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A passagem de Doriva pelo Celta de Vigo

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Doriva atuando no Celta

Conhecido atualmente principalmente pelas suas passagens como treinador, o paulistano Doriva, que hoje trabalha ao lado de Sylvinho na Seleção Albanesa que conquistou a histórica vaga na Eurocopa, teve também uma longa carreira como jogador profissional de futebol, sendo m volante que muitas vezes tinha de fazer o "trabalho sujo" em seus times. Ao longo da sua carreira nas quatro linhas, teve uma passagem no Celta de Vigo

Nasico em 28 de maio de 1972, Doriva surgiu para o esporte bretão no espetacular São Paulo da década de 1990, o histórico time de Telê Santana, sendo importante nos títulos da parte final daquele time histórico, entre 1993 e 1994. Rodou por alguns outros clubes antes de ir parar no Porto em 1997 e então começar sua trajetória no futebol europeu. Chegou ao Celta após deixar a Sampdoria no início da temporada 2000/2001. 

No Celta, começou atuando com alguma constância no primeiro turno de La Liga, depois, porém, perdendo espaço após sofrer com lesões, que aliás, atrapalharam sua trajetória na Espanha. Acabou, porém, jogando bastante, numa temporada que viu o time de Vigo fazer uma grandiosa campanha e terminar a La Liga na sexta colocação, conseguindo uma histórica vaga na Copa da UEFA. Doriva marcou seu primeiro e único gol diante do Numancia. ainda no primeiro turno.


Na sua segunda temporada pelo clube, mais uma vez seguiu atuando esporadicamente, vindo na maior parte dos jogos do banco de reservas e sofrendo com lesões quando conseguia começar a se firmar no clube. Acabou atuando em menos jogos ainda na temporada 2002/2003, quando ainda no meio daquele biênio foi emprestado ao Middlesbrough, encerrando assim sua passagem por Vigo e também pela La Liga.

No total, em dois anos no Celta, Doriva esteve em campo em 41 partidas pelo clube, marcando um único gol. Ele esteve em atividade no futebol até 2007, quando pendurou as chuteiras atuando pelo Mirassol, que ainda estava longe de ser o clube que é hoje. 

A passagem do meio-campista Vágner pelo Celta de Vigo

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Vágner durante sua passagem pelo Celta

Vágner Rogério Nunes foi um bom meio-campista brasileiro, tinha muito potencial, mas acabou não se firmando e tendo problemas em alguns clubes. O jogador teve passagens por grandes times, e se tornou ídolo do Celta de Vigo, sendo muito importante durante quatro temporadas. 

O jogador nasceu em Bauru, São Paulo, no dia 19 de março de 1973, mas acabou se mudando muito jovem ao Rio de Janeiro. Alguns anos depois se mudou novamente, dessa vez para o Paraná, onde começou a atuar por alguns clubes de base. 

Com 16 anos, o Paulista de Jundiá viu potencial no jovem e trouxe para seu elenco, e foi na equipe que estreou pelo profissional. Em 1993 foi contratado pelo União São João, que estava disputando a Série A, e tinha bons jovens, como o lateral-esquerdo Roberto Carlos. 

Após duas temporadas pelo clube, o jogador acabou deixando a equipe por não concordar com seu contrato e acabou ficando alguns meses desempregado. Em 1995 foi contratado pelo Santos, e conseguiu muito destaque pelo Peixe, mostrando todo seu potencial. 

Por causa das suas grandes atuações, foi levado para a Roma, mas acabou tendo muitas confusões por não concordar em ser reserva, e acabou tendo poucas oportunidades no clube. Em 1998 foi emprestado ao Vasco, e acabou atuando como lareira-direito improvisado durante a temporada, mas foi muito bem e conquistou títulos importantes. 

No ano seguinte foi novamente emprestado, dessa vez para o São Paulo, e Levir Culpi acabou colocando o jogador como segundo volante, e foi onde ele rendeu melhor em sua carreira. Mas o jogador acabou tendo problemas com o treinador e deixou o clube. 

Em 2000 foi contratado pelo Celta de Vigo, uma equipe pequena do futebol espanhol, que brigava para não cair na competição. Mas Vágner foi muito importante e conseguiu levar a equipe a Liga dos Campeões, entrando para a história do clube. 


Suas grandes atuações chamaram a atenção da torcida, que o começou a idolatrar o atleta. Vágner foi muito importante durante quatro temporadas, se tornando ídolo do clube e um dos grande da história, mas acabou deixando a equipe em 2004, pois já vivia uma fase com mais lesões e isso estava prejudicando na sua regularidade nos jogos. 

