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A trajetória de Esquerdinha pelo Real Zaragoza

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Esquerdinha jogou no Zaragoza por uma temporada

José Marcelo Januário de Araújo, ex-lateral esquerdo paraibano popularmente conhecido pela sua alcunha de Esquerdinha, estaria celebrando o seu 52º aniversário nesta segunda-feira, dia 6 de maio de 2024, se ainda estivesse vivo. No decorrer de sua carreira, o atleta teve uma curta passagem pelo Real Zaragoza logo no início dos Anos 2000.

Revelado pelo Botafogo da Paraíba em 92, o defensor desembarcou na Espanha em 2001, vindo do tradicional Futebol Clube do Porto, onde conquistou quatro títulos nacionais. Chegou como uma das grandes contratações da equipe no verão europeu.

Apesar de ainda ter mais dois anos de vínculo, Jorge Mendes, que era o agente do jogador na época, acertou a rescisão de contrato junto aos Blancos e Esquerdinha veio a ficar sem clube a partir de junho de 2002. Com isso, acabou acertando seu retornou ao futebol português, mas para atuar pelo Académica. 


De acordo com o site ogol.com, o paraibano disputou um total de 27 partidas e marcou um gol com a camisa dos Blanquillos ao longo da temporada. Ainda antes de se aposentar, Esquerdinha ainda veio a atuar no Goiás e no Botafogo paraibano.

Seu trágico falecimento aconteceu no dia 31 de outubro de 2018. O ex-jogador sofreu um infarto fulminante após jogar futebol junto dos amigos.

A história de Roberto Acuña com o Zaragoza

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Acuña atuando no Zaragoza

Um dos grandes nomes do ótimo período que viveu a seleção do Paraguai entre o final dos anos 1990 e começo dos anos 2000, o ex-meia Roberto Acuña, que completa 52 anos neste dia 25, foi naquele período um meia de grande qualidade que fez muito sucesso em sua carreira futebolística. Nascido na Argentina, ele se naturalizou paraguaio e passou por diversos clubes ao longo de sua carreira, com uma grande história vestindo a camisa do Real Zaragoza.

Em 1997, ele chegou ao Zaragoza depois de uma ótima passagem pelo Independiente de Avellaneda, último clube dos anos que passou naquele momento atuando no futebol argentino. Desde o começo foi tratado como um dos grandes reforços da equipe naquele momento, chegando num time que viveria também grandes momentos no final da década de 1990 e início dos anos 2000.

Desde o começo, Acuña foi titular e rapidamente caiu nas graças da torcida devido a seu ótimo futebol. Na época, foi peça chave para a campanha que permitiu ao Zaragoza permanecer em La Liga sem grandes sofrimentos em sua primeira temporada. Já no ano seguinte, era titular absoluto do time a grande referência da meia cancha, voltando com muito prestígio da excelente impressão que o Paraguai deixou na Copa do Mundo de 1998.


Na temporada 1999/2000, ajudou os Blanquillos numa campanha histórica, onde a equipe ficou no quarto lugar em La Liga e com isso se classificou a disputa da Copa da UEFA do ano seguinte. A temporada 2000/2001 viu o Zaragoza sofrer em La Liga, mas conseguir uma conquista histórica, vencendo a Copa do Rei, muito graças a grandes atuações de Acuña. 

Em sua última temporada em La Romareda, não conseguiu impedir o rebaixamento do Zaragoza, que caiu na última colocação. Acabou sendo a temporada que encerrou sua passagem pelo clube, já que foi negociado com o Deportivo La Coruña ao fim da temporada. No total, segundo números do Ogol, Acuña atuou em 165 jogos pelo Zaragoza, com 22 gols marcados. 

Kily González e sua passagem pelo Real Zaragoza

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Kily jogou no Real Zaragoza por três anos

Cristian Alberto González Peret, ex-meia e ponta esquerda argentino, está celebrando o seu 49º ano de vida nesta sexta-feira, dia 4 de agosto de 2023. No decorrer de sua carreira de atleta, o atleta teve uma passagem pelo Real Zaragoza no fim dos Anos 90.

