem nos seus primeiros três anos de Barça, acabou sendo emprestado ao Monaco por uma temporada no verão de 2004, logo depois de obter a nacionalidade espanhola. 

No principado, disputou a Ligue 1 e a Liga dos Campeões da UEFA durante a temporada 2004/05. Posteriormente, o atleta argentino foi repassado para o Sevilla na temporada 2005/06, onde jogou a La Liga, a Copa do Rei e a Copa da UEFA, também por empréstimo.

Voltou ao time culé no verão de 2006, já que ainda tinha mais um ano a cumprir. Desta vez, Saviola passou a ter mais oportunidades com o técnico Frank Rijkaard pelo fato dos seus companheiros de ataque se lesionarem com bastante frequência ao longo da temporada. Se destacou com um hat-trick diante o Deportivo Alavés, num jogo da Copa do Rei.


Segundo o site ogol.com, o centroavante argentino disputou um total 172 partidas pelo Barcelona. Seu único título no Barça foi a Supercopa da Espanha em sua temporada de despedida.

Na sequência de sua temporada, o artilheiro ainda veio a defender clubes como Real Madrid, Benfica, Málaga, Olympiacos e Hellas Verona, antes de retornar ao River Plate em 2015. Pendurou as chuteiras após o título da Libertadores daquele ano.

A passagem do ponta Joel pelo Valencia

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Joel jogando no Valencia

Conhecido principalmente por ter integrado o time do "Rolo Compressor" do Flamengo, o ponta Joel Martins, mais conhecido apenas por Joel, foi um dos grandes jogadores do futebol brasileiro nos anos 1950 e 1960. Caracterizado por ser ótimo driblador e também pela grande velocidade, o ex-atleta, que completaria seus 92 anos neste dia 23, também passou pelo futebol espanhol, jogando em três temporadas no Valencia.

Quando Joel fez o caminho da Europa, o Velho Continente ainda não era um grande destino para atletas do futebol brasileiro. Acabou chegando ao Valencia logo após a Copa do Mundo de 1958, onde foi titular em dois jogos pela Seleção Brasileira antes de ser substituído por um tal de Garrincha. Acabou chegando ao Valencia em agosto.

Estreou pelo clube em outubro, na sétima rodada do Campeonato Espanhol, em jogo diante do Sevilla, onde inclusive marcou o gol da vitória dos Murciélagos. Acabou sendo titular em praticamente todos os jogos em que pode disputar com a equipe naquela temporada. Fechou seu primeiro biênio pelo Valencia com sete gols marcados em 22 jogos disputados pelo clube. Marcou inclusive contra Real Madrid e Barcelona.


Seguiu bem na temporada seguinte, sendo importante mesmo demorando a marcar seus primeiros gols em La Liga, o que ocorreria apenas em dezembro diante do Valladolid. Foram oito gols em seu segundo Campeonato Espanhol por lá, sendo um deles diante do Barça, novamente. O Valencia acabou ficando apenas no meio da tabela naquela edição de La Liga, diferente do quarto lugar no ano anterior. 

Permanece no Mestalla até dezembro de 1961, quando acaba negociando seu retorno ao Flamengo depois de disputar sete jogos pela La Liga com o Valencia. No total, atuou em 57 jogos no futebol espanhol, marcando 16 gols. Joel ainda passou pelo Vitória antes de pendurar as chuteiras no ano de 1964. Ele nos deixou no primeiro dia do ano de 2003. 
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