O jogador acabou retornando ao Brasil, deixando a equipe espanhola com um status de ídolo, e foi contratado pelo Atlético Mineiro em 2005. No Galo atuou Lucas vezes por conta das lesões e acabou encerrando a sua carreira precocemente aos 30 anos.

A passagem de Nelson Vivas no Celta de Vigo

Por Lucas Paes
Foto: Arquivo

Vivas atuando no Celta e marcando seu compatriota Solari

Tendo atuado por diversos clubes ao longo de sua carreira, além de um período na Seleção Argentina, o ex-defensor Nelson Vivas, tendo inclusive atuado na albiceleste na Copa do Mundo de 1998, na França. Ele, que completa seus 53 anos neste dia 18 de outubro, passou também algum tempo no futebol europeu. Nos anos 2000, em meio a sua passagem pelo Arsenal, teve uma passagem por empréstimo pelo Celta de Vigo.

Ele era um reserva da defensiva londrina quando foi emprestado pelos Gunners ao time espanhol. Chegou para ajudar a equipe em sua campanha na La Liga. Na época, fez uma partida pelo Arsenal entrando no finalzinho do jogo da Europa League diante do Nantes e semanas depois acabou negociado com a equipe espanhola para o final da temporada 1999/2000, chegando já no mês de janeiro. 

Estreou já como titular em uma vitória simples diante do Sevilla, fora de casa, por 1 a 0, onde acabou inclusive sendo titular. Atuou com regularidade até março, quando foi expulso numa partida diante do Alaves que terminou empatada em 1 a 1. Por isso, acabou por perder dois jogos em sequência da La Liga e retornou apenas na rodada de número 31, já no intervalo de um jogo contra o Valladolid, que também terminou empatado.


Depois disso, voltou a atuar como titular apenas no finalzinho da competição, quando esteve em campo nas três últimas rodadas. Seu último jogo pelo "Celtinha" foi no duelo diante do Barcelona, no Camp Nou, que terminou em empate de 2 a 2, Vivas foi substituído pelo espanhol Coira, já aos 26 minutos da etapa final. O Celta terminou o campeonato na sétima posição, uma colocação boa para o retrospecto da equipe.

Vivas encerrou sua passagem por Vigo com 13 jogos vestindo a camisa do Celta, uma quantidade até razoável considerando que atuou em apenas um turno da competição. Retornou ao Arsenal onde atuaria por mais uma temporada antes de se transferir a Internazionale. Pendurou as chuteiras em 2005, quando atuava pelo Quilmes. 

Everton Giovanella e sua passagem pelo Celta de Vigo

Por Fabio Rocha
Foto: arquivo

Everton Giovanella no Celta

Everton Giovanella é um brasileiro que teve sua carreira praticamente toda no futebol europeu. O volante teve passagem por apenas dois clubes no Brasil, e logo saiu para o outro continente, onde rodou por alguns clubes até chegar no Celta de Vigo, clube no qual ficou durante 7 anos e construiu uma linda história.

O jogador nasceu em Caxias do Sul, no dia 13 de setembro de 1970, e alguns anos depois começou sua carreira no futebol. Fez sua base no Lajeadense, e na equipe foi lançada ao profissional, sendo revelado em 1991 e ficou no clube durante duas temporadas.

Depois de dois anos na equipe, o volante conseguiu se destacar, fazendo 38 jogos e marcando 8 gols. Com o bom início no profissional, chamou a atenção de alguns clubes, principalmente no Rio Grande do Sul, e foi contratado pelo Internacional em 1993.

Mas a sua passagem pelo Colorado durou pouquíssimo tempo, porque no meio do semestre acabou deixando a equipe para se transferir ao futebol europeu. O volante fez 12 jogos e marcou 2 gols no Inter, e se transferiu para o Tirsense, um clube pequeno do futebol portugues.

O jogador passou por alguns clubes do futebol português, atuando pelo Tirsense, Estoril e Belenenses. Depois de alguns anos em Portugal, Everton foi contratado pelo Salamanca, em 1996, que seria sua porta de entrada no futebol espanhol.

A equipe era pequena, e brigava para subir à primeira divisão, e quando estava na elite do futebol nacional lutava para permanecer. Depois de três temporadas pelo clube, fazendo 110 jogos e marcando 5 gols, o jogador gerou interesses em outras equipes.

Em 1999, foi contratado pelo Celta de Vigo, uma equipe mediana do futebol espanhol. O jogador construiu uma linda história pelo clube, conquistando o amor da torcida e diretoria, se transformando em um líder dentro e fora de campo, sendo muito importante.

A equipe não brigava por grandes títulos, mas chegou a conquistar a Taça Intertoto da UEFA, em 2000, mas foi o único campeonato conquistado. Porém, sempre soube que a luta do clube era diferente, para permanecer na elite do futebol nacional, mas o clube acabou caindo para a segunda divisão.