Esta trajetória do jogador pelos Blanquillos aconteceu de 1996 e 1999, depois de surgir no Rosario Central, equipe na qual veio a se profissionalizar em 93. Antes de chegar à Zaragoza, Kily ainda passou pelo Boca Juniors, onde atuou por uma temporada.

Segundo o site ogol.com, González defendeu o time espanhol em 104 oportunidades e balançou as redes adversárias 17 ocasiões. Apesar de não conseguir conquistar nenhum troféu em uma dessas três temporadas em que esteve nos Blancos, ajudou o seu clube a se manter na elite do futebol nacional.


Na sequência de sua carreira, o meia atacante ainda veio a jogar em clubes como Valência, Internazionale, voltou ao Rosario Central e jogou no San Lorenzo. Encerrou a sua trajetória no futebol em 2011, nos Canallas.

Jorge Valdano e sua passagem artilheira pelo Real Zaragoza

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Jorge Valdano em sua passagem pelo Real Zaragoza

Jorge Alberto Francisco Valdano Castellanos, mais conhecido como Jorge Valdano, nasceu em Las Parejas, na Argentina , no dia 4 de Outubro de 1955, e se tornou um ótimo atacante. O jogador teve sua carreira praticamente toda na Espanha, tendo grandes sucesso e atuando pela maior equipe do mundo, o Real Madrid. Mas antes, ele defendeu o Real Zaragoza.

Mas antes de chegar ao grande clube espanhol, o jogador surgiu no Newell 's Old Boys, clube no qual ficou por quatro anos e o único time que jogou fora da Espanha. Após quatro temporadas foi contratada por uma equipe da segunda divisão espanhola, que foi o Deportivo Alavés.

O atacante conseguiu fazer sucesso na pequena equipe, se destacando na segunda divisão. Jorge ficou quatro anos no clube, atuando 63 vezes e marcou 21, chamando a atenção de times da primeira divisão da Espanha.

Em 1979, Jorge foi contratado pelo Real Zaragoza, que estava na elite do futebol espanhol, mas não era uma equipe que brigava por títulos, pelo contrário, lutava para permanecer na primeira divisão. Porém, a sua evolução era evidente e a cada temporada o atacante melhorava.

O jogador ficava mais completo com o tempo e isso chamava mais a atenção de outros clubes, o Real Zaragoza sabia que seria difícil permanecer com o atleta por muitas temporadas, mas conseguiu segurar o maior tempo possível e nesse período foi muito útil.

Jorge Valdano ajudava muito a sua equipe, era essencial na parte ofensiva do ataque. O Argentino conseguiu fazer o diferente e isso mostrava todo seu potencial para os europeus. O Real Zaragoza foi o clube que Jorge mais atuou e fez gols, teve uma linda história e ajudou muito o time a permanecer na primeira divisão.


Porém, depois de cinco temporadas não tinha mais como segurar o jogador, ainda mais pelo peso do clube que buscou a sua contratação. O Real Madrid procurou o jogador e fez uma proposta para o atleta, que aceitou na mesma hora e acertou seu novo clube. O jogador deixou o Zaragoza em 1984, com 172 jogos e 71 gols, uma ótima média.

Chilavert no Real Zaragoza - A primeira experiência do goleiro paraguaio na Europa

Por Felipe Roque
Foto: arquivo

Quando chegou no Real Zaragoza, Chilavert ainda não tinha estreado na Seleção de seu país

José Luís Chilavert, ex-goleiro paraguaio famoso por seus gols de pênalti e falta, marcou época no mundo do futebol e completa hoje 57 anos. Começou no futebol do Paraguai e rodou por diversos clubes, chegando até mesmo na Europa. Em sua primeira passagem pelo Velho Continente, defendeu o Real Zaragoza da Espanha.

Chilavert iniciou sua carreira no Sportivo Luqueño, ficou de 1982 até 1984 e foi negociado com o Guaraní-PAR, onde, em menos de um ano, foi campeão do Campeonato Paraguaio. Suas grandes atuações chamaram a atenção do San Lorenzo, da Argentina, onde ficou por 5 anos, atuando em 122 partidas. Não ganhou nenhum título, mas no centenário do clube argentino, foi homenageado como um dos maiores goleiros da história do 'Clube do Papa'.

Depois de suas grandes atuações em solo argentino, foi parar na Espanha, para defender o Real Zaragoza. Chegou lá cercado de grande dúvidas, já que ainda não era convocado para a seleção de seu país, que vivia uma renovação.

Foi justamente defendendo o time espanhol que Chilavert começou a ser chamado para a Seleção de Paraguaia, atuando nas Elminatórias para a Copa de 1990, fazendo até gol. Porém, no Real Zaragoza, a situação não caminhou tão bem. Pelo clube espanhol, onde disputou 90 partidas, permanecendo de 1988 até 1991, não teve sequência positiva e nem grandes atuações.

Suas polêmicas fora das quatro linhas acabaram ofuscando sua passagem, seu forte temperamento também acabou atrapalhando a carreira de Chilavert em território espanhol. Acabou saindo pela porta dos fundos do Real Zaragoza, em 1991, voltando ao futebol argentino, no Vélez Sarsfield, onde viveu a melhor fase na carreira.


No futebol dos hermanos, fez história, atuando em 341 partidas, e fazendo surpreendentes 48 gols, conquistando diversos títulos com a camisa do Vélez. Após a Copa do Mundo de 1998, onde foi um dos destaques da Seleção Paraguaia, elogiada pelo seu sistema defensivo,  Chilavert foi para a França, atuar pelo Strasbourg.

Ele ficou dois anos no futebol francês e voltou à América do Sul para jogar pelo Peñarol, onde ficou uma temporada e retornou ao Vélez, clube que foi ídolo e se aposentou no clube argentino em 2004. Chilavert foi um dos goleiros que mais fez história e é idolatrado até hoje no futebol paraguaio, tanto que anunciou que vai ser candidato a presidente do país.

Faryd Mondragón e sua curta passagem pelo Real Zaragoza

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Usando a camisa 25, Mondragón foi goleiro do Real Zaragoza por pouco tempo

Um dos goleiros históricos do futebol colombiano completa 51 anos hoje. Faryd Camilo Mondragón, nasceu em Cali, na Colômbia, no dia 21 de junho de 1971, e se tornou um excelente jogador. O goleiro passou por grandes times na América e na Europa, mas a sua primeira passagem pelo Velho Continente foi curta, defendendo o Real Zaragoza.

O jogador começou no futebol colombiano e ficou lá por alguns anos, depois começou a rodar pelo futebol americano, passou pelo Paraguai e depois foi para a Argentina. Na Argentina o goleiro conseguiu se desenvolver, até chegou a ser emprestado para atuar na Colômbia, mas acabou voltando.

Depois que retornou ao futebol Argentino, ele conseguiu se firmar e se tornar titular do Independiente. Por lá ficou algumas temporadas, conseguindo fazer grandes atuações e chamar a atenção de alguns clube ainda no continente, mas também começou a ser visado pela Europa.

Na temporada de 1998-99, o Independiente já estava percebendo que seria difícil segurar o bom goleiro, que vinha fazendo ótimas temporadas e acabou primeiro emprestando ele, quando foi sua primeira experiência na Europa.

O Real Zaragoza conseguiu tirar o jogador, que chegou e brigou por espaço no gol da equipe espanhola. O goleiro logo quando chegou não foi titular, mas ao longo dos jogos passou a ser escalado e se tornou um atleta importante para o elenco, mas tudo ainda era uma questão de adaptação.


Ainda sim, o jogador e a comissão técnica sabiam que o contrato era curto e precisavam dar um jeito nisso. O goleiro continuou sendo escalado mesmo assim, mas no final da temporada acabou voltando para a Argentina, o que não era desejado por parte do jogador.

Faryd não ficou por muito tempo na Argentina, assim que voltou ficou uma temporada, e logo depois voltou ao futebol Europeu, foi atuar pelo Galatasaray, da Turquia, e ficou lá por muitas temporadas se tornando um grande goleiro.