Everton foi muito importante dentro do clube, ajudando em todos os momentos a equipe, mesmo nas fases ruins. Porém, não foram só momentos dentro de campo que o jogador teve que passar, pois em 2004, acabou caindo no exame antidoping e foi constatado a presença de uma substância proibida.

Depois da partida contra o Pontevedra, Giovanella foi pego no dia 19 de dezembro, mas a sua suspensão só foi oficializada em setembro de 2005, quando pegou um gancho de 2 anos. Mas enquanto não oficializada, o jogador ainda atuou em algumas partidas.


Mas após a suspensão, ficou dois anos sem jogar uma partida. O jogador falou sobre o fato, e afirmou que o exame não era dele e, sim, de outro jogador, pois como já estava pensando na aposentadoria, deixou que o jovem jogador tivesse a oportunidade de ter uma carreira pela frente. O nome do atleta nunca foi revelado.

Em 2007 voltou aos gramados, aos 37 anos, deixando o Celta de Vigo, e foi contratado pelo Coruxo, da terceira divisão, onde realizou 34 partidas até 2008, e encerrou sua carreira. Vale ressaltar que em todo momento de sua suspensão, a torcida do Celta apoiou o atleta, não o deixando na mão no momento complicado que estava vivendo.

A passagem de Sylvinho pelo Celta de Vigo

Por Emerson Gomes
Foto: reprodução

Sylvinho fez sucesso em Vigo

Sylvio Mendes Campos Júnior, mais conhecido como Sylvinho, completa hoje 49 anos. O ex-lateral e atual técnico da seleção da Albânia nasceu em São Paulo, no dia 12 de Abril de 1974. Oriundo das categorias de base do Corinthians, foi ao Arsenal, e trocou a Inglaterra pela Espanha, indo jogar no Celta em 2001.

A equipe da cidade de Vigo desembolsou 3,5 milhões de Euros para contar com o atleta, que estava em um momento de baixa na Inglaterra. Mas a expectativa era alta já que a sua nova equipe estava classificada a Copa da Uefa naquela temporada.

Na temporada 2001/2002 o time era comandado por Victor Fernandez, e novamente fez boa campanha na Liga, terminando na quinta posição, enquanto nas Copas não repetiu o desempenho esperado. Mas Sylvinho se fixou como titular vom voas atuações.

A temporada 2002/2003 foi o ápice do lateral e também do clube. Desta vez comandados por Miguel Angel Lotina, a equipe fez uma bela campanha na Liga em um certame de muito equilíbrio, onde o título e as vagas européias foram definidas na rodada final. E o Celta garantiu sua vaga na Champions League terminando o campeonato na quarta posição.


O sucesso da equipe rendeu vaga na Liga dos Campeões para a temporada 2003/2004, mas a equipe não conseguiu repetir o sucesso, e apesar de ir bem na competição continental, terminou rebaixada no Espanhol. Ao final daquela temporada Sylvinho trocaria o Celta pelo Barcelona.

O zagueiro Adriano e sua passagem pelo Celta de Vigo

Foto: arquivo

Adriano foi contratado pelo Celta, em 1996, após se destacar pelo Sport Recife

Neste 7 de abril de 2023, o ex-zagueiro Adriano está completando 50 anos. Revelado pelo Ferroviário e tendo sido destaque no Sport Recife, chegando até a Seleção Brasileira, ele teve uma passagem pelo Celta de Vigo, da Espanha, na segunda metade da década de 90.

Nascido em Fortaleza, Adriano Félix Teixeira, começou no Ferroviário de sua terra natal, onde se profissionalizou em 1992, com 19 anos. Se destacou e chamou a atenção do Sport, que o contratou ainda em 1992. O zagueiro teve uma bela passagem pelo Leão, sendo campeão estadual em 1994 e 1996, chamando a atenção de Zagallo, que o convocou para a Seleção Brasileira em 1995, fazendo dois jogos pela Canarinho.

O fato de ter bons desempenhos pelo Sport e ainda ter sido convocado pela Seleção fez com que vários clubes, do Brasil e exterior, ficassem de olho no zagueiro. A diretoria do Leão optou por vendê-lo ao exterior e quem venceu a corrida para contratá-lo foi o Celta.

Adriano desembarcou na Espanha em 1996 para jogar no RC Celta de Vigo  em um verão em que Horacio Gomez pretendia iniciar aquela equipe euro-céltica que começaria a tomar forma na temporada seguinte. Nesse mesmo momento chegaram na equipe Mazinho, Del Solar, Motovoi e Revivo.