Cafu e sua passagem curta pelo Real Zaragoza

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Cafu quando passou pelo Real Zaragoza

Um dos maiores laterais da história do futebol mundial completa 52 anos hoje. Marcos Evangelista de Morais, mais conhecido como Cafu, nasceu em Itaquaquecetuba, no dia 7 de junho de 1970. O lateral direito ganhou muitos títulos relevantes e teve passagens por grandes times nacionais e internacionais, sendo o primeiro deles fora do Brasil o Real Zaragoza, depois da Copa do Mundo de 1994.

O Cafu começou sua carreira profissional no São Paulo e por lá conquistou mais títulos, sendo importantíssimo para a história do clube. No tricolor ganhou duas Libertadores e dois mundiais seguidos e entrou para a história do clube, por conta disso, chamou a atenção de times do exterior.

Em 1994, logo após ser campeão do mundo com a Seleção Brasileira, o jogador foi contratado pelo Real Zaragoza, que não é uma das grandes equipes do futebol espanhol. O lateral chegou em um bom momento da equipe, que tinha jogadores de qualidade e, por isso, conseguiu fazer uma boa temporada individual e coletivamente.

O time contou com uma ótima temporada dos atletas, que rendeu um título importante para a equipe. O Real Zaragoza fez uma ótima competição europeia, a Recopa Europeia, o time foi campeão em cima do Arsenal, que tinha uma equipe fantástica, mas o time espanhol conseguiu vencer por 2 a 1.


O jogador no começo do ano de 1995, foi comprado pela Parmalat, e por isso acabou deixando o clube espanhol para retornar ao futebol brasileiro. A marca patrocinava duas equipes, o Palmeiras e o Juventude, mas o lateral não poderia ir para o Verdão sem pagar a multa de 3,6 milhões de dólares que o São Paulo botou de cláusula ao vendê-lo para o clube espanhol.

Por conta da multa, a marca decidiu colocá-lo para jogar no Juventude e ficou por lá um mês. Logo depois foi para o Palmeiras, onde também foi campeão, mesmo tentando burlar o contrato, a Parmalat ainda teve que pagar US$ 1 milhão ao Tricolor Paulista.

A passagem de Fernando Morientes pelo Zaragoza, que abriu as portas do atacante no Real Madrid

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Fernando Morientes quando defendeu o Real Zagaroza

Um grande atacante espanhol completa hoje 46 anos. Fernando Morientes Sánchez, mais conhecido como Morientes, nasceu em Cáceres, na Espanha, no dia 5 de Abril de 1976. O jogador fez história no Real Madrid, mas antes de chegar na grande equipe de Madrid, ele passou pelo Real Zaragoza.

O atacante foi revelado pelo Albacete, em 1993, com apenas 17 anos, e já estava atuando no profissional. E em 1995 ele chegou para atuar no Real Zaragoza, que não era uma grande equipe, mas pelo menos tinha mais importância e uma porta de entrada para grandes clubes.

A equipe não brigava por títulos, mas sim para ficar no meio da tabela do campeonato espanhol, para evitar o rebaixamento. O jogador quando chegou, mesmo jovem, não demorou para se adaptar à equipe e começou a mostrar seu bom futebol aos 19 anos. As suas atuações já começavam a chamar a atenção de outros times da La Liga.

Morientes ajudou a equipe a conseguir realizar seus planejamentos de ficar no meio da tabela. Desde quando subiu, o atacante fazia parte das seleções de base da Espanha e continuou a ser chamado. Mas ainda não tinha a oportunidade de ir para a equipe principal e para isso acontecer ele precisaria mostrar mais em uma equipe de maior expressão.

O jogador ficou duas temporadas no Real Zaragoza e está cada vez mais evoluindo. O jovem jogador chamava a atenção de grandes times e com as atuações muito boas as propostas começaram a chegar.


Em 1997, o jogador recebeu uma proposta do Real Madrid e foi contratado pela equipe Madridista. Morientes permaneceu evoluindo e assumiu a titularidade da equipe, o jogador ficou na equipe por oito anos, atuando em alto nível e fazendo parte daquele grande time.

A passagem do zagueiro Álvaro pelo futebol espanhol

Por Ricardo Pilotto
Foto: Arquivo

Álvaro no Real Zaragoza

Neste primeiro dia do mês de novembro, Álvaro Luiz Maior de Aquino, o ex-zagueiro Álvaro, está completando 44 anos de idade. Por isso, hoje iremos relembrar os oito anos que o brasileiro jogou pelo futebol espanhol defendendo as cores de times como Las Palmas, Real Zaragoza e Levante.

Após ser revelado pelo São Paulo em 1997, o zagueiro brasileiro passou por equipes como América Mineiro, Goiás e até teve um retorno ao Tricolor Paulista antes de embarcar para o velho continente. No ano de 2000, o jovem de 23 anos de idade chegou a Espanha para jogar no Las Palmas.

Em sua primeira passagem pelos Amarillos, Álvaro teve tempo de se adaptar e ganhar espaço dentro do time. Atuou em 31 oportunidades e conseguiu anotar quatro gols no seu primeiro ano de Europa. O que acabou sendo um fator chave para encerrar o seu primeiro ciclo com o time amarelo em 2001, foi um escândalo de passaportes falsos, no qual até o ex-goleiro Dida também estava envolvido, mas acabaram nem sendo punidos. Com tudo isso acontecendo, o defensor voltou ao Brasil e jogou no Atlético Mineiro por um tempo. Voltou ao Las Palmas em 2002.

Assim que retornou à Espanha, ficou mais uma temporada na equipe de Las Palmas. Por conta do rebaixamento da equipe no campeonato anterior, o brasileiro teve de disputar a segunda divisão na edição 2002-2003 com os Amarillos. Juntando os jogos de Copa del Rey e da Liga, disputou outros 32 jogos e balançou as redes adversárias duas vezes. Após encerrar seu vínculo com a 'Unión Deportiva', seguiu para o Real Zaragoza.

Nos Branquillos, Álvaro jogou entre 2003 e 2006. Talvez essa tenha sido o seu melhor momento desde que chegou no futebol europeu em 2000. Com a camisa do time zaragoense chegou em duas finais de Copa del Rey. A primeira vez foi em 2003-2004, quando os Blancos venceram o todo poderoso Real Madrid na final, sendo que no meio do caminho, o time de Zaragoza já havia tirado o Barcelona na fase de quartas de final.

Já na segunda oportunidade, os Leões tiraram nada mais nada menos que Atlético de Madrid nas oitavas de final, Barça nas quartas novamente e o time merengue nas semis, com direito a goleada por 6 a 1 jogando em casa na partida de ida. Porém, desta vez, o Real Zaragoza acabou sendo goleado na decisão pelo Espanyol de Barcelona por 4 a 1 e teve de amargurar o vice campeonato da edição 2005-2006. Com a camisa Blanca, foram 131 jogos disputados e oito gols marcados em três temporadas. Saiu logo que a temporada acabou, indo rumo ao Levante.

Foi contratado pelo time das Rãs na temporada 2006-2007 com uma alta expectativa, uma vez que havia conseguido ser campeão com uma equipe que ninguém acreditava que fosse levantar um título de Copa del Rey, mas acabou não conseguindo repetir as mesmas excelentes atuações que teve em Zaragoza. No seu primeiro ano o Levante conseguiu se manter na elite do futebol espanhol, mas na temporada seguinte que seria o seu último ano, o time azul e grená foi rebaixado após uma péssima campanha no campeonato espanhol e terminar na lanterna com apenas 26 pontos em 38 rodadas. Ao todo, defendeu as cores do clube em 57 oportunidades e ainda conseguiu marcar seis gols nos seus dois anos de serviços prestados.


Logo que saiu do Levante, seguiu a sua carreira pelo Brasil. Rodou por clubes como Internacional, Flamengo, Vila Nova, Linense, Bragantino, Mogi Mirim, retornou ao Vila Nova e ao Linense, Democrata de Sete Lagoas, Democrata de Governador Valadares, Guarani de Divinópolis, Taboão da Serra e encerrou a sua carreira como jogador de futebol profissional jogando com a camisa do Tricordiano em 2018.