Na temporada 1996-97, o brasileiro Adriano faria 20 jogos no campeonato pelo Celta (16 como titular e quatro como suplente), estreando-se a 8 de dezembro de 1996, frente ao Sporting de Gijón, substituindo aos 13 minutos o lesionado Alejo Indias.


Na temporada seguinte foi emprestado ao Fluminense, que não vivia bons momentos e atrasava salários. Depois de um ano de Tricolor, voltou para Vigo, ficando até 2000, embora tenha disputado apenas uma partida na temporada 1998-99 e duas 1999-2000.

De 2000 a 2003, jogou pelo Compostela, sendo um dos principais jogadores daquela equipe. Após a despromoção por falta de pagamento dos Compos, Adriano decidiu assinar pelo Cultural Leonesa, onde disputou um total de 32 jogos e marcou 8 gols (incluindo Liga, Taça e fase de promoção). Após deixar o Cultural, voltou ao seu país natal para jogar pelo Vasco da Gama e depois pelo Santa Cruz de Recife, onde se aposentou em 2007.

Maurício e sua passagem pelo Celta de Vigo, da Espanha, na temporada 1990/91

Por Fabio Rocha
Foto: Arquivo

Maurício ficou no Celta por uma temporada

Maurício de Oliveira Anastácio, mais conhecido como Maurício, nasceu no Rio de Janeiro, no dia 29 de setembro de 1962. O jogador foi um ponta direita rápido e alto, que passou por alguns clubes grandes no futebol brasileiro e também atuou em equipes da Europa.

Maurício começou no profissional em 1980, mas foi em 1988 que ele começou a ganhar relevância no futebol nacional. O atacante chegou no Botafogo e fez sucesso, logo depois para o Internacional e depois retornou a equipe carioca, quando decidiu o Campeonato Carioca.

O jogador fez o gol do título que tirou a equipe do Botafogo da fila. Por conta das boas atuações e gols decisivos, o atacante acabou gerando interesses de alguns clubes menores europeus. Em 1990, ele acabou sendo contratado pelo Celta de Vigo, da Espanha.

O atacante era rápido e alto, ótimas características para o futebol europeu, porém não ficou muito tempo por lá. Fez alguns jogos e até foi titular em várias partidas, mas nunca se firmou o suficiente para se tornar um grande jogador na equipe, por isso não teve muita continuidade. Maurício ainda ganhou um troféu sem tanta relevância, mas ajudou sua equipe a vencer. O time foi campeão do Troféu Cidade de Vigo, um torneio regional que não significava muito.

O atleta ficou apenas uma temporada na equipe e depois retornou ao futebol brasileiro. Maurício não conseguiu se manter e acabou preferindo pelo retorno, até porque estava recebendo convocações para a Seleção Brasileiro e criou a expectativa de ser chamado outras vezes.


Para isso teria que ter continuidade e na Espanha não tava conseguindo, por isso acabou retornando, mas não adiantou muito e o jogador não recebeu mais oportunidades na amarelinha. Maurício deixou o Celta de Vigo com 29 jogos e dois gols, e voltou para o Grêmio, mas logo depois foi para o Internacional, clube que já tinha uma curta passagem, mas já tinha uma identificação maior.

Emprestado pelo Grêmio, Fabrício avalia sua primeira temporada na Europa

Foto: divulgação Celta de Vigo

Fabrício fez sete gols em 30 jogos

Vinculado ao Grêmio até janeiro de 2024, o atacante Fabrício encerrou, no último final de semana, sua participação na Segunda B RFEF do Campeonato Espanhol, defendendo a camisa do Celta de Vigo B. Ele está na Espanha emprestado pelo Imortal Tricolor.

Com 30 jogos, sete gols marcados e uma assistência, Fabrício teve sua melhor temporada da carreira até o momento. Foram 14 vitórias, sete empates e nove derrotas, totalizando 54,44% de aproveitamento. Um desempenho que ele avalia positivamente.

"Com toda certeza foi a minha melhor temporada até o momento. Não só em números, mas também em desempenho. Estou feliz com esse primeiro ano atuando na Europa. Acredito que consegui me adaptar bem. Agora é aguardar para ver o que acontece no futuro", revelou o jogador de 21 anos.

Após ter marcado o gol da equipe no empate contra o SD Logroñes por 1 a 1, na última rodada da Segunda B, Fabrício deverá retornar ao Brasil nos próximos dias e aguardar a definição sobre seu futuro, que depende dos dois clubes.


"O Celta tem até o dia 30 de junho para exercer a opção de compra. Caso isso não aconteça, devo me reapresentar ao Grêmio até definir minha situação para a sequência da temporada juntamente com os meus empresários", finalizou o jogador.
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