Canário - Um brasileiro ídolo na Espanha

Por Lucas Paes

Canário é idolo do Zaragoza e passou por Real Madrid, Sevilla e Mallorca 
(foto: arquivo Real Madrid)

Completando 85 anos neste dia 24 de maio, Darcy Silveira dos Santos, mais conhecido como Canário, é mais um dos diversos excelentes jogadores que o Brasil produzia em escala quase industrial nos anos 1950 e 1960. De começo bom no América, chegou a atuar pela Seleção Brasileira, mas a concorrência com Garrincha o fez ficar ausente. Porém, em 1959, iria para o Real Madrid. Na Espanha, faria história.

Os Blancos na época eram o time de Di Stefano, Puskas e todo aquele esquadrão que monopolizou o futebol europeu durante quase uma década. Canário não conseguiu no Real ter o peso que tiveram nomes como o argentino e o búlgaro, mas fez, junto a Didi, parte do time madridista que conquistou a Liga dos Campeões com uma goleada por 7 a 3 pra cima do Eintracht Frankfurt. Foi o primeiro brasileiro a ser campeão da Liga dos Campeões. Ficou no Real Madrid até 1962. Marcou cinco gols na Liga Espanhola pelo clube.

Passou uma temporada no Sevilla, onde marcaria o mesmo número de gols em 30 jogos, antes de se transferir ao Real Zaragoza. Nos Blanquillos é onde faria mais história. Formou, junto a quatro outros jogadores espanhois, Lapetra, Marcelino, Eleutrelio Santos e Juan Manuel Villa a linha de frente que ficou conhecida como Los Magníficos. Apesar de não conseguirem ganhar La Liga (ficaram duas vezes na terceira colocação) o quinteto foi responsável direto por 2 titulos da Copa do Rey e um título da Copa das Cidades com Feira, que depois viraria a Copa da UEFA e a atual Liga Europa. Ficou entre 1963 e 1968 no Zaragoza, marcando 35 gols em 117 jogos. Ainda é um dos maiores ídolos dos Blanquillos.

Nesse período, Canário chegou inclusive a se naturalizar espanhol. Porém, acabou nunca jogando com a camisa da Fúria. Encerrou a carreira no Mallorca, marcando dois gols em 24 jogos, no ano de 1969. Na Espanha, ganhou além da Liga dos Campeões, da Copa das Cidades com Feiras e da Copa do Rey outros dois campeonatos espanhois e um mundial e uma Copa do Rey com o Real Madrid. Pela Seleção Brasileira, fez dois gols em sete jogos. Ficou, acima de tudo, a história e a marca de ser um dos maiores ídolos da história do Zaragoza.

Rijkaard no Real Zaragoza

Por Lucas Paes

Rijkaard em ação em jogo contra o Atlético de Madrid

Frank Rijkaard é um dos expoentes da geração holandesa campeã da Eurocopa em 1988. Ídolo das torcidas do Milan (onde formou um conhecidíssimo trio junto a Gullit e Van Basten) e Ajax, o ex-volante completa hoje 55 anos. Neste texto, relembraremos sua curta passagem pelo Real Zaragoza, da Espanha.

Ele passou os primeiros sete anos de sua carreira, entre 1980 e 1987, no Ajax, maior time da Holanda e na época um dos mais influentes da Europa. Conquistou diversos títulos na primeira passagem, incluindo a Recopa Européia. Naquele ano de 1987, o Sporting, de Portugal, acabou por comprar Rijkaard do Ajax. 

Rijkaard junto a Narciso Juliá

Porém o meio campista jamais vestiu a camisa dos Leões. A transferência acabou se concluindo já no fim da janela e o alviverde de Lisboa não teve tempo para inscrever Frank em nenhuma competição. Assim, ele acabou emprestado ao Real Zaragoza, da Espanha. 

Rijkaard não se adaptou tão bem ao futebol espanhol. Acabaria pouco atuando pelo time de La Romareda. Foram apenas 11 jogos pela equipe espanhola e nenhum gol. Ao fim do empréstimo, Rijkaard acabou nunca mais voltando ao Sporting, já que o Milan decidiu investir nele, formando o trio de holandeses que faria história no Rossonero.

Saiu de La Romareda para o Milan, onde faria história

Ficou durante cinco anos no Diavolo, voltando ao Ajax onde encerraria a carreira após o título da Liga dos Campeões. Depois, viraria treinador, sendo seu grande feito a beira do campo o título da Liga dos Campeões da temporada 2005-2006 com o Barcelona. Dois anos atrás, após poucos sucessos, anunciou o fim da carreira de técnico.

As camisas do capitão Cafu



Neste 7 de junho de 2017, o lateral direito Cafu completa 47 anos. Com uma grande história, que começou na base do Itaquaquecetuba FC, o capitão da Seleção Brasileira em duas Copas do Mundo fez muito sucesso e conquistou títulos pelos clubes onde passou. Confira onde Cafu jogou durante a sua carreira.

SÃO PAULO FC


Cafu subiu para a equipe principal do São Paulo em 1990 e logo em seguida chegou à Seleção Brasileira, na lateral-direita. Vale ressaltar que no Tricolor comandado por Telê Santana, ele se destacava pelo fôlego e polivalência: atuou no meio de campo e até no ataque. Fez 128 jogos e 17 gols pela equipe do Morumbi, onde conquistou tudo o que se possa imaginar, desde estadual até a Copa Intercontinental.


REAL ZARAGOZA



Chegou na Espanha em 1994, depois de se sagrar campeão do mundo pela Seleção Brasileira, mas tendo perdido a Libertadores daquele ano, evitando o tri. Jogou pouco, é verdade, foram apenas 17 jogos pelo Real Zaragoza, mas conquistou a Recopa Européia. Sua passagem pela equipe ficou mais marcada pela manobra em sua saída, que será explicada abaixo.


JUVENTUDE


É até difícil explicar resumidamente e O Curioso do Futebol já fez um post sobre o assunto (aqui), mas o que aconteceu: quando o São Paulo vendeu o jogador para o Zaragoza, colocou uma cláusula de multa, caso ele fosse negociado com o Palmeiras (leia-se Parmalat). A empresa italiana o comprou em 1995, mas o fez passar pelo clube gaúcho (que também tinha parceria com o laticínio multinacional) primeiro, onde fez apenas um jogo (vitória por 3 a 2 contra o Ypiranga). A questão rendeu até briga judicial.


PALMEIRAS


Depois de todo o esquema, Cafu estreou no Palmeiras para jogar o mata-mata da Libertadores de 1995, onde o Verdão foi eliminado pelo Grêmio. O atleta fez parte do grande time de 1996, que atropelou os adversários no Campeonato Paulista e ficou no clube até 1997, onde fez 99 jogos e marcou 13 gols. Apesar de ter jogado junto com grandes jogadores, como Djalminha, Rivaldo e Luizão, ele só conquistou o Paulistão de 1996 pelo Verdão.


ROMA


Foi o time por onde Cafu atuou mais vezes em sua carreira, fazendo 219 jogos e marcando oito gols. ganhou o apelido de Il Pendolino ('o trem expresso') e conquistou o scudetto de 2001, o deixando na galeria dos grandes que defenderam o time da capital italiana.


MILAN


Em 2003, Cafu rejeitou uma proposta do Yokohama F. Marinos e foi para o Milan. No clube, teve boas temporadas e, assim como no São Paulo FC, conquistou todos os títulos possíveis pelo time. No Milan, Cafu fez 166 jogos e cinco gols, encerrando a carreira em 2008.


SELEÇÃO BRASILEIRA


Cafu defendeu a Seleção Brasileira por longos 16 anos. Estreou com a camisa amarela em 1990, sob o comando de Falcão. Jogou quatro Copas do Mundo (1994, 1998, 2002 e 2006), e foi o único atleta a ter jogado três finais de mundial seguidas. Conquistou duas copas (1994 e 2002 - esta última como capitão), Copa das Confederações (1997) e Copa América (1997 e 1999). Fez 142 jogos (recordista) e cinco gols pela Seleção Canarinho.
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